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Em Mandaguari, empresário Marcos Jovino, presidente do União Brasil, está sumido após ter admitido uma dívida milionária O empresário Marcos Jovino, o Marquinhos da Garagem, está desaparecido desde a manhã desta sexta-feira, quando foi visto pela última vez. A informação é do Portal Agora. Jovino, da MD Imóveis, foi candidato a prefeito daquela cidade da […]
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Em Mandaguari, empresário Marcos Jovino, presidente do União Brasil, está sumido após ter admitido uma dívida milionária
O empresário Marcos Jovino, o Marquinhos da Garagem, está desaparecido desde a manhã desta sexta-feira, quando foi visto pela última vez. A informação é do Portal Agora. Jovino, da MD Imóveis, foi candidato a prefeito daquela cidade da microrregião de Maringá, pelo PSD, em 2020, fazendo 6.415 votos, ficando em segundo lugar.
Jovino, presidente municipal do União Brasil em Mandaguari, teria alugado um veículo e viajado com a esposa e os dois filhos. As informações são de que ele deu um comando para funcionários para que cuidassem de um papagaio e também da sua residência. Enfrentando dificuldades financeiras, ele estaria devendo entre R$ 250 milhões e R$ 300 milhões. Em maio do ano passado ele anunciou à prefeita Ivoneia Furtado, vereadores e secretários municipais, a construção do Jovino Tower Hotel, hotel 3 estrelas, com 4 andares, 60 quartos, academia e salão de eventos, um investimento de R$ 20 milhões. Leia mais.
Imagem: Redes sociais
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Diante dos danos provocados por tornados e fortes temporais que atingiram o Paraná nos últimos dias, o Ministério Público está acompanhando as medidas de atendimento à população e articulando com órgãos públicos providências para enfrentar as consequências dos eventos climáticos. Em Maringá, uma das cidades mais afetadas pelo tornado registrado na madrugada de 2 de […]
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Diante dos danos provocados por tornados e fortes temporais que atingiram o Paraná nos últimos dias, o Ministério Público está acompanhando as medidas de atendimento à população e articulando com órgãos públicos providências para enfrentar as consequências dos eventos climáticos.
Em Maringá, uma das cidades mais afetadas pelo tornado registrado na madrugada de 2 de novembro, o Ministério Público participou, ainda na manhã do feriado, do Gabinete de Gestão de Crise organizado pelo Município. A estrutura, instalada em uma unidade do Corpo de Bombeiros, passou a funcionar ininterruptamente para coordenar as ações de resposta à emergência.
Durante a atuação no gabinete, o MPPR manteve contato com prefeito, secretários municipais, representantes da Procuradoria-Geral do Município e comandantes do Corpo de Bombeiros. O objetivo foi acompanhar as providências adotadas e contribuir para a articulação entre as instituições envolvidas no atendimento à população e na recuperação dos serviços essenciais.
Entre as prioridades estiveram a retomada do fornecimento de energia elétrica e dos serviços de comunicação, além da assistência às pessoas atingidas. Reuniões de acompanhamento passaram a ocorrer diariamente, no final da tarde, para avaliar o andamento das medidas e as necessidades identificadas.
A atuação preventiva na região já havia começado antes do evento climático. Em julho deste ano, o Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema) de Maringá instaurou procedimento administrativo para acompanhar a implementação do programa do MPPR “Municípios pelo Clima: compromisso para o enfrentamento dos desastres climáticos”. A iniciativa busca auxiliar os gestores municipais da região a estruturar suas coordenadorias de Proteção e Defesa Civil e desenvolver instrumentos de governança climática. (C/ Assessoria)
Foto: Divulgação
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Além de substituir a República de Jandaia do Sul, cidade pode até emplacar um ministro O deputado estadual Delegado Jacovós (PL) só não será presidente da Assembleia Legislativa se não quiser. Ele seria o escolhido do governador eleito Sergio Moro, informa João Zisman, da Tribuna do Paraná. Maringá teria o comando de dois dos três […]
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Além de substituir a República de Jandaia do Sul, cidade pode até emplacar um ministro
O deputado estadual Delegado Jacovós (PL) só não será presidente da Assembleia Legislativa se não quiser. Ele seria o escolhido do governador eleito Sergio Moro, informa João Zisman, da Tribuna do Paraná. Maringá teria o comando de dois dos três poderes, além de ter Ivan Bonilha, também daqui, na presidência do Tribunal de Contas do Estado do Paraná.
