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]]>A IV Conferência Internacional Small Cinemas: Crossing Borders teve 73 trabalhos aprovados, entre propostas de professores pesquisadores, alunos de graduação e de pós-graduação. Os inscritos são oriundos de 12 diferentes países e estão associados a uma das 55 instituições participantes do evento.
Ao longo dos três dias da conferência acontecerão 24 mesas de debates, 2 debates com cineastas convidados, incluindo a exibição de um de seus filmes, 1 apresentação de live cinema e artist talk sobre o trabalho exibido, 1 conferência com dois pesquisadores renomados na área. O Small Cinemas desta edição está centrado em 6 eixos distintos: estéticas e poéticas; novas tecnologias e subjetividades; cinema de autor; produção, distribuição e exibição; políticas culturais; e cinemas transnacionais.
O encontro tem como objetivo viabilizar uma discussão mais abrangente entre pesquisadores e profissionais de cinema de todo o mundo sobre produção, distribuição e recepção dos chamados “pequenos cinemas” em níveis regionais, nacionais e internacionais. O conceito de small cinemas é bastante amplo e contempla desde o estudo de pequenas cinematografias, em países distantes do circuito hegemônico de produção e exibição, até investigações sobre novas tecnologias, novos circuitos descentralizados, novas formas de produção e consumo em ambientes digitais. Documentários, filmes de ficção, minorias ou cinemas autorais são desdobramentos do tema que se enquadram perfeitamente na proposta da conferência.
The IV Small Cinemas International Conference: Crossing Borders had 73 papers approved, among them researchers, undergraduate and post-graduate students’ papers. There will be participants from 12 different countries linked to one of the 55 institutions that are involved with the conference.
During the three days, the conference will hold 24 rounds of debates, 2 conversations with invited film-makers, including the exhibition of one their films, 1 presentation of live cinema and artist talk about the work exhibited, 1 conference with two researchers well-known in the field. This Small Cinemas edition is centered in 6 different areas: aesthetics and poetic; new technologies and subjectivities; author cinema; production, distribution and exhibition; cultural politics; and crossing-boarders cinema.
The gathering has the intention of motivating a discussion among researchers and professionals from the film industry from all around the world about the production process, distribution and reception of the so called “small cinemas”, in all levels, regional, national and international. The concept of small cinemas is wide and involves everything from the study of small cinematography, in distant countries within the hegemonic circuit of production and exhibition, to investigations about new technologies, new decentralized circuits, new ways of production and consumption among digital environments. Documentaries, fiction films, minority and author cinemas are subthemes that fit in perfectly with the conference proposition.
La IV Conferencia Internacional Small Cinemas: Crossing Borders tuvo 73 trabajos aprobados, entre propuestas de profesores investigadores, alumnos de graduación y de postgrado. Los inscritos son oriundos de 12 diferentes países y están asociados a una de las 55 instituciones participantes del evento.
Al largo de los tres días de la conferencia acontecerán 24 mesas de debates, 2 debates con cineastas invitados, incluyendo la exhibición de uno de sus películas, 1 presentación de live cine y artist talk sobre el trabajo exhibido, 1 conferencia con dos investigadores renombrados en el área. Esta edición del Small Cinemas ha 6 ejes distinguidos: estéticas y poéticas; nuevas tecnologías y subjetividades; cine de autor; producción, distribución y exhibición; políticas culturales; y cines transnacionales.
El encuentro tiene como objetivo viabilizar una discusión más abarcadora entre investigadores y profesionales de cine de todo el mundo sobre producción, distribución y recepción de los llamados “pequeños cines” en niveles regionales, nacionales e internacionales. El concepto de small cinemas es bastante amplio y contempla desde el estudio de pequeñas cinematografías, en países distantes del circuito hegemónico de producción y exhibición, hasta investigaciones sobre nuevas tecnologías, nuevos circuitos descentralizados, nuevas formas de producción y consumo en ambientes digitales. Documentales, películas de ficción, minorías o cines de autor son desdoblamientos del tema que se encuadran perfectamente en la propuesta de la conferencia.
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[Quarta-feira, dia 04 de setembro]
SALA HASSIS
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO – CCE
PRÉDIO B – TÉRREO
09:00 – 10:30
10:45 – 12:15
14:00 – 15:30
15:45 – 17:15
SALA DRUMMOND
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO – CCE
PRÉDIO B – TÉRREO
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10:40 – 12:30
14:00 – 15:30
15:45 – 17:15
[Quinta-feira, dia 05 de setembro]
SALA HASSIS
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[Sexta-feira, dia 06 de setembro]
SALA HASSIS
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14:00 – 15:30
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SALA DRUMMOND
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[Wednesday, September 4th]
SALA HASSIS
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO – CCE
PRÉDIO B – TÉRREO
09:00 – 10:30 A.M.
10:45 – 12:15 A.M.
02:00 – 03:30 P.M.
