Advertise with Googlier.com Blog do LuisComS http://blog.luiscoms.com.br Dicas para programadores sobre validação, versionamento, PHP, MySql entre outros. Wed, 12 Nov 2014 00:06:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.1.19 Front in POA 2014 http://blog.luiscoms.com.br/posts-rapidos/front-in-poa-2014.lcs http://blog.luiscoms.com.br/posts-rapidos/front-in-poa-2014.lcs#respond Sat, 08 Nov 2014 13:57:48 +0000 http://blog.luiscoms.com.br/?p=263 Evento de frontend que aconteceu em 08-11-2014 na Faculdade de Tecnologia SENAC-RS. Começou um pouco atrasado mas nada que atrapalhasse muito. A abertura aconteceu com uma introdução do coordenador do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas Guilherme, que trouxe uma interessante analogia entre o desenvolvimento de software com um bom churrasco. Para fazer um […]

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Evento de frontend que aconteceu em 08-11-2014 na Faculdade de Tecnologia SENAC-RS.

Começou um pouco atrasado mas nada que atrapalhasse muito.

A abertura aconteceu com uma introdução do coordenador do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas Guilherme, que trouxe uma interessante analogia entre o desenvolvimento de software com um bom churrasco.
Para fazer um bom churrasco é necessário uma equipe que trabalhe junto um bem comum. Neste sentido podemos citar o pessoal que deve escolher a carne previamente, representando o backend, o pessoal que deve coletar lenha cedo e em grande quantidade uma vez que um churrasco de grande porte consome muita lenha. Temos também a equipe de assadores, representando o frontend. Por fim temos os consumidores que ficam a volta da fogueira bebendo só esperando a carne que presentam o usuário final.

Site do evento: http://frontinpoa.com.br

Lá, tive oportunidade de conhecer, entre outros, o @maujor

Maujor no Front in POA 2014

Você Foi? Comenta aí o que achou!

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Converter dicionário python para XML http://blog.luiscoms.com.br/python/converter-dicionario-para-xml.lcs http://blog.luiscoms.com.br/python/converter-dicionario-para-xml.lcs#respond Mon, 22 Sep 2014 16:53:40 +0000 http://blog.luiscoms.com.br/?p=248 Recentemente precisei criar um serviço em Python que retornasse JSON e XML. No Python existe um tipo chamado dicionário (dict) que é o mais próximo de JSON e já possui uma classe específica para converte-lo. Até aí tudo bem, criei a estrutura em dict e já estava meio caminho andado. Para o XML existem outras classes, […]

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Recentemente precisei criar um serviço em Python que retornasse JSON e XML.

No Python existe um tipo chamado dicionário (dict) que é o mais próximo de JSON e já possui uma classe específica para converte-lo. Até aí tudo bem, criei a estrutura em dict e já estava meio caminho andado.

Para o XML existem outras classes, mas teria que implementar a mesma lógica novamente e isso não me soou muito legal.

Pesquisando, achei alguns gists de uma função que convertem dict em XML porém ainda não era o que eu precisava.

Segue então o código completo que usei para minha solução baseado nos gists anterioriores.

Referências:

E você, já passou por uma situação parecida? Comenta aí!

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Scoop Instalador de linha de comando para Windows http://blog.luiscoms.com.br/posts-rapidos/scoop-instalador-de-linha-de-comando-para-windows.lcs http://blog.luiscoms.com.br/posts-rapidos/scoop-instalador-de-linha-de-comando-para-windows.lcs#respond Fri, 01 Aug 2014 17:11:22 +0000 http://blog.luiscoms.com.br/?p=232 Por acaso encontrei esta ferramenta fantástica similar ao apt do Debian ou yum do CentOS. A proposta é ter um instalador de programas por linha de comando simples e voltado a desenvolvedores. Possui instalador para as principais linguagens e programas que a maioria dos programadores irá precisar. Para instala-lo é necessário abrir o poweshell e […]

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Scoop - command-line installer for Windows

Por acaso encontrei esta ferramenta fantástica similar ao apt do Debian ou yum do CentOS.
A proposta é ter um instalador de programas por linha de comando simples e voltado a desenvolvedores.
Possui instalador para as principais linguagens e programas que a maioria dos programadores irá precisar.

Para instala-lo é necessário abrir o poweshell e nele digitar o seguinte comando:

iex (new-object net.webclient).downloadstring('https://get.scoop.sh')

Com uma simples linha de comando é possível instalar seus programas favoritos:

scoop install php

Você pode encontrar um erro de permissão ao executar, para corrigi-lo execute:

set-executionpolicy unrestricted -s cu

O próprio site tem um vídeo de demonstração de como instalar e executar, pra facilitar anexei aqui. Também possui uma wiki com vasta documentação.

