
A arrecadação do governo federal fechou o ano de 2024 em R$ 2,709 trilhões, informou, nesta terça-feira (28), a Receita Federal. É o maior valor registrado na série histórica, iniciada em 1995, e representa crescimento real de 9,6%, descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 2024 contra o ano anterior. Descontada a inflação, o governo arrecadou R$ 2,653 trilhões no ano.
Segundo a Receita, o aumento decorreu principalmente da expansão da atividade econômica que afetou positivamente a arrecadação e da melhora no recolhimento do PIS/Cofins (Programa de Interação Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) em razão do retorno da tributação incidente sobre os combustíveis, entre outros fatores.
Também contribuíram para a arrecadação recorde do governo o crescimento da arrecadação do Imposto de Renda (IRRF Capital) sobre a tributação de fundos e o desempenho do Imposto de Importação e do IPI vinculado à Importação, em razão do aumento das alíquotas médias desses tributos.
No ano passado, os principais indicadores apontaram para um bom desempenho macroeconômico do setor produtivo. A produção industrial teve cresceu 3,22%; a venda de bens, 3,97%; e a venda de serviços, 2,9%. O valor em dólar das importações teve resultado positivo de 8,65% e o crescimento da massa salarial ficou em 11,78%.
Entre os tributos, a arrecadação da Cofins/PIS-Pasep somou R$ 541,743 bilhões, um aumento de 18,6% em relação ao ano de 2023. As contribuições previdenciárias fecharam em R$ 685,012 bilhões, crescimento de 5,34% em relação a 2023; Imposto sobre Importação e IPI-Vinculado, com arrecadação de R$ 109,608 bilhões, aumento de 33,75% na comparação com 2023.
O IRRF-Rendimentos de capital fechou o ano passado com arrecadação de R$ 146,539 bilhões, crescimento de 13,12%. Já o Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) arrecadaram R$ 502,720 bilhões, alta de 2,85%.
No recorte setorial, as maiores altas nominais de arrecadação em 2024 se deram nas áreas de comércio atacadista, que recolheu R$ 171,285 bilhões; entidades financeiras, R$ 288,621 bilhões; combustíveis, R$ 105,354 bilhões; atividades auxiliares do setor financeiro, R$ 86,044 bilhões; e fabricação de automóveis, com R$ 63,907 bilhões.
O resultado da arrecadação também foi positivo em dezembro do ano passado, ficando 7,78% acima da inflação e recolhendo R$ 261,265 bilhões.
Fonte: Bora Investir – B3
Texto: Redação B3 Bora Investir
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Com o apoio de ações de bancos, o Ibovespa conseguiu engatar a terceira alta seguida e avançou 0,39%, aos 123.338 pontos.
Em um pregão de baixa liquidez e favorável para ativos de risco na Europa e nos Estados Unidos, com investidores à espera de uma definição acerca da política tarifária do presidente americano, Donald Trump.
Ibovespa hoje
O recuo das ações da Vale e da Petrobras, porém, limitou um avanço mais expressivo do índice, que oscilou entre os 122.290 pontos e os 123.462 pontos.
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Ibovespa engatou terceiro pregão de alta ontem. Foto: Pexels
Mercados hoje: em dia de agenda fraca, foco continua em medidas de Trump
O volume financeiro do índice chegou a R$ 12,6 bilhões. Já na B3, o giro financeiro ficou em R$ 16,6 bilhões.
As ações da Vale fecharam o dia em queda de 0,50.
Já os papéis da Petrobras terminaram a sessão em direções opostas: as PN tiveram alta de 0,03%, enquanto as ON tiveram queda de 0,84%.
Por outro lado, ações de instituições financeiras, como o Banco do Brasil, avançaram 0,90%.
Impulsionadas pela visão de que a tarifação dos EUA contra a China poderá ser menos agressiva e que há novas condições na mesa de negociação entre os dois países, o dia foi favorável para outras ações de commodities, caso de Usiminas e Braskem, que subiram 5,36% e 3,57%, nessa ordem.
Dólar hoje
O dólar à vista exibiu leve desvalorização frente ao real nesta terça-feira.
Em um movimento um pouco distinto do observado na maioria dos 33 mercados mais líquidos acompanhados pelo Valor, em que a moeda americana valorizou.
Após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na noite de ontem, reforçando a postura em relação à adoção de medidas tarifárias contra países, hoje a moeda americana buscou recuperação nos mercados, ainda que tenha perdido fôlego ao longo da sessão.
