O post Edson Cadorini: Os 22 anos de luta até alcançar o sucesso na música nacional apareceu primeiro em MF Magazine.
]]>Quando o público ouve a voz de Edson, imediatamente lembra de alguns dos maiores sucessos da música sertaneja brasileira. No entanto, por trás da carreira consolidada existe uma trajetória marcada por perdas, dificuldades financeiras, desafios emocionais e uma persistência que atravessou décadas.
Durante entrevista ao MF Cast, Edson abriu o coração para contar detalhes da própria história. Mais do que relembrar a carreira artística, ele falou sobre infância, família, saúde mental, fé e os aprendizados que moldaram sua vida.
A relação de Edson com a música começou muito antes dos grandes palcos. Filho de artistas circenses, ele nasceu e cresceu em um ambiente em que o espetáculo fazia parte da rotina da família.
Sua mãe era guitarrista e cantora, enquanto seu pai era o Beijinho, palhaço de circo. No entanto, Edson perdeu a mãe ainda muito pequeno. Segundo seu relato, ela morreu aos 23 anos, de tuberculose, quando ele tinha apenas 1 ano e 9 meses.
Foi nesse contexto que a música passou a fazer parte ainda mais intensamente de sua vida. Além disso, o pai de Edson já imaginava os filhos formando uma dupla sertaneja. Aos poucos, o cantor começou a dividir o microfone com Hudson, até que a dupla começou a ganhar forma.
Edson conta que, aos 5 anos, já cantava profissionalmente ao lado do irmão, que tinha 7. A infância, portanto, foi diferente da de muitas crianças. Os dois começaram cedo a se apresentar e também ajudavam no sustento da família.
“Isso nasceu dentro de mim. É uma coisa que eu não escolhi.”
Para Edson, a música não surgiu como uma escolha planejada. Ela simplesmente fazia parte de quem ele era.
A trajetória de Edson e Hudson foi construída em meio a muitas dificuldades financeiras. O cantor relembrou que a família chegou a viver abaixo da linha da pobreza e que os irmãos precisavam cantar para ajudar a colocar comida em casa.
Em determinado momento, a família deixou a vida no circo e foi para Limeira, no interior de São Paulo. Ali, Edson e Hudson continuaram buscando oportunidades.
Os primeiros trabalhos incluíram apresentações em bares e eventos. Um dos primeiros shows da dupla em Limeira, segundo Edson, foi realizado em troca de uma cesta básica.
A falta de estrutura, porém, não impediu os irmãos de continuar tentando.
Na década de 1980, eles passaram por concursos musicais, programas de televisão e diferentes oportunidades para divulgar o trabalho. Além disso, participaram do programa de Raul Gil, que se tornou um momento importante para a trajetória da dupla.
Edson também relembrou o encontro com Chitãozinho e Chororó durante esse período. Os artistas, que eram referências para os irmãos, aconselharam a dupla a não desistir.
E foi exatamente isso que Edson fez.
Um dos pontos mais marcantes da entrevista é o tempo que Edson e Hudson levaram para conquistar reconhecimento nacional.
Segundo o cantor, foram 22 anos de tentativa até o sucesso chegar. Durante esse período, a dupla passou por diferentes empresários, gravadoras, estilos musicais e momentos de incerteza.
Além disso, a busca por uma identidade musical também fez parte desse processo.
Em 1997, Edson e Hudson foram para Nashville, nos Estados Unidos, para estudar a música country.Dessa forma, ampliaram suas referências musicais da dupla e contribuiu para a construção do estilo que marcou a carreira dos irmãos.
Ainda assim, o reconhecimento demorou.
Edson relembra que passou anos esperando oportunidades e chegou a enfrentar períodos em que empresários e gravadoras não conseguiam avançar com os projetos da dupla.
Foi somente no início dos anos 2000 que a história começou a mudar.
A grande virada veio com o projeto acústico que posteriormente chegou às mãos de João Augusto, da gravadora Deck Disc.
A primeira música lançada foi “Azul”, que se tornou um grande sucesso e, segundo Edson, levou a aproximadamente 1,5 milhão de cópias vendidas. O projeto também reunia outras músicas que ajudaram a consolidar a dupla.
A partir daquele momento, a carreira mudou completamente.
Edson passou a viver uma realidade que, durante muitos anos, parecia distante. Dessa forma, dupla chegou a realizar entre 300 e 400 shows por ano entre 2002 e 2010.
Entretanto, o sucesso também trouxe novos desafios.
Edson contou que, depois de alcançar aquilo que havia buscado durante tantos anos, enfrentou um período de grande dificuldade pessoal.
O cantor falou abertamente sobre sua saúde emocional e sobre a importância que teve para ele buscar acompanhamento profissional. Também relacionou parte de suas experiências adultas às dificuldades vividas durante a infância.
Esse processo fez com que Edson passasse a olhar de outra maneira para sua própria história. Ao mesmo tempo, fortaleceu sua compreensão sobre os desafios enfrentados ao longo da carreira.
Ele também falou sobre a relação com Hudson e fez questão de destacar que a trajetória dos dois foi construída em conjunto. Ao comentar a separação da dupla, pediu que as pessoas não julgassem o irmão sem conhecer tudo o que os dois viveram.
Depois de um período turbulento, Edson e Hudson retomaram a parceria.
Para o cantor, essa volta representa mais uma etapa de uma história marcada pela persistência.
Edson contou que ele e Hudson passaram por aproximadamente 14 anos de recuperação após os acontecimentos que afetaram a trajetória da dupla.
Nos últimos anos, segundo ele, os irmãos voltaram a trabalhar juntos com novos projetos e voltaram a ocupar espaços importantes.
Em Barretos, essa retomada ganhou um significado especial. Edson afirmou que a dupla voltou a alcançar um grande público no evento e relembrou que, no ano anterior, a música tema da festa foi uma composição da dupla.
Além disso, o cantor revelou que a história de Edson e Hudson está sendo transformada em um projeto audiovisual. Segundo ele, já existe um projeto de filme em desenvolvimento e a história também deverá ganhar formato de série. Por questões contratuais, Edson não revelou naquele momento onde ou por quem as produções serão lançadas.
Embora seja conhecido principalmente como cantor, Edson também destacou durante a entrevista uma faceta importante de sua carreira: a composição.
Segundo ele, possui 599 músicas gravadas por diferentes artistas. Entre os nomes citados estão Zeca Pagodinho, Zezé Di Camargo, Bruno & Marrone e outros intérpretes.
Edson também afirmou que grande parte dos maiores sucessos de sua carreira é formada por composições próprias ou feitas em parceria.
Para o cantor, compor é transformar sentimentos em palavras.
Essa relação com a composição também aparece nas histórias que ele contou durante a entrevista. Edson relembrou músicas gravadas por outros artistas e falou sobre a satisfação de saber que suas canções participaram de momentos importantes na vida de outras pessoas.
Um dos exemplos foi o caso de uma música que ajudou um casal a reconstruir a relação e acabou fazendo parte do casamento.
Para Edson, esse é um dos maiores valores de ser compositor: uma música pode ganhar vida própria na história de quem a escuta.
A ligação de Edson com o universo do rodeio também aparece com força na entrevista.
O cantor contou que sempre foi um defensor do rodeio e que acompanha esse universo há muitos anos. Ele também afirmou ser embaixador do Cutiano no Brasil e citou sua admiração por profissionais ligados às tropas, cavalos, boiadeiros e provas.
Para Edson, música e rodeio caminham lado a lado.
Ao mesmo tempo, ele defendeu uma maior união dentro do setor e destacou a importância de valorizar o trabalho realizado por quem está diretamente envolvido com os animais e com as competições.
Sua relação com Barretos, portanto, não está restrita aos shows. O cantor também associa o evento às memórias que construiu ao longo da vida e à própria história da música sertaneja.
Outro tema abordado na conversa foi a relação de Edson com o agronegócio.
O cantor afirmou ser um defensor do pequeno e do médio produtor rural e destacou a importância de quem trabalha para colocar comida na mesa.
Edson também contou que possui uma empresa ligada ao segmento de compra e venda de fertilizantes e que mantém um rancho voltado aos cavalos. A partir dessa relação com o campo, novos produtos e projetos também estão sendo desenvolvidos.
Mais do que uma atividade empresarial, Edson apresentou o agro como um setor que considera fundamental para a sociedade. Ele falou sobre produção, tecnologia, melhoramento genético, clima, água e sucessão familiar.
Na visão do cantor, a aproximação entre gerações também é essencial para o futuro do setor.
Ele defendeu que os mais jovens podem trazer novas ideias para quem já possui experiência, enquanto os mais velhos também têm conhecimento que pode ser compartilhado.
“Não tem ninguém tão novo que não possa ensinar e ninguém tão velho que não possa aprender.”
Ao longo da entrevista, a família apareceu como um dos temas mais importantes para Edson.
O cantor falou sobre sua esposa, seus filhos e a importância da família em sua vida. Ele também relembrou os conflitos e dificuldades da própria infância e explicou como passou a enxergar o pai de uma maneira diferente com o passar dos anos.
Segundo Edson, o pai, que durante muito tempo foi uma fonte de sofrimento, hoje é visto por ele como um herói.
Essa mudança de perspectiva está diretamente ligada a outro conceito muito presente em sua fala: o perdão.
Para Edson, compreender a história das pessoas e liberar ressentimentos foi parte importante de seu próprio processo de transformação.
A trajetória de Edson começou debaixo de uma lona de circo e passou por dificuldades financeiras, apresentações em bares, programas de televisão, concursos, gravadoras, sucessos nacionais e grandes palcos.
Foram décadas de tentativas até que Edson e Hudson conquistassem o espaço que buscavam.
Depois do sucesso, vieram novos desafios. E, depois deles, uma nova fase.
Hoje, Edson olha para essa trajetória com outra perspectiva. O cantor continua na música, mantém sua relação com o rodeio, aproxima-se cada vez mais do agronegócio e prepara novos projetos ao lado do irmão.
Como resumiu Edson durante a conversa, sua ideia de sucesso hoje não está apenas no dinheiro, mas nas pessoas que permaneceram ao seu lado.
Quer conhecer mais detalhes da trajetória de Edson, suas histórias no circo, a parceria com Hudson, os desafios da carreira e sua relação com o rodeio e o agronegócio?
Assista ao episódio completo do MF Cast no YouTube e confira a entrevista na íntegra.
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]]>O post Adjuvantes podem aumentar a eficiência na aplicação de defensivos apareceu primeiro em MF Magazine.
]]>Escolher o herbicida, fungicida ou inseticida adequado é uma das principais preocupações do produtor na hora de planejar o manejo. Mas existe outra questão que pode influenciar diretamente o resultado da aplicação: quanto do produto utilizado realmente consegue chegar ao alvo?
Esse foi um dos principais temas discutidos por Jhon Costa, da Agrowan, durante participação no MF Rural Talk. Ao longo do episódio, ele explicou o papel dos adjuvantes na tecnologia de aplicação e como fatores como qualidade da água, deriva, tamanho de gota, equipamento utilizado e características da calda podem interferir na eficiência dos defensivos.
Os adjuvantes são utilizados junto aos defensivos com o objetivo de modificar determinadas características da calda e melhorar as condições da aplicação.
Dependendo da necessidade, eles podem contribuir para aspectos como espalhamento, aderência, compatibilidade da calda e redução de deriva.
Essa atuação ganha importância à medida que a tecnologia de aplicação avança. Pulverizadores modernos e drones, por exemplo, podem trabalhar com volumes menores de calda e condições que exigem maior atenção à compatibilidade dos produtos utilizados.
Por isso, não existe necessariamente uma única solução para todas as situações. Condições climáticas, cultura, equipamento, produto utilizado e objetivo da aplicação podem influenciar a escolha do adjuvante.
Uma dúvida comum entre produtores é por que os defensivos já não saem de fábrica com todos os componentes necessários para melhorar sua aplicação.
