Passeio convívio Natal 2012 MaltaTT
Participantes:
Jorge Moreira, Carlos Quaresma, Jorge Castanheira, Hugo Castro, Paulo Coelho, Manuel Oliveira, Hugo Frota, Pedro Santos, Jorge Carvalho, Marcio Carvalho, António Ferreira e Diogo Pinheiro
A Ideia era fazer um trajecto de cerca de 200km em que 80% seria mato.
Logo à partida pensei em fazer uns quilómetros por estrada até Estarreja para ganhar algum tempo mas como tinha pessoal que não conhecia o inicio do percurso acabou-se por fazer mato logo de inicio.
A meio da manhã tivemos direito ao brinde de vinho do Porto gentilmente oferecido pelo companheiro António
Sempre o mais a direito possível, sem avarias e a fugir ás dificuldades os 120km da manhã logo começaram a ficar difíceis de realizar, mesmo assim fomos até ao fim e só chegamos ao Restaurante eram umas 14:00.
O Restaurante Adega Ti Joaquim é um espetáculo!!
O Atendimento é super simpático as condições também, as entradas chegavam para matar a nossa fome e olha que estávamos todos galgados!
A Vitela era deliciosa, o vinho da casa muito bom, as sobremesas….enfim excelente.
mas o melhor ainda estava para vir, a conta: 10€ cada um!! bom é pena ser tão longe mas definitivamente ganhou 12 clientes + família.
Claro que com isto tudo a tarde era tarde! e ainda estava-mos a começar a atravessar a Serra da Freita e já estava a escurecer.
Lá tivemos que fazer o restante percurso por estrada até ao ponto de partida.
Mesmo assim acho que correu tudo muito bem, gostei bastante do percurso e a companhia é do melhor!
Espero que não volte a estar tanto tempo sem publicar nada aqui.
Abraço!
Carlos
Trilho do GPS aqui
Fotos e video:
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Não quero relatar aqui a qualidade da organização do evento, foi tão mau que nem vale a pena perder tempo.
Quero falar da História e das peripécias que enfrentamos que no final é isso que conta, a aventura, a entreajuda e o companheirismo que encontramos nesta concentração em particular.
Para o ano com ou sem organização (de preferência sem) quero voltar a ir
Não tivemos grandes avarias e tirando as alturas que demos-nos numa via rápida tudo correu bem.
O Acampanento deveria ter sido com uma tenda para cada um mas o amigo Augusto não conferiu o equipamento e uma das tendas estava sem ferros, nada de grave ficamos um pouco mais apertados e a aturar o ronco de cada um de nós.
A noite também correu como esperado (toda a noite a sacarem peões e arranques)
A manhã foi para ver, fotografar e conviver.
O Almoço foi em boa companhia e tipo pic-nic
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Já estamos a aquecer os motores..
mais info aqui
O meu mano velho quando eu tinha os meus14-15 anos comprou uma Honda SS50 que estava parada á uns anos valente e até aos 17 e até ter falecido um amigo meu foi o meu veiculo de transporte.
Depois disso ainda andou mais um pouco mas esteve mais tempo parada que a andar.
O Ano passado decidi ir recupera-la para dar umas voltas.
Quando vi que estavam a organizar uma concentração de motorizadas clássicas para bater o record do mundo (TODOS A FÁTIMA) decidi logo que tinha de lá estar e que ia a rolar nela de Espinha até Fátima.
Depois de alguns avanços e recuos lá fiz a inscrição e arranjei um grupo pequeno mas jeitoso.
Augusto e o filho com uma Fazel Zundap Z3 1984 completamente restaurada
Alexandre Mendes e pai com a sua EFS GT Super de 1971 restaurada á já 4 anos
António Lima com uma Zundap KS 50 Falconete de 1961 completamente original, por restaurar e um belissimo exemplar.
Eu, claro fui na velhinha Honda SS50Z de 1972 com a mecânica quase toda reparada mas por restaurar.