O real conseguiu se manter valorizado porque ontem seu desempenho ficou aquém dos pares (não tendo muito para corrigir hoje) e possivelmente por alguma entrada de capital no país, como é comum no começo do ano, segundo avaliação de gestores de moedas.
Encerradas as negociações, o dólar à vista fechou em queda de 0,18%, cotado a R$ 6,0302, depois de ter batido na mínima de R$ 6,0172 e encostado na máxima de R$ 6,0674.
Já o euro comercial registrou depreciação de 0,23%, cotado a R$ 6,2814.
No exterior, o dólar operava em alta de 0,66% contra o peso mexicano e de 0,17% ante o florim da Hungria perto das 17h15.
Bolsas de Nova York
As bolsas fecharam em forte alta em Nova York, com o mercado repercutindo a posse de Donald Trump como novo presidente dos EUA.
A avaliação é que, até o momento, ele se mostrou mais moderdo do que o esperado, trazendo um certo alívio aos investidores.
Após os discursos de Trump ontem, o Goldman Sachs revisou suas projeções e agora vê uma menor probabilidade de aumento de tarifas sobre produtos importados da China.
Além disso, para os analistas do banco, é pouco provável que a ameaça de maiores taxas sobre a China e o México se concretizem tão cedo.
Entre os destaques, as small caps subiram com a perspectiva de que essas empresas podem se beneficiar de medidas protecionistas sob o governo Trump.
As ações da Apple recuaram 3,19%, apos a empresa ser rebaixada de neutra e venda pelo Jefferies, que também diminuiu o seu preço-alvo para as ações, citando vendas mais fracas de iPhones.
A Tesla também caiu, bem como outras empresas de veículos elétricos, após Trump revogar uma lei que estabelecia incentivos para o setor.
No fechamento, o índice Dow Jones subiu 1,24%, aos 44.026,05 pontos, o S&P 500 teve alta de 0,88%, aos 6.049,28 pontos, e o Nasdaq avançou 0,64%, aos 19.756,779 pontos.
Praticamente todos os setores do S&P 500 fecharam no positivo, com exceção de energia.
Em relatório, o UBS WM diz que os riscos de tarifas, preocupações sobre a política fiscal de Trump e a incerteza em torno da inflação americana e próximos passos do Fed devem manter o mercado de ações volátil no curto prazo.
Mesmo assim, os analistas do banco apostam que, no longo prazo, as ações devem ser impulsionadas pela forte atividade econômica nos EUA e os balanços sólidos das empresas.
Bolsas da Europa
As bolsas fecharam em alta na Europa, refletindo o alívio do mercado após os anúncios de Donald Trump sobre sua política tarifária serem vistos como mais amenos do que o esperado.
Ontem, ele apenas disse que vai avaliar as práticas comerciais de seus parceiros, enquanto boa parte dos investidores temia decretos mais agressivos logo em seu primeiro dia.
No fechamento de hoje, o índice pan-europeu Stoxx 600 subiu 0,39%, aos 525,93 pontos.
O FTSE 100, de Londres, avançou 0,35%, aos 8.550,24 pontos; e o índice DAX, de Frankfurt, teve alta de 0,24%, aos 21.041,52 pontos.
Já o CAC 40, de Paris, acelerou 0,53%, aos 7.774,57 pontos.
“Para alguém que falou repetidamente sobre querer que as empresas americanas comprem produtos americanos e que falou em dissuadir países estrangeiros de lucrarem com os EUA, foi uma surpresa ver as tarifas ficarem em segundo plano”, diz o analista da AJ Bell, Russ Mould, em relatório.
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Fonte: Bora Investir – B3
Foto: Divulgação/B3
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Com o aumento do salário-mínimo de R$ 1.412 para R$ 1.518, alguns benefícios sociais e contribuições também serão reajustados. Entre eles, está o valor do recolhimento mensal dos Microempreendedores Individuais (MEI).
O novo valor do DAS-MEI em 2025 vai variar entre R$ 75,90 a R$ 82,90, a depender da atividade exercida, já valendo para boletos com vencimento em 20 de fevereiro, referentes à janeiro. Até então, o valor mínimo era de R$ 70,60.
Veja os novos valores de contribuição do MEI:
• R$ 75,90 de INSS (5% do valor do salário-mínimo, de R$ 1.518,00)
• R$ 5,00 de ISS, caso seja contribuinte deste imposto
• R$ 1,00 de ICMS, caso seja contribuinte deste imposto
Para o MEI transportador autônomo de cargas, o valor do INSS será R$ 182,16 (12% do valor do salário-mínimo, de R$ 1.518,00).
