Essa ruptura pode ter sido ocasionada em algum momento traumático que aprisionou sua criança interior naquele episódio de profunda dor. A partir disso, como um ser fragmentado, você passou a se sentir incompleto(a) e tenta desde então a preencher o vazio que nada parece satisfazer.
A tristeza incompreendida é o chamado que sua alma faz para trazer você de volta desse caminho errado. “É como se você andasse por uma estrada vicinal e bem ao lado existisse uma asfaltada onde você não sabe como fazer para voltar à ela.” Ao ocupar pouco do seu espaço interior, você abre brechas para ser invadido(a) com distrações que produzem ainda mais ruptura do “eu”. O quanto desse vazio que você sente está ocupado por coisas e pessoas estranhas? Mergulhamos em relacionamentos na tentativa de que o outro nos resgate do fundo do poço. Impingimos a nós uma carreira profissional medíocre que não nos preenche e nos limita até mesmo financeiramente.
Recuperar as partes perdidas, esses fragmentos da alma é uma das vivências que o meu método de hipnoterapia clínica consegue proporcionar. Você volta a tomar posse de si. Ele possibilita devolver a sua autoestima, restaurando sua completude para se sentir pleno(a) e continuar na sua jornada de forma mais feliz, produtiva e agora de volta à sua estrada original.
Com muito carinho, eu preparei 3 dicas gratuitas muito legais caso você se identifique com essas questões acima.
Clique no link abaixo para se inscrever. Vai ser muito bom dividir com você essa experiência.
]]>Esta é a reprodução de um texto enviado aos coachees que atendi no ano de 2015.
A vida é breve demais para ser adiada. A felicidade é algo urgente e a liberdade pessoal para se viver isso é uma autorização interna. O que você escolhe viver é uma manifestação de escolhas autorizadas intimamente.

Entretanto, é preciso morrer e renascer muitas vezes em vida para vivermos plenamente. Às vezes “morremos” por não termos sido compreendido por nossos pais como gostaríamos, por um amor não correspondido, por uma profissão que não nos fez feliz, pelo nosso medo de ousar ir além, de tentar e fracassar, pela descrença nas próprias capacidades, por culparmos o outro, culparmos a nossa família por nossas dificuldades emocionais, financeiras e pessoais e, morremos mais ainda pela nossa falta de fé.
Mas este “Morrer em Vida” também é a oportunidade de “Darmos à Luz” a nós mesmos, e de sepultarmos de vez aquilo que molesta e aprisiona a nossa essência, a nossa felicidade. E essa “Morte em Vida”, nada mais é do que dar-se a chance de Nascer de Novo, de enterrar as velhas crenças sabotadoras, de oferecer um novo olhar sobre os acontecimentos e ressignificar os momentos que chamamos de ruins.
Renascer é ainda dar-se a chance de fazer diferente, de ouvir-se na essência, de conhecer-se e acreditar em sua própria Força Criadora, de olhar o passado sem pesar e dor, e como a mola propulsora que te faz enxergar uma nova luz, novas possibilidade de um presente, de um Aqui e Agora infinitamente melhor e mais Feliz.
Eu convido você a Acreditar nessas palavras, a viver um novo momento em sua vida, em sua jornada, a construir uma nova história e a dar um sentido mais pleno à sua existência. Esse é o primeiro passo para viver a vida com novas cores, novas forças, possibilitar novos “insights“, novas crenças positivas, refazer-se das dores, curar as feridas, perdoar o outro e conceder o perdão a si mesmo.
Por isso , Lembre-se de Sempre se Lembrar de Nunca esquecer: Para fazer sentido é preciso não simplesmente nascer, mas Nascer e Renascer para a própria Existência e Ousar ir Além.
A vida é um presente Maravilhoso, e cada um de nós como Ser de Luz, uma Força Criadora e uma Fonte de Energia no Universo, somos capazes de Realizações Extraordinárias.
Portanto, se é preciso morrer em vida, que sua única opção seja renascer ainda melhor e melhor!
Coaching Revele-se.