As contas que tínhamos feito era que deveríamos demorar umas 5 horas para lá e umas 5 na volta
Eram 4:45 e sai de casa pronto para arrancar, o Tony veio cá ter com a mota na carrinha e o Alexandre veio a rolar de Gaia.
O Augusto encontrou-se connosco em Esmoriz quando íamos a caminho da Vila da Feira para entrar na N1 e com os atrasos habituais para arrancar já eram umas 5:45 quando chegamos á vila da Feira
Tenho de dizer desde já que todas as motas, sem excepção, tiveram avarias.
Os primeiros quilometro foram muito lentos e estava a ver que não íamos chegar a tempo para a contagem do recorde até que concordamos que seria melhor o filho do Augusto vir comigo. Bendita a hora e a partir daí o andamento melhorou bastante.
Com um atraso de 1 hora em relação ao estimado paramos um pouco antes da Bairrada para tomar o pequeno almoço e só voltamos a fazer uma paragem para a primeira reparação do dia. A mota do Alexandre tinha ficado sem acelerador mas com o nosso “mecânico” Tony e a sua caixa de ferramenta mágica rapidamente substituimos o cabo e seguimos caminho.
A terceira paragem já foi para reabastecer a chegar a Leiria onde tinha-mos de sair da N1 a caminho de Fátima.
Aqui a Famel Z3 do Augusto começou a dar sinais de problemas, pois teimava em não querer pegar.
deviam ser umas 11:15 quando chegamos a Fátima e demoramos um pouco até descobrir onde era a concentração (1º sinal de má organização) . Uma pequena equipa com uma placa bem visível na rotunda á entrada de Fátima a orientar os motociclistas e tudo teria sido bem diferente para muitos.
Á Entrada no recinto para a contagem, o balcão para levantar a inscrição demonstrou mais desorganização. Vi pessoal a levantar 2 e 3 vezes a mesma inscrição e colegas meus que tinha pago 15€ pois não ficavam para jantar foram-lhes dada uma fita com direito a jantar, nada de grave uma vez que não ficamos para jantar.
Quando entramos para o recito foi mesmo á queima, pois mais um pouco e a contagem tinha terminado e não teríamos participado.
Quando assentamos e estávamos prontos para dar uma volta a ver as motas, já todos estavam a arrancar para o local do almoço.
O Nível de CO2 em Fátima deve ter estado a níveis alarmantes neste dia, era impressionante o fumo e o barulho das motorizadas.
A distância do recinto ao local do almoço ainda era longo e foi feito um andamento lento e foi aqui que tivemos a segunda avaria. A mota do Augusto queimou a vela, mas mais uma vez, o nosso mecânico resolveu rápidamente.
O almoço foi mais um momento de desorganização/inexperiência a organizar um evento desta dimensão.
Uma banca, eu repito apenas uma banca, para servir perto de umas 3000 inscrições mais acompanhantes que, não faço ideia, mas deviam ser no total umas 4000 pessoas ou perto disso é inqualificável.
Para agravar ainda mais decidiram obrigar as pessoas a amontoarem-se num corredor com portas em vidro que achei, não iam durar muito tempo.
A comida servida foi a habitual em eventos destes e não posso dizer que fiquei com fome.
Como estávamos galgados de fome fomos dos primeiros a passar pelo sofrimento da espera e aperto para o almoço e sobrou tempo para ver algumas das máquinas antes que começassem a partir.
Depois de um café e da foto com as máquinas no santuário, e quando iamos arrancar na viagem de regresso, a mota do Augusto voltou a avariar ( terceira paragem).
Tiramos a vela e o Mecânico disse que estava boa…..então….qual é o problema?
O Augusto a mota está seca!! sem gasolina ela não anda!!!
Voltar a montar tudo, guardar a ferramenta e passar para a reserva e lá arrancamos para as bombas mais proximas.
Nas bombas aproveitou-se para meter óleo nas correntes e verificar os níveis.
A Mota do tony “Mecânico” começou a dar sinais de problemas e não queria desenvolver e logo ali ele abriu o escape tirou o silenciador e fez-lhe uma limpeza para tentar resolver o problema.
