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]]>Entretanto, a maioria dos sistemas instalados não possuem uma forte proteção contra intrusos, mas, simplesmente, verificam quem entra no Data Center.
Veja neste artigo o porquê da falta de segurança da maioria dos controles de acesso instalados em Data Center e como evita-la.
Em um sistema de controle de acesso convencional todo o controle de abertura da porta é controlado pelo próprio dispositivo, biométrico ou não, instalado do lado de fora do Data Center, na parede, ao lado da porta de entrada.
Além disso, este dispositivo recebe uma alimentação, normalmente 12 ou 24 V, que alimenta a fechadura eletromagnética, ou eletromecânica, sendo também conectado a um botão de saída, interno na sala, e um sensor de porta aberta.
Assim que o usuário é aprovado para a entrada na sala, o dispositivo envia, ou corta, a alimentação de 12 ou 24 V para o eletroimã, ou para a fechadura eletromecânica, que faz com que a porta se abra.
Da mesma forma, quando um usuário estiver dentro da sala e quiser sair, basta apertar um botão no interior da sala, que é interligado com o aparelho fora da sala, que faz com que se forneça, ou corte a alimentação de 12 ou 24 V para o eletroimã, ou para a fechadura eletromecânica, abrindo-se a porta.
Bem no início de minha trajetória como consultor de Data center um cliente me indagou sobre a segurança de seu Data Center.
Ele não achava que o controle de acesso impediria uma pessoa mal intensionada de entrar em seu Data Center.
Ele alegou que bastava arrancar a caixa do controle de acesso da parede e “curto-circuitar” a alimentação de 12V do aparelho que ia para o eletroima de sua porta que ele conseguiria abrir a porta.
Na medida em que a alimentação do eletroimã é fornecida pelo aparelho de controle de acesso, sabendo os pares corretos da fiação isto seria possivel.
Estávamos ainda no período dos antigos Data Centers, CPDs, e a oferta de controle de acesso de vários fabricantes era escassa.
Na época aleguei que havia um alarme que soaria caso ele arracasse o dispositivo de controle de acesso da parede.
Entretanto, ele alegou que sabendo onde estava a chave do contato do alarme, dip-switch, poderia quebrar a caixa sem acionar o alarme.
Além do mais, era um site remoto de mineração que ficava em um local afastado, sem fluxo de pessoas.
Então, vamos analisar um diagrama de um controle de acesso atual de um dos melhores fabricantes do mercado.

Repare, no diagrama acima.
A princípio, no caso deste fabricante específico, ele não conseguiria abrir a porta “curto-circuitando” a fonte de alimentação do aparelho de controle de acesso com os cabos que levam a alimentação do eletroimã, ou fechadura eletromecânica.
Pois, este fabricante, implementou duas fontes de alimentação distintas, uma para o controle de acesso e outra para o eletroimã.
Ponto para este fabricante….
Todavia, esta configuração de duas fontes de alimentação distintas não é comum na maioria dos fabricantes.
Além disto, outra implementação também interressante deste fabricante é levar somente o polo negativo para ser comutado no relé.
Ainda assi, mesmo com esta implementação de duas fontes distintas, o comando de abertura da porta ainda sai deste relé.
Isto torna possível a abertura da porta pela desconexão deste relé ( no caso de eletroimã cujo contato é normalmente fechado).
Se a configuração da porta estiver em “fail secure” ( porta abre automaticamente em caso de falta de alimentação) basta desconectar a alimentação do controle de acesso que a porta se abrirá.
Ainda podemos simular um usuário querendo sair da sala ( apertando o botão de saída no interior da sala) simplesmente “curto-circuitando” o pino 1 e 3 do “TTL conection”.
Viram como é simples…
Se souber abrir a caixa do controle de acesso sem soar o alarme, ou, cortando os cabos do buzzi do alarme, no caso do mesmo estar aparente do lado de fora da sala (frequente), conseguimos abrir a sala apenas com o manual do fabricante do controle de acesso.
Existem outros alarmes, via rede, que podem não ser eficientes, pela demora de atuação, caso o delinquente queira apenas danificar os equipamentos. Enfim, poderão até prende-lo mas poderá ser tarde demais.
Basta retirar todo o controle de abertura da porta do dispositivo de controle de acesso que está instalado do lado externo do Data Center.
Eliminando o acesso ao controle das portas elimina-se a abertura das mesmas por pessoas que não possuem permissão para faze-lo.
Instalando-se um dispositivo que receba as informações criptografadas do controle de acesso.
Via canal de dados, identificamos o usuário e abrimos a porta ou acionamos algum alarme.
Torne o seu sistema de controle de acesso convencional em um controle de acesso seguro
Em um sistema de controle de acesso seguro todo o controle de abertura da porta é controlado por um outro dispositivo, que se comunica via dados criptografados, RS-485 ou wiegand, instalado no interior do Data Center, com o controle de acesso, biométrico ou não, instalado do lado de fora do Data Center.
Cada um destes dispositivos recebem uma alimentação, normalmente 12 ou 24 V, distintas, inclusive o eletroimã da porta.
Veja o diagrama abaixo e repare a inexistencia das vulnerabilidades anteriores.
Repare que:
E ai….
Então, entendeu o que é necessário para que os controles de acesso dos Data Centers sejam realmente seguros?…
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]]>Não perca dinheiro…
Se você quer construir um Data Center de alta confiabilidade, disponibilidade, a um custo adequado, e não ter surpresas durante a obra, é essencial que se tenha uma boa RFP para Data Center .
Uma RFP bem formulada direciona as empresas, minimiza custo adicionais com trabalhos refeitos, aditivos ou mal entendimento por parte dos proponentes à construção do Data Center
Entenda os passos a se seguir para a confecção de RFP para Data Center
RFP é uma sigla em inglês de “Request For Proposal” ( Solicitação de Proposta ).
Ele é o documento que conduz todos os proponentes na execução de uma obra.
Nele estão inclusos todos os parâmetros, técnicas, especificações e requisitos a serem adotados para a sua construção.
A RFP também deve incluir a organização do projeto, cronograma de marco esperado, cronograma de construção atual e matriz de responsabilidade.
Veja abaixo alguns passos a serem seguidos na confecção de uma RFP para Data Center :
O primeiro passo para se construir um bom Data Center é entender o por quê de sua construção.
Temos que entender o negócio da empresa e o que ela deseja alcançar construindo este Data Center.
Entender o negócio não significa somente entender qual a demanda do negócio hoje e sim entender a demanda atual e as perspectivas para os próximos 10 anos.
Um bom entendimento das necessidades da empresa irá guiar o consultor responsável pela confecção da RFP a definir qual área, equipamentos e sistemas de apoio necessários ao atendimento da demanda atual e futura da empresa além de otimizar o TCO (Total Cost of Ownership).
Entendendo-se bem a necessidade do negócio, o próximo passo é definir qual o modelo de Data Center mais adequado e respectiva área, potência elétrica e refrigeração necessária.
