O post Viveiros do ICNF têm 110.000 plantas autóctones para dar aparece primeiro no AGRICULTURA E MAR.
]]>O Floresta Comum promove 3 tipologias de projectos:
1- Projectos Florestais e de Conservação da Natureza e Recuperação da Biodiversidade,
2- Projectos Educativos, 3- Projectos para Parques Urbanos.
O regulamento e os formulários de candidatura estão disponíveis aqui.
O Floresta Comum é uma parceria entre a Quercus, o ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, a ANMP – Associação Nacional de Municípios Portugueses, e a UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Esta parceria surgiu com o objectivo de incentivar a criação de uma floresta autóctone com altos níveis de biodiversidade e de produção de bens e serviços de ecossistema. É parcialmente financiado pelo projecto Green Cork – reciclagem de rolhas de cortiça — e conta com o mecenato da REN – Redes Energéticas Nacionais.
“São múltiplas as vantagens em melhorar a composição da floresta portuguesa com recurso a espécies autóctones, como os carvalhos, o sobreiro, a azinheira, o freixo, entre diversas outras, com importantes benefícios ecológicos, sociais e económicos”, refere a Quercus em comunicado de imprensa.
A promoção da floresta própria das regiões, “para além de diversas utilizações e uma melhoria da paisagem, possibilita também, entre outros, uma adequada adaptação às condições locais, incluindo aos períodos de seca, um aumento da biodiversidade, uma maior resistência a pragas e doenças, uma melhor contribuição face às alterações climáticas e uma maior resistência aos incêndios rurais/florestais”, acrescenta.
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]]>O post ADVID debate gestão sustentável dos recursos hídricos. 1 de Julho em Vila Real aparece primeiro no AGRICULTURA E MAR.
]]>“A crescente pressão sobre os recursos hídricos exige necessariamente novas abordagens e ferramentas para a sua gestão sustentável. A água é um recurso essencial em qualquer sistema agrícola, tendo um papel fundamental na produtividade e qualidade do produto final”, realça uma nota de agenda da ADVID.
Numa perspectiva de optimização da eficiência no uso e gestão da água, mitigação dos potenciais efeitos negativos das alterações climáticas e promoção da sustentabilidade nas suas diferentes componentes, durante a sessão serão exploradas soluções inovadoras que integram tecnologias emergentes e ferramentas avançadas de gestão, com casos práticos da sua aplicação, bem como a apresentação da tecnologia DRI (Deep Root Irrigation), acrescenta a mesma nota.
Será dado igualmente destaque à utilização de fontes alternativas de água para rega em viticultura, nomeadamente das ApR (águas para reutilização), com um foco muito particular nos principais avanços e resultados no âmbito do Projecto Regadouro.
O Projecto Regadouro, tendo em vista a promoção da eficiência ambiental e económica do sector, o tem como objectivos fundamentais não só o de aumentar o conhecimento sobre a reutilização de água tratada na rega, como também o de fomentar o aproveitamento dos nutrientes e fertilizantes presentes na mesma, contando para esse efeito com o conhecimento científico da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), com o apoio técnico da ADVID e com a contribuição tecnológica da Veolia.
A ADVID relembra que os formandos inscritos na Formação “Viticultura Avançada”, já se encontram automaticamente inscritos neste Workshop, não sendo, nesse caso, necessária a inscrição.
A participação é gratuita mas de inscrição obrigatória, aqui.
Programa completo aqui.
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]]>O post Vila Real recebe workshop sobre detecção remota no apoio à gestão vitivinícola aparece primeiro no AGRICULTURA E MAR.
]]>Este workshop insere-se na formação PRR Vine & Wine, que faz parte das Agendas Mobilizadoras para a Inovação Empresarial apoiadas pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência e pelos Fundos Europeus (NextGeneration EU), e tem como objectivo aumentar a competitividade e resiliência do sector da vinha e do vinho em Portugal.
Segundo uma nota de agenda da ADVID, esta acção tem como objectivo capacitar os participantes com conhecimentos sobre algumas aplicações disponíveis de Sistemas de gestão de apoio à decisão nas explorações vitícolas, através da criação de indicadores para apoiar decisões estratégicas na gestão das vinhas.
No workshop serão apresentadas, pelas empresas, várias aplicações que estão em uso na região há vários anos e, por isso, com um grau de maturação e adaptação elevado, permitindo monitorizar variáveis em tempo real, como custos de produção, com os diferentes consumos intermédios, promovendo uma produção mais eficiente e sustentável.
