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]]>Havia uma melancolia nela que me atraía, que me fazia entender seus altos e baixos tão bem, como se fosse a minha persona retratada ali. A figura de Marilyn me fascinava por isso. Cada retrato que pintavam sobre ela, lembrava a mim.
Era como se, por trás do sorriso e dos flashes, houvesse um grito silencioso. Que quem já sentiu o peito apertar sem motivo algum é capaz de reconhecer. Marilyn nunca pareceu interpretar a dor, ela a conhecia.
Eu era uma pessoa feliz. Sempre fui, mas também sempre tive uma nuvem depressiva que me acompanhava. Até mesmo antes das tragédias da minha vida se anunciarem. A tristeza e, mais, a dor, sempre foram muito fáceis de acessar. Sinto que nasci pré-disposta a sofrer. É um botão muito sensível, que ao menor toque já liga.
Tem dias que o sol entra pelas frestas, mas há outros em que o tamanho do quarto quase não nos deixa respirar.
Não é um vício ao sofrimento, sabe? É uma facilidade de acessar esse sentimento. E de senti-lo intensamente.
E parece que a Marilyn me entenderia. Ela saberia do que eu estou falando, de como nada fica muito tranquilo em mentes e corações como os nossos. Que nos momentos mais felizes podemos facilmente achar algo de errado, de dolorido. Sempre falta, sempre sobra. Se eu quiser acessar, tá aqui.
É como se o meu corpo inteiro tivesse memórias da tristeza, como se bastasse uma lembrança leve, um cheiro, uma frase, o gatilho que fosse, para acionar o alarme. Marilyn escrevia em suas cartas que às vezes a dor vinha “sem hora marcada”, e eu entendo isso. É quase uma convocação silenciosa para revisitar o que já tentamos enterrar.
É um verdadeiro desafio desfrutar da tranquilidade. Somos agentes do caos. Somos o próprio caos.
Sabemos afundar melhor do que qualquer âncora, ainda que vejamos a melhor parte do mundo e saibamos, também, viver intensamente a alegria. É a nossa natureza esse quê de angústia, de melancolia.
Vivemos em extremos: o riso vem rasgado e o pranto vem inteiro. Quando a maré está parada, somos nós que a agitamos, como se o vazio da estabilidade nos causasse mais medo do que o próprio abismo.
Para a atriz tudo isso servia muito bem, com um ar de mistério e sensualidade. Até que alguém chegasse muito perto, ficasse tempo demais. A melancolia serve para fotografias, poesias e a superfície. Mergulhar em algo assim, como nós duas, e se perder na dor, é fatal.
E foi exatamente o que o mundo fez com ela, admirou sua superfície, mas ignorou o que tinha por baixo.
Colocam a culpa nas tragédias, mas a verdade é que nascemos com essa especialidade. As tragédias e os abusos só intensificaram o tempo de permanecermos na zona de perigo.
Talvez Marilyn tivesse chance se não fossem tantos abusos. Talvez ela mergulhasse, mas não permanecesse tempo o suficiente para se afogar na sua própria angústia, se não fossem os traumas.
Talvez ela não seria difícil de compreender e de amar se não fossem tantas violações. Mas, nunca saberei.
Imagino algumas conversas que poderíamos trocar.
Imagino que, como ela, eu também não seria tão difícil de amar na profundidade se não fossem meus traumas. A dor cria camadas, e quem tenta chegar perto precisa aprender a navegar por entre elas.
Antes das minhas tragédias pessoais eu era bem mais “normal”, apesar de sempre criar motivos para a tristeza me visitar. Imagino que ela me daria conselhos para que meu fim não fosse de encontro com o dela. De que eu teria a chance de sentir diferente. De encontrar uma chavinha que poderia virar meu comportamento diante da clareza de minha personalidade. De que eu poderia trilhar seu caminho transformando em arte o que eu conseguisse, mas também de que eu sairia fora dos seus trilhos e no fim escutaria que nada foi mais forte e vibrante em mim do que a minha própria capacidade de sorrir.
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]]>O post O medo de quando tudo vai bem: A ansiedade da travessia apareceu primeiro em Além da Curva.
]]>Me pergunto onde foi que me tornei adicta ao sofrimento. Se nasci dessa forma e apenas é algo inerente a minha personalidade ou se após uma certa quantidade de choros derramados eu me afeiçoei a prática?
Por tantos anos eu rezei por dias calmos, para que as águas do meu rio simplesmente fluíssem, sem obstáculos pelo caminho. E sinto que neste momento, minhas águas correm tranquilamente. Elas seguem o seu curso, mas ao invés de me voltar para a deliciosa sensação de flutuar em águas mansas, ocupo minha mente com o que ainda me falta.
Preocupo-me com dias ainda melhores e esqueço de observar os bons dias que me cercam.
Quero saber da chegada dessa água doce em que me encontro com a água salgada que ela irá desaguar. Vislumbro esse momento e sofro por isso. Sofro por ele não acontecer hoje. Agora. Eu quero, eu preciso disso.
Enquanto vou percorrendo de uma forma segura e relaxante por um rio que contém paisagens tão lindas ao redor. Vez ou outra as observo, até aproveito o momento. Mas inevitavelmente, me volto para a preocupação.
Quando vou encontrar o mar? Será que existe mesmo esse encontro? E se não houver? Não posso viver num mundo onde não seja possível acontecer essa entrega.