Segue o vídeo tutorial:

E aí, já conhecia? Deixe seu comentário.

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Aplicando Coding Dojo na empresa http://blog.luiscoms.com.br/posts-rapidos/aplicando-coding-dojo-na-empresa.lcs http://blog.luiscoms.com.br/posts-rapidos/aplicando-coding-dojo-na-empresa.lcs#respond Sat, 19 Jul 2014 00:51:18 +0000 http://blog.luiscoms.com.br/?p=213 A algum tempo venho com a ideia de implantar Coding Dojo na empresa onde trabalho. Para quem não conhece, é um momento onde programadores se reúnem para aprender, trocando experiências. O método é propor um desafio que deve ser discutido em um ambiente intrusivo e seguro, com o objetivo de compartilhar conhecimento. Pois bem, resolvi […]

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Coding Dojo
A algum tempo venho com a ideia de implantar Coding Dojo na empresa onde trabalho.

Para quem não conhece, é um momento onde programadores se reúnem para aprender, trocando experiências. O método é propor um desafio que deve ser discutido em um ambiente intrusivo e seguro, com o objetivo de compartilhar conhecimento.

Pois bem, resolvi por em prática e reuni os colegas para expor a ideia e todos concordaram na hora.

Definimos um formato semanal com duração de uma hora onde uma dupla escolhe um tema para trazer ao conhecimento dos colegas juntamente com um desafio prático.

Na primeira edição palestramos sobre TDD com PHP, e propomos um desafio simples para pôr em prática os conhecimentos.

Para quem interessar segue a apresentação que fizemos.

Os códigos gerados nesta edição estão disponíveis no GitHub

Minha sugestão é que apliquem em seu ambiente de trabalho é vantajoso para todo mundo.

Gostaria de ouvir seu feedback, já faz algo do tipo em sua empresa? Se ainda não faz por quê?
Dúvidas e sugestões também são bem vindas.

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Autenticação de chave pública ssh http://blog.luiscoms.com.br/posts-rapidos/autenticacao-de-chave-publica-ssh.lcs http://blog.luiscoms.com.br/posts-rapidos/autenticacao-de-chave-publica-ssh.lcs#respond Fri, 20 Jun 2014 20:10:46 +0000 http://blog.luiscoms.com.br/?p=185 Se você costuma acessar hosts por ssh utilizando usuario e senha e ainda não conhece a autenticação de chave pública este post é para você. Não vou entrar no mérito de vantagens e desvantagens, de forma rápida e prática pretendo ilustrar como criar e utilizar sua chave privada para autenticação ssh. Pra criar uma chave […]

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PublicKey Authentication SSH

PublicKey Authentication SSH

Se você costuma acessar hosts por ssh utilizando usuario e senha e ainda não conhece a autenticação de chave pública este post é para você.

Não vou entrar no mérito de vantagens e desvantagens, de forma rápida e prática pretendo ilustrar como criar e utilizar sua chave privada para autenticação ssh.

Pra criar uma chave pública e uma chave privada utilizamos o comando ssh-keygen

$ ssh-keygen -t dsa

Tecle enter até criar as chaves, que deve ficar no diretório .ssh do seu home

$ ls -l ~/.ssh
/home/seu_username/.ssh/id_dsa
/home/seu_username/.ssh/id_dsa.pub

Agora você precisa copiar o conteudo da chave pública para o arquivo authorized_key no diretório .ssh do servidor remoto. Há várias formas de se fazer isso, a mais fácil deve ser a seguinte.

$ ssh remote_user@remote_host "echo `cat ~/.ssh/id_dsa.pub` >> ~/.ssh/authorized_keys"

Em uma linha, este comando se conecta ao host remoto e copia a chave publica para o arquivo correto. Provavelmente será necessário digitar a senha do seu usuario para logar.

Substitua remote_user pelo usuario que deve se logar no host remoto e, logicamente substituir remote_host pelo servidor onde deseja se logar.

Pode ocorrer de no servidor não existir o diretório .ssh no home do usuario remoto, para sanar isso rodo o comando que cria o diretorio se não existir.

$ ssh remote_user@remote_host mkdir -p .ssh

É importante salientar que o servidor deve estar configurado para aceitar a autenticação de chave pública, que é configurado no arquivo /etc/ssh/sshd_config

# permite a autenticação por chave pública
PubkeyAuthentication yes

Se for necessário reconfigurar o servidor, deve-se restartar o serviço:

Para CentOS

$ svc -du /var/service/sshd/

Plus!