Entenda o MEI
Empreendedores com registro de MEI têm um valor mais baixo de contribuição. Além disso, os impostos são fixos, independentemente do faturamento. Pelas regras atuais, a regra se aplica para quem possui faturamento anual de até R$ 81 mil.
O pagamento do DAS-MEI é obrigatório e ocorre todo dia 20 de cada mês, mesmo que o microempreendedor individual não esteja em atividade. Nessa guia são recolhidos os impostos de ICMS e ISS, além da contribuição ao INSS. O Simples Nacional isenta o MEI de várias taxas, como o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), e a contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).
Por meio da contribuição obrigatória, o microempreendedor individual tem direito a vários benefícios previdenciários, como aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade, pensão por morte, aposentadoria por idade e auxílio-reclusão para seus familiares. O cálculo dos benefícios é efetuado com base nas contribuições realizadas pelo segurado, cumprindo o prazo de carência mínima de cada benefício previdenciário.
Fonte: Bora Investir – B3
Foto: Marcelo Casal/AGÊNCIA BRASIL
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A possibilidade de que o governo do presidente eleito Donald Trump modere as altas de tarifas comerciais prometidas durante a campanha eleitoral fez o dólar cair em todo o planeta, com o real registrando um dos melhores resultados globais. A bolsa de valores subiu mais de 1% e voltou a superar os 120 mil pontos.
O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (6) vendido a R$ 6,111, com queda de R$ 0,07 (-1,14%). A cotação chegou a cair para R$ 6,09 na mínima do dia, por volta das 10h30, chegou a R$ 6,14 no fim da manhã e estabilizou-se em torno de R$ 6,11 perto do fim das negociações.
No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 120.051 pontos, com alta de 1,26%. Na sexta-feira (3), o indicador tinha encerrado no menor nível desde novembro de 2023.
Nesta segunda, o jornal norte-americano Washington Post publicou que assessores de Trump estudam a suavização do aumento de tarifas prometido pelo presidente norte-americano eleito. Segundo a reportagem, o tarifaço seria aplicado apenas a produtos específicos, cujos níveis de importação pelos Estados Unidos estariam em níveis críticos para a economia ou para a segurança nacional.
Horas mais tarde, Trump negou o conteúdo da reportagem, mas a negativa não desanimou os investidores. Pela promessa de campanha, o governo do presidente eleito aplicaria elevações indiscriminadas de tarifas comerciais.
Fonte: Agencia Brasil – EBC
Texto: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
Foto: Valter Campanato/AGÊNCIA BRASIL
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Nos primeiros meses de 2024, a atividade econômica brasileira surpreendeu ao exibir um dinamismo maior do que o previsto. Havia, inclusive, sinais inequívocos de solidez em áreas-chave, como a indústria de transformação, que começou a colher benefícios de uma nova orientação de política industrial — a chamada Nova Indústria Brasil (NIB).
O apoio a segmentos como o automotivo, o alimentício, a construção civil e o farmacêutico, entre outros, colaborou para o fortalecimento do mercado de trabalho, o aumento de receitas fiscais e o surgimento de uma perspectiva de maior competitividade internacional.
A inflação, que até então se mantivera em patamar aceitável, chegou a registrar deflação em agosto, alimentando a sensação de que a economia poderia encerrar o ano em terreno positivo, mesmo diante da contribuição menos favorável do agronegócio.
A partir do fim do segundo semestre de 2024, entretanto, o clima de otimismo passou a dividir espaço com preocupações mais profundas sobre o horizonte de 2025. Enquanto a inflação se mantinha, em grande parte, controlada, outros indicadores traziam apreensão: o dólar começou a apresentar trajetória ascendente, a taxa básica de juros (Selic) deu sinais de alta e o mercado financeiro parecia cada vez mais cético quanto à capacidade de o país equilibrar suas contas públicas em curto prazo.
O Brasil, que vinha de um hiato de baixo crescimento médio (0,5% ao ano entre 2012 e 2021), havia conseguido elevar a expansão econômica para cerca de 3% ao ano no triênio mais recente, inserindo o país entre as 6 economias que mais cresceram no G20.
Contudo, a elevação dos juros e a volatilidade cambial podem desencadear consequências adversas para investimentos produtivos e afetar a competitividade da indústria nacional — justamente o segmento que melhor irrigava o conjunto das atividades econômicas.
