Somos Piratas e convencidos
Pertenço ao mar e aos meus amigos
Somos do bem, prazer carnal
Somos piratas da arte musical
Foste um pouco vaca , me deixaste triste e partiste
Não há( mais ) recordações… (não há mais , não há mais , recordações)
Uma cega, trocaste o Macho pelo Xico, e fugiste
Não te canto mais canções (não te canto , não te canto , mais canções )
Pois é , que grande circo, que triste história
Agora sou Touro (muuuu)
Que boémia tão banal, ( tão banal ) não havia memória
Meia noite é às quatro,
Não há chuva, nem há vento, já não és Baby quirida
E na verdade, tu pra mim, és uma pita ….
( ROCK )
Foste um pouco vaca , me deixaste triste e partiste
Não há cá recordações… (não há cá, não há cá, recordações)
Uma cega, trocaste o Macho pelo Xico, e fugiste
Não te faço mais canções (não há cá, não há cá, recordações)
Eu fiquei na merda, Aveiro é uma selva ( uma selva)
Vou para a farra , é a morte, é o fim
Perdidamente como um pescador
Nunca mais te como nem por favor
Foste um pouco vaca , me deixaste triste e partiste
Não há cá recordações… (não há cá, não há cá, recordações)
Uma cega, trocaste o Macho pelo Xico, e fugiste
Não te faço mais canções (não há cá, não há cá, recordações)
Agora ela passa no cua
E eu digo que não
Ela resiste e insiste E insiste e insiste
E insiste e insiste E insiste em vão
Ela fica envergonhada e timida e tal Brutal…
MIMI… MIMI
Quero-te só a Ti Só a ti
Talvez um beijo Que eu nao te aleijo
Mimi Mimi
Quero-te so a ti Só a ti
Talvez um beijo Ou eu bocejo..
Faço barulhos com a barriga.
Depois de ser praxado, fiquei só e abandonado.
E o mestre do sal, com um abraço querido,
Perguntou-me assim: queres ser meu amigo
Anda puto vem ver, a academia
E podes aprender como ser mestre um dia
Toma lá um pin que é da minha tia
Trabalha num hospital, de santa maria
Agarra num emblema lá do teu distrito,
E assim o teu traje fica mais bonito
Paparapa pararaparapa parapararapa parara (bis)
Vou-me embora
Deus me livre de ficar assim
Vou-me agora,
Antes prefiro ir doar um rim
No rossio, na praxe geral,
Senti-me como um animal
Desgraçado, amarrado,
Com as unhas pintado,
Andei sujo, descalço e molhado
Podes ficar com o colete, o casaco e a gravata,
Mas não ficas comigo
Fica com as sapatilhas, e o mais que consigas
Mas não ficas comigo
Não me magoes assim, não sejas mau para mim
Senão fico sozinho,
Eu sou um chefe brutal, o heroi nacional,
Eu sou o mestre do sal
Fra, ser mestre do sal,
O mais academico de portugal
Ser mestre do sal, que cena brutal
Eterna corrida do bem contra o mal
Ser mestre do sal é paranormal
É super, hiper, mega, bueda,
Turbo fundamental, ser o mestre do sal (bis)
(instrumental)
É turbo fundamental, ser o mestre do sal (bis)
]]>Escorrem fluidos brilhantes
Da tua pele eu sei
Não passes mais o dedo
Toma vicks vapo spray
Ref
Mãe da Lena eu sou louco por si
Mãe da Lena tu és tudo pra mim
Esse teu pé de atleta
não me lembra ninguém
mas ao cortares a meta
pareces-me a tua mãe
Teu cabelo do sovaco
paraiso sem fim
teus pelos do umbigo
são flores do meu jardim
Ref
Já nem sei
porque ainda te amo
complicações das minhas emoções
já nem sei
porque ainda te gramo
complicações das minhas emoções
fazes coisas que eu não consigo entender
nessa utopia do amor
sem te ter
disfarço a magia
de mil cores
em tons de sombras de ninguém
transformo a lua
no teu rosto
e o mar no teu olhar
só pra te ter
mais perto de mim
Ref
]]>Debaixo do luar / A ver o teu olhar
