O post Diretoria da ADUFPI escolhe representantes para o 16º Conad Extraordinário apareceu primeiro em ADUFPI.
]]>Durante a assembleia, foi escolhido como delegado o professor Kelson Vieira, tendo a professora Bárbara Johas como observadora e suplente de delegado. Também foram indicados, como observadores, o professor Manoel Vieira, pela base, e o professor Pedro Santos, como suplente.
O 16º Conad Extraordinário do ANDES-SN será realizado de 13 a 15 de novembro, na Universidade de Brasília (UnB). O encontro terá como tema central “Fortalecer o ANDES-SN: questões organizativas, administrativas, políticas e financeiras em debate”. A realização do Conad foi deliberada no 44º Congresso do ANDES-SN, realizado em março de 2026, em Salvador (BA), a partir da decisão de aprofundar o debate sobre questões administrativas, financeiras, organizativas e políticas da entidade.
Com a escolha dos representantes, a Diretoria da ADUFPI passa a ter sua delegação definida para o encontro, que reunirá seções sindicais do ANDES-SN para discutir propostas relacionadas à organização e ao funcionamento do sindicato nacional. Lembramos que as contribuições para o Caderno de Textos do 16º Conad Extraordinário poderão ser encaminhadas até 20 de setembro, enquanto o credenciamento de delegados e observadores ocorre previamente, de forma digital, até 9 de outubro.
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]]>O post Informe Jurídico: atendimento suspenso nesta quinta-feira dia 10 de setembro de 2026 apareceu primeiro em ADUFPI.
]]>Em caso de necessidade, favor procurar o escritório para atendimento.
Helbert Maciel Advogados Associados
Rua Bujyja Brito, 1229, sala 202, setor C, Horto, Teresina-Pi
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]]>O post Assembleia Geral Extraordinária, nesta quarta-feira, dia 09 de setembro de 2026 apareceu primeiro em ADUFPI.
]]>Informes
Pauta:
I – Indicação e escolha de delegado(a) e observadores(as) para o 16º Conad Extraordinário do ANDES-SN
Contamos com a presença e efetiva participação de todos(as).
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]]>O post Nota de Esclarecimento apareceu primeiro em ADUFPI.
]]>
O ocorrido não tem relação com a ADUFPI. O esclarecimento é feito para evitar qualquer associação indevida do nome da entidade ao ocorrido.
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]]>O post Funcionamento da ADUFPI nesta segunda-feira dia 7 de setembro apareceu primeiro em ADUFPI.
]]>A piscina e a pista de corrida permanecerão abertas para sócios e dependentes. Retornaremos normalmente na terça-feira dia 8 de setembro.
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]]>O post 69º CONAD do ANDES-SN: Síntese dos Debates, Deliberações e Perspectivas de Luta apareceu primeiro em ADUFPI.
]]>Mais do que produzir um resumo do CONAD, buscamos organizar as questões que atravessaram as discussões do Sindicato Nacional, destacando os temas que mobilizaram a categoria, as posições construídas coletivamente e, especialmente, os encaminhamentos que deverão orientar nossas próximas ações e pautas de luta.
A iniciativa pretende também contribuir para aproximar o debate realizado nas instâncias nacionais do ANDES-SN da nossa base. É fundamental que as deliberações do Sindicato Nacional circulem, sejam conhecidas, debatidas e apropriadas pela categoria, fortalecendo a participação docente na construção dos nossos posicionamentos e das nossas estratégias de mobilização.
Nesse sentido, este material é dirigido às professoras e aos professores da UFPI, à Diretoria da ADUFPI e às Coordenações Regionais, como instrumento de informação e apoio às discussões que deverão ocorrer nas Assembleias, reuniões, plenárias e demais espaços coletivos da nossa Seção Sindical.
A sistematização procura responder, de maneira acessível, a algumas questões centrais: o que esteve em debate no 69º CONAD? Quais foram as principais deliberações do ANDES-SN? Quais encaminhamentos foram construídos? E como essas decisões se relacionam com as próximas pautas, mobilizações e lutas que teremos pela frente?
Ao compartilhar este documento, reafirmamos que as deliberações nacionais não encerram o debate na base. Ao contrário, elas precisam retornar às nossas universidades, ser discutidas coletivamente e dialogar com as diferentes realidades vivenciadas pela categoria docente.
Nossa intenção é, portanto, informar para ampliar a participação, socializar para fortalecer o debate e conhecer nossas deliberações para organizar nossas próximas lutas.