Na apresentação das aplicações será dado destaque às suas vantagens e desvantagens, com ênfase da perspectiva dos utilizadores destas aplicações, que importa numa óptica de melhoria contínua, adianta a mesma nota.
Este workshop complementa-se com a apresentação do modelo de inquérito que está a ser desenvolvido pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em pareceria com a Associação ProDouro, e que visa responder à necessidade de alguns tipos de explorações, que têm necessidade de determinar os custos de produção vitícola.
“Com este workshop, espera-se que os participantes compreendam as vantagens e desvantagens no uso destas aplicações para tomar decisões mais fundamentadas, reduzindo custos e minimizando impactos ambientais”, realça a mesma nota adiantando que a formação destina-se a técnicos, administrativos e gestores de explorações vitícolas, responsáveis por carregar informação nas aplicações e pela sua utilização na tomada de decisão.
A ADVID relembra que os formandos inscritos na Formação 8.1.1 “Optimização das operações na vinha utilizando técnicas/tecnologias inovadoras”, já se encontram automaticamente inscritos neste workshop, bem como nos restantes eventos que possam vir a decorrer no âmbito desta formação, não sendo, nesse caso, necessária a inscrição.
Programa aqui. Inscrições aqui.
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]]>O post Francisco Morales substitui Javier Bernabéu na gerência da Sakata Seed Iberica aparece primeiro no AGRICULTURA E MAR.
]]>Bernabéu iniciou a sua relação com a Sakata em 1995 e, rapidamente, conseguiu posicionar a empresa como líder em sementes de brássicas na Península Ibérica e transformá-la numa das subsidiárias mais importantes da Europa, tendo o brócolo como símbolo, refere uma nota de imprensa da empresa.

Conhecido pela sua paixão pelas sementes, dinamismo, esforço constante e simplicidade, Javier Bernabéu conquistou o respeito e a admiração de todo o sector pelo seu grande compromisso na promoção do consumo de frutas e hortaliças. “Além de consolidar a Sakata como referência no sector, o meu maior objectivo foi que todas as pessoas conhecessem o valor da agricultura e das sementes como a origem do sistema alimentar”, declara Javier Bernabéu.
Com mais de 25 anos de experiência no sector agrícola, sendo 18 deles no mundo das sementes como responsável pelo desenvolvimento de variedades, Francisco Morales encara agora uma nova fase repleta de desafios. Morales, com uma longa trajectória tanto na Península Ibérica como na Europa, liderando equipas e lançando variedades, trabalha ao lado de Javier há cinco anos.
“Assumir o legado de Javier é um grande orgulho e uma enorme responsabilidade para continuar a manter o nosso compromisso com o sector produtivo e toda a cadeia de valor. Além disso, juntamente com toda a equipa de profissionais da Sakata Ibérica, garantiremos o crescimento que a empresa espera num mercado de referência a nível mundial”, afirma Francisco Morales.
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]]>O post Centro de Competências do Pinheiro-Bravo publica edição técnica sobre controlo de acácia-de-espigas em pinhal-bravo aparece primeiro no AGRICULTURA E MAR.
]]>A espécie invasora acácia-de-espigas (Acacia longifolia) é cada vez mais comum nas áreas florestais, incluindo pinhais, sobretudo os localizados na faixa litoral, embora esta também surja, progressivamente, no interior do País. A sua presença coloca desafios técnicos, operacionais e económicos a gestores e proprietários florestais, avança uma nota de imprensa do Centro Pinus — Associação para a Valorização da Floresta de Pinho.
A edição organiza-se em função das fases de desenvolvimento do pinhal e apresenta estratégias para situações em que a conta de cultura não permite a repetição de várias intervenções, de que é exemplo o recurso ao controlo biológico que começa a demonstrar resultados muito interessantes, realça a mesma nota.
Ainda que esta espécie de acácia possa rebentar de toiça, o principal factor que perpetua a invasão da acácia-de-espigas é o banco de sementes no solo. Isto porque as sementes podem permanecer viáveis durante muitos anos e germinar em massa após perturbações, como o fogo ou mobilizações do solo. Por vezes, os gestores florestais podem, inadvertidamente, contribuir para a introdução da acácia-de-espigas ou para o agravamento da sua presença, e esta edição pretende também alertar para esses riscos
A preparação deste trabalho teve uma metodologia colaborativa, uma vez que além da consulta de documentação, contou com o contributo de vários técnicos, especialistas e investigadores. A autora principal é Carine Azevedo que coordenou os contributos de: Elizabete Marchante, Hélia Marchante, Henrique Reis, Joana Carinhas, Liliana Duarte, Luís Sarabando, Manuel Luís Rainha, Maria Cristina Morais, Rui Batista, Sarah Ferreira e Susana Carneiro.
