Abaixo está a lista consolidada dos minerais, metais e elementos químicos essenciais que compõem a cadeia de suprimentos física para a produção de inteligências artificiais (abrangendo desde a fabricação de chips e semicondutores até a infraestrutura de supercomputadores e data centers):
Utilizadas principalmente em hardware de robótica associada, drones autônomos militares e discos de armazenamento de alta densidade:
Garantem a condução elétrica sem perdas, soldas, estabilidade térmica e proteção contra picos de energia nos servidores:
Embora não sejam metais extraídos no formato tradicional de minério sólido, são elementos químicos vitais extraídos do processamento industrial para gravar os chips:
A soberania tecnológica e geopolítica global gira em torno não apenas de quem possui a terra onde esses minérios jazem, mas de quem detém a capacidade industrial de refiná-los aos níveis de pureza exigidos pela microeletrônica moderna.
Fonte: IA Gemini
Quando uma Mentoria Artística se torna 3BIOMAS de 5 . Vinte anos da Escultura Social Bailux até a Mentoria Artística e processo criativo do projeto da artista Ana Negro: Escultura de interações humanas e não humanas na Pitinga e Barreiras da Costa Pataxó. Uma jornada por sete lugares da Terra e a ativação dos Atores -Rede Conectores no Ponto Zero.3 Biomas+ Casa de Adobe e os viajantes contemporâneos, Mentoria Artística e Jogos de Tabuleiro Milenares
@ananegro.zia
ESCULTURA RELACIONAL
uma escultura feita de relações, presenças e territórios.
Escultura Relacional é uma prática artística que toma as relações como matéria da obra. Pessoas, território, natureza, memória, objetos, ancestralidade e acontecimentos tornam-se agentes de uma escultura que não está pronta: ela acontece.
O conceito de “Escultura Relacional” não tem um único criador universalmente reconhecido. Na arte contemporânea, ele pode ser relacionado principalmente a Joseph Beuys, com sua ideia de “Escultura Social”, e posteriormente a Nicolas Bourriaud, com a “Estética Relacional”.
Joseph Beuys (1921–1986) — formulou a ideia de Escultura Social (Soziale Plastik): a sociedade inteira pode ser moldada pela ação criativa das pessoas. Sua frase “Todo ser humano é um artista” é central nesse pensamento.
Nicolas Bourriaud — publicou Esthétique relationnelle (Estética Relacional) em 1998. Analisa obras em que relações humanas, encontros e situações sociais tornam-se matéria da prática artística.
“Escultura Relacional” pode ser usada como uma formulação própria, articulando esses dois campos: a escultura como algo que não é apenas objeto, mas relação, encontro, presença e transformação coletiva
@a.b.regis
Mentoria Artística os Processos Criativos e a Arte Ampliada
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O que é um Ator-Rede?
Para Latour, um ator não é apenas uma pessoa. Qualquer entidade capaz de produzir diferença, transformar uma situação ou fazer outra coisa acontecer pode participar de uma rede.
Assim, podem ser atores:
uma pessoa ou comunidade;
um rio;
uma pedra;
uma obra de arte;
um objeto tecnológico;
um animal;
uma instituição;
um território;
um documento;
uma estrada;
um jogo de tabuleiro;
uma paisagem

Artistas fundamentais cuja práxis centraliza a Escultura Relacional, utilizando encontros, dinâmicas de espaço-tempo e a participação ativa como matéria-prima tridimensional:
A Escultura Relacional é a expansão da prática tridimensional clássica para o campo das interações humanas, da coabitação e dos sistemas sociais. Em vez de moldar matérias tradicionais (como bronze, pedra ou madeira) sobre um pedestal, o artista esculpe situações, encontros, diálogos, rituais comunitários e dinâmicas de espaço-tempo. A obra deixa de ser um objeto passivo de contemplação e passa a existir no tecido relacional e na participação ativa do público.
Teoria Principal e Conceituação (Estética Relacional)
Crítica e Antagonismo Social
O Campo Ampliado e a Matriz da Escultura
Precursores e Práticas Sociais
Matriz Brasileira e Neoconcretismo (Ancestralidade Relacional no Brasil)

Ana Negro.Zia : Ponto Zero, Escultura Relacional no Arraial de Nossa Senhora dAjuda esculpindo interações humanas com Arte, Natureza, Ancestralidade e Espiritualidade, através de uma Cartógrafia do Olhar e da Escuta.