Com um andamento bom o Tony continuava a ficar para trás e a ter dificuldade em acompanhar. Nova e quarta avaria, desta vez para voltar a meter o silenciador e apertar o escape da EFS que estava desapertado e corria o risco de perder a ponta do escape.
Como o problema do Tony não parecia estar no escape começou a querer desmontar o carburador para o limpar, de salientar que a mala deste mecânico não tinha martelo, mala de ferramenta digna desse nome têm de ter martelo. Uma falha imperdoável, diga-se… Para agravar reparei que também não trazia compressor, Gravíssimo….
A meio da reparação detectou-se que o cachimbo tinha partido e que se calhar o problema estava aqui. Nada que o experiente Tony “mecânico” não resolvesse com uma ligação direta á moda antiga como ele diz.
Com todos os problemas aparentemente resolvidos e com o Augusto cheio de pica para dar gás lá arrancamos até há Bairrada para uma sandocas de leitão.
Aqui Tivemos de reparar a embraiagem da EFS do Alexandre que tinha partido, nada que o tony “mecânico” não fizesse com uma perna ás costas. O pior ainda estava para acontecer…
Eu estava com uma dor de cabeça enorme e quase não comi, tomei 2 pastilhas e no final do jantar já estava melhor e meio pronto para arrancar.
quando íamos arrancar e já com a noite a acompanhar-nos tivemos uma nova e ultima avaria, desta vez foi a minha velhinha Honda.
Ainda não acredito que a minha motinha manchou o bom nome Honda deixando-me ficar sem o pisca do lado direito quando ainda por cima o nosso Tony “mecânico” não tinha como reparar…
Com a vergonha decidi ir o resto do caminho sempre atrás.
Correu tudo bem, chegamos todos por volta da meia-noite, muito cansados e com duvidas se voltamos a repetir tamanha façanha mas estou convencido que na próxima semana estamos todos prontos para repetir.
Em relação ao evento, quero dizer que apesar das criticas que aqui deixo, não deixo de elogiar o espírito empreendedor do Pedro Oliveira e que um evento desta magnitude nunca é fácil de organizar.
Tenho a certeza que se as coisas tivesse estado melhor na organização a contagem que parece que foi de 2350 motas teria sido muito maior. O numero de inscritos deve ter rondado os 3500, 4000, com as avarias e desistências de ultima hora deviam de lá estar umas 3500 motas mas muitas simplesmente não foram ou não chegaram a tempo para a contagem por responsabilidade da organização.
abraço a todos.
PS: Enviem ASAP o resto das fotos e videos SFF
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O Jorge Silva convidou o pessoal para um passeio para os lados de Cabeceiras de Basto.
Era um pouco longe e estava a ver que não tinha mais ninguém para me acompanhar mas ao fim do dia o Castanheiro confirmou a presença.
Eram 8:30 em ponto e arrancamos até Valadares onde o Jorge estava á nossa espera.
Chegamos ao destino por volta das 10:00 onde o Diogo nos aguardava, entre equipar e desatrelar as motas devemos ter começado o passeio por volta das 10:30.
Todo corria bem até termos parado numa pista e o Castanheira quase acabava com a embraiagem novinha em folha.
Feizmente o nosso guia conhecia um mecânico que ficava perto e foi só rebocar até lá.
Devo dizer que já vi oficinas manhosas, mas como aquela nunca (vejam as fotos).
O que é certo é que no meio das brincadeiras do mecânico quando demos por ela ele já tinha resolvido o problema e seguimos viagem.
A fome já estava a apertar e até ao famoso Restaurante Nariz do Mundo foi quase sempre estrada e caminhos entre aldeias lindissimas.
O Restaurante fica no meio do monte sem absolutamente nada à volta mas chegando lá é fila de carros para estacionar e ainda mais fila à espera de mesa.
Só posso dizer que valeu a pena a espera, um atendimento “simpático”, fartura de comida saborosa por apenas 10€ por pessoa, não é de admirar que façam fila…
Depois de aviar 4 jarros e um monte de carne com carne lá arrancamos para o resto da tarde.