Defronte para o mar / Me afoguei em ti
És tu a minha dama / Vem ter na minha cama
Vem dizer que me ama / Dança para mim
E quando o teu corpo, roça no meu
Dançando kizomba, subimos no céu
E o meu coração não sofre de arritmia
Tu fazes makumba, sacodes a bunda, me dás alegria
Mas então tu foste embora e não mais eu te vi (nem te beijei)
Agora é um tormento recordar aquele momento (quando te amei)
São as recordação / Que toca esta canção
Mandando a minha mão / Escrever para ti
Colheste o meu jindungo / Fugiste do meu mundo
Mas sei que tu no fundo / Voltas para mim
E quando o teu corpo, roça no meu
Dançando kizomba, subimos no céu
E o meu coração não sofre de arritmia
Tu fazes makumba, sacodes a bunda, me dás alegria
Comprei emblemas, para me embelezar
Juntei mais uns problemas, para socializar
Ninguém ligou nenhuma, pus no traje um anzol
Eu sou o rei das praxes, rei da lua, gay do sol
Eu era um cromo
No secundário
Tentei estudar
Mas fui praxar
Vesti o traje num instantinho
E o gel era do frasquinho
E o caraças do gabão sempre a estorvar
Isto é praxar com style
Isto é praxar com style
Isto é praxar com style
Eh Caloirada! UA UA UA
Isto é praxar com style
Eh Caloirada! UA UA UA
Isto é praxar com style
Eu deito-me com o traje porque até praxo a sonhar
minh’alma está sedenta de um caloiro para alombar
ponho todos de 4 sou muito bom a mandar
meto muito respeitinho: -põe-te já a olhar para o chão
Sou um sedutor, vejo fotos da caloira
No computador, espera que alguma me escolha
Eu nunca fiz arroz, RFA, jantar de curso,
senhora imaculada dos pasteis (de belém, sabes bem, que sabem bem)
Eu era um cromo
No secundário
Tentei estudar
Mas fui praxar
Vesti o traje num instantinho
E o gel era do frasquinho
E o caraças do gabão sempre a estorvar
Isto é praxar com style
Isto é praxar com style
Isto é praxar com style
Eh Caloirada! UA UA UA
Isto é praxar com style
Eh Caloirada! UA UA UA
Isto é praxar com style
Universidade, fui para a universidade
a praxe vai ser sempre a minha prioridade
Universidade, fui para a universidade
a praxe vai ser sempre a minha prioridade
Havia um iglo de dois andares,
Em cima a Maria em baixo dez pares,
Fazia dinheiro com essas meninas,
Sete Vanessas três Catarinas
Um olho preto a vanessa tinha
Gostava de brincar com a sua pilinha
Ups, afinal era um pau
E o António não achou normal
A catarina apareceu de repente
Tinha entre as pernas um lábio dormente
Um lábio bastou ao esquimó
Pobre António, calhou-lhe cócó—ó—ó!
Deita-te aqui
Vou-te fazer uma massagem
Vais sentir uma vertigem
Sem eu te ordenhar
É o nosso segredo
Todos sabem mas deixa lá
Nós somos 2
Nós somos muitos
Nós somos 2
Amanhã e depois
Dormimos juntos
Não tem mal nenhum
Ter filhos de um colchão
Vale mais partir a mola
Do que a própria mão
Vaca
Encosto-me a ti
Eu tenho leite para dar
Pasteurizado
Sem um micróbio a nadar
Junto-me a ti
Vamos contar as minhas manchas
E sem ter medo do touro
Vamos procriar
Catarina (3x)
Come a sopa na cantina
Encontrou-a numa aula
E ao seu lado se sentou
Elogiando a sua mala
Ao ouvido lhe falou
Mas ela não lhe deu troco
Só olhava para o quadro
E ele estava a ficar louco
Só pensava em papa-la
Catarina (3x)
Come a sopa na cantina
Foi ao shopping da avenida
Enfiar-se nas compras
Uma prenda para a querida
Era o que ele tinha em conta
Mas qual foi o seu espanto
Quando por de trás do balcão
Quem ele amava tanto
Agarrado ao paneleirão
Catarina (3x)
Come a sopa na cantina
Pura Desilusão
Pura Frustação