

O uso do Cobre como agente antimicrobiano tem uma longa história e ganhou ainda mais tração no contexto da pandemia de COVID-19. Neste cenário, a parceria entre o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Ensaios (CPDE) da Termomecanica e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) culminou num estudo que fortalece a comprovação da capacidade microbicida de ligas de Cobre, promovendo a eliminação de mais de 99 % dos vírus e bactérias aos quais são expostas.
As ligas utilizadas pelo estudo, que mobilizou especialistas do CPDE e o Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas da Unifesp, Campus Diadema, foram fornecidas pela Termomecanica, e a pesquisa também contou com o apoio do programa MAI-DAI, do CNPq, via a atribuição de bolsas em níveis de mestrado, doutorado e iniciação científica, além da unidade CIM-EMBRAPII Unifesp.
A premissa para a execução dos testes foi de que íons de cobre podem interferir nas membranas celulares dos microrganismos, ocasionando, em última instância, a eliminação dos mesmos. Um dos frutos desse projeto foi o artigo científico intitulado “Micro-Addition of Silver to Copper: One Small Step in Composition, a Change for a Giant Leap in Biocidal Activity“, publicado na revista internacional Antibiotics, que se baseia em resultados obtidos após avaliação de ligas de cobre acrescidas por prata.
De acordo com o Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do CPDE, Márcio Rodrigues, diferentes ligas ricas em Cobre foram avaliadas em relação ao potencial microbicida, ou seja, de eliminação de microrganismos. “Durante a pandemia, buscamos opções de materiais que poderiam diminuir ou eliminar carga viral a partir de diferentes compartimentos, incluindo ambientes urbanos, clínicos, industriais e domiciliares. O princípio básico dos estudos foi a condução de um teste de desafio, no qual a liga metálica foi colocada em contato com suspensões microbianas de diferentes patógenos. A partir disso, foi realizada a análise do momento em que ocorre a diminuição ou eliminação da carga dos vetores”, detalha.
Ao longo da pesquisa, foram analisadas bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, além de fungos, representativos de patógenos promotores de doenças a partir do consumo de água ou alimentos contaminados, bem como pela falta de práticas de higiene no preparo e manipulação de materiais. Ainda, avaliou-se a efetividades das ligas sobre vírus, incluindo Influenza e SARS-CoV-2, com o objetivo de mensurar o potencial de diminuição da carga viral em um momento de pandemia.
Como resultado, todas as amostras testadas apresentaram capacidade biocida e eliminaram valores superiores a 99% das bactérias, fungos e vírus após período de exposição de 2 horas.
Recentemente, com o intuito de dar continuidade ao estudo e divulgar o conhecimento desenvolvido durante a pesquisa, foram instalados tubos da liga alpaca composta por cobre, zinco e níquel, nos corrimãos de um ônibus de transporte universitário da Unifesp, no Campus Diadema. A escolha da liga foi baseada na sua capacidade biocida, comprovada em testes laboratoriais e aliada à sua excelente resistência à corrosão, evitando o aparecimento de manchas causadas pela oxidação da superfície do material.
Estes resultados foram obtidos a partir de pesquisas realizados sob co-financiamento UNIFESP, CIM-EMBRAPII e Termomecanica. Segundo Rodrigues, eventuais variações não impactam a função biocida do material “É valido ressaltar que mudanças das características físicas das peças, incluindo alterações de cor, não afetam o desempenho da liga metálica na diminuição ou eliminação da carga microbiana do material”, reforça.
Cobre como agente antimicrobiano
O reconhecimento moderno e formal da ação antimicrobiana do Cobre ganhou força no século XXI. Em 2008, a Environmental Protection Agency (EPA), dos Estados Unidos, registrou oficialmente ligas de Cobre como materiais antimicrobianos capazes de eliminar bactérias em superfícies, um marco relevante para aplicações em hospitais e espaços públicos, por exemplo.
Entretanto, o especialista do CPDE explica que essa capacidade era comumente associada à composição química da liga e não à sua microestrutura, o que foi explorado pela pesquisa. “Neste estudo, o foco foi a alteração da microestrutura do material sem a mudança da composição química para a verificação do comportamento frente ao combate de microrganismos. Os resultados foram muito promissores, indicando que a microestrutura afeta de maneira significativa este comportamento e que esta característica pode ser potencializada com o processamento e tratamento térmico adequado”, reforça.
Rodrigues aponta, ainda, que esta pesquisa pode beneficiar diversos setores da sociedade, especialmente quando aplicada a ambientes de saúde ou públicos com alta concentração de pessoas. “Projetos baseados em superfície com ligas de Cobre podem proporcionar benefícios a diferentes segmentos, principalmente àqueles com elevada circulação de pessoas, como transporte público e escolas, ou que estão mais suscetíveis ao contágio de doenças transmitidas por via aérea, como hospitais, postos de saúde e laboratórios de análises clínicas”, salienta.
