Que iniciativa absolutamente genial, importante, estratégica, vital! E claro que depois devorei referências e informações sobre isso.
Concebido, construído e mantido pela Noruega (outro financiador citado é a Fundação Bill & Melinda Gates), trata-se de um enorme armazém escavado 130 metros dentro da rocha. Svalbard foi escolhido como local por não ter atividade sísmica e por ter permafrost (gelo constante) que ajuda a preservar as sementes a -18℃. Mesmo que os sistemas de refrigeração falharem, o permafrost garante que a temperatura do armazém subirá a 0℃ somente após uns 200 anos.
A Noruega não cobra, é gratuito países depositarem sementes no armazém. O objetivo é preservar a biodiversidade agrícola e de plantas do planeta.
Guerras, conflitos, mudanças climáticas e outros problemas podem causar perda de biodiversidade e indisponibilidade de sementes para replantar uma espécie vital para a humanidade. E de fato, em 2015, a Syria precisou recuperar do armazém de Svalbard algumas sementes. Essa foi a primeira vez que tal emergência aconteceu. E esperamos que nunca mais se repita.
Santuário protegido, impressionantes glaciares, pássaros, baleias, morsas, raposas e ursos polares, proporcionaram perspectivas inéditas e emocionantes para vivenciarmos nosso Planeta. Como se não bastasse, nos acompanharam guias que eram historiadoras, geólogos, biólogas, antropólogas e até filósofos que ampliavam o significado de absolutamente tudo o que vimos. Não era só ver glaciar; era ver glaciar com a História geológica do lugar e a profunda transformação que sofreu nas últimas décadas com o aquecimento global, e como isso afeta toda a Terra. Não era só ver urso polar ou baleia; era isso junto com a História da caça às baleias, geopolítica e como elas foram salvas pelo descobrimento do petróleo. Enfim.
Cada saída exploratória tinha uma surpresa ou algo inesperado, ou curiosidade de cair o queixo, ou simplesmente a emoção avassaladora de estar em frente a um glaciar de 200km de borda por 55m de altura (Austfonna).
Daqui para frente farei algumas publicações de fotos que são só ilustrativas para o relato do que aprendi e me impressionou, que segue nos respectivos textos. São informações novas e valiosas para mim, que preciso registrar.
]]>Kristiania era o nome desta cidade de 1624 a 1925 porque o rei dinamarquês Cristiano IV queria se auto-homenagear quando a reconstruiu após um grande incêndio. 20 anos após a Noruega conquistar sua independência da Suécia, o parlamento decidiu voltar ao seu gracioso, simples, elegante e também imponente nome original medieval.
A forma sonora como os noruegueses chamam sua capital é:
ÚSSLU
No transporte público, ouvi anunciado assim:
ÔSHLÔ
Contaram-me também que em certas rodas mais “frescas” se fala também:
ÚSSLO
Então, da mesma forma que achamos estranho quando estrangeiros falam, erradamente, “braçill” ao invés de “brazil”, também deveria ser considerado estranho quando falamos “ózlo”.
Agora que sei disso, devo continuar falando “ózlo” ou o correto “úshlu”? Há quem diga que se eu ficar só no “úshlu” vão me achar um fresco e exibido. Então acho que vou ficar variando. No mínimo para gerar conversas curiosas em festas.
]]>É assim que a entrevista deve transcorrer, a partir do número da empresa. Se há uma vaga, há um orçamento aprovado para ela.
Se o candidato fala sua pretensão às cegas, sempre sai perdendo. Se a pretensão for baixa, é só isso que vai receber. Se for muito alta, será eliminado, muitas vezes sem nem saber o motivo.
É o candidato que deve optar por continuar ou não o processo após ouvir o valor aprovado da empresa para a vaga.
O candidato controlar o valor do salário na entrevista pode lhe garantir uns bons 20% a mais de valor inicial. Se o entrevistador controlar, será os mesmos 20%, só que para menos.
É claro que nem todo candidato:
Um “caçador de cabeças” (head hunter) entra na primeira entrevista de um candidato com exatos 2 objetivos: 1️⃣ checar se há bom casamento financeiro entre o candidato e o valor aprovado para a vaga e 2️⃣ captar se o candidato, de uma forma geral e difusa, tem a ver com a empresa e a função da vaga. Este último pode ser previamente sondado pelo perfil publicado da pessoa e será aprofundado mais adiante no processo. Então comprovar compatibilidade financeira é o objetivo mais importante da primeira entrevista. E, por incrível que pareça, isso pode ser resolvido nos primeiros 6 minutos de entrevista, ou no chat antes de qualquer encontro.
Pense: por que o candidato tem que ter um número e revelar, mas o recrutador não? Se há uma vaga, há um orçamento aprovado para ela. E é o candidato que deve decidir se aquilo atende suas expectativas. Não o contrário.
Reescrito a partir de comentários que deixei numa publicação do Márcio Gonçalves no LinkedIn.
]]>As bandeiras de cartão de crédito se beneficiaram muitíssimo da enorme democratização bancária que aconteceu no Brasil nos últimos anos. Não creio que são essas as empresas americanas que fizeram lobby para as sanções do USTR.
Já a Apple não permite a integração do Pix em seu Apple Pay se a transação (banco do usuário pagador) não lhe pagar um troco. Coisa que é impossível com o Pix. Apple Pay com Pix permitiria eliminar o QR com a app do banco, e o pagamento aconteceria por mera aproximação. Esse fator (ou a falta dele) faz com que usuários de iPhone continuem preferindo pagar com crédito e débito porque é mais rápido, natural e conveniente. Mas se o comerciante oferecer desconto se pagar com Pix, a história muda.
A Meta, sendo dona do aplicativo mais peer-to-peer do mundo — o WhatsApp —, é natural que integre pagamentos ali mesmo e ganhe um troco com essa intermediação. Só que o Pix é mais peer-to-peer ainda, e mais democrático por ser direto, sem intermediários (o Banco Central não é um intermediário, só um integrador de dados) e gratuito para o pagador e para o credor/comerciante. Isso faz com que o WhatsApp Payments seja um serviço insustentável e irrelevante no Brasil.
Lamento muito para eles, parabéns para nós brasileiros.
]]>1⃣ A high-resolution, high-density display: 3K or 4K, far beyond HD or Full HD
2⃣ A battery that lasts all day
3⃣ Fast storage (SSD)
4⃣ Light, thin, and elegant
It’s not the CPU.