Em paralelo, o déficit fiscal projetado para 2024 estava estimado em aproximadamente 0,18% do PIB, número que, embora não alarmante em si mesmo, acendeu debates sobre o risco de agravamento no ano seguinte.
Para 2025, as expectativas indicavam uma elevação para a faixa de 0,4% do PIB, superando a banda de tolerância inicialmente pretendida de 0,25%.
Esse salto exigiria um contingenciamento de recursos públicos e um alinhamento de esforços de todas as esferas de poder para impedir que o desequilíbrio fiscal se transformasse em um entrave mais duradouro ao crescimento.
Afinal, a manutenção de juros altos não só encarece o serviço da dívida — cada ponto percentual de acréscimo na Selic adiciona algo em torno de R$ 50 bilhões por ano aos gastos do governo — mas também arrefece os ânimos de quem pretende investir e gerar emprego no país.
Caso os juros sofram aumentos significativos de 2024 para 2025, o desembolso adicional, que poderia ultrapassar os R$ 150 bilhões anuais, anularia em grande medida os ganhos obtidos com as recentes iniciativas de ajuste aprovadas no Congresso.
Não é possível dissociar esse cenário do comportamento do câmbio. A escalada do dólar pressiona fortemente os custos de produção no mercado interno, pois boa parte dos insumos – sobretudo na indústria de transformação – é importada.
Se, por um lado, a desvalorização cambial pode beneficiar alguns exportadores, por outro encarece maquinários e componentes essenciais, potencialmente elevando preços finais ao consumidor e limitando a capacidade de inovação de empresas que dependem de bens de capital estrangeiros.
O debate sobre o rumo da política fiscal e monetária acentuou-se justamente porque, apesar de as medidas de corte de despesas propostas pelo Executivo terem sido aprovadas no Legislativo, a magnitude da contenção (próxima a R$ 70 bilhões em dois anos) não elimina, sozinha, a necessidade de um pacto mais abrangente.
A convergência entre o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Judiciário, somada à participação dos governos estaduais e municipais, configuraria um passo fundamental para a mitigação de riscos, pois envolveria regras claras de responsabilidade fiscal associadas a estímulos para setores estratégicos, como a indústria e o agronegócio.
Esse pacto adquire centralidade quando se considera o passado recente do Brasil: o país passou longos anos com crescimento praticamente estagnado, mas apresentou, nos últimos tempos, sinais de que poderia acelerar e ingressar em um ciclo de prosperidade mais consistente.
A indústria de transformação, amparada pela Nova Indústria Brasil, demonstrou capacidade de expandir empregos de qualidade, atrair capitais para infraestrutura e aumentar a arrecadação tributária. Ao transbordar benefícios a outros setores, seu bom desempenho evidenciou a importância de se manter um ambiente macroeconômico equilibrado.
Contudo, o risco de que a política monetária restritiva e a alta do dólar sufoquem o ímpeto industrial e agrário em 2025 é real.
Embora seja provável que o agronegócio retome algum crescimento (após um período de resultados menos expressivos), a exigência de estabilidade cambial, de juros mais baixos e de disciplina orçamentária não pode ser negligenciada.
Sem um direcionamento claro que una os setores público e privado, o país corre o risco de perder os ganhos recentes e mergulhar novamente em um cenário de instabilidade e baixo crescimento.
É nesse contexto que surge a proposta de um “pacto nacional” que envolva todos os Poderes, os empresários e os trabalhadores.
Em essência, trata-se de criar um consenso em torno de metas fiscais e de políticas econômicas estruturantes, garantindo que, enquanto se busca o equilíbrio das contas públicas, haja também estímulos seletivos que assegurem a continuidade dos investimentos.
A indústria, motor do crescimento nacional, já se declarou disposta a ocupar seu lugar nessa mesa de negociação, mas precisa de garantias mínimas de que os juros não subam a ponto de sufocar projetos de modernização e expansão.
Caso seja efetivado já nos primeiros meses de 2025, esse movimento de convergência poderá neutralizar o nervosismo do mercado, estabilizar o câmbio em um patamar compatível com a competitividade externa e, sobretudo, evitar que a manutenção de juros elevados torne a dívida pública ainda mais onerosa.
Em vez de travar o crescimento, a disciplina fiscal poderia vir acompanhada de medidas de incentivo à inovação, à infraestrutura, à educação e à tecnologia, garantindo uma elevação do PIB no médio e longo prazo– gradual, porém sustentada.
No fim das contas, a experiência brasileira sugere que, quando há um consenso mínimo entre governo, setor privado e sociedade civil, o ambiente econômico se torna mais resiliente a choques internos e externos.
