The post Emigrar para a Holanda: uma oportunidade no País Baixo appeared first on Emigrar.
]]>Tem uma monarquia constitucional e um parlamento democrata com uma população aproximada de 19 milhões de habitantes. É um país pequeno, mas é membro fundador da união europeia e em conjunto com a Bélgica e Luxemburgo constituem a Benelux. Situa-se na Europa Ocidental, faz fronteira a norte e oeste com o mar do norte, a sul com a Bélgica, e a leste com a Alemanha.
Geograficamente a Holanda é um país de baixa altitude, em que aproximadamente 27% da área e 60% da população estão abaixo do nível do mar. Uma grande parte da sua área foi obtida através da recuperação e da preservação de terras com a construção de um sistema de diques muito sofisticado. Por todas estas alterações, o clima na Holanda é um pouco incaracterístico, uma vez que a região do litoral sofre influência do clima atlântico e as regiões do interior sofrem a influência do clima continental, formando um clima marítimo moderado. Nas regiões do litoral devido à influência do mar do norte e do Oceano Atlântico, os Invernos são moderados e os Verões são amenos, mas com ocorrência de precipitação ao longo do ano. Nas regiões do interior, os Invernos são mais frios e os Verões mais quentes, mas continua bastante precipitação ao longo do ano.
A decisão de emigrar para a Holanda, deve ser bem analisada e ponderada, porque a taxa de desemprego atinge actualmente 8,1 % da população.
É fundamental dominar os conceitos básicos da língua inglesa, mas o governo está a restringir imenso e a obrigar os cidadãos estrangeiros a aprenderem o holandês.
O sistema de saúde é universal e abrange todos os residentes e não residentes que trabalhem na Holanda. Todas as entidades patronais holandesas são obrigadas a oferecer um seguro de saúde, pelo preço máximo de 90€/mês, sendo o custo suportado pelo trabalhador. As crianças até os 18 anos de idade estão cobertas pelo seguro gratuitamente.
A segurança na Holanda é muito boa, mas é de salientar que nas grandes cidades, a ocorrência de pequenos furtos realizados por carteiristas, é bastante frequente, essencialmente nos locais de maior concentração de turistas e nos transportes públicos.
A Holanda com membro fundador da UE, integra o Espaço Schengen, pelo que os cidadãos portugueses apenas necessitam de um documento de identificação, bilhete de identidade ou cartão de cidadão para entrar e sair do território.
Para permanências com duração superior a 3 meses, os cidadãos da UE têm de pedir uma autorização de residência.
Na Holanda existe salário mínimo, que varia consoante a idade do trabalhador. Um trabalhador com 23 anos ou mais, recebe um salário mínimo de 1398,60 euros, por mês, 322,75 euros por semana, ou 64,55 euros por dia, trabalhadores com idades compreendidas entre os 15 e 22 anos, recebem entre 30 a 85% dos montantes referidos.
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]]>The post Emigrar para a Bélgica: um futuro na Gália Belga appeared first on Emigrar.
]]>É membro fundador da União Europeia e situa-se na Europa ocidental, faz a ligação cultural entre a europa germânica e a europa latina. Faz fronteira a norte com a Holanda e o mar do norte, a leste com a Alemanha e o Luxemburgo e a sul e sudoeste com a França. Está dividida em três regiões, a região flamenga onde se fala holandês, a região da Valónia do Sul, onde falam francês e uma pequena comunidade no leste da Valónia que fala alemão.
A Bélgica tem um clima muito variado, influenciado pelas correntes do Oceano Atlântico, pois no litoral o clima é temperado marítimo, ameno e húmido e tem pouca precipitação, já no interior o clima é continental, com precipitação mais frequente, Invernos frios e Verões frescos.
A decisão de emigrar para a Bélgica, como para qualquer outro país deve ser bem analisada e ponderada. É fundamental dominar, pelo menos os conceitos básicos de uma das línguas oficias da Bélgica, o ideal era mesmo dominar uma língua e saber os conceitos básicos de outra.