Esperamos que esta síntese contribua para esse processo e para o fortalecimento da construção coletiva da ADUFPI e do ANDES-SN.
Sobre as TRs debatidas no 69º CONAD
É importante esclarecer às associadas e aos associados que parte das discussões realizadas no 69º CONAD do ANDES-SN teve como objeto as TRs – Textos de Resolução que não chegaram a ser apreciados e votados durante o Congresso do ANDES-SN.
Nesse sentido, as TRs apresentadas neste resumo correspondem àquelas que foram efetivamente debatidas e aprovadas no âmbito do 69º CONAD. Sua inclusão neste documento é particularmente importante porque, a partir de sua aprovação, esses textos deixam de ser apenas propostas submetidas à apreciação das instâncias do Sindicato Nacional e passam a integrar as deliberações que orientam a organização política e as ações do ANDES-SN.
Isso significa que os encaminhamentos aprovados no CONAD passam a compor o conjunto de referências para a construção de nossas pautas, mobilizações e lutas ao longo de 2026, devendo, portanto, ser conhecidos e debatidos também no âmbito das Seções Sindicais e de suas bases.
Por essa razão, buscamos apresentar no resumo não apenas os temas gerais discutidos no 69º CONAD, mas também as principais TRs aprovadas e seus respectivos encaminhamentos.
O tema central foi a defesa da educação pública contra o imperialismo e a extrema direita. A partir da Carta de São Luís, identificam-se seis eixos de deliberação.
O TR 6, do Setor das IFES, delibera que o sindicato atue junto às demais entidades de servidores federais pela correção das perdas salariais e pela destinação de recursos orçamentários para a campanha salarial de 2027. Determina também intensificar a pressão pelo reenquadramento e reposicionamento de aposentados, pelo auxílio-nutrição e pela cessação da contribuição previdenciária de aposentados.
O texto de apoio do mesmo TR registra que, dois anos após a assinatura do Acordo de Greve nº 10/2024, permanecem itens pendentes sem sinalização de cumprimento pelo governo. Entre os pontos em aberto estão a alteração do Decreto nº 1.590/1995 e a portaria substitutiva à Portaria MEC nº 750/2024, que trata da carga horária da carreira EBTT.
O TR 20 aprova a organização, no segundo semestre de 2026, de um Dia Nacional de Luta pela garantia orçamentária e por melhores condições de trabalho na multicampia e fronteira, acompanhado de painel em Brasília com transmissão.
O TR 36 aprova a previsão orçamentária do sindicato para 2027, com receita total estimada em R$ 22.082.729,99, sendo R$ 20.855.218,16 provenientes de contribuições das seções sindicais.
Aplicação prática. O acompanhamento da LDO e da LOA de 2027 é atribuição expressa do GT Verbas e do Setor das IFES. As seções sindicais são chamadas a produzir dados locais sobre o impacto das emendas parlamentares no orçamento discricionário das instituições.
O TR 17 concentra as deliberações estruturantes. Determina a luta por projeto de lei de carreira em cada unidade federativa, na perspectiva da carreira única para toda a categoria. Determina ainda que o sindicato paute junto ao governo federal a aplicação do Reconhecimento de Saberes e Competências, o RSC, para a carreira do Magistério Superior, mantendo-o para a carreira EBTT, como etapa da transição para a unificação.
O mesmo TR encarrega o GT Carreira, em conjunto com os dois setores, de apresentar ao 45º Congresso um protocolo de desenvolvimento na carreira, a ser defendido junto ao órgão deliberativo máximo de cada instituição. O protocolo deve contemplar especificidades de docentes cuidadores, famílias atípicas, docentes com deficiência e mães ou pais de pessoa com deficiência, além de especificidades étnico-raciais, de gênero e de sexualidade.
Complementam esse eixo três propostas de seções e de sindicalizados. O TR 18, originado de assembleia geral em Sergipe, propõe que o Setor das IFES e o GT Carreira construam, para o 45º Congresso, proposta de projeto de lei da Carreira do Magistério Federal, apresentada como reivindicação emergencial. O TR 19 propõe contagem de tempo diferenciada para progressão e promoção de docentes em zonas de fronteira e localidades de difícil permanência. O TR 5 e o TR 17 tratam ainda da adoção do Piso Salarial Profissional Nacional como referência da malha salarial e do ingresso de ação judicial pelos reflexos financeiros do piso para docentes da educação básica nas instituições estaduais e municipais.
