O post RapaduraCast 923 – Nostalgia 1996: Acontecimentos + Filmes apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Falamos sobre “Um Drink no Inferno”, “Twister”, “O Corcunda de Notre Dame”, “Missão-Impossível”, “Matilda”, “Independence Day”, “Pânico”, “A Rocha”, “Jerry Maguire”, “101 Dálmatas”, “Space Jam”, “Trainspotting”, “Romeu + Julieta” e muito mais.
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O post RapaduraCast 923 – Nostalgia 1996: Acontecimentos + Filmes apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post Crítica | Pressão (2026): a batalha antes da batalha apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>No começo, sistemas meteorológicos e previsões divergentes parecem se distanciar de qualquer urgência. Aos poucos, porém, a ciência atmosférica evolui de um assunto técnico para um grande problema moral. Stagg precisa defender sua previsão diante de autoridades que desejam uma resposta definitiva, enquanto o comandante supremo Eisenhower (Brendan Fraser) precisa decidir se confia nela. Avançar pode colocar milhares de vidas em risco. Esperar pode comprometer uma operação capaz de mudar o rumo da guerra. Não existe alternativa segura.
Andrew Scott evita retratar Stagg como um herói convencional, carregando a tensão de alguém consciente de que um erro de cálculo pode ter consequências históricas. Sua atuação funciona melhor nos momentos em que a pressão aparece por meio de hesitações e confrontos profissionais. Brendan Fraser oferece o contraponto necessário, interpretando um comandante que precisa ouvir especialistas sem transferir a eles a responsabilidade pelas decisões. A tentativa constante de humanizá-lo (inclusive na insistência em tratá-lo como “Ike”) soa ufanista em excesso, deixando a sensação de que alguém naquele posto e naquela situação dificilmente seria tão “compreensivo”.
O restante do elenco é competente, por mais que o roteiro não dê a todos a mesma atenção. Kerry Condon busca extrair algo do pouco material que tem disponível, mas sua personagem soa por vezes despropositada, o que é uma pena diante da oportunidade de explorar os desafios de ser a única mulher em posição de destaque naquele ambiente. Já Damian Lewis tem um pouco mais de tempo de tela como o veterano general Bernard Montgomery, mas a severidade constante acaba tornando-o unidimensional.
Maras sabe que o suspense mais impactante reside na espera, e aposta nisso também na montagem. As discussões avançam enquanto o relógio se aproxima da decisão, e cada nova previsão mexe diretamente com os ânimos dentro da sala. A fotografia também trabalha a favor dessa proposta, contornando as limitações dos espaços fechados com algumas cenas exteriores que criam uma alternância entre confinamento e amplitude. A trilha sonora completa esse mecanismo aumentando a pressão sem ser invasiva ou querer forçar uma sensação de grandiosidade onde não é necessário.
Adaptado a partir de uma peça de teatro, o filme preserva uma estrutura muito concentrada em diálogos e confrontos verbais. Nessa transposição do palco para o cinema, algumas sequências soam esticadas além do necessário. O filme é curto o suficiente para não perder completamente o controle. Porém, nem sempre possui material dramático suficiente para sustentar a urgência constante que procura impor, sobretudo quando insere um drama familiar com pouquíssimo desenvolvimento.
Também há momentos em que o roteiro reorganiza situações e personalidades para criar um conflito mais acessível ao público, e algumas reações acabam soando calculadas demais. Quem conhece os acontecimentos históricos pode perceber com facilidade quais conflitos foram ampliados para criar suspense. Isso não invalida a proposta, mas diminui a naturalidade das atuações.
Curiosamente, essa redução na escala também é o que diferencia “Pressão” de muitos dramas da Segunda Guerra Mundial. O Dia D aparece como consequência de uma cadeia de decisões tomadas por pessoas que trabalham com informações incertas. O verdadeiro conflito está na responsabilidade de escolher quando agir e aceitar que nenhuma informação será suficiente para eliminar a possibilidade de erro.
Nesse sentido, o longa também assume com tranquilidade a posição de um típico “filme de pai”. Além do contexto histórico em que está inserida a história, some a presença de homens discutindo estratégia em salas fechadas, as figuras históricas conhecidas e a trama baseada em decisões militares praticamente e você vai praticamente gabaritar o checklist — e isso não necessariamente é um defeito. O filme sabe exatamente qual público pretende alcançar e oferece a esse espectador um drama histórico tecnicamente bem executado e fácil de digerir.
“Pressão” não está interessado em reinventar o drama de guerra, tampouco em oferecer a visão definitiva do Dia D. Sua força está em transformar uma decisão técnica em um dilema humano e construir tensão a partir disso. O resultado é funcional e bem conduzido, ainda que a narrativa não alcance todo o peso emocional de um acontecimento histórico dessa dimensão.
O post Crítica | Pressão (2026): a batalha antes da batalha apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post Crítica | Minha Melhor Amiga (2026): uma amizade maior que o próprio filme apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>As atrizes interpretam Clara (Ingrid) e Júlia (Mônica), duas mulheres na faixa dos 50 anos atravessando momentos diferentes. A primeira tenta reorganizar a vida após perceber que o casamento perdeu sentido, enquanto a segunda resiste à possibilidade de abrir espaço para um novo relacionamento. As duas decidem viajar juntas para Portugal, aproveitando o percurso para visitar as filhas e repensar escolhas deixadas em segundo plano ao longo dos anos.
Quando explora a relação entre suas protagonistas, o filme funciona melhor. Ingrid e Mônica possuem uma química evidente, e os momentos mais divertidos surgem da naturalidade com que elas dividem a tela. A sensação é de acompanhar duas amigas reais conversando, provocando uma à outra e reagindo a situações inesperadas. Algumas situações envolvendo encontros amorosos, diferenças culturais e dificuldades da viagem conseguem extrair graça puramente da espontaneidade e do carisma da dupla.
O problema é que essa conexão fora das telas também expõe a principal limitação da produção. Clara e Júlia não passam a sensação de serem personagens construídas para o filme, mas extensões da imagem pública das próprias atrizes. A narrativa se apoia no conhecimento prévio dos espectadores sobre a dupla (ou na simples capacidade de relevar um desenvolvimento mínimo), além de apelar totalmente para a familiaridade de Ingrid e Mônica para preencher as lacunas dramáticas.
As questões levantadas pelo roteiro são interessantes, envolvendo envelhecimento, amor, maternidade e autonomia feminina, mas nenhuma delas recebe atenção o bastante. Os conflitos aparecem e logo se tornam conversas longas e expositivas que diminuem o espaço para interpretações e tornam alguns momentos emocionais previsíveis e muito didáticos, quase como lições de auto-ajuda. Em vez de deixá-las descobrirem seus caminhos por meio das experiências, o filme prefere conduzir o público até conclusões já estabelecidas pelo próprio roteiro.
Essa tendência torna a história artificial, e os eventos vão surgindo sem muita progressão narrativa, como um amontoado de lembranças de uma viagem ditos sem grande precisão e apenas organizados em ordem cronológica. Algumas situações se tornam engraçadas por conta da reação das atrizes, que visivelmente estão improvisando e se divertindo como se as câmeras nem estivessem presentes. A intenção de preservar essa espontaneidade é tanta que alguns desses cacos são mantidos no corte final, incluindo momentos que normalmente seriam retirados, como quando Ingrid e Mônica respiram fundo após crises de riso e retornam ao texto.
Algumas sequências juntam narração em off e cenas de paisagem, em mais um indício de que não parecia haver uma estrutura clara para seguir, dando a impressão de que foram necessários remendos para ligar ou finalizar certas cenas. O restante do elenco também é prejudicado pelo pouco desenvolvimento, a exemplo das filhas das protagonistas, que estão presentes nas discussões relevantes, mas suas histórias existem principalmente para provocar mudanças nas mães. Até participações de forte valor afetivo, como a homenagem a Paulo Gustavo, estão muito mais ligadas à memória das atrizes e do público do que ao próprio longa.
Também existe uma limitação na perspectiva escolhida pelo filme ao acompanhar mulheres com recursos e liberdade para reorganizar suas vidas. É evidente que isso não invalida sua proposta, já que a intenção nunca foi construir um retrato social amplo. Mas essa escolha acaba se concentrando em uma experiência confortável de maturidade, evitando conflitos mais complexos sobre as dificuldades concretas que atravessam diferentes realidades.
Ainda assim, Ingrid Guimarães e Mônica Martelli carregam o filme. O timing cômico e a energia das atrizes criam uma dinâmica agradável na qual diálogos simplistas ainda garantem momentos de identificação. Em suma, “Minha Melhor Amiga” é uma celebração de uma amizade conhecida do público que busca a todo momento homenagear essa conexão, mas não consegue construir uma história que exista além dela.
O post Crítica | Minha Melhor Amiga (2026): uma amizade maior que o próprio filme apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post Crítica | Ponto Sem Retorno (2026): quando o fim do mundo não passa de uma paisagem apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Scott inicia de forma bastante contemplativa com a intenção de dimensionar a solidão do protagonista e comunicar a extensão do colapso. Só que o filme demora a fazer com que todo esse espaço vire uma história de fato. Não existe qualquer curiosidade sobre como os sobreviventes reorganizaram suas vidas ou sobre as consequências práticas de anos vivendo depois da queda da sociedade. Todas as ruínas acabam compondo uma emulação limitada do imaginário pós-apocalíptico já visto em tantas outras produções do gênero.
Toda essa superficialidade é um limitador também para os personagens. Elordi funciona nos momentos de silêncio e estabelece uma relação afetiva com o cachorro, mas seu protagonista é definido unicamente pela melancolia, sem que isso seja utilizado para aprofundar qualquer outra característica ou sentimento. Até sua aparência excessivamente preservada enfraquece a sensação de desgaste que deveria acompanhar aquela existência. Josh Brolin tem presença como o sobrevivente experiente e protetor, embora o roteiro pouco faça para afastá-lo desse arquétipo. Margaret Qualley, Guy Pearce, Benedict Wong e Allison Janney são grandes nomes que se dedicam, mas recebem menos espaço do que suas presenças poderiam sugerir.
Apesar de ter menos de duas horas, o filme aparenta durar ainda mais. Muitas sequências, principalmente as tomadas aéreas, são bonitas de se ver, mas parecem existir apenas para reforçar o ofício de piloto de Hig. O longa mostra resquícios de energia quando Scott rompe a inércia inicial, organiza o espaço em torno das ameaças e finalmente se aproxima da ação. Acontece que o cineasta não consegue aproveitar nem mesmo uma ambientação interessante, encerrando o conflito sem riscos e antes de explorar plenamente suas possibilidades.
Também é problemática a maneira como os grupos hostis são representados pelo diretor. Não vemos diferentes formas de organização que poderiam surgir após o colapso, desperdiçando uma oportunidade de tornar o universo socialmente mais complexo. O filme os reduz a hordas agressivas, definidas por gritos e pinturas corporais — quase uma releitura de uma iconografia antiquada de “selvageria” comumente associada a nativos americanos. Enquanto os protagonistas mantêm comportamentos e roupas reconhecíveis, seus adversários são desumanizados para que a divisão moral permaneça imediata.
À medida que o longa se encaminha para o desfecho, uma desarmonia narrativa fica bastante exposta. Os personagens principais chegam a um aeroporto convertido em uma comunidade, em mais uma oportunidade de mostrar como a sociedade poderia estar tentando se reconstruir. Mas a sequência introduz um registro de tom tão satírico que parece pertencer a outro filme. Allison Janney abraça a excentricidade e parece se divertir com o papel, porém toda essa atuação expansiva, junto com a organização retrô do lugar e o humor repentino, entra em choque com a sobriedade anterior, apenas evidenciando a falta de unidade.
