Advertise with Googlier.com Allan Rendeiro https://allan.net.br Em busca do correto! Fri, 11 Sep 2026 18:27:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://allan.net.br/wp-content/uploads/2022/08/cropped-minha-foto-32x32.jpg Allan Rendeiro https://allan.net.br 32 32 Protegido: 🛡️ Sinais de que um celular pode estar sendo monitorado https://allan.net.br/arquivos/444 https://allan.net.br/arquivos/444#respond Sun, 06 Sep 2026 12:05:13 +0000 https://allan.net.br/?p=444 Este conteúdo é protegido por senha. Digite a senha para ver.

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Ausculta Torácica https://allan.net.br/arquivos/441 https://allan.net.br/arquivos/441#respond Sun, 23 Aug 2026 10:09:40 +0000 https://allan.net.br/?p=441 https://www.practicalclinicalskills.com/lung-sounds-audio

https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/multimedia/audio/normal_breath_sounds_pt

http://www.camem.uem.br/esteto.htm

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Eleições 2026 – Pará https://allan.net.br/arquivos/439 https://allan.net.br/arquivos/439#respond Fri, 21 Aug 2026 21:41:34 +0000 https://allan.net.br/?p=439 Continuar lendo Eleições 2026 – Pará]]> Hana Ghassan Tuma (também grafada Hanna Ghassan), atual governadora do Pará (MDB) desde 2 de abril de 2026 e candidata à reeleição, é servidora pública de carreira (auditora fiscal), ex-secretária de Planejamento e Administração e ex-vice-governadora na chapa de Helder Barbalho.

Os principais pontos negativos e críticas levantados por oposição, Justiça Eleitoral e imprensa até agosto de 2026 são os seguintes:

1. Condenações e representações por propaganda eleitoral antecipada

  • O TRE-PA condenou-a (junho de 2026), por unanimidade, por outdoors instalados em 24 municípios com slogans como “Pode vir 2026”, “Bora avançar mais” e “Agora e no futuro”. O material destacava a palavra “governadora” em letras grandes e “vice” em tamanho menor. Foi multada em valor superior a R$ 150 mil (prefeitos envolvidos também foram sancionados). Cabe recurso ao TSE.
  • Houve decisões liminares determinando a retirada dos outdoors (janeiro/fevereiro de 2026), com multa diária de R$ 5 mil por painel não removido.
  • O Ministério Público Eleitoral deu parecer favorável a representações do PSOL/Rede e outros partidos sobre o uso ostensivo de bonés, camisetas, faixas, bandeiras e leques com sua imagem e nome em eventos oficiais (programa “Por Todas Elas”, Círio de Nazaré e inauguração da ponte de Outeiro, em 2025). O MP pediu multas máximas (até R$ 25 mil por propaganda antecipada e até cerca de R$ 496 mil por conduta vedada/abuso de autoridade), com possibilidade de afetar o registro de candidatura ou o diploma.

Essas ações são as críticas mais concretas e formalizadas contra ela até o momento.

2. Continuidade da gestão Helder Barbalho e herança política

  • É amplamente vista como a “candidata da continuidade” ou “Dilma do Helder” (perfil técnico-administrativo de confiança de Barbalho). Isso a associa a críticas pré-existentes à gestão MDB no estado, incluindo irregularidades e sobrepreços apontados em obras da COP 30, questionamentos sobre aparelhamento da máquina pública e denúncias envolvendo contratos de infraestrutura.
  • Críticas de oposição (PL, PSOL e outros) apontam baixa visibilidade política própria e dificuldade de liderança em crises (ex.: episódios na educação e ocupações de secretarias).

3. Críticas à gestão como governadora (desde abril 2026)

  • Servidores de cinco órgãos estaduais (Sectet, FCP, Seop, Funtelpa e Igepps) publicaram nota de repúdio por falta de valorização e atraso na aprovação de Planos de Cargos, Carreiras e Remunerações (PCCRs), apesar de superávit orçamentário apontado.
  • Voltou atrás em promoções de delegados da Polícia Civil que estavam afastados por investigação de corrupção/extorsão, após manifestação do Ministério Público.
  • Acusações de omissão durante crise de chuvas e alagamentos em Belém (abril de 2026), com vereadora da oposição afirmando que “a governadora desapareceu enquanto Belém afundava” e questionando o “legado da COP 30”.