E sofro. E dói.
Esqueci como que relaxa. Como que aproveita a parte boa por completo.
Para quê tanta pressão, se há tanta beleza para viver agora? Depois, quando esse momento passar, afinal, tudo se renova, posso me ver nostálgica, orando por dias como os que estou vivendo, mas que não soube aproveitar porque inventei uma preocupação para preencher a calmaria.
Quando os problemas eram concretos, foi natural me descabelar e não prestar atenção no “lado bom”, mas agora, o problema é no campo da esperança. Ou creio que o rio me levará na direção do mar ou me preocupo que esse dia não chegará nunca. Mas, preciso mesmo dessa aflição? Ainda mais quando o meu entorno está tão bonito e florido?
Porque eu não consigo soltar essa carga e viver dias sossegados? Porque focar tanto naquilo que pesa, naquilo que causa dor?
Eu posso aproveitar meus dias tranquilos sem caos, sem tormentas. E posso aproveitar hoje. Agora. Esses dias estão aqui, passando…
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]]>O post Entre o desapego e o amor, a coragem de continuar apareceu primeiro em Além da Curva.
]]>Há momentos que seguro algo com tanta força em minhas mãos, com medo de que aquilo se vá, sem lembrar do tanto que já partiu.
O mundo nunca se revela da forma como eu o agarro. Ele sempre se mostra da forma como eu solto (ou até mesmo do como eu resolvo soltar).
Acho o apego extremamente necessário, ainda. Não tem uma forma de viver sem ele.
É que parece tão mais fácil caminhar até o apego, mesmo quando detestamos nos agarrar a algo ou a alguém. Mesmo quando queríamos nunca mais sentir coisa alguma.
A gente se apega, e se não for a uma pessoa ou um objeto, que seja a solidão.
O desapego é que cria barreiras. Afinal, como amar ou desejar tanto e não se importar? E não fazer tudo que está ao nosso alcance para mantê-lo por perto?
E não vejo existir mal nenhum nisso. A toxicidade se faz quando insistimos em manter algo que está em chamas, em ruínas, e fingimos não enxergar nada disso. Afinal, mais vale um pássaro engaiolado e triste do que dois voando.
Mas não quero entrar neste assunto, é muito pano pra manga.
Meu foco nessa intuição revestida de palavras se dirige ao tanto que a gente desapega e nem percebe.
A vida força o desapego. E a gente, eventualmente, acolhe. Tantos fins que não queríamos que acontecesse, mas chegaram. Natural sofrer e pesar por eles.
E, até sem perceber, em um belo dia aquilo já não machucar como antes. Aprendemos em tantas situações a deixar ir. De má vontade, com certeza.
Eu nunca quis virar adulta, falava para os meus pais que iria morar na Terra do Nunca. Não aceitava as mortes físicas que me rondaram. Quantos relacionamentos amorosos e amizades que forcei até o fim para que não se dissipassem? Ah, sei nem contar! E aquele sonho que eu planejei minuciosamente e tive que abrir mão? Como isso doeu!
E tantos outros momentos que eu vi desaparecer de dentro da minha mão fechada com força. Nunca adiantou de fato segurar firme, o que teve que ir, simplesmente se foi. Inclusive versões desatualizadas da menina-mulher-eu-mesma.
No momento que soltei cada uma dessas situações, que me doíam a alma em pensar não possuir mais, foi ali que a Vida me revelou a sua magia.
A magia de continuar viva, mesmo sem alguns pedaços que eu considerava meus.
A magia de encontrar partes melhores (ou apenas diferentes, mas que também cabiam em mim).
Partes que eu também me vi segurando com força, mas precisaram desaparecer. Partes que parecem que nunca irão embora – quem é que sabe? Partes que eu talvez ainda nem perceba que se encaixaram em mim.
E o mais louco de tudo isso? Eu ainda tenho medo de deixar as novas partes seguirem seu rumo, ir embora daqui de perto.
Porque, não importa o quanto a gente “perca”, não há casca impenetrável que nos deixe confortável o suficiente para perder aquilo que importará no futuro.
É preciso lidar com essas inconstâncias e nem sei se em algum momento fica mais fácil. Só sei que não poderia escolher me apegar à solidão, só para nunca mais “perder” alguém que eu amo, por exemplo.
A vida flui, e parar em alguma parte desse rio, com medo da hora em que vamos desaguar no oceano e ver muito se diluir, é bobagem.
A gente – o ser humano – veio com muita coragem para essa experiência terrena.
Coragem para se apegar e coragem para ver ir embora.
E ainda mais coragem de fazer o movimento de volta ao apego, mesmo sabendo que tudo tem seu ciclo.
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]]>O post Começar depois dos 30 (ou 40, ou 50): e daí? apareceu primeiro em Além da Curva.
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]]>O post Onde tomar café da manhã no Rio de Janeiro apareceu primeiro em Além da Curva.
]]>E numa cidade com tantas opções espalhadas, pode ser difícil escolher onde tomar café da manhã.
Neste artigo, vamos explorar algumas das melhores opções de cafés da manhã no Rio de Janeiro, para ajudar a escolher o local perfeito para desfrutar de uma refeição deliciosa e energética antes de um dia cheio de aventuras.

