O post Não é gordura localizada nem celulite: entenda o que é o lipedema e como tratar apareceu primeiro em Cris Moraes Comunicação Inteligente.
]]>Estudos da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular de São Paulo (SBACV-SP) apontam que aproximadamente 11% das mulheres são acometidas pelo lipedema, mesmo sem saber. A condição, comumente confundida com celulite e obesidade, é, na verdade, uma doença crônica que causa aumento desproporcional de gordura nas pernas. Em alguns casos, ela também nos braços, provocando desconforto e dor na região afetada, além de inchaço e aparência de furinhos na pele.
Com prevalência de 90% dos casos em mulheres, o lipedema é uma condição associada a fatores genéticos e hereditários. Ela pode ser agravada por alterações em hormônios femininos, como o estrogênio e a progesterona. Também chamada de síndrome da gordura dolorosa, a condição é provocada por alterações hormonais que fazem com que a gordura se deposite em regiões específicas.
“Como uma síndrome inflamatória gordurosa, a doença envolve sinais e sintomas que corroboram para o seu diagnóstico. Os pacientes geralmente têm tendência a acumular gordura inflamada, formando nodulações dolorosas em partes específicas do corpo, mais comuns em membros inferiores, na região de culote e quadril. Em alguns casos, também podem surgir sinais no abdômen e nos membros superiores”, explica a médica vascular e especialista em medicina do estilo de vida, Dra. Anna Paula Weinhardt.
Segundo a médica, esse aumento desproporcional de gordura não tem relação com a obesidade ou o excesso de peso, sendo caracterizado por um fator genético que afeta o sistema linfático e a microvasculatura, apresentando sinais claros.
“Os principais sintomas observados em pessoas que sofrem de lipedema são: dor ao toque, peso nos membros inferiores, má circulação e sensação de inchaço nas pernas ao final do dia, além da fragilidade nos vasos sanguíneos, que gera equimoses (manchas roxas) pelo corpo sem que a pessoa tenha batido ou a região afetada sofrido qualquer trauma”, reforça.
Dra. Anna Paula explica que muitas pessoas ignoram esses sinais e acabam postergando o diagnóstico e as mudanças necessárias no estilo de vida. Ela esclarece que, mesmo que o lipedema não tenha cura, é possível aliviar os sintomas e viver com muito mais qualidade de vida por meio de um tratamento multidisciplinar adequado e da adoção de hábitos mais saudáveis. A médica vascular destaca alguns deles:
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]]>O post Como transformar uma fundadora em porta-voz da marca? O case GoldKo apareceu primeiro em Cris Moraes Comunicação Inteligente.
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Uma marca pode ter um bom produto, uma identidade visual forte e uma estratégia de negócios consistente. Mas, em um cenário em que consumidores querem conhecer quem está por trás das empresas, fundadores e executivos também podem desempenhar um papel importante na comunicação, no posicionamento e na reputação.
Foi o que aconteceu com Chantal Kopenhagen Goldfinger, fundadora da GoldKo. Ao levar para as redes sociais sua maneira de falar, contar histórias e apresentar produtos, ela construiu uma comunidade que passou a acompanhar não apenas os chocolates, mas também os bastidores e a personalidade de quem está à frente da marca.
O movimento ganhou força depois que um de seus primeiros vídeos no TikTok viralizou. Era apenas o terceiro conteúdo produzido dentro da nova estratégia da marca. No vídeo, Chantal aparecia comendo um marshmallow da GoldKo. A repercussão foi tão grande que o produto esgotou e a fábrica precisou ampliar a produção.
O movimento ganhou força depois que um de seus primeiros vídeos no TikTok viralizou. Era apenas o terceiro conteúdo da nova estratégia. Chantal aparecia comendo um marshmallow da GoldKo e a repercussão foi suficiente para esgotar o produto e fazer a fábrica ampliar a produção.
Mas o que faz um fundador se tornar um bom porta-voz da marca? É possível planejar autenticidade? E qual é o papel das redes sociais, do storytelling e da assessoria de imprensa na construção de reputação?
Essas foram algumas das pautas entre Chantal e Cris Moraes, fundadora da Cris Moraes Comunicação Inteligente, no episódio #132 do POD Ser Pauta.
As redes sociais reduziram a distância entre consumidores e empresas. Além de produtos e campanhas, o público passou a acompanhar pessoas, opiniões e histórias que ajudam a explicar quem está por trás de uma marca.
Nesse contexto, fundadores e executivos podem assumir um papel estratégico como porta-vozes, ajudando a humanizar a comunicação, compartilhar conhecimento e construir autoridade.
Essa presença também pode influenciar decisões de negócio. Uma pesquisa da Edelman e do LinkedIn mostrou que 52% dos tomadores de decisão e 54% dos executivos C-level dedicam pelo menos uma hora por semana ao consumo de conteúdos de thought leadership. Além disso, 75% afirmaram que esse tipo de conteúdo já os levou a pesquisar um produto ou serviço que não consideravam anteriormente.