It’s not AI.
It’s not having huge storage capacity.
It’s not a large physical size.
It’s not having more than 8 GB of memory (memory is not storage).
It’s not having a stylus, tablet convertible, or having a detachable or articulated keyboard.
And it’s definitely not having a numeric keypad on the side.
Until last week, the best and most affordable laptop on the market with these characteristics was the $1100 MacBook Air. But now Apple has launched the MacBook Neo, which delivers all these qualities — display, battery, storage, lightness, and elegance for 45% less: $600.
❝A laptop for me is just for browsing the internet, email, editing documents, messaging, watching movies, and relaxing with games like Solitaire or Roblox.❞
Congratulations, you’re like 99.9% of humanity. The MacBook Neo delivers the best value for you.
In the Windows laptop universe, these truly important characteristics (display quality, lightness, etc.) are usually found only in the most expensive product lines. To justify the high price, their marketing shifts the focus to things that are largely irrelevant: unnecessarily powerful CPUs, unnecessarily large storage, unnecessarily large memory, tablet modes, styluses, and so on.
All unnecessary for 99.9% of humanity.
And even in those expensive lines, the battery rarely lasts more than two hours, let alone all day. The reason: inefficient CPU.
Don’t be misled when choosing your next laptop. Pay attention to the characteristics that really matter: hires display, battery duration, fast storage, lightness, and elegance. General rule is to avoid laptops that use Intel CPUs.
This also applies to the laptops that companies give to their employees.
]]>Não é CPU.
Não é IA.
Não é armazenamento grande.
Não é ter tamanho físico grande.
Não é ter mais do que 8GB de memória (memória não é armazenamento).
Não é ter caneta, virar tablet, teclado removível ou articulado.
E definitivamente não é ter teclado numérico lateral.
Até semana passada, o melhor e mais barato laptop do mercado com essas características era o MacBook Air de $1100. Mas agora a Apple lançou o MacBook Neo que entrega todas essas características de tela, bateria, armazenamento, leveza e elegância, 45% mais barato: $600.
❝Laptop prá mim é só prá navegar na internet, e-mail, editar documentos, mandar mensagem, assistir filmes, me distrair jogando paciência e Roblox❞. Parabéns, você é como 99,9% da humanidade. O MacBook Neo entrega o melhor custo-benefício para você.
No universo dos laptops Windows, essas características importantes (tela, leveza etc), só se encontram nas linhas mais caras dos fabricantes. E para justificar o alto preço, seu marketing procura mudar o foco para coisas completamente irrelevantes, como CPU desnecessariamente poderosa, armazenamento desnecessariamente alto, memória desnecessariamente grande, virar tablet, ter caneta etc. Desnecessário para 99,9% da humanidade. E mesmo assim, nem nessas linhas mais caras a bateria dura mais do que 2 horas (motivo: CPU ineficiente), quanto menos o dia todo.
Não seja ludibriado ao escolher seu próximo laptop. Preste atenção nas características que realmente importam: tela, bateria, armazenamento rápido, leveza e elegância. A regra geral é evitar laptops com CPUs Intel.
Isso vale também para laptops que empresas dão a seus funcionários.
]]>Well, I had to decode it and see the result.
I took a photo with my iPhone and used its own OCR, which made a lot of confusion between 0 (zero), O (capital o) and 8, mixed 1 and l (small L), and yielded many chars as very similar glyphs but in advanced Unicode ranges, which are invalid for Base64 encoding. It took me some time to fix it all. The final corrected text is this:
#!/bin/bash
eval "$(base64 -d <<< 'IyEvYmluL2Jhc2gKCiMgQ29uZ3Jhd
HVsYXRpb25zISBZb3UgZm91bmQgdGhlIGVhc3RlciBlZ2chIOKdpO+4jwojIOOBiuO
CgeOBp+OBqOOBhuOBlOOBluOBhOOBvuOBme+8gemaoOOBleOCjOOBn+OCteODl+OD
qeOCpOOCuuOCkuimi+OBpOOBkeOBvuOBl+OBn++8geKdpO+4jwoKIyBEZWZpbmUgd
GhlIHRleHQgdG8gYW5pbWF0ZQp0ZXh0PSLimaVQRUFDReKZpUZPUuKZpUFMTOKZpV
BFQUNF4pmlRk9S4pmlQUxM4pmlUEVBQ0XimaVGT1LimaVBTEzimaVQRUFDReKZpUZ
PUuKZpUFMTOKZpVBFQUNF4pmlRk9S4pmlQUxM4pmlIgoKIyBHZXQgdGVybWluYWwg
ZGltZW5zaW9ucwpjb2xzPSQodHB1dCBjb2xzKQpsaW5lcz0kKHRwdXQgbGluZXMpC
gojIENhbGN1bGF0ZSB0aGUgbGVuZ3RoIG9mIHRoZSB0ZXh0CnRleHRfbGVuZ3RoPS
R7I3RleHR9CgojIEhpZGUgdGhlIGN1cnNvcgp0cHV0IGNpdmlzCgojIFRyYXAgQ1RS
TCtDIHRvIHNob3cgdGhlIGN1cnNvciBiZWZvcmUgZXhpdGluZwp0cmFwICJ0cHV0I
GNub3JtOyBleGl0IiBTSUdJTlQKCiMgU2V0IGZyZXF1ZW5jeSBzY2FsaW5nIGZhY3R
vcgpmcmVxPTAuMgoKIyBJbmZpbml0ZSBsb29wIGZvciBjb250aW51b3VzIGFuaW1hd
Glvbgpmb3IgKCggdD0wOyA7IHQrPTEgKSk7IGRvCiAgICAjIEV4dHJhY3Qgb25lIGN
oYXJhY3RlciBhdCBhIHRpbWUKICAgIGNoYXI9IiR7dGV4dDp0ICUgdGV4dF9sZW5nd
Gg6MX0iCiAgICAKICAgICMgQ2FsY3VsYXRlIHRoZSBhbmdsZSBpbiByYWRpYW5zCiA
gICBhbmdsZT0kKGVjaG8gIigkdCkgKiAkZnJlcSIgfCBiYyAtbCkKCiAgICAjIENhb
GN1bGF0ZSB0aGUgc2luZSBvZiB0aGUgYW5nbGUKICAgIHNpbmVfdmFsdWU9JChlY2