Essa distância entre dimensão e conteúdo define “Ponto Sem Retorno”. No trecho final, a jornada começa a perder propósito justamente quando deveria encontrar sua recompensa, prolongando uma história que já revelou praticamente tudo o que tinha a oferecer — e não era muito. Sobram imagens amplas e genéricas de um mundo devastado; faltam pessoas e ideias capazes de fazer esse mundo parecer perdido de verdade.
O post Crítica | Ponto Sem Retorno (2026): quando o fim do mundo não passa de uma paisagem apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post RapaduraCast 922 – Polarização: Filmes que são AMADOS ou ODIADOS apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Mas por que algumas obras provocam reações tão extremas? O que faz um filme ser considerado uma obra-prima por uns e um desastre completo por outros? Expectativa? Nostalgia? Fandom? Crítica especializada? Ou simplesmente gosto pessoal?
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O post RapaduraCast 922 – Polarização: Filmes que são AMADOS ou ODIADOS apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post Crítica | Coyote vs Acme (2026): algo novo na velha perseguição apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O diretor Dave Green é muito competente ao encontrar uma maneira de preservar a essência dos desenhos enquanto coloca seus personagens dentro de uma estrutura narrativa diferente. Após mais uma perseguição terminar em desastre, o exausto Coyote considera abandonar sua incansável missão — nesse momento, a nostalgia toma conta da cena com várias imagens de aventuras anteriores aparecendo. Sem precisar alterar sua personalidade ou mesmo fazê-lo falar, o filme encontra vulnerabilidade na sua conhecida teimosia.
Coyote procura então Kevin Avery (Will Forte), advogado especializado em produtos defeituosos, para processar a Acme. O caso cresce quando os dois percebem o tamanho da empresa que estão enfrentando, representada por Buddy Crane (John Cena). A partir daí, a comédia de tribunal incorpora a burocracia dos humanos sem perder a lógica cartunesca. Green não tenta tornar o protagonista mais realista para encaixá-lo nesse ambiente. O humor vem de exigir que o mundo real trate a física dos desenhos com absoluta seriedade.
Will Forte e John Cena servem de contraponto, funcionando bem quando precisam reagir a todo o absurdo ao redor de forma mundana. Avery se mantém no arquétipo de um advogado comum, o que gera humor a partir da sua convivência com Coyote. Já Buddy Crane é uma extensão da arrogância da própria Acme, e Cena se mostra uma ótima escolha para o papel caricato. Contudo, quando o roteiro se afasta dos personagens animados para desenvolver os conflitos particulares dos humanos, a obra perde força — são dilemas triviais demais para competir com aquele universo cartunesco.
A presença de outros Looney Tunes ajuda a recuperar a energia sem que o filme se torne uma sequência de aparições gratuitas. Suas participações se integram à história com muita naturalidade, e o filme ganha pontos sempre que se dispõe a mergulhar na mistura entre animação e live-action.
É interessante ver que a Acme também ganha um desenvolvimento para além da fornecedora de bugigangas para piadas. A empresa se mostra consciente da precariedade do que vende e poderosa o suficiente para evitar responsabilidade. A crítica, obviamente, é leve. Mas reinterpretar a relação entre Coyote e a marca como uma espécie de dependência comercial tem seu mérito, principalmente quando o longa revela as verdadeiras intenções da corporação. De quebra, permite ao filme encontrar uma nova camada dentro de uma fórmula tão conhecida.
Apesar de tudo, quem fornece à produção seu inesperado peso emocional é o próprio Coyote. O diretor captura certa melancolia nessa relação entre predador e presa. Wile nunca teve uma possibilidade real de capturar o Papa-Léguas, mas ainda assim precisa continuar correndo atrás dele — uma ideia que se alinha ao misterioso Projeto Sísifo visto na obra. É essa rivalidade que dita a vida dos dois e permite um desfecho surpreendentemente emotivo e afetuoso.
“Coyote vs. Acme” é a prova de que não é preciso reinventar os Looney Tunes para justificar novas histórias. A velha fórmula está bem visível, mas a nostalgia serve apenas de ponto de partida para uma atualização coerente e muito criativa para os personagens. Depois de tantas décadas correndo atrás do Papa-Léguas, a melhor maneira de encontrar algo novo em Coyote era justamente entender por que ele nunca conseguia parar.
O post Crítica | Coyote vs Acme (2026): algo novo na velha perseguição apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post Dias de Trovão | Tom Cruise anuncia sequência com Anne Hathaway — saiba mais apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Um dos clássicos entre os filmes de corrida, “Dias de Trovão” vai ganhar sequência. O anúncio vem do próprio Tom Cruise , que retoma o papel de Cole Trickle, através de suas redes. Ele confirmou também a escalação de Anne Hathaway e a data de estreia: 2 de junho de 2028.
Veja o anúncio abaixo.
Days of Thunder. Summer 2028. pic.twitter.com/rD3QLXfUyi
— Tom Cruise (@TomCruise) August 29, 2026
Além do anúncio, foi divulgada também a primeira imagem oficial de Cruise e Hathaway divulgando o projeto.
“Dias de Trovão”, lançado em 1990 e dirigido pelo saudoso Tony Scott, tinha Cruise no papel de Cole Trickle, um piloto estreante e impulsivo de stock car que ingressa na NASCAR e precisa superar desafios pessoais e profissionais para alcançar o sucesso. Durante a produção, Cruise conheceu Nicole Kidman, que interpretou seu par romântico; a dupla ainda viria a se casar e estrelar os filmes “Um Sonho Distante” e “De Olhos Bem Fechados”.
A sequência ainda não tem uma trama confirmada, sabendo-se apenas que Anne Hathaway deve interpretar uma proprietária de equipe e engenheira. A direção do novo filme será de Jonathan Levine, com roteiro de Will Staples e produção de Cruise junto a Jerry Bruckheimer e Tommy Harper.
O post Dias de Trovão | Tom Cruise anuncia sequência com Anne Hathaway — saiba mais apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post RapaduraCast 921 – A Redenção dos X-Men da Fox e o futuro do X-Men no MCU! apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Neste RapaduraCast, revisitamos toda essa história: a importância dos X-Men para o cinema de super-heróis, os melhores e piores momentos da Fox, aquilo que envelheceu bem, o que continua problemático e por que existe hoje uma nostalgia tão grande por aquela geração de mutantes.
E, claro, olhamos para o FUTURO! A Marvel Studios finalmente prepara sua própria versão dos X-Men dentro do MCU, com estreia marcada para 2028 e com parte do elenco principal já definido. Mas como os X-Men vão funcionar dentro do MCU? O novo elenco conseguirá substituir Patrick Stewart, Ian McKellen, Hugh Jackman, James Marsden e companhia? O MCU finalmente fará justiça a personagens que nunca receberam o devido destaque na Fox? E será que os mutantes podem se tornar a principal franquia da Marvel na próxima década?
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O post RapaduraCast 921 – A Redenção dos X-Men da Fox e o futuro do X-Men no MCU! apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post Tim Curry, de The Rocky Horror Picture Show e IT – A Coisa, morre aos 80 anos apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O ator Tim Curry, conhecido por seu trabalho em filmes como “The Rocky Horror Picture Show” e “Esqueceram de Mim 2: Perdido em Nova York” e séries como “IT – A Coisa”, morreu na última terça-feira (25) aos 80 anos.
A perda foi confirmada pela amiga e empresária de Curry, Marcia Hurwitz, em declaração (via Deadline):
“Ao longo de sua vida, ele se recusou a ser rotulado ou limitado pelas expectativas alheias. Durante cinco décadas, transitou com fluidez entre a comédia, o terror, o drama e a música, encantando a si mesmo e a sua legião de fãs com suas inúmeras e dinâmicas personas… Ele é, dependendo de a quem se pergunte, o Dr. Frank-N-Furter definitivo, o Pennywise definitivo, o homem que transformou o monólogo da cena de morte de um mordomo em ‘Detetive’ em um momento cômico memorável, ou simplesmente ‘aquela voz inesquecível’ de um desenho animado adorado da infância de alguém.
“Poucos atores podem afirmar ter deixado tantas marcas distintas na cultura pop e, embora tenha sofrido um derrame debilitante em 2012, ele continuou a ampliar suas realizações como artista e, mais recentemente, como escritor. Apesar de ser amplamente conhecido por seus personagens inimitáveis e extravagantes e por suas apresentações vibrantes, seus maiores legados para aqueles que o conheceram foram sua mente curiosa e expansiva e seu coração generoso e gentil — ambos mantendo-se abertos e cheios de expectativa até o seu último suspiro.”
Curry apresentava saúde precária desde que sofreu um acidente vascular cerebral grave em 2012. Ele utilizava cadeira de rodas desde o AVC e a cirurgia cerebral a que foi submetido na sequência.
Além dos filmes já citados, Curry também se destacou por seu trabalho no filme “Detetive”, baseado no clássico jogo de tabuleiro, “Annie”, “O Retorno da Família Addams” e “Todo Mundo em Pânico 2”, entre tantos outros. Ele também tinha um amplo catálogo como dublador, tendo dado voz a personagens como o Chanceler Palpatine na série de animação “Star Wars: The Clone Wars” e em desenhos como “Os Anjinhos”.
Tim Curry não deixa filhos ou parceiros, mas deixa um legado incomparável e duradouro.
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]]>O post Robocop | Dan Stevens será o Policial do Futuro na nova série do Prime Video apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Um dos clássicos dos anos 1980, “Robocop” vai ganhar uma série pelo Prime Video, com Dan Stevens assumindo o papel do policial Alex Murphy (via Deadline).
A série terá oito episódios. Segundo a trama, um gigantesco conglomerado de tecnologia convence o governo municipal local a integrar um robô poderoso à sua força policial — um robô que recebeu a consciência de um policial muito querido que havia morrido em serviço, Alex Murphy (Stevens).
Esta nova adaptação de “Robocop” vem após quatro filmes. O primeiro, dirigido por Paul Verhoeven e lançado em 1987, teve Peter Weller no papel de Murphy e é considerado um clássico e gerou duas sequências, lançadas em 1990 e 1993, respectivamente. Em 2014, José Padilha comandou o remake da franquia, com Joel Kinnaman no papel de Murphy.
A série do Prime Video tem Peter Ocko como roteirista e showrunner, com produção da Blumhouse Atomix Monster.
Ainda não há previsão de estreia para a série de “Robocop”.
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]]>O post Dolly Parton, lenda da música country com duas indicações ao Oscar, morre aos 80 anos apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Um dos maiores ícones do entretenimento estadunidense, a cantora Dolly Parton morreu nesta terça-feira (25). Ela vinha enfrentando problemas de saúde desde o início do ano e já havia adiado seu retorno aos palcos.
O anúncio oficial foi feito pelo sobrinho de Dolly, Bryan Seaver, a pedido dela própria. Veja abaixo.
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Dolly Parton marcou época como um dos principais nomes da música country nos EUA, empilhando clássicos como “Jolene”, “I Will Always Love You”, “9 to 5” e “Islands In the Stream”, entre tantas outras. Sua figura tornou-se sinônimo de sucesso, influenciando artistas de todos os gêneros e mídias. Além de cantora e compositora, Dolly também foi produtora, dramaturga, filantropa, autora e fundadora de seu próprio parque temático, Dollywood, no estado do Tennessee.