Durante o MF Rural Talk, Jhon explica que diferentes aplicações apresentam necessidades distintas. Um produto adequado para determinada condição pode não ser a melhor escolha para outra.
Umidade, equipamento, volume de calda e alvo são alguns dos fatores que podem mudar de uma operação para outra. Dessa forma, a escolha do adjuvante passa a fazer parte da estratégia de aplicação.
Um dos pontos centrais da conversa é que o investimento feito antes da pulverização também precisa ser considerado.
O produtor investe em sementes, fertilizantes, defensivos, máquinas e outras tecnologias. Porém, todo esse planejamento não elimina a necessidade de uma aplicação eficiente.
No caso de um inseticida, por exemplo, é preciso que o produto alcance o inseto que se pretende controlar. O mesmo raciocínio vale para herbicidas e seus respectivos alvos.
Nesse processo, características como espalhamento e deriva ganham importância. Quanto menor o controle sobre a aplicação, maior pode ser o risco de o produto não chegar ao local esperado.
Outro ponto abordado no episódio é a água utilizada na preparação da calda.
Nem sempre a água disponível na propriedade apresenta as condições ideais para a pulverização. Fontes como açudes e tanques podem apresentar características capazes de interferir na mistura.
O pH e a presença de determinados elementos na água são alguns dos fatores que precisam ser observados. Existem adjuvantes desenvolvidos justamente para modificar essas características e melhorar as condições da calda.
Isso mostra que a eficiência da pulverização depende de um conjunto de fatores e não apenas da escolha do defensivo.
Apesar da evolução da tecnologia de aplicação, ainda existe resistência ao uso de determinados adjuvantes.
Durante a entrevista, Jhon relata que alguns produtores ainda enxergam esses produtos com desconfiança. Parte dessa resistência, segundo ele, também está relacionada à própria realidade do mercado, no qual nem todos os produtos apresentam a mesma tecnologia ou qualidade.
Além disso, qualquer novo item acrescentado ao manejo representa um custo e precisa demonstrar resultado para conquistar a confiança do produtor.
Um dos casos relatados no episódio envolve justamente um agricultor que decidiu testar a recomendação, mas estabeleceu uma condição: caso o resultado não aparecesse, a empresa deveria assumir os custos envolvidos na aplicação e na operação do pivô.
O que aconteceu depois desse desafio? Jhon conta o resultado completo durante o episódio.
Custo também é uma das principais dúvidas quando o assunto chega ao produtor.
Afinal, além de todos os investimentos necessários para conduzir uma lavoura, quanto a utilização de um adjuvante acrescenta ao custo de uma aplicação?
No MF Rural Talk, Jhon e o apresentador discutem quanto esse investimento pode representar proporcionalmente ao valor dos defensivos e até que ponto o ganho de eficiência pode justificar sua utilização.
Mais do que simplesmente acrescentar outro produto à calda, a discussão passa pela relação entre custo e resultado: quanto vale melhorar as condições para que um investimento já realizado em defensivos seja aproveitado de maneira mais eficiente?
A evolução dos equipamentos também está mudando as exigências da pulverização.
Segundo Jhon, quanto maior a tecnologia envolvida no equipamento, maior precisa ser a atenção às características da aplicação.
O uso de drones é um exemplo. Como essas operações podem trabalhar com volumes muito baixos de calda, a eficiência da mistura e a escolha dos produtos utilizados ganham ainda mais relevância.
O mesmo raciocínio se estende a diferentes modelos de pulverização, incluindo equipamentos de arrasto e aplicações aéreas.
Outro ponto importante levantado durante a conversa é que nem todo resultado insatisfatório pode ser atribuído exclusivamente ao produto utilizado.
Um defensivo de qualidade também pode ter seu desempenho comprometido quando a aplicação não segue as recomendações adequadas.
Isso reforça a importância da assistência técnica, do treinamento das equipes e do conhecimento sobre preparação e aplicação da calda.
A tecnologia disponível no campo evoluiu consideravelmente nos últimos anos. Máquinas, GPS, drones e sistemas de pulverização estão cada vez mais avançados. Agora, o desafio também está em garantir que a tecnologia de aplicação acompanhe essa evolução.
A Agrowan nasceu a partir da experiência de um grupo que já atuava no setor químico e passou a desenvolver soluções voltadas ao agronegócio.
A empresa começou sua atuação no setor com óleos minerais e posteriormente ampliou o portfólio para óleos vegetais e cítricos, adjuvantes e fertilizantes.
Durante o episódio, Jhon também fala sobre o desenvolvimento de produtos, pesquisas, assistência aos produtores e revendas e os planos de expansão da empresa para outras regiões agrícolas.
Atualmente, a atuação está concentrada principalmente em Goiás e outras áreas do Centro-Oeste, além de trabalhos em outras regiões do país.
Quanto do defensivo aplicado realmente chega ao alvo? Todo produtor precisa utilizar adjuvante? Como escolher o produto adequado para cada aplicação? E quanto essa tecnologia representa no custo da lavoura?
Essas e outras questões são discutidas por Jhon Costa, da Agrowan, no novo episódio do MF Rural Talk.
Assista ao episódio completo e entenda como a tecnologia de aplicação pode contribuir para aumentar a eficiência dos defensivos e reduzir perdas no campo.
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]]>O post De 200 a 40 mil litros de leite: a trajetória de João Vander no agro apareceu primeiro em MF Magazine.
]]>O sonho parecia simples: conquistar um sítio onde fosse possível produzir cerca de 200 litros de leite por dia. Naquele momento, esse número representava a possibilidade de construir algo próprio e garantir um futuro melhor para a família.
Décadas depois, porém, a realidade superou qualquer expectativa. A produção chegou à casa dos 40 mil litros de leite por dia e a Fazenda Céu Azul passou por uma transformação que envolveu agricultura, pecuária, tecnologia, genética, gestão e sucessão familiar.
Mas, afinal, o que aconteceu entre esses dois momentos? Quais decisões permitiram que um sonho tão pequeno ganhasse essa dimensão? E quanto foi preciso arriscar para chegar até aqui?
No episódio 184 do MF Cast, Roberto Lucas e Walter Celani recebem João Vander, produtor rural que compartilha uma trajetória construída desde muito cedo no campo e marcada por trabalho, coragem, família e uma busca constante por crescimento.
A relação de João Vander com o campo começou ainda na infância. Filho de um lavrador que trabalhava com enxada, ele cresceu acompanhando de perto uma realidade em que todos precisavam contribuir.
Enquanto isso, dentro de casa, a família também enfrentava seus próprios desafios. Enquanto o pai levava os filhos para a roça e ensinava o valor do trabalho, a mãe costurava, fazia roupas, preparava alimentos e encontrava diferentes maneiras de ajudar no sustento da família.
Dessa forma, João cresceu entendendo desde cedo a importância do trabalho. Ao mesmo tempo, começou a formar a maneira como enxergaria dinheiro, patrimônio e futuro ao longo da vida.
Ainda jovem, começou a trabalhar fora e passou por diferentes experiências profissionais. Mesmo assim, uma ideia continuava presente: um dia ter sua própria terra.
Naquela época, seu objetivo estava muito longe dos números alcançados décadas depois. João queria comprar um sítio e produzir 200 litros de leite.
Mas como, então, um sonho aparentemente tão modesto se transformou em uma operação milhares de vezes maior?
A chegada ao campo não aconteceu acompanhada de grandes recursos. Pelo contrário, João precisou encontrar maneiras de avançar mesmo sem possuir uma grande estrutura financeira.
Em determinado momento, decidiu arrendar uma fazenda mesmo sem possuir patrimônio para sustentar aquela decisão. Depois disso, para continuar avançando, vendeu o carro, comprou um trator e passou um período andando a pé.
Mais tarde, ele e a esposa tomariam outra decisão ainda mais significativa: vender a casa financiada onde moravam, mudar para um imóvel alugado e utilizar os recursos para comprar terra.
Com isso, cada escolha ajudava a construir pouco a pouco o patrimônio que João imaginava para o futuro.
Essas decisões também ajudam a explicar uma frase que ele repetia para a esposa, Cristina:
“Salário não garante a vida da gente. O que garante é patrimônio.”
Ainda assim, colocar essa ideia em prática significava assumir riscos. Até onde vale a pena abrir mão da segurança presente para construir algo no futuro? E como tomar decisões desse tamanho quando ainda não existe garantia de que o negócio dará certo?
Além disso, uma das histórias contadas durante o episódio envolve até mesmo um Chevette, que acabaria fazendo parte de uma negociação por terra e se tornando mais um capítulo curioso da construção do patrimônio da família.
Embora a trajetória seja contada por João, ele deixa claro que não considera essa construção uma conquista individual.
Ao contrário, em diferentes momentos do episódio, o produtor reconhece o papel fundamental da esposa.
Enquanto ele passava longos períodos na fazenda, Cristina continuava trabalhando, cuidando dos filhos e mantendo a estrutura da família. Além disso, quando surgiram decisões que envolviam abrir mão de bens e assumir riscos, ela permaneceu ao lado dele.
Por isso, João reconhece a importância da esposa na trajetória que construíram juntos. Para ele, Cristina foi uma mulher que acreditou quando ainda não havia certeza de que os esforços trariam resultado.
Nesse sentido, o apoio dentro de casa também se tornou parte importante do crescimento no campo.
Mas o quanto essa parceria foi determinante para que ele pudesse continuar investindo? E o que teria acontecido se, nos momentos mais difíceis, os dois não compartilhassem a mesma confiança no futuro?
Com o passar dos anos, a produção de leite cresceu gradativamente. No entanto, chegou um momento em que a própria evolução do negócio criou um dilema.
João também havia avançado na agricultura e precisava administrar atividades que exigiam cada vez mais atenção.
Por volta de 2016, a produção leiteira já estava próxima dos 8 a 10 mil litros. Nesse momento, era preciso decidir o que fazer dali em diante.
Foi então que a nova geração ganhou ainda mais importância dentro da Fazenda Céu Azul.
Danilo, filho de João, entrou diretamente na atividade leiteira. A partir daí, começou uma nova fase de profissionalização da propriedade.
Consequentemente, vieram investimentos em estrutura, conforto animal, tecnologia e genética.
Com essas mudanças, a produção avançou de aproximadamente 10 mil para cerca de 40 mil litros em um período relativamente curto.
Além disso, a chegada do filho trouxe uma nova dinâmica para a relação entre experiência e inovação dentro da fazenda.
João, inclusive, faz uma declaração que diz muito sobre a maneira como enxerga a sucessão:
“Eu sou um aprendiz dele.”
Mas o que fez um produtor com décadas de experiência passar a se definir como aprendiz do próprio filho? E qual foi a mudança promovida pela nova geração que ajudou a levar a fazenda a outro patamar?
A experiência da família também leva a conversa para um dos grandes desafios do agronegócio: a sucessão.
Para João, não basta simplesmente determinar que um filho deverá continuar aquilo que os pais construíram. Antes de tudo, é preciso existir interesse pela atividade.
Por isso, a sucessão vivida dentro da Fazenda Céu Azul não representa apenas uma troca de gerações. Ela também mostra como experiência e inovação podem ocupar o mesmo espaço.
De um lado, uma geração carrega décadas de conhecimento prático. Do outro, a seguinte chega acompanhando novas tecnologias, equipamentos, genética e diferentes maneiras de administrar a produção.
Dessa maneira, o conhecimento acumulado não precisa competir com a inovação. Pelo contrário, os dois podem caminhar juntos.
Essa combinação aparece na própria expansão da atividade leiteira.
Hoje, os planos discutidos pela família envolvem novas estruturas e até a possibilidade de utilização de robôs na produção.
Mas até onde eles pretendem crescer? E existe um limite para o tamanho que a Fazenda Céu Azul pode alcançar?