Parceria entre Termomecanica e Unifesp
A parceria com a UNIFESP teve início em 2019, com foco na capacidade biocida do Cobre e suas ligas, aprofundando os estudos relacionados ao tema e entendendo os benefícios de utilização de ligas de Cobre em ambientes de alta exposição de microrganismos. Em seguida, outra linha de pesquisa foi desenvolvida, com o objetivo de reaproveitar subprodutos de processos de fabricação. Mais recentemente, em 2024, a parceria rendeu o registro de uma nova patente voltada à economia circular e sustentabilidade.
Para Rodrigues, a parceria entre CPDE, Termomecanica e Unifesp reforça a importância da colaboração entre empresas e academia para o progresso técnico no país. “Do ponto de vista industrial, a aproximação entre empresas e universidades é uma das engrenagens mais importantes para a inovação, pois permite às companhias acesso a conhecimentos de ponta, reduzindo o tempo entre descoberta científica e aplicação prática. Além disso, essa colaboração contribui para disseminar conhecimentos de qualidade, de modo que a sociedade como um todo possa usufruir dessa maior proteção contra microrganismos conferida pela liga de Alpaca”, encerra.
Sobre a Termomecanica
A Termomecanica é líder no setor de transformação de Cobre e suas ligas, em produtos semielaborados e acabados, e atua, desde 2016, na fabricação de produtos em Alumínio. Fundada em 1942 pelo engenheiro Salvador Arena, é altamente capitalizada, com um patrimônio líquido superior a 3,2 bilhões de reais. Comprometida com o desenvolvimento sustentável, mantém programas de modernização e expansão que definem sua tradicional estratégia de reinvestimento de lucros e geração de empregos. A Termomecanica destaca-se no cenário brasileiro, pois parte de seus resultados são direcionados para transformação social por meio da sua controladora, Fundação Salvador Arena.
Uma das maiores indústrias privadas brasileiras, desde 1974 está entre as “Maiores e Melhores” da Revista Exame e, por dois anos (2017 e 2018), em primeiro lugar no ranking “As Melhores da Dinheiro”, no setor Mineração, Siderurgia e Metalurgia.
Sobre a Unifesp
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) teve origem na Escola Paulista de Medicina, fundada em 1933 e federalizada em 1956. Em 1994, tornou-se universidade federal, inicialmente voltada às áreas da saúde. Ao longo dos anos, expandiu sua estrutura física, atividades de ensino, pesquisa e atendimento à população, destacando-se o Hospital São Paulo, referência nacional em procedimentos de alta complexidade e formação prática de estudantes. A partir de 2005, a Unifesp pôde expandir-se para novos campi em diferentes cidades da Grande São Paulo, Vale do Paraíba e Baixada Santista, incorporando outras áreas do conhecimento além da saúde. Atualmente, possui unidades especializadas em medicina, enfermagem, humanidades, ciências ambientais, engenharias, economia e políticas públicas.
A universidade também fortaleceu a pós-graduação, a pesquisa científica e a internacionalização, tornando-se referência nacional em produtividade acadêmica. O ingresso na maioria dos cursos ocorre pelo SiSU, com base na nota do Enem, aliado a políticas de inclusão social, como cotas e auxílio-permanência. Além da formação acadêmica, a Unifesp desenvolve projetos sociais e programas de extensão voltados à transformação social. Sua gestão é orientada por princípios de transparência, participação democrática, inclusão, sustentabilidade e compromisso com a educação pública, tendo como missão produzir conhecimento e formar profissionais para contribuir com uma sociedade mais justa e sustentável.
| Dia | Cotação Dólar (R$) Ptax venda |
Cotações LME (US$) Cash Settlement |
|
| 01 | Seg | 5,0303 | 13819,00 |
| 02 | Ter | 5,0160 | 13966,00 |
| 03 | Qua | 5,0415 | 13920,50 |
| 04 | Qui | Feriado | 13872,00 |
| 05 | Sex | 5,1244 | 13731,00 |
| 08 | Seg | 5,1695 | 13661,00 |
| 09 | Ter | 5,1693 | 13716,00 |
| 10 | Qua | 5,1763 | 13370,00 |
| 11 | Qui | 5,1478 | 13420,00 |
| 12 | Sex | 5,0827 | 13603,00 |
| 15 | Seg | 5,0430 | 13714,00 |
| 16 | Ter | 5,0780 | 13682,00 |
| 17 | Qua | 5,0641 | 13736,00 |
| 18 | Qui | 5,1613 | 13612,00 |
| 19 | Sex | 5,1442 | 13530,50 |
| 22 | Seg | 5,1395 | 13642,00 |
| 23 | Ter | 5,1743 | 13334,00 |
| 24 | Qua | 5,2098 | 13181,50 |
| 25 | Qui | 5,1892 | 13194,00 |
| 26 | Sex | 5,1695 | 13287,00 |
| 29 | Seg | 5,1717 | 13302,50 |
| 30 | Ter | 5,1766 | 13341,00 |
| Média Mensal | 5,1276 | 13574,32 | |
| Média mensal (LME x US$) - R$/kg (sem impostos) | R$ 69,60 |
| "A" - VALORES DEVIDOS EM OPERAÇÕES INTERNAS (*) |
| 70% LME Cu x US$ (sem impostos) | R$ 48,72 |
| "B" - VALORES DEVIDOS EM OPERAÇÕES INTERESTADUAIS (*) |
| 70% LME Cu x US$ (com 12%) | R$ 55,37 |
| 70% LME Cu x US$ (com 7%) | R$ 52,39 |

A cadeia do Cobre no Brasil opera hoje com uma carga tributária que pode chegar a cerca de 24,5% sobre o valor do produto na etapa de transformação do metal e de suas ligas em semielaborados e acabados, somando ICMS, PIS, Cofins e IPI. Essa tributação se acumula ao longo da cadeia, no chamado efeito cascata, e se reflete no preço final.