03:45 – 05:15 P.M.
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[Thursday, September 5th]
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[Friday, September 6th]
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[Miércoles, 04 de septiembre]
SALA HASSIS
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO – CCE
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02:00 – 03:30 P.M.
03:45 – 05:15 P.M.
SALA DRUMMOND
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO – CCE
PRÉDIO B – TÉRREO
09:00 – 10:30 A.M.
10:40 – 12:30 A.M.
02:00 – 03:30 P.M.
03:45 – 05:15 P.M.
[Jueves, 05 de septiembre]
SALA HASSIS
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO – CCE
PRÉDIO B – TÉRREO
09:00 – 10:30 A.M.
10:45 – 12:15 A. M.
02:00 – 03:30 P.M.
03:45 – 05:15 P.M.
SALA DRUMMOND
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO – CCE
PRÉDIO B – TÉRREO
09:00 – 10:30 A.M.
10:45 – 12:15 A.M.
02:00 – 03:30 P.M.
03:45 – 05:15 P.M.
[Viernes, 05 de septiembre]
SALA HASSIS
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO – CCE
PRÉDIO B – TÉRREO
09:00 – 10:30 A.M.
10:45 – 12:15 A.M.
02:00 – 03:30 P.M.
03:45 – 05:15 P.M.
SALA DRUMMOND
CENTRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO – CCE
PRÉDIO B – TÉRREO
09:00 – 10:30 A.M.
10:45 – 12:15 A.M.
02:00 – 03:30 P.M.
03:45 – 05:15 P.M.
HOTEIS E HOSTELS
Slavieiro Executive Hotel | Telefone: (48) 3203-1000
http://www.slavierohoteis.com.br/br/florianopolis/slaviero-executive-florianopolis_4_hoteis.aspx
Aqui o trajeto do Hotel Slavieiro até a UFSC: http://goo.gl/maps/a1GbC
Hotel Quinta da Bica D’Água | Telefone: (48) 3337 – 5491
http://www.hotelquintadabicadagua.com.br/#
Aqui o trajeto do Hotel Quinta da Bica D’Água até a UFSC: http://goo.gl/maps/DC4bB
Ibis Florianópolis Hotel | Telefone: (48) 3216-0000
http://ibishotel.ibis.com/pt-br/brasil/index.shtml
Aqui o trajeto do Hotel Ibis até a UFSC: http://goo.gl/maps/7fzS5
Hi Hostel | Telefone: (48) 3225-3781/3225-4515
http://www.floripahostel.com.br/
Aqui o trajeto do Hostel Hi até a UFSC: http://goo.gl/maps/JBZqb
Lagoa Hostel | Telefone: (48) 3234-4466
E-mail: lagoahostel@hotmail.com
Aqui o trajeto do Hostel Lagoa até a UFSC: http://goo.gl/maps/9MH0d
Porto da Ilha Hotel | Telefone: (48) 3229.3000
E-mail: contato@portodailha.com.br
Aqui o trajeto do Hotel Porto da Ilha até a UFSC: http://goo.gl/maps/6lpBm
Hola Hotel | Telefone: (48) 3226-1002
E-mail: contato@hotelhola.com.br
Aqui o trajeto de Hola Hostel até a UFSC: http://goo.gl/maps/vJQbI
HOTELS AND HOSTELS
Slavieiro Executive Hotel | Phone: +55 48 3203-1000
http://www.slavierohoteis.com.br/br/florianopolis/slaviero-executive-florianopolis_4_hoteis.aspx
Here’s the route from Slaviero Hotel to UFSC: http://goo.gl/maps/a1GbC
Hotel Quinta da Bica D’Água | Phone: +55 48 3337 – 5491
http://www.hotelquintadabicadagua.com.br/#
Here’s the route from Hotel Quinta da Bica D’Água to UFSC: http://goo.gl/maps/DC4bB
Ibis Florianópolis Hotel | Phone: +55 48 3216-0000
http://ibishotel.ibis.com/pt-br/brasil/index.shtml
Here’s the route from Hotel Ibis to UFSC: http://goo.gl/maps/7fzS5
Hi Hostel | Phone: +55 48 3225-3781/3225-4515
http://www.floripahostel.com.br/
Here’s the route from Hostel Hi to UFSC: http://goo.gl/maps/JBZqb
Lagoa Hostel | Phone: +55 48 3234-4466
E-mail: lagoahostel@hotmail.com
Here’s the route from Hostel Lagoa to UFSC: http://goo.gl/maps/9MH0d
Porto da Ilha Hotel | Phone: +55 48 3229-3000
E-mail: contato@portodailha.com.br
Here’s the route from Hotel Porto da Ilha to UFSC: http://goo.gl/maps/6lpBm
Hola Hotel | Phone: +55 48 3226-1002
E-mail: contato@hotelhola.com.br
Here’s the route from Hola Hostel to UFSC: http://goo.gl/maps/vJQbI
HOTELESS Y HOSTALES
Slavieiro Executive Hotel | Telefone: +55 48 3203-1000