Apesar do crescimento expressivo, o volume não é apresentado como único objetivo da propriedade.
Ao longo da conversa, João fala sobre conforto animal, genética, qualidade do rebanho, alimentação e eficiência produtiva.
Além disso, a propriedade trabalha com a evolução genética dos animais e acompanha tendências que podem influenciar o mercado de leite nos próximos anos.
Ao mesmo tempo, uma decisão chama atenção: mesmo diante da escala alcançada, João não demonstra interesse em transformar a operação em uma indústria de laticínios.
Nesse caso, a escolha não acontece por falta de oportunidade. Ela está relacionada à maneira como o produtor enxerga o próprio negócio.
Por que alguém que produz dezenas de milhares de litros diariamente prefere continuar como fornecedor em vez de avançar para a industrialização?
Para João, a resposta passa pela maneira como enxerga gestão, especialização e resultado.
Além da tecnologia, o episódio entra em um dos temas mais delicados para quem vive da atividade: o custo de produção.
Afinal, produzir muito não significa necessariamente ganhar dinheiro.
Alimentação do rebanho, estrutura, mão de obra, tecnologia e oscilações no preço recebido pelo produtor tornam a gestão uma parte fundamental do negócio.
Por isso, controlar custos se torna tão importante quanto aumentar a produção.
Na Fazenda Céu Azul, agricultura e pecuária funcionam de maneira integrada. Dessa forma, a produção agrícola contribui para a alimentação dos animais e ajuda a estruturar uma operação capaz de enfrentar momentos mais difíceis.
Ainda assim, essa realidade levanta outras perguntas.
Ainda existe espaço para o pequeno produtor de leite? Quem realmente determina o preço recebido por quem produz? E o que diferencia uma propriedade que consegue atravessar períodos ruins de outra que acaba deixando a atividade?
A partir daí, a conversa amplia o olhar para além da porteira.
João fala sobre crédito rural, Plano Safra, juros, importação de leite e as dificuldades enfrentadas pelos produtores para continuar investindo.
Além disso, em determinado momento, ele faz um alerta sobre os próximos anos do agronegócio. Segundo João, existem riscos principalmente para quem estiver excessivamente endividado ou sem uma estrutura financeira preparada para atravessar períodos de dificuldade.
Por outro lado, a conversa também mostra a importância econômica e social da produção.
João defende especialmente o papel da pecuária leiteira. Para ele, poucas atividades no campo possuem uma capacidade tão grande de manter famílias trabalhando e vivendo na propriedade.
Por esse motivo, a discussão sobre leite vai muito além dos números de produção.
Por que ele considera o leite uma das atividades mais sociais do campo? E quais mudanças seriam necessárias para garantir que mais produtores consigam permanecer nela?
Depois de falar sobre terra, patrimônio, produção e crescimento, o episódio ganha um tom ainda mais pessoal.
João relembra o dia em que recebeu a visita de um homem que havia ouvido dizer que ele estava “rico”.
Depois de conhecer a propriedade e observar tudo o que havia sido construído, porém, o visitante chegou a uma conclusão diferente: a maior riqueza de João não estava na fazenda.
Estava na família.
A partir dessa história, a conversa ganha uma nova dimensão. Afinal, depois de uma vida inteira construindo patrimônio, o significado de riqueza também pode mudar.
A reflexão ganha ainda mais força quando João fala sobre a relação com os irmãos, os filhos e as netas. Além disso, relembra um dos episódios mais marcantes de sua vida: a doação de um rim para o irmão.
Assim, são histórias que ajudam a explicar por que, mesmo depois de décadas construindo patrimônio, ele coloca outros valores acima dos bens acumulados.
Aos 70 anos, João Vander fala sobre o futuro com o entusiasmo de quem ainda tem muito a construir.
No entanto, quando a conversa chega ao legado que deseja deixar para as próximas gerações, os números deixam de ocupar o centro.
Em vez disso, fé, gratidão, honestidade, família e disposição para trabalhar aparecem como princípios que ele espera transmitir às netas.
Por fim, surge uma questão que atravessa boa parte da história contada no episódio: depois de uma vida inteira dedicada a construir patrimônio, qual é a herança mais importante que alguém pode deixar?
E o que João quer dizer quando afirma que “gratidão você não paga” e que “feliz do homem que tem história”?
No fim das contas, as respostas fazem parte de uma conversa que começa com um menino acompanhando o pai lavrador e chega a uma das maiores conquistas de sua trajetória: olhar para tudo o que foi construído e perceber que o resultado vai muito além dos litros de leite produzidos.
Assista ao episódio 184 do MF Cast com João Vander e conheça a história por trás da Fazenda Céu Azul, da produção de leite e de uma trajetória construída com trabalho, família, coragem e visão de futuro.
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]]>O post João Brognoli: de uma agência de marketing a um ecossistema com dezenas de negócios apareceu primeiro em MF Magazine.
]]>João Brognoli começou no empreendedorismo com uma agência de marketing em 2013. Mais de uma década depois, construiu uma trajetória marcada por investimentos, educação, tecnologia e pela criação de um ecossistema empresarial que reúne diferentes negócios.
Aos 20 e poucos anos, João Brognoli tomou uma decisão que mudaria sua trajetória profissional: fundou uma agência de marketing. O negócio, criado em 2013, foi o ponto de partida para uma visão empresarial que, com o passar dos anos, deixaria de estar concentrada em uma única empresa para se transformar em um ecossistema de negócios.
Em entrevista ao MF Cast, podcast do MF Rural, João contou como essa transformação aconteceu e explicou a lógica que está por trás de suas decisões como empreendedor.
Segundo ele, a ideia de diversificar surgiu a partir de uma reflexão sobre fontes de renda. Em vez de simplesmente buscar diferentes fontes de receita, João decidiu aplicar esse conceito dentro dos próprios negócios, criando diferentes braços de atuação.
“Eu precisaria ter dentro do meu negócio pelo menos sete braços diferentes de atuação.”
A estratégia começou dentro da própria agência. Na época, o negócio oferecia serviços como criação de identidade visual, cartões de visita, gestão de redes sociais e desenvolvimento de sites. Ao observar os resultados de cada serviço, João passou a perceber que diferentes áreas poderiam funcionar como unidades independentes dentro de uma mesma estrutura.
Foi a partir dessa experiência que surgiu a ideia de construir um grupo.
O próximo passo foi adquirir empresas especializadas em determinadas áreas do marketing. Em vez de concentrar todos os serviços em uma única operação, João passou a reunir negócios que possuíam conhecimentos específicos.
Inbound marketing, SEO e outras especialidades passaram a fazer parte dessa estrutura.
Na visão do empresário, cada unidade poderia manter sua especialização enquanto fazia parte de um grupo maior. Esse modelo permitiu transformar uma agência em uma estrutura mais ampla, formada por diferentes negócios e competências.
A trajetória também levou João a investir fora do marketing. Ao longo dos anos, ele passou a participar de negócios relacionados a startups, mercado imobiliário, educação e outros segmentos.
Na entrevista ao MF Cast, ele afirmou que participa diretamente de mais de 30 CNPJs, seja como conselheiro, investidor ou atuando em áreas como educação, marketing, startups e crescimento empresarial.
Hoje, o principal negócio ligado à sua trajetória no marketing é o Grupo Duo&Co, do qual João é CEO e fundador. A própria empresa o apresenta como responsável pela construção do ecossistema digital e destaca sua atuação também como palestrante, apresentador e mentor.
Para João Brognoli, diversificar não significa simplesmente abrir empresas diferentes. Existe uma lógica por trás da escolha dos negócios.
Ele afirma que procura entrar em empresas nas quais possa efetivamente contribuir. O investimento, portanto, não seria baseado apenas na expectativa de retorno financeiro, mas também na possibilidade de participar da construção do negócio.
“Eu não quero entrar no negócio, vou botar dinheiro e esperar voltar o dinheiro, eu quero poder participar.”
Essa participação pode acontecer por meio de conhecimento, estratégia, conselho, educação, networking ou experiência em gestão.
A ideia ajuda a explicar por que, ao longo do tempo, a trajetória de João passou a combinar empreendedorismo, investimentos e formação de empresários.
Nesse sentido, para ele, um ecossistema empresarial funciona quando existe capacidade de identificar necessidades e transformar essas necessidades em oportunidades.
Uma das frases que melhor resume a mentalidade de João durante a entrevista é justamente sua maneira de observar problemas.
Segundo ele, reclamações e dúvidas podem revelar oportunidades de negócio.
“Todo mundo que reclama de alguma coisa, cara, eu já enxergo uma oportunidade.”
Essa lógica está diretamente relacionada à forma como ele enxerga a expansão de um negócio.
Em vez de criar empresas completamente desconectadas umas das outras, o empreendedor defende, portanto, a construção de novos braços que complementem aquilo que já existe.
A educação é um dos principais exemplos.
Durante a conversa com o MF Cast, João também defendeu que empresários deveriam olhar para a educação como uma possibilidade de expansão.
Na visão dele, quem construiu conhecimento em determinado setor pode transformar essa experiência em conteúdo, formação e até mesmo, consequentemente, em um novo negócio.
“Todo mundo consegue ensinar um pouco daquilo que construiu.”
Essa visão já aparece na trajetória profissional de João. Além da atuação empresarial, ele participa de iniciativas voltadas à formação e mentoria de empreendedores.
O próprio Grupo Duo&Co apresenta João como criador do Agency Club e mentor da BRAIN Mentoria e do Ambience Club.
O Agency Club, por exemplo, é estruturado em torno de temas como estratégia, gestão, processos, vendas, posicionamento, precificação e crescimento de agências.
Essa combinação entre operação e educação também aparece em outro ponto importante da filosofia de João: ensinar pode gerar novas conexões, novos negócios e até futuros sócios.
Segundo ele, algumas das empresas adquiridas ao longo de sua trajetória surgiram justamente a partir de pessoas que passaram por seus negócios de educação, desenvolveram suas próprias empresas e posteriormente se tornaram parceiros.
A trajetória da agência criada por João também ganhou uma nova dimensão com a formação do Grupo Duo&Co.
Em 2024, por exemplo, o grupo anunciou a aquisição da Conexorama, empresa especializada em inbound marketing. Segundo a própria Duo&Co, a operação tinha como objetivo fortalecer a atuação da holding nesse segmento e, ao mesmo tempo, ampliar sua posição no mercado de marketing digital.
O crescimento continuou nos anos seguintes.
A empresa informa que foi eleita Agência do Ano pela RD Station em 2022, 2023 e 2024, além de ter ampliado sua estrutura e criado novos núcleos especializados.
Em 2025, o grupo também avançou na internacionalização. Além disso, a Duo&Co anunciou sua entrada no mercado norte-americano por meio de uma operação com a Epic Digital, levando para os Estados Unidos serviços relacionados a marketing, growth, tecnologia e branding.
No mesmo ano, a empresa conquistou o título de Agência do Ano no EWI Global Awards, realizado na Suíça.
Outro ponto interessante da visão empresarial de João está na diferença que ele estabelece entre crescimento e escala.
Para ele, uma agência de marketing pode crescer muito, mas possui limitações para ser verdadeiramente escalável porque depende de contratos e relações comerciais individuais.
Um software, por exemplo, pode ser vendido para milhares de pessoas simultaneamente. Uma agência, por outro lado, precisa construir contratos, relacionamentos e entregas para cada cliente.
Por isso, João prefere definir a agência como um negócio “escalonável”, e não necessariamente “escalável”.
Essa distinção ajuda a explicar sua estratégia de construção de um ecossistema. Ao combinar serviços, tecnologia, educação, investimentos e diferentes modelos de negócio, a estrutura deixa de depender de uma única fonte de receita.
Outro princípio importante na trajetória de João Brognoli é a colaboração.
Ele afirma que não pretende criar novos negócios sozinho. Sua intenção é cocriar empresas ao lado de outros empreendedores.