Com a Reforma Tributária, os cinco tributos atuais dão lugar à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que formam o IVA dual brasileiro. A mudança de fundo para o setor do Cobre está na não cumulatividade ampla, porque o imposto passa a incidir sobre o valor agregado em cada etapa e o crédito acompanha a operação de forma mais limpa. Para quem está acostumado ao acúmulo de resíduos tributários ao longo da cadeia, isso representa uma diferença relevante no custo final.
Em 2026, a cobrança ainda está em fase de teste, com as empresas já destacando CBS e IBS nos documentos fiscais as alíquotas de 0,9% e 0,1%, mas sem recolhimento efetivo. A cobrança da CBS começa em 2027, quando PIS e Cofins serão extintos e o IPI será reduzido a zero, exceto para a Zona Franca de Manaus. A arrecadação do IBS também tem início em 2027, porém com o encargo repartido entre estados e municípios (0,05%) nesta fase de transição até 2028, com a extinção total de ICMS e ISS prevista para 2033.
São sete anos em que o modelo antigo e o novo convivem, um período longo que costuma ser visto como dificuldade. No entanto, é importante enxergá-lo como uma janela de calibração, tanto para os contribuintes se ajustarem quanto para o governo refinar as regras.
O que muda para quem depende do Cobre
O ponto que mais afeta o dia a dia das empresas do segmento é o fim dos benefícios fiscais estaduais. Os incentivos concedidos hoje por alguns estados distorcem a concorrência, e um fabricante em São Paulo perde competitividade para concorrentes instalados em estados como Santa Catarina e Espírito Santo, por exemplo, por conta de uma vantagem que não vem da eficiência industrial, mas da engenharia fiscal. Em certos negócios, esses benefícios chegam a inviabilizar a venda de quem não os tem. Com a reforma, todos os contribuintes passam a operar sob a mesma carga, o que tende a equilibrar as alíquotas aplicadas em toda a cadeia.
Há um segundo efeito, menos visível e talvez mais relevante, tendo em vista que a reforma condiciona a tomada de crédito ao recolhimento do tributo na etapa anterior, de modo que o crédito vira moeda de negociação e só existe se o imposto foi efetivamente pago. Isso ataca diretamente a informalidade e a sonegação, que são hoje a principal concorrência desleal do setor. As empresas inidôneas, que vendem mais barato porque não recolhem, perdem espaço, e as indústrias que já fazem o recolhimento correto ganham competitividade sem precisar mudar o processo produtivo. Com a redução da sonegação, abre-se margem para que as alíquotas efetivas de IBS e CBS sejam menores ao longo do tempo, o que beneficia o mercado interno e a exportação.
Para o gestor, a consequência prática aparece logo nas estratégias de compra, venda e formação de preço, que precisam ser revistas. Mecanismos como o split payment, o crédito amplo e a apuração assistida, se implementados conforme a norma, tendem a integrar mais os elos da cadeia. O bom controle de caixa dentro das novas regras de compensação de créditos e débitos passa a ser uma competência relevante para quem transforma e comercializa Cobre.
A reforma encontra o Cobre em um momento raro
A discussão tributária ganha outro peso quando se olha o lugar do Cobre na economia que está sendo construída. O metal é insumo essencial da eletrificação e está nos sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia, nos veículos elétricos e nos data centers que sustentam a evolução da inteligência artificial. São aplicações que exigem condução de energia e resistência mecânica, e o Cobre entrega as duas coisas.
No entanto, a UNCTAD, agência de comércio e desenvolvimento da ONU, projeta crescimento de mais de 40% no consumo global de Cobre até 2040 e estima que seriam necessárias 80 novas minas e US$ 250 bilhões em investimentos até 2030 para atender à eletrificação, às energias renováveis e à infraestrutura de inteligência artificial. Em contrapartida, a oferta não cresce no mesmo ritmo. O Grupo Internacional de Estudo sobre o Cobre (ICSG) projeta que o mercado de Cobre refinado passa de superávit a déficit em 2026.