O sistema de saúde na Bélgica é universal e é financiado pelos descontos directos do ordenado do trabalhador. É assegurado por associações mutualistas ou pelas companhias de seguro e disponibilizado por hospitais públicos ou privados sem fins lucrativos. Mas estas associações mutualistas só cobrem entre 60% a 75% das despesas. O trabalhador deve também elaborar um seguro de saúde complementar para que cobra as restantes despesas de saúde.
A segurança é de um modo geral muito boa, mas é de salientar que nas grandes cidades a ocorrência de pequenos furtos realizados por carteiristas, é uma prática frequente, essencialmente nos locais de maior concentração de turistas e nos transportes públicos.
A Bélgica é um dos membros fundadores da UE, como tal, integra o Espaço Schengen, pelo que os cidadãos portugueses apenas necessitam de um documento de identificação como o bilhete de identidade ou cartão de cidadão para entrar e sair do território belga.
Para permanências com uma duração superior a 3 meses, todos os cidadãos da UE têm de pedir uma autorização de residência.
Na Bélgica o salário mínimo varia consoante a idade do trabalhador e de acordo com a experiência do mesmo. Por exemplo, um trabalhador com 21 anos ou mais, mas sem experiência recebe um salário mínimo de 1387,49 euros, mas se o mesmo trabalhador, com 21 ano e meio, tiver 6 meses de experiência já passa a receber 1424.31 euros. Para trabalhadores com 22 anos e 12 meses de experiência o ordenado é de 1440.67 euros, isto além de outros benefícios que o governo oferece aos trabalhadores, há medida que vão adquirindo mais experiência.
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]]>The post Emigrar para a República Checa: viagem ao centro da Europa appeared first on Emigrar.
]]>A República Checa, tem uma população aproximada de 10 milhões de habitantes, situa-se na Europa Central e faz fronteira, a norte com a Polónia, a leste com a Eslováquia, a sul com a Áustria e a oeste e norte com a Alemanha. O país é dividido em três grandes regiões: a Boémia, na parte ocidental que ocupa mais de metade da área; a Morávia, que se situa na região oriental e a Silésia, a norte da Morávia, entre a Morávia e a Polónia.
O clima da República Checa é um clima continental temperado, com Verões quentes e Invernos frios. Os meses de Inverno são os mais frios e com frequente queda de neve. Na primavera é frequente ocorrerem inundações, uma vez que a temperatura aumenta rapidamente, provocando o degelo. No Verão as temperaturas atingem, em média aos 25º C, podendo atingir máximos de 30º.
A decisão de emigrar para a República Checa, tem de ser muito bem pensada e devem ser ponderados todos os pormenores com antecedência, porque na actual conjuntura europeia, a República Checa também já tem uma taxa de desemprego que ronda os 7% da sua população. É fundamental dominar, pelo menos os conceitos básicos da língua checa, porque poucos falam outra língua que não o checo.
O sistema de saúde na República Checa, como na maioria dos países da União Europeia é universal. As contribuições são retiradas directamente do salário em que o trabalhador paga 11% e a entidade empregadora paga 33%, os trabalhadores por conta própria pagam 28% do salário declarado.
A segurança é de um modo geral, satisfatória. No entanto, na capital e devido à presença de muitos turistas durante todo o ano, é frequente ocorrerem pequenos furtos realizados por carteiristas, essencialmente nos locais de maior concentração de turistas e nos transportes públicos.
É preciso ter especial cuidado para o caso de entrar no país com viatura própria, já que os automóveis com matrícula estrangeira podem ser mais susceptíveis de roubo.
A República Checa é um Estado-membro da UE e integra o Espaço Schengen, pelo que os cidadãos portugueses necessitam apenas de um documento de identificação, bilhete de identidade ou cartão de cidadão para entrar e sair do território.
Para permanências com duração superior a 30 dias, os cidadãos da UE têm de comunicar à Polícia de Estrangeiros e Fronteiras da sua área de residência. O não cumprimento desta obrigação poderá ser sancionado com coimas que podem ir até 3.000 coroas checas (cerca de 150€).