“Eu sempre vou criar ou cocriar algo com alguém. Eu quero ter sócio em tudo, em todas as operações.”
Para João, pessoas com conhecimentos diferentes podem complementar umas às outras e, dessa forma, ampliar a capacidade de construção de um negócio.
Essa mentalidade também aparece no modelo utilizado pelo Grupo Duo&Co em suas aquisições.
Embora sua trajetória empresarial esteja ligada principalmente ao marketing, tecnologia, educação e negócios digitais, João começou a olhar para um novo setor em 2026: o agronegócio.
A aproximação aconteceu durante uma visita a Goiânia e ao Agrocapital, onde participou da conversa com o MF Rural. Ao conhecer de perto o ambiente do agro, o empresário afirmou que passou a enxergar o setor de uma maneira diferente.
“Não tem como não querer participar de alguma maneira da locomotiva que move o país.”
Segundo João, a experiência despertou não apenas interesse econômico, mas também o desejo de construir algo conectado ao campo. Durante a entrevista, ele revelou que pretende iniciar essa aproximação pela pecuária.
“Vou começar com umas cabecinhas de gado.”
Mais do que uma oportunidade financeira, entretanto, a visão apresentada por João foi a de encontrar maneiras de colaborar com o setor.
Ele reconheceu que ainda não possui conhecimento aprofundado sobre o cotidiano do produtor rural e, justamente por isso, defendeu que sua entrada precisa acontecer por meio de relacionamento, escuta e colaboração.
Para João, o tamanho do agronegócio brasileiro ficou ainda mais evidente quando passou a observar o setor de perto.
Durante a entrevista, ele afirmou que, muitas vezes, quem está nos grandes centros urbanos tem a impressão de que o agro representa uma espécie de “bolha”. Ao conhecer a realidade do campo, sua percepção se inverteu.
O que parecia ser uma pequena parte da economia passou a ser, em sua visão, uma das estruturas que sustentam grande parte da vida cotidiana.
A partir dessa experiência, João passou a identificar oportunidades especialmente em áreas que ainda possuem espaço para desenvolvimento, como comunicação, educação, sucessão e gestão.
A história de João Brognoli começou com uma agência de marketing fundada em 2013. A partir dela, vieram aquisições, novos negócios, investimentos, educação, tecnologia e a formação de uma estrutura empresarial cada vez mais diversificada.
O Grupo Duo&Co é hoje o principal exemplo dessa trajetória, com empresas especializadas em diferentes áreas do marketing e comunicação, expansão internacional e uma estratégia de crescimento baseada em aquisições e integração.
Ao mesmo tempo, João ampliou sua atuação para outros negócios e mantém uma visão de empreendedorismo baseada na participação, colaboração e criação de novos braços de negócio.
Mais do que a criação de empresas isoladas, o que se observa em sua trajetória é a construção de um modelo de atuação baseado em ecossistemas, onde diferentes iniciativas se conectam e se fortalecem mutuamente.
Essa lógica de expansão não segue um roteiro linear, mas sim um movimento contínuo de observação de mercados, identificação de oportunidades e desenvolvimento de soluções em rede.
No fim, sua ideia de ecossistema não parece estar relacionada apenas à quantidade de empresas. Está relacionada à capacidade de conectar pessoas, competências e mercados para resolver problemas que ainda não encontraram uma boa solução.
Da agência criada em 2013 ao ecossistema com dezenas de negócios: João Brognoli conta em detalhes sua trajetória, estratégia de expansão e visão sobre o futuro no episódio completo do MF Cast. Assista agora na MF TV.
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]]>O post Eduardo e Angela Lieshout: uma história de família, sucessão e amor pelo agro apareceu primeiro em MF Magazine.
]]>O agronegócio é feito de números, produtividade, tecnologia e gestão, mas por trás de cada propriedade existem histórias de famílias que precisaram tomar decisões capazes de mudar completamente o rumo de suas vidas. Escolhas profissionais, mudanças de cidade, relações familiares e a preparação das próximas gerações também fazem parte da construção de um negócio no campo.
No episódio 182 do MF Cast, Eduardo e Angela Lieshout compartilham uma trajetória que atravessa décadas e começou muito antes da formação da família que hoje conduz a Fazenda Gaulanda. A conversa passa pela expansão da agricultura do Rio Grande do Sul para Goiás, pelos desafios enfrentados pelo casal, pela construção do patrimônio e pela preparação dos filhos para a continuidade do negócio.
Mas o que levou Eduardo a deixar o Rio Grande do Sul ainda jovem para tentar uma nova vida em Goiás? E por que Angela precisou escolher entre uma carreira que estava apenas começando e a história que queria construir ao lado dele?
Quando Eduardo decidiu seguir para Goiás, Angela estava concluindo Engenharia Mecânica e já trabalhava em uma área de que gostava. Depois de dez anos de relacionamento, ela se viu diante do que define como a maior encruzilhada de sua vida: seguir a profissão ou seguir o coração.
Escolher Eduardo significava muito mais do que trocar de emprego. Era deixar família, amigos e toda uma estrutura conhecida para viver em uma fazenda distante da cidade, em uma época em que até uma ligação para os pais dependia de subir um morro em busca de sinal.
A adaptação trouxe ainda outros desafios. Angela tentou continuar sua trajetória profissional em Goiás, mas encontrou portas fechadas na Engenharia Mecânica e relata ter enfrentado o preconceito de atuar como uma jovem mulher em uma profissão predominantemente masculina. Depois vieram o casamento, a maternidade e uma nova organização familiar em torno da rotina da fazenda.
O que fez Angela decidir que aquela mudança valia a pena? E como uma jovem engenheira que deixou sua profissão acabou encontrando seu próprio espaço dentro do agronegócio?
Entre tantas histórias do início da vida em Goiás, uma aparentemente simples se tornou símbolo da relação construída pelo casal.
Ao chegar à fazenda e perceber que precisava comprar alimentos e produtos para a casa, Angela recebeu de Eduardo a chave da Pampa e duas opções: Goiânia ou Brasília. Ela deveria escolher para onde ir e fazer o caminho sozinha, em uma época sem GPS.
Anos depois, ela reconhece que aquela experiência contribuiu para que se tornasse mais independente e confiasse na própria capacidade de resolver problemas. A história também se transformou em uma reflexão do casal sobre a criação dos filhos: proteger nem sempre significa fazer tudo por eles.
Por que a “chave da Pampa” se tornou uma das histórias mais marcantes da vida de Angela? E o que essa experiência ensinou ao casal sobre a forma de preparar os próprios filhos para o futuro?
A trajetória de Eduardo no agro também foi construída ao lado da família. Depois da divisão das terras feita pelo pai, ele e um dos irmãos continuaram trabalhando juntos, arrendando áreas dos demais irmãos e ampliando a atividade.
Com o passar dos anos, porém, chegou o momento de encerrar a sociedade.
Em vez de transformar a separação em uma disputa, Eduardo conta que colocou a divisão sobre a mesa e deu ao irmão a possibilidade de escolher qual parte preferia. Para ele, um princípio foi fundamental para que o processo terminasse sem romper a relação: ninguém deveria tentar levar vantagem.
O resultado foi uma relação que, segundo o casal, se tornou ainda melhor depois da separação societária.
Como dividir um patrimônio construído durante anos sem transformar irmãos em adversários? E qual foi a atitude que permitiu que uma sociedade terminasse enquanto a relação familiar permanecesse?
A sucessão familiar ocupa uma parte importante da conversa com Eduardo e Angela.
Desde cedo, os filhos tiveram contato com a realidade da propriedade, mas o casal decidiu não determinar qual profissão deveriam seguir. Na hora da faculdade, receberam liberdade para escolher tanto o curso quanto o lugar onde estudariam.
O caminho da filha Eduarda é um dos exemplos mais interessantes desse processo. Depois de estudar Administração e Direito, fazer pós-graduação em Direito Agrário e trabalhar em escritório de advocacia, ela chegou à conclusão de que nenhuma daquelas carreiras era o que queria para sua vida.
A escolha foi voltar para a fazenda. Curiosamente, foi justamente o contato profissional com processos de sucessão familiar que contribuiu para mudar sua percepção sobre o patrimônio e o negócio construído pelos pais.
A partir daí, a preparação da nova geração ganhou outro significado. Para Eduardo e Angela, participar da propriedade também significa conhecer seus problemas, assumir responsabilidades e entender os riscos envolvidos em cada decisão.
O que fez Eduarda abandonar os caminhos profissionais que havia construído para retornar ao agro? Como Eduardo e Angela transformaram os filhos em participantes do negócio, e não apenas futuros herdeiros? E até onde os pais devem permitir que os filhos assumam seus próprios riscos?
Uma das respostas aparece quando Eduardo conta uma conversa recente com o filho. Diante da vontade dele de investir em gado, o pai apresentou uma condição que mudava completamente a dimensão da decisão: se queria correr o risco, deveria colocar algo próprio em jogo.
A entrada de Angela na gestão financeira também trouxe novas perspectivas para a propriedade. Ela buscou capacitação e passou a trabalhar com gestão e tecnologia, incluindo ferramentas de telemetria e sistemas para acompanhar a operação.
É nesse momento que surge uma das frases que melhor resume a visão do casal sobre crescimento: Angela afirma que não sonha em ter a maior fazenda, mas quer ter a melhor.
Na prática, isso significa buscar produtividade sobre a área disponível, aprimorar manejo e gestão, incorporar tecnologia, trabalhar sustentabilidade e desenvolver também os aspectos sociais da propriedade.
Mas o que significa, para eles, ser “a melhor” fazenda? Até onde tecnologia e gestão podem aumentar a eficiência sem necessariamente ampliar a área? E qual é o próximo passo dessa propriedade que já começa a ser conduzida por uma nova geração?
A conversa também entra em um aspecto que ajuda a entender por que Eduardo e Angela permaneceram ligados ao campo durante tantos anos.
Para eles, a satisfação de produzir não pode ser explicada apenas pelo retorno financeiro. Existe uma gratificação em acompanhar uma planta se desenvolver, produzir frutos e saber que aquele trabalho resultará em alimento. Eduardo e Angela relacionam diretamente a atividade rural à fé e ao amor pela produção.
A própria natureza da agricultura ajuda a explicar essa relação. Diferentemente de atividades em que muitos riscos podem ser controlados ou segurados, grande parte do resultado no campo continua dependendo de fatores como chuva e clima.
O episódio ainda passa pelas culturas produzidas na propriedade, pelo uso da irrigação e pelas particularidades do trigo cultivado no Cerrado, além da busca por alternativas para diversificar a produção.
Por que Eduardo acredita que quem está no agro apenas pelo negócio dificilmente permanece? O que faz um produtor continuar plantando mesmo sabendo que parte do resultado está fora de seu controle?
Outro momento da conversa acontece quando o casal relembra uma viagem em família aos Estados Unidos.
Durante uma visita a Chicago para conhecer propriedades e uma feira agrícola, eles vivenciaram uma relação diferente entre sociedade e produtores rurais. Eduardo e Angela contam a surpresa ao perceber o reconhecimento dado aos agricultores quando diziam qual era sua profissão.
A experiência abre espaço para uma reflexão sobre a percepção do produtor rural no Brasil. Para Angela, mesmo quem não valoriza o setor deveria, ao menos, compreender o processo antes de desmerecer o trabalho realizado no campo.
O que um agricultor americano disse ao descobrir que eles também eram produtores? E por que essa experiência chamou tanto a atenção da família Lieshout?
Depois de mais de três décadas compartilhando casamento, família e negócios, Eduardo e Angela também são questionados sobre como conseguiram preservar a relação enquanto trabalhavam juntos.
A resposta passa por uma orientação recebida antes mesmo do casamento: não terminar o dia carregando uma briga que poderia ser resolvida. Com o tempo, cumplicidade e confiança também se tornaram fundamentais para a relação.
