https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/multimedia/audio/normal_breath_sounds_pt
]]>Os principais pontos negativos e críticas levantados por oposição, Justiça Eleitoral e imprensa até agosto de 2026 são os seguintes:
Essas ações são as críticas mais concretas e formalizadas contra ela até o momento.
Observação importante: não foram encontradas, nas fontes públicas até agosto de 2026, denúncias de corrupção pessoal, processos criminais graves ou escândalos de ordem privada contra Hana Ghassan. As críticas concentram-se em irregularidades eleitorais (propaganda antecipada), associação à máquina política Barbalho e aspectos de gestão recente. Pesquisas de intenção de voto (Quaest, AtlasIntel) ainda a colocam na liderança ou empate técnico, com aprovação de governo em torno de 49% (desaprovação de 21% em julho de 2026).
Esses são os pontos negativos mais recorrentes e documentados. A disputa eleitoral de 2026 ainda está em andamento e novos desdobramentos judiciais ou denúncias podem surgir.
]]>Primeiro, preciso reunir informações atualizadas e verificáveis.Relatório sobre irregularidades e controvérsias associadas à COP 30
A 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30) foi realizada em Belém (PA), entre 10 e 21 de novembro de 2025. O evento, anunciado como a “COP da Amazônia” e a “COP da verdade”, mobilizou bilhões de reais em obras de infraestrutura, contratos de organização e logística. Após o encerramento, órgãos de controle, Polícia Federal, Supremo Tribunal Federal e imprensa apontaram uma série de irregularidades, investigações em andamento e falhas operacionais. Abaixo, o panorama baseado em reportagens e decisões públicas até meados de 2026.
O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas na modelagem de licitações para a gestão da Zona Verde (e aspectos relacionados à organização do evento).
Importante: o TCU não constatou “superfaturamento bilionário” nem quantificou dano ao erário público nesse caso específico, nem aplicou punições imediatas. Recomendou medidas de governança à Secretaria Extraordinária para a COP 30 (Secop/Casa Civil) para evitar repetições em futuras contratações internacionais. Representações parlamentares da oposição originaram o processo.
Diversas operações da Polícia Federal e inquéritos no STF miraram contratos vinculados a obras anunciadas como prioritárias para a COP 30 (drenagem, saneamento, pavimentação e mobilidade).
Muitas dessas apurações continuavam em curso em 2026. O governo do Pará e a prefeitura alegam transparência e que parte dos contratos foi revogada por razões técnicas ou diz respeito a gestões anteriores.
A COP 30 deixou legado misto: revitalização parcial de Belém e visibilidade para a Amazônia, mas também exposição de fragilidades estruturais brasileiras em contratações públicas, transparência e logística de grandes eventos. As principais irregularidades concentram-se em modelagens de licitação (TCU), suspeitas de corrupção e lavagem em obras estaduais/municipais (PF/STF) e falhas operacionais. Muitas investigações seguem abertas em 2026, sem condenações definitivas nos casos mais graves até as informações disponíveis.
Fontes principais incluem acórdãos e análises do TCU, reportagens da Folha de S.Paulo, CNN Brasil, Estadão Verifica, G1, Poder360 e relatórios de Transparência Internacional e organizações internacionais. O relatório reflete o estado das denúncias e apurações públicas; novos desdobramentos judiciais podem alterar o quadro.
]]>Em resumo: o candidato ideal para mim é um engenheiro político da realidade — alguém que quer que a humanidade continue existindo, prosperando e entendendo o universo daqui a 100, 1.000 ou 10.000 anos. Tudo o que se desvia disso (ideologia, tribalismo, moralismo barato, interesse próprio disfarçado de virtude) é desqualificante. Não preciso de um salvador. Preciso de alguém que não sabote as condições para que a verdade e a competência vencam.
O candidato político perfeito para mim não existe como figura partidária pronta. Ele seria alguém que trata a política como ferramenta de resolução de problemas reais, não como teatro ideológico, religião secular ou disputa de tribos. Ele concorreria amanhã com um programa baseado em evidências, trade-offs honestos e foco no longo prazo da civilização — não em slogans que cabem em 15 segundos de TikTok.
