A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) anuncia a realização do VIII Congresso Nacional de Educação Católica e da ExpoANEC 2027, um dos principais encontros nacionais dedicados à reflexão, ao diálogo e à construção de caminhos para a educação católica no Brasil.
Com o tema “Cartografias da Esperança: Educação Católica e a Formação do Humano em um Mundo Complexo”, o Congresso propõe uma reflexão sobre os desafios contemporâneos da educação e o papel das instituições educativas na formação integral da pessoa, em um cenário marcado por transformações sociais, culturais, científicas e tecnológicas.
O encontro será realizado de 7 a 9 de julho de 2027, no Riocentro, no Rio de Janeiro (RJ), reunindo gestores, educadores, pesquisadores, lideranças, representantes de instituições de ensino e demais profissionais comprometidos com os rumos da educação católica.
A programação será um espaço de partilha de experiências, atualização de conhecimentos e diálogo entre diferentes perspectivas, valorizando a identidade da educação católica e sua contribuição para a sociedade. A proposta é fortalecer redes de colaboração, estimular novas ideias e ampliar a reflexão sobre os caminhos possíveis para uma educação comprometida com a dignidade humana, a esperança e a transformação social.
Integrada ao Congresso, a ExpoANEC 2027 ampliará as oportunidades de conexão entre instituições, empresas e organizações que oferecem soluções, produtos e serviços para o setor educacional. O espaço favorecerá o intercâmbio de experiências, a apresentação de iniciativas e a construção de parcerias.
Mais do que um encontro, o VIII Congresso Nacional de Educação Católica e a ExpoANEC 2027 serão uma oportunidade para a comunidade educativa renovar compromissos, compartilhar conhecimentos e construir, coletivamente, novas cartografias para a educação.
Programe-se!
Data: 7 a 9 de julho de 2027
Local: Riocentro – Rio de Janeiro (RJ)
Evento: VIII Congresso Nacional de Educação Católica e ExpoANEC 2027
Tema: Cartografias da Esperança: Educação Católica e a Formação do Humano em um Mundo Complexo
Acesse o site do Congresso congresso.anec.org.br para conferir as novidades sobre a programação e as próximas informações.
]]>Conduzido pelas assessoras da ANEC, as advogadas Vera e Rebeca, o encontro abordou os principais pontos de atenção para a gestão de pessoas, incluindo o descanso semanal remunerado (DSR) dos professores horistas, a compensação de jornada, os bancos de horas, os regimes especiais de trabalho e os possíveis reflexos financeiros das mudanças.
As especialistas destacaram a importância de as instituições iniciarem o planejamento com antecedência, considerando as particularidades dos vínculos trabalhistas, a organização dos calendários escolares e a continuidade dos serviços educacionais.
Entre as principais recomendações estão o mapeamento dos contratos de trabalho, a simulação dos impactos financeiros, a revisão das escalas e dos controles de jornada, a análise dos procedimentos de folha de pagamento e o diálogo com as representações sindicais. Também foi ressaltada a necessidade de acompanhamento jurídico para avaliar situações específicas e garantir a adequada formalização de eventuais alterações.
A reorganização das jornadas deverá considerar, ainda, as exigências legais aplicáveis às atividades educacionais, incluindo o cumprimento dos 200 dias de efetivo trabalho escolar previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
A ANEC dará continuidade às ações de orientação às instituições associadas, com a disponibilização dos materiais apresentados e a sistematização dos principais esclarecimentos compartilhados durante a reunião.
A Associação recomenda que as instituições acompanhem as atualizações normativas e as negociações coletivas, contando com o apoio de suas assessorias jurídicas e equipes de gestão de pessoas para avaliar os impactos e planejar as adequações necessárias com segurança jurídica e responsabilidade administrativa.
Consulte o texto oficial: Emenda Constitucional nº 141, de 16 de outubro de 2026.