Aviso desde já que não devem fazer isto em casa, estas peripécias foram feitas por “profissionais” (LOL) e quase que largaram o almoço logo aos primeiros quilómetros.
O tempo esteve cinco estrelas, o terreno esta muito diversificado, tinha de tudo, faltou apenas apanhar areia.
o Restaurante é de lá voltar com a cara metade e amigos (só com reserva e com muita antecedência ou então conhecem o dono).
A Companhia foi do melhor e o nosso guia (Diogo) foi um verdadeiro anfitrião.
Tomem lá as fotos e o vídeo para se roerem de inveja!!
NOTA: GPS do restaurante: (41.583554, -7.925323) podem ver no google maps
abraço!
[See image gallery at blog.quaresma.eu]Neste dia tinha dois passeios para escolher, o passeio de ESMORIZ, e o de Castelo de Paiva.
Falei com o pessoal e apenas o Castanheira quis vir ao de Castelo de Paiva.
Eram 7:30 da manhã quando arrancamos e a chuva prometia para o dia todo.
A inscrição era de 40€ mas acabamos por pagar apenas 30€ apenas porque não íamos ficar para jantar, gostei da postura da organização.
Entretanto comecemos o Jorge Moreira (CAN-AM 800) e o grupo dele e acabamos inicialmente por fazer o percurso com eles.
O terreno estava espectacular para as QUAD, tínhamos desde empedrado a piso macio, muitos ganchos e alguns estradões para esticar as bichas. Se na semana anterior não tivesse chovido nada as picadas seriam difíceis mas com a chuva que esteve eram suicídio, felizmente tinham alternativas. Mesmo assim ainda cheguei a fazer 3 mas a ultima vi a minha vida a andar para trás, era logo a seguir a atravessar uma estrada e estavam uns jipes atravessados no caminho e outro aflito a meio da picada.
Entretanto onde estava parado não dava para ver nada e ao fim de uns minutos mandaram-nos seguir pela alternativa.
O problema foi que o inicio já era complicado e com os jipes pelo meio quando dei por ela estava a subir a picada.
No inicio olhei para cima e achei que era bem comprida mas possível de fazer e continuei, continuei e continuei e nunca mais terminava, cada vez mais inclinado e cada vez a Mota subia mais devagar.
Só vós digo que vi a minha vida andar para trás e que não ia conseguir fazer o resto da subida quando vi uma escapatória ao lado, nem imaginam o alivio que senti que já estava em segurança.
Como era só eu e o Castanheiro andamos sempre a um andamento certinho (passamos por alguns mas ninguém passou-nos) e ás 16:30 já tínhamos feito tudo e estávamos prontos para ir embora.
Gostei bastante do percurso, os trilhos estavam muito bem marcados e a organização esteve bem, falhou apenas no abastecimento das motas que obrigou muito do pessoal (nos incluídos) a fazer 10km para abastecer.
Para o ano volto a repetir de certeza.
Trajecto gentilmente cedido pelo Jorge Moreira para download aqui
Depois de uma pausa prolongada e com as primeiras chuvas lá estou eu novamente pronto para dar a minha voltinha pelo mato com os amigos.
Combinei com o Maxixo e os amigos dele pois andava com vontade de experimentar a mota dele (CAN-AM Renegade 800)
A hora marcada foram 7:30 nas bombas mas acabamos por arrancar apenas ás 8:30, pois o Castanheira ficou logo por ali com a mota avariada e o tivemos de ir buscar o João Plácido a casa para por a mota a trabalhar.
Fomos para os lados da A29 e mais uma vez calho-me a mim ir à frente.
o terreno estava excelente, a chuva de Domingo passado foi suficiente para acabar com o pó.
A maioria do pessoal não conhecia mas portaram-se todos bem e não tivemos grandes problemas.
O Marco estava a estriar-se no todo-terreno com a sua Yamaha Raptor 350 e portou-se muito bem
O João Plácido mostrou mais uma vez que a sua pequena Yamaha Raptor 250 chega onde as grandes chegam.