A economia, que vinha crescendo a taxas muito baixas no passado recente, conseguiu avanços significativos no triênio anterior justamente porque as condições de mercado e a condução de políticas setoriais favoreceram a indústria de transformação e a retomada da confiança interna.
Não se trata de retomar um modelo estatizante ou de abandonar o ajuste fiscal, mas sim de encontrar um ponto de equilíbrio em que a responsabilidade orçamentária coexista com a promoção do desenvolvimento. Portanto, o desafio imediato consiste em harmonizar políticas monetárias e fiscais de forma a não inviabilizar as conquistas alcançadas pela indústria até meados de 2024.
Ainda que com desequilíbrios setoriais, emergia desse período um país capaz de crescer. Agora, o objetivo deve ser reforçar essa capacidade, corrigir vulnerabilidades e seguir avançando de maneira sólida e sustentável.
O grau de sucesso nessa empreitada depende, em larga medida, de uma coordenação efetiva: todos os níveis de governo, o setor produtivo e a força de trabalho precisam se unir num esforço consensual para dissipar expectativas negativas e imprimir ao país um novo ciclo de expansão inclusiva e duradoura.
Esse é um passo fundamental e que precisa ser dado já no início do ano, de forma a garantir um ponto de inflexão rumo a um fluxo de crescimento sustentado, que se espraie por todos os setores produtivos do país.
Ricardo Alban
Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)
Fonte: Agência de Notícias da Indústria em 06/07/2025
Foto: Iano Andrade/CNI
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]]>A estimativa preliminar do Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais para 2022 totalizou R$ 924,7 bilhões. Na comparação dos últimos 12 meses com o resultado acumulado no ano, houve crescimento de 3,5% no estado, valor acima da taxa de expansão observada no cenário nacional (2,9%).
Em 2022, o PIB de Minas representou 9,3% do produto agregado nacional, incremento de 0,1 ponto percentual no comparativo com 2021, quando representou 9,2% do PIB brasileiro. Com isso, o PIB de Minas Gerais teve a maior representação no cenário nacional nos últimos 20 anos.
O valor estimado em R$ 924,7 bilhões para 2022 foi apresentado, nesta quinta-feira (16/3), pela Fundação João Pinheiro (FJP), responsável pelo cálculo oficial do PIB do estado. Do valor total, 63,7% (R$ 521 bilhões) são atribuídos aos serviços; 28,9% (R$ 235,9 bilhões) à indústria; 7,4% (R$ 60,7 bilhões) à agropecuária. As informações são parte do Informativo FJP – Contas Regionais – PIB MG – 4º trimestre de 2022, já disponível no site da instituição.
Acumulado
“No estado, ao longo do ano, a variação positiva do índice de volume do PIB se concentrou, praticamente, no segundo trimestre, e foi de 6,1%”, explica o pesquisador da FJP Raimundo Leal. À época, o desempenho dos segmentos de energia e saneamento, agropecuário e a indústria extrativa mineral e, por consequência, os serviços de transporte, tiveram os melhores resultados. No cenário nacional, o também pesquisador da FJP, Thiago Almeida, explica que a expansão maior ocorreu no início de 2022. “No Brasil, houve expansão de 1,3% no primeiro trimestre”, comenta.
Em termos anualizados, o crescimento desse agrupamento formado pelos “outros serviços” foi o destaque em 2022, com crescimento de 10,4% no estado e de 6,3% na economia brasileira na comparação com 2021. Neste agrupamento, houve expansão do índice de volume do Valor Adicionado Bruto (VAB) de 0,4% em Minas Gerais e de 0,9% no território nacional no quarto trimestre do ano passado.
Esse agregado inclui serviços de alojamento e alimentação; serviços de informação e comunicação; intermediação financeira, seguros e previdência complementar; atividades profissionais, científicas, técnicas e administrativas; educação e saúde privada; serviços domésticos; artes, cultura, esporte, recreação e outras atividades de serviços; e atividades imobiliárias e aluguéis.
Quarto trimestre
No último trimestre de 2022, considerando a série com ajuste sazonal, o PIB de Minas Gerais apresentou variação negativa de -2% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Para o quarto trimestre de 2022, o PIB de Minas foi estimado em R$ 233,4 bilhões e representou 9% do PIB nacional no mesmo período. “Desse total, R$ 27,7 bilhões dizem respeito aos impostos indiretos líquidos de subsídios e R$ 205,7 bilhões referem-se ao Valor Adicionado Bruto (VAB)”, informa Leal. “Na composição setorial relativa ao quarto trimestre de 2022, o VAB agropecuário foi responsável por R$ 2,8 bilhões (1,3% do total); o da indústria, por R$ 61,8 bilhões (30,1% do total); o dos serviços, por R$ 141,1 bilhões (68,6% do total)”, conclui o pesquisador.