]]>Na manhã desta terça-feira, 20 de outubro, foi eleita a nova Diretoria da OIEC para o mandato de 2026 a 2030. Dom Alberto Ricardo Lorenzelli assumiu a presidência da organização, enquanto Hervé Lecomte foi reconduzido ao cargo de secretário-geral. Em seu discurso de posse, o novo presidente destacou a importância de fortalecer a unidade entre as organizações nacionais e regionais, ampliar a colaboração internacional e dar continuidade à missão educativa da Igreja.
Na mesma data, a diretora-tesoureira da ANEC, Irmã Marli Araújo, foi eleita conselheira do Cone Sul da OIEC. A eleição amplia a participação brasileira na articulação internacional da educação católica e na discussão dos rumos do setor para os próximos anos.
A Assembleia Geral constitui um espaço de articulação entre representantes da educação católica de diferentes países. A programação prevê a apresentação de relatórios sobre as atividades da Secretaria-Geral, a gestão da presidência e a situação financeira da organização, além da discussão e aprovação dos documentos apresentados.
Entre os pontos previstos para a reunião estão, ainda, a eleição dos integrantes do Conselho, a definição dos próximos encontros institucionais e a discussão do plano de ação para os próximos anos. As atividades integram o processo de planejamento da OIEC para o mandato de 2026 a 2030. A nova gestão também pretende fortalecer os vínculos entre as instituições, ampliar o intercâmbio de experiências e promover uma atuação mais participativa e integrada entre as diferentes regiões.

Pacto Educativo Global e promoção da paz
Na quarta-feira, 21 de outubro, a programação da Assembleia Geral será dedicada ao tema “Educar para a paz”. A agenda prevê reflexões sobre o Pacto Educativo Global e as chamadas constelações educativas, com discussões organizadas em torno de quatro dimensões: interioridade, unidade, alegria e amor.
Os quatro pilares também foram destacados por Dom Alberto Ricardo Lorenzelli em seu discurso de posse como referências para a atuação da OIEC nos próximos anos. A interioridade está relacionada à formação da consciência e à busca de sentido; a unidade, à valorização da diversidade e à comunhão; o amor, ao cuidado e ao acompanhamento dos estudantes; e a alegria, à vivência da educação como experiência de esperança.
A proposta coloca em pauta o papel da educação na construção de uma cultura de paz e na formação humana, temas que integram o diálogo internacional sobre os desafios contemporâneos enfrentados pelas instituições de educação católica. Em sua fala, Lorenzelli também chamou a atenção para os impactos das transformações tecnológicas, especialmente da inteligência artificial, e para a necessidade de manter a dignidade humana, a formação integral e as relações interpessoais no centro dos processos educativos.
O presidente ressaltou, ainda, a importância de fortalecer o Pacto Educativo Global para além de documentos e encontros institucionais, incorporando seus princípios ao cotidiano das escolas, à relação com as famílias e ao trabalho dos educadores.
Congresso internacional no Vaticano
A agenda da Diretoria da ANEC em Roma inclui, ainda, a participação no Congresso Internacional sobre o Cuidado Pastoral nas Escolas e Universidades, promovido pelo Dicastério para a Cultura e a Educação da Santa Sé, nos dias 22 e 23 de outubro, na Cidade do Vaticano. A programação divulgada pelo Dicastério também prevê uma audiência com o Santo Padre.
A participação da ANEC nos encontros internacionais fortalece as oportunidades de diálogo e cooperação com representantes da educação católica de outros países, contribuindo para o intercâmbio de experiências e para a reflexão conjunta sobre os caminhos da educação católica no Brasil e no mundo. A presença de Irmã Marli Araújo no Conselho da OIEC também contribui para a representação da região do Cone Sul nas discussões internacionais sobre o futuro da educação católica. A iniciativa se soma ao compromisso da ANEC com a cooperação internacional, o fortalecimento da identidade das instituições católicas e a promoção de uma educação que integre fé, conhecimento, diálogo e compromisso social.
Sobre a ANEC
A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) é uma entidade sem fins lucrativos, de caráter educacional e cultural, representante da Educação Católica no Brasil, e reunida em comunhão de valores com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB).
A instituição atua em favor de uma educação de excelência para promover uma educação cristã entendida como aquela que visa à formação integral da pessoa humana, sujeito e agente de construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e pacífica, segundo o Evangelho e o ensinamento social da Igreja.