A Enquete Nacional sobre Condições de Trabalho e Saúde Docente foi lançada no primeiro dia do congresso e sustenta as deliberações deste eixo. Os resultados analíticos apontaram sobrecarga de atividades com impacto desproporcional sobre mulheres docentes, endividamento acentuado com maior incidência entre docentes indígenas, pretos e pardos, e adoecimento associado ao uso exaustivo de aplicativos e à realização de tarefas fora do expediente.
O TR 28 propõe a criação de um Programa Nacional de Saúde e Cuidados Docente e de uma mesa permanente de negociação sobre saúde docente junto aos governos federal e estaduais. Prevê levantamento sistemático de dados sobre adoecimento e óbitos, em parceria com o SUS, os CERESTs e as seções sindicais, e a criação de um Comitê Nacional de Saúde do Trabalhador Docente, com subcomitê de investigação de óbitos e adoecimentos. Entre as propostas concretas listadas estão a redução da jornada sem perda salarial, a garantia de afastamento remunerado para tratamento e planos de carreira sem critérios produtivistas.
O TR 26 propõe a convocação, ainda no segundo semestre de 2026, de Seminário Nacional sobre condições de vida e trabalho docente, com foco em saúde, previdência, habitação, combate ao endividamento, valorização da carreira e políticas de equidade.
O TR 30 trata das plataformas digitais institucionais. Delibera pela luta por regras que delimitem com clareza as atribuições da categoria docente frente às demais categorias e por normas que obriguem os administradores a adequar os sistemas ao trabalho docente, com responsabilização em caso de recusa.
O TR 7 reafirma a luta pelo fim da escala 6×1 e pela defesa de melhores condições de trabalho sem perda de direitos.
O TR 23 propõe a criação de núcleo jurídico especializado em assédio moral, sexual e violência de gênero no trabalho, com atendimento prioritário às vítimas, e o reforço da cartilha-protocolo de combate ao assédio para acolhimento e encaminhamento de denúncias. Prevê campanhas permanentes de sensibilização e ciclos de formação para direções sindicais e representantes de seção, abordando legislação aplicável, métodos de acolhimento sem revitimização e interseccionalidade.
O mesmo TR determina exigir das instituições públicas comissões de apuração paritárias com formação específica e independência, canais de denúncia seguros e confidenciais com proteção contra retaliação, e protocolos céleres de investigação. Prevê ainda levantamento nacional, por meio das seções sindicais, sobre a incidência de assédio moral e sexual no ambiente docente, com publicação de relatórios periódicos. Inclui a defesa da ratificação plena e da implementação da Convenção 190 da OIT no serviço público federal.
O TR 21 determina a cobrança às administrações por medidas de prevenção ao feminicídio e às violências contra trabalhadoras, com base no protocolo de combate ao assédio, ao racismo e à LGBTfobia, preservada a autonomia universitária e a não militarização dos espaços institucionais. Prevê a elaboração, pelo GTPCEGDS em conjunto com a Assessoria Jurídica Nacional, de um Protocolo de Acolhimento Jurídico para docentes vítimas de violência de gênero, a ser avaliado no 45º Congresso, e a formalização de parcerias com a Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, a Rede de Atenção Psicossocial, o Ministério Público e as secretarias de políticas para as mulheres. A Carta de São Luís confirma a aprovação de ações de combate ao feminicídio.
O TR 7 determina intensificar a campanha Lutar Não é Crime, centrada na defesa da liberdade de cátedra e no enfrentamento aos ataques da extrema direita à comunidade acadêmica.
O TR 24 delibera pelo fortalecimento das lutas conjuntas pelo fim da contribuição previdenciária de aposentados e pela implementação do auxílio-nutrição para aposentados, como medida de isonomia entre ativos e aposentados. Determina também retomar o debate contra o PLP nº 189/2021, que transferiria ao INSS a concessão e a manutenção de aposentadorias e pensões de servidores de autarquias e fundações federais.
O TR 27 fixa como diretriz que toda reestruturação de carreira garanta paridade e integralidade para aposentados e pensionistas, com reposicionamento em nível equivalente ao topo ocupado no momento da aposentadoria, vedado rebaixamento de padrão remuneratório. Determina encaminhar nas mesas de negociação a exigência de implementação imediata do reposicionamento, com efeito retroativo, e defende a revogação das contrarreformas previdenciárias. O TR 6 prevê mobilização para a IV Jornada de Assuntos de Aposentadoria de 2026.