Essa confiança chegou aos negócios quando Eduardo entregou a Angela a responsabilidade pela área financeira da propriedade, algo que ela própria destaca como uma demonstração importante da parceria construída entre os dois.
Qual é o segredo que eles apontam para permanecer juntos por tantos anos? Como separar as decisões do casamento das decisões da empresa? E o que acontece quando marido e mulher precisam confiar um ao outro não apenas a família, mas também o patrimônio construído durante uma vida?
A trajetória de Eduardo e Angela Lieshout mostra que construir uma propriedade rural não significa apenas aumentar área, produtividade ou patrimônio. Ao longo de décadas, o casal precisou escolher onde viver, como enfrentar as dificuldades, quando encerrar uma sociedade, como educar os filhos e de que maneira preparar uma nova geração para continuar aquilo que foi construído.
Entre a jovem engenheira que precisou decidir entre o coração e a profissão e a mulher que hoje participa diretamente da gestão da fazenda existe uma história inteira de transformação. Da mesma forma, entre o jovem produtor que deixou o Rio Grande do Sul e o pai que hoje prepara os filhos para assumirem riscos existe uma trajetória marcada por aprendizados que não aparecem apenas nos números da propriedade.
E talvez seja justamente aí que esteja uma das principais mensagens do episódio: o verdadeiro legado de uma família não é construído apenas pelo patrimônio que uma geração entrega à próxima, mas pela forma como prepara seus sucessores para cuidar dele.
Mas como Eduardo e Angela enxergam hoje tudo o que construíram? O que fariam diferente se pudessem voltar ao início? E, depois de tantas escolhas, desafios e conquistas, o que eles consideram realmente valioso?
As respostas estão no episódio 182 do MF Cast.
Assista ao episódio completo com Eduardo e Angela Lieshout no canal do MF Cast no YouTube.
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]]>O post Como são selecionados os touros de rodeio: genética, desempenho e manejo por trás dos atletas das arenas apareceu primeiro em MF Magazine.
]]>Quando um touro entra na arena de um grande rodeio, o público vê poucos segundos de explosão, força e agilidade. No entanto, o que quase ninguém percebe é que aquele animal passou por um longo processo de seleção antes de chegar às principais competições do país.
Ao contrário do que muitos imaginam, qualquer touro forte pode competir, as companhias de rodeio trabalham com critérios técnicos semelhantes aos utilizados em programas de melhoramento animal. Genética, estrutura corporal, comportamento, saúde e desempenho esportivo são avaliados continuamente ao longo da vida do animal.
O primeiro passo ocorre antes mesmo do nascimento. Para isso, criadores especializados escolhem reprodutores e matrizes com histórico comprovado de bom desempenho em rodeios. Touros que apresentaram saltos de qualidade, explosão de saída e regularidade em competições tendem a transmitir essas características aos descendentes.
Dessa forma, essa seleção de linhagens busca aumentar a probabilidade de nascimento de animais mais atléticos, ágeis e competitivos. Por isso, muitos plantéis de rodeio mantêm controle genealógico detalhado e acompanham o desempenho das famílias de animais ao longo dos anos.
Após o nascimento, os bezerros são acompanhados de perto. Criadores observam crescimento, desenvolvimento muscular, aprumos, coordenação motora e comportamento.
A partir dessa avaliação, já é possível identificar animais com maior potencial esportivo. Por outro lado, touros que apresentam estrutura inadequada, dificuldade locomotora ou desenvolvimento abaixo do esperado normalmente são retirados do programa de seleção.
Além da genética, a estrutura física também exerce papel fundamental. Para suportar o esforço intenso das apresentações, o touro precisa apresentar excelente condição física. Entre os aspectos mais avaliados estão:
Além disso, animais atletas recebem acompanhamento veterinário frequente, controle nutricional e manejo adequado para manter a condição corporal ideal durante toda a carreira esportiva.
Outro ponto importante é que um dos maiores equívocos sobre rodeios é imaginar que os animais são escolhidos pela agressividade. Na prática, o objetivo é selecionar touros reativos e competitivos na arena, mas manejáveis no curral.
Isso porque animais excessivamente agressivos dificultam o manejo, aumentam o risco de acidentes e nem sempre apresentam melhor desempenho esportivo. Por outro lado o comportamento equilibrado facilita transporte, alimentação, manejo sanitário e preparação para as competições.
Depois das primeiras avaliações, os jovens touros não estreiam diretamente em rodeios de grande porte. Antes disso, eles passam por um período de adaptação e treinamento gradual.
Inicialmente participam de apresentações menores, onde os tratadores observam:
A partir desses resultados, somente os animais que demonstram padrão consistente de desempenho avançam para competições mais importantes.
Assim como acontece com atletas humanos, o desempenho esportivo é o principal critério de permanência nas arenas. Em rodeios profissionais, os touros recebem notas próprias, e os melhores animais acumulam pontuações elevadas ao longo da temporada.
Consequentemente, touros que repetidamente apresentam alto nível técnico tornam-se candidatos a finais, campeonatos nacionais e grandes eventos. Além disso, o desempenho acumulado pode contribuir para valorizar sua genética para reprodução.
Paralelamente ao desempenho dos atletas, o Brasil possui criatórios e companhias especializados na criação de touros de rodeio, responsáveis por desenvolver linhagens de alto desempenho utilizadas em grandes competições nacionais. Entre os nomes frequentemente associados ao circuito profissional estão a Cia. Paulo Emílio, Cia. Califórnia, Cia. 3B, Cia. Fortaleza e outros criatórios voltados à genética de touros de pulo.
Nesse contexto, essas empresas investem em seleção genética, manejo esportivo, nutrição e acompanhamento veterinário, além de manter registros de desempenho dos animais ao longo das temporadas. Assim, touros que se destacam em finais e campeonatos passam a ter maior valor genético e podem ser utilizados como reprodutores, contribuindo para a formação de novas gerações de atletas das arenas.
Com isso, trabalho desses criadores mostra que a criação de touros de rodeio deixou de ser apenas uma atividade tradicional e passou a envolver planejamento zootécnico, avaliação de desempenho e gestão profissional do plantel.
Apesar da importância da arena, grande parte da vida do touro atleta ocorre fora da arena. Em fazendas especializadas, esses animais recebem alimentação balanceada, água de qualidade, suplementação quando necessária e períodos de descanso entre as competições.
Dessa maneira, o manejo busca preservar a saúde e a longevidade esportiva do animal. Além do cuidado diário, o acompanhamento veterinário inclui avaliações clínicas, controle sanitário, monitoramento de cascos e prevenção de lesões.
De forma resumida, o processo costuma seguir esta sequência:
Ao longo desse processo, poucos animais conseguem completar todas essas etapas com desempenho suficiente para chegar às principais arenas do Brasil.
Quando se fala em touros de rodeio, é comum imaginar que todos os animais apresentam o mesmo comportamento dentro da arena. Entretanto, na prática, cada touro pode desenvolver um padrão de movimento próprio. Essas características estão relacionadas à genética, à conformação física, ao temperamento e ao histórico de desempenho do animal.
É importante destacar que não existe uma classificação oficial que divida os touros de rodeio em tipos específicos. Ainda assim, dentro do ambiente esportivo, os animais podem ser descritos de acordo com as características que apresentam durante a montaria.
São animais que apresentam forte tendência a realizar giros durante a montaria, mudando rapidamente de direção. Por consequência, esse movimento exige que o competidor acompanhe constantemente a trajetória do animal e mantenha o equilíbrio.
São reconhecidos pela altura e intensidade dos saltos. Nesse caso, a capacidade de elevar a parte dianteira do corpo e realizar movimentos amplos aumenta o grau de dificuldade da montaria.
Apresentam grande explosão logo na saída do brete. A velocidade inicial reduz o tempo de reação do competidor e pode tornar os primeiros segundos da montaria especialmente desafiadores.
Durante os saltos, esses animais combinam deslocamentos para os lados com mudanças de direção. Dessa forma esse padrão de movimento dificulta a antecipação do próximo movimento pelo competidor.
Por fim, alguns animais conseguem combinar diferentes características, como explosão, força, altura de salto, giro, agilidade e regularidade. São justamente esses touros que tendem a ganhar maior destaque nas competições, principalmente quando conseguem repetir um padrão de alto desempenho ao longo de diferentes apresentações.
O comportamento apresentado na arena ajuda os criadores a avaliar o potencial esportivo do animal. Um touro que demonstra um determinado padrão de movimento de forma consistente pode se tornar um importante atleta e, posteriormente, também ganhar valor como reprodutor.
Por isso, a seleção de um touro de rodeio não considera apenas o tamanho ou a força do animal. O objetivo é identificar uma combinação de características físicas, genéticas e comportamentais que resulte em desempenho e regularidade dentro da arena.
Assim, dois touros podem pertencer à mesma raça ou linhagem e, ainda assim, apresentar estilos completamente diferentes de competição. É justamente essa combinação entre genética e características individuais que torna cada animal único dentro do rodeio.
No rodeio profissional, força e tamanho não são suficientes para transformar um touro em um atleta de alto nível. Na realidade, os animais que se destacam nas grandes competições são aqueles capazes de combinar características físicas, genéticas e comportamentais que resultam em movimentos intensos, rápidos e imprevisíveis.
Entre os principais atributos observados estão explosão, agilidade, equilíbrio, força, coordenação e capacidade de realizar movimentos com intensidade. A forma como essas características aparecem na arena também influencia diretamente a dificuldade da montaria.
Outro fator importante é a regularidade. Um touro pode apresentar um salto impressionante em uma determinada apresentação, mas os animais de maior destaque são aqueles que conseguem manter um padrão elevado de desempenho ao longo de diferentes competições.
O histórico do animal também passa a ter importância. À medida que um touro acumula boas apresentações, seu desempenho pode aumentar seu reconhecimento dentro do circuito e seu valor como reprodutor. Dessa forma, a carreira esportiva também contribui para identificar animais cuja genética pode ser interessante para as próximas gerações.
Por isso, um touro de elite é resultado de uma combinação de fatores. Genética, estrutura física, comportamento, desempenho e regularidade trabalham juntos para formar um animal capaz de se destacar entre os grandes atletas das arenas.
Mais do que força, o que diferencia um grande touro de rodeio é a capacidade de transformar suas características naturais em desempenho consistente.
Ao observar todo esse processo ,fica claro que a seleção de um touro de rodeio envolve ciência, observação e manejo contínuo. Genética favorável, saúde, estrutura física adequada, comportamento equilibrado e desempenho comprovado na arena formam o conjunto de características que define um verdadeiro atleta das arenas.
Por fim, quando um touro entra em um rodeio de grande porte, ele representa anos de trabalho de seleção e preparação. Ou seja, aqueles poucos segundos de apresentação são apenas a parte visível de um processo longo e altamente especializado realizado pelas companhias de rodeio.
Toda essa preparação ganha vida quando o touro entra na arena. E você pode acompanhar de perto toda a emoção do Rodeio de Barretos 2026 na MF TV, com a transmissão de um dos maiores eventos do rodeio brasileiro.
Prepare-se para acompanhar cada montaria, sentir a energia da arena e conhecer ainda mais sobre os atletas que fazem do rodeio um verdadeiro espetáculo.
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]]>O post Curiosidades sobre o Rodeio de Barretos: mitos e verdades que pouca gente conhece apareceu primeiro em MF Magazine.
]]>A Festa do Peão de Barretos é conhecida pelas grandes montarias, pelos shows e pela tradição que transformou a cidade em uma referência do rodeio. No entanto, por trás da arena existem histórias que nem todo mundo conhece.
Você sabia, por exemplo, que um dos animais mais famosos do rodeio brasileiro está enterrado no Parque do Peão? Ou que o espaço que recebe as montarias tem relação com Oscar Niemeyer? E será que tudo o que se fala sobre o uso de sedém, esporas e choque elétrico é verdade?