A ANEC atua em 900 municípios do Brasil, realiza 172 obras sociais e tem como associadas 1200 escolas, que incluem Creche, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio, e 79 instituições de Ensino Superior, que atendem a mais de 1,5 milhão de alunos, além de 359 mantenedoras.
]]>O encontro contou com a participação do professor Alexandre, coordenador da CGCEBAS/MEC, e foi mediado pela Profa. Fabiana Deflon, gerente da Câmara de Mantenedoras da ANEC. Aproximadamente 120 participantes acompanharam a reunião, que proporcionou um espaço de diálogo e esclarecimento sobre procedimentos, documentação e desafios enfrentados pelas instituições no processo de certificação.

Durante a reunião, o representante do MEC informou que a nova portaria de regulamentação do CEBAS já passou pela validação técnica e pela aprovação da diretoria, encontrando-se em fase final de revisão pela consultoria jurídica e pela Secretaria-Executiva. A expectativa apresentada é de publicação ainda em 2026, sem definição de uma data específica.
A proposta tem como objetivo esclarecer aspectos da legislação e atualizar orientações e modelos relacionados ao Decreto nº 11.791/2023, especialmente quanto aos termos de concessão de bolsas de estudo e benefícios, ao Plano Anual de Atendimento e ao Relatório Anual de Execução.
Entre os pontos destacados, está a exigência de elaboração anual do Plano de Atendimento. Conforme os esclarecimentos apresentados, a regulamentação não deverá estabelecer um modelo rígido para todos os documentos, preservando a flexibilidade de formato nos casos em que a legislação não determinar um padrão específico.
A ANEC seguirá acompanhando o processo de regulamentação e consolidando as dúvidas e sugestões das instituições associadas, com o objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento das orientações e dos procedimentos aplicáveis à certificação.
Outro destaque do encontro foi a apresentação das perspectivas para o desenvolvimento do e-CEBAS, novo sistema que será implementado pela equipe de tecnologia da informação do MEC.
Segundo o representante da CGCEBAS, a implantação ocorrerá em etapas. A primeira fase deverá contemplar as funcionalidades de protocolo, permitindo a abertura e o envio de documentos. Em uma etapa posterior, estão previstas ferramentas adicionais, como a calculadora para verificação do cumprimento dos requisitos, mecanismos de identificação de CPFs duplicados, recursos de transparência e acompanhamento da situação dos processos.
A disponibilização da fase inicial do sistema está prevista para 2026, seguida de testes com a participação de instituições. Nesse contexto, a ANEC manifestou a disposição de mobilizar associadas para colaborar com a avaliação das funcionalidades e contribuir para o aperfeiçoamento da ferramenta.
Uma das funcionalidades destacadas foi a possibilidade de importar planilhas do excel com a listagem de bolsistas, recurso que poderá facilitar a organização das informações, especialmente para instituições com grande volume de estudantes atendidos.
A expectativa é que as verificações automatizadas contribuam para identificar inconsistências e reduzir a ocorrência de diligências, tornando os procedimentos de análise mais eficientes.
A reunião também abordou os principais fatores que podem gerar diligências e atrasos na análise dos processos. Entre os pontos destacados pelo MEC estão a apresentação de documentação incompleta, a ausência ou inconsistência de atos de credenciamento e autorização, problemas na formalização das assinaturas, divergências nas informações do Censo Escolar e dificuldades na organização das listagens de bolsistas e dos respectivos comprovantes.
Em relação aos termos de concessão de bolsas e benefícios, o representante do MEC reforçou a importância de sua formalização e apresentação no processo. Sempre que possível, recomendou a utilização de assinatura digital com certificado, para facilitar a validação da autoria. Nos casos de documentos digitalizados, é importante observar os cuidados necessários para comprovar a autenticidade das assinaturas, incluindo documentos complementares quando pertinentes.
Também foram discutidas situações envolvendo estudantes do Programa Universidade para Todos (Prouni), que já possuem termos formalizados semestralmente por meio do SISPROUNI. Nesses casos, a compatibilização dos documentos deverá considerar as particularidades de cada situação e a regulamentação aplicável.