Temos que ter em mente o período de 10 anos de operação do Data Center porém otimizarmos o capital para a necessidade atual.
De acordo com o negócio e perceptivas de crescimento do negócio podemos optar por um dos três tipos de Data Center :
Para maiores informações leia o artigo : Data Center para pequenos negócios? Qual modelo utilizar ?
Definindo-se as necessidades do Data Center, parte-se para a construção de um projeto conceitual em 3D.
Um projeto de Data Center em 3D trás os seguintes benefícios :
Uma vez que temos o projeto conceitual desenhado, definimos e especificamos toda a infra-estrutura necessária para ele:
“Não se gerencia o que não se mede,
não se mede o que não se define,
não se define o que não se entende,
e não há sucesso no que não se gerencia”(William Edwards Deming)
É muito importante se definir um cronograma com os marcos a serem alcançados pela empresa que for construir o seu Data Center.
Se não forem definidos marcos, cada atraso acumulado pode gerar um tempo de construção muito maior do que o esperado resultando em custos financeiros.
Importante se faz definir :”o pai da criança”…
Em cenários complexos que envolvem muitas pessoas, é conveniente definir uma matriz de responsabilidades em relação aos entregáveis. Isso ajuda a estabelecer as expetativas e a assegurar que as pessoas sabem e entendem o que se espera delas. A matriz de responsabilidades permite descrever o papel e responsabilidades de cada um dos participantes.
É importante saber quem tem autoridade para falar pela empresa contratante e quem tem a autoridade de falar pela empresa construtora.
O comissionamento é o processo que assegura que os sistemas e componentes do Data Center estejam projetados, instalados, testados, operados e mantidos de acordo com as necessidades e requisitos operacionais.
As atividades de comissionamento, no seu sentido mais amplo, são aplicáveis a todas as fases do empreendimento, desde o projeto básico e detalhado, o suprimento e o diligenciamento, até a construção e a montagem.
Na prática, o processo de comissionamento consiste na aplicação integrada de um conjunto de técnicas e procedimentos de engenharia para verificar, inspecionar e testar cada componente físico do empreendimento, desde os individuais, como peças, instrumentos e equipamentos, até os mais complexos, como módulos, subsistemas e sistemas.
A aceitação da obra é uma consequência do término do comissionamento com a respectiva entrega do Data Book e As-Bilts do Data Center.
É recomendado que na RFP possua uma cláusula para que a empresa que for construir o Data Center coloque em seu orçamento verba para contratação de uma terceira empresa, por conta própria, para realizar o comissionamento.
O ideal é que a empresa que fará o comissionamento não seja a mesma empresa que fez o Data Center.
O grande erro na confecção de RFPs para construção de Data Centers é não se prever a sua manutenção preventiva e corretiva .
O contrato de manutenção preventiva tem que iniciar no momento em que o Data Center começa a operar.
Se não forem feitas as manutenções preventivas de acordo com que preconiza cada fabricante o Data Center pode, inclusive, perder sua garantia.
Para ser mais didático seria como a garantia de um carro. Se você não fizer a revisão de 10.000 km , perde a garantia.
Mas não basta somente se colocar na RFP o fornecimento da manutenção preventiva/ corretiva.
É essencial que se coloque suas condições e prazos de atendimento (SLAs).
A definição do tempo e condições de garantia é outro item que quem for confeccionar a RFP não pode se esquecer. Por exemplo : Uma empresa, para ganhar uma concorrência com preços baixos, pode colocar em sua proposta que a manutenção de determinado item seria balcão, inviabilizando o contrato e ocasionando termos aditivos no futuro.
Por ultimo, mas não menos importante, é a definição da capacidade técnica das empresas que participarão da concorrência para a construção do Data Center.
Necessário se faz a exigência de apresentação de atestados de capacidade técnica , registrados no CREA, de que a empresa tem capacidade para execução da obra que se propõem fazer.
Importante também é a apresentação de atestados de que os profissionais que executarão a obra possuam certificações reconhecidas no mercado tal qual a ATD ( “Accredited Tier Designer”) da Uptime Institute.
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]]>Qual a melhor alternativa ?
O maior desperdício e consequentemente o maior custo em um Data Center se refere a ineficiência ou escolha incorreta do seu sistema de refrigeração.
Os sistemas de ar condicionado para Data Center visam proporcionar a temperatura ideal para o funcionamento dos equipamentos de TI e ao mesmo tempo formas de eliminar o calor produzido pelos mesmos.
Existem três métodos básicos para a refrigeração do Data Center :
Cada sistema de ar condicionado para data centers cumpre duas funções vitais: fornecer capacidade de refrigeração global e distribuir o ar para as cargas de TI. A primeira função, fornecer capacidade de refrigeração global, é invariável para refrigeração por sala, fileira e rack. Em essência, isso significa que a capacidade de refrigeração global do sistema de ar condicionado expressa em quilowatts deve extrair a potência total da carga (kW) dos equipamentos de TI. As diversas tecnologias para executar esta função não variam, seja um sistema de refrigeração projetado para o nível de sala, fileira ou rack. A diferença mais importante entre refrigeração por sala, fileira e rack é a execução da segunda função chave: a distribuição de ar para as cargas. Ao contrário da distribuição de energia, na qual o fluxo é reduzido aos cabos e é claramente percebido como parte do design, a circulação de ar é apenas delimitada pelo design da sala, sendo que o trajeto do ar não é visível, com variações consideráveis entre as diferentes instalações. O controle do fluxo do ar é o mais importante objetivo das diferentes metodologias de design em sistemas de refrigeração.
Ok ! Então… Qual método devo utilizar em meu Data Center ?
A resposta a esta pergunta virá de um estudo e projeto detalhado das dissipações térmicas de todos os equipamentos a serem instalados no Data Center bem como da estimativa de seu crescimento.
Muitas das vezes teremos dois ou mais métodos combinadas em um Data Center. Cada uma destes métodos possuem pontos fortes e fracos.
A escolha do método correto irá gerar grande economia energética e consequentemente grande economia de dinheiro ao longo do tempo.
Vamos então detalhar os pontos fracos e fortes de cada método de refrigeração para Data Center.
É, sem dúvida, o método mais habitual para refrigeração de Data Center.
Instalam-se ar condicionados na sala dos equipamentos de TI e insulfra-se o ar por toda a sala, geralmente por baixo do piso elevado.
Através deste método, um ou mais sistemas de ar condicionado que trabalham em paralelo insuflam ar frio para o data center e extraem o ar quente do ambiente. O princípio básico deste método é que os condicionadores de ar não apenas oferecem capacidade de refrigeração, mas também funcionam como grandes misturadores que agitam e misturam constantemente o ar da sala para gerar uma temperatura média homogênea e evitar a produção de concentrações de calor. Esse sistema é eficaz desde que a energia necessária para misturar o ar for uma pequena fração do consumo total de energia do data center.