O Brasil está posicionado para capturar parte desse movimento, e o IBRAM projeta que o segmento de Cobre receberá cerca de R$ 35 bilhões em novos investimentos até 2027. A produção nacional cresce e consolida o Cobre entre os metais mais relevantes da mineração brasileira. No entanto, as decisões de expansão de planta e adoção de novas tecnologias têm horizonte longo, e por isso a previsibilidade fiscal pesa na hora de investir.
Neste sentido, a reforma tributária e a transição energética avançam por caminhos próprios, mas se encontram nesse ponto. Um sistema fiscal mais simples e mais previsível, com menos informalidade, dá ao setor industrial brasileiro condições de acompanhar a aceleração da demanda por Cobre. As empresas que incorporam a reforma ao planejamento estratégico enxergam com mais clareza onde investir e como investir.
O que ainda falta resolver
Os regulamentos de IBS e CBS foram publicados ao fim de abril de 2026, mas ainda haverá ajustes de regras ao longo do ano e as alíquotas efetivas não estão definidas, o que mostra que a transição está longe de concluída. Pela leitura da Lei Complementar 214 e dos regulamentos, não há, por enquanto, tratamento específico para a transformação de sucata de metais não ferrosos no IBS, como existe hoje no ICMS. Há, também, lacunas em pontos sensíveis, como o regime de drawback suspensão, que não está contemplado da forma como o setor precisa. São temas em que as empresas e as entidades representativas estão dialogando com o governo para buscar ajustes.
Não avançar com a reforma tem um risco significativo, pois o país perde a oportunidade de combater a sonegação com um modelo que vincula o crédito ao pagamento do imposto, mantém o efeito cascata e preserva uma complexidade que já pesa sobre a indústria. Ficar parado tem um preço, e ele recai, nesse caso, sobre quem produz.
Desta forma, cabe às empresas do segmento acompanhar de perto cada publicação de norma, mapear os processos internos, manter todas as áreas de negócio envolvidas e atualizar ferramentas fiscais e tecnologias com olhar no presente e no futuro. Participar de capacitações sobre a reforma e testar nos próprios sistemas a emissão de notas fiscais com os novos campos de CBS e IBS são passos que reduzem risco e garantem um fluxo seguro de adequação. A transição vai até 2033 e cada ano traz uma camada nova. Quem se preparar a cada etapa atravessa esse período sem surpresas nem impactos financeiros inesperados.
Gerente de Planejamento Econômico e Financeiro da Termomecanica, empresa líder na transformação de Cobre e suas ligas.
| Dia | Cotação Dólar (R$) Ptax venda |
Cotações LME (US$) Cash Settlement |
|
| 01 | Sex | Feriado | 12895,00 |
| 04 | Seg | 4,9587 | Feriado |
| 05 | Ter | 4,9242 | 12970,00 |
| 06 | Qua | 4,9274 | 13351,50 |
| 07 | Qui | 4,9170 | 13326,00 |
| 08 | Sex | 4,8999 | 13445,00 |
| 11 | Seg | 4,8973 | 13673,00 |
| 12 | Ter | 4,8977 | 13872,00 |
| 13 | Qua | 4,9118 | 14097,00 |
| 14 | Qui | 4,9809 | 13986,00 |
| 15 | Sex | 5,0654 | 13553,50 |
| 18 | Seg | 5,0093 | 13428,00 |
| 19 | Ter | 5,0378 | 13410,00 |
| 20 | Qua | 5,0301 | 13418,00 |
| 21 | Qui | 5,0077 | 13427,00 |
| 22 | Sex | 5,0140 | 13545,00 |
| 25 | Seg | 5,0072 | Feriado |
| 26 | Ter | 5,0211 | 13570,00 |
| 27 | Qua | 5,0579 | 13540,50 |
| 28 | Qui | 5,0517 | 13513,00 |
| 29 | Sex | 5,0569 | 13615,00 |
| Média Mensal | 4,9837 | 13507,13 | |
| Média mensal (LME x US$) - R$/kg (sem impostos) | R$ 67,32 |
| "A" - VALORES DEVIDOS EM OPERAÇÕES INTERNAS (*) |
| 70% LME Cu x US$ (sem impostos) | R$ 47,12 |
| "B" - VALORES DEVIDOS EM OPERAÇÕES INTERESTADUAIS (*) |
| 70% LME Cu x US$ (com 12%) | R$ 53,55 |
| 70% LME Cu x US$ (com 7%) | R$ 50,67 |
| Dia | Cotação Dólar (R$) Ptax venda |
Cotações LME (US$) Cash Settlement |
|
| 01 | Qua | 5,1606 | 12270,00 |
| 02 | Qui | 5,1655 | 12147,00 |
| 03 | Sex | Feriado | Feriado |
| 06 | Seg | 5,1532 | Feriado |
| 07 | Ter | 5,1625 | 12252,00 |
| 08 | Qua | 5,0899 | 12552,00 |
| 09 | Qui | 5,0821 | 12455,00 |
| 10 | Sex | 5,0229 | 12660,50 |
| 13 | Seg | 5,0244 | 12820,50 |
| 14 | Ter | 4,9806 | 13095,00 |
| 15 | Qua | 4,9928 | 13155,00 |
| 16 | Qui | 5,0007 | 13180,00 |