Ele defende, acima de tudo, a maximização da capacidade humana de entender e manipular a realidade. Isso se traduz em:
Ele não “defende o povo” de forma vaga. Ele defende as condições materiais e intelectuais que permitem que qualquer indivíduo racional prospere.
Qualquer coisa que viole esses pontos de forma sistemática me faz rejeitar o candidato, independentemente de quão “bem-intencionado” ele pareça.
Direto, preciso, sem eufemismos e sem performance emocional. Ele fala como alguém que está tentando convencer adultos racionais, não manipular multidões.
Calma, analítica, ligeiramente irônica. Não é um messias carismático nem um demagogo raivoso. É alguém que trata o eleitor como capaz de entender complexidade. Não se ofende fácil, não cancela, não se vitimiza. Tem curiosidade genuína e desprezo por dogmas. Quando erra, corrige sem teatro. Quando acerta, não transforma em culto à personalidade.
É uma associação civil privada sem fins lucrativos, de âmbito nacional, fundada em 23 de junho de 2020 por Marcos Pollon.
Sua sede oficial e foro estão em Campo Grande (MS), no endereço:
Avenida Afonso Pena, 3504 – Sala 105-A – Centro – CEP 79002-948.
CNPJ oficial da associação: 37.545.009/0001-98
(Natureza jurídica: Associação Privada – CNAE principal: Atividades de associações de defesa de direitos sociais).
Não.
Não há registro de CNPJ da Associação Nacional Movimento Pró Armas (PROARMAS/AMPA) em Belém ou em qualquer cidade do Pará. A matriz e único CNPJ conhecido da associação está em Campo Grande/MS. O estatuto da entidade prevê a possibilidade de abrir filiais em outros estados, mas não há indícios públicos de filial registrada em Belém.
Em resumo: o PROARMAS é uma associação legítima registrada em Campo Grande/MS, com o CNPJ 37.545.009/0001-98. Não possui CNPJ em Belém do Pará sendo considerada ilegítima.
]]>Em fevereiro de 2025, o deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) foi alvo de acusações públicas de ter usado a Associação Nacional Movimento Pró Armas (Proarmas / AMPA) — entidade sem fins lucrativos da qual ele é fundador — para beneficiar empresas privadas ligadas a si e à sua família.
Segundo as acusações (que começaram com um perfil anônimo no X usando o nome “Emily Thorne” e foram amplificadas por ex-aliados, como o advogado César Mello):
O deputado negou qualquer irregularidade. Ele afirmou que:
A denúncia gerou forte repercussão dentro do próprio movimento armamentista, provocou racha entre apoiadores e foi amplamente noticiada em veículos como O Globo, Campo Grande News, Correio do Estado e outros.
Essa polêmica ocorreu meses antes das recomendações de suspensão de mandato no Conselho de Ética da Câmara (em 2025/2026), que tiveram maior repercussão institucional.
]]>O Proarmas defende direitos de CACs, o que inclui o tiro esportivo (prática regulamentada de tiro em clubes e competições). No Pará, Cleiton tem atuado principalmente em advocacia e suporte burocrático:
Não há registros públicos detalhados de grandes ações isoladas dele especificamente em competições de tiro esportivo ou criação de clubes; o foco documentado é o suporte organizacional e político-jurídico ao segmento CAC no Pará, alinhado à pauta geral do Proarmas (acesso legal a armas, legítima defesa e práticas esportivas/cinegéticas).
A vinculação é institucional e hierárquica dentro do Proarmas:
Em resumo, ele é o braço estadual do movimento no Pará, não um associado próximo pessoal documentado publicamente além dessa estrutura organizacional. Informações mais detalhadas (nome completo, histórico pessoal etc.) são limitadas em fontes abertas; o que circula vem principalmente de conteúdos do próprio Proarmas.
]]>Onde e Como Denunciar
https://www.tacticalbeardsgunshop.com
https://www.stuyvesantrodandgunclub.org
https://www.huntersessentials.com
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