http://www.slavierohoteis.com.br/br/florianopolis/slaviero-executive-florianopolis_4_hoteis.aspx
Aquí el camino desde el hotel hasta la UFSC: http://goo.gl/maps/a1GbC
Hotel Quinta da Bica D’Água | Telefone: +55 48 3337 – 5491
http://www.hotelquintadabicadagua.com.br/#
Aquí el camino desde el Hotel Quinta da Bica D’Água hasta la UFSC: http://goo.gl/maps/DC4bB
Ibis Florianópolis Hotel | Telefone: +55 48 3216-0000
http://ibishotel.ibis.com/pt-br/brasil/index.shtml
Aquí el camino desde el hotel hasta la UFSC: http://goo.gl/maps/7fzS5
Hi Hostel | Telefone: +55 48 3225-3781/3225-4515
http://www.floripahostel.com.br/
Aquí el camino desde el hotel hasta la UFSC: http://goo.gl/maps/JBZqb
Lagoa Hostel | Telefone: +55 48 3234-4466
E-mail: lagoahostel@hotmail.com
Aquí el camino desde el hotel hasta la UFSC: http://goo.gl/maps/9MH0d
Porto da Ilha Hotel | Telefone: +55 48 3229.3000
E-mail: contato@portodailha.com.br
Aquí el camino desde el hotel hasta la UFSC: http://goo.gl/maps/6lpBm
Hola Hotel | Telefone: +55 48 3226-1002
E-mail: contato@hotelhola.com.br
Aquí el camino desde el hotel hasta la UFSC: http://goo.gl/maps/vJQbI
]]>De Ônibus
Saindo do Aeroporto Internacional Hercílio Luz, à direita, ainda dentro do terreno do Aeroporto, haverá um ponto de ônibus. Pegue o ônibus da Empresa Insular, Linha Corredor Sudoeste. O trajeto a ser efetuado é Aeroporto-Terminal do Centro (TICEN). No TICEN, você descerá na Plataforma B e se dirigirá, à direita, à Plataforma A. Lá você deve embarcar na Linha UFSC Semidireto. Faça o trajeto TICEN-UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). Cada passagem custa R$2,90.
De Táxi
Do Aeroporto Internacional Hercílio Luz até a Universidade Federal de Santa Catarina o custo de uma viagem de táxi sairá por volta de R$35. Telefone da central de táxi: 48 3240 6009
Veja aqui o trajeto do Aeroporto Hercílio Luz até a Universidade Federal de Santa Catarina: http://goo.gl/maps/Ih4lE
Bus
From the International Airport Hercílio Luz, exit the terminal, turn right and walk to the bus stop. Then, take the bus from the Insular Company, Linha Corredor Sudoeste, that goes through the airport and its last stop is at the city center. The ticket coast 2,90 reais. When you arrive at the City Center Terminal – TICEN – you’ll be at the Platform B. You will exit the Platform B and turn right until you arrive at Platform A. There you shall take the bus UFSC Semidireto. It will also coast 2,90 reais. Finally, this bus will take you to the University.
Taxi
Exiting the airport you will find a Taxi station. You’ll ask the driver to take you to the University. The coast of the ride will be around 35,00 reais.
Here are the directions from the Airport to the University: http://goo.gl/maps/Ih4lE
Autobús
Saliendo del Aeropuerto Internacional Hercílio Luz, caminando para la derecha, aún dentro del terreno del Aeropuerto, habrá un punto de autobús. Al punto de autobús, usted debe coger el autobús de la Empresa Insular, Linha Corredor Sudoeste, que pasa por dentro del aeropuerto y sigue en dirección al centro de Florianópolis. El pasaje cuesta R$ 2,90. Ese autobús que saldrá del aeropuerto y se dirigirá al Centro de Florianópolis, y parará en la Terminal del Centro (TICEN). En la Terminal, usted parará en la Plataforma B. Saliendo de la Plataforma B, a la derecha, usted deberá seguir hasta la Terminal A. Llegando en esta terminal, usted deberá coger la Línea UFSC Semidireto. Costará R$2,90. Por fin, ese autobús llevará usted hasta la Universidad Federal de Santa Catarina.
Taxi
Usted saldrá del Aeropuerto Internacional Hercílio Luz y deberá coger un taxi que estará estacionado en el frente del aeropuerto. El coste de un viaje de taxi saldrá alrededor de R$35.