Em nível nacional, a aposta é que Enio Verri, se não permanecer como diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, pode ocupar um ministério no governo Lula 4.
Foto: Arquivo
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No dia 18 às 8h30 acontecerá o lançamento do livro Maringá – A cidade da gente, na AFMM; livro sobre os patrimônios de Maringá tem autoria de alunos da rede pública municipal e parceria com escritora e ilustrador profissionais Os patrimônios culturais e ambientais da cidade são o tema do livro Maringá – A cidade […]
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No dia 18 às 8h30 acontecerá o lançamento do livro Maringá – A cidade da gente, na AFMM; livro sobre os patrimônios de Maringá tem autoria de alunos da rede pública municipal e parceria com escritora e ilustrador profissionais
Os patrimônios culturais e ambientais da cidade são o tema do livro Maringá – A cidade da gente, que será lançado no dia 18, uma quinta-feira. Os autores são os alunos de cinco escolas da rede pública de ensino do município: escolas municipais Ayrton Plaisant, Campos Salles, José Galetti, Odete Ribaroli e Silvino Dias, em parceria com a escritora Luciana Nabuco e o ilustrador Olavo Costa. O livro faz parte do projeto A cidade da gente, produzido pela Editora Olhares e viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet –, por meio do Ministério da Cultura. A produção teve o patrocínio da Coca-Cola Femsa Brasil e contou com parceria da Secretaria Municipal de Educação.
As turmas de cada uma das escolas envolvidas investigaram e escreveram sobre dois temas da cidade, que se tornaram capítulos do livro. Em suas pesquisas, os alunos visitaram os patrimônios e receberam pessoas para falar dos temas nas escolas. As festas populares, a Capela Santa Cruz e a Corrida de rua foram alguns dos assuntos contemplados pelo livro. A visita dos estudantes da E.M. Campos Salles ao Parque do Ingá rendeu versos de autoria coletiva que cristalizam a memória desse dia: “Lá tinha um grande pavão/que era muito bonitão/Tem também a capivara/que apelidamos de Iara”.
“O projeto convida os estudantes a criarem uma cartografia afetiva de Maringá e, ao fazerem isso, vão além do conhecimento sobre o território: desenvolvem habilidades de pesquisa, leitura, escrita e pensamento crítico, além de se reconhecerem como agentes da história e do espaço. E isso é transformador!” comenta a coordenadora pedagógica do projeto, Giselle Germano.
“Acreditamos que contribuir para o desenvolvimento das comunidades onde estamos presentes também significa valorizar suas histórias, sua cultura e as pessoas que constroem seu futuro. Apoiar o projeto Maringá – A Cidade da Gente é uma forma de incentivar a educação, fortalecer o sentimento de pertencimento e dar protagonismo aos estudantes da rede pública, que passam a reconhecer e compartilhar a riqueza do patrimônio de sua cidade. Essa iniciativa reflete uma das premissas de sustentabilidade da Coca-Cola FEMSA Brasil: gerar valor para as comunidades e contribuir para um desenvolvimento que deixe um legado positivo para as próximas gerações.”, diz Jurema Cestari, gerente industrial da Coca-Cola FEMSA Brasil em Maringá.
2.650 exemplares do livro Maringá – A cidade da gente foram doados para a Secretaria Municipal de Educação distribuir entre as escolas da rede, para uso didático, o que garante que ele fará parte da educação de gerações de novos cidadãos de Maringá, que poderão aprender sobre a cidade a partir do olhar de outras crianças e adolescentes locais, como eles. Uma versão integral do livro pode ser acessada no site do projeto, www.acidadedagente.com.br.
Em seu texto de apresentação do livro, a Coca-Cola Femsa Brasil destacou: “Cada página revela mais do que lugares, histórias, manifestações culturais e referências que fazem parte da identidade da cidade. Revela também pessoas, memórias e saberes que, juntos, ajudam a construir o sentimento de pertencimento e a preservar aquilo que Maringá tem de único”.