No caso da GoldKo, a escolha de Chantal como uma das vozes da marca aconteceu de forma bastante natural. Ela já produzia conteúdo, tinha uma comunidade e se sentia confortável diante das câmeras. Quando surgiu a ideia de fortalecer a presença da marca no TikTok, a decisão entre os três sócios foi quase intuitiva: “Dos três sócios, qual que a gente vai escolher? Chantal, porque ela gosta de falar.”
O que começou como um teste rapidamente ganhou outra dimensão. A espontaneidade ajudou, mas foi a combinação entre repertório, conhecimento do negócio, estratégia e uma forma própria de se comunicar que transformou aquela presença em um ativo para a marca.
E há uma diferença importante: gostar de falar não é o mesmo que estar preparado para ser porta-voz. Quando uma liderança representa uma empresa publicamente, sua fala também carrega posicionamento e reputação. Por isso, estratégia, preparação e, em determinadas situações, media training fazem parte dessa construção.
Viralização não é estratégia. Mas a maneira como uma empresa aproveita a atenção conquistada pode ser. Chantal conta que o vídeo do marshmallow nasceu de forma despretensiosa: “Só fiz um vídeo comendo marshmallow porque eu estava com vontade e achei que seria legal dividir isso.”
A repercussão levou o produto a esgotar nas lojas e fez a própria fábrica entrar em contato para entender o aumento repentino da procura. A partir dali, a GoldKo percebeu que havia encontrado uma linguagem capaz de gerar conexão e passou a estruturar melhor sua presença digital.
O Sprout Social Index 2025, realizado com mais de 4 mil consumidores, reforça a importância de ir além da reprodução de tendências e investir em conteúdos originais e centrados nas pessoas.
O aprendizado, portanto, não é simplesmente tentar repetir um viral. É entender por que determinado conteúdo conectou com as pessoas e como transformar atenção em relacionamento com a marca.
Autenticidade pode ser planejada?
Pode. Planejamento não precisa transformar um porta-voz em personagem. Chantal organiza dias específicos para gravação, escreve seus próprios roteiros e leva para o conteúdo conhecimentos adquiridos ao longo de sua trajetória em cinema, publicidade e produção audiovisual.
Mas existe um limite importante entre planejar e fabricar uma personalidade. “Eu preciso contar uma verdade ali.” Segundo Chantal, a pessoa que aparece nas redes é muito próxima daquela que existe fora delas: “É exatamente a mesma pessoa. Acho que por isso também funciona, porque é muito verdadeiro. Não é uma atriz, não é um personagem.”
Uma presença digital consistente pode ter roteiro, calendário, equipe, estratégia e objetivos claros sem perder a naturalidade. Autenticidade não significa ausência de planejamento, mas garantir que a estratégia não contradiga quem está falando.
Storytelling não é transformar qualquer informação em uma história emocionante. É encontrar conexões que façam uma mensagem ser compreendida, lembrada e reconhecida.
A experiência de Chantal com roteiro, fotografia, cinema e publicidade aparece diretamente em seus conteúdos. Em vez de apenas apresentar produtos, ela explora personagens, histórias, curiosidades e referências.
É aí que conteúdo deixa de ser apenas frequência de publicação e passa a contribuir para identidade, posicionamento e autoridade. Segundo uma pesquisa da Edelman e do LinkedIn, 73% dos tomadores de decisão consideram conteúdos de thought leadership uma base mais confiável para avaliar as competências de uma organização do que materiais tradicionais de marketing e fichas de produtos.
Ou seja: quando uma liderança compartilha conhecimento relevante, o conteúdo pode contribuir não apenas para sua imagem pessoal, mas também para a percepção sobre a empresa que representa.
Não. E uma empresa também não deveria depender exclusivamente da imagem de seu fundador. Embora a presença de Chantal tenha se tornado importante para a comunicação da GoldKo, ela faz uma distinção clara: “A marca caminha sozinha. Eu ajudo a amplificar sua voz, mas ela não depende de mim. As lojas continuam sendo nosso grande chamariz, porque nada substitui a experiência de estar ali.”
O fundador pode gerar proximidade, reconhecimento e comunidade. Mas produto, experiência, atendimento, posicionamento e operação precisam sustentar o negócio independentemente daquela pessoa.
Isso também significa que uma empresa pode desenvolver diferentes porta-vozes. CEOs, executivos, especialistas e colaboradores podem representar temas específicos, desde que exista coerência entre quem fala, o que fala e aquilo que a marca representa.
Quando uma empresa escolhe creators, influenciadores ou embaixadores, alcance não pode ser o único critério. Reputação, comportamento, histórico, perfil da audiência e alinhamento com o posicionamento também precisam entrar nessa decisão. Afinal, comportamentos e posicionamentos de quem representa uma empresa podem acabar associados a ela.
Escolher quem dá voz a uma marca é também uma decisão de reputação.
Nem todas as decisões da GoldKo funcionaram de primeira. Chantal relembra uma das primeiras embalagens desenvolvidas para os tabletes de chocolate. A proposta era artística, colorida e diferente dos códigos tradicionalmente utilizados pela categoria.