Comprovando seu talento e impacto na indústria, Dolly conquistou 11 Grammys entre 54 indicações, além de integrar os Halls da Fama do Rock & Roll, da Música Country e dos Compositores. Além de seu sucesso no Grammy, ela conquistou também um Emmy, prêmio máximo da televisão dos EUA, dentre cinco indicações, e foi indicada duas vezes ao Oscar de Melhor Canção Original. Em 1981, ela concorreu com a canção “9 to 5”, do filme “Como Eliminar Seu Chefe”, que estrelou junto a Jane Fonda e Lily Tomlin. Já em 2006, Dolly foi indicada pela canção “Travelin’ Thru”, do filme “Transamérica”. Duas décadas depois, ela recebeu o Prêmio Humanitário Jean Hersholt da Academia em 2026.
Dolly Parton não deixa filhos, mas deixa um legado incomparável e duradouro.
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]]>O post Como Perder um Homem em 10 Dias terá sequência produzida por Kate Hudson — saiba mais apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Um dos clássicos da comédia romântica, “Como Perder um Homem em 10 Dias” enfim ganhará sequência. Segundo a Variety, uma das estrelas do filme original, Kate Hudson, produzirá o novo filme desenvolvido pela Paramount.
No original, Hudson interpreta a jornalista Andie Anderson, que se propõe a escrever um artigo intitulado “Como Perder um Homem em 10 Dias” inspirada por uma colega de trabalho. Do outro lado, Matthew McConaughey vive o publicitário Benjamin Barry, que aposta com seu chefe que consegue fazer qualquer mulher se apaixonar por ele. Andie e Benjamin logo se identificam um ao outro como seus alvos ideais, mas logo percebem que o amor reserva algo a mais para eles.
O desenvolvimento da sequência ainda está em estágios iniciais, ainda com elenco e cargos criativos por definir. A intenção é que Hudson e McConaughey aceitem retomar os papéis de Andie e Benjamin, o que deve depender da escolha de um roteirista e sua abordagem para a história.
Lançado em 2003, “Como Perder um Homem em 10 Dias” teve direção de Donald Petrie, com elenco de apoio incluindo Kathryn Hahn, Adam Goldberg, Thomas Lennon, Michael Michele e Shalom Harlow. O filme arrecadou quase US$ 180 milhões mundialmente, com um orçamento declarado de US$ 50 milhões.
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]]>O post The People v. Gorilla Grodd | Nova série derivada do DCU ganha título e descrição oficial apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O DCU já tem seu próximo projeto confirmado. “The People v. Gorilla Grodd” vem sendo descrita como uma comédia de meia hora no formato de falso documentário (“mockumentary”, no original em inglês). A série será estrelada por Skyler Gisondo como o jornalista Jimmy Olsen, do Planeta Diário, papel que já interpretou em “Superman”, de 2025 (via Deadline).
James Gunn, chefão do DCU, confirmou a produção em suas redes sociais:
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“‘The People Vs Gorilla Grodd’, a nova série da DC Studios, está chegando à HBO Max. É a nossa primeira incursão no gênero true crime. Dos criadores de ‘American Vandal’, a série é estrelada por Skyler Gisondo como Jimmy Olsen, Jimmy Tatro como Gorilla Grodd, Beck Bennett como Steve Lombard, Mikaela Hoover como Cat Grant e Wendell Pierce como Perry White. O elenco conta ainda com Mary Holland, Eduardo Franco, Dan Perrault e Arian Moayed. Assim como ‘Lanternas’, esta foi uma das séries que Peter e eu apresentamos à WBD antes de assumirmos nossos cargos. Com Tony e Dan no comando, o resultado é algo realmente especial.”
A primeira temporada girará em torno do vilão da DC, Gorilla Grodd, que adquiriu poderes psíquicos e outras habilidades após seu encontro com uma nave espacial alienígena. O personagem foi criado em 1959 por John Broome e Carmine Infantino e, mais recentemente, fez parte do chamado “Arrowverse”, um universo composto por séries da emissora estadunidense The CW sobre heróis da DC.
Além do retorno de Skyler Gisondo, o elenco terá também Jimmy Tatro como Gorilla Grodd, Beck Bennett como Steve Lombard, Mikaela Hoover como Cat Grant e Wendell Pierce como Perry White. O elenco adicional inclui Mary Holland, Eduardo Franco, Dan Perrault e Arian Moayed.
Tony Yacenda e Dan Perrault, criadores da série que satiriza o gênero de true crime, “American Vandal”, atuam como showrunners, roteiristas e produtores executivos, com Yacenda responsável pela direção de todos os episódios. Os copresidentes e co-CEOs da DC Studios, James Gunn e Peter Safran, também atuam como produtores executivos.
Ainda não há previsão de estreia para “The People v. Gorilla Grodd”. A próxima aparição de Skyler Gisondo como Jimmy Olsen será em “Man of Tomorrow” em 2027.
O post The People v. Gorilla Grodd | Nova série derivada do DCU ganha título e descrição oficial apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post RapaduraCast 920 – Conseguiram salvar “A Casa do Dragão” apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
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]]>O post Crítica | O Fim da Rua (2026): blockbuster brincando de terror apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>David Robert Mitchell entende que não precisa complicar muito essa ideia. Não há qualquer necessidade de mitologia extensa ou explicações demais, apenas a reação de pessoas comuns ao perceber que o mundinho conhecido do outro lado da porta se tornou completamente hostil. Os personagens não se tornam especialistas em sobrevivência assim que os dinossauros aparecem. Eles erram disparos, tomam decisões ruins, discutem quando deveriam permanecer em silêncio e demoram a compreender as regras da situação. Mitchell extrai humor e tensão justamente dessa falta de preparo, mantendo a aventura próxima de pessoas que improvisam por puro instinto de sobrevivência.
O diretor opta por não exibir imediatamente sua principal atração e gasta um tempo considerável desenvolvendo o dia a dia dos personagens, tendo em vista a curta duração. O longa constrói a presença dos dinossauros por meio de ruídos e movimentos fora de quadro, dando sinais de que alguma coisa invadiu a rotina suburbana. Há algo da lógica de “E.T. – O Extraterrestre” nessa aproximação gradual com o desconhecido, embora a influência do cinema produzido por Steven Spielberg e pela Amblin durante os anos 1980 esteja em toda parte.
Mitchell, porém, não se limita a reproduzir essa estética de blockbuster clássico. Isso fica visível principalmente na violência surpreendente para um filme PG-13, tanto pela exposição gráfica quanto pelas consequências mais explícitas. As criaturas não se contém; quando atacam, há sangue, corpos e mortes que rompem deliberadamente com a segurança associada à aventura familiar. Nem mesmo o bom humor corriqueiro elimina esse peso, e a ameaça dos dinossauros não soa inofensiva. O cineasta se mostra à vontade em testar os limites de uma produção voltada a um público geral.
A vizinhança, mesmo parecendo um bairro comum, torna-se um labirinto, de modo que uma simples travessia entre casas adquire a dimensão de uma perseguição. O diretor utiliza planos mais longos que percorrem garagens, janelas, árvores e fundos de casas, sempre deixando escancarada a possibilidade de surgimento de um novo monstro. Essa abordagem ajuda a compensar efeitos visuais que nem sempre mantêm o mesmo nível, com algumas criaturas se integrando melhor aos ambientes do que outras. Ainda assim, “O Fim da Rua” raramente depende apenas da qualidade de um modelo digital para funcionar. Som, enquadramento, montagem e reação dos atores são mais que suficientes para construir o clima de ameaça antes mesmo de algum dinossauro ocupar a tela.
Anne Hathaway é fundamental nesse processo. Sua personagem poderia se resumir apenas à figura da mãe encarregada de proteger os filhos, mas a atriz transparece as contradições de uma mulher que já estava à beira de uma ruptura antes dos acontecimentos. Os problemas conjugais não somem, mas são somados à ameaça externa. Já Ewan McGregor constrói um Greg mais contido, favorecendo a dinâmica entre os dois. A química do casal se destaca na familiaridade de duas pessoas que compartilham uma vida muito anterior àquela crise.
Há um frescor cativante na modéstia do longa, que em nenhum momento se constrange por ser não mais que uma aventura sobre uma família cercada por dinossauros. Em apenas cem minutos, o longa apresenta os personagens, estabelece o fenômeno, constrói suas regras e acelera progressivamente até um último ato voltado à sobrevivência, quando Mitchell abandona de vez a contenção inicial e coloca os monstros no centro da aventura. Algumas ideias exigem certa disposição para aceitar a lógica proposta, mas o roteiro felizmente evita interromper a aventura com explicações excessivas, e o ritmo ganha força depois de um primeiro ato mais moroso.
“O Fim da Rua” funciona porque reconhece exatamente o tamanho de sua proposta. Mitchell entrega um filme que encontra personalidade dentro de referências muito claras ao recuperar o espírito da aventura familiar dos anos 1980 sem eliminar sua própria inclinação para o suspense e para uma violência mais suja. É como voltar ao subúrbio das aventuras de Spielberg e da Amblin, mas descobrir que, desta vez, os dinossauros realmente podem comer alguém.
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]]>O post Hayden Panettiere, da franquia Pânico e das séries Heroes e Nashville, morre aos 36 anos apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>A atriz estadunidense Hayden Panettiere, mais conhecida por seu trabalho na franquia “Pânico” e nas séries “Heroes” e “Nashville”, morreu nesta segunda-feira (17) aos 36 anos.
Em declaração, Skip Panettiere, pai de Hayden, lamentou a perda (via Deadline):
“É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento trágico da nossa amada Hayden. Ela era uma luz incrível e uma força da natureza que trouxe amor e alegria imensuráveis a todos que a conheciam — e aos milhões que a acompanhavam nas telas. Pedimos privacidade enquanto nossa família dedica um tempo para assimilar essa perda inimaginável.”
As causas da morte de Panettiere ainda não foram confirmadas. Em maio, ela havia publicado suas memórias francas e reveladoras no livro “This Is Me: A Reckoning” (“Esta Sou Eu: Um Acerto de Contas”, em tradução livre), no qual fala abertamente sobre crescer sob os holofotes como estrela infantil, suas batalhas contra o vício, a depressão pós-parto e outros temas. Em 2023, ela também perdeu seu irmão mais novo, Jansen Panettiere, que morreu aos 28 anos por complicações na válvula aórtica.
Panettiere foi direcionada pelos pais aos rumos do estrelato desde muito jovem, com seu primeiro comercial tendo sido ainda aos 11 meses de idade. Entre seus diversos trabalhos no cinema e na televisão, destacam-se os papéis de Kirby Reed em “Pânico 4” em 2011 (e nas sequências “Pânico” e “Pânico 6”, de 2022 e 2023, respectivamente), da adolescente Claire Bennet na série “Heroes” em 2006 e, por fim, como Juliette Barnes na série “Nashville”, em 2012.
Hayden Panettiere deixa uma filha, Kaya.
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]]>O post Kingdom Hearts vai ganhar anime pelo Disney+ — saiba mais apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Em painel durante a conferência D23, a Disney confirmou o desenvolvimento de uma série em anime “Kingdom Hearts” para o streaming Disney+.
As redes sociais da plataforma confirmaram o anúncio. Veja abaixo.
Prontos para uma nova aventura?
#KingdomHearts, um anime original, em breve no #DisneyPlus. pic.twitter.com/ZvE6weeK5z
— Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) August 15, 2026
Diz a descrição feita pela Disney:
“’Kingdom Hearts’ (título provisório da adaptação em anime) reimagina a aventura icônica com uma história totalmente nova que expandirá o universo de ‘Kingdom Hearts’, ao mesmo tempo em que celebra os personagens que conquistaram os corações de milhões de fãs ao redor do mundo.”
