Acompanhe todos os depoimentos de servos e acampantes do Retiro Ruah de 2026:
“O acampamento tem o poder de nos aproximar de Deus e nos transformar. Neste ano, servi pela primeira vez e tive a oportunidade de reviver o meu próprio encontro do ano passado, revivendo cada sentimento. Fazer o acampamento é incrível, mas servir é ainda mais transformador. Porque você passa a viver todos os lados: o servir com amor e o estar presente de coração aberto”.
João Pedro da Silva Palmeira, 20 anos – servo
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“Logo no primeiro ano servindo fui sentinela, o mais novo, e logo percebi como esse chamado moldou minha vida de oração. Eu sentia tudo o que os acampantes podiam estar passando, tentava ser esse apoio para eles, mesmo morrendo de nervosismo. Acho que Deus fez isso pra me mostrar o quanto o acampamento Ruah é para vivermos algo novo, e Ele fez o novo em mim. Hoje, vejo os frutos da Sua obra e não podia me motivar mais a seguir esse caminho de santidade”.
Davi Marinho Noleto, 16 anos – servo
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“Antes do acampamento, eu já era uma pessoa que sempre teve muita fé em Deus, mas ainda não entendia o quanto eu precisava me aproximar mais de Deus. Durante o acampamento, vivi momentos que me fizeram perceber que a Igreja não deve ser encarada como uma obrigação, mas sim como parte do nosso dia a dia. Depois dessa experiência, me aproximei ainda mais da Igreja e do que realmente importa”.
João Paulo Guedes, 19 anos – acampante
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Venho de uma família muito católica, que sempre me ensinou o caminho de Deus. Sempre tive o sonho de ser jogador de futebol. Passei por muitas dificuldades em São Paulo e Goiás tentado alcançar esse sonho, inclusive rompi o ligamento cruzado do joelho. Depois disso, fiquei muito bravo com Deus, questionava porque eu estava passando por tudo isso. Acabei me tornando um católico de fachada. Parei de rezar e frequentava as missas sem fé. Eu literalmente perdi a fé. Quando abriram as inscrições do acampamento, não queria ir. Fui, por insistência da minha mãe. Foi um divisor de águas em minha vida. Eu me reconectei com Deus, voltei a sonhar e percebi o quanto eu era ingrato. Tenho uma família linda, pessoas maravilhosas ao meu lado, e Deus sempre esteve comigo, mesmo quando eu não reconhecia isso. Foram os melhores três dias da minha vida. Pude ver que Deus me ama, independentemente da situação ou do momento”.
Leonardo Filho Mourão Boa Sorte, 16 anos – acampante
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Foi a primeira vez que servi no acampamento do grupo Ruah. Em 2025 eu fui acampante e vivi experiências maravilhosas durante os três dias e me lembro de admirar a todos que estavam ali se doando para que eu pudesse ter as melhores experiências. Então, ser chamada para servir foi motivo de muita felicidade, mas exige muita responsabilidade, oração e discernimento. Sem dúvidas, eu posso afirmar que foi um fim de semana de muitas graças, pois estar o tempo todo intercedendo pelos jovens que estão ali, pedindo pelo Espírito Santo naquele lugar, adentrando os corações de cada um, também me aproximou mais de Jesus. Da chegada até o último momento junto com os acampantes e servos senti muita alegria, pois todos os momentos nos fortaleceram, as pregações, a convivência, a adoração, não tocam somente o coração dos que estão ali pela primeira vez, mas também de todos que estão servindo e se esforçando para que tudo saia como planejado.
Cada entrega, cada testemunho que eu via só me fazia sentir que estava no lugar certo e que tudo estava valendo a pena. Continuo com esse sentimento após a finalização do acampamento ao ver diariamente os jovens que fizeram o acampamento seguindo os caminhos do Senhor, participando dos grupos aos sábados e descobrindo seu lugar lá dentro. Todos deveriam ter a experiência que eu tive nesse primeiro acampamento como serva, vivemos momentos de muita entrega, desafios, orações e alegrias. Sou muito grata por fazer parte desse grupo e ter a oportunidade de ajudar mais jovens a seguir o caminho da santidade!
Gabriella Guedes Feitosa, 23 anos – serva
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Eu fui ao acampamento com receio, mas com o coração aberto ao que pudesse viver. No início, me senti deslocada, como se não pertencesse àquele lugar. Era tudo novo, estranho, e por um instante pensei que talvez não fosse para mim. Mas, aos poucos, tudo foi mudando. Conheci pessoas incríveis, fiz amizades sinceras, e aquele sentimento de estar perdida foi dando lugar a um acolhimento que eu não esperava encontrar.