A produção dos conteúdos desta edição, assim como a dinamização do envolvimento de vários peritos, foi financiada pelo contrato-programa entre o Fundo Ambiental e os Centros de Competências do Sector Florestal, no âmbito do investimento “RE-C08-i05 – Programa MAIS Floresta (Reforço de Actuação dos Centros de Competência do Sector Florestal)” da “Componente C08 – Florestas” do Plano de Recuperação e Resiliência. Este é um projecto gerido pelo Centro Pinus.
Pode consultar a edição técnica sobre “Controlo de acácia-de-espigas em pinhal-bravo” aqui.
A primeira edição desta série, “Controlo de Háquea-picante em pinhal-bravo”, pode ser consultada aqui
O Centro de Competências do Pinheiro-Bravo é um espaço de partilha e articulação de conhecimentos, capacidades, competências e recursos, que congrega agentes económicos da fileira do pinho, entidades do sistema científico nacional e a administração pública. Actualmente não tem personalidade jurídica ou sede física, rege-se pelo seu protocolo de constituição e tem como Equipa de Coordenação o Centro Pinus, o INIAV — Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).
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]]>O post II Simpósio de Olivicultura e Azeites realiza-se a 8 de Janeiro de 2025. Inscrições ainda abertas aparece primeiro no AGRICULTURA E MAR.
]]>Este evento tem como objectivo promover o intercâmbio de conhecimentos e práticas inovadoras no sector olivícola, reunindo especialistas, produtores, estudantes e entusiastas da área, avança uma nota de agenda da organização.
O Simpósio conta com temas dedicados às variedades autóctones, o olival superintensivo, a tecnologia do cultivo ao azeite, a gestão do solo com cobertos vegetais semeados, cooperativismo e mercados e economia circular, apresentando ainda soluções baseadas em cobertura do solo com mulch e biochar procedentes de resíduos do lagar para reverter processos de desertificação nos olivais do mediterrâneo.
A partir das 15h40 haverá uma mesa redonda dedicada aos “Desafios e Oportunidades na Fileira Oleícola”, contando com Francisco Ataíde Pavão (presidente da APPITAD – Associação dos Produtores em Protecção Integrada de Trás-os-Montes e Alto Douro), António Cordeiro (do INIAV — Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária), Joaquim Moreira (CEO da Acushla) e Teófilo Ferreira (Cooperativa de Freixo de Espada à Cinta). Uma mesa redonda a ser moderada por Carlos Caldeira, director da Revista Agricultura e Mar.
As inscrições estão ainda abertas e pode ser feitas aqui.
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]]>O post Projecto TrunkBioCode apresenta ferramentas de diagnóstico das doenças do lenho da videira aparece primeiro no AGRICULTURA E MAR.
]]>O workshop visa dar a conhecer aos vitivinicultores o estado actual a nível da incidência das doenças do lenho da videira em Portugal continental, e as ferramentas de diagnóstico que foram desenvolvidas no âmbito do TrunkBioCode.
O projecto TrunkBioCode foi desenhado como o objectivo de desenvolver uma abordagem inovadora e “bottom-up” visando o diagnóstico da presença de agentes patogénicos (baseado em DNA) pertencentes ao complexo das DLVs (Doenças do Lenho da Videira), em material vegetal. Para tal foram desenvolvidos testes a dois níveis diferentes, sendo o primeiro em contexto laboratorial e o segundo, ”in –loco” (testes de campo), avança uma nota de agenda da ADVID.
O TrunkBioCode foi um dos grandes vencedores da 10ª edição do Prémio Empreendedorismo e Inovação Crédito Agrícola, distinguido na categoria Resposta a Stresses Bióticos e Abióticos. “É sempre um orgulho receber um prémio que reconhece o nosso trabalho, mais ainda por uma instituição como o Crédito Agrícola que avalia o potencial da tecnologia vir a servir o sector agrícola, de uma forma sustentável”, referiu então a docente da UTAD, Paula Lopes Martins.
Este biossensor de DNA, desenvolvido pela UTAD) em colaboração com a Requimte, o Instituto Superior de Agronomia, a Faculdade de Ciência da Universidade de Lisboa e o Instituto de Ciências de la Vid y el Vino (Espanha), é utilizado na detecção das Doenças do Lenho em Videira (DLV) in loco, com uma quantidade ínfima de material vegetal, preservando a viabilidade das plantas.