A República Checa tem um dos salários mínimos mais baixos da União Europeia, com um valor aproximado de 8000 coras checas, que equivale aproximadamente a 325 euros.
O horário semanal de trabalho oficial é de 48 horas semanais, mas a maioria dos trabalhadores não faz mais de 39 horas semanais, e os menores de 18 anos não podem fazer mais de 30 horas semanais.
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]]>The post Emigrar para o Reino Unido: em terras de sua majestade appeared first on Emigrar.
]]>Tem uma população aproximada de 62 milhões de habitantes, mas 80% da população é de origem inglesa, aproximadamente 10% é escocesa e a restante população é constituída por irlandeses do norte e galeses.
O Reino Unido está rodeado pelo Oceano Atlântico e pelo mar do Norte, dista aproximadamente 35 Km da costa noroeste da França, com a qual faz ligação através do canal da mancha. No que respeita ao clima é temperado, com ocorrência de grandes períodos de chuva durante todo o ano. A temperatura varia ao longo das estações, mas dificilmente atinge valores inferiores a 0 °C ou acima de 35°C.
O Reino Unido, país da revolução industrial é um dos mais importantes da UE, com base essencialmente no sector dos serviços, embora mantenha uma importante presença no sector da alta tecnologia.
Apesar do mercado de trabalho não apresentar níveis de desemprego muito elevados a decisão de emigrar para o Reino Unido, deve ser bem ponderada e organizada com antecedência. É fundamental dominar os conceitos básicos da língua Inglesa. Não esquecer que no Reino Unido o trânsito circula em sentido inverso em relação ao trânsito de Portugal.
Não são necessários cuidados especiais de saúde, dado não serem conhecidas quaisquer epidemias específicas no Reino Unido.
O sistema de saúde no Reino Unido é descentralizado e cada região tem um sistema com financiamento público, juntamente com tratamentos alternativos, holísticos e complementares. Todos os cidadãos residentes no Reino Unido tem direito a saúde permanente e gratuita, mas cada serviço nacional de saúde tem políticas e prioridades diferentes, provocando alguns contrastes de região para região.
O Reino Unido é um país relativamente seguro e pacífico, mas não é de negligenciar as ameaças de terrorismo nacional e internacional, assim como não se devem excluir a ocorrência de ataques ou atentados contra civis. Como tal, deverão ser adoptadas precauções relativamente à eventualidade da ocorrência de tentativa de furto. Nos locais públicos, não devem abandonar sacos ou malas que transportem pois os mesmos serão recolhidos e destruídos pela polícia.
Não há necessidade de visto para cidadãos nacionais dos estados da UE, sendo que deverão identificar-se apenas com o Bilhete de Identidade ou Cartão do Cidadão. Não é preciso autorização de permanência até aos três meses. Para períodos mais prolongados ou procura de trabalho vigoram as normas comunitárias.
No Reino Unido o salário mínimo varia com a idade e é pago à hora por isso se tiver a escolaridade obrigatória feita e menos de 18 anos recebe aproximadamente 3,72 libras por hora, se tiver entre os 18 e 20 anos recebe 5,03 libras por hora, e finalmente para quem tiver mais de 22 anos recebe 6,31 libras por hora. O trabalhador não recebe ao mês mas sim por cada 4 semanas de trabalho e férias incluídas. (valores médios de 2014)
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]]>The post Emigrar para o Luxemburgo: com destino ao Grão-Ducado appeared first on Emigrar.
]]>Um pequeno estado soberano que se situa na Europa Ocidental, com uma população aproximada de 500 mil habitantes, dos quais perto de 80 mil são portugueses, faz fronteira a norte e oeste com a Bélgica, a sul com a França e a Leste com a Alemanha, possui um dos maiores PIB per-capita do mundo, e faz a ligação entre a Europa Românica e a Europa Germânica empregando costumes de cada uma das diferentes tradições.