Texto de JR. Marques
O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer, desde março de 2018, mais dez novas modalidades de terapias alternativas gratuitamente para a população. Até o ano anterior, eram apenas 14. O total chegou a 29 neste primeiro semestre. As terapias complementares à medicina tradicional foram descobertas ao longo da história e em diversas culturas. É o caso da acupuntura, prática milenar chinesa, parte da lista de terapias integrativas oferecidas. Por bastante tempo, foram consideradas um conjunto de práticas de diagnose e terapia sem validação científica, fruto de mecanismos fisiológicos não conhecidos, práticas metafísicas e também espirituais.
Isso acontece porque, quando se pensa em medicina, a primeira coisa que vem à cabeça é a imagem do médico de jaleco branco dentro do consultório ou do hospital. Crescemos acostumados à medicina tradicional, também chamada de alopatia, que é o oposto do conceito de terapias alternativas, assunto pouco discutido entre familiares e amigos.
Segundo definição da Organização Mundial de Saúde (OMS), terapias alternativas são práticas utilizadas em substituição às da medicina tradicional. Em razão disso, o governo usa o termo “terapia complementar”, que deve funcionar em conjunto com a medicina tradicional de forma agregadora e não substitutiva. O termo integrativa é usado quando há associação da terapia médica convencional aos métodos complementares ou alternativos a partir de evidências científicas. Essas terapias podem ajudar na prevenção de doenças por terem um entendimento mais amplo do processo saúde-doença.
O Ministério da Saúde, com o apoio da OMS, busca normatizar as experiências dessas terapias e oferecê-las de forma gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS) através da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), criada em 2006.
Com isso, as terapias passaram a ser chamadas de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). Neste primeiro momento, homeopatia, plantas medicinais/fitoterapia, medicina tradicional chinesa/acupuntura, medicina antroposófica (uma das técnicas dessa prática é a Terapia Biográfica) e o termalismo social/crenoterapia foram institucionalizadas no SUS. Um dos objetivos é fazer com que a população conheça e desmistifique o conceito das práticas integrativas, além de divulgá-las para que cada vez mais pessoas também possam fazer uso.
Um dos objetivos é fazer com que a população conheça e desmistifique o conceito das práticas integrativas, além de divulgá-las para que cada vez mais pessoas também possam fazer uso.
Os atendimentos são gratuitos em unidades cadastradas.
Outro fator importante nessa implementação é a valorização das diversas culturas, de forma a gerar equidade no momento da atenção em saúde. Ou seja, fazer com que indivíduos com características culturais diferentes possam ser atendidos de forma inclusiva e respeitosa.
Entre março de 2017 e março de 2018, 24 novas PICS foram incluídas no SUS. Algumas delas são: meditação, arteterapia, reiki, musicoterapia, apiterapia, aromaterapia e constelação familiar. Após a inserção, o Brasil se tornou referência na oferta da categoria na atenção básica.
Mesmo com todo o reconhecimento científico e institucionalização das terapias, muitos profissionais da medicina tradicional ainda não as aceitam – o Conselho Federal de Medicina (CFM) reconhece apenas duas (acupuntura e homeopatia) das dezenove práticas oferecidas pelo SUS até o fim de 2017. Entre as adicionadas este ano, pelo menos seis das dez práticas também não são reconhecidas pelo conselho médico no Brasil.
Segundo a resolução n° 1499/98 do Conselho, médicos não podem ministrar práticas alternativas, mas podem recomendar as que são aceitas clinicamente. Entretanto, conforme determinação do governo, em unidades do SUS, outros profissionais de saúde podem prestar o atendimento: enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas e biomédicos ficam a frente da oferta das práticas complementares em postos de saúde. A regra é válida apenas para o Sistema Único de Saúde e não interfere em tratamentos em consultórios particulares.
A inclusão foi anunciada nesta segunda-feira (12), no Rio de Janeiro (RJ), durante a abertura do 1º Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Saúde Pública (INTERCONGREPICS).Além das 10 novas inclusões, também será publicada uma portaria que definirá as diretrizes e modo de implantação dos procedimentos termalismo/crenoterapia e medicina antroposófica, que já eram oferecidas no SUS de forma experimental.