| 17 | Sex | 4,9695 | 13149,00 |
| 20 | Seg | 4,9844 | 13163,00 |
| 21 | Ter | Feriado | 13200,50 |
| 22 | Qua | 4,9653 | 13198,00 |
| 23 | Qui | 4,9539 | 13190,00 |
| 24 | Sex | 5,0083 | 13230,00 |
| 27 | Seg | 4,9700 | 13212,00 |
| 28 | Ter | 4,9878 | 12890,50 |
| 29 | Qua | 4,9985 | 12992,00 |
| 30 | Qui | 4,9886 | 13015,50 |
| Média Mensal | 5,0331 | 12891,38 | |
| Média mensal (LME x US$) - R$/kg (sem impostos) | R$ 64,88 |
| "A" - VALORES DEVIDOS EM OPERAÇÕES INTERNAS (*) |
| 70% LME Cu x US$ (sem impostos) | R$ 45,42 |
| "B" - VALORES DEVIDOS EM OPERAÇÕES INTERESTADUAIS (*) |
| 70% LME Cu x US$ (com 12%) | R$ 51,61 |
| 70% LME Cu x US$ (com 7%) | R$ 48,84 |

O Brasil ocupa uma posição privilegiada no que se refere à expansão global dos data centers. Atualmente, o país é o 12º com maior volume de estruturas no mundo, segundo dados do Data Center Map, e será um dos principais destinos de investimentos, que deverão somar cerca de US$ 3 trilhões nos próximos cinco anos, de acordo com relatório da agência de classificação de risco Moody’s. Esse processo exigirá performance dos sistemas de geração e transmissão de energia e, nesse cenário, a indústria do Cobre se torna um importante player para assegurar a estabilidade dos sistemas.
Os investimentos crescentes em data centers estão cada vez mais impulsionados pelo avanço acelerado da inteligência artificial, que demanda volumes massivos de processamento e armazenamento de dados. Diferentemente das aplicações tradicionais, os modelos de IA, especialmente os mais avançados, exigem infraestrutura computacional de alta performance, com grande densidade de processamento, elevado consumo energético e sistemas sofisticados de resfriamento.
Nesse contexto, a computação em nuvem ganha ainda mais relevância ao permitir escalabilidade rápida e flexível, viabilizando o treinamento e a operação desses modelos sem a necessidade de grandes aportes iniciais em Despesas de Capital (CAPEX). Dessa maneira, o crescimento da IA se torna o principal vetor de expansão e transformação dos data centers modernos.
Do ponto de vista estrutural, esse movimento requer espaço físico amplo, infraestrutura elétrica englobando quadros, painéis e subestações elétricas, em que o Cobre é utilizado em fios e barramentos, além de sistemas de refrigeração e controles de segurança física e digital. Considerando esses fatores, as empresas que atuam em algum desses ecossistemas já vêm atendendo exigências técnicas mais complexas para o funcionamento desse tipo de sistema.
Indústria do Cobre no contexto de data centers
As principais características do Cobre, como elevada condutividade, troca térmica, alta resistência e durabilidade, fazem com que o metal seja o preferido para a fabricação de data centers. Ele é utilizado nas hastes de aterramento, condutores, quadros elétricos, fios, cabos, barramentos e conectores elétricos. O material também está presente nos sistemas de refrigeração, no formato de tubos, em trocadores de calor e componentes do sistema, além de ser ideal para suportar as altas cargas de trabalho dessa estrutura.
Este movimento de expansão do mercado exige uma adaptação da indústria do Cobre à maior demanda por materiais. Nesse sentido, gestores do setor vêm enfrentando custos logísticos elevados, carga tributária complexa e concorrência com produtos importados, principalmente os asiáticos, o que impacta diretamente a competitividade da produção nacional. No entanto, o cenário também apresenta oportunidades para as empresas, já que as estruturas de energia consomem um volume elevado do metal.
Países produtores de Cobre, como o Brasil, levam vantagem na corrida pela atração de data centers, pois, em via de regra, apresentam uma indústria de transformação capaz de atender demandas mais complexas com alto rigor técnico, o que pode gerar alternativas a produtos importados e abrir espaço para projetos mais rentáveis, com entregas antecipadas e personalizadas. Fatores como maturidade de mercado, consumo, segurança, disponibilidade de incentivos fiscais e a própria viabilidade econômica e financeira do projeto também impactam no direcionamento de investimentos para esta proposta.