Sobre o projeto – Com livros já publicados em mais de 50 cidades de norte a sul do país, a coleção A cidade da gente propõe uma parceria de escritores e ilustradores profissionais com professores e alunos das escolas públicas de cada cidade abordada para contar as histórias de seus patrimônios materiais, imateriais e ambientais. O projeto foi vencedor do prêmio Retratos da Leitura 2019, promovido pelo Instituto Pró-Livro para reconhecer ações destacadas de incentivo à leitura em todo o país, e também semifinalista em 2024 e finalista em 2026 do Prêmio Jabuti, principal premiação do setor editorial brasileiro.
Idealizado pela Editora Olhares, o projeto A cidade da gente completou 10 anos de publicações em 2025.
Trabalho com as escolas é um dos valores da coleção – Cada livro da coleção conta a história de um município brasileiro a partir de seus patrimônios e o roteiro de temas locais surge a partir da interação com gestores da educação e professores das redes municipais de ensino. Cada tema se torna o projeto de uma turma e os alunos são incentivados a investigar e dissertar sobre eles, tornando-se guias literários dos escritores na cidade. Assim, viram protagonistas de suas próprias histórias quando o livro toma forma.
Ao narrar as histórias dos patrimônios locais com o ponto de vista das crianças, os livros da coleção têm como objetivo apoiar a perpetuação e a disseminação da história das cidades abordadas, valorizando lugares e atividades importantes da memória coletiva da cidade, além de ampliar as noções das crianças sobre sua identidade e sobre o pertencimento à cidade e à região onde vivem. O projeto é também um importante apoio ao aprendizado, trazendo uma oportunidade de que ele aconteça a partir de temas locais e de interesse próximo para as crianças, como preconiza a Base Nacional Curricular Comum, do Ministério da Educação.
Livros se tornam referências locais – Produzido em geral em pequenos e médios municípios, os livros da coleção tendem a se tornar importantes referências de conhecimento para as cidades participantes, com linguagem acessível mesmo para quem não tem hábito de leitura e com a vantagem de trazer o ponto de vista das crianças locais.
Para garantir que o livro se perpetue nas escolas da rede pública de cada cidade, são distribuídos gratuitamente entre elas 2.600 exemplares de sua tiragem e oferecida uma formação de professores para reunir ideias de uso em diferentes disciplinas, estimulando o uso pelas turmas ano a ano, em temas diversos, por muitas gerações.
Sobre a Editora Olhares – Em um catálogo heterogêneo, os títulos da Olhares têm em comum a proposta de estruturar o conteúdo junto com os autores, o pensamento editorial e de design entrelaçados, a articulação entre textos e imagens para a construção de uma narrativa comum. Trata de temas da cultura brasileira, em especial nos campos da arte, da história, da fotografia, da arquitetura e do design. Além de títulos relevantes nesses segmentos, a editora conquistou prêmios como o Jabuti, o Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira e o Retratos da Leitura.
Sobre os autores – Luciana Nabuco é jornalista, tradutora, escritora e artista visual, nasceu no Acre e desde 2003 trabalha com a temática afro-indígena brasileira. Olavo Costa é quadrinista e ilustrador paulistano, adora desenhar desde criança. Formou-se em Artes Plásticas pela ECA-USP e, em mais de dez anos de carreira, ilustrou para revistas, jornais, álbuns de quadrinhos e dezenas de livros infantis e infanto-juvenis em parceria com escritores e artistas como Lourenço Mutarelli, Vincent Villari e Regiane Alves. (C/ Assessoria)
Imagem: Divulgação
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Proposta é liderada pelo deputado Evandro Araújo e já conta com 23 assinaturas. Foco da PEC paranaense é garantir segurança jurídica para a criação das polícias municipais Uma Proposta de Emenda à Constituição do Paraná, apresentada pelo deputado estadual Evandro Araújo na Assembleia Legislativa do Paraná, ganhou força nesta semana após a aprovação da PEC […]
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Proposta é liderada pelo deputado Evandro Araújo e já conta com 23 assinaturas. Foco da PEC paranaense é garantir segurança jurídica para a criação das polícias municipais
Uma Proposta de Emenda à Constituição do Paraná, apresentada pelo deputado estadual Evandro Araújo na Assembleia Legislativa do Paraná, ganhou força nesta semana após a aprovação da PEC da Segurança Pública pelo Congresso Nacional. A PEC prevê a inclusão das polícias municipais na Constituição do Estado e busca dar mais segurança jurídica aos municípios paranaenses que pretendem criar suas próprias corporações.