Aquí, el trayecto del Aeropuerto Hercílio Luz hasta la Universidad Federal de Santa Catarina: http://goo.gl/maps/Ih4lE
]]>Endereço
UFSC – Centro de Comunicação e Expressão
Curso de Graduação em Cinema
Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima
CEP 88040-900
Florianópolis/SC
E-mail
smallcines@gmail.com
Address
UFSC – Centro de Comunicação e Expressão
Curso de Graduação em Cinema
Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima
CEP 88040-900
Florianópolis/SC
E-mail
smallcines@gmail.com
Endereço
UFSC – Centro de Comunicação e Expressão
Curso de Graduação em Cinema
Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima
CEP 88040-900
Florianópolis/SC
PALESTRA DE DENILSON LOPES
Cosmopolitismo dos Pequenos Gestos e Paisagens Sonoras Transculturais
O ponto de partida é O Sentimento do Mundo de Carlos Drummond de Andrade no qual a ausência da nação e a presença da rua e do mundo abrem a possibilidade de uma genealogia de um cosmopolitismo afetivo de pequenos gestos e sua atualidade na produção cinematográfica contemporânea. Destacaremos como as paisagens transculturais, no sentido que Arjun Appadurai utiliza, ou seja, como comunidades de solidariedade transnacional, são elaboradas pela música em filmes como Millenium Mambo de Hou Hsiao-Hsien, O Céu de Suely de Karim Aïnouz, Os Monstros do Alumbramento, Europa e Mauro vai à Caiena de Leonardo Mouramateus.

PALESTRA DE JORGE LA FERLA
Big Cinemas/Small Cinemas ou “O que houve com o cinema?”
O discurso otimista do progresso e da novidade, que acompanhou os inventos e as máquinas audiovisuais ao longo dos séculos XIX e XX, conviveu com o pessimismo ligado a perda de originalidade que marcou a história do meio. Esse relato maniqueísta funcionou ao longo do tempo oferecendo uma resistência às sucessivas modificações e contaminações sofridas por um cinema que a cada vez menos respondia à materialidade original e ao dispositivo de filmagem, produção e projeção, que mesmo variados, se mantiveram durante mais de um século. No entanto, o cinema manteve uma série de vínculos híbridos com diversas tecnologias que surgiram ao longo do tempo, as quais foram incorporadas à realização e práxis cinematográficas, podendo servir para a perda ou ganho do teor cinematográfico. Estas variáveis tecnológicas foram gerando uma série de mudanças no desenvolvimento da produção, na criação de cena, no consumo e na recepção do comercial e do culto do cinema de autor. O cinema converteu-se em sua totalidade em um processo digital que levou a práxis cinematográfica, a exibição e o consumo a se desvincular definitivamente da materialidade que lhe deu o sustento ontológico. Este estado de crise implica uma perda irreparável e propõe desafios à criação de parâmetros para a relação entre tecnologia e imaginário.
LECTURE OF DENILSON LOPES
Cosmopolitism of Small Gestures and Transcultural Soundscapes
The starting point is O Sentimento do Mundo from Carlos Drummond de Andrade in wich the absense of nation and the presence of the street and the world opens up the possibility of a genealogy of an afective cosmopotism of little acts and its present in the contemporary cinematographic production. We’ll highlight how the transcultural scenarios, as Arjun Appadurai call it, how transnational solidary communities are created by music in movies like Millenium Mambo by Hou Hsiao-Hsien, O Céu de Suely by Karim Aïnouz, Os Monstros do Alumbramento, Europa and Mauro vai à Caiena by Leonardo Mouramateus.
Big Cinemas/Small Cinemas or “What was made of cinema?”
The optimistic speech of progress and revolution that accompanied the inventions and the cinematographic machines along the 19th and 20th centuries was accompanied by a dark pessimism regarding the gradual losses of the cinema originalities, its materiality. This Manichaeism appeal worked as a resistance to the modifications and corruptions suffered by the cinema. However, film kept a series of hybrid bonds with diverse technologies, which were incorporated to the production and cinematographic praxis. Those could be considered a loss for the art or a improvement. These technological variables engaged a series of changes in the development of the production, the scene creation, the consumption and the reception of the commercial film and the cult of the author’s cinema. The cinema has become a digital process that forced the cinematographic praxis, its exhibition and consumption to detach from the materiality which gave its ontological base. This crisis involves irreparable loss and poses challenges regarding the establishment of new parameters for the relation between technology and imaginary
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CONFERENCIA DE DENILSON LOPES
Cosmopolitismo de los Pequeños Gestos y Paisajes Sonoros Transculturales
El punto de partida es El Sentimiento del Mundo de Carlos Drummond de Andrade, en el cual la ausencia de la nación y la presencia de la calle y del mundo abren la posibilidad de una genealogía de un cosmopolitismo afectivo de pequeños gestos y su actualidad en la producción cinematográfica contemporánea. Destacaremos como los paisajes transculturales, en el sentido que Arjun Appadurai utiliza, o sea, como comunidades de solidaridad transnacional, son elaboradas por la música en películas como Millenium Mambo de Hou Hsiao-Hsien, O Céu de Suely de Karim Aïnouz, Os Monstros do Alumbramento, Europa e Mauro vai à Caiena de Leonardo Mouramateus.