Pode consultar o programa aqui.
Inscrições aqui.
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]]>O post CITAB aposta em radiação UV-C no combate às pragas e doenças nas vinhas do Douro aparece primeiro no AGRICULTURA E MAR.
]]>“Queremos estimular as defesas naturais das videiras e, para isso, vamos seleccionar a melhor combinação ‘dose/frequência’ de radiação UV-C, sem provocar efeitos secundários, ao mesmo tempo que asseguramos a qualidade da uva”, esclarece Lia-Tânia Dinis, coordenadora do projecto.
No terreno, a equipa do CITAB vai contar com a ajuda de um protótipo que fará viagens entre os valados. Este aparelho, ainda em fase de optimização e desenvolvimento, terá um formato tubular e será revestido com lâmpadas UV-C, explica uma nota de imprensa do Centro de Investigação.
“Comparativamente com a radiação UV-B, as lâmpadas de UV-C apresentam um comprimento de onda mais curto, sendo necessário um menor tempo de aplicação para alcançar o mesmo efeito. No caso da vinha, estamos a falar de apenas uns segundos de exposição”, detalha Lia-Tânia Dinis.
A radiação UV-C será aplicada ao final do dia e, numa fase inicial, os testes serão feitos na casta Sauvignon, por ser uma casta muito comercial e susceptível a doenças. Nos últimos anos e por causa dos efeitos das alterações climáticas, aumentou a incidência de pragas e doenças na vinha. Também a intensificação do cultivo da vinha e a globalização, que facilita a entrada de novas pragas vindas de outras regiões, contribuem para essa tendência.
“A praga sobre a qual vamos incidir este estudo é a traça-da-uva, uma das mais preocupantes para os viticultores. No entanto, existem outras pragas que também afectam as vinhas, como o ácaro-da-vinha, a cigarrinha-verde, a filoxera e a cochonilha. Cada uma dessas pragas pode causar danos significativos à produção, comprometendo a qualidade e a quantidade das uvas”, alerta a investigadora do CITAB.
Com arranque previsto para o início do próximo ano, o projecto vai desenvolver um sistema de apoio à decisão. A recolha contínua de dados climáticos e da previsão das condições ideais para o desenvolvimento de pragas e doenças vão permitir a aplicação de radiação UV-C em momentos-chave, que maximizem a sua eficácia, realça a mesma nota.
Financiado em 250 mil euros pelo BPI-Fundação “La Caixa”, o projecto “UVineSafe” vai decorrer até 2028 e junta o CITAB, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP), as empresas Castros e Matglow e, ainda, a Fundação Casa de Mateus.
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]]>O post CCDR Algarve lança Prémio Inovação na 10ª Feira da Dieta Mediterrânica aparece primeiro no AGRICULTURA E MAR.
]]>“A Dieta Mediterrânica, cuja comunidade representativa de Portugal é Tavira, é um património vivo de todo o País, em sintonia com as Convenções da UNESCO e com relevância crescente nacional e internacional. É investigada e estudada pelas diversas ciências, sendo um legado das civilizações que originaram a nossa identidade cultural, língua e formas de viver, produzir e alimentar, essenciais à valorização e ao fortalecimento das economias regionais”, refere uma nota de imprensa da CCDR Algarve.
E adianta que o programa da 10ª Feira da Dieta Mediterrânica “reflecte o trabalho de parceria alargada que tem sido desenvolvido, desde a primeira edição, e que inclui a presença institucional de outros países, instituições nacionais, regionais e locais, de diversos patrimónios culturais imateriais classificados pela UNESCO, expositores de artesanato e produtos tradicionais, demonstrações gastronómicas, música portuguesa e mediterrânica”.
A visita às Colecções de Fruteiras Tradicionais do Algarve, promovida pela CCDR do Algarve, — área de agricultura e desenvolvimento rural —, marca mais uma vez o arranque da Feira da Dieta Mediterrânica, no dia 5 de Setembro, no Centro de Experimentação Agrária de Tavira (CEAT). Estas colecções caracterizam-se de elevado interesse patrimonial e cultural, na sua maioria únicas no País, são representativas da paisagem típica algarvia associada à Dieta Mediterrânica, constituindo-se este repositório numa verdadeira “Arca de Noé” da biodiversidade agrícola”, realça a mesma nota.