Esteticamente, fazia sentido. Comercialmente, surgiu um problema: o consumidor não entendia que o produto era chocolate. “A gente não vendeu uma unidade porque o cliente não entendia que era chocolate. Ninguém entendia o que tinha lá dentro. Aí tivemos que recolher e redesenhar tudo e aceitar que tem coisas com as quais o cliente já está acostumado. Quem sou eu para reinventar a roda?”
O episódio trouxe um aprendizado que vale para diferentes áreas da comunicação: ser diferente não basta se a mensagem não for compreendida.
Esse equilíbrio já estava presente na própria criação da GoldKo. A família encontrou uma oportunidade no mercado de chocolates sem adição de açúcares, mas decidiu não construir uma marca escolhida apenas por uma restrição alimentar. Sabor, produto e experiência deveriam vir primeiro
A mesma lógica chegou à comunicação: a GoldKo não queria ser percebida simplesmente como uma marca fitness. Afinal, um diferencial ganha força quando não se vive apenas em uma frase institucional. Ele precisa aparecer no produto, na experiência, no posicionamento e na forma como a empresa se comunica.
As redes sociais permitem que uma empresa conte sua própria história e construa uma relação direta com sua comunidade. A assessoria de imprensa acrescenta outra dimensão: a presença da marca em espaços editoriais e o olhar de terceiros sobre aquilo que ela tem a dizer.
Durante o POD Ser Pauta, Chantal destaca justamente o valor dessa validação externa: “A imprensa traz uma chancela importante. Uma coisa é a marca falar sobre si mesma; outra é um veículo trazer um novo olhar, validar essa história e apresentá-la a outros públicos. Por isso, acredito que a construção de marca também passa pela assessoria de imprensa.”
Reportagens, entrevistas e outras oportunidades editoriais podem ampliar o alcance de uma marca, fortalecer a autoridade de seus porta-vozes e contribuir para sua reputação ao longo do tempo.
Nesse sentido, redes sociais e assessoria de imprensa cumprem papéis diferentes, mas complementares: enquanto os canais próprios aproximam e criam comunidade, a imprensa amplia a presença da marca e ajuda a legitimá-la em novos espaços.
A trajetória de Chantal mostra que não existe uma fórmula única. Repertório, conhecimento do negócio, autenticidade, estratégia e preparo precisam caminhar juntos.
A GoldKo não nasceu de um vídeo viral, assim como sua comunicação não depende apenas de uma fundadora diante da câmera. Existe produto, posicionamento, operação, experiência, identidade, conteúdo, comunidade e imprensa sustentando essa construção.
Chantal ajuda a amplificar essa história, mas a marca precisa continuar caminhando sozinha. Talvez esteja aí uma das principais diferenças entre simplesmente aparecer e construir uma presença estratégica: um bom porta-voz não substitui uma marca forte. Ele ajuda a dar voz a ela.
E, quando essa voz também precisa representar a organização diante da imprensa, preparo faz diferença. O media training ajuda fundadores, CEOs, executivos e especialistas a organizar mensagens, traduzir assuntos complexos e lidar com perguntas difíceis sem transformar entrevistas em discursos decorados.
No episódio #132 do POD Ser Pauta, Cris Moraes e Chantal Kopenhagen Goldfinger aprofundam a conversa sobre empreendedorismo, storytelling, TikTok, posicionamento, produção de conteúdo, comunidade, assessoria de imprensa e os bastidores da construção da GoldKo.
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]]>O post Cris Moraes amplia parceria com Grupo Los Los e assume estratégia de PR da Arcor Sorvetou apareceu primeiro em Cris Moraes Comunicação Inteligente.
]]>A Cris Moraes Comunicação Inteligente amplia sua parceria com o Grupo Los Los e assume a estratégia de Relações Públicas da Arcor Sorvetou, nova marca de sorvetes do grupo criada em parceria com a Arcor. O trabalho envolve posicionamento, reputação e relacionamento com imprensa, formadores de opinião e outros públicos estratégicos, acompanhando a chegada e a construção da marca no mercado.
A Arcor Sorvetou chega ao mercado em agosto com uma linha de 18 sorvetes, como Tortuguita, Butter Toffees, 7Belo, Block, Bon o Bon e Paçoca Amor. O projeto combina a expertise da Los Los no desenvolvimento e produção de sorvetes com produtos que já fazem parte do repertório do consumidor brasileiro.
Cliente da Cris Moraes desde 2025, o Grupo Los Los já desenvolve com a agência um trabalho de comunicação e relacionamento. Com a Arcor Sorvetou, essa atuação ganha uma nova frente e coloca a CM ao lado da marca desde seus primeiros movimentos.
“É justamente nesse momento que acreditamos que o PR pode contribuir muito para uma marca. Não se trata apenas de apresentar uma novidade ao mercado, mas de entender quais histórias essa marca pode contar. Nosso trabalho é muito próximo do cliente e construído sob medida para cada negócio. Com a Arcor Sorvetou, queremos acompanhar essa trajetória desde o começo”, afirma Cristiane Moraes, jornalista e fundadora da Cris Moraes Comunicação Inteligente.