O TR 25, originado de contribuição de seção do Distrito Federal, propõe apoio ao projeto de lei que equipara o auxílio-saúde dos servidores do Executivo aos valores praticados pelos demais poderes.
O TR 6 estabelece campanha permanente pela democracia nas universidades, institutos federais e CEFETs, com três parâmetros para os processos de escolha de dirigentes — no mínimo paridade entre os segmentos da comunidade acadêmica, ausência de restrição de titulação ou nível de carreira para candidaturas e garantia de que docentes EBTT possam se candidatar.
O mesmo TR determina realizar ações para aprofundar o debate sobre o PL nº 1.893/2026 e a Convenção 151 da OIT, com defesa da liberdade de organização sindical e da regulamentação do amplo e irrestrito direito de greve. Determina ainda aprofundar, junto às demais entidades do funcionalismo, o debate sobre o Projeto de Lei de Gestão de Pessoas do Poder Executivo Federal e sobre o Programa de Reorganização e Transformação do Estado.
O TR 13 determina que o sindicato solicite ingresso no Fórum Nacional de Educação e que as seções construam mecanismos de participação nos fóruns estaduais e municipais. Determina também aprofundar, por meio do GTPE, os estudos sobre o Sistema Nacional de Educação e os limites impostos pela Lei Complementar nº 220/2025, continuar a rearticulação da CONEDEP com vistas à Plenária Nacional da Educação em 2026 e ao IV ENE em 2027, e aprofundar a análise do programa Universidades Transformadoras quanto a seus efeitos sobre a autonomia universitária e o financiamento público.
A Carta de São Luís confirma a aprovação da entrada no Fórum Nacional de Educação.
O TR 8 delibera que o sindicato se posicione desde o primeiro turno das eleições de 2026 para garantir a derrota eleitoral da extrema direita, convocando a categoria à participação pelo voto e pela mobilização contra os ataques fascistas e as políticas de austeridade. Indica também a importância de votar em candidaturas comprometidas com os interesses da classe trabalhadora nos governos estaduais, no Congresso Nacional e nas assembleias legislativas.
A Carta de São Luís registra como linha política aprovada derrotar no primeiro turno, nacionalmente e nos estados, as candidaturas da direita e da extrema direita. A formulação aprovada é de derrota das candidaturas adversárias, sem endosso nominal a candidatura específica.
O TR 31 reconhece e incorpora a luta ecossocialista como eixo estratégico da ação sindical frente às emergências climáticas. Determina denunciar a incorporação acrítica dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável nos currículos e defender eixos formativos obrigatórios sobre emergência climática e justiça socioambiental. A Carta confirma a aprovação do termo de referência do GTPAUA e a afirmação do ecossocialismo como bandeira.
O TR 29 determina acompanhar criticamente o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial 2024-2028 e a implementação da Medida Provisória nº 1.318/2025, que instituiu o Plano Nacional de Data Centers, o REDATA, com atenção a seus impactos socioambientais. Prevê mapeamento nacional sobre a introdução de inteligência artificial nas instituições, identificando riscos, privatizações encobertas e efeitos sobre as condições de trabalho docente.
O TR 32 determina novo Levantamento Nacional de Comunicação Sindical, a retomada da integração ao Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação e a adesão à campanha pela regulação das plataformas digitais.
O TR 5 determina intensificar as denúncias contra governos que atacam a autonomia política, financeira e acadêmica das instituições estaduais, municipais e distritais. Define que o XXII Encontro do setor ocorra entre 27 e 29 de novembro de 2026, em Dourados, no Mato Grosso do Sul, sediado pela ADUEMS, com eixo central na defesa da democracia e da autonomia política e financeira. Prevê o lançamento, no encontro, de material informativo sobre o PROPAG e seus impactos nas instituições.
O TR 38 propõe a criação de comissão para elaborar proposta de alteração no formato e na metodologia dos congressos, a ser apresentada no 16º CONAD Extraordinário e deliberada no 45º Congresso, com prazo até o envio do respectivo Caderno de Textos. A Carta confirma a aprovação da comissão, com o objetivo declarado de ampliar a participação.
O TR 40 determina a realização de seminário regional em cada secretaria regional para ampliar o debate sobre as questões organizativas e financeiras do sindicato. O TR 33 define a sede do 70º CONAD, que segundo a Carta será organizado pela ADUNICAMP.
