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          Documentos do Wikileaks mostram que os Estados Unidos destruiu uma "BASE ALIENÍGENA" na Lua      Comment   Translate Page      
O pesquisador Ufo Scott Waring estava consultando documentos do Wikileaks e encontrou informações importantes, relacionadas a uma base secreta na Lua que os Estados Unidos destruiu no final da década de 1970. O documento não especifica como foi a dinâmica do ataque e destruição da base alienígena, também porque o documento completo foi escrito à mão e nunca foi relatado em formato digital.


Como os Estados Unidos destruiu uma base alienígena na Lua da Terra sem que ninguém suspeitasse disso? Aqui está o que Scott disse em seu site ufosightingsdaily:

"Lembre-se das missões Apollo? Bem, eu presumi que havia mais de 20 missões na Lua, no entanto a NASA parou de repente na Apollo 17, para que pudessem realizar algumas missões secretas envolvendo recuperação de tecnologia alienígena e reconhecimento de estruturas e naves extraterrestres, para detectar possíveis ameaças na América
Eu conheci um homem chamado William Rutledge em 2011 no Youtube, quando ele enviou meia dúzia de vídeos da missão Apollo 20 em que ele participou da descrição. Foi uma missão compartilhada entre os Estados Unidos e a Rússia na Lua, perto da Cratera Delporte. William e o outro astronauta registraram suas atividades na lua no filme, incluindo a exploração de uma nave alienígena de 3 km de comprimento localizado na cratera Delporte.
Foto real da base alienígena que foi destruída 
(imagem de crédito do astronauta Apollo 20 William Rutledge)

A espaçonave tinha um buraco ou corte no lado e no interior, durante uma exploração, eles encontraram tubos de vidro ao longo das paredes com pequenos esqueletos bípedes (poucos centímetros de altura) dentro dos tubos. Eles também encontraram uma piloto feminina com mangueiras presas ao nariz e ela estava em estado de coma e parecia estar fisicamente e mentalmente conectada a nave. Ela nunca acordou, mas foi trazida de volta à Terra. Ele também gravou uma bela cidade alienígena danificada na lua. Eu acredito que esta é a base alienígena que foi destruída pelos Estados Unidos.
Por que a América destruiria a base alienígena? Para mantê-lo longe das mãos de outros países do mundo? Imagine o que aconteceria se Israel enviasse uma sonda para a lua e encontrasse a base, alegando publicamente que todo o seu conteúdo era de propriedade de Israel. De repente, isso faria de Israel uma potência mundial. A América não quer perder este título nem quer lidar com a concorrência de outros países. Por isso, não faz nada além de destruir cidades alienígenas, assumir a tecnologia para voar para mundos e explorar o universo. Embora os Estados Unidos compartilhassem as missões Apollo com ações de encobrimento até mesmo com a Rússia na época.

Aparentemente, William Rutledge nunca se curvou às ordens da NASA, destruindo a base alienígena na lua que ele havia registrado. Isso teria quebrado o coração dele. William era um homem velho e me disse que alguns dos filmes foram convertidos em vídeos digitais para que pudessem ser compartilhados antes de morrer. Ele era velho e queria tirar esse segredo do peito. Abaixo, vou inserir alguns de seus vídeos para explorar, mas tenha cuidado, o canal dele foi atacado pela NSA / CIA e eles deletaram todos, menos um de seus vídeos. Ele ficou com medo e deixou o Youtube para nunca mais voltar. É passado para o nome Youtube RetiredAFB e ainda pode ser encontrado lá. Mas ele desapareceu recentemente por causa de sua velhice. Ele provavelmente morreu agora em seu país natal, em Ruanda.
Os vídeos abaixo foram dados a mim por William Rutledge. Eles são 100% autênticos. Depois que ele me contou sobre a nave em forma de charuto na cratera da Delporte, comecei a procurar por fotos da cratera. Demorou duas semanas, mas no final eu encontrei e a foto confirma a história de Williams. O charuto UFO está na cratera do Delporte. Eu compartilhei as fotos com ele e ele ficou surpreso com o que eu encontrei e me agradeceu por acreditar nele. Ele ficou surpreso que a Nasa tenha lançado acidentalmente essas fotos com a nave de 3 quilômetros explorado no interior. Claramente eles eram altamente secretos e não tinham a intenção de serem divulgados ao público.

Aqui estão os links da NASA que encontrei como evidência:

http://www.lpi.usra.edu/resources/apollo/frame/?AS15-P-9630 

http://www.lpi.usra.edu/resources/apollo/frame/?AS15-P-9625 

de Scott C. Waring
Fonte
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Veja os Vídeos Abaixo:


          França proclama a Declaração dos Direitos das Árvores      Comment   Translate Page      
França proclama a Declaração dos Direitos das Árvores

As árvores também têm direitos na França! Contra os maus-tratos e pela preservação das árvores, a Declaração dos Direitos das Árvores foi proclamada no Parlamento francês. Um documento histórico apresentado pelos ativistas da associação ambientalistas ARBRES, que desejam tornar-se universais e abrir caminho para uma nova legislação capaz de reconhecer a árvore como um ser vivo.
Oxigênio, água, regulação da atmosfera, compensação de emissões de CO2, fertilidade do solo, animais, plantas e insetos: o universo das árvores é único e indispensável que devemos proteger. Mas todos os dias somos obrigados a lidar com a imensa redução do patrimônio florestal do planeta.

          Mor Neus Català, la veu guerrera de l'infern nazi      Comment   Translate Page      

Neus Català va plantar cara als nazis, va lluitar a la Resistència francesa i va sobreviure a l'horror de Ravensbrück. Quan va ser alliberada de l'infern, el 5 de maig de 1945, es va prometre no oblidar les companyes. Fins al final es va mantenir fidel a la seva lluita per la memòria: "Vaig intentar oblidar el patiment, però el que m'ha obligat a recordar coses és la voluntat de recuperar la memòria de les altres", explicava.


          Crítica - Constantine: Cidade de Demônios       Comment   Translate Page      

Os demônios internos e externos do mago.

AVISO: A crítica abaixo contém SPOILERS. 

Assim como Combatentes da Liberdade, a produção é uma série de 5 episódios unificados, somado à mais cenas inéditas, para compor um filme de 90 minutos. Felizmente, não há qualquer relação cronológica com o Arrowverse e não teria porque, afinal de contas a proposta do longa volta-se para uma aproximação com o teor de brutalidade dos quadrinhos de Hellblazer (e só para avisar: o que li de Constantine nas HQs foram apenas edições dos Novos 52 da Liga da Justiça Sombria e a terceira fase de Injustice: Deuses Entre Nós, portanto o meu conhecimento é um tanto limitado com relação ao microcosmo do personagem em si), apesar de eu crer que no material-fonte o bicho pega com muito mais sanguinolência e capirotagem, e exatamente nisso que o filme demonstra o maior acerto trazendo violência implacável contribuindo para a atmosfera.

Na trama, John e seu amigo Chas lutam contra o tempo para salvar a alma da garota Trish (filha de Chas) que foi submetida a um coma sobrenatural, mas para isso terão de percorrer caminhos obscuros, logicamente, sobretudo negociando com um dos inimigos. É uma sequência da animação de Liga da Justiça Sombria embora esteja incluída no catálogo do CW Seed, serviço de streaming da CW, e consta o nome de Matt Ryan, o intérprete do mago ocultista na finada (T_T) série live-action (e que foi introduzido no universo compartilhado a partir da quarta temporada de Arrow), como ator de voz do personagem. Um plot bem menor numa análise fria, mas com dotes de seguimento no sentido de apresentar as variadas peças desse mundo paranormal, basicamente numa tour por esse inferno terrestre habitado pelos mais diversos monstros abomináveis com os quais Constantine está acostumado a lidar e peitar. É de uma riqueza visual muito abrangente e inspiradora.

Na qualidade de animação em geral, o resultado sai relativamente melhorado em comparação com o visto no longa da equipe sobrenatural que contou com a participação do Batman (aqui está a review). Pelo menos expressa nos designs a aparência que denota um longa-metragem animado, sobressaindo também na paleta de cores. O filme não poupa espirros de sangue e o tom gore é parte dessa construção digna para uma história envolvendo um Constantine mergulhado na culpa e no desespero para consertar erros de modo a impedir que vidas inocentes sejam ceifadas. Mas sua pior maldição persiste firmemente. Ele carrega esse fardo imutável para todos os lugares que passa. Alguém que cruza seu caminho estará fadado a sofrer um destino perverso nas mãos das forças demoníacas que atazanam sua vida. De uma forma ou de outra, nada acaba bem para quem forja aliança com o mago. Os demônios estão bestialmente fantásticos no desenho, principalmente Nergal, o grande vilão da parada que foi responsável por um massacre visceral num show de rock onde Constantine e Chas estavam e perpetrou uma tragédia na vida do mago. Eu até gostaria que os dilemas morais de Constantine e o prosseguimento da trama caminhassem balanceados pela existência de um terror psicológico devido à tragédia pessoal.

O desfecho da batalha para salvar a alma de Trish só provou aquilo que é inalterável, praticamente uma ordem natural no que concerne o misticismo de magia negra: Tudo leva a um preço. As memórias de Trish e sua mãe acerca de Chas foram perdidas com o feitiço de Constantine. Nesse ápice do conflito, a necessidade de conveniência falou mais alto e o mago agarrou um golpe de sorte para obliterar Nergal já que o demônio anteriormente fingiu se intimidar com a chantagem de Constantine que ameaçou liberar um exército de demônios em Los Angeles, o que tocava na ferida de Nergal e sua mania de grandeza que o motivava a eliminar toda e qualquer concorrência. Pode não ter sido tão convincente da parte de Constantine para resolução do caso, mas serviu para ressaltar esse fardo terrível que persegue a vida do mago.

As presenças femininas de Enfermeira do Pesadelo e da Rainha dos Anjos (safadinha heheheh) complementam a experiência agradável e tendo seus respectivos papéis valorizados, cada um precisamente de acordo com os desenrolares principais (uma ressalva pela Rainha dos Anjos e seu acordo com Nergal que não teve grande peso para o plot inteiro).

Considerações finais:

No mais, Constantine: Cidade de Demônios soube proporcionar o impacto medido para deixar o espectador interessado, além de ser uma história que explora bem as características cruciais em prol dos detalhes sinistros que fazem a trama adotar seus ares de produção madura e, é claro, também à Constantine e suas constantes lutas internas e externas que reafirmam o seu karma doloroso. Se nem o próprio Constantine gosta de estar na sua própria pele, quem mais gostaria?

PS1: Até eu fiquei com nojo daquela piscina de cadáveres do Beroul. Que monstro imundo!

PS2: Na verdade, era o Nergal que usava uma carcaça de demônio para tapear o Constantine. Ou ele matou Beroul e usou a carcaça como disfarce (fiquei ajustando o áudio nessa hora e não captei direito).

PS3: O deus asteca da morte que dá preguiça de escrever (e pronunciar) o nome foi humilhado vergonhosamente por aqueles demônios. No fim das contas, mereceu somar ao pacote para se ferrar também.

PS4: O enredo, por outro lado, tem um tom meio episódico, não podia exigir mais de um plot com uma trajetória sem brechas pra tantas reviravoltas, mas enfim... uma hora e meia bem gasta.

PS5: Reservaram pitadas de humor negro do Constantine pro final na intenção de quebrar o drama. Tava demorando.

NOTA: 8,5 - BOM 

Veria de novo? Sim. 

*A imagem acima é propriedade de seu respectivo autor e foi usada para ilustrar esta postagem sem fins lucrativos. 

*Imagem retirada de: http://ovicio.com.br/constantine-cidade-de-demonios-serie-animada-estreou-hoje-nos-eua/


          Arranca la campaña electoral valenciana con Ximo Puig dispuesto a revalidar la presidencia      Comment   Translate Page      
Al mismo tiempo que la de las elecciones generales, la campaña electoral de la Generalitat...
          Pablo Iglesias acusa a las eléctricas de "comprarse" ministros para tener más poder      Comment   Translate Page      

El candidato de Unidas Podemos a la Presidencia del Gobierno, Pablo Iglesias, ha acusado este sábado a las empresas eléctricas de comprar ministros y presidentes para tener más poder y ha leído un listado con 30 políticos del PP y del PSOE vinculados -según ha dicho- con las empresas de energía.

En su primer gran mitin de campaña en Las Palmas de Gran Canarias junto a la exjueza Victoria Rosell, Iglesias ha defendido su propuesta de crear una empresa pública de energía para hacer cumplir el artículo 128 de la Constitución -"toda la riqueza del país en sus distintas formas y sea cual fuere su titularidad está subordinada al interés general"- y garantizar el acceso a ese bien de todas las familias.

Además de asegurar que nunca se verá a nadie de Podemos sentado en esos consejos de administración, Pablo Iglesias ha pedido retomar el control del país con la creación de una empresa "que mire cara a cara a las privadas" y permita bajar la factura de la luz.

"Por decir que las empresas eléctricas mandan más que el Congreso de los Diputados hemos levantado muchas ampollas. ¿Sabéis lo que hacen las eléctricas para tener más poder que los Diputados? Comprarse ministros y presidentes. Voy a leer una lista, a ver si sale en algún telediario", ha retado el candidato de Podemos a la Presidencia del Gobierno.

Y ha comenzado así su recuento: "Luis de Guindos, dirigente del PP y de Endesa; Elena Salgado, dirigente del PSOE y de Endesa; José María Aznar, dirigente del PP y de Endesa, Manuel Pizarro, dirigente del PP y de Endesa; Pío Cabanillas, dirigente del PP, también comprado por Endesa".

Con esa misma fórmula de decir primero el nombre y partido y después la empresa de la que -según Iglesias- han sido consejeros, ha repasado más de 30 nombres, incluidos los de los socialistas Felipe González, Cristina Garmendia, Narcís Serra, Pedro Solbes, Manuel Marín y Josep Borrell, este último candidato a las elecciones europeas.

También ha mencionado Pablo Iglesias a los dirigentes de Convergència Democràtica de Cataluña David Madí Cendrós y Miquel Roca.

Al finalizar su conteo, y en referencia al exministro popular de Industria José Manuel Soria, Pablo Iglesias ha espetado: "Y ahora yo pregunto, ¿ese tal Soria, representaba a los canarios o a Repsol?".

El candidato de Unidas Podemos ha opinado que, ahora que tanto se habla de Cataluña y que muchos se envuelven en banderas, para él "traicionar a la patria es utilizar un Ministerio o una Presidencia para acabar en un consejo de administración".

Y ha llamado también la atención sobre que las sanciones que se imponen a las empresas de energía por incumplir la ley suponen un 0,003 % de sus beneficios, un sistema que quiere cambiar.

El primer gran mitin de campaña de Pablo Iglesias -que ayer cedió el protagonismo a su número dos, Irene Montero- ha tenido lugar en la plaza del Pilar del barrio de Guanarteme de Las Palmas de Gran Canaria, que con el de hoy ha acogido ya cuatro mítines de la formación morada.

Unas 1.500 personas han arropado a Iglesias y a la jueza Victoria Rosell, cabeza de lista al Congreso por Las Palmas, que han tenido como 'teloneros' a María Pita, la número dos por Las Palmas; al candidato por Tenerife, Alberto Rodríguez, y a Noemí Santana, secretaria general de Podemos en Canarias.

Unidas Podemos aspira a revalidar los tres diputados que logró en 2016 en Canarias, aunque el CIS pronostica que perderán el segundo por Las Palmas. 


          Page respalda la idea de Sánchez de homologar el Impuesto de Sucesiones porque el actual es "un atropello"      Comment   Translate Page      

Sábado, 13 de abril de 2019 - En Castilla-La Mancha

El secretario general del PSOE de Castilla-La Mancha y candidato a revalidar la Presidencia de la Junta de Comunidades, Emiliano García-Page, ha respaldado el anuncio realizado por el presidente del Gobierno y candidato a revalidar el cargo, Pedro Sánchez, para homologar el Impuesto de Sucesiones en toda España, considerando que el actual sistema es “un atropello a la Constitución...


          Quem me liga? Como ligações telefônicas de robôs se tornaram um problema mundial      Comment   Translate Page      