Além dessas histórias, Barretos também guarda uma forte relação com a música sertaneja, ações filantrópicas e atrações que vão muito além das competições. Por isso, reunimos algumas curiosidades sobre o Rodeio de Barretos para você conhecer um lado diferente de uma das festas mais tradicionais do Brasil.
Poucos assuntos provocam tantas dúvidas quanto o tratamento dos animais nas provas de rodeio. Entre os temas mais comentados estão o sedém, as esporas e o choque elétrico. Afinal, esses recursos são realmente usados para provocar dor e fazer os animais pularem?
De acordo com as informações divulgadas pela Associação Os Independentes, responsável pela Festa do Peão de Barretos, o sedém utilizado nas provas segue regras específicas. No caso dos touros, a entidade informa que o equipamento é confeccionado em algodão, possui consistência macia e é colocado na região abdominal do animal, sem contato com seus órgãos genitais.
As esporas, por sua vez, também possuem regras. Em Barretos, os equipamentos precisam respeitar as especificações estabelecidas para as competições, incluindo pontas arredondadas. Além disso, o descumprimento das normas pode resultar em punições para o competidor.
E quanto ao famoso choque elétrico? Segundo Os Independentes, o choque elétrico convencional não é utilizado para fazer o animal pular. A justificativa apresentada pela entidade é que uma descarga provocaria contração e rigidez muscular, dificultando o movimento necessário para o salto.
Por isso, imagens e explicações divulgadas fora de contexto podem gerar interpretações diferentes sobre esses equipamentos. Ao mesmo tempo, o bem-estar animal continua sendo um tema de debate público e merece ser tratado com responsabilidade, sem transformar afirmações em fatos sem verificar a fonte.
Em Barretos, a organização afirma ainda que os animais recebem acompanhamento veterinário e passam por fiscalização durante as competições. Dessa forma, quando o assunto é rodeio, é importante diferenciar alegações, regras oficiais e informações comprovadas sobre os procedimentos adotados pela organização.
Imagine visitar um rodeio e descobrir que um dos animais mais famosos da história da modalidade está sepultado justamente naquele lugar.
É o caso do Touro Bandido, que se tornou um dos maiores símbolos do rodeio brasileiro. Conhecido por sua força e pelas montarias que protagonizou, o animal ganhou fama nacional e chegou até mesmo à televisão, participando da novela América.
Bandido morreu em 4 de janeiro de 2009, aos 15 anos, após enfrentar um câncer e passar meses em tratamento. Depois de sua morte, recebeu uma homenagem que tornou sua história ainda mais ligada a Barretos: seu corpo foi sepultado no Parque do Peão.
Seu túmulo fica próximo ao Memorial do Peão e se tornou um ponto de visitação. Ao lado do local, uma estátua também homenageia o animal.
O legado de Bandido, entretanto, não terminou com sua morte. Segundo informações sobre sua história, ele deixou cerca de 70 descendentes, quatro clones e aproximadamente 2 mil doses de sêmen congeladas.
Assim, quem visita o Parque do Peão pode encontrar muito mais do que uma arena. Também pode conhecer o espaço que guarda a memória de um dos touros que entraram para a história do rodeio brasileiro.
Quando se pensa em Oscar Niemeyer, provavelmente vêm à cabeça obras modernistas e grandes edifícios. Mas existe uma obra do arquiteto diretamente ligada ao universo dos rodeios.
O Estádio de Rodeios de Barretos foi projetado por Niemeyer e inaugurado em 1989. A construção se tornou um dos principais símbolos arquitetônicos da Festa e passou a fazer parte da identidade do Parque do Peão.
O mais interessante está justamente nessa combinação: um dos maiores nomes da arquitetura brasileira projetou um espaço dedicado ao rodeio e à cultura sertaneja.
A arena, portanto, não é apenas o local onde acontecem as montarias. Ela também representa o encontro entre arquitetura, esporte e tradição em um dos maiores eventos do gênero na América Latina.
A relação entre Barretos e a música sertaneja é tão forte que a cidade ganhou a fama de ser um dos grandes berços do gênero.
Isso não aconteceu apenas por causa dos grandes shows realizados durante a Festa do Peão. Ao longo de sua história, o evento também abriu espaço para manifestações ligadas à música sertaneja de raiz, mantendo viva uma parte importante da cultura do interior.
Um exemplo foi a criação da Violeira, festival de música raiz que surgiu em 1984 com o objetivo de resgatar a tradição dos antigos cantores sertanejos.
Além disso, a programação da Festa preserva manifestações como apresentações de violeiros, concursos de berranteiros e a própria Queima do Alho, que ajuda a manter vivas tradições associadas às antigas comitivas.
Com o passar dos anos, a Festa também passou a receber alguns dos maiores nomes da música sertaneja. Dessa maneira, Barretos deixou de ser apenas um lugar para assistir às montarias e se tornou também um dos grandes palcos da música do interior brasileiro.
Quando se fala em Barretos, é comum lembrar imediatamente do rodeio e dos shows. Porém, existe outro lado da Festa que merece destaque: a filantropia.
A própria Associação Os Independentes possui caráter beneficente e, ao longo de sua trajetória, desenvolveu ações voltadas para a comunidade.
Um dos exemplos mais conhecidos é a relação com o Hospital de Amor, em Barretos, instituição que oferece atendimento gratuito a pacientes com câncer.
A parceria entre a Festa e o hospital faz parte de uma história de arrecadação e apoio que ultrapassa o período das competições. Assim, a movimentação gerada pelo evento também contribui para iniciativas de impacto social.
Essa é uma curiosidade importante porque mostra que a Festa do Peão não se resume ao entretenimento. Por trás das competições, existe também uma tradição de ações beneficentes e apoio à comunidade.
Quem acha que a adrenalina de Barretos fica apenas nas montarias pode se surpreender.
A tirolesa já fez parte das atrações e de momentos marcantes da Festa, proporcionando uma maneira completamente diferente de enxergar o espaço das competições.
Um dos episódios curiosos aconteceu em 2003, quando o locutor Adriano do Vale utilizou uma tirolesa para descer até a arena e iniciar sua participação na narração.
A atração também já foi utilizada para proporcionar ao público uma experiência diferente dentro do Parque do Peão. Em vez de apenas assistir às provas das arquibancadas, os visitantes puderam literalmente atravessar o espaço por cima.
Ou seja, em Barretos, até mesmo conhecer o local das montarias pode virar uma aventura.
Definitivamente, não.
Essa é uma das características que ajudam a explicar a dimensão da Festa do Peão. Embora as montarias sejam o coração do evento, Barretos conseguiu construir ao redor delas uma experiência que reúne esporte, música, cultura sertaneja, turismo, aventura e solidariedade.
É por isso que o evento alcançou uma dimensão tão grande e passou a ser reconhecido como o maior evento de rodeio da América Latina.
A história ajuda a explicar como tudo começou, mas são essas pequenas histórias e características que ajudam a entender por que a Festa se tornou tão especial.
Por reunir tantas experiências diferentes, Barretos se transformou em um evento que vai muito além das competições.
Depois de conhecer a história da Festa do Peão, suas modalidades, tradições, curiosidades e os personagens que ajudaram a construir esse grande evento, chegou a hora de acompanhar tudo isso acontecendo na arena.
A partir do dia 20 de agosto, a MF TV vai transmitir ao vivo a Festa do Peão de Barretos pelo YouTube, levando para todo o Brasil a emoção das montarias e 100% da arena.
Então, se você acompanhou esta série para conhecer melhor o universo de Barretos, agora é hora de viver essa emoção com a MF TV. Prepare-se para acompanhar de perto cada montaria, cada disputa e os grandes momentos de um dos maiores rodeios do mundo!
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]]>O post Höft promove 25º Encontro Beneficente de Famílias Empresárias com foco em educação e sucessão apareceu primeiro em MF Magazine.
]]>Evento promovido pela Höft acontece em 20 de agosto, no ISE Business School, em São Paulo, e reúne famílias empresárias para discutir educação, sucessão, raízes familiares e continuidade dos negócios
A educação será o ponto central do 25º Encontro Beneficente de Famílias Empresárias (EBFE), promovido pela Höft no dia 20 de agosto de 2026, em São Paulo. Com o tema “Educação como ferramenta de transformação”, o evento reunirá famílias empresárias para discutir sucessão, desenvolvimento das novas gerações, raízes familiares e continuidade dos negócios.
Além de promover aprendizado e troca de experiências entre diferentes gerações, o encontro também terá um importante caráter social: a organização destinará toda a arrecadação ao Instituto Unidos pela Vida.
Assim, o 25º EBFE acontece das 13h45 às 18h, no ISE Business School, em São Paulo (SP). Ao longo da programação, o evento reunirá representantes de diferentes famílias empresárias em três painéis, nos quais eles compartilharão experiências e, ao mesmo tempo, refletirão sobre os desafios relacionados à formação e à preparação das próximas gerações.
A realização do encontro está diretamente relacionada ao trabalho desenvolvido pela Höft, consultoria especializada em transição de gerações e educação para famílias empresárias.
Desde 1975, a empresa desenvolve processos relacionados à sucessão e à continuidade junto a grupos empresariais no Brasil e na América Latina. Nesse contexto, a consultoria trabalha temas como governança, sucessão, protocolos familiares e societários, desenvolvimento da próxima geração e educação da família empresária.
Além disso, a consultoria considera a relação entre família, patrimônio e empresa, buscando criar condições para que esses diferentes sistemas possam evoluir de maneira estruturada ao longo das gerações.
A experiência da Höft também se reflete na quantidade de famílias atendidas ao longo de sua trajetória. Segundo a própria consultoria, a Höft já atendeu mais de 2 mil famílias em projetos de consultoria e educação. Entre os grupos apresentados pela empresa, estão organizações como o Grupo Algar, reforçando a experiência da Höft no trabalho com famílias empresárias de diferentes gerações.
Nesse sentido, a educação ocupa um papel importante. Preparar uma nova geração não significa apenas transmitir conhecimentos sobre o negócio. Pelo contrário, também envolve desenvolver pessoas para compreender seus papéis, responsabilidades e relações dentro da família empresária.
É justamente por isso que essa perspectiva estará no centro da programação do 25º EBFE.
Ao longo de suas edições, o Encontro Beneficente de Famílias Empresárias se consolidou como um espaço de intercâmbio de histórias, experiências e conhecimentos entre famílias que vivenciam desafios semelhantes.
Nesta 25ª edição, o evento propõe uma reflexão sobre como a educação pode contribuir para transformar pessoas, relações e a própria trajetória das famílias empresárias.
Para isso, a organização dividiu a programação em três painéis, que abordam diferentes momentos da jornada entre gerações.
Dessa forma, os participantes poderão acompanhar discussões que passam pela formação individual, pelas raízes familiares e, posteriormente, pela preparação das próximas gerações.
O primeiro painel parte de uma pergunta diretamente relacionada ao tema central do encontro: “Como a educação transformou a mim e minha família?”
A conversa contará com:
A partir dessas experiências, o painel colocará histórias pessoais e familiares no centro do debate, mostrando como a formação e o aprendizado podem influenciar não apenas a trajetória individual, mas também a relação entre diferentes gerações dentro dos negócios familiares.
Além disso, o painel permite refletir sobre como experiências educacionais podem contribuir para a construção de novos olhares, responsabilidades e formas de participação na família empresária.
Dessa maneira, a educação deixa de representar apenas a aquisição de conhecimento e também contribui para preparar os integrantes da família para os desafios que surgem ao longo das gerações.
Na sequência, o Painel 2 — Raízes das famílias empresárias amplia a discussão para a história, os valores e as experiências que ajudam a construir uma família empresária.
Participam:
Nesse contexto, o painel propõe uma reflexão sobre os valores, histórias e experiências que atravessam gerações e ajudam a formar a identidade das famílias empresárias.