As providências de execução local mais imediatas são três. Participar do levantamento nacional sobre incidência de assédio moral e sexual previsto no TR 23. Construir participação nos fóruns estaduais e municipais de educação, conforme o TR 13. Produzir dados locais sobre o impacto das emendas parlamentares no orçamento discricionário das instituições, subsídio previsto no plano de lutas dos setores e diretamente aplicável à disputa da LOA de 2027.
As deliberações do 69º CONAD apontam, portanto, para um amplo conjunto de desafios que atravessam o cotidiano da categoria docente: a defesa da educação pública e dos serviços públicos, a valorização da carreira, a recomposição salarial, a melhoria das condições de trabalho, a defesa da saúde docente, o enfrentamento ao assédio e às diversas formas de violência, bem como a garantia de direitos para aposentadas(os) e pensionistas. Mais do que uma agenda de reivindicações, esses encaminhamentos expressam a compreensão de que a defesa dos direitos da categoria está diretamente vinculada à luta em defesa da universidade pública, gratuita, democrática e socialmente referenciada.
Cabe agora às Seções Sindicais e às suas bases transformar essas deliberações em debate, organização e mobilização. Para a ADUFPI, esse processo passa pelo fortalecimento das Assembleias, dos espaços coletivos de discussão e da participação das(os) docentes na construção das pautas e estratégias de luta. É nesse movimento entre as instâncias nacionais e a realidade concreta das universidades que as deliberações do ANDES-SN podem ganhar força e se converter em ação política. A síntese aqui apresentada pretende contribuir justamente para esse processo: conhecer para debater, debater para organizar e organizar para lutar.
O post 69º CONAD do ANDES-SN: Síntese dos Debates, Deliberações e Perspectivas de Luta apareceu primeiro em ADUFPI.
]]>O post NOTA DA DIRETORIA DA ADUFPI SOBRE O PROCESSO DE DEFINIÇÃO DAS REGRAS PARA ELEIÇÃO DA REITORIA DA UFDPar apareceu primeiro em ADUFPI.
]]>A Diretoria da ADUFPI vem a público manifestar sua preocupação com a forma como vem sendo conduzido o debate acerca das regras do processo eleitoral para a escolha da Reitoria da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar). Na última sexta-feira, 28 de agosto, a UFDPar convocou a 56ª Reunião, em Sessão Extraordinária, do Conselho Universitário (CONSUNI), a ser realizada no dia 2 de setembro de 2026, às 8h30.
Entre os pontos de pauta encontra-se o Processo nº 23855.005150/2026-44, destinado à apreciação e deliberação da minuta de resolução que regulamenta o processo de eleição para os cargos de Reitor(a) e Vice-Reitor(a) da Universidade. A ADUFPI considera que a definição das regras para a escolha da Reitoria constitui uma questão central para a vida democrática da Universidade e, portanto, deve ser precedida de amplo debate com a comunidade acadêmica, especialmente em relação ao peso dos votos dos diferentes segmentos e à forma como será concretizada a paridade no processo eleitoral.
A legislação federal recentemente aprovada alterou as regras para a escolha de dirigentes das universidades federais. A Lei nº 15.367, de 30 de março de 2026, citada pela própria UFDPar na pauta do CONSUNI, estabelece eleição direta por chapas pela comunidade acadêmica e determina que o processo eleitoral e a definição do peso do voto de cada segmento sejam regulamentados por colegiado constituído especificamente para essa finalidade, observadas a autonomia universitária e a legislação vigente.
É precisamente nesse ponto que reside nossa preocupação. Antes de regulamentar o processo eleitoral, é fundamental que a Universidade estabeleça, de maneira democrática, transparente e participativa, o debate sobre a paridade e sobre os critérios que orientarão o peso dos diferentes segmentos da comunidade acadêmica. A discussão sobre paridade não pode aparecer apenas como um elemento interno de uma minuta já formulada. Ela precisa ser reconhecida como uma decisão política e institucional fundamental da comunidade universitária.
Defender a paridade significa defender a participação efetiva de docentes, técnicos-administrativos e estudantes na construção dos rumos da Universidade. Mais do que definir percentuais, trata-se de discutir coletivamente qual modelo de participação expressará os princípios de democracia e autonomia que devem orientar a instituição.