hvICJzKCRhbmdsZSkiIHwgYmMgLWwpCgogICAgIyBDYWxjdWxhdGUgeCBwb3NpdGl
vbiB1c2luZyB0aGUgc2luZSB2YWx1ZQogICAgeD0kKGVjaG8gIigkY29scyAvIDIpIC
sgKCRjb2xzIC8gNCkgKiAkc2luZV92YWx1ZSIgfCBiYyAtbCkKICAgIHg9JChwcmlu
dGYgIiUuMGYiICIkeCIpCgogICAgIyBFbnN1cmUgeCBpcyB3aXRoaW4gdGVybWluY
WwgYm91bmRzCiAgICBpZiAoKCB4IDwgMCApKTsgdGhlbiB4PTA7IGZpCiAgICBpZi
AoKCB4ID49IGNvbHMgKSk7IHRoZW4geD0kKChjb2xzIC0gMSkpOyBmaQoKICAgICM
gQ2FsY3VsYXRlIGNvbG9yIGdyYWRpZW50IGJldHdlZW4gMTIgKGN5YW4pIGFuZCAyM
DggKG9yYW5nZSkKICAgIGNvbG9yX3N0YXJ0PTEyCiAgICBjb2xvcl9lbmQ9MjA4CiA
gICBjb2xvcl9yYW5nZT0kKChjb2xvcl9lbmQgLSBjb2xvcl9zdGFydCkpCiAgICBjb
2xvcj0kKChjb2xvcl9zdGFydCArIChjb2xvcl9yYW5nZSAqIHQgLyBsaW5lcykgJSBj
b2xvcl9yYW5nZSkpCgogICAgIyBQcmludCB0aGUgY2hhcmFjdGVyIHdpdGggMjU2L
WNvbG9yIHN1cHBvcnQKICAgIGVjaG8gLW5lICJcMDMzWzM4OzU7JHtjb2xvcn1tIiQ
odHB1dCBjdXAgJHQgJHgpIiRjaGFyXDAzM1swbSIKCiAgICAjIExpbmUgZmVlZCB0b
yBtb3ZlIGRvd253YXJkCiAgICBlY2hvICIiCgpkb25lCgo= ')"
When base64-decoded, this bash script appears:
#!/bin/bash
# Congratulations! You found the easter egg! ❤
# おめでとうございます!隠されたサプライズを見つけました!❤
# Define the text to animate
text="♥PEACE♥FOR♥ALL♥PEACE♥FOR♥ALL♥PEACE♥FOR♥ALL♥PEACE♥FOR♥ALL♥PEACE♥FOR♥ALL♥"
# Get terminal dimensions
cols=$(tput cols)
lines=$(tput lines)
# Calculate the length of the text
text_length=${#text}
# Hide the cursor
tput civis
# Trap CTRL+C to show the cursor before exiting
trap "tput cnorm; exit" SIGINT
# Set frequency scaling factor
freq=0.2
# Infinite loop for continuous animation
for (( t=0; ; t+=1 )); do
# Extract one character at a time
char="${text:t % text_length:1}"
# Calculate the angle in radians
angle=$(echo "($t) * $freq" | bc -l)
# Calculate the sine of the angle
sine_value=$(echo "s($angle)" | bc -l)
# Calculate x position using the sine value
x=$(echo "($cols / 2) + ($cols / 4) * $sine_value" | bc -l)
x=$(printf "%.0f" "$x")
# Ensure x is within terminal bounds
if (( x < 0 )); then x=0; fi
if (( x >= cols )); then x=$((cols - 1)); fi
# Calculate color gradient between 12 (cyan) and 208 (orange)
color_start=12
color_end=208
color_range=$((color_end - color_start))
color=$((color_start + (color_range * t / lines) % color_range))
# Print the character with 256-color support
echo -ne "\033[38;5;${color}m"$(tput cup $t $x)"$char\033[0m"
# Line feed to move downward
echo ""
done
The original encoded text, when executed in my Linux terminal gives a beatiful animation, similar to this:
After decoding and executing the script, I found other people doing the same:
But I swear I decoded it myself first, without any help.
]]> Today I completed an online HR course at my company on prejudice and harassment, covering topics such as ethnicity, age, gender, and disability. I found the content excellent. Engaging, well-structured, and truly educational. I learned a great deal. These days, this kind of training is required in most organizations. It made me reflect on how, not so long ago, humanity might have looked to the future appreciating that we are finally addressing these issues constructively and consciously. Even though we are still far from eradicating prejudice on this planet, I want to acknowledge and congratulate all of us for the steps we are taking. It is through the accumulation of small steps that we will go far.
Pooja e Adil pernoitaram em casa antes de seguirem diferentes destinos. Ela vai visitar o Rio de Janeiro e a Amazônia antes de voltar para Mumbai. E Adil já voltou hoje mesmo para a Índia.

Pooja acabou de terminar a fabulosa maratona Brasil 135 Ultra Journey, em que percorreu correndo, em 48 horas seguidas, os 217 quilômetros (135 milhas) entre Águas da Prata, SP a Luminosa, MG. Pooja conta que o Brasil é destino sagrado para os corredores desta ultra-maratona.
Eu nem sabia que essa maratona existia. Eu nem imaginava que o corpo humano era capaz disso. Como ela realizou isso por inteiro — é a primeira mulher indiana que terminou a maratona —, é para mim uma heroína.
Adil também, porque ele já correu até na maratona seguinte, que é a Badwater 135, na Califórnia. Wikipédia diz que é considerada a maratona mais difícil do mundo.
Como a maratona Brasil 135 é classificatória para Badwater 135, em julho Pooja já vai corrê-la também. Mas ela comenta que a Brasil 135 é bem mais difícil que a Badwater 135 por causa dos morros nessa região de Minas e São Paulo. A Badwater 135 tem um agravante que é o clima de deserto no verão californiano.
Ficando em casa, tem que pagar pedágio e responder todas as minhas perguntas hiper-detalhistas sobre a realização de façanha tão monumental.
Pooja na Ultra-maratona Brasil 135 itemizada e em números:
Seres humanos extraordinários e as coisas incríveis que realizam. Esta é a inspiração.
]]>Gente que diz essas coisas, acorde. Tente ver mais longe e para o futuro.
O problema maior não é bem a Venezuela.
O problema é a nova ordem mundial que se abre para o futuro agora.