Big Cinema/Small Cinemas o ¿ Que fue del cine ?
El optimista discurso del progreso y la novedad, que acompañó los inventos y las máquinas audiovisuales a lo largo de los siglos XIX y XX convivió con el oscuro pesimismo que siguió de cerca las pérdidas paulatinas de las originalidades del cine a lo largo de toda su historia. Ese atractivo relato maniqueísta funcionó a lo largo del tiempo ofreciendo asimismo una resistencia a las sucesivas modificaciones y contaminaciones sufridas por un cine que cada vez menos respondía a la materialidad original y al dispositivo de filmación, procesamiento y proyección que lo fundaran que fue variando pero que se sostuvo durante más de un siglo. Sin embargo, el cine vino manteniendo una serie de vínculos híbridos con diversas tecnologías que fueron surgiendo a lo largo del tiempo, las cuales se fueron incorporando a la realización y praxis cinematográficas y que según el criterio fueron catalogadas como sucesivas pérdidas de especificidad o mejoras sustantivas que enriquecían el quehacer cinematográfico. Estas variables tecnológicas, fueron jalonando una serie de cambios en el desarrollo de la producción, la puesta en escena, el consumo y la recepción del espectáculo masivo y el culto del cine de autor. El cine se ha convertido en su totalidad en un proceso informático que ha llevado a un punto sin retorno la praxis cinematográfica, su exhibición y consumo desvinculada definitivamente de la materialidad que le dio sustento ontológico. Este estado de crisis implica la pérdida irreparable y plantea desafíos en base a nuevos parámetros para la relación entre tecnología e imaginario.
]]>Professor, curador e videoartista. Chefe de cátedra na Universidade de Buenos Aires e professor titular da Universidade del Cine. Realizador de vídeo, TV e multimidia. Foi professor convidado de pós-graduação em instituições e universidades na Alemanha, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Espanha, França, Israel, Itália, México, Peru, Paraguai, Suíça, Uruguai e Estados Unidos. Curador de cinema, vídeo e novas mídias, tem livros publicados no Brasil, Argentina e Colômbia e artigos em diversas publicações da América e Europa.
Professor, diretor e roteirista. Estudou na Escola de Cinema da UFF e trabalhou em diversos filmes como assistente de direção, produtor e montador. Em 1994 dirigiu seu primeiro curta: Sopro (co-dirigido por Flávio Zettel). Seguiram outros quatro curtas: Terral (1995), A infância da mulher barbada (1996), Tropel (2000) e Reminiscência (2001). Juntos estes filmes ganharam mais de 40 prêmios e foram exibidos em importantes festivais, como Rotterdam, Berlin, Clermont-Ferrand, Havana, Biarritz, Brasília, Gramado etc. Em 2012 produziu o longa-metragem Sudoeste, exibido em 27 países e vencedor de 22 prêmios internacionais (incluindo dois FIPRESCI e o prêmio ANDREI TARKOVSKI). Nunes também trabalha como diretor de documentários para a TV desde 1998.
Professor da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, pesquisador do CNPq e autor de No Coração do Mundo: Paisagens Transculturais (Rio de Janeiro, Rocco, 2012), A delicadeza: estética, experiência e paisagens (Brasília, EdUnB, 2007), O homem que amava rapazes e outros ensaios (Rio de Janeiro, Aeroplano, 2002) e Nós os mortos: melancolia e neo-barroco (Rio de Janeiro, 7Letras, 1999), organizador, ao lado de Andréa França, de Cinema, globalização e interculturalidade (Chapecó, Argos, 2010) e organizador de O cinema dos anos 90 (Chapecó, Argos, 2005).
Albertina Carri é uma das figuras que concretizou o conceito de Novo Cinema Argentino. Caracteriza-se por sua versatilidade e constante pesquisa em diferentes gêneros. Já explorou tanto o gênero noire quanto a estética documental – e seu limite com a ficção -, o melodrama pornográfico e o drama familiar. Diretora, produtora e roterista, nasceu em Buenos Aires em 1973, onde vive e trabalha atualmente. Realizou sua primeira obra-prima aos 24 anos, “No quiero volver a casa”. Seu segundo longa, “Los Rubios”, o estacou como uma das melhores diretoras de sua geração. Esse filme desafiou os discursos dominantes sobre a ditatura mais sangrenta da história do pais e da figura dos desaparecidos, marcou a forma de registo de memória e suas representações. “Géminis”, seu terceiro longa, revela os discursos hipócritas sobre amor e sexualidade das classes altas argentinas.”La Rabia”, seu último longametragem, é um olhar original sobre a violência que domina a paisagem bucólica dos pampas argentinos. Em 2010, fundou junto com a esposa, a jornalista Marta Dillon, Torta La Productora. Com essa produtora realizou as séries de tv Visibles, 23 Pares e La Bella Terea. Atualmente está desenvolvendo diversos formatos televisivos, um tríptico com Found Footage, uam vídeo-instalação e o roteiro do seu quinto longa: La Manzana Podrida.