Para quem ama uma boa tapioca no café da manhã esse é um ótimo espaço, que oferece opções saudáveis e saborosas.
Desde uma tapioca deliciosa de mussarela, tomate e manjericão, até uma encorpada tapioca com salmão defumado, cream cheese e cebola roxa marinada na goma rosa, são várias as opções para quem faz uma pausa por ali.
São 6 unidades espalhadas pelo Rio de Janeiro entre os bairros: Ipanema, Leblon, Botafogo, Arpoador, Centro e Barra da Tijuca.
Os preços das tapiocas variam de R$ 8,00 (tapioca clássica só com manteiga) a R$ 27,00 (tapiocas com salmão ou camarão). Há opções como tapioca de pasta de berinjela, tomate com manjericão e rúcula por R$ 18,00 e carne seca, requeijão cremoso e pimenta biquinho por R$ 23,00.
No local também há o bom o velho café, açaí e tapiocas doces.
Se você estiver procurando por um café da manhã saudável e delicioso no Rio de Janeiro, não deixe de conferir o Tapí Tapioca.


Localizado na linda Ilha da Gigóia, o Café da Poesia é um ótimo começo para um dia de passeios pelo local.
Além de uma refeição deliciosa o café proporciona uma experiência cultural, sendo todo decorado com itens que remetem à literatura em um ambiente muito aconchegante.
O café, ainda, oferece uma programação cultural diversificada, incluindo leituras de poesia, apresentações musicais e exposições de arte.
Quanto ao menu, o Café da Poesia oferece opções de café da manhã deliciosas, como omeletes, pães, bolos e, é claro, café fresco.