Desenvolvimento de tecnologias como chamadas via internet e softwares abriram caminho para as 'robochamadas' ; Brasil está no topo do ranking de países que mais sofrem com este e outros tipos de comunicação 'spam'. O celular toca, a tela mostra um número estranho e a voz do outro lado reproduz uma mensagem automática, é assumida por algum atendente de telemarketing ou simplesmente dá lugar a um toque de que a ligação caiu. É bem possível que você faça parte das milhões de pessoas que em todo o mundo que já receberam – ou, na pior das hipóteses, ainda recebe cotidianamente – ligações do tipo, que em outras línguas já até ganharam um vocábulo próprio. Em inglês, por exemplo, são as "robocalls" e em espanhol, "robollamadas" – em português, seria algo como "robochamadas". Brasil está no topo do ranking de países que mais sofrem com as 'robochamadas' Claudinei Junior/G1 A definição das robochamadas varia, mas em geral estas incluem a incorporação de tecnologias da telecomunicação impulsionadas em anos recentes – como "autodialers", ferramentas físicas ou softwares que disparam ligações para múltiplas linhas simultaneamente; a tecnologia VoIP (abreviação para "Voz sobre IP"), que permite telefonar através da internet; os chamados "spoofers", que alteram ou escondem os números telefônicos que aparecem no identificador de chamadas; e ainda mensagens pré-gravadas. Não há dados oficiais e mundiais consolidados sobre este fenômeno recente. Mas quem trabalha com o tema – de órgãos de defesa do consumidor a empresas de tecnologia – garante: o Brasil, ao lado de países como Índia e Estados Unidos, é um dos lugares no planeta que mais abriga ligações do tipo. País assume a liderança em ranking de aplicativo O Truecaller é um aplicativo de celular que identifica e registra ligações – e, com estes recursos, faz relatórios mundias sobre chamadas classificadas como "spam" por usuários e automaticamente pelo app. Estas chamadas incluem ligações indesejadas de telemarketing, trotes e golpes. No levantamento mundial mais recente, relativo ao ano de 2018 (período de janeiro a outubro), o Brasil apareceu em primeiro lugar no número de chamadas spam recebidas por usuário – 37,5 por mês, um aumento de 81% em relação ao mesmo período de 2017. Assim, o Brasil tirou a liderança do ano anterior da Índia – quando Brasil e EUA ficaram empatados no segundo lugar. Segundo a empresa, o Truecaller tem 300 milhões de usuários no mundo – 3,3 milhões no Brasil. Os 20 países com mais afetados por chamadas spam em 2018: número médio de ligações spam recebidas mensalmente por usuário BBC De acordo com um comunicado do aplicativo, o Brasil representou uma guinada da tendência em sua região: "As ligações spam e de golpes estão aumentando globalmente, e a América Latina, graças à rápida incorporação da tecnologia móvel, é um exemplo desse fenômeno". "Notamos também que as chamadas de spam no Brasil têm uma característica muito particular: uma das ofertas mais frequentes é de operadoras de telefonia", acrescenta a empresa. No ano passado, o aplicativo registrou que 32% das chamadas spam no Brasil vieram de empresas de telecomunicação; 36% de outras empresas ou campanhas políticas através do telemarketing; 20% foram tentativas de golpes e fraudes; 10% classificadas como "incômodos" (incluindo, por exemplo, trotes e assédio); e 2% provenientes de serviços financeiros. É um quadro diferente, por exemplo, do Reino Unido, onde a prevalência é de chamadas referentes a seguros e "incômodos"; dos EUA, em que as categorias mais prevalentes são as dos seguros e motivadas por cobranças de dívidas; ou ainda o Canadá, que teve quase 70% das chamadas classificadas como golpes. Por outro lado, têm predominância de chamadas de operadoras de telecomunicação e telemarketing, como o Brasil, países como Índia, Espanha e Itália. "Empresas de telemarketing, obviamente, têm uma estratégia clara para gerar receita ao buscar novos clientes em escala", escreveu por e-mail à BBC News Brasil Nick Larsson, diretor na Truecaller. A BBC News Brasil pediu uma entrevista com representantes das quatro operadoras de telefonia móvel do país – Claro, Oi, Tim e Vivo – sobre o tema, mas nenhuma atendeu à solicitação. Todas preferiram se pronunciar através do Sinditelebrasil (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal), entidade patronal, segundo a qual "as operadoras se utilizam de canais digitais, incluindo telemensagens em ações pontuais". As 'robochamadas' surgiram com desenvolvimento de tecnologias como chamadas via internet e softwares Jornal Nacional/ Reprodução No final de março, após reunião com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o órgão anunciou que empresas do setor apresentarão, em seis meses, um código de conduta para o uso do telemarketing, inibindo "possível prática abusiva e invasiva" e refinando "modelos de abordagem aos consumidores, ajustando horários, frequência de ligações e outros itens necessários". Segundo a representação das empresas de telefonia, menos de um terço das chamadas e mensagens comerciais no telemarketing são oriundas das prestadoras, mas o sindicato indica a intenção de atingir a "satisfação dos consumidores" e alinhar-se a outros países em uma autorregulação do setor. Representando a Anatel, Elisa Leonel, superintendente de relações com os consumidores, reconheceu que a reação das empresas chega após muitos transtornos aos consumidores – mas diz que "antes tarde do que nunca". "Esse é um movimento de amadurecimento do mercado, que tem cobrado muito da Anatel desregular. A nossa resposta é que a gente só desregula aquilo que está resolvido. Então, é uma iniciativa delas (das empresas pela autorregulação) em relação a uma provocação que a Anatel tem feito", afirmou à BBC News Brasil, Qualidade de vida do consumidor é impactada, aponta organização Diogo Moyses, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), vê como "positiva" a iniciativa das telefônicas, mas avalia que ela é insuficiente para "dar conta da robustez do problema" – que classifica como um "martírio para os consumidores". "As empresas deram um prazo de seis meses para apresentar um código de conduta, mas a qualidade de vida do consumidor está sendo afetada hoje", diz Moyses, líder do programa de Telecomunicações e Direitos Digitais do Idec. "A vulnerabilidade do consumidor fica exposta desde a questão da privacidade, pois a obtenção de dados muitas vezes vem do comércio criminoso de informações, ao usuário não saber quem está ligando, não conseguir nem obter o número (de origem da ligação)". Para o representante do Idec, as soluções devem vir não apenas daqueles que participam da autorregulação, mas envolver outros atores – como as agências reguladoras e a sociedade civil – e inclusive empresas de outros setores, que também recorrem a chamadas robotizadas e spam. Mas, com as regras vigentes hoje, dá pra considerar a prática ilegal? O que diz a lei Não há, no país, leis ou normas nacionais diretamente voltadas para ligações robotizadas ou para o dito telemarketing abusivo. Mas, a depender da interpretação jurídica, pode-se considerar violações de alguns princípios mais gerais presentes no Código de Defesa do Consumidor ou em normas da Anatel. Elisa Leonel diz, porém, que ao menos oito estados já aprovaram leis para a criação de cadastros de "não perturbe" para todos os setores do mercado, que em geral são geridos pelos Procons (órgãos de proteção e defesa do consumidor). Estas listas incluem número de telefones e celulares de pessoas que não querem receber ligações de telemarketing – mesmo de chamadas vindas de outros estados. Isto está disponível, por exemplo, para moradores do Estado de São Paulo. Segundo o Procon-SP, desde 2009, mais de 1,9 milhão de telefones já foram cadastrados no estado. Empresas que recorrem ao telemarketing devem respeitar o cadastro – caso não o façam, podem ser acionadas administrativamente pelo Procon-SP e eventualmente multadas. EUA: chamadas no topo de insatisfação dos consumidores e prioridade de agência Um cadastro do tipo, só que nacional, é uma das soluções mais antigas usadas nos Estados Unidos para lidar com o telemarketing abusivo. O país conta com um registro federal chamado de Do Not Call ("Não ligue"), em que a população pode se cadastrar para não receber mais ligações relacionadas a vendas. Empresas que violarem o cadastro estão sujeitas a ações judiciais. Reino Unido, Canadá e Austrália têm sistemas parecidos. Os EUA também têm leis federais que limitam as permissões de chamadas automatizadas com áudios pré-gravados e criaram normas para que as próprias empresas de telefonia disponibilizem a seus clientes ferramentas de bloqueio de certos números. Lá, ligações indesejadas lideraram nos últimos anos o tipo de reclamação de consumidores recebidas pela Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês; análoga à Anatel no Brasil). Segundo o órgão, o volume anual de reclamações sobre estas chamadas está na casa de 200 mil, cerca de 60% de todas que chegam à comissão. Por isso, a FCC afirma explicitamente que o combate a ligações robotizadas e irregulares é sua prioridade número um – pois estas são "na melhor das hipóteses, uma perda de tempo, e na pior, um golpe", segundo o presidente do órgão, Ajit Pai. Mas o órgão faz questão de frisar também que muitas vezes as robochamadas são regulares e legítimas, quando usadas por exemplo pela rede de ensino no contato com os responsáveis pelas crianças. A Índia, outra "potência" das robocalls e do telemarketing – cujo desenvolvimento tecnológico e operacional, inclusive, deve muito ao país –, também viu sua agência reguladora publicar, em 2018, um novo conjunto de regras para conter o telemarketing e as robochamadas abusivas. Por exemplo, a Autoridade Regulatória das Telecomunicações da Índia (TRAI, na sigla em inglês) criou um sistema em que, através de diferentes códigos, os indianos podem bloquear comunicações indesejadas via teclado ou SMS. Por exemplo, se querem denunciar e impedir ligações com áudios pré-gravados, podem enviar ao órgão uma SMS com a mensagem "BLOCK 13"; ou, para ligações automatizadas, com atendimento de um funcionário de telemarketing, podem escrever "BLOCK 14". "À frente, esperamos ver como a regulação de 2018 será aplicada. Outro passo importante para garantir que os dados pessoais não vazem ou sejam vendidos e, em último caso, usados para enviar spam, será a promulgação de uma abrangente legislação sobre privacidade", explicou por e-mail à BBC News Brasil Elonnai Hickok, que comanda pesquisas sobre privacidade na ONG Centro para Internet e Sociedade da Índia (CIS, na sigla em inglês). Muralhas e inteligência artificial Mas autoridades em todo o mundo reconhecem que é desproporcional a velocidade com que as tecnologias se desenvolvem e como o poder público responde. "Qualquer um pode enviar milhões de robochamadas e desmantelar a aplicação da lei somente com um computador, softwares baratos e uma conexão com a internet", escreveram procuradores dos Estados Unidos em uma carta sobre o assunto enviada em outubro passado à FCC. Segundo Alex Quilici, presidente do YouMail (outro aplicativo que oferece o bloqueio de chamadas indesejadas), o fato de os softwares usados nas robochamadas serem fáceis e baratos fizeram com que este tipo de ligação explodisse nos últimos três anos. "É simples: você pode apenas encontrar um site, colocar números de telefone, incluir uma gravação de áudio e apertar o botão", explicou Quilici à BBC News Brasil por e-mail. "Quanto mais chamadas entram (para os usuários), menos pessoas atendem a ligações de números desconhecidos – e, com isso, sistemas robotizados fazem ainda mais chamadas". Para complicar, muitas chamadas automatizadas são escondidas por firewalls (espécie de "muralhas" nas redes de computadores para proteger a transmissão de alguns dados) e têm origem em lugares distantes – outros estados e até outros países. Esses circuitos transnacionais podem ocorrer, na maneira mais analógica, com ligações vindas de centros de telemarketing em outros países. Mas, explica Guilherme Marcondes, vice-diretor do Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações), a tecnologia VoIP faz com que ligações iniciadas na internet busquem espécies de âncoras no lugar do mundo mais conveniente para prosseguir com a chamada e conectar-se à rede telefônica tradicional. "No passado, cada linha telefônica estava associada a um hardware (equipamento físico) conectado à central telefônica. Era algo bem rastreável", diz Marcondes, que é coordenador dos cursos de engenharia de computação e de software no Inatel. "Hoje, posso contratar uma chamada originada na internet que em algum ponto vai ter que se conectar à central telefônica. E essa conexão pode acontecer em muitos lugares diferentes". Para o futuro, a inteligência artificial e a inovação em técnicas de manipulação e gravação de vozes devem trazer robochamadas em novas roupagens. Mas o desenvolvimento tecnológico ocorre também no lado da "defesa" contra chamadas indesejadas. Nos EUA, por exemplo, um consórcio de telefônicas está estudando sistemas de autenticação de chamadas. Em outubro de 2018, o Google mostrou que também entrou na arena e apresentou, no lançamento do smartphone Pixel 3, um sistema de bloqueio de números e de envio de mensagens automáticas a emissores identificados pelo usuário como spam. Se o dono do celular decidir marcar a chamada como spam, o emissor da ligação recebe uma mensagem automática dizendo: "Por favor, retire este número de sua lista de contatos e envio de mensagens. Obrigado e adeus".
          Entel busca Contador Auditor - Entel - Santiago de Chile, Región Metropolitana      Comment   Translate Page      
Entel se encuentra actualmente en busca de un Contador Auditor que se encargue de preparar, procesar y validar la información tributaria del Grupo, con el...
De Trabajando.com - Fri, 22 Mar 2019 08:34:27 GMT - Ver todos: empleos en Santiago de Chile, Región Metropolitana
          Libertadores: River golea al Alianza Lima y es 2do de grupo      Comment   Translate Page      
Todavía sin público pero con su técnico de regreso en el banco, River Plate encontró la victoria que se le había negado en la presente edición de la Copa Libertadores, donde busca revalidar su título. El conjunto argentino goleó el jueves 3-0 al Alianza Lima y ello bastó para que se colocara en el segundo […]
          La MASONERÍA en la HISTORIA de ESPAÑA (1874-1886)      Comment   Translate Page      
Cánovas del Castillo
ACERCA de la MASONERÍA y su IMPLICACIÓN 
en la HISTORIA de ESPAÑA (III)
Valentina Orte
18/5/2015
La restauración borbónica
El golpe de Pavía, enenero de 1874, liquidó, sin apenas oposición, una República, (la Primera), que había nacido once meses antes entre el entusiasmo y el alivio por la marcha del rey Amadeo. La Constitución de 1876, inspirada parcialmente en las constituciones de 1845 y 1869, escrita por Manuel Alonso Martínez, refleja íntegramente el espíritu de Cánovas. Compuesta por todas las tendencias de opinión monárquicas, se situaba en un punto equidistante entre la teoría política de los moderados y la práctica parlamentaria británica, que gozaba entonces del mayor prestigio. Tras los debates parlamentarios, finalmente se impuso el reconocimiento de un Estado confesional católico, aunque aceptando la libertad religiosa.
El Italiano Amadeo de Saboya
El sistema diseñado por Cánovas se fundaba en la alternancia en el poder, de forma pacífica y pactada, de dos partidos: el conservador y el liberal. El turno pacífico permitía la evolución política dentro del régimen: se pretendía que el ejército abandonase el protagonismo político que había tenido en todo el siglo XIX. Ambos se comprometían a respetar la Monarquía y los principios constitucionales y a atraer hacia el centro a los extremos del arco político (carlistas y republicanos) para evitar que se hicieran con el poder. En tercer lugar, se perseguía también mantener el orden socioeconómico en manos de las élites conservadoras dominantes. La Constitución definía, asimismo, la capacidad legislativa de un Monarca que gobernaba conjuntamente con las Cortes, designaba a los ministros -los cuales eran responsables ante las Cortes- y tenía derecho a veto. Ese turnismo fue en la práctica el rasgo más esencial de la Restauración al alternarse pacíficamente en el ejercicio del gobierno. Los componentes del pacto fueron:

*Partido Liberal Fusionista creado en 1880, agrupó diversas tendencias dispersas del liberalismo democrático, liderado por Práxedes Mateo Sagasta[1], que aceptaba el retorno de los Borbones. Fue un partido heterogéneo, una jaula de grillos, formado por diversos sectores encabezados por figuras relevantes, algunos eminentes miembros de la masonería. Destacan como integrantes del PLF, Gamazo, Alonso Martínez, Martínez Campos, Posada Herrera, Segismundo Moret y Montero Ríos, entre otros, aunque ninguno de ellos estuvo en condiciones de disputar la jefatura del partido a Sagasta y el
*Partido Conservador, dirigido por Antonio Cánovas del Castillo que aunque contaba con mayor cohesión, también fueron surgiendo tendencias dentro de él, sobre todo tras la muerte de su fundador; Francisco Silvela, Romero Robledo y Alejandro Pidal encabezaron las más acusadas. Se trataba, como se ha indicado, de partidos de notables, conglomerados compuestos de varias tendencias formadas alrededor de los líderes importantes. El transfuguismo fue muy habitual: Posada Herrera, Romero Robledo y Martínez Campos, por ejemplo, bailaron de un partido a otro.

El nuevo panorama permitirá una relativa mayor estabilidad, pero el encorsetamiento del sistema a la larga, con una alternancia política ficticia, causará graves problemas que desembocarán en la corrupción política cuya base estaba en el denominado caciquismo, pero lo cierto es que consiguió reparar las luchas internas de los años del llamado Sexenio Revolucionario. La transición política se va a ver acompañada y condicionada por las vicisitudes de la guerra carlista. Una guerra cuya liquidación urgía al nuevo régimen, pero que no se hizo sin importantes desgastes financieros y humanos. La resistencia carlista en tres focos geográficos de desigual importancia: el Centro (La Mancha, Aragón), Cataluña, el Norte (País Vasco y Navarra), mientras que en el Centro no había propiamente un ejército, sino partidas de guerrilleros atrincheradas en alguna plaza fuerte, en Cataluña la ocupación carlista del espacio era mucho mayor, y en el Norte había un Estado organizado y un ejército regular y numeroso. Las fases finales de la guerra coinciden con la sucesiva liquidación de la resistencia en esos tres focos.

En la liquidación de la resistencia del Centro jugó un papel importante la declaración del viejo general Cabrera (en París el 11 de marzo del 75) reconociendo la legitimidad de Alfonso XII. Cuando en enero del 75 Martínez Campos tomó el mando de la campaña de Cataluña, los carlistas ocupaban las tres cuartas partes del territorio. Aquí la clave de la resistencia militar se localizaba en las plazas de Olot y Seo de Urgell. Por tanto, la toma de Olot (19 de mayo) y la de Seo de Urgell, tras más de un mes de sitio, en agosto del 75, marcó el fin de la guerra en Cataluña. La campaña del Norte fue la más larga. Aquí había dos ejércitos regulares frente a frente, si bien el desequilibrio de fuerzas llegó a ser de cuatro a uno, a favor del ejército liberal, cuando la liquidación de la resistencia en Cataluña permitió concentrar todo el esfuerzo en el Norte. En diciembre del 75, con Jovellar ministro de la Guerra, tras el breve paréntesis de su presidencia del Consejo, se reorganizaron las fuerzas en dos grandes cuerpos de ejército. Se concedía el mando supremo de los dos cuerpos de ejército al rey, que se presentó en el teatro de operaciones en la fase final de la guerra (febrero del 76), como lo había hecho también hacía un año en el momento inicial de su reinado. La guerra carlista sirvió así para prestigiar y afianzar la figura del joven Alfonso XII, entre el pueblo, como pacificador del país, y entre los militares, como rey-soldado, supremo jefe del Ejército.

Los fueros vascos y navarros fueron reducidos y se logró que cesaran, de forma transitoria, las hostilidades en Cuba con la firma de la Paz de Zanjón. Por todo ello al rey se le llamó “el Pacificador”.

Surgen además las teorías revolucionarias el anarquismo español se había organizado –aunque este concepto repugnase a los anarquistas– a partir de 1868, cuando vino a nuestro país el notorio revolucionario italiano Giuseppe Fanelli[2], enviado de Mijail Bakunin[3]. Aprovechando el clima de libertad que había tras la revolución que derrocó a Isabel II, Fanelli mantuvo reuniones con militantes de la lucha obrera como Anselmo de Lorenzo Asperilla[4], que condujeron a constituir en Madrid el 24 de enero de 1869, la primera sección española de la Asociación Internacional de Trabajadores (AIT) o, simplemente, la Internacional
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Grupo de fundadores de la Primera Internacional, en Madrid, en octubre de 1868. Fanelli aparece en el centro arriba del todo con una larga barba
Entre las fuerzas que aspiraban a transformar al individuo y la sociedad, la masonería y el anarquismo fueron las que más claramente encarnaron un rol de alternativa totalizadora, por el hecho de que ambas estaban constituidas ̶ por su naturaleza y sus principios ̶ como sendas teorías generales de salvación y transformación de la sociedad, llegando a creerse que eran dos mesianismos secularizados. En realidad, se complementaban. El anarquismo llevaba a efecto la acción que la masonería pensaba. Quizás por ello muchos pudieron pertenecer a ambas al mismo tiempo. Esta estrecha relación entre anarquismo y masonería no fue un fenómeno circunscrito a nuestro país, sino que abarcó toda la Europa latina (incluido Portugal), donde ambos movimientos experimentaron especial desarrollo.

Desde 1874 la Federación Regional Española de la Asociación Internacional de Trabajadores (FRE-AIT) estaba prohibida y como consecuencia de ello estaba siendo objeto de una dura represión —unos dos mil internacionalistas fueron deportados a las islas Filipinas y a las islas Marianas; y a mediados de 1877 más de cien seguían en prisión—. El “obligado abandono de la lucha societaria, cotidiana y laboralista”, según Josep Termes, contribuyó a la radicalización de la FRE-AIT, que subsistía en la clandestinidad. El uso de la violencia por influencia del populismo y del nihilismo rusos, se concretó en el Congreso de Verviers de 1877[5] con la aprobación de la política de los anarquistas italianos Enrico Malatesta[6] y Carlo Cafiero[7] quienes formularon el concepto de “propaganda por el hecho”, la cual afirmaba que una acción es más eficaz que mil panfletos como forma de propaganda ideológica. También fue apoyada por el delegado de la FRE Tomás González Morago. Aunque inicialmente la teoría se refería sobre todo a la acción insurreccional, comenzó a aplicarse a los atentados individuales y pronto se vio que, de todas las acciones, la de mayor repercusión era el magnicidio.

Así en febrero de 1878 se produjo uno contra el coronel Trepov, jefe de policía de San Petersburgo, que causó un enorme impacto en Rusia y fuera de ella. A los pocos meses, el emperador Guillermo sufrió dos agresiones fallidas perpetradas por los anarquistas alemanes Emil Hoedel y Carl Nobiling. En noviembre, el anarquista italiano Giovanni Passannante intentó acabar con la vida del rey de Italia Humberto I y un mes antes se había producido el primer atentado contra el rey de España Alfonso XII, también obra de un anarquista.