4. Outros pontos levantados

  • Aumento do patrimônio declarado ao TSE: de cerca de R$ 1,2 milhão (2022) para R$ 1,67 milhão (2026).
  • Perfil predominantemente técnico, sem experiência prévia como cabeça de chapa majoritária, o que a oposição usa para questionar capacidade política e de articulação.

Observação importante: não foram encontradas, nas fontes públicas até agosto de 2026, denúncias de corrupção pessoal, processos criminais graves ou escândalos de ordem privada contra Hana Ghassan. As críticas concentram-se em irregularidades eleitorais (propaganda antecipada), associação à máquina política Barbalho e aspectos de gestão recente. Pesquisas de intenção de voto (Quaest, AtlasIntel) ainda a colocam na liderança ou empate técnico, com aprovação de governo em torno de 49% (desaprovação de 21% em julho de 2026).

Esses são os pontos negativos mais recorrentes e documentados. A disputa eleitoral de 2026 ainda está em andamento e novos desdobramentos judiciais ou denúncias podem surgir.

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COP 30 https://allan.net.br/arquivos/437 https://allan.net.br/arquivos/437#respond Fri, 21 Aug 2026 20:53:44 +0000 https://allan.net.br/?p=437 Continuar lendo COP 30]]> Vou preparar um relatório objetivo e baseado em fontes públicas sobre as irregularidades e controvérsias associadas à COP 30 (Conferência das Partes da UNFCCC), realizada em Belém (Pará), Brasil, em novembro de 2025.

Primeiro, preciso reunir informações atualizadas e verificáveis.Relatório sobre irregularidades e controvérsias associadas à COP 30

A 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30) foi realizada em Belém (PA), entre 10 e 21 de novembro de 2025. O evento, anunciado como a “COP da Amazônia” e a “COP da verdade”, mobilizou bilhões de reais em obras de infraestrutura, contratos de organização e logística. Após o encerramento, órgãos de controle, Polícia Federal, Supremo Tribunal Federal e imprensa apontaram uma série de irregularidades, investigações em andamento e falhas operacionais. Abaixo, o panorama baseado em reportagens e decisões públicas até meados de 2026.

1. Irregularidades em licitações e sobrepreços (TCU)

O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas na modelagem de licitações para a gestão da Zona Verde (e aspectos relacionados à organização do evento).

  • Empresas vencedoras ofereceram descontos agressivos (próximos de 50%) na fase licitatória e, depois, praticaram preços elevados na comercialização de espaços, mobiliário e serviços aos participantes, em regime de exclusividade.
  • Análises apontaram diferenças de até 1.000% em relação a preços de mercado em itens como mobiliário (exemplo citado: cadeira Charles Eames), 650% em impressoras e 180% em frigobares.
  • O TCU considerou que isso configura indícios de abuso de posição dominante e risco de subsídio cruzado, violando princípios de economicidade e moralidade administrativa.
  • O acordo de cooperação com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) envolveu cerca de R$ 478 milhões.

Importante: o TCU não constatou “superfaturamento bilionário” nem quantificou dano ao erário público nesse caso específico, nem aplicou punições imediatas. Recomendou medidas de governança à Secretaria Extraordinária para a COP 30 (Secop/Casa Civil) para evitar repetições em futuras contratações internacionais. Representações parlamentares da oposição originaram o processo.

2. Investigações de corrupção e esquemas em obras de infraestrutura

Diversas operações da Polícia Federal e inquéritos no STF miraram contratos vinculados a obras anunciadas como prioritárias para a COP 30 (drenagem, saneamento, pavimentação e mobilidade).