Afinal, a continuidade de uma empresa familiar não depende somente da permanência do patrimônio. Também envolve, portanto, a preparação das pessoas que assumirão novos papéis ao longo do tempo.
Por isso, as novas gerações podem conhecer as próprias raízes familiares, compreender melhor a trajetória construída antes delas e, ao mesmo tempo, pensar sobre o futuro que desejam construir.
Além do aspecto histórico, essa compreensão pode fortalecer os vínculos e as responsabilidades das novas gerações, especialmente em relação ao patrimônio e aos negócios construídos pela família.
Por fim, o Painel 3 — Uma família empresária na jornada e preparo da 3ª geração traz uma discussão diretamente relacionada ao futuro das empresas familiares.
O painel terá a participação de:
A preparação da próxima geração é um dos temas trabalhados pela Höft em seus projetos de educação para famílias empresárias. Nesse sentido, a consultoria desenvolve programas específicos para preparar as novas gerações diante dos desafios relacionados à continuidade dos negócios e ao papel de futuros sócios.
Dessa forma, a experiência da Família Empresária Frigol contribui para ampliar a discussão sobre como uma família pode construir, ao longo do tempo, caminhos para preparar seus integrantes para novas responsabilidades.
Ao mesmo tempo, a família não precisa encarar o processo sucessório apenas como um momento de transferência de poder ou patrimônio. Pelo contrário, a família pode construir uma jornada de formação, diálogo, desenvolvimento e preparação antecipada ao longo do tempo.
Além da programação voltada às famílias empresárias, o 25º EBFE possui uma característica que acompanha a proposta do encontro: o caráter beneficente.
Nesta edição, a Höft destinará toda a arrecadação ao Instituto Unidos pela Vida. Portanto, participar do evento também representa uma oportunidade de contribuir com uma causa social.
Esse aspecto, inclusive, faz parte da trajetória do encontro. Em edição anterior, a Höft também destinou a arrecadação das inscrições ao Instituto Unidos pela Vida.
Dessa forma, o evento conecta dois movimentos: de um lado, promove o conhecimento e aproxima famílias empresárias; de outro, transforma a participação dos convidados em apoio a uma instituição beneficiada.
Assim, além de discutir temas relacionados à sucessão e à continuidade dos negócios, o encontro também cria uma oportunidade de impacto social a partir da participação dos convidados.
Outro momento importante da programação será o lançamento da Revista Gerações 2026.
A publicação faz parte da trajetória da Höft de produzir e compartilhar conteúdos relacionados às famílias empresárias, sucessão e governança. Além disso, a revista reúne histórias e experiências que abordam temas como preparação de novas gerações, governança e continuidade dos negócios.
Nesse sentido, o lançamento acontece em sintonia com o propósito do encontro.Enquanto os painéis promovem a troca direta entre diferentes famílias, a publicação também amplia e registra esse conhecimento, permitindo que essas experiências contribuam para outras trajetórias empresariais.
Consequentemente, a Revista Gerações 2026 funciona como uma extensão das discussões realizadas durante o evento, registrando e levando os aprendizados e as experiências compartilhados a outros públicos.
O 25º Encontro Beneficente de Famílias Empresárias acontecerá em:
Data: 20 de agosto de 2026
Horário: 13h45 às 18h
Local: ISE Business School
Endereço: Rua Martiniano de Carvalho, 573 – São Paulo (SP)
A organização limitou o número de vagas.
Para participar, os interessados podem realizar a inscrição pelo formulário disponibilizado pela organização:
Ao reunir diferentes gerações de famílias empresárias, o 25º EBFE coloca a educação no centro de uma discussão que envolve sucessão, governança, relações familiares e continuidade dos negócios.
Nesse cenário, as experiências compartilhadas ao longo dos três painéis mostram que preparar uma nova geração vai além de transmitir conhecimento. Envolve também, por exemplo, formar pessoas capazes de compreender responsabilidades, assumir novos papéis e contribuir para a construção do futuro da família empresária.
Além disso, a programação apresenta a relação entre educação, raízes familiares e sucessão ao longo das discussões. Enquanto conhecer a trajetória da família ajuda a compreender o presente, a preparação das novas gerações contribui para construir os próximos capítulos dessa história.
Por outro lado, a continuidade dos negócios exige que a família planeje e desenvolva esse processo ao longo do tempo. Por isso, espaços de diálogo e troca de experiências, como o EBFE, podem contribuir para ampliar a reflexão sobre os desafios enfrentados pelas famílias empresárias.
Com uma programação voltada à troca de experiências, o lançamento da Revista Gerações 2026 e a arrecadação destinada ao Instituto Unidos pela Vida, o encontro reforça, portanto, a importância de conectar desenvolvimento, responsabilidade social e preparação para as próximas gerações.
Em resumo, o 25º Encontro Beneficente de Famílias Empresárias mostra que educação, sucessão e continuidade estão diretamente conectadas. Ao reunir diferentes gerações para compartilhar experiências, o evento coloca em discussão a preparação das famílias para os desafios do futuro e, ao mesmo tempo, destina a arrecadação das inscrições ao Instituto Unidos pela Vida.
O post Höft promove 25º Encontro Beneficente de Famílias Empresárias com foco em educação e sucessão apareceu primeiro em MF Magazine.
]]>O post Rodeio em touros: o que acontece durante os 8 segundos mais eletrizantes da arena apareceu primeiro em MF Magazine.
]]>Durante apenas oito segundos, um peão e um touro protagonizam uma das disputas mais intensas do esporte. Para quem acompanha apenas o espetáculo na arena, pode parecer que tudo depende de coragem. No entanto, por trás de cada montaria existe uma combinação de técnica, preparação, regulamentos, seleção de animais, estrutura e profissionalismo que transformaram o rodeio em uma competição reconhecida internacionalmente.
Considerada a modalidade mais tradicional e emocionante das festas de peão, a montaria em touros reúne alguns dos melhores atletas do mundo, e o Brasil ocupa um lugar de destaque nesse cenário. Mas, afinal, como funciona um rodeio de touros? Como acontece a pontuação? O que faz um competidor vencer? E qual é o papel dos animais nessa disputa?
Neste artigo, você vai entender como funciona o rodeio em touros, quais são as regras da modalidade, como acontece a pontuação, por que os touros pulam e o que torna esse esporte um dos maiores espetáculos do agronegócio e das arenas brasileiras.
Na montaria em touros, o objetivo do competidor é permanecer sobre o animal durante oito segundos, mantendo o controle da montaria e seguindo todas as regras da modalidade.
O rodeio em touros é uma modalidade esportiva em que competidor e animal são avaliados simultaneamente. Enquanto o peão precisa demonstrar técnica, equilíbrio e domínio da montaria, o touro também recebe uma avaliação pela intensidade, dificuldade e qualidade dos saltos. Por isso, uma grande nota depende da combinação entre um excelente atleta e um excelente animal.
Durante esse tempo, o peão segura apenas a corda americana, posicionada ao redor do corpo do touro. A outra mão, conhecida como mão de equilíbrio, deve permanecer livre durante toda a apresentação. Se ela tocar no próprio competidor, no animal, na arena ou na cerca, a montaria é invalidada, recebendo SAT (Sem Aproveitamento Técnico).
Além disso, existe outra situação que também resulta em desclassificação: quando, de forma proposital ou não, a espora fica presa na corda americana, situação conhecida entre os profissionais como “montar nos nós”.
Embora pareça simples para quem assiste, manter o equilíbrio exige preparo físico, técnica e leitura dos movimentos do animal. Afinal, cada touro possui um estilo de salto diferente, tornando cada montaria única.
Em resumo, a disputa vai muito além da força ou da coragem. O competidor precisa executar movimentos precisos durante apenas oito segundos, respeitando todas as regras para que sua apresentação possa ser avaliada.
Um dos pontos que mais gera dúvidas entre quem acompanha rodeios é a forma como a nota é calculada. Diferentemente de outros esportes, não é apenas o desempenho do peão que conta.
Na montaria em touros, tanto o competidor quanto o animal são avaliados. Os juízes observam fatores como equilíbrio, domínio, postura e controle do cowboy, enquanto analisam também a intensidade, explosão, dificuldade e qualidade dos pulos do touro.
Quanto mais difícil for o animal e melhor for a atuação do competidor, maior será a nota final. A pontuação varia de 0 a 100 pontos, sendo que as apresentações de maior nível costumam superar os 90 pontos.
Isso significa que um excelente peão precisa, necessariamente, enfrentar um excelente touro para alcançar notas elevadas.
Assim, o rodeio valoriza tanto o talento humano quanto a qualidade genética e atlética dos animais, criando uma competição equilibrada para ambos.
Quem nunca acompanhou uma montaria pode pensar que oito segundos passam rapidamente. Entretanto, para quem está sobre um touro que pode ultrapassar uma tonelada, esse tempo parece muito maior.
Segundo Rogério Paitl, organizador do Circuito Rancho Primavera, o rodeio moderno exige atletas altamente preparados. Ao longo dos últimos anos, a modalidade passou por uma grande profissionalização, deixando para trás a imagem amadora que muitas pessoas ainda têm do esporte.
Hoje, os competidores treinam constantemente, cuidam da preparação física, da alimentação e da recuperação muscular, da mesma forma que acontece em outros esportes de alto rendimento.
Por isso, permanecer os oito segundos regulamentares representa apenas uma parte do desafio. O verdadeiro diferencial está em executar uma montaria tecnicamente perfeita durante todo esse período.
Assim como acontece em outras modalidades esportivas, ninguém começa competindo nos maiores rodeios do país.
De acordo com Rogério Paitl, a maioria dos competidores inicia treinando em propriedades rurais que possuem arenas e bois destinados aos treinos. Em seguida, passam a disputar competições menores, conhecidas como bolões, onde começam a ganhar experiência e chamar a atenção de organizadores e tropeiros.
Além disso, alguns circuitos realizam processos seletivos para descobrir novos talentos. Um exemplo é o Radar, do Circuito Rancho Primavera, que funciona como uma espécie de peneira esportiva para revelar novos competidores.
Esse modelo permite que atletas iniciantes tenham oportunidade de competir ao lado dos profissionais e evoluam dentro da modalidade.
Uma das dúvidas mais comuns de quem acompanha o rodeio pela primeira vez é entender por que os touros pulam tanto durante a prova. O comportamento dos animais é resultado de uma combinação de fatores, como genética, temperamento e características individuais, que fazem parte da seleção realizada pelas tropas de rodeio.
Os touros utilizados nas principais competições pertencem a linhagens desenvolvidas ao longo de décadas justamente pela capacidade de salto, explosão e desempenho dentro da arena. Assim como acontece com cavalos de competição, existe um intenso trabalho de seleção para formar animais cada vez mais atléticos.
Além da genética, cada touro possui um estilo próprio de pular. Alguns realizam saltos mais altos, enquanto outros giram rapidamente ou mudam de direção durante a montaria, aumentando o grau de dificuldade para o competidor e tornando cada apresentação única.
Por isso, os melhores animais tornam-se verdadeiros atletas do rodeio e são reconhecidos tanto quanto os próprios peões. Em muitas competições, inclusive, eles recebem premiações específicas pelo desempenho apresentado na arena.
Uma característica que diferencia a montaria em touros de muitos outros esportes é que o animal também influencia diretamente no resultado.
Os melhores touros são conhecidos por proporcionar montarias difíceis, explosivas e técnicas, capazes de elevar a pontuação dos competidores.
Na prática, identificar um futuro campeão não é uma tarefa simples. Não existe uma fórmula capaz de prever se um animal será um grande touro de rodeio. Assim como acontece com atletas humanos, é preciso colocá-lo em competição para descobrir seu verdadeiro potencial.
Além disso, manter uma tropa representa um investimento elevado. Os custos envolvem alimentação, transporte, equipe, assistência veterinária, manejo e infraestrutura adequada para garantir o bem-estar dos animais.