A série está sendo desenvolvida junto à Square Enix e ao criador de “Kingdom Hearts”, Tetsuya Nomura. Desde o lançamento de seu primeiro título em março de 2002 para o PlayStation 2, a franquia expandiu-se para incluir mais de uma dúzia de jogos e vender mais de 39 milhões de unidades em todo o mundo.
A história dos jogos acompanha um jovem chamado Sora, que empunha uma arma poderosa chamada Keyblade. Ao lado de personagens da Disney como Pato Donald e Pateta, Sora viaja por vários mundos da Disney e da Pixar para combater criaturas das trevas conhecidas como Heartless e proteger o universo.
Ainda não há previsão de estreia para o anime de “Kingdom Hearts”.
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]]>O post Ahsoka | Segunda temporada da série de Star Wars ganha trailer e data de estreia durante a D23 2026 apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Um dos lançamentos mais aguardados de “Star Wars“, a segunda temporada da série “Ahsoka” ganhou seu primeiro trailer durante o painel na D23, bem como a data de estreia no Disney+: 20 de janeiro de 2027. Assista ao trailer legendado acima e, abaixo, à versão dublada.
Foi divulgado também o novo cartaz internacional da série, abaixo.

A segunda temporada dá continuidade à história de Ahsoka Tano e sua jornada extraordinária para além da galáxia conhecida. Enquanto Ahsoka e sua aprendiz Jedi, Sabine Wren, viajam por um mundo misterioso e perigoso em busca do caminho de volta para casa, seus amigos precisam enfrentar o poderoso Grande Almirante Thrawn e seus aliados, que buscam mergulhar a Nova República em uma guerra.
O elenco conta com os retornos de Rosario Dawson como Ahsoka Tano, Hayden Christensen como Anakin Skywalker, Lars Mikkelsen como o Grande Almirante Thrawn, Natasha Liu Bordizzo como Sabine Wren, Eman Esfandi como Ezra Bridger, Mary Elizabeth Winstead como Hera Syndulla e Ivanna Sakhno como Shin Hait. Rory McCann assume o papel de Baylan Skoll após a morte precoce de Ray Stevenson, que viveu o personagem na primeira temporada.
Criada e escrita por Dave Filoni, “Ahsoka” retorna para sua segunda temporada em 20 de janeiro.
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]]>O post Crítica | Insaciável (2026): o horror de caber no corpo desejado apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O motor da narrativa é esse distanciamento entre ter um corpo saudável e atingir os padrões de beleza da sociedade. A redução de peso é para Hana uma grande conquista, mesmo quando os sinais físicos apontam na direção contrária. Não por acaso, um momento de grande desconforto envolve a reação da protagonista ao ser repreendida por sua treinadora (e interesse amoroso), Alanya, devido à velocidade com que está emagrecendo. Depois de passar tanto tempo desejando aquela mudança, ouvir que deveria interrompê-la parece quase uma ofensa — uma tentativa de retirar dela uma conquista.
James amplia esse atrito para além da percepção de Hana ao inseri-la em um imaginário contemporâneo no qual magreza é sinônimo de disciplina e sucesso. O corpo desejado é reproduzido em redes sociais, imagens publicitárias e até nos livros de anatomia que fazem parte de sua formação. Não deixa de ser irônico que uma estudante da área médica submeta o próprio corpo a uma experiência que progressivamente o destrói.
Essa contradição chega ao limite quando Hana decide investigar a composição da pílula e descobre que ela é feita de cinzas humanas. Nesse ponto, o emagrecimento já adquiriu importância suficiente para alterar sua percepção do aceitável. Isso a leva a retirar uma parte de Bertha, cadáver objeto de estudo de suas aulas de anatomia, e transformar o material em cinzas para produzir suas próprias cápsulas. O filme encontra aí uma ideia perturbadora sobre a normalização do risco quando ele vem acompanhado de uma promessa estética.
Essa profanação do corpo de Bertha é o que desperta a parte sobrenatural do longa. Depois que Hana utiliza seu cadáver para continuar o tratamento, a morta começa a persegui-la. Porém, em vez de simplesmente tentar matá-la, força Hana a comer. Aquilo que a protagonista tanto tentava evitar se torna seu próprio instrumento de tormento, oscilando entre privação e compulsão, extremos que terminam produzindo diferentes formas de violência contra o corpo.
Em “Insaciável”, a comida recebe o tratamento visual normalmente reservado ao monstro. Chocolates, massas e outros alimentos aparecem em planos bem fechados, enquanto líquidos e restos escorrem pela boca durante sequências prolongadas pelo uso da câmera lenta. A trilha sonora transforma o som de um estômago roncando em um leitmotiv, funcionando como um constante anúncio de que algo ruim está prestes a acontecer.
Natalie Erika James também encontra boas maneiras de expressar a deterioração de Hana visualmente. O uso dos reflexos distorcidos, ainda que repetitivo, se mostra interessante para criar tensão ao mesmo tempo que materializa a incapacidade da personagem de enxergar o próprio corpo sem a interferência da imagem idealizada que persegue. Um plano no ato final mostra a protagonista cercada por uma grande quantidade de lixo, sintetizando a maneira como ela passou a tratar o próprio organismo.
Apesar da força dessas imagens, o roteiro não demonstra ter a mesma confiança. O diário exemplifica isso, com Hana registrando suspeitas sobre as cinzas, alterações no corpo, alucinações e possíveis relações entre seus sintomas. Isso a leva a verbalizar conclusões que o espectador poderia alcançar sozinho, substituindo diálogos expositivos por anotações igualmente explicativas.
Algumas conveniências também são marcantes, como a antiga colega surgindo cedo demais com a solução perfeita, ou ainda descobertas que acontecem com muita facilidade se comparadas ao peso que assumem depois. Essa pressa não faz muito sentido a partir do momento em que o ritmo do longa desacelera várias vezes sem necessariamente aprofundar o conflito. Outras subtramas envolvendo os pais de Hana são bem pouco desenvolvidas, reforçando a sensação de um uso ineficiente do tempo de tela.
A própria presença de Bertha por vezes é incapaz de causar o desconforto necessário. A morta é menos perturbadora como presença sobrenatural do que a própria comida, ou até mesmo a compulsão de Hana. O horror causado pelo trauma psicológico e corporal da protagonista funciona bem melhor do que o horror sobrenatural convencional que o longa por vezes se propõe a abraçar.
Por sorte, James consegue extrair de Midori Francis uma atuação que a deixa acima dessas limitações. A atriz demonstra nuances perceptíveis conforme avança da insegurança para a satisfação, e em seguida para a dependência. Hana não é simplesmente alguém incapaz de compreender seus atos e assombrada por isso. Ela reconhece os limites que está ultrapassando e ainda encontra maneiras de justificá-los. Quanto mais emagrece, mais difícil se torna abandonar aquilo que finalmente parece ter produzido o resultado desejado, até chegar a um ponto de não retorno.
“Insaciável” é corajoso ao reconhecer que simplesmente interromper o ciclo não basta para apagar as forças que o produziram. Toda a experiência deixa marcas que desmontam a oposição que Hana estabelecia entre o corpo desejável e aquele que rejeitava. Ao final, percebemos que a verdadeira ameaça é o quanto estamos dispostos a sacrificar apenas para nos sentirmos adequados.
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]]>O post VisionQuest | Conclusão da trilogia WandaVision ganha primeiro trailer — assista apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Durante seu painel na conferência D23, a Marvel divulgou o primeiro trailer de “VisionQuest“, série que conclui a trilogia iniciada em “WandaVision” em 2019. Assista acima (legendado).
Assista abaixo à versão dublada.
Foi divulgado também o primeiro cartaz internacional da série, abaixo.

“VisionQuest” chega quase dois anos após “Agatha Desde Sempre” e cinco anos e meio após o fim de “WandaVision”, enfim completando a jornada do casal Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate e o Visão após os eventos de “Vingadores: Ultimato”. Ao longo da trilogia, novos personagens são apresentados, como os filhos gêmeos da dupla, Billy e Tommy Maximoff, e a bruxa Agatha Harkness.
Em “VisionQuest”, o Visão tem vivido escondido após ser reinicializado em “WandaVision” e escapar da agência S.W.O.R.D., que pretendia transformá-lo em uma arma. Em busca de um novo propósito, ele consulta as personalidades de IA incorporadas à sua programação, incluindo F.R.I.D.A.Y., E.D.I.T.H., J.A.R.V.I.S. e o infame Ultron. Sua existência discreta chega ao fim quando uma recompensa por sua cabeça o força a fugir na companhia de Thomas Shepard, um garoto misterioso que pode ser a reencarnação de Tommy Maximoff, um dos filhos do Visão. Enquanto tenta escapar da captura, o Visão precisa confrontar sua própria natureza, resistir à influência de Ultron e desvendar o enigma que é seu jovem companheiro para conseguir sobreviver.
O elenco é liderado por Paul Bettany no papel do Visão, com James Spader retomando o papel de Ultron. Demais nomes incluem Todd Stashwick, Faran Tahir, Lauren Morais, Diane Morgan, Orla Brady, Polly Frame, Henry Lewis, Jonathan Sayer, Emily Hampshire e James D’Arcy.
“VisionQuest” tem estreia prevista para 13 de outubro pelo streaming Disney+.
O post VisionQuest | Conclusão da trilogia WandaVision ganha primeiro trailer — assista apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post X-Men | Marvel revela elenco do novo filme com Adam Driver, Inde Navarrette, Christopher Abbott e mais apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Em painel agitado durante a D23, a Marvel confirmou o elenco de “X-Men“, um de seus lançamentos mais aguardados. Adam Driver será o vilão Senhor Sinistro, Christopher Abbott será Charles Xavier/Professor X, Maya Boyd será Ororo Munroe/Tempestade, Inde Navarrette será a Anna Marie/Vampira, Kit Connor será Scott Summers/Ciclope, Samara Weaving será Emma Frost, e Sadie Sink retoma o papel de Jean Grey após “Homem-Aranha: Um Novo Dia”.
O chefão da Marvel nos cinemas, Kevin Feige, ainda confirmou que há mais notícias sobre o elenco de “X-Men” a caminho. A mais óbvia seja talvez a ausência de Erik Lensherr/Magneto, um dos protagonistas da série e principal vilão. Especulava-se que Adam Driver pudesse assumir o papel, algo com que o próprio ator, agora confirmado como Nathaniel Milbury/Senhor Sinistro, brincou em mensagem de vídeo durante o painel:
“Quando Kevin me pediu para aparecer em ‘X-Men’, achei que ele quisesse dizer no set de filmagem. Então, em vez de estar na Califórnia, estou aqui no Pinewood [Studios], neste estúdio de gravação muito solitário. Kevin e eu conversamos durante anos sobre a possibilidade de eu entrar para o Universo Cinematográfico da Marvel. E acho que finalmente encontramos o filme perfeito no momento perfeito. Por isso, estou muito empolgado para interpretar o Mag… Não. Melhor ainda. Nathaniel Milbury. Então, estarei bem aqui, esperando todo mundo chegar.”
O universo “X-Men” é uma das propriedades intelectuais mais populares e lucrativas da Marvel em diversas mídias, incluindo quadrinhos e televisão, mas apenas agora se junta à franquia nos cinemas após a aquisição da 20th Century Fox pela Disney em 2017. Nas mãos da Fox, “X-Men” rendeu sete filmes e uma franquia derivada centrada em Wolverine, com mais três filmes.
No MCU, a primeira aparição de um X-Men se deu em “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, com Patrick Stewart retomando o papel de Charles Xavier que interpretara nos filmes da Fox. Sadie Sink recentemente interpretou Jean Grey em “Homem-Aranha: Um Novo Dia” e, em “Vingadores: Doutor Destino”, o universo dos X-Men da Fox será enfim concluído com as participações de Stewart novamente, Ian McKellen como Magneto, James Marsden como Ciclope, Rebecca Romijn como Mística e Alan Cumming como Noturno.