Gostei de experimentar a CAN-AM Renegade 800, achei-a muito confortável e com um comportamento muito bom, na transposição dos obstáculos é tão fácil que até deixa de ter piada.
Senti a falta da caixa de velocidades e o peso astronómico da mota
Fiquei impressionado com o sistema de travagem desta mota, habitualmente costuma ser complicado pela falta da caixa de velocidades para fazer reduções, no entanto, deixando de acelerar, a mota deve ter algum sistema que reduz de tal maneira a velocidade que quase nem é necessário usar o travão.
Bom passeio Domingo dia 10 já temos outro marcado.
[See image gallery at blog.quaresma.eu]Antes de mais quero pedir desculpas a algumas pessoas que me tenha esquecido de avisar.
Como é costume a escolha do dia é sempre um grande problema e atrasos em cima de atrasos na data optou-se, em cima da hora, por se fazer neste fim de semana.
Ainda antes de arrancarmos o crocodilo já começou com os filmes dele e da sua bichinha (chaço) que estava a travar numa roda.
Arrancou o Fernando (Crocodilo), Carlos Quaresma, Valter Sá, Victor Oliveira, Pablo e a nossa mascote Renata Oliveira.
Apesar da chuva de quinta-feira o pó era muito e quem vinha atrás estava com sérias dificuldades em andar.
por volta das 17:30 decidimos fazer o resto do percurso por estrada pois o chaço do crocodilo já estava a falhar por todo o lado e começava a ficar tarde para montar a tenda.
Mal chegamos montamos a tenda e fomos todos tomar um banho ao rio, a água estava um espectáculo.
Já fresquinhos e como o tempo estava muito quente fomos até Alverenga jantar um grande bife de Alverenga no mesmo restaurante do ano passado.
Aqui começou o filme, a malta estava galgada de fome e mais ainda de sede e quando fomos para a tenda já fomos todos devagar, muito devagar…hehehe.
No bar continuamos a matar a sede, mas desta vez com cerveja; a conversa estava animada
Mais tarde fomos para a tenda fazer uma fogueira e assar uns chouriços e acabar a festa com whisky.
Nessa altura eu já estava meio fora e comi um bocado de chouriço e foi tentar dormir.
O Pablo que era a primeira vez que vinha e não conhecia ninguém para além de mim, logo no primeiro minuto se mostrou á vontade mas nesta altura estava com uma torcida de tal ordem que para além de não deixar ninguém do grupo dormir, foi conhecer todos os vizinhos nas redondezas.
Só sei que quase não preguei olho toda a noite e ele quando veio para a cama já estava a ficar dia.
As seis da manhã o Crocodilo e o Valter foram para a praia com os sacos cama dormir e ás nove fomos todos tomar o pequeno almoço e visitar a praia fluvial do 1º campismo.
De volta á tenda e enquanto esperávamos a chegada do João plácido e do Carlos Pereira que vinham juntar-se ao grupo fomos todos para a água.
Quando arrancamos para voltar para casa a minha mochila tinha umas cintas soltas e com a atrapalhação acabei por empenar, novamente, o tirante da direcção, felizmente estava lá o Victor e o Carlos com a sua ferramenta e rapidamente seguimos caminho.
O maior problema estava para vir com o pó insuportável, as alterações do terreno em relação ao road-book e a leitura condicionada pelo conta quilómetros do Pablo que não queria zerar o parcial de maneira nenhuma, acabamos por desistir e fizemos o resto do percurso por estrada.
Este passeio é espectacular pelo local e pelo convívio mas a viagem com este pó é sinceramente difícil, no entanto no Inverno a viagem pode ser bem mais gira mas o acamamento seria bem desagradável.
Ainda vamos marcar um dia para fazermos o percurso completo com muita chuva e sem acampamento.
abraço.
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Como seria nossa vida se nós fossemos blogs?
Namorado blog X Namorada blog
Chefe blog X Funcionário blog
Encontrei esta preciosidade aqui e achei tanta graça que não resisti a deixa-las aos meus amigos.