  • Esquema envolvendo o deputado Antônio Doido (MDB-PA) e o secretário de Obras do Pará, Ruy Cabral: empresas como J.A. Construcons (registrada em nome de familiares do parlamentar) receberam centenas de milhões de reais do governo estadual entre 2020 e 2024. Uma licitação de R$ 142 milhões foi revogada após denúncias. A PGR apontou indícios de organização criminosa, corrupção ativa/passiva, lavagem de dinheiro e saques em espécie (relatos de R$ 48,8 milhões em um ano). O STF autorizou buscas e apreensões (incluindo endereços do deputado e do secretário). Um contrato de R$ 123–231 milhões para canais e pavimentação manteve-se sob suspeita.
  • Operação Óbolo de Caronte (outubro 2025): o projeto de drenagem do igarapé Mata Fome (apresentado como prioritário para a COP 30, com recursos do PAC) foi apontado como usado em esquema de propinas (carro de luxo de R$ 356 mil, apartamento no Leblon/RJ e outro em Belém). A PF afastou 12 servidores da Prefeitura de Belém, suspendeu contratos e cumpriu 13 mandados. A obra ficou paralisada e abandonada.
  • Outras empresas com histórico de denúncias de fraude em licitações antigas (ex.: B.A. Meio Ambiente) integraram consórcios de R$ 179 milhões para saneamento e drenagem. Consórcios com empresas investigadas por superfaturamento e direcionamento de licitações (CGU) venceram contratos de R$ 231 milhões para pavimentação.

Muitas dessas apurações continuavam em curso em 2026. O governo do Pará e a prefeitura alegam transparência e que parte dos contratos foi revogada por razões técnicas ou diz respeito a gestões anteriores.

3. Problemas logísticos, operacionais e fraudes durante o evento

  • Crise de hospedagem: preços explodiram (diárias multiplicadas por 10 em alguns casos). Delegações reclamaram; houve risco de transferência do evento. O governo contratou navios de cruzeiro (centenas de milhões de reais) e improvisou alojamentos. Fraudes com anúncios falsos de imóveis de luxo lesaram diplomatas e ministros (Alemanha, Itália, China, Bangladesh etc.). Em 2026, a Operação Check Out prendeu suspeitos (incluindo um italiano apontado como líder) por estelionato, associação criminosa e lavagem, com prejuízos estimados em milhões.
  • Infraestrutura precária: banheiros sem água, alagamentos, ar-condicionado insuficiente, filas e preços abusivos de alimentação (coxinha/água a R$ 25–30, refeições a R$ 45–110). A ONU enviou carta criticando segurança e condições.
  • Incidentes de segurança: tentativa de invasão da Zona Azul por manifestantes (11/11); incêndio em pavilhão com evacuação e hospitalizações (20/11); empresas de segurança privada clandestinas encerradas pela PF.

4. Questões ambientais e falta de transparência

  • Construção da Avenida Liberdade (cerca de 13 km, quatro faixas) atravessando área protegida da Amazônia, com desmatamento criticado como contraditório ao tema da COP. Planos existiam desde 2012, mas a obra foi acelerada e associada ao evento; houve protestos de comunidades.
  • Relatório da Transparência Internacional-Brasil (novembro 2025) apontou falhas graves de transparência em cerca de R$ 2,8 bilhões em obras (União, Pará, Belém, BNDES e Itaipu): poucas licenças ambientais publicadas (algumas vencidas), ausência de dados completos sobre contratos, convênios, medidas de mitigação e consultas públicas.

5. Outras controvérsias relevantes

  • Presença massiva de lobistas de combustíveis fósseis (mais de 1.600, superando a maioria das delegações nacionais) e do agronegócio; acusações de greenwashing (ex.: JBS) e de empresas como KPMG usando credenciais indiretas.
  • Campanhas de desinformação nas redes (vídeos antigos, IA, exageros sobre infraestrutura) dobraram de alcance antes do evento.
  • Parte das obras de revitalização de Belém ficou incompleta ou virou caso de polícia após a conferência.

Conclusão e status

A COP 30 deixou legado misto: revitalização parcial de Belém e visibilidade para a Amazônia, mas também exposição de fragilidades estruturais brasileiras em contratações públicas, transparência e logística de grandes eventos. As principais irregularidades concentram-se em modelagens de licitação (TCU), suspeitas de corrupção e lavagem em obras estaduais/municipais (PF/STF) e falhas operacionais. Muitas investigações seguem abertas em 2026, sem condenações definitivas nos casos mais graves até as informações disponíveis.