Nesse sentido, a Diretoria da ADUFPI solicitou à Administração Superior da UFDPar a retirada desse ponto da pauta da 56ª Reunião Extraordinária do CONSUNI, de modo a assegurar tempo necessário para que a comunidade acadêmica conheça, discuta e participe da definição dos critérios de paridade. Somente após esse processo entendemos ser adequado avançar para a regulamentação das demais regras que organizarão a eleição para Reitor(a) e Vice-Reitor(a).
Na tarde da última quarta-feira, dia 02/09, recebemos a informação de que o referido processo foi posto em diligência, o que representa um encaminhamento importante diante das questões levantadas e da necessidade de aprofundamento do debate. A ADUFPI seguirá acompanhando atentamente a tramitação do processo e seus desdobramentos, reafirmando a importância de que qualquer definição sobre as regras eleitorais seja construída com ampla participação da comunidade universitária.
Não se trata de impedir ou retardar o processo eleitoral. Ao contrário, trata-se de fortalecer sua legitimidade. A democracia universitária não se resume ao momento do voto. Ela começa na construção das próprias regras que organizarão a escolha. Processos democráticos exigem transparência, participação, escuta e tempo para o debate.
A ADUFPI seguirá acompanhando atentamente o processo e espera que seja possível estabelecer um diálogo aberto e construtivo entre a Administração Superior, o CONSUNI, as entidades representativas e toda a comunidade acadêmica, garantindo que a definição da paridade e, posteriormente, das regras eleitorais seja conduzida de maneira participativa, transparente e democrática.
Defender a democracia universitária é também defender processos democráticos.
Diretoria da ADUFPI
Democracia, autonomia e participação na Universidade Pública
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]]>O post Pedal Lilás encerra programação do Agosto Lilás com mobilização contra a violência às mulheres apareceu primeiro em ADUFPI.
]]>A iniciativa reuniu associadas(os) em atividade e aposentadas(os), além de integrantes da comunidade em geral, em uma mobilização coletiva que buscou ampliar o debate sobre a importância da participação social e da organização coletiva como instrumentos de luta e enfrentamento a todas as formas de desigualdade e injustiça social.
Além da dimensão de conscientização e formação, o evento também teve um importante caráter solidário. As(os) participantes foram convidadas(os) a contribuir com a arrecadação de alimentos, que serão posteriormente entregues pelo sindicato a uma instituição que atende pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Para a presidenta da ADUFPI, professora Escolástica Santos, a participação de diferentes públicos é fundamental para ampliar e fortalecer o debate:
“Esta é uma atividade que reúne homens e mulheres, docentes ativos e aposentados, o que é fundamental para ampliar o debate sobre as diversas formas de violência. Mais do que isso, a iniciativa constitui, sobretudo, um importante espaço de formação, reflexão e organização coletiva”, destacou.
Ao articular mobilização social, formação e solidariedade, o Pedal Lilás marcou o encerramento do calendário de lutas do mês de agosto, reafirmando o compromisso da ADUFPI com o enfrentamento às diferentes formas de violência contra as mulheres e com a construção de uma sociedade baseada na igualdade, na justiça social e na garantia de direitos.

O post Pedal Lilás encerra programação do Agosto Lilás com mobilização contra a violência às mulheres apareceu primeiro em ADUFPI.
]]>O post CARTA DAS MULHERES E MULHERIDADES EM DEFESA DA DEMOCRACIA apareceu primeiro em ADUFPI.
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No dia 28 de agosto, mulheres e mulheridades de diferentes trajetórias, gerações, territórios e experiências se reuniram na ADUFPI para pensar coletivamente uma pergunta que nos atravessa: que democracia queremos construir e quais condições são necessárias para que todas as mulheres possam participar plenamente dela?
Nossa resposta parte de uma compreensão fundamental: não existe democracia plena onde mulheres são violentadas, silenciadas, perseguidas ou afastadas dos espaços de poder.
Por isso, a Carta das Mulheres e Mulheridades em Defesa da Democracia apresenta reivindicações e compromissos construídos coletivamente em torno do enfrentamento ao feminicídio e às diferentes formas de violência; do combate à violência política de gênero; da educação e do letramento de gênero; da igualdade no trabalho; das políticas públicas de cuidado e proteção social; da defesa do SUS; da garantia de orçamento para as políticas para as mulheres; e da ampliação de nossa presença nos espaços de decisão.
Falamos de mulheres em sua diversidade. Mulheres negras, periféricas, trabalhadoras, mulheres com deficiência e tantas outras cujas experiências são atravessadas de formas diferentes pelas desigualdades de gênero, raça, classe, território, geração e deficiência.