En realidad, Alfonso XII sufrió dos atentados en breve tiempo. El primero lo causó un joven catalán de carácter errático llamado Joan Oliva Moncasi, hijo de unos agricultores propietarios de Cabra del Camp, Tarragona, en buena situación económica. Este joven, mal estudiante, andaba sin centrarse en nada, por lo que sus padres lo pusieron de aprendiz de tonelero. Así entró en el ambiente proletario, frecuentó una asociación obrera, la Cooperadora, y se politizó hasta el punto de afiliarse a la Internacional; de modo que impregnado de las filosofías bakuninistas, intenta asesinar a Alfonso XII el 25 de octubre de 1878 cuando cabalgaba por la calle Mayor hacia Palacio. No lo consigue y es detenido, La familia pide gracia al Rey. El jefe del Gobierno y del Partido Conservador, Cánovas, auténtico artífice de la Restauración, aunque el atentado anarquista fuese toda una novedad, veía el peligro que se avecinaba y se negó a conceder el indulto.

Cánovas tenía razón. Apenas se cumplía un mes del matrimonio del rey con María Cristina de Habsburgo-Lorena; el propio Alfonso XII conducía el faetón en el que había salido a pasear con su segunda esposa aquella tarde del 30 de diciembre de 1879. Iban casi sin escolta y, a las cinco de la tarde, tras cruzar la Plaza de Oriente, cuando el carruaje iba a entrar en Palacio por la puerta del Príncipe, dos disparos de pistola estuvieron a punto de costarles la vida. Detenido de inmediato el agresor, pronto se conoció su identidad, se trataba del anarquista Francisco Otero González, nacido en 1860 en la parroquia de Santiago de Lindín (Mondoñedo, Lugo) y que trabajaba en la capital como pastelero. Examinado en los prolegómenos del juicio al que fue sometido, se le consideró en su sano juicio cuando intentaba cometer el crimen, de modo que fue condenado a muerte. A pesar de que el propio rey solicitó el indulto, el Consejo de Ministros presidido por Antonio Cánovas del Castillo volvió a negarse a concederlo y Otero también fue ejecutado a garrote vil en el Campo de Guardias de Chamberí el 14 de abril de 1880.

El terrorismo anarquista, por justificada que estuviese la desesperación de una clase obrera explotada a niveles que hoy no podemos ni imaginar, iba a ser un flagelo para la sociedad española: dos atentados contra Alfonso XII, que, aunque resultaron fallidos, como decía una publicación anarquista, “la acción, abriría la veda en España para los magnicidios a manos de anarquistas”. Efectivamente, contra Alfonso XIII se produjeron cinco, todos frustrados aunque dejando un reguero de víctimas colaterales; y tres contra jefes de gobierno que resultaron asesinados, entre ellos el propio Cánovas, por no hablar de las bombas indiscriminadas en teatros, procesiones y lugares de gran afluencia de público, o de la ejecución de muchas autoridades, empresarios o agentes de la ley.

Antonio Cánovas del Castillo [8]
Llegó a la política a través del periodismo, trabajando desde 1849 en el diario de Joaquín Francisco Pacheco, líder del grupo “puritano” que representaba el ala más conciliadora del Partido Moderado. Esa vocación centrista quedó confirmada al integrarse en la Unión Liberal, partido creado por O’Donnell para interponerse entre moderados y progresistas. Su primera responsabilidad política fue la redacción del Manifiesto de Manzanares[9], que hizo públicas las posiciones de los militares participantes en la llamada “Revolución de 1854” (O’Donnell, Serrano y Dulce). Luego fue ocupando puestos políticos de importancia creciente, como los de diputado en las Cortes constituyentes de 1854-56, agente de preces en Roma, gobernador civil de Cádiz, director general de Administración Local, subsecretario de Gobernación, ministro del mismo ramo (1864) y de Ultramar (1865-66).
Canovas del Castillo
Su actitud ante la insurrección de los sargentos del Cuartel de San Gil (1866) le costó el destierro a Palencia, permaneciendo apartado de todo protagonismo político hasta que estalló la Revolución de 1868, que destronó a Isabel II. Durante el Sexenio Revolucionario de 1868-74, Cánovas asumió el liderazgo de una minoría conservadora en las Cortes, destacando en los debates contra el sufragio universal y la libertad de cultos. Atacó tanto al régimen democrático de Amadeo de Saboya como a la Primera República que le sucedió, aprovechando los fracasos de ambos ensayos para consolidar su opción de restaurar la monarquía de los Borbones, pero no en la persona de la ex reina Isabel II cuyo descrédito había provocado la revolución, sino, como hemos visto, en la de su hijo, a quien haría reponer como rey con el nombre de Alfonso XII.

Una vez que abdicó la reina madre en el exilio (1870), Cánovas consiguió plenos poderes para dirigir la causa monárquica (1873); mientras orientaba la educación del príncipe en Inglaterra y le hacía proclamar el llamado Manifiesto de Sandhurst[10], en el que trazaba las líneas directrices de una futura monarquía parlamentaria, liberal y moderada, llamando en su apoyo a todos los católicos y descontentos con la situación revolucionaria desvinculados del carlismo (1874).

Fue fortaleciendo paulatinamente la causa alfonsina en medios políticos y acrecentando la viabilidad de la restauración monárquica a medida que quedaba desacreditada la opción republicana; pero, en contra de su voluntad, el general Martínez Campos se le adelantó, proclamando al rey mediante un pronunciamiento militar en Sagunto (1874). Sin embargo, por primera vez en la historia de los pronunciamientos españoles, los militares no quisieron ocupar el poder, sino poner en él a Cánovas, como líder de los partidarios de la Monarquía: el último día de aquel año, Cánovas formó un gobierno que ejercería la regencia hasta la llegada de Alfonso XII, el cual confirmó al gabinete en 1875.

Dueño de un poder prácticamente incontestado, Cánovas realizó en los dos años siguientes una obra ingente, que puso las bases del régimen de la Restauración, el cual habría de perdurar hasta el golpe de Estado de Primo de Rivera (1923). Preparó e hizo aprobar la Constitución de 1876, estableciendo una monarquía liberal inspirada en las prácticas parlamentarias europeas. La clave era acabar con la violencia política y los pronunciamientos militares que habían marcado el reinado de Isabel II, asentando la primacía del poder civil. Pero para ello había que garantizar la alternancia pacífica en el poder; Cánovas diseñó un modelo bipartidista al estilo británico, formando él mismo un gran Partido Conservador a partir de la extinta Unión Liberal; y buscó una figura que aglutinara la opción política alternativa, encontrándola en Sagasta, que asumiría el liderazgo del Partido Liberal, con el cual se turnarían los conservadores en el poder.

Tras gobernar casi sin interrupciones hasta 1881, Cánovas dejó el poder a Sagasta en aquel año, recuperándolo en 1884. En ese mismo año de 1881 se desató una epidemia de cólera en Valencia que se fue extendiendo hacia el interior del país. Cuando la enfermedad llegó a Aranjuez, el monarca expresó su deseo de visitar a los afectados, a lo que el Gobierno de Cánovas del Castillo se negó por el peligro que ello entrañaba. El rey partió entonces sin previo aviso hacia la ciudad y ordenó que se abriera el Palacio Real para alojar a las tropas de la guarnición. Una vez allí, consoló a los enfermos y les repartió ayudas. Cuando el Gobierno conoció el viaje del soberano, envió al ministro de Gracia y Justicia, al capitán general y al gobernador civil para que le condujeran de vuelta a Madrid. Cuando llegó, el pueblo, enterado del gesto del rey, le recibió con vítores y, retirando a los caballos, condujo al carruaje tirando de él, hasta el Palacio de Oriente. Poco tiempo después, el 25 de noviembre de 1885, Alfonso XII murió de tuberculosis en el Palacio Real de Madrid, dejando dos niñas y un nasciturus que será rey nada más ver la luz: Alfonso XIII.

Al morir Alfonso XII para consolidar la regencia de María Cristina de Habsburgo, selló con Sagasta el llamado “Pacto de El Pardo”[11], por el cual ambos partidos se sucederían sin enfrentarse en la gobernación del país. Y es que, efectivamente, la peculiaridad del régimen canovista era que las elecciones constituían una farsa manejada por las redes oligárquicas del caciquismo, mientras que el Parlamento y el gobierno se formaban de espaldas a la opinión pública, en función de pactos entre los líderes de los dos partidos dinásticos y con una intervención decisiva de la Corona.

Cánovas volvió a presidir el Consejo de Ministros en 1890-92 y en 1895-97. En su haber como gobernante hay que anotar la pacificación del país, poniendo fin a la sublevación cantonal (1874), la Tercera Guerra Carlista (1875) y la Guerra de los Diez Años en Cuba (1878). Inspirado por la «lección» histórica de la decadencia española, trató de impulsar un resurgimiento nacional, fomentando un nuevo patriotismo español con actos como los que conmemoraron el cuarto centenario del descubrimiento de América (1892). Declaró ante las Cortes que su Gobierno se proponía ajustarse en todo a las enseñanzas contenidas en la encíclica Rerum Novarum del papa León XIII sobre la situación de los obreros, lo que motivó una prolija contestación por parte de la masonería.

Pero se mostró impotente ante los nuevos conflictos que suscitaban el nacionalismo catalán, el movimiento obrero, el anarquismo, las disidencias internas de su partido y la reaparición del movimiento independentista en Cuba (1895). Incapaz de abrir cauces para la participación política de nuevos grupos y aspiraciones, cuando murió asesinado por un anarquista italiano durante su estancia veraniega en un balneario, dejó al régimen ante una situación de crisis que se prolongaría desde la derrota en la Guerra de Cuba 1898 hasta 1923.

¿Quién podía estar interesado en matar a un político que encaraba el final de su carrera? Demasiados candidatos, seguía siendo la respuesta.

El bipartidismo daba reducido margen de actuación a grupos políticos como los socialistas o los anarquistas, excluidos por un sistema electoral vertebrado por el caciquismo. Las violentas reivindicaciones de estos partidos, en muchos casos a través de atentados, fueron respondidas con la misma contundencia por parte del Estado. En este sentido, la bomba en el Liceo de Barcelona y, sobre todo, el proceso de Montjuic[12] significó la herida anarquista que motivó al anarquista Michele Angiolillo ( 1871-1897) a atentar contra Cánovas.

Por ejemplo, se desconoce de quien partió la asistencia financiera que facilitó su huida de Barcelona por las detenciones masivas que se produjeron como consecuencia del atentado de la Procesión del Corpus de junio de 1896. Hay quien afirma que los hermanos masones le ayudaron para huir primero a Londres y después a Madrid pocos meses antes del atentado a Cánovas, donde encontró la ayuda del periodista republicano, masón y anticlerical José Nakens Pérez para desplazarse y alojarse en el mismo balneario que el político español al que, mientras leía el periódico, Angiolillo le disparó una bala a la cabeza, otra en la yugular y la tercera en un costado.

Otra línea de investigación sobre las ayudas recibidas por Angiolillo, lleva a los movimientos independentistas de las Antillas en las que destaca la labor del masón puertorriqueño Ramón Emeterio Betances y Alacán[13], con quien se había reunido en París, además de con una delegación de los insurrectos cubanos que luchaban contra España para lograr la independencia. Según el periodista español Luis Bonafoux –amigo de Betances–, la primera intención del anarquista era atentar directamente contra la madre de Alfonso XIII. Fueron los insurrectos cubanos quienes le persuadieron y financiaron para cambiar su objetivo a Cánovas, una dura espina para las aspiraciones independentistas de la isla. Como en algún otro magnicidio posterior, el cambio de planes que conllevó, supuso una gran ventaja para los planes de la masonería. De hecho, una de las primeras decisiones del nuevo presidente de España, Sagasta, fue retirar a Valeriano Weyler[14], capitán general de Cuba y responsable de una durísima estrategia militar contra los insurrectos[15]. No parece creíble que el asesinato fuera obra de un solo hombre por muy anarquista y masón que fuera. Sin embargo, la Justicia española no quiso ir más allá de la autoría material del crimen. No quiso entrar en los peligrosos pliegues internacionales que habían financiado al italiano. La reunión con Ramón Emeterio Betances fue descubierta años después cuando el país centraba todos sus esfuerzos en digerir el Desastre del 98. Pocos se pararon a pensar a esas alturas en la posible relación de Betances, que había residido en EE.UU. y mantenía allí importantes relaciones, con representantes del gobierno norteamericano.

Y sea cierto o no que hubo dinero estadounidense respaldando al anarquista, paradójicamente, el mismo presidente que metió a EE.UU. en la Guerra de Cuba, William Mc Kinley[16], en 1901 fue asesinado por otro anarquista, Leon Frank Czolgosz de origen polaco seguidor de la escritora y activista rusa Emma Goldman, a su vez muy influida por las ideas de Koprotkin. Si bien es evidente que al principio Mc Kinley se oponía a la guerra frente a la presión empresarial y mediática de personajes como el magnate de la prensa William Randolph Hearst, al final, a pesar de las mentiras[17], intervino en contra de España.

Práxedes Mateo Sagasta:
El otro participante del turnismo, oponente de Cánovas, miembro del Partido Liberal Fusionista (ampliamente trufado de masones), fue Práxedes Mateo Sagasta, nacido en Torrecilla en Cameros (Logroño) el 21 de julio de 1825- A los 17 años comenzó sus estudios en la Escuela de Ingenieros de Caminos de Madrid. Debido al ejercicio de su profesión, llegó a Zamora como director de obras públicas y allí se convirtió en jefe local del Partido Progresista y en el principal dirigente de la Junta Revolucionaria de 1854, creada con motivo de la Vicalvarada.
Práxedes Mateo Sagasta
En noviembre de ese año, iniciado el Bienio Progresista, fue elegido diputado a las Cortes Constituyentes. Finalizado dicho periodo, hubo de exiliarse en Francia en 1856, de donde regresó pronto para volver en diciembre de 1858 al Congreso de los Diputados, y ejercer un mandato representativo durante cinco años. Acabados éstos, lideró la postura progresista civil contraria a la participación en el sistema político y de repudio al régimen de la reina Isabel II. En 1866, tras colaborar en varias conspiraciones militares fracasadas encabezadas por el general Juan Prim y ser condenado a muerte por ello, se exilió de nuevo en Francia. Regresó para participar en la victoriosa revolución de 1868 que derrocó a Isabel II y significó el comienzo del Sexenio Democrático. Y de su larga carrera gubernamental. Formó parte, como ministro de Gobernación, del gobierno provisional encabezado desde el 8 de octubre de ese año por el general Francisco Serrano, duque de la Torre. Simultaneó dicho cargo desde febrero de 1869 con el de presidente de las Cortes Constituyentes que habrían de aprobar la Constitución de 1869. En el gobierno de Juan Prim desempeñó sucesivamente las carteras de Gobernación y de Estado (desde junio de 1869 y a partir de enero de 1870, respectivamente).

Durante el reinado de Amadeo I, cuya candidatura defendió y votó, presidió por vez primera un gobierno, si bien de carácter provisional, desde diciembre de 1870 hasta enero del año siguiente. Tras desempeñar el cargo de ministro de Gobernación (enero-julio de 1871), volvió a encabezar un gabinete (en el cual ejerció simultáneamente su anterior cartera ministerial) entre diciembre de 1871 y mayo de 1872. Su último gobierno durante el Sexenio Democrático lo formó, ya bajo la denominada ‘fase pretoriana republicana’ presidida por el duque de la Torre, en los últimos seis meses de 1874.

A finales de dicho año, aceptó el regreso a España de la Casa de Borbón para ejercer la monarquía, restablecida en la persona de Alfonso XII, después de haber encabezado el mencionado gobierno de transición hacia el periodo que habría de llamarse Restauración. Constituyó el Partido Liberal Fusionista (1880), conocido como Partido Liberal, que accedió por vez primera al poder en 1881. Esta formación intervino, junto con el Partido Conservador, en el sistema de turno ideado por el líder de este último, Antonio Cánovas del Castillo.

Durante la primera etapa de gobierno liberal (febrero de 1881-enero de 1884), que él mismo presidió hasta octubre de 1883, se asentaron las bases de la reforma legislativa que se pondría en práctica a lo largo de su segundo mandato (noviembre de 1885-julio de 1890), ya fallecido Alfonso XII e iniciada la regencia de la viuda de éste, María Cristina de Habsburgo-Lorena. Durante ese periodo, el Partido Liberal, siempre liderado por Sagasta, llevó a cabo lo principal de su programa político modificador de la esencia conservadora de la propia Restauración: instituyó el sufragio universal masculino y las libertades de asociación, pensamiento, reunión y expresión. Esos cinco años de gobierno fueron el resultado del acuerdo a que llegaron las dos principales organizaciones políticas del régimen, el Partido Liberal de Sagasta y el Conservador de Cánovas, durante la convalecencia del moribundo monarca, a finales de 1885, convenio que pasó a ser conocido como Pacto de El Pardo y cuyo objetivo fue perfilar definitivamente la estabilidad del sistema político.

En octubre de 1897, tras el asesinato de Cánovas, Sagasta volvió a hacerse cargo del gobierno. Aunque concedió la autonomía a Cuba y Puerto Rico, Estados Unidos exigió la independencia total de Cuba y declaró la guerra a España en 1898, con lo que se desencadenó la llamada Guerra Hispano-estadounidense. El resultado del enfrentamiento bélico fue desastroso para los intereses españoles y la responsabilidad del fracaso recayó íntegramente sobre Sagasta y su partido, a causa de lo cual dimitió en marzo de 1899, tras la pérdida de las dos citadas islas antillanas, así como de las Filipinas y Guam. No obstante, volverá al poder en marzo de 1901, y, durante este su último gobierno (finalizado en diciembre de 1902), el rey Alfonso XIII, que había accedido a la mayoría de edad, presidió su primer Consejo de Ministros. Sagasta falleció el 5 de enero de 1903, en Madrid.

Respecto a su labor dentro de la masonería, reseñar que fue el segundo jefe de Gobierno que alcanzó el supremo cargo de la masonería española, el de Gran Maestre y Soberano Comendador del Supremo Consejo en la versión del Gran Oriente de España. La figura de Sagasta, según Ferrer Binimeli, es una de las más ricas del panorama político español decimonónico. Supo combinar la actividad política con la masónica, fue diputado a Cortes, director de La Iberia,[18]comandante del Batallón de ingenieros de la Milicia Nacional y organizador de barricadas en el Madrid de 1856, miembro de la Junta Suprema revolucionaria y condenado a muerte por los sucesos del 66, exiliado en París, protagonista destacado en la Revolución de septiembre de 1868, Ministro de Gobernación en el Gobierno provisional de Serrano, Ministro de Estado con Prim, votó la candidatura de D. Amadeo de Saboya y, tras el asesinato de Prim, líder natural del progresismo político, jefe del partido liberal tras la ruptura con Ruiz Zorrilla, dos veces presidente del Congreso (en 1871 y 1883) y, al menos siete veces, presidente del Consejo de Ministros.

Aunque abundan las opiniones, interesadas la mayoría, de que la masonería sólo se preocupa del progreso especialmente del de sus miembros, y no de la política, las discrepancias entre Sagasta y Ruiz Zorrilla escindieron peligrosamente el progresismo y acabaron marcando la evolución de la vida política española a lo largo del Sexenio. Fueron enemigos políticos irreconciliables y jefes de diferentes y enfrentados partidos, a pesar de lo cual, ambos fueron Grandes Maestres de la misma obediencia masónica con escaso margen de tiempo.