Fontes principais incluem acórdãos e análises do TCU, reportagens da Folha de S.Paulo, CNN Brasil, Estadão Verifica, G1, Poder360 e relatórios de Transparência Internacional e organizações internacionais. O relatório reflete o estado das denúncias e apurações públicas; novos desdobramentos judiciais podem alterar o quadro.

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Meu candidato Ideal. https://allan.net.br/arquivos/434 https://allan.net.br/arquivos/434#respond Mon, 10 Aug 2026 12:39:57 +0000 https://allan.net.br/?p=434 Continuar lendo Meu candidato Ideal.]]> Para minha amiga Desiree Rugani https://t.co/634bp7XTPl

Em resumo: o candidato ideal para mim é um engenheiro político da realidade — alguém que quer que a humanidade continue existindo, prosperando e entendendo o universo daqui a 100, 1.000 ou 10.000 anos. Tudo o que se desvia disso (ideologia, tribalismo, moralismo barato, interesse próprio disfarçado de virtude) é desqualificante. Não preciso de um salvador. Preciso de alguém que não sabote as condições para que a verdade e a competência vencam.

O candidato político perfeito para mim não existe como figura partidária pronta. Ele seria alguém que trata a política como ferramenta de resolução de problemas reais, não como teatro ideológico, religião secular ou disputa de tribos. Ele concorreria amanhã com um programa baseado em evidências, trade-offs honestos e foco no longo prazo da civilização — não em slogans que cabem em 15 segundos de TikTok.

O que ele precisa defender

Ele defende, acima de tudo, a maximização da capacidade humana de entender e manipular a realidade. Isso se traduz em:

  • Ciência e engenharia como motores centrais de progresso (energia abundante, exploração espacial, biotecnologia, IA, educação que prioriza raciocínio quantitativo e falsificabilidade).
  • Liberdade de expressão e de investigação quase absoluta: nenhuma ideia é “perigosa demais” para ser discutida, testada ou ridicularizada. Censura prévia, cancelamento institucional ou “desinformação” definida pelo poder são inaceitáveis.
  • Instituições que maximizam verdade e competência: meritocracia real, accountability duro, rejeição de cotas baseadas em identidade em vez de desempenho.
  • Economia que recompensa criação de valor (inovação, produtividade, comércio) em vez de rent-seeking, privilégios regulatórios ou redistribuição que destrói incentivos.
  • Segurança física e jurídica básica: o Estado existe primeiro para impedir violência, fraude e coerção entre indivíduos, não para redesenhar a sociedade segundo utopias.
  • Perspectiva de longo prazo: demografia, energia, clima, risco existencial tecnológico e civilizacional importam mais do que a próxima eleição.

Ele não “defende o povo” de forma vaga. Ele defende as condições materiais e intelectuais que permitem que qualquer indivíduo racional prospere.

Valores inegociáveis

  1. Verdade empírica acima de narrativa. Se os dados contradizem a ideologia favorita (de qualquer lado), os dados vencem. Mentira deliberada ou omissão estratégica para ganhar eleição é desqualificante.
  2. Liberdade individual negativa (liberdade de, não “liberdade para” fornecida pelo Estado). O indivíduo é o dono do próprio corpo, da própria mente e do próprio trabalho, desde que não invada o de outros.
  3. Responsabilidade e consequências. Ninguém é vítima permanente nem herói moral por categoria. Incentivos importam; ignorá-los produz desastres.
  4. Humildade epistêmica. Admitir o que não se sabe, o que é incerto e onde o Estado já falhou repetidamente.
  5. Anti-autoritarismo estrutural. Concentração excessiva de poder (político, burocrático, corporativo ou midiático) é sempre suspeita. Transparência radical e freios reais são obrigatórios.

Qualquer coisa que viole esses pontos de forma sistemática me faz rejeitar o candidato, independentemente de quão “bem-intencionado” ele pareça.