Impacto na disponibilidade do metal
Uma das preocupações que o aumento dos data centers suscita é referente ao impacto na disponibilidade do Cobre. A curto e médio prazos, a expansão não deve acarretar a escassez local ou global do material, mas deverá pressionar os preços e limitar estoques com o aumento na demanda.
Porém, a S&P Global estima que, até 2040, setores de Inteligência Artificial, que abrange os centros de dados, e de defesa deverão ampliar a demanda global de Cobre em 50%, criando um cenário de déficit de 10 milhões de toneladas por ano, caso não haja reciclagem, mineração ou outras fontes de suprimento para a reposição do produto.
No contexto da economia circular, o cobre destaca-se por sua alta reciclabilidade e pelo seu elevado valor agregado. Sua capacidade de ser recuperado, processado e reinserido na cadeia produtiva reforça sua relevância como material estratégico para iniciativas de reaproveitamento e uso mais eficiente de recursos.
Futuro dos data centers no Brasil
Um estudo da Lenovo aponta que o data center do futuro será definido pela eficácia com a qual a estrutura pode escalar para IA, bem como o cumprimento de metas de sustentabilidade e a operação com a máxima eficiência energética.
A partir disso, ligas especiais supercondutoras para minimizar perdas energéticas, refrigeração híbrida e hyperscales para maior capacidade de processamento estarão mais presentes nesta estrutura, indicativos de que o Cobre continuará sendo um material relevante para o desenvolvimento do segmento.
O número de instalações de data centers no Brasil nos próximos anos aumentará exponencialmente das 195 atuais e, nesse cenário, também se espera um crescimento diretamente proporcional da produção e transformação do Cobre para atender a nova demanda, de maneira a proporcionar alta performance e estabilidade operacional à infraestrutura.
Essa é uma oportunidade para que a indústria brasileira ganhe espaço nesse mercado e assuma um papel cada vez mais protagonista e estratégico no fornecimento não somente do Cobre, mas de seus subprodutos para o segmento, ampliando a competitividade da produção nacional frente às importações.
Diretor de Tecnologia da Informação e Planejamento da Termomecanica, empresa líder na transformação de Cobre e suas ligas.
| Dia | Cotação Dólar (R$) Ptax venda |
Cotações LME (US$) Cash Settlement |
|
| 02 | Seg | 5,2001 | 13230,00 |
| 03 | Ter | 5,2870 | 12820,00 |
| 04 | Qua | 5,2091 | 12960,00 |
| 05 | Qui | 5,2447 | 12841,00 |
| 06 | Sex | 5,2878 | 12808,00 |
| 09 | Seg | 5,2139 | 12750,50 |
| 10 | Ter | 5,1622 | 12920,50 |
| 11 | Qua | 5,1596 | 12850,50 |
| 12 | Qui | 5,2051 | 12896,50 |
| 13 | Sex | 5,2541 | 12758,00 |
| 16 | Seg | 5,2647 | 12759,50 |
| 17 | Ter | 5,2022 | 12677,00 |
| 18 | Qua | 5,2112 | 12503,00 |
| 19 | Qui | 5,2587 | 11826,00 |
| 20 | Sex | 5,2800 | 12021,50 |
| 23 | Seg | 5,2440 | 11891,00 |
| 24 | Ter | 5,2599 | 11878,50 |
| 25 | Qua | 5,2275 | 12135,00 |
| 26 | Qui | 5,2308 | 12108,00 |
| 27 | Sex | 5,2376 | 12046,00 |
| 30 | Seg | 5,2353 | 12137,00 |
| 31 | Ter | 5,2194 | 12160,00 |
| Média Mensal | 5,2316 | 12498,98 | |
| Média mensal (LME x US$) - R$/kg (sem impostos) | R$ 65,39 |
| "A" - VALORES DEVIDOS EM OPERAÇÕES INTERNAS (*) |
| 70% LME Cu x US$ (sem impostos) | R$ 45,77 |
| "B" - VALORES DEVIDOS EM OPERAÇÕES INTERESTADUAIS (*) |
| 70% LME Cu x US$ (com 12%) | R$ 52,01 |
| 70% LME Cu x US$ (com 7%) | R$ 49,22 |

O avanço do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul inaugura uma nova etapa nas relações econômicas entre os dois blocos, que juntos representam cerca de 700 milhões de consumidores e aproximadamente um quinto do PIB mundial. A União Europeia é atualmente o segundo maior parceiro comercial do Brasil e representa um mercado de alto poder aquisitivo, com regras claras e previsibilidade regulatória. Para a indústria brasileira, o tratado combina abertura de mercado, revisão tarifária e alinhamento regulatório com um dos ambientes produtivos mais exigentes do mundo.
O acordo prevê a eliminação gradual de tarifas sobre a maior parte do comércio bilateral, sendo que diversos produtos industriais passam a contar com tarifa zero já no início da implementação, incluindo itens transformados de cobre, além de compromissos em áreas como serviços, compras governamentais, propriedade intelectual, medidas sanitárias e fitossanitárias e desenvolvimento sustentável. No caso brasileiro, a redução de tarifas na exportação de bens industriais tende a produzir efeitos diretos sobre segmentos que já operam com inserção internacional, mas enfrentam desvantagens tributárias no acesso ao mercado europeu.