Em 2006, quando foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) eram ofertados apenas cinco procedimentos. Após 10 anos, em 2017, foram incorporadas 14 atividades, chegando as 19 práticas disponíveis atualmente à população: ayurveda, homeopatia, medicina tradicional chinesa, medicina antroposófica, plantas medicinais/fitoterapia, arteterapia, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa, termalismo social/crenoterapia e yoga.
As terapias estão presentes em 9.350 estabelecimentos em 3.173 municípios, sendo que 88% são oferecidas na Atenção Básica. Em 2017, foram registrados 1,4 milhão de atendimentos individuais em práticas integrativas e complementares. Somando as atividades coletivas, a estimativa é que cerca de 5 milhões de pessoas por ano participem dessas práticas no SUS.
Atualmente, a acupuntura é a mais difundida com 707 mil atendimentos e 277 mil consultas individuais. Em segundo lugar, estão as práticas de Medicina Tradicional Chinesa com 151 mil sessões, como taichi-chuan e liangong. Em seguida aparece a auriculoterapia com 142 mil procedimentos. Também foram registradas 35 mil sessões de yoga, 23 mil de dança circular/biodança e 23 mil de terapia comunitária, entre outras.
Evidências científicas têm mostrado os benefícios do tratamento integrado entre medicina convencional e práticas integrativas e complementares. Além disso, há crescente número de profissionais capacitados e habilitados e maior valorização dos conhecimentos tradicionais de onde se originam grande parte dessas práticas. No ano passado foram capacitados mais de 30 mil profissionais.
A estimativa é que cerca de cinco milhões de pessoas por ano utilizem as práticas no SUS em atendimentos individuais e coletivos no país. Essa previsão é quase cinco vezes maior e baseada nos 1,4 milhão de assistências individuais que aconteceram no último ano no Brasil.
Veja abaixo uma breve explanação sobre cada uma das 10 novas práticas:
Apiterapia – método que utiliza produtos produzidos pelas abelhas nas colmeias como a apitoxina, geléia real, pólen, própolis, mel e outros.
Aromaterapia – uso de concentrados voláteis extraídos de vegetais, os óleos essenciais promovem bem estar e saúde.
Bioenergética – visão diagnóstica aliada à compreensão do sofrimento/adoecimento, adota a psicoterapia corporal e exercícios terapêuticos. Ajuda a liberar as tensões do corpo e facilita a expressão de sentimentos.
Constelação familiar – técnica de representação espacial das relações familiares que permite identificar bloqueios emocionais de gerações ou membros da família.
Cromoterapia – utiliza as cores nos tratamentos das doenças com o objetivo de harmonizar o corpo.
Geoterapia – uso da argila com água que pode ser aplicada no corpo. Usado em ferimentos, cicatrização, lesões, doenças osteomusuculares.
Hipnoterapia – conjunto de técnicas que pelo relaxamento, concentração induz a pessoa a alcançar um estado de consciência aumentado que permite alterar comportamentos indesejados.
Imposição de mãos – imposição das mãos próximo ao corpo da pessoa para transferência de energia para o paciente. Promove bem estar, diminui estresse e ansiedade.
Ozonioterapia – mistura dos gases oxigênio e ozônio por diversas vias de administração com finalidade terapêutica e promove melhoria de diversas doenças. Usado na odontologia, neurologia e oncologia.
Terapia de Florais – uso de essências florais que modifica certos estados vibratórios. Auxilia no equilíbrio e harmonização do indivíduo
Veja abaixo todas as Práticas Integrativas por ordem alfabética.
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Por Gibran Khalil Gibran (livro “O profeta”)
Profeta de Deus em procura do infinito, quantas vezes sondaste as distâncias à espera de teu navio.
E agora teu navio chegou, e tu deves partir.
Profunda é tua nostalgia pela pátria de tuas recordações e a morada de teus maiores desejos; e nosso amor não te quererá prender, nem nossas necessidades te reterão. Uma coisa, porém, pedimos-te: antes de no a deixares, fala-nos e dá-nos algo de tua verdade. E nós a transmitiremos a nossos filhos, e eles a transmitirão aos seus filhos, e ela não perecerá.