Qual o próximo país que Donald vai querer invadir? Dinamarca? Colombia? Sim, porque abriu-se um precedente. E se Donald invade, porque Putin não invadiria em sua região também? E China? E Taiwan? Quando será a vez do Brasil ser invadido, com nossas infindáveis riquezas naturais, fontes de água potável, sol, população enorme? Invadir países pelas suas riquezas é coisa de século 15. Não de século 21, era da ONU.
Preparamos nossos filhos e nossas aposentadorias para uma certa ordem mundial que pode estar se desmanchando. O futuro fica tremendamente mais incerto agora para todo mundo. Esse é o risco. Isso é que é ruim.
Quanto a Venezuela, não há muitas evidências na História de país que foi invadido por suas riquezas naturais e que a situação melhorou muito para o povo lá. Invasão assim é para pilhar, usurpar, não para fazer caridade.
Bater palma para a abertura deste precedente é passar vergonha. Muita vergonha, gente. Em caso de dúvida, é melhor aproveitar a chance de ficar quieto.
]]>O problema é o que vem agora com uma nova ordem mundial. Este kit de emergência foi divulgado recentemente para a população francesa pelo seu Ministério do Interior. A gente fica preocupado quando há radinho de pilha no kit.
Minha amiga francesa conta que tal alerta veio logo após os alertas similares emitidos pelos governos sueco e finlandês, países que estão geograficamente mais próximo da Rússia de Putin.
O MI6 britânico também, diz que “está operando numa zona entre guerra e paz”.
Acho que já podemos esperar que o mundo e sua geopolítica será lugar inesperadamente diferente dentro de uns 5 ou 10 anos. A frase é propositalmente incongruente para expressar a minha perplexidade. E tristeza.
Podemos até fazer um bolão de próxima invasão. Dinamarca e sua Groenlândia é a minha aposta mais quente. E tem também Taiwan pela China nos rumores.
]]>No auge da minha náusea musical eu interceptava o alto-falante e trocava para O Quebra Nozes de Tchaikovsky — a mais típica música de Natal —, ou uma bela seleção de música instrumental brasileira, ou alguma playlist variada de clássicos de Natal. Eu acho importante ser música instrumental, não ter ninguém cantando, prá não atrapalhar a conversa das pessoas na festa.
Não passava nem 4 minutos para que algum arrombado reclamasse que a música tava baixo astral.
E lá vamos nós ouvir de novo Bublé, Mariah, Sia, Wham. Repetidamente.
Não me entenda mal, gosto muito de todos esses artistas pop. O que me dá náuseas é a falta de abertura para ouvir coisas fora do núcleo duro selecionado pelo jabá.
]]>#!/bin/sh
default_since='-1days'
default_priority=info
read -r -d "" data << END_OF_DATA
System login ^ systemd-logind ^ info ^ ^ New session
XRDP ^ xrdp-sesman ^ debug ^ -5days ^ logged in|Received system login request
Cockpit login ^ cockpit-session ^ ^ ^ session opened
SUDO ^ sudo ^ ^ ^ session opened
Storage problems ^ smartd ^ ^ -1days ^ uncorrectable|unreadable
END_OF_DATA
trim() {
local s="$*"
# remove leading whitespace
s="${s#"${s%%[![:space:]]*}"}"
# remove trailing whitespace
s="${s%"${s##*[![:space:]]}"}"
printf '%s' "$s"
}
IFS="^"
echo "$data" | while read title slid priority since grep; do
effective_since=$default_since
effective_priority=$default_priority
[[ -n "$(trim $since)" ]] && effective_since="$(trim $since)"
[[ -n "$(trim $priority)" ]] && effective_priority="$(trim $priority)"
echo "$(trim $title)"
journalctl \
--no-pager \
--no-tail \
--since $effective_since \
--priority $effective_priority \
--reverse \
--grep "$(trim $grep)" \
-- SYSLOG_IDENTIFIER="$(trim $slid)"
echo; echo
done
I made it with the help of Cockpit Logs feature that shows the actual command being executed based on how you configure it.
The most important part of the script is the journalctl command. Everything else are defaults, the list of desired syslog identifiers and what to extract from them, and output formatting.
Lembre-se que Bitcoin é ativo escasso, que tem expectativa de valorização (ou não), e diversos países já o usam como reserva de valor. Exatamente como ouro. Você pode não compreendê-lo, achar que é moda inútil, que gasta muita energia minerá-lo — exatamente como o ouro tem todas essas características —, mas fato inegável é que há um mercado mundial pujante que paga imediatamente e legalmente o valor em Reais que aparece na imagem por 1 bitcoin, se você o colocar à venda. Novamente, exatamente como é o ouro e outros metais e pedras preciosas, com a única diferença de que o Bitcoin só precisa da Internet para existir e ser transportado.
Bitcoin em si jamais vai substituir dinheiro, exatamente da mesma forma como ouro não é aceito no caixa do supermercado — precisa ser vendido/convertido antes de usar. Outras criptomoedas têm dinâmicas, propostas e finalidades diferentes, algumas muito interessantes. Mas acima de tudo você deve evitar as memecoins, pois não tem valor intrínseco nem utilidade nenhuma.
Colecionar ou guardar relógios, arte, jóias, selos ou criptomoedas são práticas muito parecidas do ponto de vista psicológico. Todos ativam algum valor diferente no imaginário humano. Status por beleza, status intelectual pelo valor histórico ou status por status mesmo. Nada disso coloca comida na mesa, não te salva de um cataclisma apocalíptico nem dá paz de espírito. Mas são todas coisas que a psique humana valoriza de alguma forma. Vai entender.
]]>O Choro é um dos estilos musicais mais típicos do Brasil. Sempre foi dominado por homens nas formações de rodas de tocadores e no arcabouço de compositores, com mestres plenos como Pixinguinha, Bonfiglio de Oliveira, K-Ximbinho, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, Abel Ferreira, uma distante Chiquinha Gonzaga e muitos outros gigantes.
Mas eis que um dos melhores Choros da atualidade é feito por mulheres. Sim, as irmãs Meyer Ferreira — Corina, Elisa e Lia — formam o Choro das 3 (rebatizado recentemente para Trio Meyer Ferreira — @triomeyerferreira). Tocam belissimamente, mas, acima de tudo, têm composições próprias incríveis.
Na pandemia começaram a fazer ótimas lives semanais no YouTube e continuam até hoje. E têm uma séries de álbuns de studio realmente extraordinários nos juckeboxes digitais.