Como orientação geral, as instituições devem revisar previamente a documentação, conferir a consistência das informações e organizar os comprovantes antes de protocolar os requerimentos ou responder às diligências.
As dúvidas das associadas incluíram situações de instituições que atendem estudantes por meio de convênios com o poder público, especialmente quando os dados dos alunos são inseridos no Censo Escolar diretamente pelos municípios.
Sobre esse tema, o MEC destacou a importância de comprovar a regularidade da instituição por meio dos atos de credenciamento ou autorização pertinentes. Quando as informações dos estudantes forem inseridas pelo município, a instituição deverá buscar documentação oficial que esclareça essa circunstância.
Também foi ressaltada a responsabilidade institucional pela veracidade das informações declaradas ao Censo Escolar, conforme a regulamentação aplicável. Nos casos em que houver dificuldade para obter comprovantes ou informações junto ao município ou ao Inep, recomenda-se documentar as solicitações e demonstrar as providências adotadas para regularizar ou comprovar a situação.
No que se refere à análise socioeconômica, foram discutidos os documentos utilizados para comprovar a renda familiar, como contracheques, carteira de trabalho, declarações bancárias e comprovantes de benefícios sociais, conforme as características de cada caso. A avaliação técnica do serviço social permanece relevante para a análise das condições socioeconômicas dos estudantes, observadas as exigências legais aplicáveis.
O representante do MEC também esclareceu que, diante de diligências, as instituições devem apresentar os documentos solicitados e podem acrescentar outros elementos pertinentes que contribuam para demonstrar a regularidade da situação analisada.
O andamento dos processos e as dificuldades relacionadas à emissão de certidões também estiveram entre os temas abordados. O representante da CGCEBAS informou que o acompanhamento pode ser realizado pelos canais oficiais de protocolo digital do MEC, inclusive por procurador ou advogado devidamente constituído, quando aplicável.
Para solicitar acesso aos autos, foi orientada a apresentação de ofício, ata vigente da diretoria e procuração, quando necessária. Como os processos podem conter informações sensíveis, o acesso está sujeito à validação dos documentos e da legitimidade do solicitante.
A expectativa é que o e-CEBAS amplie as possibilidades de acompanhamento, permitindo consultar etapas como diligência, análise e decisão.
Para protocolar documentos junto ao Ministério da Educação, as instituições podem acessar o serviço oficial do Governo Federal:
Protocolar documentos junto ao Ministério da Educação — GOV.BR
O encontro reafirmou a importância do diálogo institucional entre a ANEC e o MEC para o esclarecimento de dúvidas, o aprimoramento dos procedimentos e a busca de maior previsibilidade na tramitação dos processos de certificação.
Como encaminhamento, a ANEC se coloca à disposição, inclusive,se colocou à disposição para articular a participação de instituições na fase de testes do e-CEBAS, contribuindo para que a nova ferramenta considere as necessidades práticas das mantenedoras.
A participação expressiva das instituições evidenciou a relevância do tema para a Educação Católica e para as entidades beneficentes. A ANEC continuará acompanhando os desdobramentos da nova regulamentação e da implantação do sistema, mantendo as instituições associadas informadas e promovendo espaços de diálogo e orientação.
A recomendação às instituições é que mantenham a documentação atualizada e organizada, confiram os atos de credenciamento e autorização, verifiquem a consistência dos dados do Censo Escolar e priorizem, sempre que possível, assinaturas digitais válidas. Essas medidas podem contribuir para uma instrução processual mais consistente e para a prevenção de diligências.
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Comunidade educativa reunida para a Missa dos Educadores.
Na noite de segunda-feira, 19 de outubro, a Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) promoveu a Missa dos Educadores, realizada na Paróquia Divino Espírito Santo, dos Padres Rogacionistas, no Guará (DF). A celebração reuniu educadores, gestores, agentes de pastoral, religiosos, religiosas e membros das comunidades educativas em um momento especial de ação de graças pela vocação e pela missão de educar.