Na tua soledade, vigiaste por nossos dias e, na tua vigília, escutaste os gemidos e os risos de nosso sono. Agora revela-nos a nós próprios, e conta-nos o que te foi revelado, do que existe entre o nascimento e a morte.”
E ele respondeu:
“Povo de Orphalese, de que poderia falar-vos senão do que está agora se movendo dentro de vossas almas?”
Então Almitra disse: “Fala-nos do Amor.”
E ele ergueu a fronte e olhou para a multidão; e um silêncio caiu sobre eles, e com uma voz forte, dirigiu-se a eles, dizendo:
“Quando o amor vos chamar, segui-o.
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados; E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe, Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos; E quando ele vos falar, acreditai nele, embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos como o vento devasta o jardim.
Pois, da mesma forma por que o amor vos coroa, assim ele vos crucifica.
E, da mesma forma por que ele contribui para vosso crescimento, ele trabalha para vossa poda.
E, da mesma forma por que ele sobe à vossa altura e acaricia vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol, assim também ele desce até vossas raízes e as sacode no seu apego à terra.
Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.
Ele vos debulha para expor a vossa nudez.
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas. Ele vos mói até a extrema brancura.
Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis.
Então, ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma no pão místico do banquete divino.
Todas essas coisas o amor operará em vós, para que conheçais os segredos de vossos corações e, com esse conhecimento, vos convertais no pão místico do banquete divino.
Todavia, se no vosso temor procurardes somente a paz e o gozo do amor, então seria melhor para vós que cobrísseis vossa nudez e abandonásseis a eira do amor, para entrar no mundo sem estações, onde rireis, mas não todos os vossos risos, e chorareis, mas não todas as vossas lágrimas.
O amor nada dá senão de si próprio e nada recebe senão de si próprio.
O amor não possui e não se deixa possuir.
Pois ele basta-se a si mesmo.
Quando um de vós ama, que não diga: “Deus está no meu coração”, mas que diga antes: “Eu estou no coração de Deus”.
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor, pois o amor, se vos achar dignos, determinará ele próprio o vosso curso.
O amor não tem outro desejo, senão o de atingir sua plenitude.
Se, contudo, amardes e precisardes ter desejos, sejam estes vossos desejos:
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho que canta sua melodia para a noite;
De conhecerdes a dor de sentir a ternura demasiada;
De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor;
E de sangrardes de boa vontade e com alegria;
De acordardes na aurora com o coração alado e agradecerdes por um novo dia de amor;
De descansardes ao meio-dia, e meditardes sobre o êxtase do amor;
De voltardes para casa à noite com gratidão;
E de adormecerdes com uma prece no coração para o bem-amado, e nos lábios uma canção de bem-aventurança.”
Então, Almitra falou novamente e disse: “E que nos dizes do Matrimônio, mestre?”
E ele respondeu, dizendo:
“Vós nascestes juntos, e juntos permanecereis para todo o sempre.
Juntos estareis quando as brancas asas da morte dissiparem vossos dias.
Sim, juntos estareis até na memória silenciosa de Deus.
Mas que haja espaços na vossa junção.
E que as asas do céu dancem entre vós.
Amai-vos um ao outro, mas não façais do amor um grilhão:
Que haja, antes, um mar ondulante entre as praias de vossas almas.
Enchei a taça um do outro, mas não bebais na mesma taça.
Dai do vosso pão um ao outro, mas não comais do mesmo pedaço.
Cantai e dançai juntos, e sede alegres; mas deixai cada um de vós estar sozinho.
Assim como as cordas da lira são isoladas e, no entanto, vibram na mesma harmonia.
Dai vossos corações, mas não os confieis à guarda um do outro. Pois somente a mão da Vida pode conter vossos corações.
E vivei juntos, mas não vos aconchegueis demasiadamente;
Pois as colunas do templo erguem-se separadamente;
E o carvalho e o cipreste não crescem à sombra um do outro.”
Charles Plumb era piloto de avião na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões, seu avião foi abatido. Plumb saltou de paraquedas. Foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita. Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua experiência e o que havia aprendido na prisão.
Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem, que sorriu, dizendo:
— Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?
— Sim, como sabe? – perguntou Plumb, espantado.