O projeto reúne diferentes especialidades da comunicação. Enquanto a Agosto, agência especializada em marketing gastronômico, foi responsável pelo desenvolvimento do branding e da identidade da Arcor Sorvetou.
A nova conta também reforça a atuação da CM em projetos ligados à gastronomia, produtos e marcas de consumo. A agência reúne em seu portfólio trabalhos para Nanica Brasil, Fazenda Futuro e o próprio Grupo Los Los, experiências que contribuíram para desenvolver uma metodologia que combina repertório de comunicação, proximidade com o negócio e estratégias personalizadas.
A Cris Moraes parte dos desafios de cada cliente para definir as ferramentas de comunicação mais adequadas. Relações Públicas, relacionamento com imprensa e formadores de opinião podem fazer parte da estratégia de acordo com o momento de cada marca.
Para Juliana Iten, gerente de marketing do Grupo Los Los, ampliar a parceria com a CM permite dar continuidade ao trabalho já desenvolvido com o grupo e, ao mesmo tempo, construir uma estratégia específica para a nova marca. “A CM já conhece o nosso negócio e acompanha a Los Los, o que traz uma proximidade importante para esse novo momento. A Arcor Sorvetou nasce com uma identidade própria e com um projeto de crescimento que exige uma comunicação capaz de conversar com diferentes públicos. Queremos construir essa presença de forma consistente, e o trabalho de PR faz parte dessa estratégia desde o lançamento.”
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]]>O post O marketing mandou aparecer. A PAZ Energy decidiu desaparecer apareceu primeiro em Cris Moraes Comunicação Inteligente.
]]>Nos últimos anos, o marketing passou a operar sob uma lógica relativamente simples: produzir mais conteúdo, aumentar a frequência de publicações, conquistar seguidores e ampliar alcance. Em uma economia orientada por algoritmos, aparecer tornou-se quase uma obrigação para as marcas. A PAZ Energy decidiu testar justamente o contrário.
Desde o início, a PAZ fez algumas escolhas pouco comuns. O perfil oficial da marca no Instagram permaneceu fechado, o site foi lançado com acesso apenas por convite e a comunicação evitou seguir a lógica da disponibilidade imediata. A decisão contrariava praticamente tudo o que o marketing digital recomenda: quanto maior o alcance, melhor; quanto mais seguidores, mais relevante a marca. Para a PAZ, no entanto, a pergunta nunca foi quantas pessoas acompanhavam seus canais, mas quantas realmente desejavam fazer parte da comunidade. Preferimos investir a maior parte dela em criar bebidas melhores.
“Alguns chamam isso de estratégia. Para nós, é apenas uma escolha. Preferimos gastar nosso tempo criando produtos melhores do que tentando chamar atenção. Postamos pouco porque acreditamos que uma marca deve ser lembrada pelo que entrega, não pelo quanto aparece. Se isso desperta curiosidade, ótimo. Mas nunca foi esse o objetivo. O objetivo sempre foi simples: fazer bebidas excepcionais. “, afirma Marcos Leta, fundador da marca.
A ruptura também começa pelo próprio nome da marca. Chamar um energético de PAZ parece contrariar tudo o que a categoria construiu nas últimas décadas — e essa era justamente a intenção. Historicamente associados à vida noturna, à adrenalina e ao estímulo imediato, os energéticos sempre venderam intensidade. A A PAZ propõe uma nova leitura de você entrar no seu melhor estado. Sob o conceito “PAZ Better Energy”, a empresa desenvolveu uma bebida formulada com três fontes complementares de cafeína: cafeína isolada, extrato de guaraná e chá verde, além de vitaminas e ingredientes funcionais, como magnésio e cromo, oferecendo uma experiência energética mais estável ao longo do dia e alinhada a um consumidor que busca desempenho sem abrir mão do bem-estar.
Esse mesmo conceito orientou a construção da identidade visual desenvolvida pela Hardcuore. A proposta acabou reconhecida internacionalmente ao conquistar duas das principais categorias do Dieline Awards 2026: Best Beverage e Best of Show, tornando a PAZ Energy a primeira marca brasileira a alcançar esse feito na premiação, uma das mais relevantes do mundo em design de embalagens e branding.
Ao transformar ausência em ativo de comunicação, a PAZ Energy propõe uma reflexão para o mercado sobre as métricas que vêm orientando a construção de marcas na última década. Em uma economia saturada por estímulos, talvez o maior diferencial competitivo já não seja aparecer mais, mas ser mais desejado. Enquanto grande parte da categoria continua disputando atenção, a PAZ aposta que curiosidade, pertencimento e significado podem construir um ativo mais difícil de conquistar, e muito mais duradouro do que alcance: o desejo.
Fundada em 2025, a PAZ Energy é uma marca brasileira de bebidas energéticas que combina performance, estilo de vida e construção de comunidade. Desenvolvida sob o conceito “PAZ® Better Energy”, a marca entra de forma estratégica no mercado.