La situación que presentaba la Masonería en nuestro país a la llegada de la revolución de septiembre, era realmente compleja, y esta complejidad subió de punto durante el Sexenio Revolucionario el cual constituyó una ocasión muy favorable para reorganizarse. Las distintas ramas masónicas se organizaron en dos agrupaciones: el Gran Oriente Nacional de España y el Gran Oriente de España distinguidos entre sí fundamentalmente por el apoyo que a las fuerzas filosóficas prestaba el primero, mucho más autoritario y selectivo y a funciones “simbólicas”, mucho más democrático el segundo. Las tensiones entre ambos dio lugar al movimiento de miembros y aún de logias, de uno a otro pasando del Gran Oriente Nacional de España al Gran Oriente de España. Frente al radicalismo republicano y anticlerical de la masonería española dirigida por Miguel Morayta, es de sobra conocido el monarquismo inquebrantable de Sagasta y su deseo de que la Iglesia Católica y los gobiernos liberales vivieran en la mejor armonía posible[19].

De 1876 a 1881, Sagasta fue el Gran Maestre y Soberano Comendador del Gran Oriente de España, una de las obediencias masónicas más importantes. Está bien documentada su trayectoria como Gran Maestre desde el día de su elección y nombramiento (7 de marzo de 1876) hasta el 10 de mayo de 1881, fecha en que fue relevado como Gran Comendador y Gran Maestre del Gran Oriente de España por Antonio Romero Ortiz, hermano Fraternidad, ministro de Ultramar durante los gabinetes de Zabala y de Sagasta, ex Ministro de Gracia y Justicia y Presidente de la Asociación de Escritores y Artistas, quien acababa de ingresar en la Real Academia de la Historia con un discurso dedicado al Justicia de Aragón que fue contestado por el también masón Víctor Balaguer, (como se ve, la imbricación de la masonería en el gobierno y en las demás instituciones, no era un caso aislado). Le sustituyó hasta 1886 el ministro de Ultramar con Sagasta, Manuel Becerra, también masón grado 33, de nombre simbólico Fortaleza, quien presentó la dimisión por la crisis interna provocada por el desmesurado poder que tradicionalmente ostentaban los Secretarios en los Grandes Orientes españoles muy a menudo por encima de los Grandes Maestres. En este caso, al Gran Secretario Juan Utor Fernández que había desempeñado su cargo despóticamente sin permitir el control de las cuentas de la orden, se le descubrió su participación en una malversación de fondos; Becerra, su superior, se vio obligado a dimitir. Se ve que esto de quedarse con dinero que no es suyo, es una práctica habitual en todas las épocas y lo curioso es que lo realizan hasta las sectas que pregonan la fraternidad entre sus miembros. Lo que no parece tan habitual es que un superior admita su responsabilidad por haber incumplido su deber de “in vigilando”.

En el próximo capítulo se especificarán las reformas políticas y jurídicas que se aprobaron en este período de la Restauración borbónica.
[1] Gran Maestre del Gran Oriente y Gran Comendador del Supremo Consejo del grado 33 desde 1876 a 1881
[2] Giusseppe Fanelli (1827 – 1877, Nápoles), fue un anarquista italiano que visitó España en octubre de 1868 con el fin de crear federaciones de la Asociación Internacional de Trabajadores durante la primera internacional obrera. Mandado por Bakunin mientras éste estaba en Ginebra, Fanelli se entrevistaba con obreros en España, entre ellos el madrileño Anselmo Lorenzo. Este grupo, adoptó los ideales traídos por Fanelli a los cuales denominaron “La idea”.
[3]Bakunin (1814- 1876) fue un anarquista ruso, posiblemente el más conocido de la primera generación de filósofos anarquistas, considerado uno de los padres de este pensamiento, dentro del cual defendió la tesis colectivista y el ateísmo. Extremadamente crítico con la religión, abogaba por el ateísmo. Un ateísmo muy intenso e incluso una admiración declarada por la figura de Lucifer, que considera un revolucionario en el cielo contra el poder autócrata de Dios. Miembro destacado de la francmasonería (grado 32); se conoce que una de sus razones para hacerse masón fue la de tratar de hacer de la masonería un instrumento de las luchas sociales y de las ideas anarquistas. Apasionado de las sociedades clandestinas y radicales, bien en las barricadas, bien apoyándolas de una u otra manera, Bakunin participó en todas las insurrecciones de las que tuvo noticia.
[4] Anselmo de Lorenzo (1841-1914). Humanista, pensador anarquista y activista sindical español, nacido en Toledo en 1841 y fallecido en Barcelona en 1914. De formación autodidáctica, se relacionó con algunas de las principales figuras del anarcosindicalismo mundial y desplegó una intensa actividad militante que, tanto en la acción directa como en la fijación por escrito de una base ideológica, le convirtió en una de las voces más lúcidas del pensamiento ácrata hispano. Aunque el pensamiento de Anselmo de Lorenzo carece de grandes aportaciones originales respecto a la ideología anarquista, su obra ensayística y periodística contribuyó decisivamente a divulgar por España algunas de las ideas centradas de los tres grandes teóricos del anarquismo internacional: el francés Proudhon y los rusos Kropotkin y Bakunin. 
Fue grado 18º, orador de la Respetable Logia Hijos del Trabajo, y primer inspector del capítulo del mismo nombre.http://www.mcnbiografias.com/app-bio/do/show?key=lorenzo-anselmo
[5] En este Congreso desapareció la Internacional antiautoritaria. Además de aprobar la “propaganda por el hecho” aceptó el uso revolucionario de los explosivos, que tuvo eco en atentados realizados en diversos países en años sucesivos
[6] Errico Malatesta (1853 Campania, Italia – 1932 Roma), es uno de los grandes teóricos del anarquismo moderno y con él se cierra la etapa de los clásicos anarquistas, junto a Pierre-Joseph Proudhon, Mijail Bakunin, Benjamín Tucker y Piotr Kropotkin. Su pensamiento post- materalista abre una nueva corriente en la teoría anarquista, hecho que le llevará a un conflicto ideológico con el mismo Kropotkin al que considerará cercano al positivismo. Sus teorías influirán en las nuevas corrientes filosóficas que surgen a fines del siglo XIX y comienzos del XX en torno al neokantismo y neoidealismo..
[7] Carlo Cafiero (1846 Barletta, Italia – 1892 Campania, Italia), fue un anarquista italiano, amigo cercano de Mijail Bakunin y Enrico Malatesta durante la segunda mitad del siglo XIX. Su padre perteneció a los Carbonarios en 1821, En Londres establece contacto con Marx y Engels. Se une a la AIT y es enviado a Italia para difundir el marxismo, donde, en cambio, había una fuerte influencia del colectivismo bakuninista y el republicanismo de Giuseppe Mazzini. Es considerado padre del comunismo libertario, que según afirma el foro comunista, no proviene de la síntesis, sino de la oposición, denominado a menudo el marxismo por los anarquistas como “Comunismo Autoritario”.
[8] Cánovas:(Málaga, 1828 – Santa Águeda, Guipúzcoa, 1897). Licenciado en Derecho por la Universidad de Madrid. Se inclinó primero hacia la literatura por influencia de su tío, el escritor Serafín Estébanez Calderón y sobre todo hacia la historia, dedicación esta última que no abandonó ni en los momentos álgidos de su vida política; escribió notables trabajos sobre los Austrias y la decadencia española, que le valieron el ingreso en la Academia de la Historia (1860). También fue miembro de la Real Academia Española (1867), la de Ciencias Morales y Políticas (1871) y de la de Bellas Artes de San Fernando (1867).
[9] El 7 de julio de 1854 el General en Jefe del Ejército Constitucional Leopoldo O’Donnell, conde de Lucena, se pronuncia contra el Gobierno en las cercanías de Madrid (Vicalvarada). La politización del levantamiento se logra a través de un Manifiesto, redactado desde Manzanares por el joven Antonio Cánovas del Castillo, futuro artífice de la restauración borbónica. El Manifiesto es una llamada a los españoles, en el cual se pide la continuidad del Trono, pero sin camarillas que lo deshonren, al mismo tiempo que se habla de cosas muy caras a los progresistas: mejorar la ley electoral y la de imprenta, y rebajar los impuestos.
[10] Se redactó formalmente con el pretexto de contestar a las felicitaciones recibidas al cumplir diecisiete años, que significaba la mayoría de edad. El documento fue ideado y elaborado por Antonio Cánovas del Castillo; en el mismo se daba a conocer el nuevo sistema político que se quería implantar, una monarquía constitucional, es decir un nuevo régimen monárquico de tipo conservador y católico que defendía el orden social pero que garantizaba el funcionamiento del sistema político liberal.
[11] Acuerdo que supuestamente habría tenido lugar el 24 de noviembre de 1885, en vísperas de la muerte del rey Alfonso XII entre Cánovas del Castillo y Práxedes Mateo Sagasta, , líderes respectivos de los dos partidos más importantes de la Restauración monárquica, el Partido Conservador y el Partido Liberal, con el propósito de proporcionar estabilidad al régimen, que consideraban amenazada por el entonces más que probable fallecimiento del monarca. En este pacto se concretó un cambio futuro, o alternancia, de gobierno sin sobresaltos entre ambas formaciones. Sin embargo existen otras fuentes que afirman que no existió un pacto como tal —en el sentido de fraguar de entonces en adelante un pacífico “turno de partidos”— sino como una simple entrevista entre ambos líderes en la que acordarían la necesidad de cierta voluntad de consenso en un período crítico para el devenir político del país. La reunión entre Cánovas y Sagasta fue acordada a través del general Martínez Campos.
[12] El 7 de junio de 1896, tuvo lugar un atentado en la calle Canvis Nous de Barcelona al paso de la procesión del Corpus. Un artefacto explosivo fue lanzado por un anarquista contra el público congregado, puesto que la zona de autoridades estaba lejos de su alcance. La bomba mató a 12 personas y dejó a 40 heridas. La represión policial que se desató tras el atentado fue brutal e indiscriminada y dio lugar al famoso proceso de Montjuic, durante el cual 400 sospechosos fueron encarcelados en el castillo de Montjuic para ser brutalmente torturados. Varios consejos de guerra condenaron a muerte a 28 personas –cinco de las cuales fueron ejecutadas– y a otras 59 a cadena perpetua –63 fueran declaradas inocentes pero fueron deportadas a Río de Oro, en el Sáhara español–.
[13] Médico, escritor y político independentista antillano, perteneció a la Logia masónica Unión Germana y posteriormente a la Logia Yaguez.
[14] Valeriano Weyler y Nicolau fue un noble, político y militar español, marqués de Tenerife y duque de Rubí, grande de España,. Sustituyó a Martínez Campos a quien los rebeldes le habían ganado la partida, al negarse a combatir a los insurrectos con sus mismos métodos. Weyler, organizó una columna de voluntarios en un tiempo récord reclutando a los fanáticos proespañoles de La Habana bajo el nombre de los Cazadores de Valmaseda, contraguerrilleros que no respetaba ninguna doctrina ni ley militar internacional o nacional. A medida que avanzaba en sus objetivos, Weyler iba creando nuevas reglas amoldándose a la situación. La más polémica de todas, ordenar a los lugareños abandonar las zonas en conflicto. Si no lo hacían dejaban de ser considerados civiles, quedando a merced de sus “cazadores”.
[15] La dureza de los métodos de Weyler fue debida, principalmente, por haber actuado los independentistas sin ningún escrúpulo siguiendo las órdenes de José Martí y Máximo Gómez dentro de lo que ellos calificaron la guerra total y que incluía la quema de cuanta cosecha, tierra o vivienda hallaban en su paso, sin importar si pertenecían a cubanos o a españoles. Los animales eran robados o sacrificados, los hombres eran reclutados en sus filas o asesinados si oponían resistencia y las mujeres y los niños abandonados a su suerte. Todo para despojar a los cubanos de cualquier propiedad y obligarles a luchar junto a ellos y no buscar el amparo de los soldados españoles.
[16] Iniciado en Mayo de 1865 en la Logia Hiram N ° 21, de Winchester, Virginia. Posteriormente afiliado a la Logia Cantón N ° 60, de Ohio, en 1867; y más tarde en un miembro de la Logia Carta de Eagle Nº 431, nombre que cambiaría a Mac Kinley después de la muerte del presidente.
[17]“ El Sr. Hearst en su larga y no loable carrera ha inflamado los estadounidenses contra los españoles, los estadounidenses contra japoneses, los estadounidenses contra los filipinos, los estadounidenses contra los rusos, y en la búsqueda de su campaña incendiaria que ha impreso francamente mentiras, forjado documentos, historias, falsas atrocidades, editoriales inflamatorios, dibujos animados y sensacionales fotografías y otros dispositivos mediante el cual lograr la complicidad de sus extremos patrioteros”. Ernest L. Meyer, Capítulo 17: Despedida: Señor de San Simón, Señores de la Prensa, Georges Seldes. .
[18] Periódico fundado por su amigo Pedro Calvo Asensio como órgano de liberales y muy específicamente masones dedicado a mejorar la oratoria de sus miembros porque la consideraba capital para la promoción del diputado en la sociedad política. Calvo Asensio, al igual que Ángel Fernández de los Ríos perteneció a la logia “Doce hombres de corazón”.
[19] J. A. Ferrer Benimeli (Universidad de Zaragoza), “Práxedes Mateo-Sagasta, Gran Maestre de la masonería”, en J. A. Ferrer Benimeli, (coord.), La masonería española en la época de Sagasta, XI Symposium Internacional de Historia de la Masonería Española, Logroño, 2007, vol. I, pp. 3-40
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          Nuevo 18/98 en Septiembre      Comment   Translate Page      
A ocho años de la apuesta por el proceso de paz unilateral, a dos años del desarme en Baiona y a un año de la desmovilización en Kanbo, se anuncia un nuevo macrosumario en contra de la solidaridad con los represaliados políticos vascos.

Esa es la España que hoy juzga a los catalanes por supuestamente haber agredido a los integrantes de los cuerpos policíacos el 1° de octubre de 2017.



Les compartimos este artículo de Gara:


El 16 de setiembre comenzará en la Audiencia Nacional el juicio contra 47 ciudadanos vascos. Son abogados y personas que han participado en organizaciones como Herrira o Jaiki Hadi, creadas para defender los derechos humanos de los represaliados. La Fiscalía pide para ellos penas de entre 20 y 11 años de prisión. En total suman 601 años de cárcel.

Ion Salgado

El 16 de setiembre comenzará un nuevo macrojuicio político en la Audiencia Nacional. 47 ciudadanos vascos se sentarán en el banquillo, acusados de formar parte del «frente de cárceles» de ETA. Se trata de abogados y otras personas vinculadas a organizaciones creadas para defender los derechos de los represaliados, como Herrira y Jaiki Hadi, detenidas entre los años 2013 y 2015 en tres operaciones denominadas “Jaque”, “Mate” y “Pastor”.

La Fiscalía solicita para ellas penas de entre 20 y 11 años de prisión por «participación activa en organización terrorista», delito «continuado de enaltecimiento del terrorismo» y «financiación de terrorismo». Fran Balda, integrante de Herrira que se enfrenta a una petición de 20 años y medio de prisión, está imputado además por un supuesto delito de «quebrantamiento de medida cautelar».

En un comunicado remitido ayer a los medios de comunicación, los encausados denunciaron que «durante todos estos años hemos sido conscientes de que en cualquier momento nos veríamos ante un juicio. Esta situación ha condicionado nuestras vidas y también las de nuestro círculo más cercano», que, tal como remarcaron, vive con el temor de que sus seres queridos sean encarcelados por «organizar movilizaciones en favor de los derechos de los presos políticos vascos, cuidar de la salud de los presos, defenderlos en los juzgados, realizar intermediación, ser familiares de presos y organizarnos para hacer frente a la dispersión». «Esas han sido las labores que hemos realizado y esos son los hechos que se van a juzgar», destacaron antes de advertir de que este nuevo macroproceso es «una aberración jurídica y social nacida en las cloacas del Estado».

«Nuestros trabajo ha sido público y ha tenido unos objetivos claros: que los derechos de los y las presas sean respetados, para consolidar de una vez una situación de paz y justicia en Euskal Herria», indicaron, y enmarcaron la situación de los represaliados vascos «en la terrible involución de derechos que se está dando a nivel mundial». «El caso de los jóvenes de Altsasu y lo que está ocurriendo en Catalunya nos demuestra hasta donde llegan la regresión y la persecución», manifiestan.

Un juicio «inaceptable»

Sare señaló que este juicio es «inaceptable». «En vez de avanzar en pro de la convivencia dando solución a la problemática de los y las presas vascas, este juicio camina en dirección contraria, creando más y más dolor. No vale más que para abrir nuevas heridas y seguir atando más y más nudos». Para LAB, «este pueblo necesita soluciones, no vías agotadas que solo traen más castigo, prisión, dolor y sufrimiento». En el banquillo estará su portavoz en Nafarroa, Imanol Karrera.


Y aquí el comentario editorial de Naiz:

Un macrojuicio que nadie entiende ni debe aceptar

Un nuevo macrojuicio político se anuncia para septiembre de este año. Esta vez serán juzgadas 47 personas para las que la Fiscalía solicita penas de prisión que van desde los 8 hasta los 20,5 años. Un castigo tremendo simplemente por haber realizado una labor relacionada con la defensa de los derechos de los presos políticos vascos. No hay más que ver quiénes son estas personas: abogados, médicos, activistas sociales, familiares de presos...

Se trata de la última macrocausa que se ha instruido al amparo de la doctrina de «todo es ETA». Durante los últimos veinte años, esa ha sido la excusa para atacar al independentismo vasco. Una tesis absurda desde el principio, pero se ha convertido en directamente delirante tras la desaparición de esa organización. No cabe olvidar que todas las detenciones de las personas procesadas en esta causa se produjeron después de que ETA anunciara el fin de su acción armada en 2011, lo que demuestra la voluntad de seguir recreando el pasado. Pero también conviene recordar que el Estado ha demostrado que, cuando hay no ya voluntad política sino puro sentido común, caben soluciones; la reforma del Código Penal que rebajó grados de condena para los «delitos menos graves» ha resuelto algunos de estos macroprocesos sin llenar más las cárceles.

Es evidente que este macrojuicio pretende, una vez más, castigar y criminalizar cualquier muestra de solidaridad con las y los prisioneros vascos. Pero a pesar del titánico esfuerzo que ha dedicado el Estado a esta tarea, los derechos de los presos se han convertido en una de las reivindicaciones más amplias y mayoritarias en la sociedad vasca. Las enormes movilizaciones que durante los últimos años han protagonizado estas demandas así lo atestiguan. También por este motivo, nadie en Euskal Herria entiende que se celebre este juicio anclado en caducos esquemas del pasado. Y todavía menos se entendería que este proceso terminase con nuevos encarcelamientos.