Há combos oferecidos pela casa que podem interessar o consumidor, como o combo casal, que foi a nossa escolha. Nele veio 2 cafés, 2 sucos de laranja, pão caseiro na chapa com manteiga artesanal, ovos mexidos, misto quente no pão caseiro, pastafrola e toffee por R$ 70,00.
Há outros tipos de combos com outras opções, inclusive combos individuais por R$ 25,00. Claro que você pode escolher os ingredientes individualmente, se preferir.



Um local bastante popular para tomar café da manhã no Rio de Janeiro, com três filiais: em Ipanema, no Jardim Botânico e em Botafogo.
O café da manhã por lá fica disponível o dia inteiro e ele foi eleito por 11 vezes o melhor do Rio. Claro, há também outras refeições que são servidas na casa.
No Empório Jardim Rio, os clientes podem desfrutar de uma ampla variedade de opções de café da manhã, que incluem pães frescos, bolos, croissants, frios, sucos naturais, cafés e muito mais.


Os pães são assados na própria padaria e são oferecidos em diversas variedades, desde pães integrais até pães doces com frutas secas. Os croissants são crocantes e macios, perfeitos para acompanhar um café quente ou um suco natural fresco.
Além disso, o local também oferece opções para quem tem restrições alimentares, com opções vegetarianas, veganas e sem glúten.
Sobre valores: Croque Monsier (R$ 27,90), ovos beneditinos com peito de peru defumando (R$ 26,50), croissant tradicional (R$ 8,90).

Localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro, no bairro de Ipanema, esse é um charmoso café com um ambiente muito acolhedor.
Há mesas do lado de fora para apreciar a movimentação da rua, como do lado de dentro.
O menu é bastante diversificado e oferece opções de cafés especiais, chás e sucos naturais. Além disso, o cardápio conta com diversas opções de salgados, sanduíches e quiches para aqueles que desejam uma refeição rápida e saborosa. E doces como waffles, tortas incríveis e bolos variados de dar água na boca.
Aqui você pode aproveitar os combos oferecidos ou escolher individualmente seus ingredientes.
Alguns valores para vocês terem ideia: cesta de pães (R$ 16,00), torta de limão (R$ 15,80), cappuccino médio (R$ 11,20), combo “Para Dois” com 2 bebidas quentes, mamão, frios, cesta de pães, croissaints, manteiga, geleia, 2 pedaços de bolo, 2 sucos e ovos mexidos (R$ 98,00).

Um charmoso café francês localizado nos bairros do Jardim Botânico e da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
O cardápio do café da manhã inclui opções como croissants, pães artesanais, brioches, geleias, manteiga, queijo brie, salmão defumado, ovos, café expresso, cappuccino, tortas e sucos naturais.
Você encontra combos para 1, 2 ou mais pessoas. Os valores variam de R$ 40 a 106,00.
A decoração é toda inspirada na França e conta com elementos como bicicletas antigas, mesas ao ar livre, plantas e flores.




O espaço 7zero6 está localizado no rooftop do hotel Praia Ipanema, com uma vista deslumbrante para a Praia de Ipanema e para a Lagoa Rodrigo de Freitas.
O café da manhã é delicioso, com uma grande variedade de opções que vão desde pães, bolos e croissants frescos até frutas, cereais, iogurtes e omeletes. Destaque também para as opções de bebidas, incluindo sucos naturais, café, chás e espumante.