O design da arquitetura do ambiente será afetada fortemente pelas limitações apresentadas pelo ambiente, incluindo a altura do teto, o formato do local, obstruções acima e debaixo do piso, o layout do rack, a localização do CRAH, a distribuição de energia entre as cargas de TI, etc. Quando o fornecimento e os caminhos de retorno não estiverem confinados, a previsão de desempenho e uniformidade de desempenho são pobres e a densidade da energia será maior.
Outra carência significativa da refrigeração perimetral é que em muitos casos não é possível utilizar toda a capacidade nominal da unidade CRAH. Isso ocorre quando grande parte do ar frio proveniente das unidades CRAH retorna diretamente a ele sem ter o contato necessário com o equipamento de TI. Este ar desviado representa a circulação de ar da unidade CRAH que não ajuda a resfriar as cargas; em essência, trata-se de uma diminuição da capacidade de refrigeração geral. Como resultado, os requisitos de refrigeração das cargas de TI podem superar a capacidade de refrigeração da unidade CRAH, apesar do volume da capacidade anunciada.
A eficiência do modelo de refrigeração perimetral é aumentada significamente através de técnicas de contenção de corredor quente ou corredor frio.
Tanto a confinamento de corredor quente quanto de corredor frio são utilizadas para minimizar a mistura do ar quente com o ar frio nos data centers. Cada uma dessas soluções tem suas próprias vantagens exclusivas descritas em mais detalhes no artigo : Contenção do corredor quente ou do corredor frio? Qual a melhor técnica?
| Pontos Fortes | Pontos Fracos | |
| Agilidade | É possível modificar o padrão de distribuição de refrigeração para a adequação a densidades de potência de mais de 3 kW. | Menor eficácia quando todo o espaço não é abrangido. |
| Disponibilidade dos sistemas |
As unidades de redundância podem ser compartilhadas entre todos os racks no data center. | É necessário o isolamento para separar fluxos de ar |
| Custo total de propriedade (TCO) |
Pisos perfurados facilmente reconfiguráveis. | O envio de ar obriga ao superdimensionamento da capacidade; os requisitos de pressão para envio de ar sob o piso são determinados em função do tamanho da sala e da profundidade do piso. |
| Capacidade de manutenção |
Os equipamentos de refrigeração serão colocados no perímetro ou fora do ambiente, mantendo os técnicos longe do equipamento de TI. | Requer a presença de um técnico ou especialistas treinados para fazer o serviço |
| Capacidade de Administração |
Sistemas maiores simplificam o número de pontos que devem ser conectados e gerenciados | Requer treinamento avançando no desempenho do serviço; impossibilidade de fornecimento de análises em tempo real |
Também denominada refrigeração inRow, consistem em insulframos o ar frio diretamente no corredor frio e recolhe-lo imediamente no corredor quente.
As unidades de refrigeração são dedicadas à fileira, normalmente entre racks.
Em comparação com a refrigeração por sala tradicional, com confinamento, o caminho de circulação de ar é mais curto e melhor definido. Além disso, a circulação de ar é muito mais previsível, pode ser utilizada toda a capacidade nominal da unidade CRAH e uma maior densidade de potência é atingida.
O layout por corredor permite que a capacidade de refrigeração e a redundância atendam à demanda real das fileiras específicas. Por exemplo, uma fila de racks pode executar aplicações de alta densidade, como servidor blade, enquanto outras filas atendem a aplicações de baixa densidade de potência, como gabinetes de comunicações. Aliás, é possível visar a uma redundância N+1 ou 2N para determinadas fileiras.
Do mesmo modo que na refrigeração perimetral, a eficiência é aumentada significamente através de técnicas de contenção de corredor quente ou corredor frio.
| Pontos Fortes | Pontos Fracos | |
| Agilidade | Planejamento otimizado para a densidade da energia; a capacidade de refrigeração poderá ser facilmente compartilhado |
Planejado em função do layout do corredor quente e do corredor frio |
| Disponibilidade dos sistemas |
Unidades de redundância podem ser compartilhadas em vários racks em um pod; o acoplamento sem vãos eliminam os gradientes da temperatura vertical | A redundância é necessária para cada pod de racks |
| Custo total de propriedade (TCO) |
Capacidade para atender aos requisitos de refrigeração, planejamento e engenharia podem ser eliminados ou reduzidos |
Os custos iniciais deste enfoque poderão ser mais elevados que os aumentos acarretados pelo tamanho do data center. |
| Capacidade de manutenção |
Componentes modulares precisam de menos tempo de inatividade; os componentes padronizados precisam de menos conhecimentos técnicos. | O equipamento de refrigeração será colocado no corredor onde os técnicos estarão trabalhando ao lado do equipamento de TI. |
| Capacidade de Administração |
Facilidade de navegação através do menu da interface e habilidade de fornecimento da Análise de Falha Preditiva aproximada. | Implantações maiores requerem vários pontos de conexão. |
Na refrigeração por Rack as unidades de refrigeração são dedicadas aos racks em que são acopladas.
Comparado à refrigeração perimetral, corredor os caminhos de circulação de ar são ainda mais curtos e melhor definidos, de maneira que a circulação do ar é totalmente imune a qualquer mudança na instalação ou restrição da sala. Toda a capacidade da unidade CRAH pode ser utilizada e é possível atingir maior densidade de potência (até 50 kW por rack).
O design de refrigeração por rack permite que a capacidade de refrigeração e a redundância atendam a demanda real dos racks específicos, por exemplo, diferentes densidades de potência para servidores Blade em comparação com os gabinetes de comunicações. Aliás, é possível visar a uma redundância N+1 ou 2N para determinados racks. Em comparação, a refrigeração por corredor só permite que estas características sejam especificadas no nível de fileira, e a refrigeração perimetral só permite que sejam especificadas no nível da sala.
| Pontos Fortes | Pontos Fracos | |
| Agilidade | Planejamento otimizado para a densidade de potência; isolamento com o sistema de refrigeração existente | A capacidade de refrigeração por rack não utilizada não pode ser aproveitada por outros racks. |
| Disponibilidade dos sistemas |
O acoplamento sem vãos eliminam os pontos quentes e gradientes de temperatura verticais; soluções padronizadas para minimizar erros humanos. | A redundância é necessária para cada rack. |
| Custo total de propriedade (TCO) |
A pré-engenharia do sistema e os componentes padrão eliminam ou reduzem o planejamento e engenharia. | É provável que o superdimensionamento do sistema de refrigeração e a capacidade a ser desperdiçada aumentará os custos iniciais |
| Capacidade de manutenção |
Componentes padronizados precisam de menos conhecimentos técnicos; a equipe interna pode realizar a manutenção e os reparos de rotina. | A redundância 2N é necessária para os reparos e manutenção do sistema concorrente. |
| Capacidade de Administração |
Facilidade de navegação através do menu da interface e habilidade de fornecimento da Análise de Falha Preditiva. | Implantações maiores requerem vários pontos de conexão. |
Não há um melhor modelo a ser adotado.
Tudo depende da densidade de cargas e perspectivas de crescimento.