O texto altera o inciso XI do artigo 17 da Constituição Estadual, que trata das competências dos municípios, e passa a prever que as prefeituras podem “instituir Polícia Municipal para prevenir, inibir e coibir infrações penais ou administrativas e atos infracionais que atentem contra os bens, serviços e instalações municipais”. Na prática, a PEC dá respaldo para que os municípios criem suas polícias ou transformem suas guardas municipais em polícias.
“A PEC das Polícias Municipais já existia desde março do ano passado, mas, por uma avaliação jurídica, achamos melhor esperar a conclusão da votação no Congresso. Com a aprovação, agora queremos avançar com ela e fazer do Paraná o primeiro estado do país a ter uma previsão na Constituição Estadual que dê aos municípios amparo total para a migração das guardas municipais ou para a criação das novas polícias locais”, explica Araújo, autor da PEC.
A PEC foi protocolada na sessão plenária da última quarta-feira (4) com a assinatura de 23 deputados, acima do mínimo de um terço da Casa exigido para apresentar uma emenda à Constituição Estadual. “Pedi urgência para a matéria, já que alguns municípios do Paraná manifestaram interesse em adotar a medida o quanto antes. A PEC segue para a CCJ, e uma comissão especial deve ser criada para concluir a análise”, completa Araújo.
Nesta semana, o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, anunciou o início do processo de transição da Guarda Municipal da capital para Polícia Municipal. Segundo a prefeitura, a primeira etapa é aprofundar os estudos técnicos, jurídicos e administrativos necessários para a mudança.
PEC DA SEGURANÇA – A criação das polícias municipais é um dos pontos centrais da PEC da Segurança Pública, aprovada por unanimidade no Senado na última terça-feira (3) e que ainda aguarda promulgação. A emenda federal inclui as polícias municipais entre os órgãos de segurança pública listados no artigo 144 da Constituição Federal e autoriza os municípios a constituir corporações de natureza civil, organizadas em carreira e voltadas ao policiamento ostensivo e comunitário.
Para criar a polícia municipal, as prefeituras terão de cumprir uma série de requisitos: comprovar capacidade financeira, com receita própria compatível com a manutenção da corporação; cumprir integralmente a legislação das guardas municipais, caso já tenham uma; formar os agentes de acordo com os parâmetros nacionais; e passar por acreditação periódica do Conselho Estadual de Segurança Pública e Defesa Social. O texto federal também proíbe que um mesmo município mantenha órgãos de segurança com atribuições sobrepostas e submete guardas e polícias municipais ao controle externo do Ministério Público.
Hoje, ao menos 43 municípios do Paraná contam com guarda municipal, que somam cerca de 4,5 mil agentes, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Pelo texto aprovado no Congresso, qualquer município pode criar sua polícia, mesmo que ainda não tenha guarda municipal e independentemente do número de habitantes, desde que cumpra os demais requisitos exigidos. (Assessoria)
Foto: Divulgação
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Prefeitura mobiliza cerca de 600 servidores para atender às famílias atingidas; força-tarefa faz visitas domiciliares para identificar danos, levantar necessidades e encaminhar atendimentos emergenciais Aconteceu hoje reunião organizada pela Prefeitura de Maringá, no Teatro Calil Haddad, com cerca de 600 servidores, entre agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e equipes dos Centros […]
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Prefeitura mobiliza cerca de 600 servidores para atender às famílias atingidas; força-tarefa faz visitas domiciliares para identificar danos, levantar necessidades e encaminhar atendimentos emergenciais
Aconteceu hoje reunião organizada pela Prefeitura de Maringá, no Teatro Calil Haddad, com cerca de 600 servidores, entre agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e equipes dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras). A mobilização teve o objetivo de alinhar e padronizar a abordagem às famílias atingidas na segunda-feira pelo tornado, classificação de acordo com o Simepar, por meio de uma força-tarefa, para visitar as regiões afetadas, identificar necessidades e encaminhar os atendimentos necessários.