Vá conhecer, assista, ouça, desfrute!
]]>Social, porque muita gente deixa de sair, passear, fazer seus bicos, acessar saúde, porque transporte público é caro para elas.
Urbana e ambiental, porque teremos menos carros nas ruas. E menos carros melhora tudo, inclusive o próprio transporte público. Mais gente caminhado, mais espaço e segurança para outros tipos de transporte, como bicicleta etc. Sem contar que os ônibus serão elétricos daqui para frente. Menos poluição ainda.
Econômica, porque mais gente fazendo mais atividades e finalizando a pé seus trajetos incentiva todo tipo de comércio, inclusive o local. Deixa as ruas mais seguras também.
A forma como planejamos cidades (e seu transporte, moradia, construções etc) é um dos fatores que mais influencia o bem estar de seus cidadãos. As pessoas pouco se dão conta disso. A ciência que estuda isso é o Urbanismo.
Há quem pergunte “mas quem é que vai pagar essa conta?”. E aí vale a reflexão: quem é que paga a conta de não democratizar transporte, e quem paga a conta de décadas de priorização só para carros?
Também no meu Facebook, LinkedIn e Instagram.
Foi a maior valorização da carteira Global da Nord, que sigo e acho muito boa porque me valorizou 85% em dolar desde quando comecei em 2021. Outras potentes valorizações dessa carteira são Hims&Hers (208%), Netflix (155%), TSMC (146%), Halozyme (75%) entre outras.
Saber operar em mercado de ações é conhecimento que considero obrigatório para qualquer um, mesmo que a pessoa não queira operar. É tão básico e importante, e simples, quanto saber lavar louça, saber dirigir etc. Dedicar-se a seus investimentos é a melhor coisa que você pode fazer pela sua aposentadoria e independência financeira. Ações globais são só uma faceta. Fundos imobiliários (no tempo certo), renda fixa no Brasil (com 15% anuais!!!), criptomoedas, são todas coisas que você deve considerar.
]]> For anyone who wants to experience a bit of Hermeto Pascoal’s genius, I’ve put together a playlist with some of his compositions interpreted by other brilliant musicians from Brazil and around the world. Get ready for melodies from out of this world, phrases of intriguing originality, dissonant harmonies, all often layered over Brazilian rhythms. Hermeto was one of the greatest composers of our time. Hermeto lives forever in his music.
Você vai ver quanta coisa boa e nova ele vai te oferecer.
O Brasil produz a melhor música do mundo, e isso quem fala é o coletivo de músicos do mundo.
]]>Thank you, algorithm.
Or should I thank the data scientist who organized music data into a space of about 20 to 50 dimensions and optimized and trained decision trees to infer the next song to play?
Yup, that’s the one I should thank.
Thank you Data Scientist!
90 minutos depois, ao irem embora passaram pela minha mesa e não tive dúvidas: chamei perguntando o que estavam filmando e se não iam me filmar também, pois eu sou celebridade — cantada barata só prá quebrar o gelo, arrancar um sorrisinho com a finalidade de abrirem as portas prá entrevista que eu faria a seguir. Sem pudor, perguntei tudo o que tinha direito.
São donos de um canal meio novo, só uns 50K seguidores somados Insta e TikTok. Por isso cobram barato dos restaurantes: só R$500. Mas foram logo emendando que influenciadores maiores cobram até R$3000 para gravar e publicar resenha de um estabelecimento.
Fazem 2, 3 gravações por dia; vivem em estabelecimentos de comida praticamente todos os dias. Mas ultimamente começaram a diversificar em lojas de artigos para bebês e recém nascidos pois Luana está grávida.
E se a comida for ruim? — perguntei. Dizem que nunca aconteceu, mas se certificam antes pedindo um delivery anônimo prá aferir. Afinal, têm uma reputação a zelar.
Uma resenha publicada qualquer tem em torno de 1mi de visualizações e pode ter milhares de — varia e é orgânico pois não pagam nada para as plataformas promoverem seu conteúdo.
Eles têm umas 10 ou 15 resenhas já gravades e que estão pendentes de publicação. Depois da gravação (footage) vem a parte mais trabalhosa, que é escrever o roteiro do vídeo e fazer a edição. É a Luana que edita no próprio celular, com CapCut pago, pois tem uma série de filtros úteis. O processo todo parece não usar computador, só celular mesmo. Demora de 1 a 2 semanas para publicarem a resenha, a não ser que o cliente tenha urgência.
Luana e Kaio são de Campinas, mas os clientes são todos de São Paulo. Vivem em hotéis parceiros da Pauliceia, principalmente nos finais de semana, para executarem sua agenda frenética de resenhas. E estabelecimentos do interior, Campinas, Americana, Ribeirão? — perguntei. Contaram que no interior ninguém jamais contrata influenciador para fazer resenha. É só São Paulo mesmo.
Comentei que teria medo da balança caso levasse essa vida de muitos restaurantes. Kaio concordou e disse que já ganhou uns 15kg nessa empreitada. Vida de influenciador digital não é fácil.
Divulgar o canal deles eu não divulgo pois não sei se gostariam de tal exposição de bastidor. E também porque não sou influenciador de influencers. Só sou enxerido mesmo.
Meus filhos não piscaram os olhos nessa entrevista toda e também fizeram perguntas. Rolaram muitos outros assuntos interessantes e divertidos nessa noitada, mas conhecer os influenciadores digitais foi o evento mais notável, segundo os adolês.
]]>❝PDFs were created as a way to give a document an absolute, invariable design suitable for PRINT. It was never meant to be how we consumed documents on a screen.❞
And I must add:
We the data professionals, we hate PDFs. They might look good and structured for your human eyes, but the data inside them is a mess, unstructured and not suitable to be processed by computer programs.
Although we still didn’t reached an agreement for ubiquitous formats, here are some better options:
Hoje participei de um Chanoyu instrutivo onde Akiko (明子) preparou e nos serviu matchá com toda a liturgia que pede a ocasião. Aprendi sobre o ichi-go ichi-e (一期一会) — cujo significado é algo como aproveitar a singularidade do momento presente — que convida os participantes da cerimônia a praticarem as 4 palavras que o sintetizam: harmonia (和, wa), respeito (敬, key), pureza (清, sei), tranquilidade (寂, jaku). A cerimônia foi inesquecível e mágica como o ritual do café que participei em Lalibela, na Etiópia, só que muito mais litúrgica e profunda.