A refrigeração perimetral é ideal para racks com cargas aproximadas de 3KW.
Quando realizamos o confiamento de corredor podemos utilizar a refrigeração perimetral para racks de aproximadamente 6KW.
Quando a potência dissipada pelos equipamentos aumenta muito, necessário se faz a complementação da refrigeração perimetral com a utilização de refrigeração por corredor e o seu confinamento.
Para racks de densidade de potencia de aproximadamente 30KW necessário se faz a implantação do modelo de refrigeração por rack.
Toda análise tem que ser feita caso a caso…
-Poxa… Mas eu poderei ter racks de diferentes potencias em meu Data Center…
Como farei ?
Para aqueles casos em que há diferentes potencias de racks em um Data Center, podemos, no projeto, criar áreas de diferentes densidades de potência dentro de um Data Center e utilizar metodos variados para sua refrigeração.
Por exempo : Podemos ter um Data Center com refrigeração perimetral, dispostos em corredor quente e corredor frio, sendo que determinados corredores possuiriam reforços de refrigeração através da utilização de ar condicionados inrow com confinamento de corredor.
Assim locamos nossos equipamentos em determinados corredores de acordo com sua demanda por refrigeração.
Importante também se faz entender qual a faixa de temperatura ideal para cada equipamento a fim de não haver nem um superdimensionamento nem um sobredimensionamento do sistema de refrigeração do Data Center.
A melhor maneira para se garantir um bom projeto de refrigeração é seguir as recomendações da Ashare ( Associação associação internacional internacional de engenheiros engenheiros de AVAC (Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado) da qual participam os principais fabricantes de equipamentos de TI que ditam quais as temperaturas ideais de seus equipamentos para se ter a máxima performance, sejam servidores, switches os storages.
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]]>Ele torna acessível, para empresas de qualquer tamanho, uma completa infraestrutura tecnológica para armazenamento e processamento de dados.
O Data Center permite que as aplicações e dados referentes à empresa possam ser utilizados de qualquer lugar com acesso à internet.
Uma empresa, mesmo pequena, requer processamento de informações para sobreviver.
Ela trabalha não só com informações confidenciais e necessárias ao seu trabalho como também com informações confidenciais de seus clientes.
A alternativa lógica para Data Centers pequenos que requerem um controle mais próximo e pessoal do gerente de TI é a construção de pequenos Data Centers próprios.
Este data center próprio oferece a possibilidade de construção de infraestrutura sob medida e atualização da capacidade conforme as variações das necessidades da empresa.
Este Data Center pode ser de três tipos:
E qual dos três devemos escolher?
A escolha do Data Center mais apropriado se faz após um trabalho de consultoria, análise de riscos e expectativas de crescimento do negócio da empresa.
Vamos tentar esclarecer melhor cada tipo de Data Center.
O Data Center modular possui um custo intermediário entre o Data Center tipo 2 e o tipo 3.
Utilizando este Data Center modular, a empresa pode crescer, quando o negócio da mesma demandar, simplesmente acrescentando-se mais um módulo de Data Center.
Podemos também ter a opção de contratar um serviço de cloud computing para serviços menos essenciais e manter os serviços essenciais no Data Center próprio, ou vice versa, em caso de crescimento.
Preservamos, com isto, o investimento inicial aportando capital quando necessário, ou seja, quando a empresa crescer e necessitar de mais recursos.
Suas principais vantagens são:
Para entender melhor estas vantagens leia o artigo : Data center modular: conheça e saiba se vale a pena utilizar essa solução
Este tipo de Data Center é sem dúvida o mais barato, porém, o menos flexível.
Nele, o cliente separa a área necessária para a demanda atual sem possibilidade de ampliação futura.
Pode-se minimizar a falta de flexibilidade do aumento de área modernizando-se os servidores na medida que a demanda por novos serviços aumentem.
Esta modernização pode ser feita adquirindo-se servidores tipo blade e fazendo virtualização de servidores a medida que aumentem as necessidades.
Ela também não iria crescer?
Obviamente que sim!
Um bom projeto e consultoria para entendimento da necessidade do Gerente de TI e potencialidade de crescimento da empresa é importantíssimo.
Podemos por exemplo
Lembre-se que o mais importante é uma boa consultoria com bom levantamento de necessidades, entendimento do negócio da empresa e um bom planejamento inicial.
Se espaço não é problema, e já se sabe que haverá grande crescimento, talvez a melhor solução seja a solução de Data Center compartimentado.
A solução de Data Center compartimentado nada mais é do que projetarmos o Data Center para o crescimento esperado de sua vida útil, mas, utilizar somente a área necessária para a necessidade atual.
Como assim ?
Por exemplo : se sabemos que o Data Center atual precisa de 50 metros quadrados mas no futuro irá ocupar 100 metros quadrados, projetamos todos os sistemas para os 100 metros quadrados mas instalamos somente o necessário para os 50 metros quadrados.
Erguemos uma parede removível delimitando os 50 metros quadrados e instalamos todos os sistemas necessários para esta área : combate a incêndio; no breaks; ar condicionado, etc.
No futuro ou retiramos esta barreira e ampliamos a área ou criamos outra sala separada complementado os sistemas.
Com isto faríamos a ampliação, e o investimento, quando necessário.
Qualquer das soluções a serem adotadas o essencial é o bom entendimento do negócio da empresa e contar com ajuda de pessoal experiente para a escolha da melhor solução.
O tempo gasto no planejamento e projeto da solução ideal proporcionará economia não só no investimento inicial ( CAPEX ) como também no operacional ( OPEX )
E então, o que você achou nas soluções apresentadas de data centers para pequenas empresas?
Gostou do nosso post de hoje?
Ainda tem alguma dúvida sobre o assunto?
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]]>Ouvimos esses termos incessantemente no mundo da tecnologia e dos negócios, e por uma boa razão: os benefícios da computação em nuvem são vastos.
Neste artigo, vamos mostrar como sua estratégia de TI pode ser afetada com o cloud computing e as vantagens trazidas para sua organização.
A computação na nuvem aproveita a conectividade e a megaescala da Internet.
Ela democratiza o acesso a recursos de software de nível internacional, pois um aplicativo de software atende a diversos clientes.
A computação na nuvem oferece aos indivíduos e às empresas de todos os portes a capacidade de um pool de recursos de computação com boa manutenção, segurança, fácil acesso e sob demanda, como servidores, armazenamento de dados e software de aplicativo.
As empresas precisam desenvolver estratégias abrangentes para fazer a transição para o modo de trabalho em nuvem, pois ela é o modelo de TI preferido e priorizado por:
Se você estiver armazenando todos os dados mais importantes de sua empresa em seu disco rígido, a perda ou o roubo dele pode resultar em grandes preocupações de segurança, milhares de dólares de prejuízo e até mesmo coloca o seu trabalho em perigo.
Quando você combina essa perda física com a possibilidade de que criminosos cibernéticos invadam suas informações com relativa facilidade, a segurança se torna uma grande prioridade no mundo dos negócios.