A Santa Missa foi presidida por Dom Denilson, bispo auxiliar da Arquidiocese de Brasília, que, durante sua homilia, apresentou reflexões sobre o papel dos educadores na sociedade e na Igreja. Ao fazer referência a uma carta do Papa Leão XIV, convidou os presentes a reconhecerem a educação como expressão de cuidado, compromisso com a dignidade humana e construção de um futuro marcado pela esperança.

Dom Denilson Geraldo, SAC, Bispo Auxiliar de Brasília e Bispo Titular de Lamsorti preside a celebração eucarística.
A reflexão recordou que educar ultrapassa a transmissão de conhecimentos. Trata-se de uma missão que envolve a formação integral da pessoa, o cultivo de valores, a atenção às realidades humanas e a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais fraterna, justa e solidária.
A celebração também evidenciou a importância da educação católica como espaço de evangelização, encontro e transformação social. Nesse contexto, a missão dos educadores foi reconhecida como um compromisso cotidiano com a vida, especialmente diante dos desafios enfrentados pelas novas gerações.
Ao final da celebração, Irmã Elka, coordenadora do Conselho Estadual da ANEC no Distrito Federal, dirigiu uma mensagem de agradecimento aos participantes, destacando a importância da união entre as instituições educacionais, as comunidades religiosas e os profissionais que se dedicam diariamente à formação humana e cristã.

Educadoras participam da apresentação das oferendas.
O momento foi marcado, ainda, pelo reconhecimento à dedicação dos pastoralistas, educadores e conselheiros da ANEC-DF que contribuíram para a organização da celebração, especialmente à equipe de música, formada por integrantes das comunidades educativas, que colaborou para tornar a liturgia um espaço de oração e comunhão.
A ANEC expressa seu agradecimento a Dom Denilson pela presença e pelas reflexões partilhadas; à Paróquia Divino Espírito Santo e à comunidade dos Padres Rogacionistas pela acolhida; aos sacerdotes concelebrantes; à Irmã Elka Cristina dos Santos Ribeiro – Congregação das Irmãs Franciscanas da Sagrada Família de Maria e aos integrantes do Conselho Estadual da ANEC-DF; à equipe de música e liturgia; e a todos os educadores, instituições e colaboradores que participaram da celebração.

Registro coletivo dos participantes ao final da celebração.
Mais do que uma homenagem, a Missa dos Educadores reafirmou o compromisso da ANEC com a valorização daqueles que fazem da educação uma missão de vida. Inspirada pelo Evangelho e pela esperança cristã, a Associação segue incentivando uma educação que reconheça a dignidade de cada pessoa, promova a cultura do encontro e contribua para a construção de novos caminhos de esperança.
]]>A Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC) manifesta, com profundo pesar, luto pelo falecimento do Irmão Rogério Renato Mateucci, Magnífico Reitor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e membro do Conselho Superior da ANEC, ocorrido nesta sexta-feira, 16 de outubro de 2026, em Scottsdale, Arizona, Estados Unidos.
Religioso da Congregação dos Irmãos Maristas e referência na educação superior católica, Irmão Rogério dedicou sua trajetória à missão educativa, contribuindo para a formação integral de pessoas e para o fortalecimento da educação inspirada nos valores cristãos. Sua presença no Conselho Superior da ANEC representava seu compromisso com a missão e os desafios da educação católica no Brasil.
Neste momento de profunda dor, a ANEC se solidariza com a Pontifícia Universidade Católica do Paraná, a Congregação dos Irmãos Maristas, seus familiares, amigos, colaboradores e toda a comunidade acadêmica, unindo-se em oração e esperança cristã.
Na fé em Cristo Ressuscitado, confiamos que a morte não é o fim, mas passagem para a plenitude da vida. Que a certeza da Ressurreição sustente os corações enlutados e que o legado do Irmão Rogério permaneça vivo na missão educativa que ajudou a construir.
Que o Senhor o acolha em sua infinita misericórdia e conceda conforto e esperança a todos os que sentem sua partida.