A planta do chá — Camellia sinensis — é a mesma da grande maioria dos chás que se consome no mundo: matchá — que tomei hoje —, chá verde, chá preto, tchai indiano etc, só variando torras e tipos de fermentação. Esta planta, originária da China e Índia, foi um dos “objetos de desejo” responsáveis pela formação de rotas comerciais que conectaram civilizações do Oriente e Ocidente séculos atrás. Estar no Oriente e consumir o chá consciente dessas coordenadas históricas da bebida tem um valor superior e emocionante para mim.
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Produção minha na primeira aula de caligrafia japonesa, onde aprendi a escrever Felicidade (幸) em alfabeto Kanji, e o meu nome (アヴイ) em alfabeto Katakana. Pincel e tinta aparecem em baixo à esquerda na foto.
Essa aula aconteceu na Women’s Association of Kyoto (WAK Japan) 9h da manhã. Estou me achando muito acabado na foto, mas é porque caminhamos 2 quarteirões para chegar lá e estava um calor de mais de 35℃. Verão do Japão é implacável; nunca vi nada igual.
]]>Esta enorme e importante cidade japonesa, no Brasil chamamos de “ozáca”, mas é pronuncia errada.
A forma escrita que se popularizou aqui é, na verdade, a transliteração para o inglês. Como, em português, usamos o mesmo alfabeto latino, acabamos adotando sem questionar muito. Mas o correto em bom português, com a proparoxítona acentuada, é assim:
Oôssaca
Com ênfase onde pus o acento mesmo.
O-ô (大) significa muito, grande etc. E saca (阪) significa morro. Mas Oôssaca não tem morros, pois foi erguida no delta do rio Yodo. Uma conhecida japonesa me traduziu diferente, algo como “grande encontro”.
Tá faltando faladores nativos de japonês na minha vida prá me ensinarem mais essas coisas.
]]>Numa panela, dissolva o açúcar e a gelatina aquecendo até ferver em uns 200ml do Aperol Spritz.
Misture com o resto da bebida e mande para geladeira por 2h ou até gelar mas antes de virar gelatina.
Mande tudo para a sorveteira por uns 1h. Eu usei a da Cuisinart. Depois guarde no congelador.
Coma com moderação, pois é sorvete tão alcoólico quanto o Aperol Spritz que te embebedou na festa.
Tem também os perfis do outro lado do espectro, nos quais o único problema do conflito é a questão dos sequestrados, desfilam islamofobia, reduzem todos os palestinos a terroristas, o que de certa forma justifica qualquer ato de guerra. Tais perfis são de pessoas que nem sabem, ou fazem questão de ignorar, as barbaridades vergonhosas declaradas por políticos israelenses, que geram atos de guerra e colonização que dão calafrios ao serem lidos nos jornais.
Um dos conflitos de geopolítica mais complexa do mundo, cuja solução todos procuram, todos almejam, mas ninguém consegue alcançar, há décadas.
Ou a gente fala sobre isso com equilíbrio e humanismo, olhando sempre, SEMPRE, os dois lados. Ou é melhor não falar nada.
]]>É aí que jornalistas e seus meios devem ganhar protagonismo e a atenção dos leitores e telespectadores. Pois, lembrando, o papel do repórter é ir lá checar se é verdade e contar o que viu. Pode até adicionar opinião depois, mas primeiro publicar fatos apurados.
Mas qual é a diferença entre bom jornalismo e pessoa qualquer que repassa “notícias” no zap ou memes nas redes? A diferença é a mesma entre o médico diplomado, experiente, e o sujeito que vende na Praça da Sé, para curar todos os males, elixir de conhaque mijado. Este último não tem método, ciência nem reputação a zelar. Isso sem nem entrar no mérito da profundidade do conteúdo.
Jornalismo profissional é mais necessário do que nunca na nossa era da pós-verdade, inteligência artificial e fake news.
]]>É sempre assim. Embaço prá ir ver arte contemporânea, mas ai quando vou saio empolgado, enlouquecido, maravilhado, inspirado, intrigado.
Foi assim também com a portuguesa Joana Vasconcelos, no MaAM, e sua monumental e estonteante Valkyrie Mumbet. Foi assim com as ilusões geométricas do Julio Le Parc na Tomie Ohtake. Ou com a inventividade de Anish Kapoor que vi na Corpartes. Ou os necessários parques de arte como Inhotim, o inesquecível De Hoge Veluwe, o deCordova. Ou ainda o ICA de Boston. Richard Serra no Guggenheim de Bilbao. E muitos outros. Consigo ser exaustivo com essa lista pois guardei fotos de todas essas visitas que muito me marcaram.
Essa do Warhol, na FAAP, é obrigatória. Tem centenas de obras originais, muitas são extremamente conhecidas, tudo muito bem curado. Warhol como retratista retratou inúmeras celebridades como Marlyn, Michael Jackson, Joan Collins (foto, e uma das composições mais impressionantes da exposição), Sylvester Stallone, Jacqueline Kennedy etc. Mas tem também sua veia política, onde tratou a espetacularização da morte, tema que acho ainda muito atual.
Uma das características intrigantes de sua obra é sua técnica. Qualquer pessoa que assistisse Warhol trabalhando por 2 dias com fotografia, serigrafia e tinta, conseguiria fazer parecido. E digo isso não para diminuir, mas porque é sensacional onde se pode chegar com tão pouco. O diferencial de Warhol creio que foi o meio em que estava inserido, as festas que frequentava, as pessoas com quem se relacionava. E coragem. Muita coragem para fazer arte daquele jeito simples e novo, e naquela escala.
Fico feliz que amigos também estão nas artes plásticas, inclusive com exposições recentes. Marcia Cymbalista que claramente transmite a singeleza de seu caráter para suas pinturas. Rogério Pasqua que me impressionou com os desenhos semi-abstratos que tem produzido. Taly Cohen, que já se lança para fama internacional. Babak Fakhamzadeh que se aventura por vários tipos de expressões artísticas. É uma honra ter vocês por perto.
]]>Ambient Music!
There are four buttons you can activate in the Control Center that provide endless ambient music in four styles and for four purposes:
The compositions and arrangements are of high quality and very satisfying. They are purely instrumental, with little melodic variation but rich in textures, sound effects, rhythm, and sound design. If voices appear — rarely — they are only used to add texture, without words.