O clima do Luxemburgo é um clima continental moderado, em que a diferença entre a temperatura máxima e a mínima pode atingir os 20ºC no mesmo dia, na região norte ocorre com muita frequência queda de neve e chuva, na região sul do país o Inverno não é tão rigoroso, e o Verão é mais ameno. De uma forma geral o Luxemburgo é considerado um país húmido.
É ainda preciso ter em atenção algumas especificidades, uma vez que este é um país em que se falam três línguas: uma nacional, o Luxemburguês e duas oficias, o alemão e o francês.
Apesar de ter aproximadamente 20% de portugueses a residir no Luxemburgo, decisão de emigrar para este país deve ser ponderada e preparada com antecedência, porque na actual conjuntura europeia o Luxemburgo já possui 7 % da sua população no desemprego. É fundamental dominar, pelo menos os conceitos básicos de uma das línguas oficiais. O ideal era dominar fluentemente uma e ter conhecimentos básicos de outra.
É preciso ter especial cuidado no Inverno uma vez que as temperaturas podem atingir os 15 graus negativos.

O sistema de saúde no Luxemburgo assim como na maioria dos países da União Europeia é público e universal. As contribuições são retiradas directamente do salário. O trabalhador paga 11% e a entidade empregadora paga 31%, os trabalhadores por conta própria pagam as suas contribuições.
A entidade empregadora é obrigada a comunicar à Segurança Social os empregados num prazo máximo de 8 dias.
O Luxemburgo é um país seguro, que oferece as condições propícias para uma excelente qualidade de vida. No entanto, é necessário manter uma atitude vigilante nos metropolitanos, nas áreas turísticas e em algumas estações ferroviárias, devido aos carteiristas.
Não há necessidade de visto para cidadãos nacionais, vigora o regime do Espaço Schengen, no qual os portugueses deverão identificar-se com o Bilhete de Identidade. Não é preciso autorização de permanência até três meses. Após os três meses é necessário obter uma autorização de residência.
O Luxemburgo tem o maior salário mínimo da Europa e varia consoante a idade e as qualificações. O salário mínimo para um trabalhador qualificado é de 2249,03 €, ao passo que um adulto não qualificado recebe 1874,19€, para jovens com idade compreendida entre os 17 e 18 anos é de 1499,35 euros e para jovens entre os 15 e os 17 anos é de 1405,64 €.
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]]>The post Emigrar para a França: a nossa segunda casa appeared first on Emigrar.
]]>A França tem fronteiras com a Bélgica e o Luxemburgo a norte, com a Alemanha, a Suíça e a Itália a este e com a Espanha, a sul.
O clima na França é muito diversificado devido à imensa área que o país ocupa, sendo que no norte e noroeste o clima é temperado, enquanto que no resto do país é muito diversificado. No sudeste prevalece o clima mediterrâneo. No oeste, o clima é predominantemente oceânico, com um elevado nível de pluviosidade, invernos suaves e verões quentes. No interior o clima torna-se mais continental, com verões quentes e tempestuosos, invernos mais frios e com menos pluviosidade. O clima dos Alpes e de outras regiões montanhosas é principalmente alpino, com o número de dias com temperaturas abaixo de zero passando de 150 por ano e com uma cobertura de neve com duração de até seis meses.
Apesar do mercado de trabalho estar melhor do que em Portugal, a decisão de emigrar para a França deve ser muito bem ponderada e preparada com alguma antecedência. É essencial dominar, pelo menos os conceitos básicos da língua francesa. Andar sempre acompanhado com o bilhete de identidade. A França é um país onde as igrejas e outras comunidades religiosas estão totalmente separadas do Estado, são livres na sua organização e no exercício das suas funções de culto.
A França, como a maioria dos países da União Europeia, tem um sistema de saúde universal em grande parte financiado pelo Estado através de um sistema de seguro nacional de saúde.
O sistema de saúde universal francês devolve aos pacientes 70% dos custos de saúde, e 100% em caso de doenças prolongadas ou de custos elevados.
A França é um país seguro, que oferece as condições propícias para uma boa qualidade de vida. Tanto para nas regiões urbanas como nas rurais.
