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]]>A Corteva Agriscience é lançada hoje, 3 de Junho, à escala global e com uma oferta equilibrada em relação às sementes e protecção das culturas, suportada por elevadas capacidades digitais emergentes e impulsionada pelo factor de inovação mais avançado da indústria.
A distribuição das acções ordinárias da Corteva foi concluída no dia 1 de Junho. Cada accionista registado da DowDuPont recebe 1 acção ordinária da Corteva por cada 3 acções ordinárias da DowDuPont, que possua até ao fecho das operações a 24 de Maio de 2019.
Os accionistas da DowDuPont vão receber também o equivalente a quaisquer acções fraccionárias da Corteva. As operações com as acções ordinárias da Corteva começam hoje na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE) sob o seu novo símbolo de registo “CTVA”.
“O dia de hoje marca o lançamento de um novo tipo de sociedade agrícola, exclusivamente posicionada para competir e vencer ao fornecer aos agricultores a solução completa que necessitam para um crescimento sustentável a longo prazo e obter mais lucros”, disse Jim Collins, director executivo da Corteva Agriscience.
“Enquanto líder global no mercado combinado de sementes e protecção das culturas, que representa 100 mil milhões de dólares, a Corteva Agriscience tem a posição mais sólida da indústria. Detém também um importante motor de inovação a nível mundial e forte acesso ao mercado que permite fornecer uma inigualável proximidade aos clientes. Isto irá fomentar o nosso crescimento como sociedade independente e gerar valor para os accionistas. Os nossos mais de 21 000 colaboradores estão comprometidos com o objectivo de melhorar as vidas daqueles que produzem e dos que consomem, com a garantia de um progresso para as gerações futuras”, acrescenta aquele responsável.
Presente em mais de 140 países, a Corteva Agriscience gerou 14 mil milhões de dólares em vendas líquidas em 2018, possui mais de 150 instalações de investigação e desenvolvimento e mais de 65 princípios activos.
“Enquanto nova sociedade agrícola independente, estamos totalmente concentrados num investimento na inovação, de modo a proporcionar um crescimento orgânico das receitas acima do mercado e a aumentar o rendimento do capital investido”, disse Greg Friedman, vice-presidente executivo e director financeiro da Corteva Agriscience.
“Estamos dentro do prazo do nosso compromisso de obter 1,2 mil milhões de dólares em sinergias de custos até 2021, e temos confiança no nosso plano para ampliar as margens. Igualmente importante é o facto de estarmos comprometidos em devolver capital significativo aos accionistas através de uma combinação de recompras de acções e dividendos”, realça Greg Friedman.
A nova designação da sociedade, Corteva Agriscience (kohr-‘teh-vah), deriva de palavras que significam “coração” e “natureza”. A marca reconhece a história da Sociedade tendo igualmente em vista o seu compromisso para melhorar a produtividade dos agricultores, assim como a saúde e o bem-estar dos consumidores.
A sociedade tem a sua sede em Wilmington, Delaware com centros globais em Johnston, Iowa e Indianápolis, Indiana e cinco escritórios regionais em Calgary, Canadá; Joanesburgo, África do Sul; Genebra, Suíça; Singapura; e Alphaville, Brasil.
Agricultura e Mar Actual
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]]>O estudo é apresentado na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher Rural.
“As mulheres são a espinha dorsal da vida no mundo rural. Como todos sabemos, elas lidam em pé de igualdade com as tarefas no campo e na pecuária, cuidam da família e são uma parte activa na sociedade”, salienta fonte da Corteva Agriscience.

Estas mulheres, que já percorreram um caminho importante na sua formação técnica e específica para as tarefas que levam a cabo, apresentam um perfil que, globalmente e apesar das diferenças entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, é muito semelhante entre si. “Estão orgulhosas de trabalhar no sector agrícola, mas também ambicionam um maior reconhecimento e consciência social do seu trabalho e das diferenças de género”, refere o estudo.
Para elas, é vital que a sociedade entenda a importância da conciliação e que, juntamente com o desenvolvimento da vida profissional, coexistam conceitos-chave como a família, a estabilidade financeira e a própria saúde.
Isto mesmo foi confirmado por um recente estudo realizado pela Corteva Agrisciences em cinco continentes e com uma amostra de mais de quatro mil mulheres rurais, que consideram que a discriminação ocorre em toda a parte.