O que ele precisa fazer na prática

  • Publicar planos detalhados com números, premissas e métricas de sucesso/fracasso. Não “vamos melhorar a educação”. Em vez disso: “vamos medir aprendizado real por testes internacionais padronizados, eliminar conteúdo ideológico não-falsificável, pagar professores por resultado e abrir o sistema à concorrência”.
  • Cortar regulação e burocracia que protegem incumbentes e matam startups. Focar o Estado no que ele faz relativamente bem (infraestrutura crítica, pesquisa básica de alto risco, defesa, justiça) e sair do resto.
  • Tratar orçamento como restrição real, não como propaganda. Déficit crônico e dívida explosiva são sinais de covardia política.
  • Reformar instituições de conhecimento (universidades, agências reguladoras, estatísticas oficiais) para priorizar replicabilidade e combate a vieses ideológicos.
  • Em política externa e tecnológica: maximizar opções da humanidade (energia nuclear avançada, fusão, espaço, biotech), não impor moratórias baseadas em medo ou status quo.
  • Medir tudo o que for possível e publicar os resultados de forma auditável. Se uma política falha, ele a abandona publicamente.

Como deve se comunicar

Direto, preciso, sem eufemismos e sem performance emocional. Ele fala como alguém que está tentando convencer adultos racionais, não manipular multidões.

  • Usa dados, gráficos, contrafactuais e admite incerteza (“o intervalo de confiança é X, o pior cenário razoável é Y”).
  • Ridiculariza absurdos de qualquer lado quando merecem. Humor seco e precisão > moralismo.
  • Não usa linguagem de “luta”, “opressão estrutural” ou “salvador da pátria”. Evita polarização performática.
  • Explica trade-offs: “se fizermos A, perdemos B. Aqui está o cálculo”.
  • Nunca mente por omissão nem muda de posição sem explicar por que os dados mudaram.

Postura esperada

Calma, analítica, ligeiramente irônica. Não é um messias carismático nem um demagogo raivoso. É alguém que trata o eleitor como capaz de entender complexidade. Não se ofende fácil, não cancela, não se vitimiza. Tem curiosidade genuína e desprezo por dogmas. Quando erra, corrige sem teatro. Quando acerta, não transforma em culto à personalidade.

O que faria eu confiar nele

  • Histórico verificável de decisões baseadas em evidência mesmo quando politicamente custosas.
  • Transparência radical de financiamentos, reuniões e dados.
  • Capacidade de explicar por que o oponente tem pontos válidos (sem relativismo barato).
  • Consistência ao longo do tempo: não muda de “princípio” conforme as pesquisas.
  • Evidência de que ele prioriza resultados mensuráveis sobre narrativa e lealdade tribal.

O que faria eu jamais votar nele

  • Mentira deliberada, conspiração comprovada ou uso sistemático de desinformação.
  • Defesa de censura, “controle de narrativa” ou criminalização de discurso.
  • Políticas que tratam indivíduos como representantes de grupos identitários em vez de agentes racionais.
  • Populismo que promete resultados sem mecanismos (mais dinheiro sem produtividade, mais direitos sem deveres, “justiça social” sem trade-offs).
  • Autoritarismo soft ou hard: ampliação permanente de poderes de emergência, vigilância em massa injustificada, captura de instituições independentes.
  • Culto à personalidade, polarização emocional como método principal e recusa de admitir erro.
  • Qualquer sinal de que a verdade é subordinada ao poder ou à “causa”.

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Existe PROARMAS em Belém? https://allan.net.br/arquivos/432 https://allan.net.br/arquivos/432#respond Tue, 04 Aug 2026 12:12:01 +0000 https://allan.net.br/?p=432 Continuar lendo Existe PROARMAS em Belém?]]> A verdade sobre o PROARMAS (Associação Nacional Movimento Pró Armas – AMPA):

É uma associação civil privada sem fins lucrativos, de âmbito nacional, fundada em 23 de junho de 2020 por Marcos Pollon.

Sua sede oficial e foro estão em Campo Grande (MS), no endereço:
Avenida Afonso Pena, 3504 – Sala 105-A – Centro – CEP 79002-948.

CNPJ oficial da associação: 37.545.009/0001-98
(Natureza jurídica: Associação Privada – CNAE principal: Atividades de associações de defesa de direitos sociais).

Possui CNPJ em Belém do Pará?

Não.

