Quando eu era jovem, chorava até í s lágrimas com os monólogos que o tornaram conhecido e com a desajeitada maneira de cantar os “malmequeres de Santarém”!
Hoje, ao ve-lo partir, e recordando as participações dele em programas de televisão e mesmo em alguns debates, sinto que a sua maneira de encarar a vida é, de facto, pouco vulgar.
Ele conseguia ter sempre um comentário jocoso, sem ofender e crítico, sem desmoralizar.
Como ouvi í sua companheira, todos os dias ele se esforçava por levar uma ideia nova ou uma palavra diferente.
Criativos destes, procuram-se!
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