ANEC — Associação Nacional de Educação Católica do Brasil
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O encontro reuniu gestores educacionais, histórias e diferentes pontos de vista em torno de fortalecer a educação confessional e construir novos caminhos para uma educação comprometida com a transformação de realidades em temas fundamentais para a missão da Igreja na educação no Brasil: Pacto Educativo Global; identidade e missão das instituições; sustentabilidade institucional; gestão e governança; formação integral e o compromisso com uma educação capaz de responder às urgências do nosso tempo.

A Associação Nacional de Educação Católica (ANEC), esteve presente no painel “Identidade e Missão a serviço da permanência da Educação Católica”, a diretora-presidente da ANEC Irmã Iraní Rupolo e o Padre Charles Lamartine, 2º diretor-presidente, refletiram sobre a necessidade de preservar e atualizar a identidade institucional diante das transformações sociais, culturais e educacionais. “A permanência das instituições ao longo do tempo está diretamente ligada à capacidade de manter viva a missão, interpretar os sinais dos tempos e renovar práticas sem perder o que dá sentido à presença da Igreja na educação”, destacou a diretora.

Para as instituições associadas à ANEC, essa reflexão é um convite a combinar identidade, inovação e compromisso social. Em um contexto de mudanças aceleradas, a Educação Católica é relevante justamente porque pode oferecer uma formação que combina excelência acadêmica com humanização, espiritualidade, ética e corresponsabilidade.
A programação também contou com a apresentação da Pesquisa Nacional de Evangelização da Juventude no Brasil 2025 pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). O levantamento trouxe estatísticas de 11.498 jovens entre 12 e 29 anos, de diferentes regiões do país, entre abril e junho de 2025. Nos dados apresentados pela CNBB, 64% dos jovens ouvidos afirmaram que a espiritualidade os ajuda a enfrentar problemas no dia a dia, enquanto 55,8% disseram que a presença pastoral os fortalece. Conhecer a juventude é uma condição necessária para que a Educação Católica construa relações mais significativas com seus estudantes e forme propostas ligadas às questões e necessidades do presente.

Um dos eixos estruturantes do encontro debateu sobre como educar hoje requer articulação, responsabilidade e visão de futuro. As discussões sobre o Pacto Educativo Global, ODS e OEIs (Educação para o desenvolvimento integral) reforçaram a necessidade de superar modelos fragmentados e promover processos educativos que considerem todas as dimensões da pessoa humana.

A dimensão internacional foi ampliada pelo diálogo com os representantes do Discatério para a Cultura e Educação do Vaticano. As ações da ANEC, que permitem aprofundar a articulação entre os desafios da educação no Brasil e os compromissos internacionais assumidos em torno do Pacto Educativo Global, foram compartilhadas por Walberson Martins, coordenador do Setor de Animação Pastoral e Meily Cassemiro, Gerente da Câmara de Educação Básica da ANEC.

O diálogo reforçou que a educação é uma responsabilidade compartilhada e nenhuma instituição educativa transforma a realidade sozinha. Redes, cooperação entre organizações, escuta ativa e integração de diferentes saberes são caminhos que não podem ser ignorados para responder à complexidade do mundo atual.

Ao reunir diferentes vozes em torno de temas estratégicos, a FTD mostrou no que o futuro da Educação Católica está na capacidade de integrar missão e inovação, identidade e diálogo, excelência e cuidado, gestão e compromisso social. A participação da ANEC reafirma seu compromisso com uma proposta educacional aberta ao mundo, que possa atualizar corajosamente sua identidade e promover a formação integral como um caminho para a transformação pessoal, comunitária e social, de modo a construir uma sociedade mais humana, fraterna e sustentável.
]]>Inspirada na Doutrina Social da Igreja (DSI), a SBCC promove reflexões sobre a responsabilidade moral e social das ciências, incentivando o debate acerca da dimensão ética das profissões, da integralidade do ser humano e da solidariedade cristã. Nesse contexto, propõe o Humanismo Cristão Solidário como referência para a construção do pensamento científico contemporâneo, estimulando pesquisas, ações de ensino e projetos de extensão voltados ao bem comum.