O projeto tem a Mentoria Artística e Processo Criativo de A.B.Regis
Cartógrafia da Escuta e do Olhar : Projeto de Arte Expandida
Título PONTO ZERO
Subtítulo: Das Barreiras da Costa Pataxó e Pitinga aos 7 Lugares Energéticos da Terra
Eixos Temáticos: Escultura Relacional • Arte , Natureza Ancestralidade e Espiritualidade
Autoria: Artista e Pesquisadora Ana Flávio
Mentoria artística Processos Criativos A.B.Regis
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RECEITAS:
Bôlo-de-Ouriço – (para cinco pessoas) 1 litro de ouriço. “Coloca-se água na panela, até ferver. Com ela lava-se as ovas do ouriço, até enxugar. Faz-se um môlho, como o da muqueca. Depois de bem cosido, coloca-se a farinha de mandióca, até endurecer um pouco. Arruma-se folha de bananeira, donde se lhe envolve, aos bocados. Pronto, põe-se no forno pra assar, e é so servir!” – Receita de Tia Neusa, que diz ainda o acompanhamento: “o bôlo de ouriço ele é servido com arroz!”.
Muqueca-de-Ouriço – (segundo receita de Lucília da Conceição). “Um litro de ouriço, dois tomates, uma cebola, uma cabeça de alho, os tempêros, todos juntos. Frita-se a seguir, com óleo. A muqueca do ouriço é sempre seca, não leva côco e é servido com ovos de galinha de capoeira”.
Há outras receitas que eles aqui preparavam com as ovas do ouriço-gordo. Uma outra, era , o cuscús-de-ouriço. Assim como o famoso ouriço com farinha, ou pirão.
A TEMPERADA
É tradição secular que até hoje se repete, significando a homenagem que a família à comunidade quando alguém de sua prole “ganha nene”, oferecendo a todos os visitantes que vão ver o recemnascido, a temperada, a “temperada da Mulher Parida”. A receita é simples mistura de cachaça com algumas ervas e tempeiros caseiros. Arruda, Cebola, Cebolinha, Alho, Poeijo, Alevante, Cominho, Losna, etc. Um litro, dois ou mais, de acordo com as condições financeira de cada um. Basta alguem bater à porta em visitação ao novo rebento, logo lhe é oferecido esta saborosa bebida. É como chamam no Nordeste, o tradicional “cachimbo”. Pinheiro Pucu,1993
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A CULINÁRIA DO OURIÇO
“Na maré que Deus secá
e as pedras ficá de fora,
é bom pra pegá ouriço!…”
(Lucília da Conceição)
Por toda essa imensa costa do litoral brasileiro, pouco soube do hábito tradicional de se comer ouriços-do-mar, como aqui no Extremo Sul baiano, particularmente, na Ajua. Wied já registrava há 177 anos passados, quando por aqui viu que “havia gente procurando ouriços”.
Esse precioso alimento que os nossos índios chamavam de pindaúna ou pinaúna, (termo esse conhecido de muitos caboclos remanescentes) de pindá (espinho, garra) e de una (escuro, preto) até hoje tradicionalmente se repete na culinária dos moradores mais antigos. Só não nos tempos de inverno, por ocasião do “vento leste”, que não os buscam, que é um período de ouriço magro e sem ovas. No mais, é impressionante e bonito de se ver, por sôbre as pedras descobertas pelo mar, a mãe, a avó, a tia, os filhos, os netinhos , todos, agachados, ajudando na pesca do ouriço. Quebrando os ovados ouriços com um facão, lavando alí mesmo, temperando com o sal do mar e que até alí mesmo comem, acompanhado da farinha de mandioca. Outros levam em litros na lata, para vender.
Essa alimentação é tão significante pra o ajudense, que não perdeu até hoje o hábito. Lembro uma ocasião de aqui se organizar um time de futebol (nos anos de 84/85), isto é, a escolha de um nome que retratasse fielmente as coisas do lugar, do seu passado etc. de pronto os atletas do Arraial escolheram: “Água Azul Ouriço Clube”. Chamar o ajudense de “comedor-de-ouriço”, não é um apelido espinhoso, é uma alegre verdade e das graças de Deus…
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