No entanto actualmente vigora o sistema “vigipirate” devido a possíveis atentados terroristas. É necessário manter uma atitude vigilante no metropolitano, nas áreas turísticas e em algumas estações ferroviárias, devido aos carteiristas.
Não há necessidade de visto para cidadãos nacionais, vigora o regime do Espaço Schengen, no qual os portugueses deverão identificar-se com o Bilhete de Identidade. Não é preciso autorização de permanência até aos três meses. Após os três meses é necessário obter uma autorização de residência.
Se trouxer um animal doméstico deve apresentar o certificado de vacinas em dia, sobretudo o da vacina contra a raiva. O transporte de espécies protegidas está sujeito a legislação especial.
Segundo alguns dados, 14,5% dos trabalhadores em França recebem o salário mínimo, que neste momento é de 1120€. Os contratos de trabalho oferecidos pelos empregadores variam nas ofertas, o normal o recebimento de 12 meses, mas alguns contratos incluem 13 meses de vencimento. O 14º mês de salário, em França, não existe.
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]]>The post Emigrar para a Dinamarca: uma oportunidade no reino appeared first on Emigrar.
]]>Os principais sectores de desenvolvimento económico na Dinamarca são os sectores alimentar, químico, metalúrgico, dos equipamentos electrónicos e de transporte, do papel e da madeira.
Apresenta um clima temperado, com um Inverno não muito rigoroso e as temperaturas médias em Janeiro e Fevereiro de 0 °C, o Verão é fresco, com uma temperatura média de 15 °C. Devido à sua localização geográfica, o tempo de duração dos dias, na Dinamarca varia muito.
A tomada de decisão de emigrar para um país do norte da Europa como a Dinamarca tem de ser muito bem pensada e avaliada com antecedência. É essencial dominar, no mínimo os conceitos básicos da língua Inglesa.
As pessoas que sofrem de problemas respiratórios deverão ter o máximo de cuidado ao emigrar para a Dinamarca, uma vez que na época de Inverno, há muito frio e muita humidade.

O sistema de saúde da Dinamarca sustenta-se no princípio da equidade, no acesso universal, gratuito e equitativo aos serviços de saúde, financiado pelos impostos centrais e municipais. Os cidadãos residentes na Dinamarca tem acesso a consultas de clínica geral, oftalmologia, otorrinolaringologia e urgências sem qualquer pagamento no acto, mas o serviço ao domicílio, de enfermagem, dentista ou fisioterapia, têm um co-pagamento.
A Dinamarca é considerada um país seguro. A cidade de Copenhaga é mencionada como uma das mais seguras do mundo, com uma taxa de criminalidade muito baixa. No entanto, todos os anos, principalmente no Verão são enviadas pela polícia local, à Embaixada diversas carteiras furtadas, pelo que os visitantes não devem deixar de ter os cuidados normais ao circular numa metrópole europeia, nem deixar objectos de valor à vista dentro das viaturas ou quartos de hotel.
O regime em vigor é o de isenção de vistos para os cidadãos portugueses. Os estrangeiros com autorização de residência em Portugal beneficiam igualmente de isenção de visto ao abrigo dos Acordos Schengen. Em ambos os casos é permitida a permanência sem visto por um período de 3 meses, após o qual é necessária uma autorização especial.
Na Dinamarca não existe salário mínimo imposto por lei, pois o mesmo varia com o sector de trabalho e com a negociação dos sindicatos. O salário é pago à hora e varia entre as 100 e as 120 coroas equivalente a 12 500 DKK (DKK=Coroa Dinamarquesa, 1 Euro equivale a 7,50 DKK), ou seja, cerca de 1 800 Euros brutos.
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]]>The post Emigrar para a Alemanha: o motor económico europeu appeared first on Emigrar.
]]>A Alemanha é uma república federal que se divide em 16 estados federais, com mais de 81 milhões de habitantes, no entanto, aproximadamente 200 mil são portugueses. O alemão é a língua com maior número de falantes, na União Europeia. É na Alemanha que se encontra a maior economia da Europa, salientando o domínio na produção automóvel, na indústria mecânica de precisão, dos equipamentos electrónicos e de comunicação, em vários sectores químicos e também farmacêuticos.