Jake Schreier assume a direção do novo “X-Men” após o sucesso de “Thunderbolts*”. O roteiro fica a cargo de Lee Sung Jin, que já trabalhou com Schreier na série “Beef”, e de Joanna Calo.
O novo “X-Men” tem estreia prevista para 5 de maio de 2028.
O post X-Men | Marvel revela elenco do novo filme com Adam Driver, Inde Navarrette, Christopher Abbott e mais apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post Vingadores: Doutor Destino | Victor Von Doom ameaça o multiverso no novo trailer — assista apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Durante seu painel na conferência D23, a Marvel divulgou um novo trailer de “Vingadores: Doutor Destino“. O vilão vivido por Robert Downey Jr. é confrontado por todos os heróis, incluindo Vingadores, Quarteto Fantástico e X-Men. Assista acima (legendado).
Assista abaixo à versão dublada.
Foi divulgado também um novo cartaz internacional, abaixo.

Até o momento, estão confirmados nomes como Robert Downey Jr. como o vilão Victor von Doom/Doutor Destino e nomes de diversos outros cantos do MCU, como “Quarteto Fantástico”, “Thunderbolts*”, “Capitão América: Admirável Mundo Novo”, e até mesmo os antigos filmes da franquia “X-Men” da Fox nos anos 2000 — veja a lista completa.
Durante o painel na D23, um vídeo com Hugh Jackman e Ryan Reynolds também deu a entender que a dupla — intérpretes de Wolverine e Deadpool, respectivamente — também pode aparecer no filme. Com Reynolds sussurrando as falas ao fundo, Jacksman diz querer “apenas dar um alô, sem nenhum aviso prévio” para saber se Kevin Feige, o chefão da Marvel nos cinemas, “precisaria de ajuda para completar o elenco.” Jackman completa afirmando que talvez até consiga “convencer Ryan [Reynolds] a aparecer em ‘Vingadores: Doutor Destino’.”
“Doutor Destino” e sua sequência, “Vingadores: Guerras Secretas”, terão direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, que já dirigiram outros quatro filmes do MCU, incluindo “Vingadores: Guerra Infinita” e “Ultimato”. O roteiro é de Stephen McFeely, que também trabalhou com os irmãos Russo nos filmes anteriores.
“Vingadores: Doutor Destino” tem estreia prevista para 17 de dezembro de 2026.
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]]>O post RapaduraCast 919 – O fenômeno Homem-Aranha, Cinema na Melhor Fase e GTA na Netflix apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>No mundo dos games, “GTA VI” continua transformando cada novidade em um acontecimento, e agora até a Netflix entra na conversa com a expectativa em torno de um novo trailer do jogo. E ainda: estamos chegando ao fim das séries obrigatoriamente conectadas aos grandes universos cinematográficos? Depois de anos em que Marvel e DC apostaram na expansão de suas franquias para a televisão, Hollywood parece repensar a ideia de que o público precisa acompanhar dezenas de horas de conteúdo para entender o próximo filme.
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]]>O post The Legend of Zelda | Uli Latukefu será o vilão Ganandorf no filme em live-action da Nintendo apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Hyrule está em perigo. O filme em live-action de “The Legend of Zelda” escalou o ator australiano Uli Latukefu para viver o grande vilão Ganondorf. Segundo o relato, seu contrato inclui participação em múltiplos filmes (via Deadline).
Nos jogos, Ganondorf é o rei das Gerudo, uma espécie vinda do deserto composta apenas por mulheres e na qual um único homem nasce a cada cem anos. Tradicionalmente, o homem torna-se rei automaticamente ao nascer, ainda que demais membros da tribo possam ser contrárias ao seu reinado. Como vilão, Ganondorf tenta conquistar Hyrule espalhando caos e destruição por onde passa. Ao final da batalha final contra o herói Link, Ganondorf costuma evoluir para sua forma final, um javali gigante conhecido apenas como Ganon.
Mais conhecido por interpretar o jovem Dwayne Johnson na sitcom “Young Rock”, Latukefu também foi visto em filmes como “Adão Negro”, “Quem Fizer Ganha”, “MaXXXine”, e na série “Countdown”.
Latukefu se junta a Benjamin Evan Ainsworth como Link e Bo Bragason como a Princesa Zelda, completando assim o trio clássico da franquia. Completam o elenco Dichen Lachman como Impa e Sam Neill em papel não confirmado — será o último crédito cinematográfico do ator, que faleceu em julho.
Ainda não há confirmação sobre o enredo do filme, mas a escalação de Bragason e Ainsworth, que têm 21 e 16 anos, respectivamente, pode apontar para uma história mais focada em jornadas de crescimento e amadurecimento para Zelda e Link no momento, possivelmente visando sequências futuras.
O filme será dirigido por Wes Ball, que dirigiu a trilogia “Maze Runner” e o recente “Reino do Planeta dos Macacos”, escrito pelo roteirista de “Jurassic World”, Derek Connolly, e produzido por Shigeru Miyamoto, cujo envolvimento em “The Super Mario Bros. – O Filme” ajudou a torná-lo um sucesso de bilheteria inovador. Ball também produz junto a Joe Hartwick Jr. e Avi Arad.
“The Legend of Zelda” tem estreia prevista para 7 de maio de 2027.
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]]>O post X-Men | Kit Connor negocia para viver o Ciclope no novo filme da Marvel apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Um dos principais projetos da Marvel para o futuro, o novo “X-Men” pode ter encontrado um de seus protagonistas. Segundo o Deadline, o ator Kit Connor estaria negociando para interpretar Scott Summers, o Ciclope, no novo filme.
Segundo o relato, o diretor Jake Schreier e o chefão da Marvel, Kevin Feige, teriam se reunido com diversos candidatos ao papel, tendo decidido por Connor. O ator vem tendo cada vez mais destaque em Hollywood após estrelar a série “Heartstopper” junto a outro colega de MCU, Joe Locke. Mais recentemente, Connor também trabalhou com Alex Garland nos filmes “Warfare” e na adaptação de “Elden Ring”.
Scott Summers é um dos pilares dos X-Men nos quadrinhos, no cinema e na televisão. Ele é o líder da equipe e tem a plena confiança de Charles Xavier, o Professor X. Seu poder consiste em emitir rajadas cinéticas a partir de seus olhos, que ele controla através de um visor e óculos escuros. Nos filmes da Fox, Summers foi interpretado por James Marsden, que deve encerrar sua passagem pelo papel em “Vingadores: Doutor Destino”, que estreia em dezembro. A seguir, Tye Sheridan também viveu o Ciclope nos filmes de “X-Men” nos anos 2010.
Connor se junta agora a Sadie Sink, que estreou como a telepata Jean Grey em “Homem-Aranha: Um Novo Dia”, e a Samara Weaving, recentemente escalada para viver a vilã Emma Frost.
Jake Schreier assume a direção do novo “X-Men” após o sucesso de “Thunderbolts*”. O roteiro fica a cargo de Lee Sung Jin, que já trabalhou com Schreier na série “Beef”, e de Joanna Calo.
O novo “X-Men” ainda não tem previsão de estreia.
O post X-Men | Kit Connor negocia para viver o Ciclope no novo filme da Marvel apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post Crítica | Avatar Aang: O Último Mestre do Ar (2026): a tentação de recuperar o passado apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Dirigido por Lauren Montgomery, o filme acompanha um Aang mais velho, já reconhecido como Avatar e como símbolo da reorganização do mundo após a derrota da Nação do Fogo. Apesar dessa posição, ele continua preso à destruição dos Nômades do Ar e à culpa de ter fugido do templo pouco antes do massacre. A descoberta de Tagah, um dobrador de ar preservado no gelo por gerações, leva Aang a buscar um artefato capaz de restaurar a herança de seu povo.
A premissa retoma elementos reconhecíveis da série, sem se limitar a repetir essas ideias. Ao inverter a posição que Aang ocupava no início da animação, o roteiro coloca Tagah como uma espécie de reflexo distorcido do protagonista. Ambos despertam em um mundo que não reconhecem plenamente, mas reagem à perda de maneiras opostas. Tagah trata a preservação da cultura como uma tarefa cujo resultado justifica meios extremos — algo que vai contra a natureza do Avatar.
Contudo, Aang acaba cedendo ao peso da culpa que ainda o atormenta, e essa contradição é a força motriz dramática do longa. O cajado representa a tentação de reconstruir o passado, apagando as perdas e evitando o esforço de aceitar aquilo que não pode ser desfeito e seguir em frente. Até que essa possibilidade de reparação revela o preço que exige. A mudança de perspectiva sobre Tagah no decorrer do longa pode ser antecipada com facilidade, mas ao menos nasce de um conflito coerente com o que foi apresentado.
A duração de 99 minutos exige uma concentração que acaba não favorecendo o material. A narrativa precisa reapresentar o mundo, introduzir Tagah, estabelecer o poder ancestral, visitar diferentes regiões, passar pelo mundo espiritual e concluir um conflito com consequências globais. Muitas ideias aparecem com potencial para sustentar episódios inteiros, mas são resolvidas em poucas cenas.
A situação política das nações é um dos exemplos mais evidentes. O mundo vive uma transição delicada após a queda do Senhor do Fogo Ozai, com a sociedade começando a romper fronteiras e a reunir dobradores de diferentes elementos e não dobradores em um mesmo espaço. O longa menciona essas tensões, mas não encontra tempo para que elas impactem a história — o que reforça a sensação de oportunidade desperdiçada, uma vez que a animação original é conhecida pela forma sensata com a qual trata a temática.
Existe um prazer imediato em ver Aang, Katara, Sokka, Toph e Zuko novamente juntos, agora mais maduros e seguros de suas convicções. A dinâmica preserva traços reconhecíveis sem que os personagens se resumam a imitações de suas versões adolescentes. No entanto, com exceção de Aang, todos chegam praticamente resolvidos, funcionando quase exclusivamente como apoio ao protagonista e sem produzir mudanças relevantes em suas trajetórias.
Mesmo quando a narrativa se apressa, a belíssima animação em 2D ainda consegue imprimir uma identidade própria ao projeto. Os cenários ganham profundidade sem sufocar os personagens, e a direção de Montgomery trabalha a dobra dos elementos em sintonia com os movimentos de câmera — uma atualização bem-vinda principalmente nas cenas de ação. Há uma visível ambição de evento cinematográfico na parte visual que se contrapõe ao roteiro que, por vezes, reduz essa escala a uma sucessão apressada de acontecimentos.
“Avatar Aang: O Último Mestre do Ar” mostra respeito pela animação original e encontra soluções visuais capazes de justificar a volta ao universo. Ainda assim, a pressa impede que as mudanças políticas, os personagens novos e a própria Equipe Avatar recebam a atenção que mereciam. A narrativa corre rápido demais justamente quando mais precisava parar para contemplar esse mundo outra vez.
O post Crítica | Avatar Aang: O Último Mestre do Ar (2026): a tentação de recuperar o passado apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post A Múmia | Kevin J. O’Connor e Oded Fehr confirmam retorno no novo filme da franquia apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O revival de “A Múmia” segue adicionando novos nomes a seu elenco. Desta vez, Kevin J. O’Connor e Oded Fehr acertaram seus retornos à franquia para reprisar os papéis de Beni Gabor e Ardeth Bay, respectivamente. Numan Acar também se juntou ao elenco (via Deadline).