Viver o acampamento foi algo verdadeiramente extraordinário. Foi muito além de momentos bons, foi uma experiência que me tocou profundamente. Eu pude sentir coisas que eu nem sequer sabia que precisava sentir. E, acima de tudo, viver a presença do Espírito Santo foi indescritível. Foi leve, intensa e transformadora ao mesmo tempo. Era exatamente o que meu coração precisava, mesmo sem eu ter consciência disso. Foi um encontro que me trouxe paz, clareza e um amor difícil de explicar em palavras.
Partilhar tudo isso com pessoas que, no começo, eram completamente desconhecidas, foi curioso. No início, parecia estranho se abrir, confiar, viver algo tão profundo com “estranhos”. Mas o mais impressionante foi perceber que, no último dia, já não existiam mais estranhos: éramos uma família. Criamos laços verdadeiros, daqueles que marcam e que queremos sempre carregar conosco.
Cada conversa, cada momento, cada emoção vivida ali teve um propósito. Voltei para casa com o coração leve, cheio de gratidão e transbordando de paz. Com toda certeza, foi uma das experiências mais bonitas e marcantes da minha vida. Viver o acampamento e sentir o Espírito Santo foi algo simplesmente maravilhoso, necessário e inesquecível.
Emanuelly Rocha da Silva Carvalho, 17 anos – acampante
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O acampamento foi um momento muito importante para o meu fortalecimento em Deus, além de muito divertido. Eu tinha dúvidas sobre o quão significativo ele seria para mim, mas lá percebi que dentre muitas vivências e laços estabelecidos, fui muitas vezes privilegiado pela graça de Deus, sentindo Seu amor. Com a experiência, tive muitas reflexões que agregaram nas minhas tomadas de decisões no pós-acampamento, de forma que sempre levarei comigo o que aprendi nele. Por fim, acho que tanto para os jovens que não possuem vínculos fortes com o Pai, quanto para aqueles que já tem, esse acampamento é uma fase muito importante de ser vivida e vale cada momento.
Mohamad Assaf Mourão, 17 anos – acampante
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Participar do Acampamento do Grupo de Jovens Ruah foi uma das melhores experiências da minha vida! Quando anunciaram que teria o acampamento, eu estava viajando e soube por algumas amigas. Um final de semana depois, fui à Missa de domingo para fazer minha inscrição. Quando cheguei com mais duas amigas para nos inscrevermos, as vagas estavam esgotadas. Fui para casa muito triste, e a partir disso comecei a rezar todos os dias para que eu conseguisse uma vaga. Até que um dia recebi uma mensagem da Elisa (integrante do Ruah) dizendo que, mesmo que tivesse vaga, eles não colocariam mais ninguém. Fiquei triste de novo e já tinha desistido. Até que na Missa de Lava-Pés, rezei pedindo que, se fosse da vontade de Deus, eu pudesse ir ao acampamento. Cerca de 40 minutos depois que saí da Igreja, recebi uma mensagem da Elisa perguntando se eu ainda tinha interesse na vaga, e fiquei MUITO feliz. Disse o melhor “SIM” que eu poderia ter dito!
Passei a semana inteira pensando no acampamento e muito ansiosa. Chegou o final de semana mais esperado. Na Missa de envio, eu estava muito tensa, porque nunca tinha acampado, dormido em uma barraca e coisas do tipo. Quando chegamos no lugar que aconteceria o acampamento, senti um alívio imediato e então me entreguei totalmente e aproveitei todos os momentos!
No domingo, quando chegou a hora de ir embora, eu não queria de jeito nenhum, mas sabia que voltaria transformada. Na Missa de encerramento, eu estava tão leve e feliz que minha vontade era fazer tudo de novo, mesmo que tivesse que tomar o banho mais rápido do mundo, me sujar ou tomar chuva, molhando todas as roupas e colchões, queria viver tudo novamente.
Fui recepcionada em casa com o meu quarto todo decorado, com balões e vários recadinhos. Passei a semana inteira seguinte muito leve e “aleluiada” como diz minha família. No sábado seguinte, no encontro do pós-acampamento, eu fiquei muito feliz em ver todo mundo de novo e lembrar de tudo que vivemos lá. Foi a melhor experiência que já vivi, e foi transformador na minha vida. Não vejo a hora de servir e ver outras pessoas saindo de lá cheios da presença de Deus e do Espírito Santo!
Giulia Casagrande Piccolo, 15 anos – acampante
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