— Era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?
Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:
— Funcionou perfeitamente, caso contrário não estaria aqui hoje. Devo minha vida a você!
Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando:
Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse um “Bom Dia”? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro aprendiz.
Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente dobrando centenas de paraquedas, tendo em suas mãos a vida de pessoas que nem conhecia.
Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à plateia:
— Quem dobrou seu paraquedas hoje?
Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Mas a correria do dia-a-dia é tanta, que às vezes nos esquecemos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda de dizer um simples “bom dia”.

Que tal prestarmos mais atenção a estes pequenos gestos? Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações simples: um telefonema, um sorriso, um abraço, um agradecimento, um singelo OBRIGADO.
Compartilhei esta conhecida mensagem para que possamos extrair dela seus ensinamentos.
]]>Ser elegante vai além de ter bom gosto com roupas e saber se vestir. Elegância é algo que a gente carrega e não veste.
Regras de etiqueta da vida e não do armário para uma vida onde elegância é sinônimo de educação e bom comportamento.
Sabe o que é mesmo elegante? Ter bom senso e respeito.
Não é preciso estar em cima de um salto alto ou dentro de um terno caríssimo para ser elegante. As atitudes enfeiam pessoas que não tem bom comportamento.
A elegância está na simplicidade de um bom dia sincero para o porteiro que passou a noite toda acordado, no falar baixo quando o outro está perto, no saber ouvir quando o outro fala, e no saber sorrir quando isso é tudo o que você pode oferecer.
No saber agir sem agredir.
Uma pessoa elegante tem encantamento na voz, fala com propriedade e tem jeito com as palavras. Sabe chamar a atenção sem ser rude, saber observar sem se intrometer, sabe respeitar o espaço alheio.
A elegância está no tom da voz e no silêncio que também comunica. Na forma de se posicionar quando precisa, no jeito de ver o mundo.
Uma pessoa elegante não vive de fofocas, não inventa mentiras e não se mete em baixaria. Quem é elegante tem positividade, atrai pessoas do bem, vibra com a vida, com os sucessos, torce pelo outro, não tem inveja, carrega alegrias e otimismo, e sente com verdade. Não sabe viver de oportunismos, sabe se colocar nas oportunidades e não puxa saco nem tapete.
Elegância está no “com licença” e “muito obrigado”. No reconhecimento do esforço, na empatia e na colaboração. Está na mão que ajuda, está também na gratidão
E quanto mais conheço pessoas, mais percebo que a elegância está vestida de simplicidade e não de rótulos e invólucros sociais. Encontrei mais elegância calçada de chinelos que vestida de etiquetas, e isso não tem relação com situação financeira, mas com referência de vida, criação e sabedoria.
Encontrei a elegância no ser e não no ter, e percebi que é mais elegante aqueles que se vestem de amor.
Texto de Anieli Talon
]]>A receita, à primeira vista pouco ortodoxa para um psiquiatra, é do doutor Jorge Jaber, professor de pós-graduação em psiquiatria na PUC-Rio e pós-graduado em dependência química pela Harvard Medical School. Ele celebra a evolução dos medicamentos para os pacientes que usam antipsicóticos (doentes com esquizofrenia ou transtorno bipolar, por exemplo), mas alerta para o preocupante abuso na utilização de diazepínicos – os chamados “tranquilizantes” ou ansiolíticos – que podem vir a deteriorar a saúde mental e física. Ele lembra que dormimos menos com a idade, e exercitar-se pode ser o melhor agente para regularizar o sono, não os remédios que levam à dependência.
“Utilizar a medicação não é suficiente”, afirma. “É importante que a pessoa faça exercício, se envolva com atividades de ordem espiritual, ou ligadas à arte, que inclusive se tornaram mais acessíveis aos idosos. Somos o resultado de genética e meio ambiente. Não só isso vai alterar a resposta genética, como terá grande influência no sentido de criar um novo estilo de vida”.