Em outras palavras, formar uma boiada competitiva exige anos de trabalho, seleção e investimentos constantes.
Embora a adrenalina seja um dos principais atrativos da modalidade, a segurança também faz parte do rodeio profissional. Atualmente, os competidores utilizam equipamentos desenvolvidos para reduzir riscos durante as montarias.
Entre os principais estão o colete de proteção, o capacete que está cada vez mais presente nas competições, as botas, as esporas e a corda americana, utilizada para firmar a mão sobre o touro.
Além dos equipamentos do competidor, a arena conta com salva-vidas, conhecidos internacionalmente como bullfighters. Esses profissionais entram rapidamente em ação após a montaria para desviar a atenção do touro e permitir que o peão deixe a arena em segurança.
Dessa forma, o rodeio moderno reúne técnica, equipamentos de proteção e equipes especializadas para tornar a competição cada vez mais segura.
O rodeio brasileiro conquistou espaço entre os principais do mundo. Segundo Rogério Paitl, o Brasil já formou diversos campeões mundiais na Professional Bull Riders (PBR), principal campeonato internacional da modalidade.
Nomes como Adriano Moraes, Silvano Alves, José Vitor Leme e Rafael José de Brito ajudaram a consolidar o país como um dos maiores celeiros de talentos da montaria em touros.
Esse reconhecimento internacional também fortalece os rodeios realizados no Brasil, que servem como vitrine para atletas que sonham em competir nos Estados Unidos.
Dessa forma, as arenas brasileiras desempenham um papel importante na formação de competidores que alcançam destaque no cenário mundial.
Para o público, o rodeio acontece durante algumas noites de competição. Entretanto, nos bastidores existe uma operação que começa muito antes da abertura dos portões.
Organizadores, tropeiros, veterinários, salva-vidas, locutores, juízes, equipes de manejo, transporte, montagem de estruturas e dezenas de outros profissionais trabalham para garantir que cada etapa aconteça com segurança.
Segundo Rogério Paitl, a evolução da estrutura dos rodeios foi fundamental para profissionalizar o esporte e oferecer melhores condições tanto para competidores quanto para os animais.
Além disso, a legislação brasileira determina que os competidores sejam contratados formalmente durante os eventos, reforçando o caráter profissional da atividade.
Todo esse conjunto de fatores mostra que o rodeio moderno vai muito além da emoção vivida durante os oito segundos da montaria.
Embora seja conhecido pela adrenalina das montarias, o rodeio em touros envolve muito mais do que coragem. A modalidade reúne atletas preparados, animais selecionados, equipes especializadas e uma organização que evoluiu significativamente nas últimas décadas.
Com regras bem definidas, critérios técnicos de avaliação e uma estrutura cada vez mais profissional, o esporte conquistou reconhecimento internacional e colocou o Brasil entre as maiores potências da modalidade.
Embora cada montaria dure apenas oito segundos, existe um trabalho que começa muito antes da abertura dos bretes e continua depois que a competição termina. Competidores, tropeiros, equipes técnicas e organizadores fazem parte de uma estrutura que evoluiu ao longo dos anos e transformou o rodeio em um esporte reconhecido dentro e fora do Brasil.
Todos os anos, essa tradição ganha ainda mais destaque durante a Festa do Peão de Barretos, onde alguns dos melhores competidores e touros do país protagonizam montarias que entram para a história da modalidade. Conhecer as regras e os bastidores do rodeio torna a experiência de assistir às disputas ainda mais emocionante.
Se você gostou deste conteúdo e quer conhecer ainda mais sobre os bastidores da modalidade, vale a pena assistir ao episódio completo da MF TV com Rogério Paitl. Organizador do Circuito Rancho Primavera (CRP) e um dos grandes especialistas em rodeio do país, ele explica como funciona a carreira dos peões, a seleção dos touros, a evolução das competições e toda a estrutura necessária para realizar um rodeio profissional.
Além de compartilhar sua experiência no episódio, Rogério Paitl também será um dos comentaristas oficiais da cobertura da Festa do Peão de Barretos na MF TV, trazendo análises técnicas e curiosidades que ajudam o público a compreender cada detalhe das montarias.
Quem não puder acompanhar a Festa do Peão de Barretos presencialmente também terá a oportunidade de assistir às montarias de qualquer lugar do Brasil. A partir do dia 20 de agosto, a MF TV fará a transmissão ao vivo do rodeio pelo seu canal no YouTube, levando toda a emoção das disputas diretamente ao público.
Além das montarias em touros, a cobertura traz os principais momentos da arena, entrevistas, análises técnicas e toda a atmosfera de um dos maiores rodeios do mundo. Dessa forma, fãs da modalidade, produtores rurais e apaixonados pelo universo do agro poderão acompanhar cada detalhe do evento em tempo real.
Se você quer entender, na prática, tudo o que foi explicado neste artigo, vale a pena acompanhar a transmissão e observar de perto como funcionam as montarias, a avaliação dos competidores e a performance dos touros durante as disputas.
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]]>As montarias em cavalos fazem parte da história do rodeio e exigem técnica, preparo físico e muita sintonia entre competidor e animal. Embora a montaria em touros seja a modalidade mais conhecida pelo público, provas como Sela Americana, Bareback e Cutiano também movimentam as arenas e desafiam os peões durante os tradicionais oito segundos de competição.
Cada modalidade possui regras específicas, equipamentos próprios e características que tornam a disputa única. Além disso, elas representam diferentes tradições do rodeio. Dessa forma, reúnem desde estilos criados nos Estados Unidos até uma modalidade genuinamente brasileira.
A seguir, conheça como funciona cada prova e entenda as principais diferenças entre elas.
A Sela Americana é considerada a modalidade de montaria em cavalos mais tradicional do rodeio mundial. Sua origem remonta à segunda metade do século XIX, nos Estados Unidos. Naquele período, os cowboys começaram a transformar habilidades desenvolvidas no trabalho do campo em competições.
À primeira vista, a modalidade lembra a montaria em touros. No entanto, ela apresenta regras e equipamentos próprios. Por isso, exige técnica, precisão e excelente controle por parte do competidor.
Antes mesmo de iniciar a disputa, o peão precisa executar um movimento obrigatório conhecido como mark-out. Assim que a porteira é aberta e o cavalo toca a arena com as duas patas dianteiras, as esporas do competidor devem estar posicionadas na altura do pescoço do animal e em contato com ele.
Caso esse movimento não seja realizado corretamente, o competidor é desclassificado.
Depois dessa etapa, durante os oito segundos regulamentares, o peão deve acompanhar os saltos do cavalo. Para isso, ele puxa as esporas para trás em sincronia com os movimentos do animal.
Além disso, o competidor segura um cabo de cabresto com apenas uma das mãos. Ele também utiliza uma sela específica para a modalidade, diferente da sela de trabalho usada no campo.
Ao final da apresentação, os juízes atribuem notas de 0 a 100 pontos. Para isso, eles avaliam tanto o desempenho do competidor quanto a qualidade da apresentação do cavalo.
Dessa forma, cada detalhe da montaria pode influenciar diretamente o resultado final.
Embora compartilhe a mesma origem norte-americana da Sela Americana, o Bareback possui características próprias que aumentam o grau de dificuldade da montaria. Apesar de algumas regras serem semelhantes, a ausência da sela exige ainda mais força, equilíbrio e coordenação do competidor.
A principal diferença está no equipamento utilizado. Em vez de montar sobre uma sela, o competidor utiliza um acessório chamado bareback. Ele consiste em uma alça de couro confeccionada sob medida e posicionada sobre a cernelha do cavalo.
Com isso, o peão monta praticamente diretamente sobre o dorso do animal.
Assim como na Sela Americana, o mark-out também é obrigatório. Logo após a abertura da porteira, o competidor deve posicionar corretamente as esporas antes de iniciar os movimentos da montaria.
Na sequência, durante os oito segundos regulamentares, o peão puxa as esporas do pescoço em direção ao bareback. Ao mesmo tempo, acompanha o ritmo dos pulos do cavalo.
Esse movimento faz com que o competidor permaneça praticamente deitado sobre o dorso do animal durante boa parte da apresentação. Por isso, a prova exige força, coordenação e excelente equilíbrio.
Ao término da disputa, os juízes avaliam tanto a atuação do competidor quanto o desempenho do cavalo. As notas podem variar de 0 a 100 pontos.
Assim, cada apresentação depende da combinação entre técnica, controle e qualidade dos movimentos do animal.
Enquanto a Sela Americana e o Bareback surgiram nos Estados Unidos, o Cutiano representa a tradição brasileira dentro das montarias em cavalos. Sua história começou oficialmente em 1956, durante a Festa do Peão de Barretos. Desde então, tornou-se uma das modalidades mais tradicionais do rodeio nacional.
O nome Cutiano tem origem no formato característico do arreio utilizado na prova, semelhante a um “V” invertido. Ao longo das décadas, o regulamento passou por diversas atualizações. Entretanto, a modalidade manteve sua essência e tradição.
Durante a montaria, o competidor segura a rédea com apenas uma das mãos. Ao mesmo tempo, a mão livre não pode tocar no cavalo, no arreio ou em qualquer outro equipamento. Essa regra é semelhante à aplicada na montaria em touros.
Outro aspecto importante é o trabalho com as esporas. O peão deve puxá-las do pescoço do cavalo em direção à alça do arreio. Para isso, acompanha a frequência dos pulos do animal.
Em geral, quanto mais alta e técnica for essa movimentação, melhor tende a ser a avaliação dos juízes.
Assim como nas demais modalidades, o desafio é permanecer sobre o cavalo durante os oito segundos regulamentares. Ao final da apresentação, os juízes avaliam o desempenho do competidor e do animal. As notas podem chegar a 100 pontos.
Dessa maneira, técnica, equilíbrio e sincronia fazem toda a diferença no resultado da montaria.
Embora as três modalidades sejam disputadas sobre cavalos e tenham o mesmo tempo regulamentar de oito segundos, cada uma apresenta características próprias. Por isso, entender essas diferenças ajuda a compreender melhor a dinâmica das provas.
A Sela Americana é considerada a modalidade mais tradicional. Ela utiliza uma sela específica, além do cabo de cabresto, e exige que o competidor mantenha perfeita sintonia com os movimentos do cavalo.
O Bareback, por sua vez, elimina a sela convencional e utiliza apenas uma alça de couro. Com isso, aumenta o contato entre competidor e animal e, consequentemente, a exigência física da prova.
Já o Cutiano se destaca por ser uma modalidade exclusivamente brasileira. Além do arreio característico, a prova possui técnicas e movimentos próprios. Por esse motivo, tornou-se uma das competições mais emblemáticas do rodeio nacional.
Apesar dessas diferenças, todas exigem preparo físico, técnica, equilíbrio e perfeita coordenação entre os movimentos do competidor e os pulos do cavalo.
Portanto, cada apresentação representa um grande desafio tanto para o atleta quanto para o animal.
Depois de conhecer as características de cada modalidade, nada melhor do que acompanhar essas disputas diretamente da arena.
Durante a Festa do Peão de Barretos, a MF TV fará a transmissão ao vivo das competições de rodeio pelo YouTube, a partir do dia 20 de agosto.
Ao longo da programação, o público poderá assistir às montarias em Sela Americana, Bareback e Cutiano. Além disso, poderá acompanhar a narração, os comentários especializados e todos os detalhes das disputas diretamente da arena.
Dessa forma, a transmissão não apenas reúne algumas das principais modalidades do rodeio, mas também ajuda o público a compreender, na prática, as diferenças entre cada prova.
Assim, quem acompanhar a programação poderá observar de perto a técnica exigida dos competidores durante os oito segundos de apresentação e conhecer melhor as modalidades que fazem parte da tradição do rodeio.
O post Sela Americana, Bareback e Cutiano: conheça as principais modalidades de montaria em cavalos do rodeio apareceu primeiro em MF Magazine.
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