A computação na nuvem é extremamente segura, muitas vezes superando os níveis de segurança da computação tradicional, permitindo que as empresas atraiam e mantenham uma equipe de segurança cibernética de alta qualidade versus funcionários de TI internos.
Ela permite também implementar práticas e tecnologias de segurança de ponta, orientadas por uma visão mais ampla dos padrões globais de ameaças em relação àquelas da maioria dos governos locais. Com dezenas ou centenas de usuários possivelmente em risco de exposição a programas maliciosos, manter as organizações seguras pode ser muito caro.
Com a SaaS, as últimas versões dos aplicativos necessários para executar o negócio estarão disponíveis para todos os clientes assim que forem lançadas.
Atualizações imediatas colocam novos recursos e funcionalidades nas mãos dos funcionários para torná-los cada vez mais produtivos.
Além disso, os aprimoramentos de software normalmente são lançados numa frequência muito alta.
Isso contrasta com o programa comprado de forma física, que pode ter grandes lançamentos importantes apenas uma vez por ano (ou mais) e demorar muito tempo para se implementar.
Com a computação em nuvem, as empresas podem reduzir o tamanho de seus próprios centros de dados ou eliminar completamente esses espaços de acordo com a forma de trabalho da empresa que fornece os serviços em nuvem.
A redução do número de servidores, o custo do software e o número de funcionários podem diminuir significativamente os gastos sem afetar as capacidades da TI de uma organização.
As despesas da computação em nuvem são muito mais flexíveis do que os métodos tradicionais.
As empresas só precisam comissionar (e, portanto, apenas pagar) a capacidade do servidor e da infraestrutura quando é necessário.
Mais espaço pode ser provisionado para horários de pico e, depois, retirado quando não for mais útil.
A computação tradicional exige capacidade de compra suficiente para os horários de muito uso, fazendo com que ela fique ociosa o resto do tempo.
Além disso, caso haja a necessidade de ampliação da capacidade de dados, a TI tradicional exige aumento do espaço para os servidores. Esse problema não acontece com a computação em nuvem.
A maioria dos fornecedores de nuvem é extremamente confiável em seus serviços, com muitos mantendo 99,99% de tempo de atividade.
A conexão estará sempre ativada e, enquanto os trabalhadores tiverem uma conexão com a internet, poderão acessar em qualquer lugar as aplicações que precisam.
Alguns aplicativos até funcionam de forma off line.
Os dados e as aplicações vão estar disponíveis para os funcionários independentemente do local onde estão no mundo.
Os funcionários poderão fazer o seu trabalho em qualquer lugar usando roamimg em seus smartphones e tablets.
Dá para visitar uma loja de varejo para verificar os clientes, visitar casas e escritórios de consumidores, trabalhar no campo ou em uma fábrica e muito mais.
O compartilhamento virtual de informações em tempo real torna-se mais fácil por meio de armazenamento compartilhado.
Dessa forma, pessoas em qualquer lugar com acesso à internet podem consumir os mesmos dados ao mesmo tempo.
Essa capacidade pode reduzir o tempo de colocação no mercado e melhorar o desenvolvimento de produtos e o atendimento ao cliente.
Como as empresas não precisam comprar equipamentos e construir um data center, não vão gastar muito dinheiro em hardware, instalações, serviços públicos e outros aspectos das operações.
Com a computação tradicional, uma empresa pode gastar milhões antes de obter algum valor do seu investimento no data center.
Em tempos de recessão ou redução de negócios (como o setor de energia está experimentando atualmente), o cloud computing oferece uma estrutura de custos flexível, limitando assim a exposição.
A nuvem possui uma facilidade flexível que pode ser aumentada, rebaixada ou desativada, dependendo das circunstâncias.
Por exemplo, uma promoção de vendas pode ser extremamente popular, e a capacidade pode ser adicionada rapidamente para evitar queda de servidores e consequentemente perda de vendas.
Quando a venda acabar, a capacidade pode diminuir para reduzir os custos.
A computação em nuvem acomoda mudanças mais rápidas para que duas empresas se tornem mais eficientes.
A computação tradicional pode exigir anos de migração de aplicativos e centros de dados de desmantelamento antes que duas empresas estejam executando na mesma pilha de TI.
Com menos Data Centers em todo o mundo e operações mais eficientes, estamos coletivamente tendo um impacto menor no meio ambiente.
As empresas que usam recursos compartilhados melhoram suas credenciais “verdes”.
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]]>Com o passar dos anos, novos estudos são lançados e as ferramentas e os softwares tornam-se cada vez mais avançados e eficientes.
Assim, as decisões que um gerente de TI toma podem ser alinhadas às expectativas do mercado, às necessidades de seus clientes e às potencialidades do negócio.
Em meio a esse cenário, o data center modular é uma ótima solução para quem busca eficiência e redução de custos operacionais em TI.
Por isso, no nosso post de hoje, você vai aprender um pouco mais sobre o que é um data center modular, qual é a sua importância e quais são seus benefícios. Confira a seguir!
Um data center é um ambiente projetado para armazenar as informações da empresa através de servidores, equipamentos e banco de dados de uma empresa. Em outras palavras, ele é o sistema nervoso central de um empreendimento, sendo responsável pelo processamento da informação e por sua segurança.
O data Center Modular tem os mesmos princípios e objetivos do modelo tradicional, mas com uma grande diferença: o data center modular é dimensionado e produzido em módulos — como o próprio nome já diz.
Por ser um sistema escalável, esse tipo de data center pode ser adaptado ao processo produtivo de qualquer empresa. Assim, você pode projetá-lo de acordo com a sua capacidade de armazenagem e o tamanho da empresa. Além disso, caso aconteça alguma mudança de mercado ou local de trabalho, é possível ampliá-lo ou modernizá-lo.
Pode parecer uma mudança simples, mas é com esse conceito que seu empreendimento pode se beneficiar de inúmeras formas. Então, abaixo, mostramos algumas de suas principais vantagens.
O tempo é extremamente importante para a obtenção de bons resultados no mercado. Decisões corretas que não são tomadas no momento adequado não são tão efetivas quanto poderiam ser.
Desse modo, o planejamento, o projeto e a implementação de um data center modular são facilmente compreendidos e executáveis. Sua infraestrutura principal pode ser desenhada e moldada de acordo com as suas necessidades.
Como possui métodos de conexão padronizados, sua montagem é rápida e ágil, reduzindo o tempo de instalação e configuração.
Por exemplo, em um modelo tradicional, dependendo do tamanho, leva-se entre sete e oito meses para concluir todas as atividades. Já com um data center modular, todo o processo construtivo pode ser realizado em até três meses.
Não se esqueça também que os módulos podem ser testados e montados previamente antes mesmo de saírem da fábrica. Assim, caso qualquer problema seja identificado, é possível reduzir ainda mais o tempo de ajustes.
Independentemente do tamanho e do ramo de atuação de seu negócio, suas informações devem estar acessíveis e disponíveis a todos que necessitam utilizá-las, não é mesmo?