O ambiente é elegante e é uma verdadeira experiência, sendo um local bem recomendado para tomar café da manhã no Rio de Janeiro.
O valor, por pessoa, é de R$ 165,00.
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]]>O post Passagens Aéreas: Dicas de Como e Onde Pesquisar apareceu primeiro em Além da Curva.
]]>Uma pesquisa bem feita de passagens aéreas pode te ajudar a economizar tempo e dinheiro no planejamento da sua viagem.
Afinal, você já deve imaginar que essa jornada não começa no momento do embarque no avião. Pois, muito antes disso, é necessário definir roteiros, orçamentos, datas e, então, buscar as melhores opções de voos.
E, hoje em dia, essa tarefa ficou muito fácil, graças à infinidade de sites e plataformas de pesquisa online.
Então, continue a leitura para descobrir como e onde pesquisar passagens aéreas de maneira simples, segura e rápida.
Além disso, confira dicas de ouro para economizar na sua viagem!

Se você é um aventureiro de “primeira viagem”, deve achar que pesquisar passagens aéreas pode parecer um pouco confuso.
Mas, calma! Essa não precisa ser uma tarefa estressante.
Afinal, com as ferramentas certas (e um pouquinho de paciência), você pode encontrar ótimas opções de voos e sem gastar muito tempo ou energia.
Em primeiro lugar, você vai precisar definir alguns fatores da sua viagem, como:
● Local de partida
● Local de destino
● Data de ida
● Data de volta (opcional)
● Quantidade de passageiros
Com essas informações em mente, o passo seguinte é navegar pelos sites em que você deseja fazer a pesquisa, sejam eles de companhias aéreas ou buscadores online.
Já adiantamos que o ideal é pesquisar em buscadores. Mais para frente nesse texto, você entenderá o porquê.
Além disso, é importante lembrar que pesquisar não precisa ser uma tarefa solitária.
Conte com o seu parceiro de viagem (se houver), ou com um amigo que já tenha experiência com isso.
Agora, vamos à lista dos melhores sites para pesquisar passagens aéreas?
O BuscaVoo é um buscador online de passagens aéreas.
Assim, disponibiliza as opções de voos nacionais e internacionais de diferentes sites e os apresenta em formato de lista.
O principal objetivo é facilitar a visualização e possibilitar uma comparação direta das diferentes opções disponíveis.
Inclusive, é possível ordenar a lista de acordo com as suas preferências, utilizando filtros como:
● Preços mais baixos primeiro
● Voos mais rápidos primeiro
● Horário de partida
Além disso, o viajante pode ativar um alerta de preços e receber notificações quando o BuscaVoo encontrar uma passagem mais barata do que as oferecidas na última pesquisa.
A Decolar.com é uma das maiores agências de viagens online da América Latina e oferece opções de voos nacionais e internacionais ofertados por diferentes companhias aéreas.
Além das passagens aéreas, o viajante também pode encontrar hospedagens, fazer reservas de carros alugados e contratar pacotes de viagens.
No entanto, assim como em qualquer outro site online, o ideal é comparar os preços da Decolar com outros sites de viagens.
Assim, você garante os melhores preços e condições sem ficar restrito a uma única empresa.
O Skyscanner é um site de busca de passagens aéreas.
Nesse sentido, compara preços de várias companhias aéreas e agências de viagens.
Além de pesquisar por datas específicas, você pode também buscar por voos com datas flexíveis ou pelo mês mais barato para viajar.
O Google Flights é o mecanismo de busca de passagens aéreas do Google, parceiro de mais de 300 companhias aéreas e agências de viagens online.
Com ele, o viajante pode realizar a pesquisa e reservar os bilhetes de acordo com a data de viagem e destino.
Além disso, é possível criar um calendário interativo e um gráfico de preços para encontrar as melhores tarifas.
Por fim, o viajante pode pesquisar passagens diretamente no site das companhias aéreas que realizam o trecho desejado.
As companhias brasileiras mais famosas são a Latam, Azul e Gol.
No entanto, essa não é a maneira mais recomendada e nem a ideal para economizar.
Afinal, o viajante fica restrito aos preços e condições de compra de uma única empresa, mesmo que haja outras companhias operando o trajeto desejado.
Agora que você já conhece alguns sites para pesquisar companhias aéreas, temos 3 dicas indispensáveis que vão te ajudar a economizar:
Pesquisar passagens em cima da hora é uma das piores práticas para viajantes que desejam economizar.