Criei um script que faz tudo isso, de uma vez só, precisando apenas substituir as variáveis que mencionei acima de usuario e host e pronto:

Espero ter ajudado.

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Safado tem que morrer http://blog.luiscoms.com.br/posts-rapidos/safado-tem-que-morrer.lcs http://blog.luiscoms.com.br/posts-rapidos/safado-tem-que-morrer.lcs#respond Wed, 16 Apr 2014 13:17:47 +0000 http://blog.luiscoms.com.br/?p=177 Quando o script continua executando após a chamada do header, é hora de mata-lo. Recentemente estava revisando um código antigo e me deparei com alguns problemas de redirecionamento usando a função header. Aqui um redirecionamento simples: header('Location: redirected.php'); Porém há um detalhe nesta função, usando ela para redirecionar não impede que o código subsequente seja […]

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Quando o script continua executando após a chamada do header, é hora de mata-lo.

Recentemente estava revisando um código antigo e me deparei com alguns problemas de redirecionamento usando a função header.

Aqui um redirecionamento simples:

header('Location: redirected.php');

Porém há um detalhe nesta função, usando ela para redirecionar não impede que o código subsequente seja executado.

Dados os arquivos a seguir, index.php e redirected.php

index.php

<?php
header('Location: redirected.php');
sleep(10);
echo 'After';

redirected.php

<?php echo 'Redirected';

Ao acessar o index.php, o esperado é que rapidamente seja redirecionado para o outro arquivo, o que não acontece, pois o arquivo continua executando o próximo comando (sleep) até redirecionar.

Para sanar esse comportamento devemos adicionar o comando die ou exit imediatamente após o comando header, impedindo assim que o script continue.

index.php

<?php
header('Location: redirected.php'); exit;
sleep(10);
echo 'After';

Espero ter ajudado.
Dúvidas, críticas e sugestões são sempre bem vindas.

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Rodando Chrome OS no VirtualBox http://blog.luiscoms.com.br/posts-rapidos/rodando-chrome-os-no-virtualbox.lcs http://blog.luiscoms.com.br/posts-rapidos/rodando-chrome-os-no-virtualbox.lcs#respond Fri, 09 Aug 2013 14:20:56 +0000 http://blog.luiscoms.com.br/?p=135 Para quem quiser usar o Chrome OS sem precisar comprar um Chrome Book, vou ensinar uma maneira de testar usando VirtualBox. Muitas vezes usuários Windows precisam usar programas que só rodam no Linux e vice-versa ou mesmo usar uma versão diferente do mesmo sistema. Uma maneira de fazer isso é usando uma máquina virtual. Queria testar […]

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What is Chrome OS

Chrome OS is StateLess

Para quem quiser usar o Chrome OS sem precisar comprar um Chrome Book, vou ensinar uma maneira de testar usando VirtualBox.

Muitas vezes usuários Windows precisam usar programas que só rodam no Linux e vice-versa ou mesmo usar uma versão diferente do mesmo sistema. Uma maneira de fazer isso é usando uma máquina virtual.

Queria testar o Chrome OS recentemente sem comprar um Chrome Book, então achei este site que disponibiliza versões em máquinas Virtuais para os programas VMWare, VirtualBox e até mesmo versões para boot pelo pendrive.

O Google atualmente não disponibiliza nenhum binário do sistema, por isso a versão disponibilizada pelo site a é o o Chromium OS, por hora em desenvolvimento.

Para quem ainda não conhece o Chrome OS aqui vai um vídeo (em inglês) sobre o que é o projeto:

A seguir os passos para instala-la no VirtualBox.

1.  Acesse o site http://chromeos.hexxeh.net/ e baixe a última versão para VirtualBox.

Chromium-OS-builds-by-Hexxeh

2. Descompacte o arquivo.

3. Criar uma nova máquina virtual.

nova-maquina-virtual

Nome: Chrome OS (por example)
Tipo: Linux
Versão: Other Linux

nome-nova-maquina-virtual

4. Setar quantidade de memória (1024 – 2048 é o recomendado)

5.  Selecione “Usar um disco rígido virtual existente” e escolha o arquivo (.vdi) do ChromeOS-Vanilla descompactado.

disco-nova-maquina-virtual

6. Você agora terá que mudar o tipo de adaptador de rede ou Chromium OS não será capaz de acessar a rede e você verá uma mensagem “nenhuma rede disponível”. Para fazer isso, clique em sua máquina virtual Chrome OS depois em Configurações.

conf-nova-maquina-virtual

6.1 Se seu sistema for 32 Bits, será necessário habilitar o PAE/NX
No menu Sistema / Processador marque “Habilitar PAE/NX”

confprocessador-nova-maquina-virtual

6.2. Configure a memória de vídeo:
Monitor insira 128MB
6.3. Mude as configurações de rede:
Avançado Selecione “Intel PRO/1000 MT Desktop (82540EM)”

confrede-nova-maquina-virtual

7.  Inicie a máquina virtual, quanto estiver na tela de login, clique em “Máquina” então “Desabilitar Integração de Mouse”. Sem isso não é possível mover o cursor.

mouse-nova-maquina-virtual

Já na máquina, configure o idioma, teclado e conexão com a internet.