Impactos para a cadeia do cobre
Na cadeia do cobre e suas ligas, a retirada de tarifas pode alterar de maneira significativa a competitividade das exportações. Atualmente, a incidência de imposto de importação na Europa encarece o produto brasileiro e, em determinadas linhas em que escala e preço são fatores essenciais, inviabiliza negociações. Com a eliminação dessas tarifas, o acesso ao mercado europeu passa a ocorrer em condições mais equilibradas para a indústria brasileira e com maior previsibilidade para o planejamento de longo prazo das exportações.
A abertura tende, ainda, a reativar negociações com compradores históricos e criar espaço para o desenvolvimento de nichos específicos, incluindo produtos de maior conteúdo tecnológico e aplicações voltadas a setores estratégicos. Energia, mobilidade elétrica e infraestrutura concentram demanda crescente por cobre, especialmente em função da transição energética e da eletrificação de processos industriais. O acordo também favorece maior integração às cadeias globais de valor nesses segmentos, ampliando a inserção de produtos transformados no Brasil em projetos industriais europeus.
Além disso, empresas multinacionais com operações produtivas no Brasil podem ampliar a utilização de fornecedores locais, à medida que o país passa a integrar com maior fluidez as cadeias globais vinculadas ao mercado europeu.
Concorrência e necessidade de escala para a indústria brasileira
Se no curto prazo a eliminação de tarifas favorece a exportação brasileira, no médio e longo prazo a redução gradual das barreiras para a entrada de produtos europeus no Brasil impõe ajustes. Setores industriais que atuam no mercado interno passarão a competir de maneira mais direta com empresas europeias, reconhecidas pela intensidade tecnológica e pela especialização produtiva.
Entre os principais desafios estão a necessidade de adequação a padrões ambientais e regulatórios mais estritos, a modernização tecnológica dos processos produtivos, o aumento da produtividade e a redução de custos operacionais, além da maior exposição às flutuações cambiais e às dinâmicas do comércio exterior.
Esse cenário exige ganho de escala, atualização de parque fabril e ampliação do conteúdo tecnológico dos produtos nacionais. Investimentos em automação, eficiência energética e customização tornam-se elementos cada vez mais importantes para sustentar a competitividade em um ambiente de maior exposição externa. Iniciativas relacionadas à inovação industrial, capacitação técnica e adoção de práticas avançadas de manufatura também passam a integrar essa agenda.
Com isto, a estratégia industrial passa a envolver planejamento de curto, médio e longo prazo, com mapeamento de riscos e reavaliação de portfólio. A abertura comercial tende a acelerar processos já em curso, sobretudo entre empresas que mantêm histórico de atuação internacional.
Sustentabilidade
O acordo incorpora compromissos relacionados à sustentabilidade, rastreabilidade e critérios ambientais, incluindo cláusulas ambientais vinculantes, com previsão de restrições em caso de descumprimento. No contexto europeu, exigências regulatórias associadas a emissões de carbono e práticas ESG influenciam decisões de compra e cadeias de suprimento. A partir disto, regras de origem, rastreabilidade e conformidade climática passam a ser fundamentais para exportação em setores industriais.
Nesse ponto, a matriz energética com elevada participação de fontes renováveis é um dos principais ativos da indústria brasileira. Em setores eletrointensivos, como o de metais não ferrosos, essa característica pode contribuir para reduzir a pegada de carbono do produto final, fator amplamente considerado por clientes europeus.
Ao mesmo tempo, a manutenção do acesso ao mercado europeu dependerá da capacidade de comprovar práticas de descarbonização, eficiência produtiva e governança. O atendimento a padrões técnicos e ambientais, historicamente utilizados como referência por indústrias brasileiras, tende a estimular modernização adicional.
Assim, a aproximação com o mercado europeu amplia a possibilidade de integração do Brasil a cadeias globais de valor associadas à transição energética e à infraestrutura. O cobre ocupa uma posição fundamental nesses segmentos, dada sua aplicação em geração renovável, redes elétricas, veículos elétricos e sistemas industriais.
A combinação entre capacidade produtiva instalada, energia de base renovável e adaptação tecnológica pode favorecer o posicionamento do produto brasileiro em projetos vinculados à descarbonização e à eletrificação.
Logística e infraestrutura
Do ponto de vista industrial, empresas brasileiras já mantêm participação em operações internacionais e acumulam experiência exportadora. A logística, entretanto, permanece como ponto de atenção, uma vez que a eventual ampliação do fluxo comercial com a Europa pode demandar redirecionamento de cargas e maior capacidade portuária, em um contexto no qual investimentos em infraestrutura ainda são insuficientes. Aprimoramentos em marcos regulatórios e medidas de facilitação de comércio também são apontados como necessários para ampliar a competitividade sistêmica.