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]]>O post Co-branding ainda vale a pena em 2026? Estratégia deixa de ser tendência e se consolida como alavanca de crescimento apareceu primeiro em Cris Moraes Comunicação Inteligente.
]]>Em um cenário em que marcas disputam atenção e relevância de forma cada vez mais intensa, o co-branding ainda faz sentido em 2026? A resposta, para especialistas e empresas que vêm apostando nesse modelo, é sim, mas com uma mudança importante de perspectiva: mais do que uma tendência ou ação pontual, a estratégia passou a ocupar um papel direto no crescimento e na construção de valor das marcas.
O conceito, que se baseia na união estratégica entre duas empresas para o desenvolvimento de produtos ou experiências, evoluiu nos últimos anos. Hoje, o foco está na complementaridade de atributos e na capacidade de gerar conexão real com o consumidor. Quando bem executado, o co-branding amplia alcance, fortalece posicionamento e cria soluções que dificilmente seriam construídas de forma isolada. Para que funcione, no entanto, é preciso ir além da simples associação de nomes. Alinhamento de valores, compatibilidade de público, coerência entre produto e proposta e capacidade de execução são fatores determinantes.
Um exemplo prático dessa estratégia como motor de crescimento vem da Sorvetes Los Los. Logo no início da operação, a marca apostou no desenvolvimento de um protótipo inspirado na bala 7 Belo, da Arcor, um produto carregado de memória afetiva para o público brasileiro.
Logo, a Los Los passou a estruturar o co-branding como parte central de sua estratégia, com parcerias com marcas como Nanica Brasil, Arcor, Doce de Leite Aviação e Nutty Bavarian. A lógica se manteve: transformar sabores já presentes no imaginário do consumidor em novas experiências, potencializando experimentação, visibilidade e desempenho no ponto de venda.
“Hoje, o co-branding é uma das formas mais eficientes de crescer combinando branding e resultado. Quando existe sinergia real entre as marcas, conseguimos acelerar o acesso a novos públicos, aumentar a taxa de experimentação e gerar impacto direto em vendas. No nosso caso, começamos validando essa estratégia com o 7 Belo e entendemos que havia uma oportunidade de transformar memória afetiva em diferencial competitivo.” afirma José Vicente Mazzarella, CEO e criador da Sorvetes Los Los.
Portanto, o avanço do co-branding como estratégia está diretamente ligado à pressão por eficiência nas áreas de marketing. Mais do que criar algo novo, trata-se de potencializar o que já possui reconhecimento, encurtando o caminho entre interesse e conversão.
Esse movimento também muda a forma como o sucesso dessas iniciativas é avaliado no mercado, o co-branding passa a ser analisado pela sua capacidade de integrar branding e performance.
Assessoria de Imprensa Brasil
Cris Moraes Comunicação Inteligente
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]]>O post Media training e reputação: como preparar líderes e porta-vozes para uma comunicação estratégica apareceu primeiro em Cris Moraes Comunicação Inteligente.
]]>Em um cenário em que executivos, especialistas e lideranças estão cada vez mais expostos na imprensa, nas redes sociais, em eventos e até nas conversas internas das empresas, saber se comunicar deixou de ser uma habilidade complementar e tornou-se parte da construção da reputação.
É justamente aí que entra o media training. Mais do que ensinar alguém a dar entrevistas, o treinamento de porta-vozes ajuda líderes a organizar mensagens, responder a perguntas difíceis, compreender o impacto das próprias palavras e representar uma organização com segurança e coerência.
Esse foi um dos principais temas da conversa entre Cris Moraes e Cris Kerr, CEO da CKZ Diversidade e especialista em diversidade, equidade, inclusão e pertencimento, no primeiro episódio da nova temporada do POD Ser Pauta.
Professora e autora dos livros Viés Inconsciente e Cultura Organizacional Livre de Assédio, Cris Kerr compartilhou sua experiência para discutir uma questão cada vez mais relevante para empresas e profissionais: como transformar uma fala em posicionamento — sem colocar em risco uma reputação construída ao longo de anos?
Media training é um treinamento voltado à preparação de porta-vozes, executivos e especialistas para situações de exposição pública, como entrevistas, coletivas de imprensa, eventos, palestras, podcasts e situações de crise.
Existe uma ideia equivocada de que dominar tecnicamente um assunto é suficiente para falar sobre ele publicamente. Não é. Um excelente executivo pode conhecer profundamente o negócio e, ainda assim, ter dificuldade para transformar esse conhecimento em uma mensagem clara. Um especialista pode dominar dados e pesquisas, mas não conseguir explicar por que aquela informação importa para quem está ouvindo.
É justamente essa distância que o media training ajuda a reduzir. O objetivo não é criar respostas decoradas ou tornar todos os porta-vozes iguais. É preparar cada profissional para compreender o que precisa comunicar, para quem está falando, qual mensagem deseja deixar e quais riscos precisam ser considerados antes de uma exposição pública.