A indústria de transformação mineira registrou ligeiro crescimento de 0,3% no volume de VAB na comparação do quarto trimestre de 2022 com o trimestre imediatamente anterior, enquanto, no cenário nacional, houve retração de -1,4% no período.
Na área de energia e saneamento, Minas Gerais apresentou decréscimo de 3,2% no volume de VAB no quarto trimestre de 2022, mas foi registrada uma expansão de 4,0% em 2022 na comparação com 2021. No comércio, a retração foi de -1,1% no volume de VAB na comparação do quarto com o terceiro trimestre de 2022 e, assim como o verificado para o setor de energia e saneamento, houve variação positiva de 1,1% no acumulado do ano.
Na construção civil, houve retração de 0,5% no volume de VAB na comparação do quarto trimestre de 2022 com o trimestre imediatamente anterior em Minas Gerais e, no Brasil, de -0,7%. Mesmo assim, o setor apresentou expansão de 5,4% em Minas Gerais no acumulado do ano.
Em Minas Gerais, o volume de VAB do setor de administração pública diminuiu -0,4% na comparação do quarto trimestre de 2022 com o trimestre imediatamente anterior, enquanto, no Brasil, a queda foi de -0,5%. Assim como nos demais setores de atividade, apesar do resultado negativo do quarto trimestre, a administração pública registrou expansão de 1,8% no acumulado do ano no estado e de 1,5% em âmbito nacional.
Já a indústria extrativa mineral de Minas Gerais, após resultado desfavorável no terceiro trimestre, apresentou expansão no volume de VAB de 3,9% no quarto trimestre de 2022 em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 4% em relação ao mesmo trimestre de 2021. Apesar desses resultados, houve queda de 1,6% no volume de VAB no acumulado do ano.

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Fonte: AGÊNCIA MINAS
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
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]]>A partir das 8h desta quarta-feira (15), o contribuinte poderá acertar as contas com o Leão. Começa o prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2023. Segundo a Receita Federal, a expectativa é que sejam recebidas entre 38,5 milhões e 39,5 milhões de declarações neste ano, número superior ao recorde registrado em 2022, quando o Fisco recebeu 36.322.912 documentos.
A partir deste ano, a declaração terá novo prazo, de 15 de março a 31 de maio. De acordo com a Receita, a mudança foi necessária para permitir que todos os contribuintes possam ter acesso à declaração pré-preenchida do Imposto de Renda no primeiro dia de entrega.
Segundo o auditor fiscal José Carlos Fernandes da Fonseca, supervisor nacional do Programa do Imposto de Renda, como a maioria das informações oferecidas na declaração pré-preenchida só chegam à Receita Federal no fim de fevereiro, o Fisco precisa de um prazo para consolidar os dados. Por causa disso, o formulário pré-preenchido, no qual o contribuinte recebe um formulário preenchido e apenas confirma os dados antes de os enviar ao Fisco, só sai na metade de março.
A declaração terá novidades relativas à restituição. Quem optar por receber a restituição via Pix ou usar a declaração pré-preenchida receberá o valor mais rapidamente, sempre respeitando as prioridades legais. Em relação ao Pix, no entanto, a novidade só vale para quem declarar a chave do tipo Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) no campo de pagamento da restituição.
Outra mudança importante é a ampliação dos dados disponíveis na declaração pré-preenchida. No ano passado, o acesso havia sido estendido a quem tem conta nível prata ou ouro no Portal Gov.br. Agora, o formulário, que proporciona mais comodidade e reduz as chances de erros pelo contribuinte, terá mais informações, como imóveis registrados em cartório e criptoativos.
Também houve uma novidade em relação a quem tem investimentos na bolsa de valores. A Receita flexibilizou a obrigatoriedade da declaração para este público. Só quem fez vendas de grande valor ou obteve lucro (de qualquer valor) nessas aplicações deverá preencher a declaração.
Quem declarar a chave Pix do tipo CPF no campo destinado à conta bancária na aba “restituição” e quem usar a declaração pré-preenchida terão prioridade no pagamento.
Esses contribuintes receberão nos primeiros lotes, desde que respeitadas às prioridades legais (idosos a partir de 80 anos, idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência ou doença grave e contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério).