“A Múmia” acompanha Rick O’Connell (Brendan Fraser), um aventureiro estadunidense malandro e ex-soldado da Legião Estrangeira Francesa, e Evelyn Carnahan (Rachel Weisz), uma egiptóloga inglesa que trabalha no Museu de Antiguidades do Cairo. Ao longo dos dois filmes, a dupla luta contra antigas maldições e vilões como o sumo sacerdote egípcio ressuscitado Imhotep. Os filmes arrecadaram mais de US$ 400 milhões em todo o mundo.
Recentemente, a Universal tentou revitalizar a franquia com o remake “A Múmia”, de 2017, estrelado por Tom Cruise, com o objetivo de lançar uma nova série de filmes de monstros sob o selo do Universo Sombrio. Embora o filme tenha tido um bom desempenho nas bilheterias, arrecadando US$ 409 milhões em todo o mundo, ele também foi duramente criticado, o que levou a Universal a abandonar planos mais amplos para o Universo Sombrio.
Com isso, o elenco do novo filme tem confirmados os retornos de Brendan Fraser, Rachel Weisz, John Hannah, Oded Fehr e Kevin J. O’Connor. Novatos incluem Numan Acar e Michael Johnston.
Ainda não há informações sobre um possível enredo do novo “A Múmia”, mas, segundo o relato, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (dupla conhecida como Radio Silence) vão dirigir o filme a partir do roteiro de David Coggeshall. Sean Daniel, veterano da franquia “A Múmia”, produz junto à Project X Entertainment.
Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Múmia”.
O post A Múmia | Kevin J. O’Connor e Oded Fehr confirmam retorno no novo filme da franquia apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post God of War | Dave Bautista pode assumir papel de Kratos na série após contusão de Ryan Hurst apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Com a contusão de Ryan Hurst, a produção da série em live-action de “God of War” está em busca de um novo protagonista. Segundo o Deadline, Dave Bautista é o favorito para assumir o papel de Kratos e estaria em negociação para se juntar ao elenco.
O papel está sendo reescalado depois que Hurst, originalmente escalado para interpretar Kratos, rompeu o bíceps ao realizar uma cena de ação no set no final de junho, quatro meses após o início das filmagens; a lesão exigiu cirurgia seguida de um longo período de recuperação. A produção foi interrompida imediatamente após o incidente. Algumas semanas depois, decidiu-se substituir o ator no papel, com a previsão de que os preparativos começassem em meados de agosto para o início das filmagens em meados de outubro, em Vancouver, onde a série está sendo produzida.
A substituição pode vir em um momento auspicioso, já que, recentemente, a primeira imagem oficial da série teve repercussão negativa nas mídias sociais. Veja abaixo.
“God of War” acompanha pai e filho, Kratos e Atreus, que embarcam em uma jornada para espalhar as cinzas de sua esposa e mãe, Faye. Ao longo de suas aventuras, Kratos tenta ensinar o filho a ser um deus melhor, enquanto Atreus tenta ensinar o pai a ser um humano melhor.
O elenco conta com Callum Vinson como Atreus, Mandy Patinkin como Odin, Ed Skrein como Baldur, Max Parker como Heimdall, Ólafur Darri Ólafsson como Thor, Teresa Palmer como Sif, Alastair Duncan como Mimir, Jeff Gulka como Sindri e Danny Woodburn como Brok.
A série de “God of War” tem Ronald D. Moore como showrunner, roteirista e produtor executivo, conhecido por séries como “Outlander” e “For All Mankind”. A produção está em andamento em Vancouver, no Canadá, ainda sem previsão de estreia.
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]]>O post Crítica | Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026): bom recomeço sufocado pelo MCU apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O quarto filme com Tom Holland no papel principal promove uma espécie de reboot para a franquia. Um muito bem-vindo retorno às ruas recupera a dimensão cotidiana do herói, que volta a atravessar Nova York para impedir crimes e ajudar as pessoas. Peter mergulha completamente no “trabalho” como forma de lidar com o apagamento de todas as relações que davam sentido à sua vida. MJ (Zendaya) e Ned (Jacob Batalon) continuam existindo, e isso acaba remoendo seu sofrimento enquanto ele observa de longe as pessoas que ama e precisa aceitar que a segurança delas depende de sua própria ausência.
Tudo isso contribui para essa dualidade entre Peter Parker e Homem-Aranha, e como as duas figuras podem coexistir. Quanto mais Peter tenta evitar o sofrimento da vida comum, mais se esconde por trás da máscara do herói. O roteiro, porém, não consegue construir essa divisão, raramente mostrando quem Peter é quando não está perseguindo criminosos ou lidando com as consequências de sua atuação. A narrativa apresenta sua solidão, mas não constrói bem uma vida que ele deseje recuperar. Falta uma rotina que vá além do traje e, principalmente, que dê peso às escolhas que o filme exige dele.
O corpo de Peter passa a reagir ao trauma reprimido, com uma súbita mudança em seus poderes que produz consequências físicas para o seu conflito psicológico. Havia potencial na abordagem, mas a subtrama não ganha espaço relevante além de cenas isoladas. A ideia era que Peter estivesse sendo consumido pelo Homem-Aranha, mas desde o começo já está quase inteiramente reduzido a ele.
Essa dificuldade em levar as ideias até o fim se repete devido a um excesso de elementos na produção. O embate entre a solidão de Peter e a obrigação de salvar todo mundo não é suficiente para “Um Novo Dia” — pelo menos é o que parece ser a visão da Marvel, incapaz de não transformar o longa em mais um capítulo de preparação para os próximos projetos do seu universo cinematográfico. Essa necessidade acaba sobrecarregando a história mais contida do herói com a introdução de novas ameaças e mais peças para um futuro que nunca chega desde “Vingadores: Ultimato”, mais uma vez escancarando o “esquema de pirâmide” do estúdio. Um bom exemplo é a presença do Hulk (Mark Ruffalo) e sua condição de permanentemente dividido entre duas identidades. O que poderia ser um ótimo paralelo à dualidade do protagonista acaba utilizado apenas como um recurso narrativo e para justificar mais uma sequência de ação.
Adições como a presença do Justiceiro (Jon Bernthal) e da Viúva Negra (Florence Pugh) ainda funcionam bem por estarem diretamente inseridas nessa rotina de “trabalho” de Peter no dia a dia — além de que essas interações, mesmo sem grande complexidade, ganham mais destaque do que as próprias relações com MJ e Ned. O contraste entre sua insistência em ser o herói legal e a postura mais pragmática dos outros vigilantes rende cenas bem divertidas. Já algumas subtramas acabam aparecendo sem conseguir se integrar ao arco principal. O material envolvendo o Tentáculo deixa isso claro, evidenciando que mesmo com coreografias empolgantes, o impacto é muito diluído quando os personagens envolvidos não são bem desenvolvidos.
Mesmo com essas limitações, a direção de Destin Daniel Cretton representa uma evolução visível na forma de filmar o personagem. Nova York tem volume, tem ruído… os prédios não são meros fundos digitais indiferentes. A fotografia reforça essa proposta com contrastes marcados e cores mais vivas, adicionando texturas e profundidade aos espaços. As cenas de deslocamento pela cidade estão entre as melhores, com a câmera acompanhando Peter por ângulos que valorizam a velocidade e o esforço dos movimentos. Faz diferença voltar a sentir emoção pelo simples ato de balançar entre os prédios.
As cenas de ação também melhoraram em relação aos longas anteriores ao explorar as possibilidades de espaços mais verticais, ou ainda o improviso em locais mais apertados. O uso pontual de câmera lenta destaca ações sem se tornar uma muleta. Cretton demonstra interesse por movimentos legíveis, permitindo que a ação seja compreendida do início ao fim.
Tom Holland sempre demonstrou facilidade para o humor leve dos filmes anteriores, mas agora sua interpretação exige dele uma interpretação mais amadurecida pelo que viveu. O entusiasmo ainda aparece quando ele se lança entre os prédios ou consegue ajudar alguém, mas é acompanhado por um cansaço aparente por cuidar dos outros enquanto sua própria vida se desmancha. Contudo, há um uso excessivo de flashbacks e explicações que retomam o passado de Peter repetidamente, mesmo quando sua postura já seria suficiente para comunicar a dor.
“Um Novo Dia” consegue reposicionar o personagem em uma fase mais madura e urbana, além de apresentar a direção mais segura e visualmente consciente de sua trajetória no MCU. Os melhores momentos ocorrem quando o longa abre espaço para um Peter Parker que encontra alegria mesmo condenado a escolher entre o que deseja e o que acredita ser correto. Seria ainda melhor se não precisasse carregar o peso de preparar o próximo capítulo de algo maior.
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]]>O post RapaduraCast 917 – A Odisseia é uma obra-prima ou decepção? apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
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Edição/Trilha: Joel Suke
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]]>O post Pantera Negra 3 | Marvel confirma sequência estrelada por David Jonsson durante a Comic-Con apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Durante painel agitado na San Diego Comic-Con 2026, a Marvel confirmou um de seus lançamentos mais aguardados para os próximos anos: “Pantera Negra 3“. No novo filme, David Jonsson assume o manto do herói, interpretando o príncipe de Wakanda, T’Challa II, filho do Pantera Negra original (via THR).
Jonsson despontou recentemente em Hollywood, com papéis de destaque em “Alien: Romulus” e “A Longa Marcha”. Jonsson também integrou o elenco principal das duas primeiras temporadas da série “Industry”. Seu personagem em “Pantera Negra 3” foi revelado inicialmente no filme anterior da franquia, “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”, sendo filho do rei T’Challa (Chadwick Boseman) e Nakia (Lupita Nyong’o). Com isso, especula-se que haja um salto temporal entre os filmes, com Jonsson interpretando um T’Challa II mais velho.
A franquia de filmes do Pantera Negra teve início com o longa de 2018, estrelado por Boseman. Com um elenco que incluía Michael B. Jordan, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman, Daniel Kaluuya, Letitia Wright, Winston Duke e Angela Bassett, o filme foi um sucesso estrondoso, arrecadando US$ 1,3 bilhão nas bilheterias mundiais e tornando-se o primeiro filme de super-herói a receber uma indicação ao Oscar de Melhor Filme.
Boseman reprisaria seu papel de protagonista em uma sequência planejada antes de falecer, em 2020, após uma batalha privada contra o câncer de cólon. O foco da continuação mudou para a personagem de Wright, Shuri, que assumiu o manto do Pantera Negra após a morte de seu irmão, T’Challa. A sequência, “Wakanda Para Sempre”, chegou aos cinemas em 2022 e ultrapassou a marca de US$ 850 milhões em bilheteria mundial. O filme conquistou um Oscar entre suas cinco indicações, com Bassett tornando-se a primeira intérprete a ser indicada ao prêmio da Academia por uma atuação em um filme da Marvel.
“Pantera Negra 3” deve contar com o retorno de boa parte do elenco tradicional, além da possível adição de Denzel Washington. O diretor e roteirista Ryan Coogler também retorna, vindo do sucesso de seu último longa, “Pecadores”.
“Pantera Negra 3” tem estreia prevista para 15 de dezembro de 2028.
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]]>O post Motoqueiro Fantasma | Ryan Gosling será Johnny Blaze no novo filme da Marvel apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Johnny Blaze está de volta. Em um dos principais anúncios de seu painel na San Diego Comic-Con 2026, a Marvel confirmou um novo filme de “Motoqueiro Fantasma” estrelado por Ryan Gosling. O longa terá direção de Shawn Levy e roteiro de Jonathan Tropper, com estreia prevista para 2028 (via THR).
Já se comentava há pelo menos um ano sobre o retorno do Motoqueiro Fantasma às telonas, bem como uma possível ligação de Gosling com o projeto. Esta será sua segunda colaboração com Levy e Tropper, com quem trabalhou no vindouro “Star Wars: Starfighter”. A dupla de cineastas também já havia trabalhado junta em “O Projeto Adam”, de 2022.