Queremos mulheres não apenas presentes, mas com voz, poder de decisão e capacidade de transformar.
A Carta é dirigida às candidatas e aos candidatos das eleições de 2026, aos partidos e às futuras representações políticas, cobrando compromissos concretos, políticas públicas e recursos. Mas é também um compromisso nosso: dos sindicatos, movimentos, universidades, coletivos e organizações com a formação política, a solidariedade, a proteção das mulheres e a construção permanente de espaços coletivos de luta.
Esta Carta é reivindicação, compromisso e convocação.
Queremos transformar indignação em organização, organização em estratégia e estratégia em ação coletiva.
Convidamos todas, todos e todes a conhecerem a Carta das Mulheres e Mulheridades em Defesa da Democracia e a lerem sua versão integral, onde estão reunidas as propostas, reivindicações e compromissos construídos coletivamente pela Plenária.
Porque somos como águas: podemos nascer de fontes diferentes e percorrer caminhos distintos, mas, quando nossas águas se juntam, tornam-se correnteza.
Viva a luta das mulheres! Viva a nossa luta! Viva a democracia!
Plenária das Mulheres em Defesa da Democracia
ADUFPI – Teresina, Piauí
CLIQUE AQUI E LEIA O DOCUMENTO

O post CARTA DAS MULHERES E MULHERIDADES EM DEFESA DA DEMOCRACIA apareceu primeiro em ADUFPI.
]]>O post Plenária das Mulheres reúne diferentes vozes em defesa da democracia e constrói carta coletiva na ADUFPI apareceu primeiro em ADUFPI.
]]>A realização da Plenária integra o conjunto de ações desenvolvidas pela Diretoria da ADUFPI no compromisso com o enfrentamento às violências de gênero, a defesa dos direitos das mulheres, a ampliação de sua participação política e a construção de espaços de formação e organização coletiva. Para a entidade, essas questões fazem parte da própria luta sindical e da defesa de uma universidade pública, democrática, inclusiva e comprometida com a transformação das desigualdades presentes na sociedade e também no interior de nossas instituições.
A diversidade das participantes foi uma das marcas da Plenária. Mulheres de diferentes gerações, experiências, territórios e espaços de atuação compartilharam reflexões sobre democracia, participação política, desigualdades, violência de gênero, políticas públicas e os desafios para ampliar a presença das mulheres nos lugares onde as decisões são tomadas.
Mais do que um espaço de exposição de ideias, a Plenária foi organizada como um momento de escuta, diálogo e construção coletiva. As contribuições apresentadas pelas participantes antes e durante a atividade foram incorporadas ao debate e serviram de base para a elaboração da Carta das Mulheres e Mulheridades em Defesa da Democracia, um dos principais resultados do encontro.
A discussão partiu de uma pergunta central: que democracia queremos construir e quais condições são necessárias para que as mulheres possam participar plenamente dessa democracia?
Ao longo das intervenções, destacou-se que pensar a democracia exige ir além do direito ao voto. Significa discutir as condições concretas para que as mulheres possam participar da vida pública, exercer direitos, ocupar espaços de decisão e viver sem violência, assédio, discriminação, perseguição ou silenciamento.
Outro ponto importante foi o reconhecimento de que não existe uma experiência única de ser mulher. Gênero, raça, classe, território, geração, deficiência, maternidade e diferentes condições materiais de existência atravessam de maneiras distintas a vida das mulheres. Nesse sentido, a interseccionalidade esteve presente como elemento fundamental para compreender as desigualdades de acesso aos direitos, à participação e ao poder.
A participação e a representação política das mulheres ocuparam lugar central no debate. As participantes chamaram atenção para a necessidade de ampliar a presença feminina nos espaços de decisão, mas também de perguntar quais mulheres conseguem chegar a esses espaços e quais permanecem historicamente afastadas deles.
A discussão destacou a importância da participação de mulheres negras, periféricas, trabalhadoras, mulheres com deficiência e de outros grupos historicamente sub-representados. Também foi ressaltada a necessidade de construir condições para que as mulheres possam não apenas chegar aos espaços de poder, mas permanecer neles e exercer suas funções com autonomia, segurança e capacidade efetiva de decisão.
No caso das mulheres com deficiência, a Plenária ressaltou a necessidade de garantir acessibilidade física, comunicacional, informacional, tecnológica e atitudinal, permitindo sua participação direta nos espaços de poder e na formulação, implementação e avaliação das políticas públicas.