Na maior parte do território o clima é temperado mas na zona noroeste e norte, é oceânico, onde a pluviosidade é uma constante, durante todo o ano. Na região leste, o clima é continental com Invernos rigorosos e verões muito quentes. O centro e o sul da Alemanha são regiões de transição que variam entre os climas oceânico moderado e continental.
CUIDADOS A TERO mercado de trabalho alemão necessita de mão-de-obra, em muitos sectores mas a decisão de emigrar para a Alemanha, deve ser calculada e estruturada com alguma antecedência. É essencial dominar os conceitos básicos da língua alemã, por exemplo.
Não esquecer que ao ir para Alemanha vai ser confrontado com Invernos rigorosos e temperaturas bastante baixas.
O sistema de segurança social na Alemanha obriga a que todos os residentes tenham um seguro de saúde, que é financiado pelas contribuições das entidades patronais, dos trabalhadores por conta de outrem e pelas receitas fiscais gerais.
O valor do seguro varia de acordo com os rendimentos e com o sector profissional. É determinado através de uma percentagem sobre a remuneração, 53% da contribuição é paga pelo trabalhador e 47% pela entidade patronal. As contribuições para o seguro de acidentes estão a cargo, exclusivamente, da entidade patronal.
De modo geral, as condições de segurança são muito boas na Alemanha, o índice de criminalidade é baixo, mas é necessário ter sempre cuidado com os carteiristas, essencialmente no metro. Por isso, quando estiver em espaços públicos preste atenção especialmente à sua bolsa ou mochila.
A Alemanha é um país da União europeia, por isso não é necessário o visto para cidadãos europeus, vigora o acordo do Espaço Schengen, no qual basta a identificação do Bilhete de Identidade. Não é preciso autorização de permanência até aos três meses, mas após os três meses é necessário obter uma autorização de residência.
Não existe salário mínimo definido por lei. A excepção vai para alguns sectores de trabalho como a construção, a gestão de resíduos, as limpezas e a segurança, e os valores variam de acordo com a região do país.
Quanto ao ordenado médio, é de 3.311 euros mensais, sem contar com alguns extras, como os subsídios de férias e de Natal.
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]]>The post Emigrar para a Noruega: à conquista dos fiordes appeared first on Emigrar.
]]>Situada na região ocidental da Península Escandinava, tem uma população aproximada de 5 000 000 de habitantes, não faz parte da União Europeia, mas mantém com a mesma, inúmeros acordos.
A Noruega faz fronteira a leste com a Suécia, Finlândia e Rússia, a norte com o Oceano Árctico e mar de Barents, a oeste, com o Oceano Atlântico através do mar da Noruega, e a sul com o mar do Norte. A Noruega está dividida em 19 condados, chamados de fylker, e 430 comunas.
O clima na Noruega é muito diversificado, uma vez que varia entre oceânico, continental, subárctico, até ao alpino, com Verões amenos e Invernos longos e rigorosos, no entanto apresenta diferenças em relação aos outros países escandinavos, pois a corrente do Golfo aquece uma grande faixa do litoral à beira do Mar do Norte e do Mar da Noruega, o que faz com que mesmo no mês mais frio, Janeiro, apresente regiões com temperaturas médias superiores a 0 °C, sendo mais comum, precipitações em forma de chuva do que neve, entretanto, na fronteira com a Finlândia, os termómetros podem registrar 40 °C negativos entre Dezembro e Março.
CUIDADOS A TERApesar do mercado de trabalho não apresentar níveis de desemprego a decisão de emigrar para a Noruega, deve ser avaliada e organizada com alguma antecedência. É essencial dominar os conceitos básicos da língua inglesa ou norueguesa.
Não esquecer que ao ir para a Noruega vai ser confrontado com temperaturas muito baixas, assim como terá de viver seis meses de dia e seis meses de noite.