Rachel Rosalen e Rafael Marchetti
Rachel Rosalen é mestre em Multimeios (UNICAMP) e Rafael Marchetti é formado pela Escuela Nacional de Bellas Artes Manuel Belgrano (Argentina). Em 2007 Marchetti e Rosalen iniciam sua colaboração. Combinando desenho de espaços e o entorno de net-art, juntos desenvolvem instalações interativas e espaços híbridos. Além de exposições e participações em renomadas instituições culturais como lArs E lectronica (Linz), Biena de Sevilha, ZKM (Karlsruhe), Centre Pompidou (Paris), Plugin (Basel), Museu de Arte de Yokohama (Japão), Museu de Arte Contemporânea (Basel), 4ª Bienal de Vídeo Arte de Tel Aviv (Israel), Instituto Tomie Ohtake (São Paulo), Image Forum (Tokyo), Videoformes (Clermont-Ferrand), Kunstraum Walcheturm (Zurich), La Filature (Mulhouse), Palazzio Nuovo (Nápoles), Paço das Artes (SP), File (São Paulo), 404 (Rosario), Viper Festival (Basel), ACM Multimedia (Singapur), Novas Geografias (México DF), Bienal da Habana, Break 2.3 (Ljubljiana), Accea (Armenia), Laboral, Espacio Fundación Telefonica, Buenos Aires, Centro Cultural Recoleta (Buenos Aires), Vídeo Guerrilha (São Paulo, Shangai e San Petersburg), Outdoor Festival (Roma), Werkraum Warteck PP (Basel), Victoria Theater (Mälmo), Whitespace Gallery (Atlanta), entre outros. Também foram contemplados por importantes prêmios como PAC Novas Mídias (2006, Secretaria do Estado da Cultura de São Pau lo), Prog:me (2005) Rio de Janeiro, File (2005) e Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia, São Paulo (2003 e 2007).
Professor, curator and video artist. Chief of Professorship at Buenos Aires University and professor at Universidade del Cine. Video, TV and multimidea maker. He was guest professor of graduate at institutions and universities in Germany, Brazil, Canada, Uruguay and United States. Also curator of cinema, video and new medias, wrote books published in Brazil, Argentina and Colombia, with articles published in several vehicles in America and Europe.
Professor, film director and screenplay writer. He studied at Cinema School of UFF and worked in several movies as directing assistant, producer and film editor. In 1994, he directed his first short-movie, Sopro (co-directed by Flávio Zettel), followed by four other short-movies, Terral (1995), A Infância da Mulher Barbada (1996), Tropel (2000) and Reminiscência (2001). These five movies, together, were granted more than 40 awards and were screened in major festivals, such as Rotterdam, Berlin, Clermont-Ferrand, Havana, Biarritz, Brasília and Gramado. In 2012, he produced Sudoeste, screened in 27 countries and winner of 22 international awards (included 2 FIPRESCI and the ANDREI TARKOVSKI award). Nunes also works directing documentaries for TV since 1998.
Professor at School of Communication in UFRJ, CNPq researcher and autor of No Coração do Mundo: Paisagens Transculturais (Rio de Janeiro, Rocco, 2012), A delicadeza: estética, experiência e paisagens (Brasília, EdUnB, 2007), O homem que amava rapazes e outros ensaios (Rio de Janeiro, Aeroplano, 2002) and Nós os mortos: melancolia e neo-barroco (Rio de Janeiro, 7Letras, 1999), co-editor with Andréa França of Cinema, globalização e interculturalidade (Chapecó, Argos, 2010) and editor of O cinema dos anos 90 (Chapecó, Argos, 2005).
Albertina Carri is one of the figures laying the groundwork for the concept of New Argentine Film. Characteristic are versatility and the constant research into different genres. She has explored both film noire, and documentary, bordering on fiction, pornographic melodrama and family drama. Director and scriptwriter, she was born in Buenos Aires in 1973, where she presently lives and Works. She shot her masterpiece at 24, No quiero volver a casa. Her second feature, Los Rubios, placed her among the best directors of her generation. This work challenged the dominant discourse on the bloodiest dictatorship in the history of Argentina and the figure of the disappeared, marking a breaking point in the manner of the shooting, narrating and reflacting on memory and its representations. Géminis, her third feature, reveals the hypocrite discourses about love and sexuality that exists among the higher social classes in Argentina. Albertina Carri has just finished her feature La Rabia, an unique gaze directed at the violence hidden in the pastoral landscape of the Argentine Pampas. In the year of 2010, Carri funded along with his wife, the journalist Marta Dillon, Torta La Productora. With this company they have produced a number of tv-series.