Durante a reunião foram repassados os detalhes do trabalho que os servidores realizarão a partir desta tarde, seguindo pelo final de semana. Com um questionário produzido em conjunto pelo prefeito Silvio Barros II (PP) com as secretarias de Saúde, Assistência Social e Defesa Civil, os profissionais visitarão as casas das regiões mais atingidas para cadastrar e documentar as necessidades de cada família. Os profissionais estarão com uniformes e identificados por meio de crachá da Prefeitura.
A Prefeitura pretende levantar dados como número de moradores em cada residência, danos causados ao imóvel, necessidades imediatas de reparos (árvore caída, saída obstruída, ausência de telhas, entre outros), abastecimento de água e energia, condições de saúde e uso de medicamento contínuo de cada morador, além de outras demandas emergenciais.
O prefeito reforçou que umas das prioridades será atender pessoas que não conseguem sair de casa ou avisar sobre a situação de suas moradias. “Eu visitei diversas regiões e encontrei pessoas de mais de 90 anos que moram sozinhas e não conseguiram nos notificar até hoje. Essa força-tarefa porta a porta serve justamente para encontrar pessoas com essas mesmas dificuldades, antes que algo pior possa acontecer.”
As famílias que perderam as condições de permanecer em suas casas podem entrar em contato pelo telefone (44) 98418-0579 para solicitar atendimento. O Ginásio Chico Neto foi preparado para receber os moradores que precisarem de acolhimento, com capacidade para até 75 pessoas. O espaço conta com camas, banheiros e alimentação disponibilizada pelo Restaurante Popular.
Como ajudar – Quem deseja atuar como voluntário ou disponibilizar equipamentos e maquinários pode fazer o cadastro no programa Pra Somar, por meio do link de inscrição. As informações serão utilizadas para organizar e direcionar as contribuições conforme as demandas identificadas pelas equipes. (C/ Assessoria)
Foto: Rafael Macri/PMM
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O ex-vereador e policial penal de carreira Luciano Brito deve deixar a Secretaria de Mobilidade Urbana no final do ano. Possivelmente volta a ocupar cargo de chefia em sua área. Com as recentes mexidas, o prefeito Silvio Barros II (PP) está conseguindo pura alegria para algumas secretarias, como a Semob, SAS e Esportes e Lazer. […]
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O ex-vereador e policial penal de carreira Luciano Brito deve deixar a Secretaria de Mobilidade Urbana no final do ano.
Possivelmente volta a ocupar cargo de chefia em sua área. Com as recentes mexidas, o prefeito Silvio Barros II (PP) está conseguindo pura alegria para algumas secretarias, como a Semob, SAS e Esportes e Lazer.
Foto: Arquivo/PMM
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Na avenida Colombo 7.838, em Maringá, homens retiram e desmontam nesta tarde um enorme painel de propaganda de um prédio que abrigou uma casa de materiais de construção e será ocupado por uma concessionária de automóveis. Os ventos de segunda-feira derrubaram o painel metálico. Fotos de Jorge Villalobos/Google Street View.
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Na avenida Colombo 7.838, em Maringá, homens retiram e desmontam nesta tarde um enorme painel de propaganda de um prédio que abrigou uma casa de materiais de construção e será ocupado por uma concessionária de automóveis.
Os ventos de segunda-feira derrubaram o painel metálico. Fotos de Jorge Villalobos/Google Street View.
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O tradicional Pastelão Italiano vai até sábado, das 17h às 22h, na Toca dos Leões de Maringá (rua Imburana, 140, Zona 5), em parceria com o Lions e com a participação do Marev. Custa R$ 35,00 e é somente por drive-thru. Mais do que uma tradição gastronômica, o Pastelão Italiano também contribui para a manutenção […]
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O tradicional Pastelão Italiano vai até sábado, das 17h às 22h, na Toca dos Leões de Maringá (rua Imburana, 140, Zona 5), em parceria com o Lions e com a participação do Marev. Custa R$ 35,00 e é somente por drive-thru.
Mais do que uma tradição gastronômica, o Pastelão Italiano também contribui para a manutenção das atividades do Marev (Associação Maringá Apoiando a Recuperação de Vidas) e para a continuidade do trabalho da instituição.
Foto: Reprodução/Redes sociais
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