Afinal, o ideal é que a pesquisa seja feita com 120 a 90 dias de antecedência para trechos internacionais; e 90 a 60 dias para trechos nacionais.
Não existe uma regra que defina em quais dias as passagens estarão mais ou menos baratas.
Às vezes, escolher uma data anterior ou posterior àquela desejada, pode te ajudar a economizar (e muito!).
Como você viu anteriormente, os buscadores fazem uma seleção e comparação das passagens aéreas mais baratas, independente de qual companhia ou agência a ofereça.
Conheça todas as opções disponíveis antes de tomar uma decisão.
Então, essas foram as nossas dicas de como e onde pesquisar passagens aéreas. Temos certeza que elas vão facilitar essa etapa do planejamento da sua viagem!
E, se você já está pronto para iniciar a busca pelo melhor voo, acesse o BuscaVoo e garanta os melhores preços.
Boa viagem!
*Este é um artigo patrocinado. Para mais informações conheça nossas Políticas de Privacidade.
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]]>O post Orlando: Veja as maravilhas da cidade que vão além dos parques de diversão apareceu primeiro em Além da Curva.
]]>Um dos principais destinos de férias dos Estados Unidos tem muito a oferecer. Em constante inovação nas suas atrações, tem desde atividades ao ar livre até museus e atrações de cunho educacional.
Mais do que virar de ponta-cabeça nas montanhas russas, Orlando tem maravilhas para todos os gostos e bolsos.
O basquete é, sem dúvidas, um esporte super amado nos Estados Unidos. E, engana-se quem pensa que não há times na cidade da diversão! Pelo contrário, a cidade é o lar do Orlando Magic, time profissional da NBA.
A equipe tem seu próprio estádio, o Amway, em Downtown Orlando. Os jogos são no estilo que você conhece, ou seja, um show de luzes, danças e acrobacias. Se quer ver o mascote Stuff de perto, clique aqui para saber mais sobre datas e valores de ingressos.
Quando dirigir pela International Drive e se deparar com uma casa literalmente virada de cabeça para baixo, você chegou ao WonderWorks. O espaço combina entretenimento e educação no laboratório do cientista maluco cujo experimento deu errado.
Daí, um grande tornado arrebata o local e o vira ao contrário. Lá, o visitante encontra mais de 100 exposições alojadas nas “Wonder Zones”, sobre condições climáticas extremas. Também é possível brincar com bolhas enormes, experimentar o poder dos relâmpagos e saber como vive um astronauta no espaço.
Um dos pontos turísticos mais conhecidos de Orlando, o ICON Park é, na verdade, um complexo de entretenimento. Sua estrela é, sem dúvidas, The Wheel at ICON Park, roda gigante com passeio aéreo de 18 minutos.
Lá de cima, dá para ver todo o horizonte de Orlando, Madame Tussauds Orlando e Sea Life Orlando Aquarium. Veja, ainda:
Reserve, também, um tempinho para jantar em um dos restaurantes do local.
Localizado no Cabo Canaveral, o John F. Kennedy Space Center é de onde saíram missões históricas para o espaço, por exemplo, Mercury, a Gemini e Apollo. Por isso, recebe visitantes que querem saber detalhes sobre o Programa Espacial dos EUA.
Enquanto passeiam por lá, conferem foguetes que realmente já foram ao espaço no Rocket Garden e, depois, participam de um simulador de treinamento. Clique aqui para saber mais sobre ingressos e visitas guiadas.
Uma das principais características da Flórida são seus pântanos, os Everglades. Por isso, nada melhor do que aproveitar esse potencial turístico, sobretudo com passeios noturnos. Afinal, este é o melhor período para avistar criaturas como crocodilos e anfíbios.
Orlando é a cidade das compras, graças aos outlets que reúnem grandes marcas a preços super acessíveis. E, se quiser um pouquinho de luxo em um shopping center de marcas renomadas, também tem! Olha só:
Como as opções de lojas são muitas, vale pesquisar cada espaço de compras antes para saber o que vai visitar.
Viu só como há várias maravilhas em Orlando além dos parques de diversão? Acompanhe, por aqui, as novidades acerca da cidade e o que ela oferece de atrações!
*Este é um artigo patrocinado. Para mais informações conheça nossas Políticas de Privacidade.
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]]>O post Mirante Dona Marta Rio de Janeiro: como chegar, nascer do sol e fotos incríveis apareceu primeiro em Além da Curva.
]]>O nosso Astro Rei começa a dar seus primeiros vislumbres atrás da Baía de Guanabara e logo já ilumina todo aquele cenário maravilhoso. É de tirar o fôlego! E você consegue acessar de forma gratuita o Mirante Dona Marta.