Aberta à população em geral, esta visita é “mais uma oportunidade de divulgar junto dos visitantes o trabalho de prospecção, preservação e caracterização desenvolvido na última década e meia, pelos técnicos da área de Agricultura e desenvolvimento rural na região”.
Para além desta acção, realizar-se à também uma visita à exposição “O Posto Agrário de Tavira”, reflexo de um “trabalho de preservação e valorização da consciência histórica do Posto Agrário, caracterizada por uma diversidade de registos apresentados numa narrativa cronologicamente contextualizada, que permite não só um resgate do passado, mas também a construção de um novo significado sobre o mesmo”.
No período da tarde, destaca-se a realização de um Seminário Temático sobre a Sustentabilidade e Saúde dos Solos onde está prevista a apresentação dos projectos “Saúde dos Solos”, por um representante da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), e “+ Solo + Vida – Adaptação e Mitigação das Alterações Climáticas e Luta contra a Desertificação no Vale do Guadiana”, promovido pela Associação para o Desenvolvimento do Património de Mértola (ADPM), prevendo-se ainda a participação da Universidade do Algarve (UALG) e uma abordagem sobre o tema Lei do Restauro da Natureza, recentemente aprovada pelos ministros do Ambiente da União Europeia e que visa fazer restabelecer os ecossistemas.
Até ao final do certame, a CCDR Algarve fará representar-se com um Stand Institucional no recinto, onde decorrem acções de promoção de produtos/projectos da região, que visam a criação de Sistemas Alimentares Territoriais Sustentáveis.
Ainda no âmbito do projecto RevitAlgarve, os serviços de agricultura e desenvolvimento rural organizarão duas visitas a explorações agrícolas do concelho de Tavira: Quinta Maria Flaminga (dia 7 de Setembro) e Horta do Cabeço (dia 8 de Setembro), durante o período da manhã.
Paralelamente, no pavilhão do Europe Direct Algarve, estrutura de missão acolhida na CCDR Algarve, todos os dias, são efectuadas actividades de descoberta da União Europeia, para todas as idades, e às 18h30 as conversas #fazeranossaparte com “receitas” dos nossos parceiros sobre como tornar o Mundo um lugar melhor.
Nos dias 5 e 6 de Setembro, às 18 horas, junto ao coreto, Hora do conto + workshop, para crianças a partir dos cinco anos com a nutricionista Ana Duarte.
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O post CCDR Algarve lança Prémio Inovação na 10ª Feira da Dieta Mediterrânica aparece primeiro no AGRICULTURA E MAR.
]]>O post Projecto LivingSoill mostra colaboração entre investigação e empresas vitivinícolas no Douro aparece primeiro no AGRICULTURA E MAR.
]]>“Nestes dois lugares, estão em curso práticas de conservação do solo. Estes espaços vão ser pontos de visita e vão contribuir para aumentar a literacia do solo junto dos cidadãos. Estas visitas são de extrema relevância para o consórcio do LivingSoiLL, uma vez que vão demonstrar a colaboração entre as instituições de investigação e o sector empresarial vitivinícola”, afirma Cristina Carlos, coordenadora do projecto e investigadora do Centro de Investigação e de Tecnologias Agroambientais e Biológicas (CITAB).
O projecto, coordenado na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), é financiado pela Missão Solo do Horizonte Europa com um valor global de 12 milhões de euros e tem como objectivo melhorar a saúde dos solos em culturas permanentes na Europa nas áreas da vinha, olival, castanha, avelã e maçã, refere uma nota de agenda do CITAB.
O LivingSoiLL é composto por 50 parceiros de Portugal, França, Espanha, Itália e Polónia, e reúne universidades, produtores locais, associações de produtores, entidades públicas, uma associação europeia produtora de frutas, vegetais e plantas ornamentais, e uma associação europeia de defesa do sector vitivinícola.
O projecto decorrerá ao longo de 54 meses, numa abordagem colaborativa baseada na co-criação, co-implementação e co-teste de soluções, em que se espera, também, a participação activa de mais de 2 mil actores locais, adianta a mesma nota.
A equipa da UTAD é composta por 27 elementos e inclui investigadores do Centro de Investigação e de Tecnologias Agroambientais e Biológicas (CITAB), do Centro de Química de Vila Real (CQVR) e do Centro de Estudos Transdisciplinares de Desenvolvimento (CETRAD).
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O post Projecto LivingSoill mostra colaboração entre investigação e empresas vitivinícolas no Douro aparece primeiro no AGRICULTURA E MAR.
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