I am an avid listener of ambient music and use it to block out external noise, enter my inner world, focus, relax, find inspiration, and fall asleep. Collections like Buddha-Bar, Café del Mar, Le Café Abstrait, and their curators have been in my ears for many years, introducing me to many artists I now love and follow. Unlike Apple’s new Ambient Music, these collections also include more ethnic styles.
But there’s something obscure and noteworthy about Apple Ambient Music. There are no song titles, no artist credits, no album covers. Music identifiers like Shazam don’t recognize these tracks—I’ve tried multiple times. I haven’t noticed any repeated songs, and they all last around three minutes. It’s as if they were commissioned for this purpose, following specific rules. I also haven’t found any Apple page describing the technology, the source of the collection, or how the curation of the four playlists works.
This leads me to believe the music is dynamically generated (both composed and performed) by artificial intelligence or some kind of algorithm. The fact that the tracks have little melodic richness — melody being the most valuable, human, and difficult-to-create musical feature — supports this hypothesis. A well-built library of textures and sound effects, combined with fine-tuned algorithms, could make this possible.
But this raises a very serious ethical question, especially when the feature is made so accessible and mainstream. Could AI replace composers, musicians, and sound engineers in some musical styles? Could this explain why Apple isn’t making a big deal out of this feature, despite it deserving the spotlight?
Apple Ambient Music is now part of my listening repertoire.
Here is another article with good sources of music (in Portuguese).
Also in LinkedIn.
“What? A MacBook Air cheaper than a Windows laptop? Impossible!”
Well, if you look in the Wintel (Windows + Intel) universe for a laptop with the same features as Apple’s entry-level laptop — the MacBook Air — the Wintel version will be more expensive.
A basic laptop today should have a 3K or 4K display (Full HD is already obsolete), solid-state storage, high-quality camera, microphone, and audio, and be thin, lightweight, and stylish. Most importantly, the battery should last all day. This last feature is not possible in Intel-based laptops, where, in practice, the battery lasts no more than 90 minutes. A modern laptop is used like a smartphone: unplugged from the outlet, carried around all day, and recharged while you have lunch or sleep.
So yes, you can find cheaper laptops, but they will have worse features than the minimum standard. They also use lower-quality components (camera, microphone, display) and outdated technology (storage, CPU).
]]>Esta receita de salada turca de berinjela apareceu na coluna Cozinha Bruta da Folha de São Paulo.
Preço dos ovos está subindo devido a gripe aviária nos EUA. Exportações de ovos do Brasil para os EUA aumentam e isso causa inflação no preço do ovo por aqui também.
Nos dias de hoje, preço justo de ovos em São Paulo é 1 ovo ≈ R$1. Produto que custa mais do que R$1 por ovo, está cobrando por características de pouco valor real para o consumidor, como marketing ou green washing ou simplesmente grife.
Características que valem a pena pagar mais pelo ovo:
Características que não valem a pena pagar mais pelo ovo:
Este assunto é meio polêmico, mas inúmeros testes cegos comprovam que as pessoas não são capazes de notar diferença de sabor entre ovos. Veja estes:
Quanto a cor da gema, os mesmos testes cegos mostram que cor da gema não altera o sabor. A cor da gema pode ser manipulada com devida alimentação na granja. Criadores adicionam cúrcuma na alimentação das galinhas para deixar o amarelo da gema mais vivo.
A cor da casca é determinada pela raça da ave. É o fator menos relevante de todos, mas é o que mais dá nas vistas. Fato é que ovos orgânicos e caipiras oferecidos nas gôndolas sempre são de casca escura, provavelmente porque o consumidor associa casca branca com ovos comuns.
Quanto ao valor nutritivo, ovo de qualquer tipo é uma bomba nutricional. É provavelmente irrelevante a diferença nutricional entre o ovo mais comum e o mais elegante. Eu nunca vi esse tipo de comparação, porque deve ser irrelevante mesmo.
Características como “caipira”, “orgânico”, são as que mais elevam o preço do ovo e tem a ver com como a galinha é criada, caso isso seja importante para você. Isso é uma questão mais filosófica. Na minha opinião, isso soa como uma certa humanização da galinha, imputar no animal valores que seres humanos valorizam, como ser livre para pastar. Mas quem disse que isso é realmente importante para o animal, mais do que ter comida fácil a vontade? O fator “orgânico” para mim tem também alto teor de green washing, e geralmente não é o que o consumidor acha que é. Mesmo assim, a indústria tem padrões e leis que garantem um nível alto de qualidade até à granja mais simples.
Então tudo bem se você cultiva alguns valores que te levam a gastar mais com ovos. Mas saiba que estará igualmente bem servido, com sabor, nutrientes, higiene e qualidade em geral, até com o ovo mais barato.
]]>I run a home server since many decades ago with multiple services such as:
Hardware setup is:
This server is critical for my family, yet several hard drives failed during all these years (that is why I have setup automated backups).
It was not until recently that I learned how to monitor the health of these HDDs using SMART. Get it installed with package smartmontools.
When you get a new HDD, after connecting but before putting it into production, you must run a self-health check with command:
smartctl -t long /dev/sdz
Where /dev/sdz is the device name of your new HDD. This test will take more than 10 hours and can be done even with the HDD in use, but it will degrade performance, so I prefer to unmount all filesystems first.
You should run this health check sporadically from time to time.
You can also run 10 minutes health checks without bothering to take your services offline:
smartctl -t short /dev/sdz
To see results of these tests, I prefer using Alexander Shaduri’s GSmartControl GUI, even if smartctl command can also display results. Here is the view of one HDD with the completion status of the health checks we triggered by the smartctl commands above, the Self-Tests tab.

As a general good practice, you must immediately stop using a HDD if you get many errors in the Error Log tab.
SMART error messages are very confusing and proprietary, and I have seen HDDs marked as healthy even if they present many error messages. So again, as a general good practice, if smartctl -l error /dev/sdz output is very long and is not a simple No errors logged, it is time to migrate data off of the HDD and replace it.
Here are ChatGPT’s suggestions to reallocate bad blocks if the long SMART test presented errors. WARNING, THESE ARE DESTRUCTIVE COMMANDS:
dd if=/dev/sdX of=/dev/null bs=64M iflag=direct status=progress
The dd command above will force writing and then the bad blocks will be reallocated.