O doutor Jaber aconselha também as técnicas de meditação, como o mindfulness, método criado para aliviar a ansiedade e o estresse. O objetivo é trazer a atenção para a respiração e as sensações corporais, como tensões musculares ou dores. O foco no que o corpo nos diz é o maior aprendizado na experiência do mindfulness, de forma que consigamos relaxar em qualquer ambiente. “A espiritualidade modifica o prognóstico da doença”, ensina.Na sua opinião, um ponto de atenção é o número crescente de casos de depressão entre as mulheres mais velhas: “É frequente que se sintam sem um papel social definido, porque não têm uma carreira ou uma atividade gratificante. Além disso, os filhos cresceram e muitas se ressentem da falta de uma relação estável. O resultado é que deixam de enxergar possibilidades”.
O diagnóstico obedece à observação de uma série de fatores: falta de interesse pelas coisas, problemas de memória, alteração no apetite e no sono (para mais ou para menos) e irritabilidade. Para o doutor Jorge Jaber, não se pode afirmar categoricamente que a envelhecimento está associado à depressão: “o que acontece é que, na maioria dos casos, essa depressão não foi corretamente diagnosticada no primeiro ou no segundo episódio. Depois, esses episódios vão se repetindo e se tornam o padrão na vida do paciente. E mais uma vez eu reforço: o exercício físico produz neurotransmissores que atuam na prevenção da depressão”.Matéria da jornalista Mariza Tavares extraída de G1 – onde você poderá assistir na íntegra a fala do psiquiatra Jorge Jaber.
]]>O cloreto de magnésio é composto por cloro e magnésio, que oferecem muitos benefícios para a saúde e para a beleza. Na verdade, este composto tem sido utilizado com fins industriais, além de também ser muito utilizado com fins medicinais. Quer conhecer os benefícios do cloreto de magnésio?
O cloreto de magnésio possui os seguintes benefícios:
• Funciona como um excelente purificador do sangue, ajudando a equilibrar seu pH. Graças a este benefício, o cloreto de magnésio nos ajuda a prevenir muitas doenças.
• Ajuda a eliminar o ácido que se acumula nos rins, promovendo o funcionamento e a saúde renal.
• Estimula as funções cerebrais e a transmissão de impulsos nervosos,contribuindo, desta forma, a manter um equilíbrio mental.
• É ideal para os esportistas ou pessoas com alto rendimento físico, já que ajuda a prevenir e combater as lesões musculares, cãibras, fadiga e/ou cansaço muscular.
• Estimula o bom funcionamento do sistema cardiovascular, prevenindo as doenças do coração.
• Ajuda a diminuir os níveis do colesterol ruim, estimulando a boa circulação do sangue e prevenindo doenças.
• É um poderoso remédio anti-estresse, que também ajuda a combater a depressão, os enjoos e a fadiga.
• É muito importante na regulação da temperatura do corpo.
• Previne problemas como as hemorroidas, melhora a saúde intestinal e ajuda em casos como a colite, prisão de ventre, entre outros.
• Previne os problemas da próstata e ajuda a combatê-los.
• As pesquisas alertaram que pode ajudar a prevenir e a combater tumores cancerígenos.
• Fortalece o sistema imunológico, ajudando a prevenir e a combater os resfriados, mucosidades e infecções.
• Previne o envelhecimento precoce, já que oferece vitalidade ao corpo e promove a regeneração celular.
• É um elemento chave na prevenção da osteoporose, pois atua como um fixador de cálcio nos ossos.
• O cloreto de magnésio previne a formação de cálculos renais, impedindo que o oxalato de cálcio se acumule neles.
• Promove a saúde da mulher, já que diminui os sintomas da TPM e estimula a regulação hormonal.
• Combate os radicais livres, evitando a formação de tumores e verrugas.
• Promove a limpeza das artérias, prevenindo ao mesmo tempo a arteriosclerose.
O cloreto de magnésio está contraindicado no caso de:
Diarreia:
o cloreto de magnésio é um laxante natural quando é consumido por via oral, o excesso produz efeitos laxantes fortes como a diarreia ou a colite.
Insuficiência renal:
E você? Consome cloreto de magnésio para tratar ou prevenir algum tipo de doenças ou para melhorar sua saúde? Qual é a sua experiência com o cloreto de magnésio? Se você quer compartilhar suas experiências ou esclarecer suas dúvidas, deixe um comentário.
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