Esta é a primeira vez de Gosling em filmes de super-heróis ou baseados em quadrinhos; ele chegou a ser cotado para o papel de Lanterna Verde no final dos anos 2000. Nos últimos anos, o ator tem demonstrado disposição para assumir grandes produções de estúdio ou projetos de franquias. Este ano, ele protagonizou “Devoradores de Estrelas” e, em 2027, estrelará “Star Wars: Starfighter”.
Nicolas Cage interpretou Johnny Blaze em dois filmes do Motoqueiro Fantasma lançados em 2007 e 2011 pela Sony, estúdio que detém os direitos cinematográficos do Homem-Aranha. Anos depois, Gabriel Luna interpretou Robbie Reyes, outra variante do personagem, na série “Agents of S.H.I.E.L.D.”.
O personagem Blaze foi criado pelo roteirista Gary Friedrich e pelo artista Mike Ploog, surgindo pela primeira vez na edição nº 5 de “Marvel Spotlight”, em 1972. Um ano depois, o personagem ganhou sua própria série. Blaze é um motociclista dublê que, após um pacto com o diabo, une-se a um demônio chamado Zarathos. Ele se transforma em um espírito de vingança com cabeça de caveira em chamas, que pilota uma motocicleta flamejante.
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]]>O post RapaduraCast 916 – Listão: 30 Maiores Vilões do Cinema apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O que faz um vilão funcionar? Carisma? Inteligência? Crueldade? Motivações bem construídas? Ou simplesmente a capacidade de desafiar o herói de uma forma que ninguém mais conseguiria? Conversamos sobre essas características, relembramos cenas icônicas, curiosidades dos bastidores e debatemos por que alguns antagonistas acabam sendo tão fascinantes e, em alguns casos, até mais populares que os próprios protagonistas.
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Edição/Trilha: Joel Suke
O post RapaduraCast 916 – Listão: 30 Maiores Vilões do Cinema apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O post Vingadores: Doutor Destino | A maior ameaça ao MCU se aproxima no novo trailer — assista apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>A Marvel divulgou oficialmente o primeiro trailer de “Vingadores: Doutor Destino“, novo filme do MCU que encerra sua fase mais recente. Assista acima (sem legendas).
Foi divulgado também um novo cartaz internacional do filme, abaixo.
Até o momento, estão confirmados nomes como Robert Downey Jr. como o vilão Victor von Doom/Doutor Destino e nomes de diversos outros cantos do MCU, como “Quarteto Fantástico”, “Thunderbolts*”, “Capitão América: Admirável Mundo Novo”, e até mesmo os antigos filmes da franquia “X-Men” da Fox nos anos 2000 — veja a lista completa.
“Doutor Destino” e sua sequência, “Vingadores: Guerras Secretas“, terão direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, que já dirigiram outros quatro filmes do MCU, incluindo “Vingadores: Guerra Infinita” e “Ultimato“. O roteiro é de Stephen McFeely, que também trabalhou com os irmãos Russo nos filmes anteriores.
“Vingadores: Doutor Destino” tem estreia prevista para 17 de dezembro de 2026.
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]]>O post A crise de criatividade de Hollywood também é uma crise de consumo do público? [Opinião] apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Quando a Disney anunciou o live action de “Moana”, as reações foram previsíveis. “Nossa, de novo? Pra quê? Acabou a criatividade”. É difícil tirar a razão dessas reclamações, afinal, não estamos falando de um clássico esquecido dos anos 1940 ou de uma animação que passou décadas inacessível. O desenho original foi lançado há apenas dez anos, está disponível no streaming desde sempre e nunca saiu do imaginário popular.
A impressão que tive, ouvindo os comentários ao fim da sessão, foi que parte do público nunca havia assistido à animação. E isso me levou a pensar no discurso já muito difundido de que Hollywood vive uma crise criativa porque só produz remakes, sequências, reboots e spin-offs. Mas será que a indústria chegou a esse ponto sozinha? Observando o comportamento do público, essa história parece ter outro lado.
Cada vez mais, noto que as pessoas tendem a demonstrar interesse por uma obra quando ela passa a fazer parte de um acontecimento maior. Um remake faz gente assistir ao original, uma sequência leva o público aos filmes anteriores e um spin-off desperta curiosidade pela franquia principal. O conteúdo antigo muitas vezes volta ao radar do público porque existe algo novo apontando para ele.
É difícil acreditar que um estúdio grande olhe para esse cenário e conclua que a melhor estratégia seja apostar centenas de milhões em uma ideia inédita. Em uma indústria movida por retorno financeiro, o mercado responde aos incentivos que recebe.
Há fenômenos fora da curva como Christopher Nolan. Embora seus filmes sejam, em grande parte, histórias originais, o próprio diretor virou uma marca. O sucesso estrondoso de bilheteria de “Oppenheimer”, seguido das quebras de recordes nos primeiros dias de “A Odisseia” em cartaz, mostram que, hoje, muita gente compra ingresso antes mesmo de saber qual é o filme. Não é exatamente uma vitória das obras inéditas, mas a consolidação de um autor como o próprio evento.
Isso não significa que filmes originais não existam — os recentes “Obsessão” e “Backrooms: Um Não-Lugar” são bons exemplos. Trata-se de projetos originais que conseguiram conquistar espaço sem depender de uma marca conhecida, construindo seu público a partir da própria proposta. Eles provam que ainda existe espaço para ideias novas, ainda que muitas vezes com orçamentos menores justamente porque representam um risco maior.
Por outro lado, vamos observar o que acontece com frequência quando um filme brasileiro original deixa o circuito. Recentemente, “Quinze Dias” passou pouco tempo em cartaz (segue disponível em algumas praças), e as redes sociais rapidamente se encheram de comentários lamentando a distribuição limitada. Muita gente dizia que o filme “merecia mais salas”, “merecia ficar mais tempo” ou perguntava quando chegaria à sua cidade. São reclamações compreensíveis, mas que também levantam questionamentos desconfortáveis. Afinal, quantas dessas pessoas tentaram assistir ao filme enquanto ele ainda estava em cartaz?
É uma pergunta que vale para quase todo lançamento original. Frequentemente, o interesse aparece depois, quando alguém recomenda nas redes sociais ou quando entra no streaming. Quando o assunto já passou. Cada vez mais o consumo parece condicionado pelos algoritmos — basta ver a lógica de produção e distribuição de plataformas como a Netflix. As pessoas deixam de buscar algo novo e apenas esperam que alguma coisa lhes diga o que merece ou não atenção. Quando um simples filme se torna um “evento”, o público se torna muito mais suscetível a comprá-lo. Ainda mais em uma cultura movida por redes sociais, em que consumir um filme também significa participar da conversa em torno dele. Quem não assiste fica de fora dos memes, das discussões, dos vídeos e das referências. Nesse contexto, remakes e franquias têm a enorme vantagem de já nascerem como assunto.
E é aí que a indústria age para potencializar esse comportamento. Usar influenciadores na divulgação de filmes na intenção de fabricar um “hype” apenas para que as pessoas sintam-se na obrigação de assistir. Ou ainda as campanhas massivas de marketing, que colocam essas obras em um número monstruoso de salas e prejudicam a distribuição de produções originais. Nesse cenário, marcas conhecidas sempre vão levar vantagem.
É justamente por isso que remakes continuam existindo. Hollywood não acordou um dia e simplesmente se esqueceu de como criar histórias inéditas. As propriedades conhecidas já chegam como assunto, gerando manchetes, comparações, vídeos, memes, discussões e, principalmente, curiosidade. Até quem nunca assistiu ao original acaba se interessando justamente porque existe uma nova versão.
O caso de “Moana” é simbólico. Uma animação lançada há apenas dez anos que parece precisar de um live-action para fazer parte do repertório de parte do público. Isso diz mais sobre nossa relação com a cultura do que sobre a criatividade dos estúdios. Refazer uma obra nunca foi, por si só, um problema. O cinema sempre revisitou histórias. Outras mídias como livros e peças de teatro ganham novas adaptações e interpretações o tempo inteiro. O problema não é voltar para uma história conhecida, mas fazer isso sem sequer tentar acrescentar alguma coisa.
Quando um remake oferece uma nova leitura, muda o contexto, atualiza seus temas ou propõe uma abordagem diferente, ele justifica sua existência. Quando apenas reproduz a obra anterior em outro formato, passa a impressão de que existe por um propósito unicamente comercial.
E ainda assim, essa estratégia continua funcionando — e essa é a parte mais difícil de admitir. O modelo está começando a dar sinais de desgaste, como sugerem os desempenhos recentes de remakes como “Branca de Neve” e o próprio “Moana”. Mas, enquanto continuar sendo mais seguro do que apostar em ideias inéditas, dificilmente desaparecerá.
A crise criativa dos estúdios existe, mas ela também é alimentada pelos hábitos do público. Enquanto continuarmos a descobrir filmes antigos apenas quando eles ganham uma sequência, um remake ou um reboot, e enquanto deixarmos filmes originais para “assistir depois” e só lamentarmos sua falta de espaço quando eles já saíram de cartaz, estaremos reforçando exatamente o modelo que dizemos odiar.
Essa reflexão surgiu quando ouvi uma pessoa, atrás de mim na sessão de “Moana”, resumir a experiência em apenas uma palavra: “Insano”. Naquele momento fiquei pensando em quantas pessoas naquela sala estavam conhecendo aquela história pela primeira vez. Não porque ela estivesse esquecida ou inacessível, mas porque precisou virar um live-action para chamar a atenção. Talvez a resposta para a pergunta do começo esteja justamente aí.
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]]>O post Crítica | A Odisseia (2026): épico de Nolan mostra que nenhum herói escapa das próprias escolhas apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>Os ecos dos longas anteriores do diretor são perceptíveis, mas o mais recente salta à vista. Em “Oppenheimer”, a inteligência que permite ao cientista mudar a história também o condena a compreender plenamente as consequências de seus atos. Pode-se dizer o mesmo de Odisseu (Matt Damon), interpretado como alguém permanentemente dividido entre duas identidades incompatíveis. Existe o rei que deseja regressar para Ítaca, reencontrar a esposa, Penélope (Anne Hathaway), e recuperar a vida interrompida pela guerra. E existe o estrategista responsável pela queda de Troia, incapaz de escapar das consequências ou abandonar completamente a condição que o tornou lendário.
Essa leitura altera profundamente o significado da viagem. O retorno deixa de representar somente uma travessia física e passa a assumir a forma de um julgamento moral. Desde a sequência do cavalo de Troia, Nolan estabelece que a grande vitória militar de Odisseu inaugura uma ruptura ética por conta da estratégia desleal de usar a hospitalidade, princípio central da tradição grega (a tão citada “lei de Zeus”) como uma arma — o paralelo com o discurso de Oppenheimer após os bombardeios atômicos é evidente. Troia cai justamente porque decide confiar no herói, e o seu triunfo militar passa, então, a carregar uma responsabilidade histórica que o acompanha durante toda a longa volta para casa. Entre monstros, tempestades e a própria ira dos deuses que atravessa cada novo episódio da viagem, não há carga mais pesada para Odisseu do que essa culpa e a consciência de que retornar significa confrontar o mundo que ele próprio ajudou a destruir.