Rachel Rosalen and Rafael Marchetti
Rachel Rosalen is master in Multimeios (UNICAMP) and Rafael Marchetti is graduated at Escuela Nacional de Bellas Artes Manuel Belgrano (Argentina). In 2007 Marchetti e Rosalen stated a colaboration. Combining space drawings and the rounds of net-art, together they developed interactive instalations and hybrid spaces. They contributed with expositions and participations at renowned cultural institutions as lArs E lectronica (Linz), Biena de Sevilla, ZKM (Karlsruhe), Centre Pompidou (Paris), Plugin (Basel), Art Museum of Yokohama (Japan), Museum of Contemporary Art (Basel), 4ª Bienal of Vídeo Art of Tel Aviv (Israel), Instituto Tomie Ohtake (São Paulo), Image Forum (Tokyo), Videoformes (Clermont-Ferrand), Kunstraum Walcheturm (Zurich), La Filature (Mulhouse), Palazzio Nuovo (Nápoles), Paço das Artes (SP), File (São Paulo), 404 (Rosario), Viper Festival (Basel), ACM Multimedia (Singapur), Novas Geografias (México DF), Bienal da Habana, Break 2.3 (Ljubljiana), Accea (Armenia), Laboral, Espacio Fundación Telefonica, Buenos Aires, Centro Cultural Recoleta (Buenos Aires), Vídeo Guerrilha (São Paulo, Shangai e San Petersburg), Outdoor Festival (Roma), Werkraum Warteck PP (Basel), Victoria Theater (Mälmo), Whitespace Gallery (Atlanta), and others. They were also contempleted with important awards as PAC Novas Mídias (2006, Secretary of State and Culture of São Paulo), Progme (2005) Rio de Janeiro, File (2005) and Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia, São Paulo (2003 and 2007).
Profesor, curador y video artista. Jefe de cátedra en la Universidad de Buenos Aires y profesor titular de la Universidad del Cine. Realizador de vídeo, TELE y multimedia. Fue profesor invitado de posgrado en instituciones y universidades de Alemania, Brasil, Canadá, Chile, Colombia, Costa Rica, España, Francia, Israel, Italia, México, Perú, Paraguay, Suiza, Uruguay y Estados Unidos. Curador de cine, vídeo y nuevas medias, tiene libros publicados en Brasil, Argentina y Colombia y artículos en diversas publicaciones de América y Europa
Profesor, director y guionista. Estudió en la Escuela de Cine de la UFF y trabajó en diversas películas como asistente de dirección, productor y montador. En 1994 dirigió su primero corta: Sopro (codirigido por Flávio Zettel). Siguieron otros cuatro cortas: Terral (1995), A infância da mulher barbada (1996), Tropel (2000) y Reminiscência (2001). Juntos estas películas ganaron más de 40 premios y fueron exhibidos en importantes festivales, como Rotterdam, Berlin, Clermont-Ferrand, Havana, Biarritz, Brasília, Gramado. En 2012 produjo lo larga-metragem Sudoeste, exhibido en 27 países y vencedor de 22 premios internacionales (incluyendo dos FIPRESCI y el premio ANDREI TARKOVSKI). Nunes también trabaja como director de documentales para la TELE desde 1998.
Profesor de la Escuela de Comunicación de la Universidad Federal de Río de Janeiro, investigador del CNPq y autor de No Coração do Mundo: Paisagens Transculturais (Rio de Janeiro, Rocco, 2012), A delicadeza: estética, experiência e paisagens (Brasília, EdUnB, 2007), O homem que amava rapazes e outros ensaios (Rio de Janeiro, Aeroplano, 2002) e Nós os mortos: melancolia e neo-barroco (Rio de Janeiro, 7Letras, 1999), organizador, al lado de Andréa França, de Cinema, globalização e interculturalidade (Chapecó, Argos, 2010) e organizador de O cinema dos anos 90 (Chapecó, Argos, 2005).
Albertina Carri es una de las figuras que cimentó el concepto de Nuevo Cine Argentino. Se caracteriza por su versatilidad y constante investigación en distintos géneros. Ha explorado tanto el policial negro como el documental – en su límite con la ficción –, el melodrama pornográfico o el drama familiar. Directora, productora y guionista, nació en Buenos Aires en 1973, donde actualmente vive y trabaja. Realizó su opera prima a los 24 años, No quiero volver a casa. Su segundo largometraje, Los Rubios, lo destacó entre las mejores directores de su generación. Esta obra que desafió los discursos dominantes sobre la dictadura más sangrienta de la historia argentina y la figura de los desaparecidos, marcó un antes de y un después en el modo de filmar y reflexionar sobre la memoria y sus representaciones. Géminis, su tercer largometraje, revela los discursos hipócritas sobre amor y sexualidad que sostienen las clases altas argentinas. La Rabia, su último largometraje hasta la fecha, es una mirada original sobre la violencia que encubre el bucólico paisaje de la pampa argentina. En el año 2010 Carri fundó, junto a su esposa, la periodista Marta Dillon, Torta La Productora. Con dicha productora realizó las series televisivas Visibles, 23 Pares y La Bella Tarea. Actualmente se encuentra desarrollando diversos formatos televisivos, un tríptico en Found Footage, una video-instalación y el guión de su quinto largometraje: La Manzana Podrida.