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          A falta de fogo no rabo      Comment   Translate Page      
"Wthout focus a company cannot achieve an execution culture. As mentioned previously, unfocused companies pursue too many objectives and have too many initiative. During the workshops conducted with senior managers, I asked them to list their company's top three objectives. There was never unanimous agreement. If top management is not dear about the initiatives on which to focus the company's efforts, then staff will never know where to invest their time. ... the greater the number of strategic objectives and priorities, the more unfocused are the employee. Alternatively, the more focused is top management, the clearer employees and departments are about what they need to do on a daily basis. When priorities cascade down the organization, the result is often a distorted focus — and frequently a significant distortion.
...
Another significant consequence is that lack of focus leads to lack of discipline in executing organizational objective. Focus imposes discipline because staff at any level know what to do at any point.
...
A final sign related to lack of focus and execution culture is when companies brainstorm the same ideas again and again."
Um dos temas que há muitos anos me apoquenta, ao lidar com as iniciativas estratégicas... a falta de foco, a falta de fogo no rabo, iniciativas que se arrastam no tempo, iniciativas que não têm qualquer prioridade sobre a gestão corrente do dia-a-dia:


Trechos retirados de "The Focused Organization: How Concentrating on a Few Key Initiatives Can Dramatically Improve Strategy Execution". 
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Lidar doesn't work in snow, rain, dust, smoke etc. Useless.
          Culpa da Cultura Criminosa?      Comment   Translate Page      


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Pela primeira vez na História, cientistas conseguiram fotografar um buraco negro. No Brasil, não precisa alta tecnologia fotográfica para enxergar o mais perigoso buraco que engole a dignidade dos brasileiros. Trata-se do cultivo da cultura criminosa. A conivência com o erro, a hipocrisia, a mentira e a desonestidade arrasa com o País tanto quanto os supostos desastres “naturais”.

Desgraças acontecem em todo lugar. Mas quando ocorrem no Rio de Janeiro, em larga escala de destruição, ganham dimensão internacional e provocam algum debate (sério ou equivocado) no resto do Brasil. A recente tempestade – com seus efeitos arrasadores – provoca velhas discussões infrutíferas. Desta vez, no entanto, parece que o problema cultural (psicossocial) do Crime Institucionalizado vai entrar na pauta.

A tragédia do Muzema é emblemática. Quem construiu, quem foram os engenheiros responsáveis, quem negociou, quem financiou e quem lucrou com os imóveis daqueles prédios que desabaram? A desgraça fica mais intrigante porque a Prefeitura do Rio de Janeiro havia embargado e interditado as obras e construções, porém seus “donos” (quem?) obtiveram liminares no Judiciário para o trabalho seguir e ninguém ser despejado...

O Presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Cláudio de Mello Tavares, deveria vir a publico, na segunda-feira, esclarecer quem foi o magistrado responsável por liminares flexíveis em favor dos empreiteiros ocultos da Muzema. Também cabe perguntar: onde estava o Ministério Público Estadual no trato da questão? Mais indagações pertinentes: quem foram os advogados que patrocinaram causa tão nobre de defesa dos livres-construtores da Muzema? Quem financiou toda esta operação judicial?

O noticiário informa que a zona da Muzema é área controlada por milícias. Esta “entidade” é comanda por policiais (aposentados, expulsos da polícia ou na ativa). Tais grupos operam à margem da lei. Fazem contraponto ao tráfico de drogas, embora pairem suspeitas de que, além dos serviços de segurança comunitária, também operem com todo tipo de comércio ilegal (“gatonet”, cartel do gás de botijão, transporte clandestino, aluguel de armas, prostituição e até - por que não? – pequena venda de droga à varejo, dentre outras atividades fora-da-lei, incluindo construção, venda e aluguel de imóveis nas áreas “controladas”.

Os “empreendedores milicianos” contam, no mínimo, com a conivência dos moradores das regiões que controlam. Aí entra o “inocente” componente da arraigada cultura de interação com o Crime Institucionalizado. Não importam as “Justificativas” para a ligação direta ou indireta com os empreendimentos criminosos. Sobram “desculpas”, principalmente as de natureza econômica. O povo do Rio de Janeiro é, ao mesmo tempo, vítima e agente consciente ou inconsciente das atividades criminosas.

O maior desafio é romper com essa “cultura criminosa” e implantar, realmente, um Estado Democrático de Direito. Como lidar com uma sociedade que cultiva a transgressão às leis, mas hoje é alto crítico da corrupção sistêmica? Como entender um eleitorado que elege, facilmente, tantos representantes das Organizações Criminosas? Como suportar um judiciário que concede liminar em defesa dos interesses dos empreiteiros milicianos? As respostas não são mágicas...

Enquanto isso, o Estado-Ladrão, seu famoso “Mecanismo” e seus bandidos de alto ou baixo escalão continuam agindo impunemente... Governam, lucram, enriquecem e riem da nossa cara... A Cultura do Crime dá sinais de recuo? As velhinhas de Taubaté acreditam que sim...

Vem mais chuva por aí... Não se sabe se com ou sem enchente... Mas, ainda bem, tem dois jogos decisivos do Flamengo x Vasco, e logo depois o Rock in Rio... Qualquer problema? ... É só botar a culpa no Bolsonaro... Ou, então, chorar com Lula e Lulinha... O Crime agradece...



Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

Jorge Serrão é Editor-chefe do Alerta Total. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos. Membro do Movimento Avança Brasil.
A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas.

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 14 de Abril de 2019.

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          O neoimperialismo do governo Donald Trump e as guerras em 3D na Venezuela      Comment   Translate Page      

O neoimperialismo do governo Donald Trump e as guerras em 3D na Venezuela

Reprodução


“O neoimperialismo, não por novo, deixa de ser imperialismo. É só um nível de maior complexidade”

As mentiras, meu filho, descobrem-se logo,
porque são de duas classes: as mentiras
que têm as pernas curtas
 e as mentiras que têm o nariz longo...
Carlo Collodi, Pinóquio
O que acontece hoje na Venezuela reclama a atualização da teoria sobre o imperialismo. O livro de Lenin foi desbordado pela história. O fato é que, desde meados do século 20, a base econômica do imperialismo mudou e como consequência surgiu uma superestrutura que a reflete e a reforça. Este é um tema que abordei em ocasiões anteriores[i] e que agora tomo apenas como ponto de partida. 


Estamos ante um imperialismo de novo tipo, que inclui o anterior, mas o supera em complexidade. Este neoimperialismo se caracterizas, em grandes traços, pelo seguinte: 
1. O capital global e a globalização capitalista. O vertiginoso desenvolvimento dos meios de comunicação, desde o início do século XX, potencializou o papel do capital comercial que, pouco a pouco, foi se articulando com o capital financeiro (fusão do bancário com o industrial) até criar o capital global com sua respectiva oligarquia. Esta união das três formas de capital em um só feixe é a base da globalização capitalista. 
2. Os monopólios da informação e da hegemonia. A possibilidade real de manipular não apenas a oferta, mas sim a demanda, determina o protagonismo, entre os monopólios tradicionais, dos monopólios da informação. Estes informam notícias que deformam a realidade, com o objetivo de formar uma opinião pública incapaz de reformá-la e muito menos de transformá-la. A missão política dos monopólios da informação é fabricar o consenso a favor do capital, ou seja, converter sua ditadura em hegemonia. 
3. A exportação de ideias e o empirismo comunicativo. À exportação de mercadorias e capitais somou-se a exportação de ideias. Para isso se traça uma política midiática que reforça mensagens que insistem nos sentidos e na comunicação, em detrimento da razão e da prática. Este empirismo comunicativo, capaz de converter as pessoas em receptores passivos de informação, constitui o complemento ideal da exportação de modelos ideológicos. 
4. A repartição cultural do mundo e as guerras em 3D. A repartição do mundo não é só econômica e territorial, mas, sobretudo, cultural. Seu axioma é elementar: quem controla as mentes domina os territórios e os mercados. Como consequência, as guerras são feitas em três dimensões, ou seja, se dirigem ao controle de zonas estratégicas, à exploração de recursos naturais e a derrubar obstáculos ideológicos que freiem o anterior. Todas as guerras imperialistas da história apelaram para um pretexto; o novo neste caso é a possibilidade real que têm os monopólios da informação de enganar a opinião pública. 
Dito de uma só vez, o neoimperialismo é a época do capital global, na qual os monopólios da informação exportam sua ideologia e repartem entre si o mundo culturalmente, mediante o empirismo comunicativo e as guerras em 3D, com o fim de garantir a hegemonia e a globalização do capital em escala planetária. Só preciso ter claro uma coisa: o neoimperialismo, não por novo, deixa de ser imperialismo. É só um nível de maior complexidade, o que exige um enfoque integral.
Reprodução
Enquanto os governos norte-americanos de turno se concentravam no Oriente Médio, a esquerda foi ganhando terreno na América Latina

A guerra da Venezuela é a típica guerra em 3D

O que acontece hoje na República Bolivariana da Venezuela é um exemplo típico de guerra em 3D. Mas, ponhamos o texto em seu contexto para evitar pretextos. 
A cruzada contra o terrorismo iniciada pela administração Bush em 2001 teve como justificativa os atentados contra as Torres Gêmeas e o Pentágono, que foram o pretexto para a caça da Al Qaeda. Depois vieram as guerras contra o Afeganistão, o Iraque, a Líbia e a Síria, assim como a escalada contra o Irã, cada uma segundo um pretexto particular: ocultar Bin Laden, possui armas de destruição em massa, produzir armas nucleares, etecetera. Esta cruzada foi uma guerra neoimperialista porque não apenas pretendia controlar uma zona estratégica e seus recursos petrolíferos, como se disse uma e outra vez, para sobretudo derrubar a Grande Muralha do Islão, que freia a penetração cultural do Ocidente no mundo muçulmano. Isto foi particularmente evidente no caso do Iraque, onde não por casualidade foram destruídas e saqueadas bibliotecas, museus e sítios arqueológicos: havia que destruir um símbolo, desmontar o berço da civilização ocidental, terminar em Bagdá a história que começou na Suméria. A guerra em 3D persegue, a curto prazo, um lugar; a médio prazo, um recurso; a longo prazo, uma ideia. Esse é o esquema. 
Enquanto os governos norte-americanos de turno se concentravam no Oriente Médio, a esquerda foi ganhando terreno na América Latina. Assim que a bota norte-americana foi levantada um pouco, os povos latino-americanos, como se fosse sua tendência natural, giraram para a esquerda. Foi então que surgiram e começaram a se consolidar processos populares como o de Chávez na Venezuela, o de Correa no Equador, o de Evo na Bolívia, o de Mujica no Uruguai, o de Néstor e Cristina Kirchner na Argentina, o de Lula e Dilma no Brasil e o de Daniel Ortega na Nicarágua. Houve tentativas de subversão contra Chávez e Correa, mais um golpe de Estado a Zelaya em Honduras, é verdade; não obstante, a tendência história estava a seu favor. 
Mas no final do governo de Obama, e sobretudo desde que apareceu a administração Trump, o centro de interesse norte-americano tem se deslocado do Oriente Médio para a América Latina. Como consequência, o panorama foi mudando. Em quase todos estes países produziu-se uma virada para a direita ou foram criadas crises que puseram em xeque os governos de esquerda. Tivemos de tudo: traições no mais alto nível, como a do equatoriano Lenín Moreno e a do uruguaio Luis Almagro na OEA; mortes dolorosas, como a de Chávez e a de Fidel; golpes de Estado legais, como o aplicado a Dilma, e encarceramentos, como o de Lula no Brasil; votações populares a favor da ultradireita, como no Brasil e na Argentina; perseguições contra ex-presidentes, como acontece com Cristina e Correa; manifestações agressivas, como as da Nicarágua; e foram ensaiadas todas as técnicas de subversão contra a revolução bolivariana liderada pelo presidente constitucional Nicolás Maduro.

As quatro crises escalonadas

A atual arremetida contra a Venezuela tem todas as coordenadas de uma guerra em 3D. Para o neoimperialismo norte-americano esta guerra é necessária porque a Venezuela possui enormes reservas de petróleo certificadas, funciona como pivô entre a América do Sul e o Caribe e sobretudo, liderou a esquerda latino-americana nas últimas décadas. Outra forma é fazê-la possível a partir da criação de quatro crises escalonadas: 
1. Confiscam-se as propriedades de PDVSA nos EE. UU. e se bloqueiam as contas bancárias do Estado em terceiros países, com o objetivo de desatar uma crise econômica. 
2. Uma vez que esta situação impacta o povo venezuelano, produz-se uma crise social que o próprio governo bolivariano deve enfrentar. 
3. Dita crise é magnificada pelos meios de comunicação e se ativa a matriz de opinião de que existe uma “crise humanitária” na Venezuela. 
4. Apela-se a organismos internacionais como a OEA e a ONU para justificar uma invasão e criar uma crise militar que permita derrocar Maduro.
Mas, além disso, aqui estão todos os ingredientes do neoimperialismo. O capital global é um iceberg do qual se vê apenas a cara do multimilionário inglês Richard Branson, organizador do concerto de música na fronteira da Colômbia com a Venezuela. Através dele, os grandes monopólios da informação tratam de fabricar um consenso contra a Revolução bolivariana, apelando a um show que envolve cantores de idioma espanhol que arrastam multidões. A necessidade militar se disfarça de prazer musical. É o que um jornalista cubano chamou certeiramente de “complexo militar-musical”.
No entanto, toda a montagem, toda a hegemonia construída, é derrubada em trinta segundo, quando a espanhola Arantxa Tirado publica nas redes a imagens de uma filial do McDonald's, em Caracas, onde as pessoas lanchavam em paz. Então, o neoimperialismo tira a máscara e aparece o verdadeiro rosto da ditadura, perseguindo com fúria a espanhola que ousou desafiar seu poder global.

A guerra no ciberespaço

Há certos corolários em tudo isto que deveríamos aprender de memória: 
1. A primeira linha de combate hoje é o ciberespaço. Lembrem-se do que Lula confessou a Frei Betto, sobre o fato de que não souberam manejar a web tão bem como a direita brasileira. Só uma esquerda destra em internet pode ser um contrapeso à sinistra direita. 
2. O neoimperialismo, em gesto biônico, imita a natureza, que converte a necessidade de preservar a espécie no prazer do sexo. Essa é a base de sua hegemonia. 
3. Não basta dizer a verdade, há que saber dizê-la com ciência e com arte, fazê-la profunda e ampla, mas também desfrutável.[ii]
4. Se a escola de hoje não enfatizar a obtenção de conhecimento a partir da prática e da razão, estaremos contribuindo para criar receptores passivos de informação, vítimas da estratégia midiática, que explora os sentidos e a comunicação. 
5. Um povo incapaz de racionalizar sua prática é vulnerável à manipulação dos meios. 
6. A principal zona de combate não é a trincheira nem o congresso, é a família. É nela onde se ganham ou se perdem os debates decisivos. 
7. As fake news são true lies. A propaganda neoimperialista é uma mentira construída na base de notícias falsas, mas funciona.
8. A esquerda necessita um mecanismo de contrapropaganda ágil, inteligente, capaz de desmontar falsidades. A verdade há de ser, não só mais viril, mas também mais viral que a mentira. 
9. Os meios temem a razão e a prática porque sabem, por experiência histórica, que a revolução é a arma mais poderosa da verdade e que a verdade continua sendo a alma indiscutível de toda revolução. 

Notas:
[i] Ver: “El neoimperialismo. Del libro de Lenin a la  espiral de Tatlin” (tres partes), em La Jiribilla, nº. 849
[ii] A propósito existe um texto exemplar de Bertolt Brecht intitulado “Cinco dificuldades para dizer a verdade”.

          Volkswagen Roomzz concept previews 2021 Model X rival      Comment   Translate Page      
2019 Volkswagen ID Roomzz concept
Illuminated VW badge will be an option across upcoming ID range
Largest ID concept is electric seven-seater with 302bhp and advanced autonomous features

Volkswagen has extended its range of ID concepts to include a new 302bhp electric-powered SUV, known as the Roomzz. Unveiled at the Shanghai motor show, the contemporary seven-seater acts as a preview to a production model of similar size and shape Volkswagen says will be launched in 2021. 

It’s a crucial part of the German car maker’s plan to become the world’s leading manufacturer of electric vehicles by the middle of the next decade. Set to be positioned above the upcoming production version of the Crozz and a more sporting Crozz Coupé, the Roomzz is said to offer interior space superior to that of the Touareg in a body measuring 4915mm in length, 1890mm in width and 1760mm in height. 

“The ID Roomzz shows us what we can expect from full-size electric SUVs in the future,” said VW brand design boss Klaus Bischoff. “The puristic look emphasises the clear function and the user experience is intuitive and natural. Plenty of space inside allows for completely new seating configurations.” 

The sixth ID concept is based on a new variant of VW’s MEB platform. It has a wheelbase of 2965mm – some 192mm longer than the Crozz’s but 135mm shorter than that of the Buzz. 

Developed under the internal codename VW316 and previously dubbed ID Lounge, the Roomzz gets its own unique styling that Bischoff describes as featuring “seamless transitions of individual elements” for maximum aerodynamic efficiency.

Key cues include an almost completely enclosed front end featuring illuminated horizontal elements that act as a grille and extend outwards into in the outer edges of the headlights to provide the new SUV with exaggerated visual width. Also included is an illuminated VW badge – a feature Autocar can confirm will be offered as an option on all upcoming ID production models in markets where it is permitted. 

The Roomzz also receives prominent front wheel arches and a side feature line that runs back through to the middle of the front doors. Traditional exterior mirrors are replaced by a camera, which is mounted on a discreet arm within the leading edge of the front doors. The doors open on opposing hinges, providing uninterrupted pillar-less entry to the cabin. 

Also evident is a rounded roof turret. It houses two Lidar units that form part of a level four autonomous driving system VW is touting for future ID models. Contrasting aluminium is used for the roof rails, while the side glass is almost completely flush with the bodywork to smooth airflow along the flanks. To highlight the interior, the concept also goes without a B-pillar. 

The rear is distinguished by a full-width light band whose graphics can be customised via a smartphone app. “Lighting is the new chrome,” said Bischoff of the possibilities made possible by the latest generation of LED lighting. 

Previewing the cabin design VW proposes to provide future models with advanced autonomous driving functions, the Roomzz features a digitised steering wheel. It is designed to retract back into the dashboard when the driver chooses a fully autonomous driving mode. 

Further interior highlights include a 13.8in digital instrument unit and augmented reality head-up display. 

Although the new concept features four individual seats, VW insiders have confirmed the production version is planned to provide seating for up to seven in three rows of seats. 

Power for the Roomzz comes from the same electric driveline previewed by the earlier Vizzion. It uses two electric motors – one acting on the front axle with 101bhp and 103lb ft and a more powerful unit at the rear with 201bhp and 228lb ft. The total system output is 302bhp and 331lb ft. 

Depending on the driving mode, the new SUV can be driven by the rear wheels as standard or all four wheels. VW quotes a 0-62mph time of 6.6sec and a top speed that is limited to 112mph. 

Electric energy for the motors is provided by an 82kWh lithium ion battery mounted within the flat floor structure of the Roomzz’s MEB platform. It is claimed to provide a range of 280 miles on the WLTP test cycle, while the charge time to 80% of the battery’s capacity on a highpower 150kW system is put at “approximately 30 minutes”. 

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          Colocar invisible un botón de un frame, desde otra clase, control de accesos      Comment   Translate Page      

Colocar invisible un botón de un frame, desde otra clase, control de accesos

Buen Dia

Realmente mi propósito es crear un control de accesos de usuario a cada botón ( ejemplo: boton guaradar, boton actualizar) y ventana en mi interfaz de mi programa. como se podrán imaginar habría que validar mas de 100 accesos. Sí ustedes saben una manera sencilla de hacerlo sería de gran ayuda por ahora tengo esto:

tengo una clase usuarios_accesos la cual tiene un método validar_accesos... esta clase , hace una consulta a la base de datos para mirar que cód...