Jennifer Lame usa a montagem para conceber a narrativa como uma espécie de fluxo de lembranças fragmentadas. Em uma adaptação consistente com a proposta do longa, Nolan troca as aventuras de Odisseu sendo celebradas pelos Feácios pelas pesarosas memórias do protagonista em sua clausura com a ninfa Calipso (Charlize Theron). As vitórias militares contrastam com as sucessivas perdas, e tudo se mistura com os momentos íntimos com Penélope e Telêmaco (Tom Holland), reforçando também aquilo que foi perdido durante anos de ausência. Todo esse passado permanece como uma ferida aberta que só pode começar a cicatrizar quando Odisseu deixa de fugir da própria responsabilidade.
Essa modificação na narrativa não diminui o impacto das aventuras de Odisseu — que, diga-se, têm bem menos espaço no texto original do que os acontecimentos em Ítaca. As sequências não soam como episódios isolados, ainda que cada uma seja trabalhada sob uma perspectiva própria. A cena envolvendo o ciclope Polifemo é bem marcante pela forma como Nolan se utiliza de códigos do cinema de terror no encontro. A montagem privilegia uma percepção limitada dos personagens, contribuindo para que a geografia da caverna permaneça sempre incerta e a criatura quase não seja mostrada em sua totalidade. É aquilo que está fora do enquadramento que causa o medo e o desespero pela sobrevivência. A luz das fogueiras cria um jogo de claro e escuro que também contribui para nos colocar na mesma posição dos homens de Odisseu, incapazes de compreender aquela criatura como algo pertencente ao mundo natural.
Essa aproximação com o cinema de horror é uma das ferramentas de que Nolan dispõe para aplicar sua perspectiva mais realista na parte mais mitológica da história. As reimaginações cínicas da trilogia “Cavaleiro das Trevas” dão lugar à concepção mais madura de tornar o fantástico algo fisicamente convincente, mas ainda preservando uma dimensão desconhecida. O Ciclope não impressiona somente pelo tamanho, mas principalmente pela maneira como ele ocupa o espaço e converte a escuridão em uma ameaça. Uma lógica semelhante marca o encontro com Circe. Samantha Morton interpreta a feiticeira sem recorrer a trejeitos exagerados ou grandes demonstrações de poder. Sua presença basta para alterar completamente a atmosfera da cena, que se converte em um verdadeiro body horror marcado pela deformação dos corpos e pela perda do controle sobre a própria humanidade.
Mesmo quando a narrativa mergulha em territórios claramente sobrenaturais, Nolan nunca abandona a materialidade dos personagens. A sequência no Hades é um bom exemplo. A construção visual do ambiente é impressionante, mas o momento mais impactante é a conversa entre Odisseu e Sinon (Elliot Page). O confronto é íntimo e profundamente humano, e a câmera se mantém muito próxima para captar cada hesitação e cada olhar ressentido. As batalhas também impressionam porque Nolan rejeita a imagem do épico construída apenas pela grandiosidade das paisagens e está sempre preocupado em mostrar a escala humana diante da destruição. Para ele, o espetáculo não elimina o sentimento de fragilidade, então ele ressalta o peso dos navios, os danos sofridos diante do mar revolto e, principalmente, a posição vulnerável em que os soldados se encontram, em vez de reduzi-los a peças de uma coreografia grandiosa.
Ao retirar os deuses do centro da ação, Nolan desloca o conflito para o terreno da responsabilidade humana. A ação divina deixa de funcionar como desculpa para os erros dos homens. Para compensar o “desfalque mitológico”, o roteiro amplia o alcance político da narrativa ao sugerir que o verdadeiro legado do cavalo de Troia foi a normalização da manipulação como estratégia de poder. A mesma inteligência que garantiu a vitória de Odisseu abriu espaço para essa nova forma de violência baseada na exploração da confiança alheia. À medida que o herói se aproxima do retorno, ele passa a perceber que as consequências do seu grande feito vão ultrapassar sua própria geração.
Nesse contexto, a Penélope de Hathaway se mostra mais complexa do que a tradicional personagem que espera pelo marido. Ela se coloca na posição de administrar o peso político da ausência de Odisseu, embora sua voz tenha pouquíssima autoridade em uma sociedade patriarcal como a de Ítaca. A atriz consegue demonstrar muito bem o conflito de se manter fiel e esperançosa ou seguir em frente. Enquanto isso, Telêmaco representa uma geração que cresceu conhecendo o pai apenas como um personagem de canções — relação com o passado que também aparece na construção de Antínoo (Robert Pattinson), que recebe algum desenvolvimento além da figura do pretendente cruel e arrogante. O reencontro entre pai e filho e as ações seguintes são significativas porque representam um difícil processo de reconstrução de vínculos interrompidos pelo tempo e pela guerra.
“A Odisseia” demonstra que Nolan encontrou uma maneira apropriada de adaptar Homero ao seu estilo respeitando as raízes da obra. O filme preserva a dimensão épica da jornada, mas Odisseu recebe um tratamento muito mais humano. Cada obstáculo superado aprofunda o retrato de um homem que compreende — tarde demais — que astúcia e glória não anulam a responsabilidade pelos próprios atos. O retorno para casa ganha, assim, um novo significado, com o herói finalmente enfrentando aquilo de que passou toda a viagem tentando escapar.
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]]>O post RapaduraCast 915 – O Fim da Era dos Super-Heróis! apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
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Edição/Trilha: Joel Suke
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]]>O post Crítica | A Morte do Demônio: Em Chamas (2026): o peso da violência sem o peso dramático apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>O sofrimento não surge apenas como consequência da violência sobrenatural, mas também como uma extensão da deterioração emocional da protagonista. O filme estabelece uma ligação direta entre as marcas traumáticas do relacionamento abusivo de Alice (Souheila Yacoub) e a possessão demoníaca, tratando ambos como manifestações de um mesmo processo devastador. O diretor Sébastien Vaniček estabelece um ambiente de opressão silenciosa antes mesmo da chegada dos Deadites — um bom exemplo é a cena em que ela divide a mesa com a família do marido, uma das sequências mais desconfortáveis do longa.
A metáfora em si não é um problema, não fosse a incapacidade do roteiro de expandi-la. Depois que o conflito sobrenatural começa, a narrativa passa a repetir continuamente a mesma associação de abuso e culpa com a possessão. Dessa forma, o roteiro perde a oportunidade de aprofundar as consequências emocionais desse trauma, ou ainda permitir que Alice exista como alguém além dele. Ao insistir nas mesmas imagens e nos mesmos conflitos, o simbolismo perde força e passa apenas a ilustrar uma ideia que já havia sido compreendida há muito tempo.
Souheila Yacoub entrega uma atuação física impressionante, sustentando longas sequências de perseguição e desespero. O desgaste emocional é perceptível em suas reações, e a atriz assume sem dificuldades o enorme peso dramático da sua trama. Os demais atores cumprem aquilo que o roteiro exige de forma eficiente, sobretudo depois de se transformarem em Deadites. As interpretações e o excelente trabalho de maquiagem tornam essas criaturas perturbadoras. Contudo, o massacre começa antes da família ser devidamente apresentada, e muitos mal têm tempo para que suas perdas sejam sentidas.
Vaniček demonstra enorme domínio da linguagem visual do gênero, exceto pela dessaturação excessiva das cores que limita a expressividade das imagens. Seu grande mérito está em privilegiar o uso da casa e dos objetos dentro dela como ferramentas de apoio à encenação — uma cena que marca bem esse controle acontece quando ele gira a câmera algumas vezes para manter os personagens enquadrados até mudar as perspectivas e mostrá-los no teto de cabeça para baixo. Os mergulhos rápidos e trajetórias imprevisíveis de drones conversam com a energia caótica que Sam Raimi imprimiu à franquia com uma sensação contínua de instabilidade espacial. O design de som trabalha na mesma direção, com rangidos, respirações, estalos e ruídos metálicos ocupando o espaço sonoro de maneira agressiva.
O gore, elemento característico da franquia, aparece com grande eficiência. Não existe preocupação em tornar a violência elegante ou estilizada — o corpo humano é tratado como um objeto sempre pronto para ser degradado. Vaniček aposta majoritariamente em efeitos práticos; ossos expostos, mutilações, queimaduras e deformações corporais são apresentados com um nível de detalhamento que deleita os fãs do gênero. Por isso é de se estranhar a decisão de recorrer a um Deadite criado em CGI depois de quase duas horas demonstrando confiança nessa abordagem. A criatura digital está longe de alcançar a mesma presença física dos monstros anteriores, afetando negativamente o clímax da obra.
A maneira como o roteiro administra a tensão também incomoda ao interromper a narrativa em vários momentos com pequenas piadas ou referências destinadas aos fãs da franquia. A sequência da motosserra ilustra bem esse ponto, com uma intenção clara de provocar reconhecimento, mas sem acrescentar praticamente nada ao andamento da trama. Em outros momentos, comentários espirituosos quebram o ritmo justamente quando a atmosfera de tensão estava chegando ao máximo.
Ainda assim, essas tentativas não impedem que o filme permaneça excessivamente sério. “A Morte do Demônio: Em Chamas” evita abraçar o tipo de irreverência comum à fase clássica da franquia, na qual o absurdo era o combustível para o horror. Nesta nova incursão, violência e desconforto não faltam, mas o excesso de gore não substitui o peso dramático que falta à narrativa.
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]]>O post Batman: Parte 2 | Sequência estrelada por Robert Pattinson ganha primeiro teaser e nova data de estreia apareceu primeiro em Cinema com Rapadura.
]]>A Warner confirmou a nova data de estreia de “Batman: Parte 2“, sequência estrelada por Robert Pattinson e dirigida por Matt Reeves. Antes previsto para outubro de 2027, o filme agora estreia em 18 de fevereiro de 2028. Como parte do anúncio, Reeves divulgou também um teste de câmera de Pattinson como Batman. Assista acima.
O breve vídeo traz uma trilha sonora dramática e destaca o Batman de costas, no centro da cena. Ele começa a se virar lentamente enquanto a chuva cai e uma viatura policial com luzes piscantes aparece ao fundo. Batman encara a câmera intensamente, e o logotipo do filme surge, seguido pela nova data de lançamento.
Além de Pattinson, o elenco conta também com os retornos de Colin Farrell como Pinguim, Andy Serkis como Alfred, Jeffrey Wright como o Comissário James Gordon, Jayme Lawson como a prefeita Bella Réal e Gil Perez-Abraham como o policial Martínez. Novos nomes incluem Sebastian Stan, Scarlett Johansson, Charles Dance, Brian Tyree Henry e Sebastian Koch.
Matt Reeves retoma a direção e assina o roteiro junto a Mattson Tomlin.
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]]>A série em live-action de “Far Cry” adicionou Steve Buscemi ao seu elenco. Ele se junta a Rob McElhenney (agora conhecido apenas como Rob Mac) e Lizzy Caplan (via Variety).
Detalhes específicos sobre a trama e os personagens permanecem em sigilo, mas a série seguirá um formato de antologia, assim como os jogos da franquia “Far Cry”, apresentando elenco e cenário diferentes a cada temporada. O primeiro jogo da franquia foi lançado em 2004. Desde então, outros cinco jogos da série principal foram lançados, junto a diversos spin-offs. O título mais recente, “Far Cry 6”, foi lançado em 2021. Mais de 100 milhões de jogadores únicos experimentaram os jogos desde a sua estreia.
Buscemi é um dos atores mais populares em atividade atualmente. Além de estrelar a série “Fargo”, ele é conhecido por colaborações com os irmãos Coen, como “O Grande Lebowski” e “A Encruzilhada de Miller”, bem como por filmes como “Cães de Aluguel”, “Ghost World” e “A Morte de Stalin”.
A série foi criada por Mac junto a Noah Hawley, colaborador de longa data da FX e nome por trás de séries como a própria “Fargo”, “Legião” e “Alien: Earth”.
Ainda não há previsão de estreia para a série de “Far Cry”.
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