The smartmontools package also installs a service that checks HDD health daily and sends a report by e-mail. On Fedora Linux this is activated by simply installing the package, but is useless if your system can’t send e-mails, which is the way reports are delivered. So make sure you enable your server to send e-mails. There are many ways of doing this, the simplest one is using Gmail as relay.
If your HDD is starting to fail, you’ll get an e-mail from the SMART daemon. If that happens, you must run more extensive health checks as described above. And check your backups and move your data off of the failing HDD.
Also, you should check the warranty of your HDDs. The more premium product lines of Seagate (IronWolf) and Western Digital (Red) offer 3-year warranty and you should make sure you’ll get these when you buy it. Use your HDD serial number to check if warranty coverage is still valid on Seagate and Western Digital websites. You can fill some forms on the manufacturer’s website to get a brand new replacement HDD.
]]>Nesta encarnação do fascismo e da extrema direita, os “inimigos do estado” são outros grupos étnicos ou políticos — árabes, hispânicos, refugiados, progressistas, esquerda, LGBT, classe trabalhadora ou todos que se opuserem ao plano oligárquico desse governo que está começando.
Os judeus, que passaram as últimas décadas denunciando o silêncio de outros povos antes e durante o holocausto dos anos 1930 e 1940, agora estão em posição de não se calarem e se oporem perante o que está anunciado que vai acontecer — violações de direitos humanos, perda de direitos adquiridos, discriminação, instauração de um regime de medo, anti-ciência.
Estamos na era de nos tornarmos uma civilização global: uma única humanidade cuja nação é o Planeta, onde flui solidariedade, compaixão, ciência e consciência. A extrema direita antagoniza e se contrapõe a esse objetivo.
]]>Refiro-me a uma curadoria musical feita por humanos, não algoritmos. Pois é assim que somos apresentados às novas músicas que vamos amar, foi assim que conhecemos as músicas que amamos até os anos 2010.
DJs, radialistas, playlists de amigos, são coisas vitais para mim. Eis as plataformas e serviços em que habitam e que me inundam com novidades musicais:
Conheci este álbum e toda essa vertente musical e seus artistas por volta de 1992, via uma fita K7 que uma amiga botou no carro numa das viagens entre São Paulo e Rio Claro, a cidade da minha universidade. Ela não sabia quem eram os artistas, mas eu fiquei tão impressionado que pedi a fita emprestada e fui atrás de descobrir quem eram. A partir daí fiz questão de divulgá-los todos pelo campus, inclusive seus outros álbuns e trabalhos.
O @luiz.eduardo.andrade é outro que foi mordido por essa música toda e viciou, até que um dia ele me chamou prá ir tomar café da manhã memorável com ninguém menos que Elomar, num hotel em que pousava ao vir fazer show em São Paulo.
]]>O 𝕏 quer usar sua enorme base de usuários brasileiros para manipular a opinião pública de modo que se acredite que sua plataforma é tão necessária e vital ao ponto de estar acima das leis do país.
O fato é que a novela do bloqueio do 𝕏 nada tem a ver com liberdade de expressão. Isso é só a tal da “narrativa”, onde se tenta criar uma relação de causalidade onde não há. O caso do 𝕏 é sobre uma empresa que quer usufruir da enorme audiência que tem no Brasil, extrair lucro de anunciantes, mas sem respeitar as leis do país.
O bloqueio não foi abrupto. O Judiciário do Brasil passou um tempão pedindo para que certos conteúdos fossem moderados. Se a direção do 𝕏 manda um “que se dane” para a visão de mundo de uma democracia gigante como o Brasil, eles terão problemas sim para operar aqui. Todas as pessoas físicas e jurídicas estão sujeitas a isso; por que não o 𝕏? É uma questão de soberania nacional contra direção predatória de uma empresa.
O bloqueio é uma medida contundente. Mas vejo que a justiça do Brasil ficou sem alternativas perante a petulância dos dirigentes do 𝕏. Basta o 𝕏 ter representação no Brasil, moderar conteúdo, que eles imediatamente serão desbloqueados. Com a conduta atual de seus dirigentes, era uma questão de tempo para que o 𝕏 fosse bloqueado em algum país. Aconteceu só de o Brasil ser o primeiro.
Enquanto isso, não faltam lugares físicos e virtuais para qualquer um exercer sua liberdade de expressão. Todos eles obviamente sujeitos as leis do país.
Também no Facebook e Instagram.
Intel-based laptops have poor energy performance, with batteries lasting less than 2 hours and overheating. Besides, these CPUs have accumulated many design bugs over the years, requiring inefficient workarounds from compiler and operating system manufacturers.
This became evident when Apple switched its computer CPUs to M1 in 2020 and never looking back, resulting in laptops that stay cool and have long-lasting batteries. The MacBook Air M1 set a new standard for laptops, being excellent, better than any entry laptop, affordable at around $1000 while good enough for 99% of users.
Other manufacturers struggled to compete, with only their premium lines matching Apple’s display and lightness, but never battery life and energy efficiency. To justify premium prices, they offered excessive configurations, leading to energy and silicon waste.
A lawyer who wants a Windows laptop with Intel that is as light and has a screen as good as the Retina of the Air M1 will only find it in something like a Dell XPS (premium line of Dell) for $1700 because they don’t make it with less than 500GB SSD, 16GB RAM, and i7, even when 128GB, 8GB, and i3 are totally sufficient for her and for 99% of people and all their tasks. They won’t manufacture or will not have it ready for delivery. If they’ll customize it, the price won’t be worth it.
On the other hand, affordable laptops from these manufacturers are poor, with low-resolution displays, heavy and with inelegant designs. A high-density display is the most valuable feature for users, followed by lightness and solid-state storage. RAM and CPU are less important but often overly highlighted due to branding.
Four years after the M1, the industry has finally moved. The new generation features Qualcomm ARM CPUs, which are more efficient and allow batteries to last nearly 24 hours. Manufacturers can now offer products similar to the benchmark (Apple MacBook Air), including in price, because they won’t have to beef it up with unnecessary amounts of RAM and storage to hide or compensate other inefficiencies, and stay focused on what really matters: the human interaction devices such as high-resolution display, smaller size, better camera, speakers, microphone, keyboard.
In 2024, if offered a laptop with “Intel Inside,” consider it obsolete as it is since 2020. Your next Windows laptop will have “ARM Inside,” but it won’t need a sticker to brag around because that’s not what matters.
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