Publicado el 14 de Abril del 2019 por Angelica

          Paulo Pereira: «Jogámos de forma excecional e é preciso assumir isso»      Comment   Translate Page      
«Nós vamos fazer o mesmo que fizemos no jogo anterior, em termos de estratégia, vamos ter que rapidamente pensar sobre a questão da falta do Daymaro Salina, o que para nós implica aquela relação entre os defensores centrais, trabalhada na Seleção e no Clube, há bastante tempo, e vamos tentar, com o Luís Frade, para que ele consiga consolidar rotinas o mais rapidamente possível. Nós continuamos com a mesma pressão que tínhamos antes, sabemos que a França se quer redimir, porque contribuimos muito para que eles não fizessem um bom jogo, por isso acredito que a pressão esteja um pouco mais do lado de França, eles querem voltar a ter a credibilidade de toda a gente»  «Nós jogámos de forma excecional e é preciso assumir isso mesmo, fomos para dentro de campo para isso, já quase o tínhamos conseguido com grandes equipas, recentemente, e desta vez conseguimos, ainda por cima com uma seleção tão interessante; de certeza que eles vão corrigir alguns erros e nós esperamos que não sejam todos»
          Subsea laser technology approaches historic plane wreck      Comment   Translate Page      

3D at Depth, a subsea imaging company, made use of new laser technology to create a 3D reverse engineered model of the wreck of an historical U.S. Navy plane. The underwater survey technique integrates photogrammetry with Subsea laser LiDAR (SL) technology to create accurate, precise, reverse engineered 3D models. 

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          Days Gone | Produtores falam sobre hordas de zumbis e lição da Naughty Dog      Comment   Translate Page      

Abstendo-se de um leque de grandes títulos exclusivos para este ano, a Sony alavancou Days Gone ao pedestal de nome de peso para, pelo menos, o primeiro semestre do PlayStation 4. Por conta disso, a companhia convidou, na última quarta-feira (10), jornalistas brasileiros para um evento de apresentação do jogo. A companhia trouxe para o Brasil dois figurões do time: Jeff Ross, diretor do jogo, e Ron Allen, líder de game design, ambos do Bend Studios, uma das empresas de desenvolvimento sob a asa da Sony.

Para entender ao que se propõe Days Gone e o que se pode esperar deste novo título, é importante saber mais sobre quem está fazendo o game. O Bend é normalmente um estúdio de apoio da Sony, sendo que os últimos trabalhos mais autorais foram com a série Syphon Filter, em 2007. De la para cá, ajudaram no desenvolvimento de Resistance: Retribution para PS Vita e Uncharted Golden Abyss e Fight for Fortune, ambos para PSP, lançado em 2012.

O que estes games têm em comum? A começar, a companhia tinha o foco em títulos single player com uma história muito bem definida, roteirizada, em ambientes fechados e fases com começo, meio e fim. Ou seja, nada de mundo aberto.

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Agora, sete anos depois do seu último jogo, o Bend encabeça o lançamento de uma nova propriedade intelectual, com a proposta de jogo em mundo aberto que fala sobre um universo apocalíptico tomado por zumbis. Isso, em pleno 2019, depois de tantos jogos que versaram tão bem sobre o tema como The Walking Dead, Resident Evil (de volta à tona) e, de certa forma, The Last of Us.

Dito isso, Days Gone já chega com uma difícil missão: ser um ponto fora da curva dentro dos jogos de zumbi, um mercado bastante recheado, além de trazer uma jogabilidade divertida em mundo aberto, com crafting de equipamentos, outras duas características comuns dos jogos atuais. Ou seja, há como Days Gone não ser genérico?

Os freakers

Essa talvez tenha sido a pergunta guia das entrevistas com os desenvolvedores. Contra a possibilidade do comum, eles estão apostando em dois elementos: na narrativa envolvente e no sistema de hordas.

Falemos primeiro do que é mais videogames aqui: as mecânicas. Days Gone conta uma inteligência artificial que os produtores prometem ser robusta. Aqui, é preciso conviver em um mundo pós-apocalíptico com a ameaça dos freakers, assim chamados os zumbis. E por que esse nome?

“A gente não quer dar spoilers, já que isso é algo bastante interessante dentro do jogo, mas o jogo começa dois anos depois de tudo que aconteceu. A experiência que a gente queria criar com esses freakers é de que eles também têm um certo nível de raciocínio, e significa que se você apontar uma arma para um zumbi ele vai tentar desviar. Ou seja, eles ainda têm um instinto humano, essas essência de sobrevivência”, explica Allen.

A principal característica de Days Gone é, com certeza, o sistema de hordas. No primeiro trailer apresentado na E3 pelo time, era possível ver Deacon, o personagem principal controlado pelo jogador, fugindo de um grupo massivo de freakers.

Isso se manteve, sendo que eles podem chegar a até 500 de uma só vez. Embora os encontros não sejam roteirizados, como sugere o primeiro trailer, o encontro com uma horda não será tão inusitado assim. Haverá pontos pelo mapa em que os zumbis se concentram, de forma que lidar com aquele conjunto de zumbis de uma vez passa a ser um desafio a se cumprir.

Na demo apresentada no evento (a mesma trazida pela companhia na BGS), por exemplo, havia um grupo pequeno deles, mas já impressionantes mesmo assim. Eles se concentram em uma região recheada de explosivos em volta e com uma série de carros e outros obstáculos que ajudam o jogador a fugir da horda e lidar com aquele grupo gigante de inimigos. Cada uma será um desafio novo encontrado pelo mapa.

“Quando nós pensamos em formular os freakers, nós não queremos fazer algo que as histórias de zumbi já fazem. Queremos que eles sejam vivos, que eles precisem procurar por comida e beber para sobreviver. Isso cria uma dinâmica muito interessante dentro do jogo. Uma das dicas que eu posso dar é que eles gostam de ficar no frio. Quando está de dia, vêm menos zumbis atrás de você, com muito mais humanos. O que pode acontecer também é que a partir do momento que as nuvens começam a chegar, que o tempo muda, você também pode ter mais freakers saindo também. Isso cria uma dinâmica totalmente diferente dentro do jogo”, conta Allen.

Narrativa

No último dia 26, a Sony apresentou um post bastante vasto contando mais sobre a história de Days Gone. Ross explica que essa é uma das partes mais importantes do título, que vai contar com 30 horas de gameplay caso o jogador foque somente na trama.

O jogo se passa dois anos após um apocalipse que transformou os seres humanos nos freakers. Não se sabe bem ao certo o que aconteceu, nem os produtores falam detalhes sobre essa narrativa. O jogador controla Deacon St. John, um personagem que viveu o mundo antes da catástrofe e não consegue superar a perda de sua esposa, Sarah. Ainda, ele conta com Boozer, seu melhor amigo, ao lado de quem vai lutar para sobreviver.

Ele é apresentado como um outsider, alguém que precisa aprender a conviver com aquele ambiente novo. Segundo os produtores, a narrativa será orgânica à gameplay, sendo que tudo que envolve o modelo de mundo aberto será direcionado pela trama do jogo.

“Tudo que você vai fazer nesse mundo tem uma relação direta com a sua história, com a história daquele mundo, com as coisas que acontecem. Toda essa narrativa de construção de coisas faz parte de um universo em apocalipse. Como que você vai lidar com o mundo no qual você não pode mais comprar nada? Você precisa fazer essas coisas por si mesmo, como um MacGyver”, brinca Ross.

Já Allen ressalta que, apesar de ser um jogo de mundo aberto, todas as formas de jogabilidade estão permitidas aqui. Assim, se a pessoa preferir seguir a história sem ver muito do que outras partes do mapa exigem, ela pode. Se quiser também só se divertir pelo universo, também há essa possibilidade.

Lição

Um dos diferenciais que os produtores apontam em Days Gone é que o jogo conta com captura de movimentos, principalmente para a história. Ross explica que esse foi um aprendizado da época em que o estúdio trabalhou com a Naughty Dog, que é conhecida pelas animações de personagens em histórias profundas. Com isso, todas as cenas entre personagens foram gravadas com os atores interpretando no mesmo local, com captura de movimentos e expressões. “É diferente de quando se faz CG com a narração por trás, em que um ator faz no dia, e outro ator faz depois e tudo é mixado no final. Aqui, eles se veem, eles interpretam, é mais real e emocionante”, explica Ross.

Gameplay

O Canaltech teve a oportunidade de colocar as mãos mais uma vez na demo de Days Gone. Quando a Sony apresentou a demo na Brasil Game Show do ano passado, havia um queda de frames e desempenho em alguns momentos e foi possível notar alguns problemas de bugs e controles. Infelizmente, mantendo a mesma demo para este evento, parte destas características permaneceram.

A primeira demo apresentada mostra o que parece uma parte da história. Deacon e Boozer precisam ir atrás de combustível em um posto de gasolina envolto de freakers. É interessante observar como há certos momentos mais roteirizados de acordo com os caminhos pelos quais você passa.

Moto será aprte importante da história (Foto: Divulgação/ Sony)

Por exemplo, se você segue pela estrada a pé, devagar até o posto, vai dar de cara com um freaker passando lentamente na sua frente, momento em que o jogo vai lhe ensinar que é possível ser furtivo e matá-lo com um golpe pelas costas.

Os controles em alguns momentos são confusos, dificultando como você faz movimentos de encostar atrás de paredes e muros baixos. Outro ponto ao menos estranho é que o botão X, quando se está mirando, é usado para mudar a câmera no ombro do personagem. Renegar um botão tão importantes do console a uma função tão secundária causa estranhamento.

Ainda, Deacon não pula livremente, sendo que apenas salta por muros pequenos e sobe em alguns objetos se o jogo permitir, criando a estranha sensação de “por que ele sobe aqui e não ali?”.

Para tirar da tela mais informação que o necessário, o jogo resolve por informar o jogador pela voz de Deacon. Por exemplo, se você está apenas com uma bala no pente da arma, vai ouvir Deacon reclamar para si mesmo “Ahr, preciso recarregar”, ou “estou ficando sem bala”.

Em outro ponto, é preciso entrar em uma casa, cuja porta está trancada. Neste momento, é preciso subir no telhado e entrar por um buraco no teto. No momento em que avistamos tal buraco, Deacon abre a boca: “Talvez aquela seja a entrada”.

Todo este falatório contrasta muito com o personagem conversando sozinho em um universo no qual barulho significa atrair zumbis em sua volta.

Crafting

A segunda demo do jogo envolve lidar com a horda de zumbis e ser apresentado a um sistema de produção de equipamentos. Em um estilo de crafting em apenas um botão, como de Red Dead Redemption ou Horizon Zero Dawn, é preciso criar armas, munição e até equipamentos que podem ajudar na estratégia, como bombas e armadilhas.

A parte interessante é que isso permite uma gama bastante alta de formas com as quais você pode lidar com aquela determinada horda. Allen mostrou como matar aquela centena de zumbis usando bombas, coquetéis molotovs e outras ferramentas. “Faz uns seis anos que estou jogando essa fase e cada vez é algo diferente que acontece”.

Para criar essa estratégia, o game traz ferramenta de save state, sendo que você pode salvar qualquer momento do jogo para experimentar novas abordagens. A ideia é que você use a criatividade para lidar com os freakers.

É preciso usar de bombas para fugir de hordas de zumbis (Foto: Divulgação/Sony)

Allen também informou que a moto de Deacon será parte importante da narrativa. De fato, o veículo está em todos os trailers até agora e parece chave de Days Gone. Contudo, pela gameplay apresentada até agora, se mostra funcionar mais como uma muleta do título. Ela funciona para levar o jogador pelo mapa e também é onde Deacon vai armazenar suas armas e balas. Ou seja, se ficou sem munição, é preciso correr para a moto e pegar mais.

Além disso, será preciso buscar gasolina e equipamentos para consertar seu veículo, o que, segundo os produtores, também traz outra camada para a narrativa e instiga o jogador a correr pelo mundo atrás de equipamentos.

Riscos

Days Gone é um game promissor e que pode trazer muita coisa em um título só. Ele quer carregar uma história densa, com gameplay em mundo aberto e um sistema com hordas gigantes de inimigo. A palavra para Days Gone parece ser: muito. Tudo aqui é apresentado como grande demais.

Contudo, há algumas preocupações. Primeiro, que este é o primeiro game em mundo aberto de um estúdio que trabalhou primordialmente com histórias single player de narrativas fechadas. Segundo, o game está em desenvolvimento desde 2013.

Se isso abre espaço para algo totalmente novo, de um grupo que não tem vícios no estilo, por outro pode trazer um game de zumbis que talvez fosse muito interessante sete anos atrás. É preciso fazer algo em hordas mais interessante que Left 4 Dead, ou uma história mais profunda que The Walking Dead, por exemplo. Muitos jogos elevaram o sarrafo do gênero nos últimos tempos.

Ainda há o desafio de equilibrar a narrativa com o mundo aberto. O jogo de tiro se passa em um universo apocalíptico no qual Deacon tem uma árvore de habilidade que pode aprimorar, muitas armas e uma supermoto. O risco é de criar algo como acontece em Far Cry: New Dawn, no qual o protagonista é tão empoderado que o caráter de survivor do pós-apocalipse se torna uma rotina tão simples de ser superada quanto pegar um ônibus lotado hoje em dia.

Os produtores prometem que isso não vai acontecer e que a mistura de todos elementos vai criar uma experiência única.

“O sistema é realmente diferente de tudo que nós vimos alguém jogar até agora. Claro, vários outros jogos fizeram vários personagens vir atrás do protagonista, já fizeram esse alto número de personagens, mas a nossa horda de freakers é bem nova. O que a gente acha que vai pegar as pessoas, que vai ser o grande chamariz, é que o game é sobre muito mais do que isso. É sobre pessoas. Esse jogo é sobre o Deacon, como ele vai tentar se enturmar, como que ele vai tentar sobreviver nesse novo mundo para ele. A ideia é que os nossos zumbis sejam apenas uma ferramenta para também aumentar esse perigo no mundo. Todos os sistemas, toda história, todos os personagens, andar com a sua motocicleta, todo sistema de progressão. Enfim, quando a pessoa puser a mão em tudo vai entender que esse jogo tem realmente uma identidade e ele é bem único”, acredita Ross.

Days Gone já está em fase gold, o que significa que está pronto para lançamento. Ele deve chegar ao PlayStation 4 em 26 de abril, desenvolvido pelo Bend Studios e publicado pela Sony.

Leia a matéria no Canaltech.

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          L´esquerra oficial i la persecució de la dissidència política a les Illes      Comment   Translate Page      

A casa nostra, el progressisme no és aliè a aquesta manera d'actuar, especialment quan governa i s'acosten les cites electorals. Quan es produeix aquesta concatenació de factors és quan els afectats per la finor dermatològica -partiditis, en diu qualcú- acostumen a prodigar les mossegades més fortes contra els incauts que gosen obrir la boca per recordar alguns incompliments i s'entesten a no deixar que les promeses fetes caiguin en l'oblit dels despatxos. (Andreu Perelló)


Té cura la partiditis?


Andreu Perelló | 19/04/2011 |


Diu el manual del bon polític que quan les coses comencen a no anar bé per als teus, la sortida més ràpida és trobar un bon culpable. Si es pot triar, convé que el cap de turc sigui de l'entorn propi. Es veu que posats a cercar algú a qui carregar les culpes, sempre és més rendible assenyalar un traïdor a la causa, a qui poder atribuir totes les incapacitats i debilitats, que no pas reconèixer la part de responsabilitat en el naufragi.

A casa nostra, el progressisme no és aliè a aquesta manera d'actuar, especialment quan governa i s'acosten les cites electorals. Quan es produeix aquesta concatenació de factors és quan els afectats per la finor dermatològica -partiditis, en diu qualcú- acostumen a prodigar les mossegades més fortes contra els incauts que gosen obrir la boca per recordar alguns incompliments i s'entesten a no deixar que les promeses fetes caiguin en l'oblit dels despatxos.

Demanau-ho, si no, a la gent del GOB. Fa vuit anys, reberen clatellades arreu per haver volgut mantenir la coherència amb els seus plantejaments i per haver criticat, com no podia ser d'altra manera en una entitat ecologista, algunes renúncies en l'àmbit de la protecció de la natura que protagonitzà el primer govern del Pacte de Progrés. Aleshores, no només se'ls insultà per haver escenificat de manera pública el seu descontentament amb els governants progressistes, sinó que se'ls arribà a acusar de ser els màxims culpables de la desfeta electoral de l'any 2003. Entre d'altres tergiversacions, foren presentats com els responsables d'haver fet possible el retorn triomfal del PP i l'entrada a l'era Matas.

La línia argumental que es va preparar aleshores per fer entendre als votants la desfeta atorgava un paper gairebé preponderant a la satanització d'aquesta entitat ecologista. Curiosament, era la mateixa entitat que havia estat capaç d'aglutinar l'ampli moviment ciutadà que havia fet possible el govern dels aprenents de Torquemada. Ara, la situació es torna a repetir. I els protagonistes s'assemblen. D'una banda, els defensors del patrimoni natural -siguin del GOB o de més enllà d'aquestes sigles-; i de l'altra, els conservacionistes de les cadires.

Aquests darrers han recuperat el costum de dejectar els ecologistes per haver-se mantingut fidels als seus principis i per haver sortit del discurs de l'"això no toca", que tant de bé ha fet als nostres veïns. I tornen a acusar-los de voler repetir la irresponsabilitat que ja els foragità del Govern autonòmic fa vuit anys per haver fet repàs d'alguns aspectes que no han agradat als ecologistes aquesta legislatura.

És clar que aquest tipus d'argumentaris no cerquen cap explicació més o menys real al perquè d'aquella derrota i al de la que pot venir. L'únic objectiu que té aquest relat és desviar l'atenció de les mancances d'aquells que el publiciten per poder espolsar-se les culpes amb la consciència ben tranquil·la.

Els partidaris de les pilotes enfora semblen oblidar que aquest comportament és castigat sistemàticament per un nombre significatiu de votants de l'entorn progressista. Molts prefereixen quedar a casa abans que tolerar la mentida i la traïció a les promeses. Una cosa és que quedin projectes -molts o pocs- arraconats al fons del calaix i l'altra és que el vot d'un serveixi per fer tot el contrari d'allò que li havia estat promès.

Arribats a aquest punt, de ben poc serveix recuperar la bandera del "tothom contra el PP" per mirar de despertar les bubotes col·lectives, més encara si no va acompanyada de cap projecte mínimament engrescador i de l'abandó de les pràctiques sectàries que allunyen una mica més aquells que no comparteixen el carnet.

Diari de Balears


La persecució i criminalització de la dissidència és una forma més de dogmatisme i feixisme que, a aquestes alçades del règim postfranquista, i dècades després de la mort del dictador, ens pensàvem que s´hauria anat acabant. Els comentaris denigradors fets en referència a Aina Calafat, a la Plataforma Salvem la Real, a tots aquells i aquelles que pugnam per enfortir la societat civil, per defensar el que pensam que és just, ens fa constatar com de lluny som encara d´una mínima cultura democràtica. (Miquel López Crespí)


Defensa d’Aina Calafat, de la Plataforma Salvem la Real i de la societat civil



Aina Calafat dies abans de saber que el Pacte faria l´hospital del PP. Era el 29 de setembre i encara hi havia membres de la Plataforma Salvem la Real i del poble que sortí a manifestar-se en defensa del terriori que no podien imaginar que en pocs dies serien abandonats i escarnits per l´esquerra de la moqueta i el cotxe oficial.