A fim de cumprir esse objetivo, seu data center deve ser projetado para o espaço físico que você tem, sem que a sua operacionalidade seja afetada. Um data center modular é produzido para atender às demandas de TI de sua gestão.
Com o aumento das exigências dos clientes e a expansão dos negócios, ele possibilita um processo de expansão fácil e rápido. Desse modo, seu empreendimento pode acompanhar as evoluções do mercado sem que a adequação dos projetos seja colocada em risco.
A preservação do meio ambiente também é um assunto fundamental para a performance de um empreendimento. Hoje em dia, a consciência ecológica é um pensamento que todas as pessoas de nossa sociedade devem ter e colocar em prática.
Como um gerente de TI tem grandes responsabilidades em mãos, suas decisões devem ser baseadas em conceitos atualizados e ecologicamente corretos. Um data center modular, além de otimizar a eficiência de seus sistemas, também reduz drasticamente o consumo de energia de um negócio.
Isso acontece, pois, essa tecnologia permite um melhor equilíbrio entre a capacidade de processamento de dados, o espaço físico utilizado e o funcionamento do sistema de refrigeração. Como a capacidade de resfriamento foi concebida para a infraestrutura existente, sem sobredimensionamento, a energia gasta é reduzida.
Ele é montado para suprir a demanda atual de sua empresa, possibilitando sua ampliação à medida que for necessário. Como consequência disso, você cria uma infraestrutura enxuta, com grande eficiência energética e que reduz as despesas da gestão.
Por mais bem preparada e capacitada que a sua gestão seja, imprevistos e problemas podem acontecer. Dessa maneira, sua equipe precisa estar de prontidão para propor soluções eficientes que mantenham suas atividades em funcionamento.
Quando as manutenções não são realizadas de maneira correta, a qualidade do serviço pode ser colocada em perigo e você deve evitar essas situações a todo custo.
As manutenções em um data center modular podem ser programadas e otimizadas. Já que seus módulos são pré-fabricados, eles passam por um rigoroso processo de qualidade. Portanto, seu empreendimento utiliza um produto altamente confiável e eficiente.
Além disso, é possível criar um plano de gerenciamento otimizado que emita alertas de manutenções antecipadamente, fazendo com que suas atividades sejam ajustadas e aprimoradas de acordo com o cenário de seus ativos.
As evoluções tecnológicas já fazem parte do dia a dia de todas as gestões em nossa economia. Além disso, as pequenas e médias empresas também podem se beneficiar das vantagens e comodidades que apenas a tecnologia da informação pode oferecer.
Como você pode perceber, o data center modular é uma solução adequada às demandas do empreendimento, que não onera seu orçamento financeiro.
Lembre-se também que eles têm grande flexibilidade e podem atender às exigências mais urgentes da tecnologia da informação, como a computação em nuvem e a implantação de uma infraestrutura dinâmica.
E então, como você acha que um data center modular pode mudar a performance de sua empresa? Ainda tem alguma dúvida sobre o assunto? Conte para a gente ! Entre em contato ! Visite nosso site !
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]]>Os servidores em um Data Center recebem a refrigeração pela frente e a expulsam por trás .
Os Data Centers são concebidos para facilitar ao máximo a refrigeração destes servidores.
E os switches de core e equipamentos de rede que ficam hospedados dentro do Data Center?
Eles não puxam e expelem o ar pelas laterais?
Não estariam eles prejudicados?
Se ele parar por sobreaquecimento , meu Data Center não pararia também?
Veja neste artigo técnicas para melhor a refrigeração e garantir a melhor operação de seu Data Center.
As melhores técnicas de Data Center preconizam que para uma refrigeração eficiente de um Data Center temos que dividi-lo em corredores quentes e corredores frios.
Esta divisão garante um fluxo direto do ar : sai do ar condicionado pelos difusores de piso , entra no rack pelas portas perfuradas, passa por dentro dos servidores resfriando suas placas, é expelidos pelos mesmos na parte traseira do rack retornando ao ar condicionado para ser refrigerado completando-se assim o ciclo de refrigeração.
A separação melhora a eficiência térmica do Data Center.
A principal razão para a refrigeração ineficiente é a “mistura irrestrita do ar frio e do ar quente”.
Os switches de rede implantados em Data Centes geralmente utilizam resfriamento de fluxo de ar lado a lado ( entrada de ar frio de um lado / saída do ar quente do outro ), o que requer menos espaço vertical e aumenta a densidade de portas.
Dadas as condições adequadas do ar de entrada, esses switches estão bem projetados para resfriar-se.
No entanto, uma grande quantidade de cabeamento, no rack, pode impedir o fluxo de ar.
O ar de exaustão quente pode recircular para a entrada de ar do switch, aumentando as temperaturas de entrada e inibindo a capacidade de auto-arrefecimento dos equipamentos.
Há portanto uma ineficiência na refrigeração e mistura indesejada entre ar frio e ar quente que ocasiona perda de eficiência energética do Data Center além de uma conta de energia elétrica maior.
Existem técnicas em que se utilizam dutos que direcionam o ar da parte frontal do rack para a lateral de entrada de ar do equipamento e outros dutos que direcional o ar quente que sai dos equipamentos da lateral para a parte traseira do rack.
A utilização de dutos oferece uma solução eficaz de fornecimento de ar refrigerado para a entrada do switch e o direcionamento do ar quente de escape para fora da entrada do equipamento ativo.
A condução apropriada canaliza o ar para as entradas do switch e permite que o ar de entrada permaneça a uma temperatura uniforme.
Para que um sistema de dutos funcione eficazmente, o duto deve ajustar fisicamente ao switch, evitando interferências nas estruturas do rack, cabeamento e outros componentes da infra-estrutura física.
A impedância do fluxo de ar do duto deve ser minimizada para não afetar o desempenho do ventilador do sistema e o resfriamento por convecção forçada de componentes.
Da mesma forma, o duto não deve alterar fundamentalmente os padrões de fluxo de ar dentro do Switch.
Tenha sempre em mente que para se ter um Data Center confiável e de alta disponibilidade é essencial a prestação de um serviço de qualidade.
A Innotechno Tecnologia é especializada em serviços pra Data Center. Entre em contato.
E então, gostou do nosso conteúdo? Agora, descubra: Contenção do corredor quente ou do corredor frio? Qual a melhor técnica?
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]]>Com o passar dos anos, novas estratégias e produtos são criados e o mercado também torna-se cada vez mais exigente. Assim, o processo produtivo de uma empresa precisa acompanhar essas mudanças e prestar um serviço de qualidade.
O data center é um tipo de recurso amplamente utilizado por várias empresas. Porém, com os avanços das tecnologias e o surgimento da internet das coisas, ele precisa ser atualizado e adaptado da melhor maneira possível.
Por isso, neste post, você vai aprender o que são esses dois conceitos, quais são suas importâncias e como eles se relacionam. Tenha muita atenção em sua leitura e aproveite para sanar suas dúvidas!