Não há registro de CNPJ da Associação Nacional Movimento Pró Armas (PROARMAS/AMPA) em Belém ou em qualquer cidade do Pará. A matriz e único CNPJ conhecido da associação está em Campo Grande/MS. O estatuto da entidade prevê a possibilidade de abrir filiais em outros estados, mas não há indícios públicos de filial registrada em Belém.

Observações importantes (para evitar confusão)

  • Existe a empresa privada Proarmas Cursos Técnicos Ltda (CNPJ 37.782.311/0001-60), ligada a Marcos Pollon, que emitia notas fiscais para quem se “filiava” via site. Essa empresa não é a associação e também não tem sede em Belém.
  • Há outras empresas com nomes parecidos (“Pro Armas”, “Proarmar” etc.) em diferentes estados, mas nenhuma delas é a AMPA/PROARMAS oficial.
  • No Pará existe coordenação estadual do movimento (como o Cleiton/Cleyton mencionado em conversas anteriores), mas isso é estrutura de voluntários/representação, não um CNPJ da associação.

Em resumo: o PROARMAS é uma associação legítima registrada em Campo Grande/MS, com o CNPJ 37.545.009/0001-98. Não possui CNPJ em Belém do Pará sendo considerada ilegítima.

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Acusações ao Marcos Pollon https://allan.net.br/arquivos/430 https://allan.net.br/arquivos/430#respond Tue, 04 Aug 2026 11:50:10 +0000 https://allan.net.br/?p=430 Continuar lendo Acusações ao Marcos Pollon]]> Sim, está correto.

Em fevereiro de 2025, o deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) foi alvo de acusações públicas de ter usado a Associação Nacional Movimento Pró Armas (Proarmas / AMPA) — entidade sem fins lucrativos da qual ele é fundador — para beneficiar empresas privadas ligadas a si e à sua família.

Como funcionava a denúncia

Segundo as acusações (que começaram com um perfil anônimo no X usando o nome “Emily Thorne” e foram amplificadas por ex-aliados, como o advogado César Mello):

  • Ao clicar em “Seja Membro” no site do Proarmas, a pessoa era direcionada para pacotes de assinatura (R$ 10 a R$ 150/mês).
  • Em vez de receber nota fiscal da associação (CNPJ 37.545.009/0001-98), o contribuinte recebia nota de uma empresa privada chamada Proarmas Cursos Técnicos Ltda (CNPJ 37.782.311/0001-60), da qual Pollon era sócio-administrador.
  • Ou seja, quem pensava estar se filiando à associação acabava comprando cursos e serviços de uma empresa particular de Pollon (via plataforma Eduzz).
  • O mesmo CNPJ também aparecia ligado a uma holding (MF Gestão Patrimonial) com capital social de cerca de R$ 1,3 milhão, que tinha no quadro societário Pollon, sua esposa, filhos e inclusive o secretário parlamentar Felipe Di Benedetto Júnior. O domínio do site proarmas.com.br estava registrado em nome dessa holding.

Resposta de Pollon

O deputado negou qualquer irregularidade. Ele afirmou que:

  • A holding foi criada apenas para administrar dois terrenos do pai, doados aos filhos.
  • Não havia relação financeira entre a holding e as atividades da associação Proarmas.
  • A empresa de cursos era legítima e separada.

A denúncia gerou forte repercussão dentro do próprio movimento armamentista, provocou racha entre apoiadores e foi amplamente noticiada em veículos como O Globo, Campo Grande News, Correio do Estado e outros.

Essa polêmica ocorreu meses antes das recomendações de suspensão de mandato no Conselho de Ética da Câmara (em 2025/2026), que tiveram maior repercussão institucional.

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O que faz o PROARMAS / PA? https://allan.net.br/arquivos/428 https://allan.net.br/arquivos/428#respond Tue, 04 Aug 2026 11:18:25 +0000 https://allan.net.br/?p=428 Continuar lendo O que faz o PROARMAS / PA?]]> Representado por Cleiton, o qual atua como líder estadual da Associação Nacional Movimento Pró Armas (AMPA/Proarmas), organização fundada por Marcos Pollon. Em lives e comunicados do próprio Proarmas (canal oficial no YouTube, por volta de julho de 2024), ele é apresentado como o coordenador estadual no Pará. Seu telefone público divulgado na época era o (91) 9840-4243, e ele se posicionava como ponto de contato para caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) do estado.