Segundo a Receita, o pagamento ocorrerá mais rápido via Pix porque muitos contribuintes informam errado o número da conta-corrente destinada à restituição. Neste ano, ainda não será possível informar chaves Pix aleatórias, endereços de e-mail ou números de telefone na declaração do Imposto de Renda.
Fornecida a pessoas físicas com contas prata ou ouro no Portal Gov.br desde o ano passado, a declaração pré-preenchida será mais completa neste ano. A Receita Federal ampliou a base de dados do formulário, disponível a partir desta quarta no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC).
A partir deste ano, a declaração pré-preenchida tem as seguintes informações:
• Imóveis adquiridos e registrados em cartório, com base na Declaração de Operações Imobiliárias (DOI)
• Doações efetuadas no ano-calendário declaradas por instituições em Declaração de Benefícios Fiscais (DBF)
• Inclusão de criptoativos declarados pelas exchanges (corretoras de ativos digitais)
• Saldos a partir de R$ 140 de contas bancárias e de investimento em 31/12/2022, desde que os dados de CNPJ, banco, conta, agência e saldo em 31/12/2021 tenham sido informados corretamente pelo contribuinte
• Inclusão de contas bancárias e fundos de investimento não informados na declaração de 2022 ou abertos após o envio da declaração do ano passado
• Rendimentos de restituição recebidos no ano-calendário
Além desses dados, a declaração pré-preenchida tem informações relativas a fontes pagadoras, rendimentos, deduções, bens e direitos e dívidas e ônus reais obtidas por declarações repassadas por empresas, planos de saúde, instituições financeiras e companhias imobiliárias à Receita, cabendo apenas confirmar os dados ou alterar, incluir ou excluir informações necessárias. Também são fornecidas informações de identificação, endereço, número de recibo e dependentes.
Outra novidade na declaração pré-preenchida é a autorização de acesso para que terceiros acessem o documento sem procuração eletrônica. Segundo a Receita Federal, a novidade ajuda no preenchimento da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física nos casos em que um único membro da família preenche os documentos dos demais.
A autorização poderá ser concedida no site da Receita Federal, na seção Meu Imposto de Renda, e no aplicativo de mesmo nome para celular ou tablet. Somente pessoas físicas podem optar pela funcionalidade, com um CPF sendo autorizado por até cinco outros contribuintes.
Apesar de dispensar a digitação dos dados, a declaração pré-preenchida exige que o contribuinte confira se as informações estão corretas, comparando com os informes de rendimentos e recibos recolhidos.
A Receita flexibilizou as regras para quem investe na bolsa de valores, no mercado futuro ou em investimentos semelhantes. Agora, só é obrigado a enviar a declaração quem vendeu ações cuja soma superou, no total, R$ 40 mil ou quem obteve lucro de qualquer valor com a venda de ações em 2022, sujeito à cobrança do IR, independentemente do valor da venda. Antes, qualquer contribuinte que tivesse comprado ou vendido ações no ano anterior em qualquer valor era obrigado a declarar.
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Fonte: Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil
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Pela décima segunda semana consecutiva o mercado financeiro reduziu a previsão para a inflação em 2022. Há uma semana, as projeções eram de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fecharia o ano em 6,4%. Segundo o boletim Focus divulgado hoje, esse percentual caiu para 6% segundo. Há quatro semanas, a previsão estava em 6,82%.
Para os anos subsequentes, a previsão do mercado financeiro é de que o IPCA feche 2023 em 5,01%; e, em 2024 e 2025, em 3,5 % e 3%, respectivamente.
PIB e câmbio
As projeções para o Produto Interno Bruto (PIB – soma de todas riquezas produzidas no país) subiram dos 2,39% previstos na semana passada para 2,65%, segundo o boletim divulgado hoje.
Há quatro semanas, o mercado financeiro projetava um PIB de 2,02%. As projeções para o PIB de 2023, 2024 e 2025 estão, respectivamente, em 0,5%; 1,7%; e 2%.
Já as projeções para o câmbio estão estáveis há oito semanas consecutivas, com o mercado prevendo que, ao final do ano, o dólar estará custando R$ 5,20 – o mesmo valor projetado para o final de 2023. Para 2024 e 2025, o boletim Focus projeta que a moeda norte-americana custará R$ 5,11 e R$ 5,15, respectivamente.
Selic
Previsões de estabilidade para a taxa básica de juros (Selic) neste e nos próximos anos. Há 13 semanas seguidas, o mercado projeta que, ao final de 2022, a Selic esteja em 13,75%.