A iniciativa de criação da Sociedade surgiu durante o I Congresso Brasileiro de Humanismo Solidário na Ciência (CBHSC), realizado em outubro de 2018, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), quando pesquisadores de mais de 70 instituições manifestaram o desejo de criar uma rede nacional de cientistas católicos e fortalecer o acompanhamento pastoral desse público. A fundação oficial da SBCC ocorreu em maio de 2019, em Aparecida (SP), durante a 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Atualmente, a Sociedade reúne, direta e indiretamente, centenas de pesquisadores, professores e pós-graduandos distribuídos pelas cinco regiões do país. Com acompanhamento pastoral da Conferência Episcopal Brasileira e apoio de universidades católicas de relevância internacional, desenvolve iniciativas voltadas tanto à formação científica quanto ao fortalecimento da vivência cristã de seus associados.
Entre as principais ações promovidas pela SBCC está a realização bienal do Congresso Brasileiro de Humanismo Solidário na Ciência, além da publicação da revista científica Pesquisa em Humanismo Solidário (PHS), periódico de fluxo contínuo voltado à pós-graduação stricto sensu. Atualmente em sua sexta edição, a revista publica artigos, estudos teóricos, ensaios e relatos de experiências nas áreas de ações socioambientais, cultura, educação e políticas públicas, sempre à luz do Humanismo Cristão Solidário.
A Sociedade também oferece cursos de extensão e promove, mensalmente, encontros on-line de espiritualidade, favorecendo a integração entre excelência acadêmica, formação humana e compromisso cristão.
A SBCC convida professores, pesquisadores e estudantes de pós-graduação vinculados às instituições de Educação Católica a integrarem sua rede de associados. A filiação possibilita a participação em iniciativas de formação, eventos científicos, projetos colaborativos e ações que fortalecem a presença dos cientistas católicos no cenário acadêmico brasileiro.
Os interessados podem solicitar sua filiação por meio do formulário disponível no link:
https://forms.gle/GA5HaN1g3YaRF4P78
Ao ampliar sua rede de pesquisadores, a Sociedade Brasileira de Cientistas Católicos reforça sua missão de promover uma ciência comprometida com a ética, a dignidade da pessoa humana, o bem comum e a construção de uma sociedade mais justa, fraterna e solidária.
]]>Um dos dados apresentados durante o encontro mostra o espaço para ampliar a participação das universidades no ecossistema nacional de inovação. Em 2024, R$ 51,6 bilhões foram investidos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação por meio da Lei do Bem, em 14.877 projetos. Apenas 0,88% desse investimento foi destinado às universidades.
A discussão mostrou que o desafio não está apenas na busca por recursos, mas também na capacidade das instituições de identificar oportunidades, estruturar projetos e estabelecer parcerias com empresas, agências de fomento e outras organizações. Entre os instrumentos apresentados estão fundos setoriais, FAPs, CNPq, CAPES, incentivos fiscais, subvenção econômica, encomendas tecnológicas e cooperação internacional.
O Fórum também apresentou experiências de instituições que vêm diversificando as fontes de receita por meio de fomento público, projetos de pesquisa e desenvolvimento, consultorias, educação corporativa, utilização de infraestrutura, parcerias e contratação pública. A avaliação compartilhada durante o encontro foi de que a captação de recursos precisa deixar de ser uma ação pontual e passar a integrar a estratégia institucional.
Mudanças na regulação exigem maior capacidade de planejamento
As discussões sobre sustentabilidade estiveram relacionadas a outro desafio enfrentado pelas instituições: as mudanças no sistema de avaliação e regulação da educação superior.
Representantes do Inep e especialistas discutiram o aperfeiçoamento dos instrumentos de avaliação, indicadores, ciclos avaliativos e transformações recentes do Enade. No caso das licenciaturas, a avaliação passou a dialogar com a Prova Nacional Docente (PND), alcançando 17 áreas em 2025 e 21 licenciaturas em 2026.