8. Ao fazer o login, o sistema irá sincronizar seus dados do Google Drive e extensões do Chrome.

Esta versão, por não ser oficial, possui algumas limitações:

  • Não representa total experiência do Chrome OS, justamente por ser não oficial
  • Sem qualquer suporte a bugs e erros, seu uso é por própria conta e risco
  • Não atualiza automaticamente, é necessário baixar regularmente a nova versão se quiser atualizar
  • Não inclui Flash, Java ou Google Voice/Video plugin por razões legais
  • Por ser uma máquina virtual, é um pouco lenta

Divirta-se!

Espero ter ajudado, sinta-se livre para comentar ou compartilhar este post.

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CRUD + PHP + Codeigniter – Solução completa em poucos minutos http://blog.luiscoms.com.br/php/crud-php-codeigniter-solucao-completa-em-poucos-minutos.lcs http://blog.luiscoms.com.br/php/crud-php-codeigniter-solucao-completa-em-poucos-minutos.lcs#respond Tue, 16 Jul 2013 17:30:52 +0000 http://blog.luiscoms.com.br/?p=109 Hoje, um dos frameworks mais usados é o Codeigniter, que oferece uma série de vantagens no desenvolvimento de aplicativos e sites em PHP, tornando o desenvolvimento mais prático, ágil e semântico. Uma das coisas mais desenvolvidas em qualquer linguagem é o CRUD – que pra quem não sabe significa Create, Read, Update, Delete, e aqui vou apresentar uma das maneiras mais […]

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Grocery CRUD Demo

Hoje, um dos frameworks mais usados é o Codeigniter, que oferece uma série de vantagens no desenvolvimento de aplicativos e sites em PHP, tornando o desenvolvimento mais prático, ágil e semântico.

Uma das coisas mais desenvolvidas em qualquer linguagem é o CRUD – que pra quem não sabe significa Create, Read, Update, Delete, e aqui vou apresentar uma das maneiras mais práticas de cria-lo usando Codeigniter.

Com uma biblioteca para Codeigniter chamada Grocery CRUD, é possível criar um CRUD com poucas linhas de código, além de ser seguro e estável.

Com base na tabela, ele cria uma visão da listagem, com formulários de adição e edição. Possui também suporte à impressão e exportação para Excel.

Não para por aí, se não quiser um CRUD simples, com o conjunto de funções de callbacks é possível criar novos campos que não estão na tabela, como por exemplo, confirmação de senha. Também é possível adicionar colunas à listagem com ações além de editar e excluir, como por exemplo, ver fotos.

Com apenas uma linha (retirada do próprio site) é possível criar um CRUD completo.

function offices()
{
    $output = $this->grocery_crud->render();

    $this->_example_output($output);
}

Na edição dos dados, é possível adicionar regras de validação para cada campo, facilitando e muito o a implantação de um sistema de cadastro.

Grocery CRUD conta com dois Templates de visualização, então não tem desculpa pra não usar.

Mãos a Obra!

Referências:

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OpenID Authentication http://blog.luiscoms.com.br/usabilidade/openid-authentication.lcs http://blog.luiscoms.com.br/usabilidade/openid-authentication.lcs#respond Tue, 26 Jun 2012 17:19:57 +0000 http://blog.luiscoms.com.br/?p=86 Quem nunca viu nos sites aquele botãozinho “Sign in with google” ou “Login with facebook”? OpenID é uma forma de centralização das suas informações um único perfil que permite você nao precise ficar lembrando de vários usernames e senhas diferentes para cada site e sem precisar cadastrar várias vezes. Existem vários provederes de OpenID como […]

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OpenID Diagram

The OpenID authentication process

Quem nunca viu nos sites aquele botãozinho “Sign in with google” ou “Login with facebook”?

OpenID é uma forma de centralização das suas informações um único perfil que permite você nao precise ficar lembrando de vários usernames e senhas diferentes para cada site e sem precisar cadastrar várias vezes.