Ho he llegit a diversos blogs i també en els articles d´algun publicista: Aina Calafat, la Plataforma Salvem la Real i tots aquells i aquelles que no s´han desmobilitzat i continuen lluitant per servar Mallorca i les Illes de les urpades de l´especulació “fan el joc a la dreta”. Diuen que “és perillós desestabilitzar el Pacte amb crides constants a la mobilització ciutadana”. Sembla que un sector de l´esquerra oficial, en veure que la Plataforma de la Real no afluixa en les seves justes reivindicacions, ha decidit passar a l´acostumada campanya de desprestigi i demonització de la dissidència. Tot plegat, aquesta brutor inclassificable... no us recorda les campanyes carrillistes contra els partits que, en temps de la transició, lluitaven per la República i el socialisme mentre que a determinats dirigents sense ètica ni principis ja els anava bé posar-se al servei del règim, de la maniobra de restauració monàrquica? Si en el passat no tengueren vergonya per a oblidar quaranta anys de lluita republicana i anticapitalista per tal de fruir dels bons sous que donava pactar amb el franquisme reciclat... per què ara haurien d´avergonyir-se de trair la Plataforma Salvem la Real, ses Fontanelles, la memòria de Toni Roig, els esforços de tots els mallorquins i mallorquines que confiaven que l´esquerra nominal sabria complir les promeses electorals?



La demonització de les persones, entitats socials, sindicats i associacions de veïns que des de fa unes setmanes es reuneixen al Casal d´Entitats Ciutadanes de Palma per a continuar la lluita per salvar la Real, em recorda igualment les campanyes de desprestigi ordides pels estómacs satisfets contra la diputada verda Margalida Rosselló o contra la consellera de Benestar Social de l´anterior Pacte de Progrés, l´eficient política Nanda Caro, que, en un acte de sinistre sectarisme, va ser obligada pels seus a callar i a no opinar sota amenaça de fer-li dimitir el seu càrrec. Eren dues persones, Margalida Rosselló i Nanda Caro, que deien el que pensaven, que no volien vinclar-se davant l´embranzida dels poders fàctics i per això mateix molestaven aquells dels seus que només eren en política per a cobrar uns bons sous. Les idees, els principis? De quan l´oportunisme ha tengut mai coherència i dignitat?

Per a desgràcia del nostre poble, hi ha molta gent mancada del més mínim tarannà democràtic, que no sap respectar ni entendre –no en vol fer el més mínim esforç!-- la dissidència. Escoltar aquells que pensen d´una manera diferent? Quin doi! “Una vegada que som a dalt, nosaltres comandam”, xerriquen, cofois. La persecució i criminalització de la dissidència és una forma més de dogmatisme i feixisme que, a aquestes alçades del règim postfranquista, i dècades després de la mort del dictador, ens pensàvem que s´hauria anat acabant. Els comentaris denigradors fets en referència a Aina Calafat, a la Plataforma Salvem la Real, a tots aquells i aquelles que pugnam per enfortir la societat civil, per defensar el que pensam que és just, ens fa constatar com de lluny som encara d´una mínima cultura democràtica.

Potser que el cinisme, la manca de principis, l´oportunisme d´alguns sectors de l´esquerra de la nòmina i el cotxe oficial, sigui un producte estantís de la postmodernitat. Genteta que és a un partit d´esquerres perquè el carnet li produeix beneficis econòmics. Res més. Sectors dogmàtics que s´histeritzen en veure que la mobilització de la societat civil podria posar en qüestió els privilegis econòmics que comporta la gestió del règim. Són personatges, els que demonitzen les entitats i plataformes que han portat a coll la lluita contra l´especulació i la corrupció, contra la destrucció de Mallorca, que tant podrien ser del PP com d´UM com, indubtablement, del PSM o del PSOE. Ramat d’oportunistes a recer del poder. La seva ideologia és el compte corrent, i l´enemic no és tant la corrupció o els que han destruït Mallorca, sinó tots aquells i aquelles que, servant la memòria històrica de les lluites més emblemàtiques del nostre poble, no combreguen amb rodes de molí.

El problema que tenen aquells que no voldrien una societat civil viva i dinamitzadora del teixit social és que ara ja no es tracta de desprestigiar una persona o un petit col·lectiu; ara són ja molts els partits i sindicats, agrupacions i associacions de veïns, entitats socials i publicistes a demonitzar. Com s´ho faran per a fer creure que la CGT, Alternativa per Pollença, Attac, Drets Humans, EU, la Federació d´Associacions de Veïns de Palma, la Joventut Comunista, l´Obra Cultural Balear, la Plataforma Salvem Can Tàpera, la Plataforma Salvem la Real, STEI-i, Unió Obrera Balear, fan el joc a la dreta i l´extrema dreta? Qui els creurà aquesta vegada? És molt senzill, des del poder, amb tots els mitjans econòmics i de comunicació, amb l´exèrcit de servils que sempre envolta a qui comanda, sigui aquest del color que sigui, atacar, demonitzar persones aïllades, activistes que només tenen, per a defensar-se, la veu de la coherència i de la dignitat per a fer front a la indignitat de la mentida, la calúmnia i la manipulació informativa.

Aquesta vegada, repetesc, ho tendran més mal de fer. Els col·lectius que preparen els actes lúdics i solidaris de dia 10 de novembre a la Real; els partits, sindicats i organitzacions que pensen organitzar les mobiltzacions que començaran el proper dissabte 17 de novembre en defensa del territori, són prou forts i nombrosos per a no témer les campanyes rebentistes dels acostumats vividors del romanço. El temps, la situació política, sortosament va canviant a favor de la societat civil.

Miquel López Crespí


Llibres de l´escriptor Miquel López Crespí (Web Ixent)


Un dia després de fer-se públic l'interessant estudi del GOB --i excel·lent crit d’atenció al Govern de les Illes!-- titulat “Mallorca, un toc d’alerta” començava l’acostumada campanya de demonització contra aquests “dissidents”, en aquest cas l’organització ecologista i, de retop, contra Macià Blázquez, Margalida Ramis, Miquel Àngel March, Antoni Muñoz... Sí públicament són demonitzats ara, imaginau què en deuen dir els polítics quan es reuneixen i cap mitjà de comunicació els pot sentir! Res del que es digué de Margalida Rosselló, Joan Buades, Nanda Caro i Aina Calafat hi té la més mínima comparació! (Miquel López Crespí)


Una vergonya, aquesta persecució constant de tots aquells i aquelles que no combreguen amb rodes de molí! Seria qüestió que alguns d’aquests dirigents que surten davant els mitjans de comunicació per demonitzar el GOB fossin menys infantils, menys sectaris, adquirissin definitivament una certa cultura democràtica i aprenguessin –ja comença a ser hora al cap de més de trenta anys de cobrar del règim!—a acceptar les idees i suggeriment de la gent que estima Mallorca de bon de veres. (Miquel López Crespí)


Defensa del GOB


Un dia després de fer-se públic l'interessant estudi del GOB --i excel·lent crit d’atenció al Govern de les Illes!-- titulat “Mallorca, un toc d’alerta” començava l’acostumada campanya de demonització contra aquests “dissidents”, en aquest cas l’organització ecologista i, de retop, contra Macià Blázquez, Margalida Ramis, Miquel Àngel March, Antoni Muñoz... Sí públicament són demonitzats ara, imaginau què en deuen dir els polítics quan es reuneixen i cap mitjà de comunicació els pot sentir! Res del que es digué de Margalida Rosselló, Joan Buades, Nanda Caro i Aina Calafat hi té la més mínima comparació!

No solament va ser l’enrabiada de Francesc Antich davant la premsa, ràdio i televisió, les paraules agres de Francina Armengol, els articles d’Aina Salom damunt els diaris demanant on anava el GOB... Això tan sols va ser el començament. Com de costum, i ja fa molt d’anys que estam acostumats a aquestes mostres d´infantilisme polític, les “argumentacions” dels polítics professionals anaven en la línia de sempre de no admetre cap mena de crítica, no voler escoltar el més mínim suggeriment ni que sigui dels sectors que sempre han donat suport a l’esquerra oficial malgrat els continuats errors que aquesta comet. O no saben els dirigents del PSOE que sense les grans mobilitzacions fetes amb suport del GOB i altres plataformes de defensa del territori ara no gaudirien dels bons sous que tenen? Per què no reflexionen en les lluites contra l’Hospital de Jaume Matas, en les mobilitzacions per salvar la Real i contra les autopistes i els projectes faraònics del PP? Els hem de treure les fotografies de fa un any, quan anaven de bracet del GOB i d’Aina Calafat per veure si treien de la cadira Jaume Matas fins que abandonaren la lluita per salvar la Real, oblidaren les promeses signades en el pacte de governabilitat?

Però, com de costum, una vegada són en l’usdefruit de la cadireta i dels privilegis que comporta la gestió del règim no volen saber res dels seus antics aliats, de totes aquelles persones i col·lectius que, utilitzats de forma partidista, els serviren d'instrument per llevar uns polítics, en aquest cas els del PP, i situar-se ells.



Hi ha una pijoprogressia autoritària, dogmàtica, sectària, un personal escleròtic que no sap acceptar els suggeriments, les crítiques constructives dels seus socis i aliats. És una esquerra sense gaire formació democràtica, un tipus de personal que només vol al seu costat servils, cortesans sense opinió, útils tan sols per ensabonar qui comanda.

Alguns dels membres d’aquesta pijoprogressia sectària i dogmàtica han ordit campanyes rebentistes contra la memòria històrica de l’esquerra revolucionària de els Illes, concretament contra el meu llibre de memòries L’antifranquisme a Mallorca (1950-1970) (Palma, El Tall Editorial, 1994). Personatges com Antoni M. Thomàs, Gabriel Sevilla, Albert Saoner, Bernat Riutort, Ignasi Ribas, Gustavo Catalán, José Mª Carbonero, Jaime Carbonero i Salvador Bastida signaven pamflets plens de mentides, calúmnies i tergiversacions contra l'esquerra alternativa de les Illes en temps de la transició, els partits a l'esquerra del PCE i contra els llibres i els escriptors, qui signa aquest article, per exemple, que criticaven les seves traïdes a la República. Tèrbols personatges que tengueren la barra i el cinisme d’afirmar, signant públicament el pamflet, que els partits i les organitzacions comunistes que en temps de la transició no acceptàrem la política de traïdes de Santiago Carrillo, les seves renúncies i claudicacions, érem –deien- al servei del franquisme policíac. Hauríem de retrocedir al temps de la guerra civil, quan l’estalinisme ordí brutals campanyes d’extermini ideològic i físic contra el POUM i la CNT, que conduïren a l’extermini de bona part de l’avantguarda marxista catalana –amb la desaparició física d’Andreu Nin, no ho oblidem-, a la mort de centenars d’anarquistes en els Fets de Maig del 37 a Barcelona, per a trobar una putrefacció semblant.

Altres personatges, encara més dogmàtics i sectaris, passaven a l'agressió física directa. En un moment determinat vaig haver d'estar ingressat a Son Dureta per les agressions patides per haver defensat la memòria històrica de l'esquerra alternativa de les Illes. La documentació de l'hospital de Son Dureta, les radiografies de l'agressió, els diaris amb els pamflets publicats per tot aquest personal, són a disposició de qualsevol lector o historiador que els vulgui veure o consultar.

Que no sap aquesta genteta que la persecució i criminalització de la dissidència és una forma més de dogmatisme i feixisme que, a aquestes alçades del règim postfranquista, i dècades després de la mort del dictador, ens pensàvem que s’hauria anat acabant?

Ho hem vist durant tots aquests anys de gestió del sistema. Qui no recorda les campanyes contra Margalida Rosselló, la dirigent dels Verds que criticà dèbilment algunes accions dels seus aliats de Govern i que va ser atacada com si fos el dimoni? Els poders fàctics de les Illes, els panxacontents, aquells que cobren perquè tot continuï igual i res no canviï volien uns Verds “florero”, uns Verds que no qüestionassin l’absurd model desenvolupista actual, l’encimentament continuat, la política del totxo i el formigó. Per això aquests sectors autoritaris de la pretesa esquerra no aturaren fins que dividiren els Verds, destruïren el projecte ecologista i marginaren de la política activa una persona tan valuosa com Margalida Rosselló.

I el mateix que es va fer amb Margalida Rosselló també s’ha fet amb l’antiga consellera de Benestar Social Nanda Caro que, en voler impulsar una política d’esquerra conseqüent, va ser obligada a callar sota amenaça de destitució pels seus. Nanda Caro, con Margalida Rosselló, com Aina Calafat, la combativa dirigent de la Plataforma Salvem la Real, com els dirigents del GOB que han criticat el poc que fa per preservar recursos i territori el Govern, són d´un tarannà especial, persones que actuen en la societat civil no per un sou, no per gaudir dels privilegis que comporta la gestió del sistema, sinó perquè tenen unes idees i uns principis, una ètica que els impediria mentir, trair el que han promès defensar públicament.

Però la demonització de la dissidència no solament afecta organitzacions com el GOB, com hem vist aquests dies; ni tan sols persones com Nanda Caro, Margalida Rosselló i Aina Calafat, com hem anat constatant tots aquests anys. La persecució de la dissidència afecta qualsevol persona i col·lectiu que expressi la més mínima opinió que no estigui en la línia dels que són a les institucions mitjançant els nostres vots. Aquesta pijoprogressia autoritària ataca també provats lluitadors socials com Josep Juárez, Cecili Buele, Llorenç Buades... tantes i tantes persones fermes, inflexibles sempre en la lluita per un món més just i solidari, lluny de l’oportunisme, la mentida i la traïció.

L’oportunisme de molts d’aquests enrabiats i enrabiades contra la dissidència s’ha comprovat, cas de Son Espases, cas de Son Bosc, per posar solament dos exemples prou coneguts. Tothom ha pogut constatar com determinats polítics només ens utilitzen per fer-se seva la cadireta: després, si la gent que estima les Illes els recorda el que prometeren en la campanya electoral tot són acusacions en la línia tan coneguda de “fan el joc a la dreta”, com han dit de Margalida Rosselló, la combativa Aina Calafat i el GOB.

Una vergonya, aquesta persecució constant de tots aquells i aquelles que no combreguen amb rodes de molí! Seria qüestió que alguns d’aquests dirigents que surten davant els mitjans de comunicació per demonitzar el GOB fossin menys infantils, menys sectaris, adquirissin definitivament una certa cultura democràtica i aprenguessin –ja comença a ser hora al cap de més de trenta anys de cobrar del règim!—a acceptar les idees i suggeriment de la gent que estima Mallorca de bon de veres.

Miquel López Crespí

Llibres de l´escriptor Miquel López Crespí (Web Ixent)

Articles d´actualitat política de l´escriptor Miquel López Crespí


El secretari general de PSM i dirigent del Bloc Gabriel Barceló hagué de dir al nostre patètic personatge [Jaume Carbonero] si “Mallorca era Sicília”. Com diuen els diaris: “El portavoz del Bloc y líder del PSM, Biel Barceló, emplazó ayer a los consellers de Presidencia y de Vivienda, Albert Moragues y Jaume Carbonero, a reflexionar sobre si las amenazas ‘son formas de hacer política y si esto es Mallorca o Sicília”.


Biel Barceló (PSM) amenaçat per Jaume Carbonero


Els desastres de Jaume Carbonero


La història més vergonyosa protagonitzada per Jaume Carbonero, el conseller d’Habitatge del Govern, ha tingut lloc molt recentment. Era durant els dies del pacte del PSOE amb Rosa Estaràs i el posterior consens amb UM, Bloc i Eivissa pel Canvi per a retirar la llei que havia proposat el conseller. Com va informar la premsa en el seu moment, el prepotent conseller d’Habitatge, enverinat per haver estat obligat a acceptar les modificacions contra la destrucció de més sòl rústic suggerides per UM, PP, Bloc i altres forces nacionalistes i d’esquerra, amenaçà públicament Biel Barceló cridant, sulfurat al màxim: “¡Tomo nota!; mentre que el conseller de la Presidència, Alberto Moragues, fent costat al polèmic conseller d’Habitatge, intervenia en el mateix sentit exclamant: “Esto tendrá un coste”.

La brega entre els socis del pacte de governabilitat era pública. Diuen que Rosa Estaràs, els representants del PP que eren presents per a consensuar la nova llei d’Habitatge amb Francesc Antich, s’ho miraven, escoltaven els crits i amenaces i no s’ho podien creure. Jaume Carbonero amenaçava el PSM, el Bloc i Biel Barceló sense pensar que eren davant representats qualificats del PP! El corresponsal d’un diari de Palma, en comentar aquest grotesc espectacle protagonitzat per Jaume Carbonero contra els seus socis de govern, escrivia, esverat, en constatar aquests fets tan lamentables per a les forces progressistes i d’esquerra: “El colofón de los tiras y aflojas se produjo ayer por la tarde, minutos antes de que los líderes políticos del Pacto y del PP posaran unidos, lo que obligó a postergar media hora su comparecencia ante los medios. ‘¡Escuchabas los gritos desde la planta baja, se han tirado los trastos a la cabeza!’, comentaba un oyente que estaba en las dependencias del Parlament donde tenía lugar la última reunión del Pacto”.



Fira de Frankfurt 2007. Gabriel Barceló (a l´esquerra), secretari general del PSM amb l´escriptor Miquel López Crespí en un acte a la Literaturhaus de Frankfurt. Els dos destacats nacionalistes d’esquerra han estat amenaçats per Jaume Carbonero –com Biel Barceló- i atacats mitjançant pamflets signats pel tèrbol conseller, en el cas de l’escriptor Miquel López Crespí

La vergonya s’havia consumat! Jaume Carbonero cridava i amenaçava els socis de Govern, en aquest cas el Bloc i Biel Barceló... davant el PP! Hi ha res de més patètic, res de més miserable, res de més insolidari amb uns socis lleials i que han fet tot --i més!-- per a trobar solucions a les irracionals propostes destructives de territori presentades per Carbonero?

Posteriorment a les amenaces contra els socis de Govern, amenaces reproduïdes als mitjans de comunicació de les Illes, el secretari general de PSM i dirigent del Bloc Gabriel Barceló hagué de dir al nostre patètic personatge si “Mallorca era Sicília”. Com diuen els diaris: “El portavoz del Bloc y líder del PSM, Biel Barceló, emplazó ayer a los consellers de Presidencia y de Vivienda, Albert Moragues y Jaume Carbonero, a reflexionar sobre si las amenazas ‘son formas de hacer política y si esto es Mallorca o Sicília”.

Evidentment Gabriel Barceló no volgué entrar en més detalls, ja que, com a persona i assenyat dirigent polític, no ha volgut caure en les formes i desqualificacions típiques del conseller.

Però... qui és aquest prepotent i enfurismat personatge? Fa uns anys Jaume Carbonero, fent costat als sectors més reaccionaris del sectarisme i el dogmatisme illenc, sectors propers al ranci carrillisme i afins –Antoni M. Thomàs, Gabriel Sevilla, Alberto Saoner, Bernat Riutort, Ignasi Ribas, Gustavo Catalán, José Mª Carbonero, Salvador Bastida... --, signava pamflets plens de calúmnies i tergiversacions contra aquells que volíem servar la memòria històrica de l´esquerra revolucionària de les Illes.

Ara, anys després d’aquests fets, amb igual prepotència, s’atreveix, com explica la premsa, a proferir amenaces contra els seus lleials socis de govern en no pair que s’hagi hagut de modificat la seva llei destructora del nostre territori. Un conseller que sempre, des de totes les àrees de gestió on ha exercit el poder, ha perjudicat els interessos populars i les forces progressistes. L’afer de comportament sicilià, les amenaces que comentam, no fan més que confirmar tot el que ja sabíem del personatge quant a unes formes d’actuació, de demonització envers aquell que no combrega amb les seves discutibles idees i opinions.