O mirante fica localizado no bairro de Santa Teresa e pode ser acessado de diversas formas.
Para chegar ao Mirante a pé, você precisa passar pela comunidade Dona Marta e subir até o seu topo, que conta com um elevador para isso. Dali você começa a trilha que dura entre 30 e 50 minutos dependendo do seu nível de caminhada.
Não recomendo fazer essa trilha sozinho. Procure um guia na cidade.
Essa é a melhor forma de chegar no Mirante Dona Marta. O acesso se dá pelo Cosme Velho, onde você segue em direção ao Corcovado. No caminho aparecerá uma placa indicando o mirante.
Logo encontrará um amplo estacionamento, onde poderá deixar seu carro, ao lado do Mirante.

Essa foi a minha escolha.
De onde estava, solicitei um carro de aplicativo digitando como destino o Mirante Dona Marta. O motorista subiu numa boa e nos deixou no estacionamento.
Como a estrada para subir no Mirante é deserta, ainda mais indo no alvorecer, deu um pouco de receio, mas chegando lá estava lotado de pessoas.
Para retornar deveríamos ter combinado com o motorista de nos buscar, mas não fizemos isso. Por lá o sinal não é muito bom, mas minha amiga tinha sua internet funcionando e ela chamou outro carro de aplicativo que subiu e nos buscou, de forma tranquila também.


Do alto do Mirante Dona Marta temos uma das vistas mais lindas do Rio de Janeiro, de onde contemplamos a Baía de Guanabara, o Pão de Açúcar, a ponte Rio-Niterói, o Maracanã, o Cristo Redentor e tantos outros lugares icônicos da cidade.
Para acompanhar o nascer do sol por lá, fui num sábado. Ao chegar, o local estava lotado de outras pessoas que também ansiavam por contemplar este momento.
A parte ruim é que todo mundo quer uma foto na hora que o sol está subindo e precisa se espremer um pouco. É aquela história das fotos do Instagram x Realidade.
Mas conseguimos revezar com os outros turistas e cada um pôde fazer seu registro.

Do outro lado do Mirante Dona Marta fica o Heliponto, que hoje não tem mais utilização, e que nos deixa de frente – longe, mas de frente – com o querido Cristo Redentor.
Por ali também rendem fotos maravilhosas, como no caminho até o Heliponto.