Sim, principalmente porque a comunicação de um líder dificilmente é interpretada apenas como uma opinião individual. Quando um CEO, diretor ou executivo se manifesta publicamente, sua fala também pode ser associada à cultura, aos valores e ao posicionamento da organização que representa.
Por isso, reputação e comunicação estão profundamente conectadas. Afinal, uma declaração fora de contexto, uma resposta impulsiva ou uma escolha inadequada de palavras pode gerar interpretações que ultrapassam aquela entrevista.
Em contrapartida, uma liderança preparada consegue transformar oportunidades de exposição em espaços para construir confiança e fortalecer posicionamento, porque a reputação não começa quando uma crise acontece. Ela é construída muito antes dela.
Preparar um porta-voz vai muito além de entregar uma lista de possíveis perguntas e ensaiar respostas. O primeiro passo é entender o contexto.
– Qual é o veículo?
– Quem é o jornalista?
– Qual é o assunto?
– Existe alguma discussão recente que possa aparecer durante a conversa?
– Quais são os pontos sensíveis relacionados à empresa ou ao setor?
Depois, é necessário definir as mensagens-chave. Um bom porta-voz precisa saber quais são as duas ou três ideias que deseja deixar claras ao final daquela conversa. Isso ajuda a evitar respostas dispersas e permite que o profissional mantenha coerência mesmo diante de perguntas inesperadas.
Também é importante preparar exemplos, dados e evidências que sustentem essas mensagens. O treinamento, portanto, não serve para controlar uma entrevista. Serve para preparar a liderança para aquilo que ela não pode controlar.
Existe outra dimensão importante dessa preparação: a construção de autoridade. Tornar-se referência em uma área não acontece apenas pela exposição. Autoridade é resultado da combinação entre conhecimento, consistência, repertório e capacidade de compartilhar aquilo que se sabe.
Pesquisas, livros, artigos, palestras, entrevistas, produção de conteúdo e participação em debates relevantes ajudam a consolidar esse posicionamento. Mas quantidade, sozinha, não resolve. É preciso ter algo relevante a acrescentar à conversa.
Durante o POD Ser Pauta, Cris Kerr compartilha a própria trajetória e mostra como estudo, experiência e produção de conhecimento foram fundamentais para que ela construísse credibilidade em sua área. E essa é uma distinção importante: visibilidade faz uma pessoa ser vista. A Autoridade faz com que ela seja procurada quando determinado assunto entra em pauta.
A especialista relembra o incentivo que recebeu para transformar seu conhecimento em livro. “A Cris [Moraes] falava que para virar referência, eu teria que escrever um livro”, conta Kerr. A orientação ganhou ainda mais força após o mestrado em sustentabilidade na FGV, quando seu orientador também sugeriu transformar o trabalho acadêmico em uma publicação.
Ela ressalta também a importância do embasamento na construção dessa autoridade. “Um livro não pode ser um livro só da sua cabeça, ele tem que ser um livro com referências de pesquisas, dados”, explica.
Esse percurso reforça uma distinção importante: visibilidade faz uma pessoa ser vista. A Autoridade faz com que ela seja procurada quando determinado assunto entra em pauta.
Nem todo bom porta-voz começou confortável diante de um microfone. A segurança para conceder entrevistas, participar de painéis ou falar diante de grandes públicos é construída com preparação e prática.
Cris Kerr conta que ela própria nem sempre se sentiu confortável ocupando esses espaços. Entrevistas, palestras e até a criação de um canal no YouTube fizeram parte desse processo de desenvolvimento. Isso ajuda a desconstruir a ideia de que comunicar bem é um talento natural.
Algumas pessoas podem ter mais facilidade, mas comunicação também é técnica. Quanto maior a preparação, mais espaço existe para desenvolver segurança sem perder autenticidade.
Se qualquer posicionamento público exige atenção, temas relacionados à diversidade, equidade e inclusão acrescentam outra camada de responsabilidade. A linguagem muda porque a sociedade muda.
Expressões antes naturalizadas podem carregar preconceitos ou reforçar estereótipos. Ao mesmo tempo, o receio de “falar alguma coisa errada” pode levar lideranças ao extremo oposto: o silêncio. E nenhuma das duas respostas resolve o problema.
Uma comunicação inclusiva exige conhecimento, escuta e disposição para aprender. Isso significa compreender contextos sociais, rever vocabulários quando necessário e aceitar que nem sempre o erro acontece por intenção — mas que isso não elimina a responsabilidade de corrigi-lo.
O desafio é construir ambientes nos quais essa correção gere aprendizado, e não apenas constrangimento.
Comunicação inclusiva não se resume à escolha de algumas palavras. Ela está relacionada à maneira como uma organização reconhece diferentes perspectivas e cria espaços de diálogo e pertencimento.
Nesse processo, as lideranças têm um papel especialmente importante. A maneira como um gestor conduz uma reunião, oferece um feedback, responde a um erro ou se posiciona diante de uma situação sensível comunica tanto quanto qualquer campanha institucional.