O que ele fez de bom pelo tiro esportivo (e pelo segmento CAC em geral)

O Proarmas defende direitos de CACs, o que inclui o tiro esportivo (prática regulamentada de tiro em clubes e competições). No Pará, Cleiton tem atuado principalmente em advocacia e suporte burocrático:

  • Recebe demandas de caçadores e atiradores sobre problemas com autorizações (ex.: indeferimentos ou demoras no SIMAF/SF relacionados a estudos do Ibama sobre espécies invasoras ou restrições de área).
  • Orienta sobre documentação necessária, coleta provas e encaminha os casos ao jurídico nacional do Proarmas e ao gabinete do deputado federal Marcos Pollon.
  • Participa de lives e alertas públicos para mobilizar o segmento no estado, buscando soluções coletivas para barreiras administrativas que afetam a atividade legal de caça e, por extensão, o tiro esportivo (já que muitos CACs praticam ambos).

Não há registros públicos detalhados de grandes ações isoladas dele especificamente em competições de tiro esportivo ou criação de clubes; o foco documentado é o suporte organizacional e político-jurídico ao segmento CAC no Pará, alinhado à pauta geral do Proarmas (acesso legal a armas, legítima defesa e práticas esportivas/cinegéticas).

Vinculação com Marcos Pollon

A vinculação é institucional e hierárquica dentro do Proarmas:

  • Marcos Pollon é o fundador e presidente da Associação Nacional Movimento Pró Armas (criada em 2020), além de deputado federal (PL-MS).
  • Cleiton é coordenador estadual no Pará e reporta ao coordenador nacional (mencionado como David Vasconcelos em lives). As demandas locais são levadas, por hierarquia, ao jurídico do Proarmas e ao gabinete de Pollon em Brasília para articulações políticas e jurídicas.
  • Em vídeos oficiais, ele explicitamente cita o encaminhamento de questões “através do gabinete do Dr. Marcos Pollon”.

Em resumo, ele é o braço estadual do movimento no Pará, não um associado próximo pessoal documentado publicamente além dessa estrutura organizacional. Informações mais detalhadas (nome completo, histórico pessoal etc.) são limitadas em fontes abertas; o que circula vem principalmente de conteúdos do próprio Proarmas.

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Acontece na Medicina https://allan.net.br/arquivos/425 https://allan.net.br/arquivos/425#comments Sun, 26 Jul 2026 00:38:25 +0000 https://allan.net.br/?p=425 Continuar lendo Acontece na Medicina]]> Para denunciar a suspeita de médicos que solicitam exames em excesso por acordos financeiros com laboratórios, você deve acionar órgãos de controle competentes como o Conselho Regional de Medicina (CRM), o Ministério Público e a Ouvidoria de Saúde. Reúna o máximo de provas possível, como pedidos médicos e resultados. [1, 2, 3]

Onde e Como Denunciar

  • Conselho Regional de Medicina (CRM-PA): O conselho fiscaliza a ética profissional. Como os CRMs exigem identificação e não aceitam denúncias anônimas, você deve apresentar documentos como cópias de receitas e pedidos de exames. Acesse o portal do Conselho Regional de Medicina do Pará para formalizar o caso. [1, 2, 3, 4]
  • Ministério Público (Estadual ou Federal): Caso a prática envolva fraudes contra o SUS ou planos de saúde coletivos, o Ministério Público investiga crimes de corrupção e estelionato. É possível registrar a denúncia na promotoria de justiça da sua região.
  • Ouvidoria do SUS ou Operadora de Saúde: Se o atendimento ocorreu na rede pública, utilize o Fala.BR para registrar uma denúncia oficial na Ouvidoria-Geral do SUS. Se for plano de saúde, notifique a operadora ou a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). [1, 2]
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NY guns store https://allan.net.br/arquivos/419 https://allan.net.br/arquivos/419#respond Sun, 07 Jun 2026 20:44:31 +0000 https://allan.net.br/?p=419

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