Como mencionei, fui em um sábado um pouco antes do alvorecer (o nascer do sol estava marcado para 05h45 então chegamos 05h20 por lá) e, embora a estrada estivesse deserta, o mirante estava lotado de outras pessoas. Muitas delas eram turistas também.
Não me senti com medo, mas recomendo não ir sozinho. Tenha sempre mais pessoas para te acompanhar. Também não recomendaria a ninguém visitar durante a semana, que são dias onde pouquíssimas pessoas devem ir, sendo bem mais deserto o local.
Lá em cima não há nenhum tipo de barraquinha vendendo lanche ou água, portanto pense nisso e leve seus próprios snacks e bebidas. Aliás, avistei várias pessoas com garrafas térmicas com chá e café nelas. Como chegamos em um horário que a temperatura ainda está mais baixa, super combina com a vibe.
Na minha experiência vale muito a pena visitar este ponto da cidade do Rio, que te rende uma visão de cartão postal!
VEJA TAMBÉM: Onde tomar café da manhã no Rio de Janeiro
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]]>O post Praia da Joatinga, no Rio de Janeiro apareceu primeiro em Além da Curva.
]]>A praia da Joatinga fica no Joá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, entre os bairros da Barra da Tijuca e São Conrado. Pode-se chegar até ela de carro, táxi, carro por aplicativo ou ônibus.

Chegando de carro próprio: você deve seguir pela Estrada do Joá até a Rua Pascoal Segreto, onde entrará no condomínio privado SAJO (Sociedade dos Amigos da Joatinga). Na portaria basta dizer que vai para a Praia da Joatinga. De lá siga até a Rua Sargento José da Silva, onde poderá estacionar o carro e encontrar as escadas de acesso à praia.
Chegando de táxi/carro por aplicativo: essa foi a maneira como eu cheguei até o Joá e foi bem tranquila. É só colocar a localização da praia que o carro seguirá o caminho pelo GPS. Chegando na portaria do condomínio o motorista avisa que vai deixar os passageiros na praia e o acesso é liberado. Para retornar, solicitei o carro por aplicativo do início das escadas, na Rua Sargento José da Silva, ainda dentro do condomínio e o carro chegou lá numa boa.

Chegando de ônibus: apesar de não ser a forma ideal de chegar na Praia da Joatinga, você consegue ir até lá de ônibus sim! O ônibus 557 (Rio das Pedras x Copacabana) passa próximo ao condomínio e de lá você só precisa se identificar na portaria e descer até a Rua Sargento José da Silva, que pode levar de 20 a 30 minutos de caminhada.
ATENÇÃO!
Antes de visitar a Praia da Joatinga consulte a tábua de maré.
Isso porque a praia, que já é pequena e contém pouca faixa de areia, em determinados momentos do dia, quando a maré sobe, fica escondida e não tem como acessá-la.
No entanto, caso você não queira chegar até a praia, poderá contemplá-la apenas das pedras, sem chegar de fato na areia, a qualquer momento.
Para chegar até a praia é preciso descer uma escada. Na sua ponta tem uma barraquinha, que pode ou não estar funcionando em sua visita. Ali vende salgadinhos, açaí, refrigerantes, água de coco e coisas do tipo.

Depois você vai acessar algumas pedras, por onde irá percorrer até chegar na areia.
Cuidado nesse trajeto! As pedras podem ser escorregadias, porém não se assuste, basta ter um pouco de atenção ao ir e ao voltar, porque se a maré estiver subindo, pode complicar a sua caminhada.
Inclusive, pense bem nos pertences que irá levar até a praia, porque na volta (dependendo se a maré estiver subindo) pode ser que tenha que carregá-los acima da cabeça para não molhar.

É uma praia rústica e, como dito lá em cima, pequena. Ela possui 300 metros de extensão e não tem quiosques, apenas aquele logo no começo da escada de acesso à praia. Porém ele nem sempre está aberto.

No verão é mais comum encontrar algum ambulante e o quiosque aberto, mas não tem regra. Por isso, leve seus pertences, inclusive um lanche e uma água para se hidratar e não morrer de fome.
Muitos dos seus frequentadores são jovens e surfistas, já que existem boas ondas por ali. Se as ondas são boas para o surfe, para nadar precisa-se de um cuidado redobrado.
VEJA TAMBÉM: Onde tomar café da manhã no Rio de Janeiro
O post Praia da Joatinga, no Rio de Janeiro apareceu primeiro em Além da Curva.
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