Para 2023, as projeções da taxa estão em 11,25% há duas semanas. Há dez semanas as previsões da Selic para 2024 estão em 8%; e há 15 semanas as projeções estão estacionadas em 7,5% para 2025.
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Fonte: Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Foto: Miquel Parera/Unsplash 2020
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O volume de serviços no país registrou crescimento de 1,1% em julho, na comparação com o resultado de junho deste ano. Essa é a terceira alta consecutiva do indicador, que hoje está 8,9% acima do patamar de fevereiro de 2020, ou seja, do período pré-pandemia de covid-19.
No entanto, o setor ainda está 1,8% abaixo de seu patamar recorde, atingido em novembro de 2014.
O resultado do setor indica altas de 6,3% na comparação com julho do ano passado, 8,5% no acumulado do ano e de 9,6% no acumulado de 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De junho para julho, três das cinco atividades tiveram crescimento, com destaque para transportes, serviços auxiliares ao transporte e correio (2,3%). Também avançaram informação e comunicação (1,1%) e serviços prestados às famílias (0,6%).
Por outro lado, outros serviços caíram 4,2% e serviços profissionais administrativos e complementares recuaram 1,1%.
Turismo
O índice de atividades turísticas cresceu 1,5% de junho para julho, depois de uma queda de 1,7% no mês anterior. O segmento ainda está 1,1% abaixo do patamar pré-pandemia de covid-19.
Na comparação com julho de 2021, o indicador subiu 26,5%. Também há alta de 41,9% no acumulado do ano.
O transporte de passageiros avançou 4,1% em julho, 24,2% na comparação com julho do ano passado e 41% no acumulado do ano.
Turismo
O índice de atividades turísticas cresceu 1,5% de junho para julho, depois de uma queda de 1,7% no mês anterior. O segmento ainda está 1,1% abaixo do patamar pré-pandemia de covid-19.
Na comparação com julho de 2021, o indicador subiu 26,5%. Também há alta de 41,9% no acumulado do ano.
O transporte de passageiros avançou 4,1% em julho, 24,2% na comparação com julho do ano passado e 41% no acumulado do ano.
Fonte: Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro
Foto: Pexels/CAIO 2022
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A produção de veículos aumentou 8,7% em agosto na comparação com julho, ao alcançar 238 mil unidades ante 219 mil do mês anterior. Na comparação com agosto do ano passado, a expansão foi de 43,9%. No acumulado do ano a produção chegou a 1.478,6 mil unidades, 4,7% a mais do que o registrado no mesmo período de 2021. Os dados foram divulgados hoje (9), em São Paulo, pela Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
“Em agosto, pela primeira vez em um ano e meio, conseguimos operar sem nenhuma fábrica completamente parada. O fluxo de semicondutores finalmente começa a melhorar, embora ainda estejamos passando por um período de restrições de oferta”, disse o presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite.
As vendas de veículos novos tiveram elevação de 14,6% em agosto na comparação com julho. No oitavo mês do ano foram licenciados 208,6 mil veículos, ante 182 mil de julho. Foi a primeira vez no ano que esse indicador superou a barreira das 200 mil unidades.
A média diária de 9,1 mil emplacamentos também foi a melhor do ano. Quando comparado com agosto do ano passado, o crescimento foi de 20,7%. Segundo o balanço mensal, de janeiro a agosto de 2022 foram comercializadas 1.308,6 mil unidades, o que representa queda de 8,0% ante o mesmo período de 2021.
Exportações em alta
Os dados mostram, ainda, que as exportações de veículos tiveram alta de 11,7% em agosto, com a comercialização de 46,8 mil veículos contra as 41,9 mil de julho. Na comparação com agosto de 2021, houve aumento de 58,9% nas exportações. No acumulado do ano tem-se elevação de 32,2%, ao alcançar 335 mil veículos.
As vendas de máquinas autopropulsadas vêm num patamar elevado. Em julho (último dado apurado) foram 9.130 unidades comercializadas, ligeira queda de 3,4% sobre junho, mas com alta de 16,4% sobre julho de 2021.
No acumulado do ano, o total de 59 mil máquinas agrícolas e rodoviárias vendidas supera em 26,5% o volume dos primeiros sete meses de 2021. Destaque para as máquinas rodoviárias, que, em junho e julho, tiveram os melhores resultados da história, em consequência dos elevados investimentos em infraestrutura.
Fonte: Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil – São Paulo
Foto: Sergey Meshkov/2021
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