Por isso, preparar lideranças para uma comunicação não violenta e mais consciente também significa fortalecer a cultura da organização. Empresas podem ter políticas de diversidade muito bem estruturadas no papel, mas, se as pessoas que ocupam posições de poder não conseguem traduzir esses valores para as relações cotidianas, existe uma distância entre discurso e prática — e essa distância também afeta a reputação.
Não existe uma única entrevista, palestra ou publicação capaz de construir autoridade de forma isolada. Reputação é consequência de consistência. Ela nasce da coerência entre aquilo que uma liderança diz, aquilo que faz e aquilo que a organização representa. É fortalecida por conhecimento, preparo, posicionamentos claros e capacidade de compreender o impacto que uma mensagem pode provocar em diferentes públicos.
É por isso que o media training não deveria entrar em cena apenas quando existe uma entrevista importante ou uma crise prestes a acontecer.
Preparar porta-vozes é uma estratégia contínua de reputação. Porque toda vez que uma liderança ocupa um microfone, publica uma opinião, participa de um evento ou responde a uma pergunta difícil, existe algo maior em jogo do que aquela fala. Existe uma percepção sendo construída. E, em comunicação, percepção também constrói reputação.
No primeiro episódio da nova temporada do POD Ser Pauta, Cris Moraes e Cris Kerr aprofundam essa conversa e falam sobre media training, autoridade, diversidade, comunicação inclusiva, posicionamento e os desafios de preparar lideranças para um cenário de exposição cada vez maior.
Se você atua em comunicação, relações públicas, assessoria de imprensa, liderança, gestão de pessoas ou reputação corporativa, o episódio traz reflexões e experiências que ajudam a entender por que preparar uma liderança para falar também é prepará-la para representar.
Assista ou ouça ao episódio completo do POD Ser Pauta no YouTube ou no Spotify e compartilhe com alguém que ocupa — ou está se preparando para ocupar — uma posição de porta-voz.
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]]>O post Sorvetes Los Los e Gabriel Medina dão continuidade à parceria com novos conteúdos no Instagram apareceu primeiro em Cris Moraes Comunicação Inteligente.
]]>A Sorvetes Los Los e o tricampeão mundial de surfe Gabriel Medina seguem avançando em sua parceria e apresentam uma nova série de conteúdos no Instagram, com vídeos e fotos inéditos que reforçam o posicionamento da marca.
Desenvolvida pelo Grupo Tônica, a comunicação mantém o conceito “A Nossa Onda é o Sabor de Verdade”.
Os novos conteúdos estão sendo publicados nos perfis da marca e do atleta.
“Para nós, essa conexão é uma grande conquista. Gabriel Medina não ganha campeonatos por sorte, e a Los Los não é única por acaso. O elo aqui é o trabalho. Para o Medina, o ‘sabor de verdade’ é a vitória que vem depois de treinos exaustivos e da busca pela onda perfeita. Para a Los Los, nasce de arregaçar as mangas e ir atrás do melhor ingrediente, da melhor receita e da melhor execução. Só sente o sabor quem tem coragem de fazer o que é real”, comenta José Vicente Mazzarella, CEO e criador da Los Los.
A continuidade da parceria reforça o posicionamento da marca após seu rebranding, consolidando o propósito de criar experiências memoráveis por meio de sabores que despertam conexão afetiva. Ao aprofundar o paralelo entre esporte e produto, a campanha convida o consumidor a sair do raso e valorizar o que é construído com consistência dentro e fora d’água.
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]]>O post PAZ Energy transforma o silêncio em estratégia e se consolida no mercado brasileiro apareceu primeiro em Cris Moraes Comunicação Inteligente.
]]>O mercado de bebidas energéticas no Brasil vem passando por um ciclo de forte expansão e amadurecimento, impulsionado pela ampliação das ocasiões de consumo e pela incorporação do produto à rotina dos consumidores. A categoria, que deixou de estar restrita a momentos pontuais, como festas e baladas noturnas, tem ganhado relevância no dia a dia e se consolidado como parte do estilo de vida de diferentes perfis de público.
Esse cenário abre espaço para novas marcas e propostas em um setor cada vez mais competitivo. É nesse contexto que nasce a PAZ Energy, nova marca brasileira de bebidas energéticas que entra no mercado combinando performance e estilo de vida, aliada a uma estratégia de lançamento fora do padrão tradicional da categoria.
A PAZ Energy chegou ao mercado a partir de uma construção baseada em escolha e parceria. Integram essa primeira fase redes e varejistas como Zona Sul, St. Marche, Mambo, Casa Santa Luzia, Pague Menos, Carrefour e Prezunic. A marca segue em movimento de expansão estratégica, avançando na presença em novos pontos de venda alinhados ao seu posicionamento e fortalecendo sua atuação em diferentes regiões e canais, sempre priorizando qualidade de entrada em vez de volume de distribuição.
Diferentemente dos lançamentos convencionais do setor, a PAZ Energy adota uma estratégia intencionalmente silenciosa e inovadora. Com perfil fechado no Instagram e um site de acesso restrito, no qual o consumidor precisa se cadastrar e aguardar convite, a marca aposta na curiosidade e na construção de comunidade como principais ferramentas de crescimento. A marca se apoia na premissa de que “paz não é calmaria, é quando você atinge o seu melhor estado”.