O enfrentamento ao feminicídio e às diferentes formas de violência contra as mulheres também esteve entre os principais temas da Plenária. O debate abordou as violências presentes nos espaços de trabalho, estudo, militância, representação política e sindical, incluindo o assédio, a perseguição e a violência política de gênero.
As discussões chamaram atenção, ainda, para a responsabilidade das organizações na proteção das mulheres que ocupam ou já ocuparam espaços de representação, direção, gestão e poder. Divergências políticas e ideológicas fazem parte da democracia, mas não podem ser utilizadas para naturalizar ou justificar violência, perseguição, intimidação, desqualificação ou silenciamento de mulheres.
A Plenária também reafirmou a importância da formação política e do letramento de gênero como instrumentos fundamentais para enfrentar desigualdades e transformar práticas que ainda reproduzem machismo e diferentes formas de discriminação dentro e fora das organizações.
Nesse processo, foi destacada a necessidade de envolver também os homens nos processos formativos. O enfrentamento ao machismo não pode ser entendido como responsabilidade exclusiva das mulheres, exigindo reflexão coletiva sobre relações de poder, privilégios, masculinidades e práticas de violência e discriminação.
As participantes também discutiram as condições materiais que interferem na participação política das mulheres, como trabalho, renda, maternidade, responsabilidades de cuidado, deslocamento, segurança e acessibilidade. Democratizar os espaços políticos significa, portanto, construir condições concretas para que diferentes mulheres possam efetivamente participar.
Como resultado da construção coletiva realizada durante a Plenária, foi consolidada a Carta das Mulheres e Mulheridades em Defesa da Democracia. O documento será dirigido às candidatas e aos candidatos das eleições de 2026, aos partidos políticos e às futuras representações dos Poderes Executivo e Legislativo nos âmbitos estadual e federal.
A Carta apresenta reivindicações relacionadas, entre outros pontos, ao enfrentamento ao feminicídio e às violências contra as mulheres; combate à violência política de gênero; educação e letramento de gênero; enfrentamento ao machismo, ao racismo e às discriminações; ampliação da participação política das mulheres; igualdade salarial; fortalecimento da saúde pública; políticas de cuidado e proteção social; inclusão das mulheres com deficiência; orçamento para políticas destinadas às mulheres; e fortalecimento dos mecanismos de participação e controle social.
Mais do que um documento destinado às candidaturas, entretanto, a Carta também expressa compromissos das próprias mulheres, sindicatos, movimentos, universidades, coletivos e organizações que participaram desse processo. A proposta é que o encontro não se encerre na Plenária, mas contribua para fortalecer formação, organização, solidariedade, estratégia e ação política coletiva.
Para a Diretoria da ADUFPI, a realização da Plenária reafirma um compromisso que não se limita ao mês de agosto. O Agosto Lilás constitui um momento importante de mobilização e visibilidade, mas o enfrentamento às desigualdades e às violências de gênero precisa estar presente de maneira permanente na atuação sindical.
Nesse sentido, os debates e encaminhamentos construídos na Plenária também deverão contribuir para a organização de novas ações da ADUFPI, envolvendo processos de formação e letramento de gênero, fortalecimento das redes de solidariedade e proteção às mulheres, enfrentamento às diferentes formas de violência, ampliação da participação das mulheres nos espaços de decisão e construção de articulações com universidades, sindicatos, movimentos sociais e demais organizações.
A Diretoria reafirma, assim, seu compromisso de dar continuidade aos debates e transformar as reflexões produzidas durante o Agosto Lilás em ações permanentes, compreendendo que o sindicato também é um espaço de formação política, acolhimento, organização e construção de relações mais democráticas e igualitárias.
A Plenária das Mulheres em Defesa da Democracia mostrou a potência de reunir mulheres com diferentes trajetórias, experiências e posições políticas em torno de pautas comuns. Construir unidade não significa eliminar diferenças, mas criar condições para o diálogo, reconhecer convergências e fortalecer a capacidade coletiva de enfrentar desigualdades e ampliar a presença das mulheres nos espaços onde as decisões são tomadas.
Como sintetiza a Carta construída coletivamente durante a atividade: mulheres e mulheridades podem nascer de fontes diferentes e percorrer caminhos distintos, mas, quando suas águas se encontram, ganham força. E quando essas águas se juntam, tornam-se correnteza.
Diretoria da ADUFPI
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