“É lamentável que a percepção dessa discriminação com base no género seja muito alta na Península Ibérica, onde mais de três quartos das mulheres acreditam que não existem as mesmas oportunidades nem as mesmas possibilidades de tomada de decisão sobre questões fundamentais, como a utilização dos recursos ou benefícios. Infelizmente, nesta percepção estamos ao mesmo nível da Índia“, realçam os autores do estudo.
A pesquisa da Corteva Agriscience revela ainda que, para o futuro, as mulheres rurais desejam mais formação, tanto académica quanto técnica, e uma maior consciência social das diferenças por género, para as quais propõem que o trabalho bem-sucedido que já realizam, seja convenientemente divulgado.
Por isso, “da mais optimista à mais pessimista, todas as mulheres pensam que levará mais de uma década, ou provavelmente duas ou três, até se alcançar a plena igualdade”.
As mulheres que trabalham na agricultura em todo o Mundo, seja em países desenvolvidos ou em desenvolvimento, constatam que a discriminação de género é transversal, persistente e coloca obstáculos à sua capacidade de ajudar a fornecer alimentos à população mundial, de acordo com o novo estudo da Corteva Agriscience, a Divisão de Agricultura da DowDuPont.

O estudo agora publicado coincide com a celebração do Dia Internacional das Mulheres Rurais. A Corteva Agriscience encomendou o estudo, que se realizou em 17 países, incluindo a Península Ibérica, para destacar a importância das mulheres na agricultura e identificar as barreiras a uma participação plena e bem-sucedida.
O estudo comporta os resultados de 4.160 inquiridas que vivem tanto em países desenvolvidos como em países em desenvolvimento nos cinco continentes.
“Realizou-se este estudo para entender melhor a actual situação das mulheres agricultoras em todo o Mundo – desde as grandes explorações agrícolas em economias mais avançadas às pequenas propriedades de subsistência nos países em desenvolvimento — e para criar uma linha de base a partir da qual possamos medir o progresso”, afirma Krysta Harden, vice-presidente de Relações Externas e Responsável pela Sustentabilidade da Corteva Agriscience.
Os resultados do estudo revelam que, apesar de as mulheres se mostrarem unanimemente orgulhosas da sua participação na agricultura, sentem a discriminação de género em todos os lugares. Neste indicador, os países da Península Ibérica encontram-se equiparados à Índia, com 78% do total das inquiridas referindo a discriminação de género. O mais baixo valor é o dos Estados Unidos, com 52%.
Apenas metade das inquiridas afirma ter o mesmo sucesso que seus pares do sexo masculino, com 42% a considerar ter as mesmas oportunidades que os homens e 38% a sentirem-se empoderadas para tomar decisões sobre como investir na agricultura e pecuária.

Quase 40% das inquiridas afirmam ter rendimentos mais baixos que os homens e menos acesso a financiamento. No topo das suas preocupações surgem a estabilidade financeira, o bem-estar de suas famílias e alcançar um equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.
Segundo Raquel Cortesão, responsável de nutrição animal da Corteva Agriscience Ibéria, existe na Península Ibérica “um sentimento de incompreensão em torno da conciliação e das necessidades familiares no ambiente de trabalho, uma vez que apenas 22% das inquiridas afirmam estar satisfeitas neste aspecto face aos 33% médios. Além do mais, um terço das inquiridas consideram que o seu salário é insuficiente, o que também nos coloca no topo da tabela”.
“Uma das maiores dificuldades sentidas é o tratamento que recebemos da parte de alguns clientes, vendo-nos como objectos e, independentemente da nossa capacidade e domínio técnicos, os comentários ultrapassam em muito esse factor” refere ainda Raquel Cortesão “e impor esse respeito leva bastante tempo numa visita, por vezes bastantes meses, ou anos, até conseguirmos gerir essas intervenções”.

Muitas mulheres afirmam que necessitam de mais formação para tirar partido da tecnologia agrícola, que se tornou essencial para o sucesso económico e gestão do meio ambiente. Este desejo de maior formação surge como o factor mais referido entre as respostas quando se trata de eliminar os obstáculos perante a diferenciação de género. Os números excedem significativamente os 50% nos 17 países do estudo, com Brasil, Nigéria, Quénia, México e África do Sul à cabeça.
A maioria das mulheres vê progressos na igualdade de género, mas 72% afirmam que levará entre uma a três décadas ou mais para atingir a plena igualdade. De acordo com as respostas, cinco acções-chave são identificadas para eliminar os obstáculos à igualdade:
“Sabemos que as mulheres representam quase metade dos agricultores mundiais e este estudo confirma que os desafios continuam a existir, pesando não só sobre as mulheres agricultoras, mas também sobre as pessoas que delas dependem: as suas famílias, as suas comunidades e sociedades. Identificar a existência destes desafios é o primeiro passo para remover os obstáculos para as mulheres agricultoras rurais desenvolvam todo o seu potencial”, diz Harden.

Agricultura e Mar Actual
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