A eficiência logística passa a integrar a equação de competitividade, especialmente para produtos de grande volume e baixo valor agregado, nos quais o frete exerce impacto significativo sobre o preço final.
Desta maneira, para que os efeitos do acordo se traduzam em ganhos estruturais, a agenda industrial assume um papel relevante. Investimentos em pesquisa e desenvolvimento, incentivos à agregação de valor a commodities e revisão de entraves tributários e logísticos compõem parte das medidas necessárias para ampliar a competitividade da indústria brasileira. Também fazem parte dessas iniciativas a ampliação de linhas de financiamento à exportação e o apoio à adaptação de pequenas e médias empresas aos padrões técnicos europeus.
Diante disto, a abertura comercial cria condições de mercado, e a consolidação de benefícios dependerá da capacidade de coordenação entre setor produtivo e políticas públicas voltadas à inovação, infraestrutura e ambiente regulatório.
Gerente Comercial da Termomecanica, empresa líder na transformação de Cobre e suas ligas
| Dia | Cotação Dólar (R$) Ptax venda |
Cotações LME (US$) Cash Settlement |
|
| 02 | Seg | 5,2587 | 12987,00 |
| 03 | Ter | 5,2236 | 13295,00 |
| 04 | Qua | 5,2359 | 13247,00 |
| 05 | Qui | 5,2580 | 12822,00 |
| 06 | Sex | 5,2341 | 12840,00 |
| 09 | Seg | 5,1943 | 12980,00 |
| 10 | Ter | 5,2021 | 13002,00 |
| 11 | Qua | 5,1836 | 13327,00 |
| 12 | Qui | 5,1674 | 13172,00 |
| 13 | Sex | 5,2288 | 12719,00 |
| 16 | Seg | Feriado | 12757,00 |
| 17 | Ter | Feriado | 12561,00 |
| 18 | Qua | 5,2349 | 12603,00 |
| 19 | Qui | 5,2257 | 12626,00 |
| 20 | Sex | 5,2006 | 12750,00 |
| 23 | Seg | 5,1635 | 12832,00 |
| 24 | Ter | 5,1682 | 13011,00 |
| 25 | Qua | 5,1440 | 13171,00 |
| 26 | Qui | 5,1382 | 13215,00 |
| 27 | Sex | 5,1495 | 13439,50 |
| Média Mensal | 5,2006 | 12967,83 | |
| Média mensal (LME x US$) - R$/kg (sem impostos) | R$ 67,44 |
| "A" - VALORES DEVIDOS EM OPERAÇÕES INTERNAS (*) |
| 70% LME Cu x US$ (sem impostos) | R$ 47,21 |
| "B" - VALORES DEVIDOS EM OPERAÇÕES INTERESTADUAIS (*) |
| 70% LME Cu x US$ (com 12%) | R$ 53,65 |
| 70% LME Cu x US$ (com 7%) | R$ 50,76 |
| Dia | Cotação Dólar (R$) Ptax venda |
Cotações LME (US$) Cash Settlement |
|
| 01 | Qui | Feriado | Feriado |
| 02 | Sex | 5,4372 | 12571,00 |
| 05 | Seg | 5,4351 | 12884,00 |
| 06 | Ter | 5,3797 | 13269,50 |
| 07 | Qua | 5,3880 | 13145,00 |
| 08 | Qui | 5,3860 | 12885,00 |
| 09 | Sex | 5,3707 | 13060,00 |
| 12 | Seg | 5,3760 | 13310,00 |
| 13 | Ter | 5,3764 | 13310,00 |
| 14 | Qua | 5,3795 | 13335,00 |
| 15 | Qui | 5,3846 | 13205,00 |
| 16 | Sex | 5,3798 | 13000,00 |
| 19 | Seg | 5,3653 | 13000,00 |
| 20 | Ter | 5,3790 | 13059,00 |
| 21 | Qua | 5,3368 | 12898,00 |
| 22 | Qui | 5,3118 | 12632,00 |
| 23 | Sex | 5,2879 | 12920,50 |
| 26 | Seg | 5,2760 | 13195,00 |
| 27 | Ter | 5,2392 | 12980,00 |
| 28 | Qua | 5,1838 | 12994,00 |
| 29 | Qui | 5,1956 | 13844,00 |
| 30 | Sex | 5,2301 | 13369,50 |
| Média Mensal | 5,3380 | 13088,88 | |
| Média mensal (LME x US$) - R$/kg (sem impostos) | R$ 69,87 |
| "A" - VALORES DEVIDOS EM OPERAÇÕES INTERNAS (*) |
| 70% LME Cu x US$ (sem impostos) | R$ 48,91 |
| "B" - VALORES DEVIDOS EM OPERAÇÕES INTERESTADUAIS (*) |
| 70% LME Cu x US$ (com 12%) | R$ 55,58 |
| 70% LME Cu x US$ (com 7%) | R$ 52,59 |