Rachel Rosalen y Rafael Marchetti
Rachel Rosalen es maestro en Multimedios (UNICAMP) y Rafael Marchetti es formado por la Escuela Nacional de Bellas Artes Manuel Belgrano (Argentina). En 2007 Marchetti y Rosalen inician su colaboración. Combinando dibujo de espacios y el entorno de net-art, juntos desarrollan instalaciones interactivas y espacios híbridos. Además de exposiciones y participaciones en renombradas instituciones culturales como Ars Y lectronica (Linz), Bienal de Sevilha, ZKM (Karlsruhe), Centre Pompidou (París), Plugin (Basel), Museo de Arte de Yokohama (Japón), Museo de Arte Contemporáneo (Basel), 4ª Bienal de Vídeo Arte de Tel Aviv (Israel), Instituto Tomie Ohtake (São Paulo), Image Forum (Tokyo), Videoformes (Clermont-Ferrand), Kunstraum Walcheturm (Zurich), La Filature (Mulhouse), Palazzio Nuovo (Nápoles), Paço das Artes (SP), File (São Paulo), 404 (Rosario), Viper Festival (Basel), ACM Multimedia (Singapur), Nuevas Geografías (México DF), Bienal da Habana, Break 2.3 (Ljubljiana), Accea (Armenia), Laboral, Espacio Fundación Telefonica, Buenos Aires, Centro Cultural Recoleta (Buenos Aires), Vídeo Guerrilha (São Paulo, Shangai e San Petersburg), Outdoor Festival (Roma), Werkraum Warteck PP (Basel), Victoria Teatro (Mälmo), Whitespace Gallery (Atlanta), entre outros. Também foram contemplados por importantes prêmios como PAC Novas Mídias (2006, Secretaria do Estado da Cultura de São Paulo), Progme (2005) Rio de Janeiro, File (2005) e Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia, São Paulo (2003 e 2007).
]]>O Instituto Sapientia, fundado em 2002, é um instituto sem fins lucrativos dedicado a projetos de inovação em Economia Criativa, desenvolvendo projetos que integram arte, tecnologia e design para criar novas formas de Entretenimento, Cultura, Educação e Publicidade. O Instituto Sapientia possui uma equipe interdisciplinar, de áreas como Engenharia, Arquitetura, Cinema, Design, Educação e Publicidade, capacitada a trabalhar com desenvolvimento de sistemas e design de experiências interativas e imersivas. Ao longo dos seus mais de 10 anos de existência, o Instituto Sapientia criou um conjunto de tecnologias e metodologias que busca agora compartilhar com as empresas da indústria criativa de SC, especialmente as do Cluster de Economia Criativa do Sapiens Parque. A proposta é contribuir para o fortalecimento do setor audiovisual catarinense através da construção conjunta de inovações e produtos audiovisuais transmidiáticos.
The Sapientia Institute, founded in 2002, is an institute with no lucrative endings dedicated to inovative projects in Creative Economy, developing projects that integrate art, tecnology and design to create new forms of Enterteinment, Culture, Education and Publicity. The Sapientia Institute has an interdisciplinar group from Engeneering, Architecture, Cinema, Design, Education and Publicity, capable of working in the developing of systems and designs of interactive and imersive experience. In this last 10 years, the Sapientia Institute created a pack of tecnologies and metodologies that is about to be shared with the companies of the creative industry in SC, specially the companies inside the Cluster de Economia Criativa do Sapiens Parque. The proposal is to build to fortify the audiovisual sector of SC trough the colective construction of inovations and audiovisual transmidiatic products.
El Instituto Sapientia, fundado en 2002, es un instituto sin fines lucrativos dedicado a proyectos de innovación en Economía Creativa, desarrollando proyectos que integran arte, tecnología y diseño para crear nuevas formas de Entretenimiento, Cultura, Educación y Publicidad. El Instituto Sapientia posee un equipo interdisciplinar, de áreas como Ingeniería, Arquitectura, Cine, Diseño, Educación y Publicidad, capacitado para trabajar con el desarrollo de sistemas y diseño de experiencias interactivas y emergentes. A lo largo de sus más de 10 años de existencia, el Instituto Sapientia creó un conjunto de tecnologías y metodologías cuyo objetivo es lograr el apoyo de las empresas de la industria creativa de SC, especialmente las de Cluster de Economía Creativa del Parque Sapiens. La propuesta es contribuir al fortalecimiento del sector audiovisual de Santa Catarina a través de la construcción conjunta de innovaciones y productos audiovisuales transmediáticos.
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