O data center é um ambiente desenvolvido para armazenar a informações de uma empresa composto por servidores e equipamentos. Nele, a informação é armazenada e organizada em banco de dados de um processo produtivo, tornando-se extremamente importante a performance deste.
Seu tamanho pode variar de acordo com as necessidades do processamento de dados e do espaço físico disponível.
Como alguns serviços precisam funcionar a todo momento, suas atividades devem acontecer ininterruptamente e com confiança. Quando isso não acontece, a operacionalidade dos serviços é colocada em risco.
Por isso, os sistemas de proteção e de manutenção devem ser projetados e planejados para superar obstáculos e manter tudo em perfeito estado.
Um data center eficiente deve ter uma infraestrutura de rede adequada, permitindo ao tráfego IP o fluxo de informações, comunicações e acessos entre seus usuários.
A internet das coisas é um conceito extremamente importante para a revolução tecnológica em nossa sociedade. Ela tem o objetivo de conectar os equipamentos e itens utilizados em sua rotina de trabalho à rede mundial de computadores.
Em outras palavras, ela é responsável pela conexão de vários objetos com a internet, para além dos exemplos que você já está acostumado, como os telefones celulares, computadores e tablets.
Com essa interação, é possível criar sistemas automatizados que ajudam na coleta de informações em tempo real. Assim, um gerente empresarial tem mais autonomia e confiança para analisá-las e tomar decisões com mais eficiência e rapidez.
Como você pode reparar, a internet das coisas visa a expansão da conectividade, integrando processos e envolvendo todos os usuários e equipamentos do processo de uma empresa.
Hoje em dia, muitos empreendimentos já contam com um aplicativo próprio e conseguem melhorar o engajamento de seus clientes com o uso de tecnologias. Portanto, a internet das coisas é uma das principais tendências mundiais, e você não pode ficar de fora dessa.
Agora que você já sabe a definição desses dois conceitos, chegou o momento para compreender como eles se relacionam.
Como você pode perceber, a internet das coisas tem o objetivo de conectar equipamentos e fornecer um fluxo de informações para mantê-los operacionais e permitir a análise de seus desempenhos. Para que isso aconteça com máxima eficiência, é necessária a existência de um sistema centralizado que integre todos os processos.
Nessas horas, os data centers são fundamentais para manter todas as atividades em funcionamento. Como essas informações precisam ser analisadas em tempo real, um data center precisa otimizar e preparar adequadamente suas funcionalidades.
À medida que o tempo passa, novas tecnologias surgem e são aprimoradas. Dessa forma, a internet das coisas depende do andamento dos processos de um data center.
Com o aumento da demanda e do fluxo de informações, esse recurso deve ser engajado e preparado para trabalhar com velocidade e qualidade.
Então, abaixo, mostramos alguns pontos que devem nortear essa evolução:
O armazenamento e o gerenciamento de dados são duas das principais funções de um data center. A internet das coisas vai exigir uma melhora nesses serviços, sempre levando em consideração a coleta e o uso de informações reais e atualizadas.
Desse modo, a gestão de armazenamento deve ser realizada de acordo com as exigências do mercado e de seus clientes, aumentando sua capacidade e suas funcionalidades com o passar dos anos.
Como o fluxo de informações tende a aumentar, a capacidade dos servidores de um data center precisa ser aprimorada. Consequentemente, o sistema pode apresentar menos falhas e problemas que atrapalham o funcionamento dos processos.
Então, a internet das coisas funciona como um catalisador para as pesquisas e o desenvolvimento de novas tecnologias desses tipos de produtos.
A segurança é um critério fundamental para o sucesso de um negócio, e não poderia ser diferente nessas situações. De nada adianta ter um sistema funcional e eficiente, se ele não é seguro e confiável para seus usuários.
Com a evolução e a automação dos processos, novos desafios de segurança surgem na rotina de trabalho de um gerente de TI. Já que novos ambientes contam com o auxílio de tecnologias, novos obstáculos devem ser superados e seus problemas solucionados.
Independentemente do momento e das condições de trabalho, é muito importante prezar pela segurança e fazer de tudo para manter seu data center operacional com a internet das coisas.
Lembre-se também que ela vai permitir a integração e a personalização de sistemas que antes trabalhavam isoladamente. Dessa maneira, a privacidade do consumidor é essencial para garantir um vasto volume de dados e um ótima experiência para seus usuários.
As tecnologias garantem o conforto e o bem-estar na vida da maioria das pessoas. Por isso, uma empresa especializada em TI deve atuar de maneira correta e eficiente.
A fim de aproveitar as oportunidades que o mercado oferece, um gerente precisa compreender como funcionam suas ferramentas de trabalho e quais são suas potencialidades.
Com o avanço da internet das coisas, o data center precisa ser aprimorado e atualizado em relação às suas funcionalidades e objetivos.
Tenha sempre em mente que essas mudanças e o planejamento de TI são essenciais para aumentar a notoriedade de seu negócio no mercado e para a prestação um serviço de qualidade.
E então, gostou do nosso conteúdo? Agora, descubra como e por que fazer a manutenção preventiva em um data center!
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]]>As medidas de segurança da informação garantem o sigilo de dados e documentos das empresas e de seus clientes, dando estabilidade e credibilidade ao negócio frente ao mercado.
Tanto ameaças externas quanto riscos internos no uso do sistema podem resultar em vazamento de dados ou corrompimento de arquivos por vírus e gerar prejuízos financeiros e de imagem à organização.
Quer saber como certificar se sua empresa está segura?
Confira as principais práticas para verificar a segurança da informação em sua empresa!
Antes de colocar em prática ações para garantir a segurança da informação no data center da empresa, é preciso estar ciente de quais são as principais ameaças no ambiente empresarial.
O uso de dispositivos móveis, como pendrives, notebooks e smartphones, é muito comum e uma das principais ameaças aos dados da corporação. Entenda:
Pendrives: pequenos, portáteis e baratos, os pendrives podem ser porta de entrada para a infecção do sistema por vírus ou mesmo usados para o roubo de dados internos.
Smartphones: o acesso à internet sem controle e a possibilidade de armazenamento de dados também tornam os smartphones perigosos.
Notebooks: é comum que funcionários usem um notebook para atividades externas ao ambiente da empresa e, geralmente, acessem redes abertas de internet. Abre-se então uma brecha para o roubo de dados, já que não há o controle dessas redes ou de seus usuários.
A tecnologia é uma grande aliada do mundo corporativo e a informação já é considerada o principal ativo das empresas.
Protegê-la, então, se torna uma questão de sobrevivência no mercado, que se mostra cada vez mais competitivo.
Algumas ações básicas como a criptografia de dados, o uso de senhas fortes e o investimento em data centers eficientes fazem parte do check list da segurança da informação nas empresas.
Confira já se sua organização está segura:
Para atestar a segurança dos dados mais importantes da empresa é indicado usar ferramentas de criptografia, como TrueCript, DiskCryptor, AxCrypt ou DMCrypt, por exemplo.