O cenário do ENAMED também esteve entre os temas do Fórum, especialmente em relação aos resultados da avaliação, ao seu uso regulatório e às discussões judiciais relacionadas à metodologia e à utilização desses resultados. O debate reforçou a necessidade de acompanhamento permanente das mudanças e de maior integração entre avaliação, regulação e governança acadêmica.
Identidade permanece no centro da estratégia
Ao mesmo tempo em que discutiu sustentabilidade, inovação e regulação, o Fórum reforçou que as transformações das instituições católicas precisam estar associadas à sua identidade e à missão educacional.
Formação integral, cuidado, Pacto Educativo Global, diálogo entre ciência e fé e compromisso com a Amazônia estiveram entre os temas da programação. Em reunião com a REPAM e a Comissão Especial da CNBB, as IES discutiram a Agenda Universidades e Amazônia, com propostas de ampliar a cooperação entre universidades, Igreja e territórios amazônicos.
Realizado em Belo Horizonte, o Fórum reuniu reitores, dirigentes, especialistas e representantes de diferentes áreas para discutir caminhos comuns diante das transformações do ensino superior. Para a ANEC, o desafio é combinar inovação, sustentabilidade e qualidade acadêmica com a identidade das instituições, a formação integral e o compromisso com a dignidade humana e o bem comum.
]]>Nos dias 2 e 3 de outubro, a Arquidiocese de Teresina realizou o I Simpósio da Pastoral da Educação, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Piauí (OAB/PI). Com o tema “Traçar novos mapas de esperança”, o encontro reuniu educadores, representantes de escolas, universidades, agentes de pastoral e demais integrantes da comunidade educativa para refletir sobre os desafios e as possibilidades da missão evangelizadora nos ambientes educacionais.
A iniciativa marca um importante passo da Arquidiocese de Teresina ao criar a Pastoral da Educação, aprovada em agosto de 2026 pelo arcebispo metropolitano, Dom Juarez Marques. A proposta busca ampliar a presença e a ação evangelizadora da Igreja no campo educacional, promovendo diálogo, formação e articulação entre diferentes atores da educação.

Representando a Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC), a Ir. Adair Aparecida Sberga, FMA, vice-presidente do Conselho Superior da ANEC, participou do Simpósio como conferencista. Educadora e diretora-presidente da Associação Educacional das Irmãs Salesianas de São Paulo (AEISSP), Ir. Adair conduziu duas conferências: “A educação no coração da missão evangelizadora da Igreja” e “A formação da pessoa: um percurso de conhecimento do núcleo interior”. Em sua participação, Ir. Adair destacou a educação como uma das prioridades da missão da Igreja e ressaltou a importância de iniciativas que aproximem a comunidade educativa e a Igreja, ampliando a compreensão sobre o papel evangelizador da educação.
“Quando a Arquidiocese promove este evento há a coragem de ir além daquilo que uma escola tradicional poderia fazer. Então, para os educadores, famílias e estudantes, é dar um novo sentido para a educação e é conceber que evangelizamos educando e educamos evangelizando”, afirmou.
A reflexão proposta pela vice-presidente do Conselho Superior da ANEC dialoga diretamente com a missão da educação católica de promover a formação integral da pessoa, articulando conhecimento, valores, espiritualidade e compromisso com a transformação da sociedade.
Para o arcebispo metropolitano de Teresina, Dom Juarez Marques, a iniciativa representa também uma oportunidade de consolidar a Pastoral da Educação e lançar novas perspectivas para a atuação da Igreja no campo educacional. “É preciso fazer da educação um pressuposto básico da essencialidade da missão da Igreja, que, por essência, é missionária. Então, com este Simpósio queremos consolidar a nossa Pastoral da Educação e lançar as bases e um olhar cheio de esperança para o futuro”, afirmou.

Inspirado na declaração conciliar Gravissimum Educationis e na Carta Apostólica do Papa Leão XIV, “Traçar novos mapas de esperança”, o Simpósio abordou a educação a partir da perspectiva da integralidade humana e de sua importância para a construção de uma sociedade mais fraterna e comprometida com o bem comum.
O encontro também favoreceu a aproximação entre as instituições de ensino católicas, universidades públicas e a Arquidiocese de Teresina.
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