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]]>O post 5 tendências de carreira para ficar de olho em 2026 apareceu primeiro em Cris Moraes Comunicação Inteligente.
]]>Com a transformação acelerada do mercado de trabalho, jovens que ingressarão na vida profissional nos próximos anos precisarão ir além da formação tradicional. Soft skills, experiências práticas, formação técnica e competências na área da tecnologia despontam como fatores decisivos para a empregabilidade em 2026, segundo análise do Instituto Reciclar, ong que atua na inclusão produtiva de jovens em situação de vulnerabilidade social.
O diretor executivo do Instituto Reciclar, Carlos Henrique Lima, aponta que o mercado de trabalho tem passado por transformações consideráveis nos últimos anos refletindo em uma maior valorização de habilidades e competências socioemocionais, busca por perfis cada vez mais adaptáveis aos diferentes formatos de trabalho e a ampliação das vagas e oportunidades globais.
Segundo o especialista e professor convidado da Fundação Dom Cabral, entre as principais tendências do mercado de trabalho em 2026, estão:
Para Carlos Henrique Lima: Mais do que formar para uma vaga específica, é preciso desenvolver competências que ampliem horizontes e gerem autonomia ao longo da vida profissional.
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]]>A empregabilidade dos jovens no Brasil sofreu transformações significativas na última década, tanto nas formas de vínculo quanto nas exigências para ocupação e permanência nas posições. Essas mudanças configuram um cenário em que apenas a formação técnica não atende às demandas e tendências de um mercado cada vez mais competitivo e desafiador. É isso que mostra a pesquisa conduzida pelo Instituto Reciclar, ONG voltada para a inclusão produtiva de jovens em vulnerabilidade social no Brasil. O estudo apontou que 92% das organizações terão preferência por habilidades socioemocionais mais do que certificações formais na contratação de jovens brasileiros nos próximos 5 anos.
A pesquisa “Panorama Juventudes e o Futuro do Trabalho 2026” foi realizada com especialistas de recursos humanos e lideranças de 50 empresas e mapeou as percepções, práticas e tendências relacionadas à inserção e ao desenvolvimento de jovens no mundo do trabalho até 2030. Entre as organizações participantes, 50% são do setor de serviços, 50% operam a nível nacional e 25% são multinacionais.
O levantamento mostra que a ampliação da contratação de jovens já é uma realidade para 83% das empresas, que aumentaram as posições de entrada nos últimos três anos. Ao mesmo tempo, 78% afirmam valorizar competências socioemocionais até mesmo acima de um diploma formal. Estágio e programas como Jovem Aprendiz seguem como os principais modelos de porta de entrada e desenvolvimento de carreira para jovens e adolescentes.
Segundo o estudo, entre as soft skills mais requeridas entre as marcas empregadoras até 2030 estão: comunicação (83%), inteligência emocional (75%), pensamento crítico (58%), resolução de problemas (50%) e proatividade (50%). As habilidades aparecem como as mais necessárias para o desenvolvimento dos jovens, independente da área de atuação.
Além da formação técnica, as empresas ouvidas pela pesquisa indicam que esperam dos jovens, antes mesmo da contratação, competências comportamentais consideradas essenciais para a adaptação ao ambiente corporativo. Entre os principais pontos citados estão responsabilidade e comprometimento (83%), postura profissional (50%), capacidade de resolver problemas (33%), comunicação clara e objetiva (33%) e noções básicas sobre o mundo do trabalho, como ética, hierarquia e processos internos (25%).
“Os dados revelam uma demanda crescente do mercado por profissionais que chegam mais preparados não apenas tecnicamente, mas também para desafios da rotina. Empresas procuram jovens capazes de se comunicar com clareza e solucionar problemas, competências que nem sempre são plenamente desenvolvidas na escola”, destaca o diretor-executivo do Instituto Reciclar, Carlos Henrique Lima.
Para o desenvolvimento, as práticas mais comuns adotadas pelas empresas, conforme levantamento, são mentorias em 83% delas e trilhas de aprendizagem em 75% das organizações. Fora das companhias, o aprimoramento dos programas de qualificação e ações de preparação desses jovens também foi destaque por 92% das empresas participantes da pesquisa.
“Para os jovens, especialmente aqueles que vivem num contexto de vulnerabilidade social, existe uma lacuna entre a formação escolar e o mundo do trabalho. Por isso, canais e parcerias com organizações que desenvolvam jovens são possíveis caminhos para ampliar as chances de contratação e, o mais importante, garantir a permanência das juventudes em posições de destaque no mercado de trabalho”, explica Carlos.
Sobre o Instituto Reciclar: O Instituto Reciclar é uma organização sem fins lucrativos que atua há 30 anos com o objetivo de promover a educação e a inclusão produtiva de jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio de diferentes iniciativas e programas sociais focados na educação e formação profissional.
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