Educar todos os colabores da empresa para que adotem práticas de segurança no dia a dia é fundamental para evitar ataques e vazamento de informações. As principais lições são:
não anotar ou repassar senhas;
não usar senhas muito fáceis, como sequências numéricas, nomes de conhecidos ou datas comemorativas. O ideal é alternar entre letras e números;
use a autenticação de dois passos ou assinatura digital para o acesso ao sistema;
não abrir arquivos ou links de e-mails desconhecidos;
não repassar e-mails de correntes;
ao enviar e-mails coletivos, usar o campo Cco para ocultar os endereços de e-mail dos destinatários;
sempre bloquear a tela do computador ao sair da mesa.
Avaliar a situação atual do data center permite diagnosticar suas vulnerabilidades, a real capacidade e a disponibilidade da estrutura.
Isso é importante para saber se a rede está segura, sendo feito um planejamento de medidas para manter a segurança.
Esta avaliação é o primeiro passo para identificar as necessidades da empresa em relação ao data center.
Promover auditorias dos serviços de fornecedores de TI é também uma prática de segurança já que, além de atestar o cumprimento do acordo entre as duas partes, a auditoria permite que se faça uma avaliação de riscos e de incidentes.
Quer receber mais dicas para aprimorar o setor de TI de sua empresa? Assine nossa newsletter!
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]]>Hoje em dia, se o Data Center de uma empresa para de funcionar, todos os serviços podem ser interrompidos.
Por isso, é importante investir na manutenção preventiva de data center, garantindo a disponibilidade dos sistemas.
Um Data Center, como o nome diz, é um conjunto de servidores que armazenam todas as informações da empresa.
Estas informações podem ser desde documentações de clientes até dados sigilosos da companhia.
Muito frequentemente, o data center também trabalha com o processamento diário desses dados, sendo indispensável no dia a dia dos colaboradores.
Como esses sistemas são bem complexos, com muitos equipamentos interligados e trabalhando simultaneamente, é importante que haja uma equipe especializada e dedicada para fazer sua verificação.
Esperar que um problema ocorra para depois lidar com os impactos nunca é a melhor opção.
Se você ainda não está convencido, continue acompanhando…
Veja por que é melhor adotar: a manutenção preventiva do que a corretiva!
Se existe algo que você quer evitar dentro da sua empresa é a impossibilidade de trabalhar.
Perder prazos também significa perder parte do seu faturamento e da sua reputação — duas coisas fundamentais para o sustento de qualquer negócio.
Se não for feita uma manutenção preventiva de data center, há boas chances de que o sistema pare sem aviso.
As verificações regulares servem justamente para encontrar a fonte dos problemas e impedir que eles ocorram.
Lembre-se de que nenhum custo de segurança é dispensável.
Quando avaliam-se as perdas que você pode sofrer ao ficar 1 dia sem poder produzir, o investimento certamente compensa.
Algo que pode reduzir muito a eficiência do seu negócio é a utilização de métodos e ferramentas ultrapassados.
Da mesma forma que um profissional continua estudando e se atualizando dentro do mercado de trabalho, você também precisa atualizar o seu data center para manter um ritmo de produção mais competitivo.
Se não forem feitas as devidas verificações por uma equipe especializada, pode ser que você continue usando um processador muito lento, incompatível com a sua demanda ou que não possua espaço de armazenamento suficiente para a expansão dos seus negócios.
Os equipamentos que dão suporte ao Data Center, tais como ar condicionados e UPS, podem também ficar obsoletos gerando um custo de operação elevado.
Investir em um equipamento mais produtivo sempre contribui para o aumento da sua produtividade.
Não é possível evitar todos os possíveis problemas por meio da prevenção.
Em alguns casos, uma peça pode sofrer um defeito que não estava aparente, obrigando você a lidar com isso.
Porém, sem a manutenção preventiva, será ainda mais difícil se evitar desse tipo de eventualidade.
Como os protocolos de precaução evitam a maior parte dos defeitos repentinos, você poderá lidar com acidentes e outros problemas aos poucos, sem ter que se preocupar com uma grande falha que levaria semanas para ser corrigida — sem falar em todos os gastos que precisariam ser cobertos justamente nesse período, já que sua empresa não estaria produzindo.
A melhor forma de evitar que problemas se acumulem é estar sempre atento no momento em que eles ocorrerem — e, claro, saber o que fazer rapidamente para colocar tudo em ordem de novo.
Por isso, empresas especializadas em manutenção devem oferecer alguma solução de monitoramento 24 horas para o seu sistema.
Quando qualquer defeito for detectado, a equipe responsável poderá ser acionada imediatamente.
Pode parecer um exagero pedir por monitoramento constante para o seu equipamento, mas a verdade é que você precisa saber desses defeitos o quanto antes.
E, se eles forem detectados fora do horário de comercial, também poderão ser resolvidos antes que sua empresa inicie as atividades.
A manutenção preventiva de data center não pode ocorrer apenas quando alguém lembra.
Ela deve ser regular, com novas visitas da equipe sendo realizadas frequentemente.
Pode parecer algo redundante depois de falar no monitoramento 24 horas, mas a verdade é que nem sempre os alarmes soam no momento certo. Ter um olhar humano pode ser bem melhor nesse contexto.
O intervalo ideal entre as verificações depende principalmente do tamanho do seu sistema e do nível de dependência que a sua empresa tem dele.
Se o data center é mais que fundamental para o seu core business, uma verificação semanal pode ser o mínimo necessário.
Não é recomendado esperar mais do que 1 mês para cada visita.
Uma solução obrigatória em qualquer data center é a realização de backup regulares.
Isso significa que outro hardware sempre terá uma cópia dos dados mais importantes da empresa.
Como já mencionamos, é impossível evitar todos os problemas. Mas sempre é possível ter um plano B caso ocorra um desastre.
Em geral, é recomendado ter ao menos 2 backups.
Um de fácil acesso, talvez em um servidor auxiliar dentro da companhia, e um segundo na nuvem.
Isso evita que você perca todos os dados corporativos repentinamente, mesmo que haja algum defeito no hardware ou ocorra um acidente.
Não seria a primeira vez que um negócio fica parado porque alguém derramou café em uma placa-mãe.
Ao contratar um serviço de manutenção preventiva de data center, não distribua as partes do sistema entre diferentes fornecedores.
Como muitos aparelhos eletrônicos, o servidor depende de compatibilidade para funcionar com eficiência.
Caso haja muitas fontes diferentes para cada peça de reposição, você perderá mais tempo resolvendo conflitos entre os fornecedores do que solucionando problemas da empresa.
Geralmente, a companhia que oferece a solução de data center já pode atuar em todas as frentes, com monitoramento e verificações regulares do equipamento.
Como será apenas uma equipe dedicada a essas tarefas, as chances de conflito serão bem menores.
Agora que você já entende a importância da manutenção preventiva de data center, é hora de investir na tecnologia de dados da sua empresa.
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