Não são necessários cuidados especiais de saúde, dado não serem conhecidas quaisquer epidemias específicas na Noruega.
O sistema de saúde pública Norueguês é universal. É um sistema de pagamento único financiado pelos impostos, onde todos os cidadãos e residentes usufruem, no entanto, alguns ainda preferem complementar com um seguro de saúde privado.
A Noruega é um país seguro e pacífico, contudo não é de descurar as ameaças nacionais e internacionais, não sendo de excluir a ocorrência de eventos ameaçadores contra civis. Devem ser adoptadas precauções relativamente à eventualidade da ocorrência de tentativa de furto.
Não há necessidade de visto para cidadãos nacionais, vigora o regime do Espaço Schengen, deverão identificar-se com o Bilhete de Identidade. Não é preciso autorização de permanência até aos três meses. Após os três meses é necessário obter uma autorização de residência.
Se trouxer um animal doméstico deve apresentar o certificado de vacinas em dia, sobretudo o da vacina contra a raiva.
A Noruega não tem um salário mínimo fixado. Os países nórdicos preferem ter um acordo colectivo entre sindicatos e empregadores como ponto de referência para os salários, não estabelecido pelo governo.
Contudo, e para referência, para a indústria o valor de remuneração mínimo por hora varia entre os 14€ e os 18€, já na construção o valor da hora de trabalho varia entre os 16€ e os 21€.
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]]>The post Emigrar para a Suíça: desígnio de qualidade de vida appeared first on Emigrar.
]]>A Suíça tem um clima temperado, com uma elevada amplitude térmica com os Verões amenos e os Invernos rigorosos, como tal, pode-se dividir o país em quatro grandes regiões climatéricas, o extremo Sul, os Alpes, o maciço central e o Jura.
Mas, é necessário ter em conta algumas especificidades características. É um país que faz fronteira com a Alemanha, a Itália, a Áustria, a França e o Liechtenstein, está dividido em 26 cantões que funcionam de forma independente, como se fossem estados dentro do estado Helvético, com quatro línguas oficiais, alemão, francês, italiano e o romanche.
CUIDADOS A TERA decisão de emigrar para a Suíça deve ser ponderada e preparada com antecedência. É fundamental dominar, pelo menos os conceitos básicos de uma das línguas dominantes. O ideal mesmo era dominar fluentemente uma e ter conhecimentos básicos de outra.
O sistema de saúde na Suíça é um misto entre o sector público e o sector privado, em que o governo legisla e fiscaliza e os privados oferecem o serviço. Constitucionalmente, baseia-se num sistema de seguros em que as seguradoras são obrigadas a oferecer um plano básico, sobre o qual não podem obter lucro. Logo, o valor não muda entre as seguradoras, dependendo apenas da idade, sexo e região de residência do paciente. A diferença entre as operadoras está nos planos privados.
O seguro é comparticipado pelo governo, em 25 % dos prémios enquanto os cidadãos pagam o resto, em caso de dificuldades económicas essa comparticipação pode chegar aos 90%.
A Suíça é um país bastante seguro, que oferece uma alta qualidade de vida, tanto em regiões urbanas como nas rurais.
A liberdade de circulação e a segurança estão garantidas para todos, a qualquer momento e em qualquer lugar. O ambiente seguro e a discrição dos suíços, são factores privilegiados e valorizados pelas mais importantes personalidades mundiais que se deslocam na Suíça, sem qualquer protecção pessoal.
Os portugueses não necessitam de qualquer visto para entrar na Suíça, basta o bilhete de identidade válido ou o passaporte caducado há menos de cinco anos. Mas os que pretenderem residir e trabalhar na Suíça necessitam de uma autorização das autoridades locais.
Na Suíça não existe salário mínimo imposto por lei, pois o mesmo varia consoante a idade, qualificação, região e sector laboral. Não obstante, o salário médio depende da área profissional e do cargo que ocupa e pode variar entre 4000 francos suíços e os 5833 francos suíços, isto é entre os 3300 e os 3700 euros por mês.
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