Existem vários provederes de OpenID como Google, Yahoo, Facebook, WordPress, Gravatar, entre outros.

Pra quem programa em PHP preparei um exemplo de login simples com o perfil do Google aqui usando a biblioteca LightOpenID

Com o google é possível obter os dados o primeiro e último nome do usuário, seu email e idioma padrão, bem como seu OpenID, que é necessário para as próximas requisições.

Ex: Seu usuário escolhe logar com o perfil do google, então você requisita ao google e ele lhe devolve as informações do usuário logado, se ele não estiver logado deverá fazer o login no próprio google e então autorizar que seu site obtenha os dados somente para leitura.

Feito o login com sucesso no google e o usuário autorizando que você leia seus dados é importante que você salve seu OpenID para os próximos logins pois este é o único dado que não muda, o nome por exemplo o usuário pode mudar a qualquer momento.

Nos próximos logins você consulta em sua base de dados pelo OpenID retornado pelo google e então terá seu usuário logado através do google.

Abaixo alguns links úteis.

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Utilizando arquivo de configuração ini http://blog.luiscoms.com.br/php/utilizando-arquivo-de-configuracao-ini.lcs http://blog.luiscoms.com.br/php/utilizando-arquivo-de-configuracao-ini.lcs#respond Tue, 24 Jan 2012 12:15:43 +0000 http://blog.luiscoms.com.br/?p=69 Muitas vezes em uma aplicação se faz necessário um arquivo de configuração. Já trabalhei com os tradicionais arquivos .php com as variáveis ou constantes que seria usadas no restante do código. Hoje trabalho mais com arquivos de configuração do tipo .ini, para isso utilizo uma classe que faz uso da função parse_ini_file do php. Exemplo […]

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Arquivo de Configuração

Arquivo de Configuração

Muitas vezes em uma aplicação se faz necessário um arquivo de configuração.

Já trabalhei com os tradicionais arquivos .php com as variáveis ou constantes que seria usadas no restante do código.

Hoje trabalho mais com arquivos de configuração do tipo .ini, para isso utilizo uma classe que faz uso da função parse_ini_file do php.

Exemplo de arquivo .ini:

;Arquivo de configuração de teste
;Comentários começam com ';'
[database] ;Neste caso a seção é database
username="root" ;aqui o username é a chave na seção databese
pass=""
server="localhost"

Utilização da classe de configuração:

require_once 'config.php';
$config = new config('path/to/config.ini');
//pegar algum valor
//$config->getConfig('sessao', 'chave'))
echo $config->getConfig('database', 'username'); // root
//setar algum valor
//$config->setConfig('sessao', 'chave', 'valor')
$config->setConfig('database', 'username', 'luiscoms');

Código da classe:

<?php

class config {
    // Declaracao de Atributos
    private $file;

    private $configArray = array();

    // Construtor
    function Config ($configFile = '') {
	$this->file = $configFile;
	$this->parseConfig();
    }

   	// Realiza o parse da configuracao
	function parseConfig($processaSessoes = true) {
		$this->configArray = parse_ini_file($this->file, $processaSessoes);

		if (isset($this->configArray['import'])) {
			 foreach ($this->configArray['import'] as $file) {
				  $this->tempArray = parse_ini_file($file, true);
				  foreach($this->tempArray as $section => $keys){
					 $this->configArray[$section] = array_merge(isset($this->configArray[$section])?$this->configArray[$section]:array(),$keys);
				  }
			 }
		}

		// Executa comandos de configuração do PHP
		if (isset($this->keys['php'])){
		   foreach($this->keys['php'] as $key=> $value){
				ini_set($key, $value);
		   }
		}

	}

	// Seta uma configuracao
	function setConfig($sessao, $chave, $valor) {
		if (!isset($this->configArray[$sessao])) {
			$this->configArray[$sessao] = array();
		}
		$this->configArray[$sessao][$chave] = $valor;
	}

	// Busca um valor do arquivo de configuracao
	function getConfigSession($sessao){
		return isset($this->configArray[$sessao]) ? $this->configArray[$sessao] : array();
	}

	// Busca um valor do arquivo de configuracao
	function getConfig($sessao, $chave){
		return isset($this->configArray[$sessao][$chave]) ? $this->configArray[$sessao][$chave] : '';
	}

	// Realiza a checagem da configuracao
	function checkConfig($arrayChecagem){
		foreach ($arrayChecagem as $sessao => $chavesSessao){
			foreach ($chavesSessao as $chave){
				if (!$this->getConfig($sessao, $chave)){
					return false;
				}
			}
		}
		return true;
	}
}

?>

Gostou? Deixe um comentário.

Espero ter ajudado.

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