Miquel López Crespí

Llibres de l´escriptor Miquel López Crespí (Web Ixent)



          RECOMEÇOS! Não importa quantas vezes você já foi f... Dani andrade      Comment   Translate Page      
RECOMEÇOS! Não importa quantas vezes você já foi ferido ou magoado, a verdade é que nunca estamos preparados para uma nova decepção. Muitas vezes nós não falamos e escondemos a dor por vergonha de termos acreditado mais uma vez, mas por outro lado somatizamos tantas coisas ruins dentro de nós que a melhor saída é desabafar. Deixe as lágrimas rolarem, permita que seu ser seja limpo de sentimentos ruins até que ele esteja completamente limpo e torne a fluir águas puras e transbordantes. Haverá dias que serão nublados mas nem por isso o sol deixará de brilhar. Aceite sua tempestade interna, molhe-se e tenha a certeza de que ela uma hora irá cessar. Se você foi ferido(a) ao ponto de matarem os frutos bons de sentimentos que haviam em você, saiba que para que haja vida toda semente precisa morrer. Deixe sua semente germinar e crescer, pois de certo suas raízes serão mais fortes do que antes. Não esconda ou suprima dores, mas não se exponha tanto. O que estou tentando te dizer é que, só sente dores quem ainda está vivo e algumas dores são necessárias para nos fortalecer. Que ironia da vida né, há dores que são para o bem e saber lidar com nossos momentos de dor também é um dom. Nunca estamos preparados para uma nova decepção mas precisamos sempre estar preparados para novos recomeços. Vou te contar um segredo: Se o céu está cinzento, nublado ou chuvoso, o sol e as estrelas continuam a brilhar. Seja como o Sol e as estrelas, continue a brilhar até que tudo volte ao normal e você consiga reviver. Perceba que a palavra reviver significa renascimento tanto em sua ordem normal quanto de trás para frente. De qualquer modo seja forte o suficiente para REVIVER. HÁ SEMPRE UM NOVO RECOMEÇO ENQUANTO AINDA EXISTE VIDA. POR FAVOR, ESCOLHA A VIDA. Texto de Dani Andrade
          14 de abril: Día de las Américas       Comment   Translate Page      

Día de las Américas - Efemérides

El Día de las Américas es una celebración anual que tiene lugar el 14 de abril en todas las repúblicas americanas, como símbolo de su soberanía y de su unión voluntaria en una comunidad continental. Cada año, sea por promulgación presidencial o legislativa, esta efeméride es conmemorada en ciudades, pueblos y comunidades.

 

El primer Día de las Américas fue celebrado a lo largo del continente americano en 1931. Se eligió el 14 de abril por ser la fecha de 1890 en que, mediante resolución de la Primera Conferencia Internacional Americana (celebrada en el Distrito de Columbia, entre octubre de 1889 y abril de 1890), se crearon la Unión de las Repúblicas Americanas y su secretaría permanente, la Oficina Comercial de las Repúblicas Americanas. Estas dieron paso a la Unión Panamericana y finalmente a la actual Organización de los Estados Americanos (OEA) en 1948.

 

Honduras, Guatemala y Haití declararon el 14 de abril como fiesta nacional. En estas y otras naciones de la por entonces Unión Panamericana hubo recepciones diplomáticas, celebraciones públicas y civiles, programas en las escuelas y una gran cantidad de proclamaciones promoviendo los principios del panamericanismo.

 

El 30 de abril de 1948 se creó la Organización de los Estados Americanos (OEA), al firmarse en Bogotá, Colombia, la carta de constitución, con los propósitos fundamentales de: afianzar la paz y la seguridad del continente, consolidar la democracia, respetando el principio de no intervención. Otros propósitos son promover la igualdad jurídica de los Estados, alcanzar la solución pacífica de controversias y actuar en cooperación para el desarrollo económico, social y cultural.


La fecha es celebrada por Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica, Cuba, Ecuador, El Salvador, Estados Unidos, Guatemala, Haití, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguay, Perú, República Dominicana, Uruguay y Venezuela.

 

Este día tiene categoría de evento internacional y se constituye en una oportunidad ideal para fomentar y propiciar, a través de la educación, la investigación sobre las naciones que conforman Las Américas, el reconocimiento y valoración de la diversidad de etnias, grupos, culturas, religiones.


          Majoria justa del Botànic que pot dependre de la participació      Comment   Translate Page      

Segons les últimes enquestes electorals, un segon Govern del Botànic, format per UP-EUPV, Compromís i PSPV, podria revalidar el següent 28 d’abril. No obstant això, encara que un dels sondejos

La noticia Majoria justa del Botànic que pot dependre de la participació ha sido publicada primero en València Extra.


          Gaspar Llamazares: "IU se ha disuelto en el populismo de izquierdas de Podemos"      Comment   Translate Page      

Han sido unos meses muy duros personalmente. Lo confiesa Gaspar Llamazares, que sintió un enorme dolor cuando le acusó de ‘tránsfuga’ Alberto Garzón: “Nunca lo he sido, han sido otros los que han traicionado el programa de Izquierda Unida”.

Ha dejado su partido de toda la vida y ahora vuelve a la lucha electoral este 28-A como candidato a la Presidencia del Gobierno por Actúa, la formación que ha creado junto al exjuez Baltasar Garzón. Se aleja del “populismo” de Podemos, pero aspira a que se movilice toda izquierda y se logre una mayoría frente a las derechas. Y advierte del peligro de la llegada de Vox: “homófobo, xenófobo, que niega el Holocausto y defiende el machismo”. “Orban y los Kaczynski se quedan como meros aprendices”, apostilla.

¿Por qué presentarse a las generales?

Para ocupar un espacio que ha dejado vacío la izquierda que existía y que se ha disuelto en el populismo de izquierdas de Podemos. Y reconstruir una izquierda necesaria que incorpore la igualdad de género y la sostenibilidad. Además, sumar esos votos y que no se pierdan para lograr una mayoría sin hipotecas.

¿Esa izquierda que dice que se ha disuelto es IU?

IU y los referentes similares. Tengo la experiencia de Asturias, donde la izquierda se presentó de manera diferenciada de Podemos y se logró sumar la mayor mayoría de los últimos años. Para desmentir eso del fraccionamiento de la izquierda como antesala de la pérdida. Y esa mayoría se redujo en las elecciones generales siguientes cuando fueron unidos Podemos e IU.

¿Actúa está más cerca del PSOE o de Podemos?

Tiene un espacio diferente al populismo verbal y la desorientación estratégica de Podemos y también del PSOE, que a pesar de su renovación sigue en el continuismo gestor. Por otra parte, nuestra propia biografía nos avala como una fuerza política de diálogo y honesta. Somos unas personas que nunca hemos tenido problemas cuando hemos tenido gestión pública.

 

 

Va a ser muy complicado conseguir el escaño: la ley D’Hont, un PSOE al alza, la opción de Podemos…

Estoy convencido de que podemos tener representación parlamentaria tanto por Madrid como por otras circunscripciones como Asturias, Barcelona y Sevilla. Tenemos la convicción y la voluntad. Nos mueve la razón objetiva de que hay un espacio que no hay que perder y la esperanza de sacar esos diputados.

 

Estoy convencido de que podemos tener representación

 

Ha citado Barcelona. Se ha publicado que habían comprado avales para poder presentarse en esa provincia a 50 céntimos.

No se compraron avales. Sería estúpido y una miseria pagar a una persona para que firme un aval. Lo que ha habido son personas voluntarias, que algunas de ellas tenían suficiencia económica y podían permitirse su tiempo para recoger avales, y otros, fundamentalmente jóvenes, a los cuales la organización les ha apoyado con esos cincuenta céntimos, que dan para un bocadillo y poco más. El problema en Barcelona era de reconteo, que la muestra utilizada para validar nuestras firmas les han salido menos de las que necesitábamos. El error está en la Junta Electoral, que ha perdido una parte de esos folios de firmas y no lo quiere reconocer. Afirmamos que las hemos obtenido con trabajo voluntario

¿Cómo se financian?

Con la aportación de los simpatizantes y con préstamos de sus miembros con más posibilidades y de sus candidatos. Ni siquiera con ningún tipo de apoyo de entidad financiera.

¿Y cómo definiría ideológicamente a Actúa?

Una fuerza consecuente de izquierdas centrada en el trabajo y lo social, incorporando nuevas perspectivas y valores de la izquierda como el feminismo y el ecologismo. Por otra parte, no quiere ocupar solo el espacio vacío de IU, sino contribuir a uno nuevo porque estamos convencidos de que la izquierda está en una profunda crisis en España y en Europa.

 

 

¿Va a ganar el bloque de izquierdas o el de derechas el 28-A?

Estoy convencido de que si movilizamos el voto, somos mayoría las izquierdas. Nada nos condena a que la suma de la derecha sea mayoritaria a la izquierda porque no ha sido así tradicionalmente en España.

¿Y qué cree que hará el PSOE? ¿Optará por la izquierda o le tentará un Gobierno con Cs?

Depende del resultado. Si hay mayoría de las izquierdas no hipotecada por el independentismo, se va a ver forzado a un Gobierno compartido de izquierdas. Espero que rectifique lo que ha hecho mal en el último periodo: no tener un programa de mínimos ni una agenda ni un Gobierno compartido. Estoy convencido de que las izquierdas podemos ser mayoritarias y podemos serlo sin hipotecas.

 

Si movilizamos el voto, somos mayoría las izquierdas

 

¿Y en ese ‘podemos serlo’ se ve como ministro?

No ponemos ningún tipo de barreras a la presencia de Actúa. Reconocemos que somos una fuerza que se presenta en 9 circunscripciones, con aspiraciones ambiciosas pero al mismo tiempo realistas. Lo que haríamos sin duda es apoyar parlamentariamente un Gobierno compartido de izquierdas. No pondremos problemas ni nos abstendremos en la investidura del candidato del PSOE ni aunque cometa los mínimos errores.

Estas elecciones están marcadas por la irrupción de la ultraderecha de Vox, ¿le da miedo?

Más que temor una sensación entre la indignación y el dejà vu, la vuelta al pasado, el túnel del tiempo. Sabíamos que la extrema derecha estaba dentro del PP, pero en estos tiempos de populismo y agitación, al cabo de cuarenta años, se siente legitimada para aparecer de nuevo en la vida política española. Me pregunto si un país que se ha edificado en su época contemporánea frente al franquismo, puede tolerar en una democracia la presencia de una extrema derecha xenófoba, homófoba, que niega el Holocausto y defiende el machismo. Lo dudo, y creo que en algún momento España y Europa tendrán que poner en marcha leyes en defensa de la democracia para excluir a los antidemócratas que pretenden poner en marcha una dictadura.

 

 

¿Habría que ilegalizar a Vox?

Estoy convencido de que Vox ha dado los pasos en el sentido contrario a la extrema derecha europea, que ha ido a unas posiciones más moderadas y de integración en el sistema democrático asumiendo algunos de sus valores. Pero una mezcla tan perversa de xenofobia, nacionalismo, homofobia y discriminación, más negación del Holocausto y giro neonazi pretendiendo ilegalizar a todas las fuerzas políticas que no piensen como ellas, no existe en ningún lugar de Europa. Orban y los Kaczynski se quedan como meros aprendices.

 

Vox es extrema derecha xenófoba, homófoba, que niega el Holocausto y defiende el machismo

 

A la vez se ve una derechización del PP y de Ciudadanos.

Están intentando las tres derechas cabalgar al tigre de la indignación, de la rabia y de la ira. Esto solamente beneficia a Vox. Las campañas electorales del PP y de Cs para evitar el flujo de votos hacia Vox están agitando tanto la vida política e indignando tanto a su electorado que lo lanzan en manos de Santiago Abascal. La presencia de Vox va a ser muy negativa para la democracia y va a endurecer las relaciones sociales.

¿Y la figura de Pedro Sánchez? De los peores resultados del PSOE a una moción de censura y a ponerse al 30% en las encuestas…

La figura del ave fénix, que resurge de las cenizas del PSOE. Lo hace con valentía y con un instinto de la oportunidad política muy alto. Se ha demostrado en la propia configuración del Gobierno, que es un comité electoral. Ha sabido administrar los meses en el Ejecutivo como si fueran una campaña electoral aumentando el voto, pero con un beneficio solo de partido. Ha convocado elecciones cuando más beneficiaba a su formación y menos al resto de partidos de las izquierdas.

El caso contrario es Podemos: en las anteriores elecciones llegaba asaltando los cielos y hoy está hundido en la cuarta posición en las encuestas. ¿Qué ha pasado?

El populismo de izquierdas tiene los mismos problemas que el de la derecha. Surge en un determinado momento como amalgama de la indignación, por suerte en España se produjo en la izquierda. Pero el problema que tiene el populismo es que se basa en muchas ocasiones en un dilema moral, no político, que es el de arriba y abajo, la casta y la ciudadanía. Y también en una figura prometeica, carismática. Cuando entra en crisis el dilema moral y el carácter carismático del líder porque deja de ganar todas las batallas, en ese momento se desinfla el globo y nos encontramos ante un deterioro. Queremos que tenga un buen resultado como el PSOE para sumar mayoría y colaborar.

 

 

¿Es más de Iglesias o de Errejón?

En cuanto a posición filosófica y de partido, creo que Actúa es más cercana a una posición pluralista que a una personalista y ejecutiva, que es la que han planteado Pablo y las adherencias de IU. Han logrado aunar lo más negativo de ambas experiencias, el sectarismo y el dogmatismo. En torno a Pablo, se ha configurado un comité que tienes unos rasgos dogmáticos y sectarios.

Actúa está más cercana a posiciones pluralistas, plataformas abiertas y posiciones de diálogo transversales con otras fuerzas. No vemos el futuro de España únicamente en la izquierda, creemos que hay temas en España que tendrán que ser negociados y pactados con la derecha aunque estén en esta situación delirante. Decir en este momento que se va a reformar la Constitución para un derecho a decidir es hablar de quimeras, además de que no estamos de acuerdo, porque no hay mayoría para ello. Ahí nos diferenciamos de la posición que tiene Podemos con respecto al referéndum: es un sucedáneo el derecho a decidir del que habla Pablo, es una declaración teórica de la Pompeu Fabra que intentaba un eufemismo y no existe en democracia. En tercer lugar, la puesta en marcha de una consulta polarizada en dos o tres posiciones dividiría más a la sociedad catalana y española. Lo fundamental es desarrollar el sistema de autogobierno con un carácter federalista.

 

Hay temas en España que tendrán que ser negociados y pactados con la derecha

 

Campaña, elecciones generales… Fue candidato por IU y coordinador general. ¿Se siente triste de no estar con su partido estos días y de su marcha?

No, porque creo que mi partido ya no existe. Hoy es irreconocible, desde el momento en el que se disolvió en Podemos. La cultura política en la que he sido educado no se parece en nada a la de Unidos Podemos. Si me faltaba algo, el apoyo a la manifestación de Quim Torra en Madrid, me exime de cualquier argumento. IU nunca ha sido independentista. Soy hijo de una cultura social y federalista que es opuesta al independentismo.

¿Ha regalado Alberto Garzón IU a Podemos?

Creo que Alberto, por experiencia y cultura, se siente más parte de Podemos que de la tradición de la izquierda. Prefirió ponerse bajo otras banderas y abandonar la de IU.

 

Izquierda Unida hoy es irreconocible

 

Llegó a denunciar una campaña de acoso contra usted. ¿En qué consistía? ¿Cómo han sido personalmente estos últimos meses?

Muy duros. He pretendido que hubiera una reconsideración por parte de IU de la disolución en Podemos y que se aprovecharan experiencias como la de Asturias. Me hicieron ver que era imposible y que sobrábamos. Es un gran error. Primero a Alberto le sobraron los compañeros de viaje de IU y luego una parte de la pluralidad de Izquierda Unida. Es la parte más dogmática del PCE y que tampoco tiene mucho que ver con la cultura política del Partido Comunista

¿Qué es lo que más le dolió personalmente?

La declaración de tránsfuga por parte de Alberto. Nunca he sido un tránsfuga, han sido otros los que han traicionado el programa de IU.

 

 

¿A quién le gustaría fichar para Actúa?

Nos sentimos cercanos a Íñigo Errejón, Manuela Carmena…

¿Los ficharía?

Si quisieran estar en Actúa, no tendríamos problema. En primer lugar estamos dispuestos a acordar con ellos tanto a nivel municipal como autonómico. También diría a Joan Baldoví o a Joan Coscubiela.

 

Nunca he sido un tránsfuga, han sido otros los que han traicionado a IU

 

Se está descubriendo estos días una historia muy oscura de España: las cloacas del Estado, Villarejo, el espionaje a Pablo Iglesias. ¿Usted cree que ha sido espiado?

Estoy convencido de que esa célula del Ministerio del Interior ha jugado otros papeles en otro momento. Organizada por el PP, primero contra los opositores políticos y luego contra el procés. Veamos lo que ha ocurrido, evidentemente ha habido utilización de medios públicos para fines perversos. Hay que depurar responsabilidades.

Fue uno de los grandes protagonistas políticos en la época del Gobierno de José Luis Rodríguez Zapatero. La política ha cambiado muchísimo, ¿echa de menos aquellos años?  ¿Qué tiene hoy mejor y peor?

No echo de menos esa política porque ya se veían los rasgos de la crisis del 15-M. Tenía problemas de enfoque de la crisis y de la forma de los partidos, que estaba anquilosada. Pero después del 15-M los nuevos partidos han caído en los mismos errores.

¿Y qué dice a los que le critican que forme otro partido porque no sabe hacer otra cosa?

Es lo que mejor hago. Y la gente debe intentar hacer lo que mejor hace. En política nadie ha puesto en duda que he hecho mi trabajo lo mejor que he podido. Es más una ilusión y una convicción que una necesidad. Como algunos me recomienda en Twitter, me iría cómodamente a escribir, pasear y leer, o hacer los últimos años en la salud pública, pero creo que lo mejor que sé hacer en estos momentos es intentar que la izquierda no pierda un millón de electores, que están huérfanos.

Para desestresar un poco estos días a nuestros lectores, recomiende algún libro.

Facha, de Jason Stanley, y Ordesa, de Manuel Vilas.

 


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          Gol de Salah entrega la victoria a Liverpool      Comment   Translate Page      
Un gol de antología de Mohamed Salah aseguró el domingo triunfo de Liverpool por 2-0 sobre Chelsea, para que se mantuviera la cerrada lucha entre los Reds y el Manchester City por el cetro de la Liga Premier inglesa.




Raheem Sterling aportó un doblete y Gabriel Jesús marcó en el último minuto por el City, que se impuso 3-1 al Crystal Palace.

En Liverpool, Sadio Mané había realizado un remate de cabeza que puso a Liverpool en ventaja. Dos minutos después, Salah se apoderó de un balón que le sirvió Virgil van Dijk y se acercó al área.

Tras realizar una gambeta hacia atrás, el egipcio definió con un asombroso zurdazo al ángulo, desde unos 25 metros, a los 53 minutos.

Con ello, Salah igualó al argentino Sergio Agüero, del City, como líder anotador de la campaña en la Premier.

La última gran oportunidad de los Reds para ganar la Premier llegó en 2014, pero una derrota por 2-0 ante Chelsea en Anfield derivó en que el City se llevara el título. De aquel partido se recuerda el infame resbalón de Steven Gerrard que permitió el primer gol, de Demba Ba.

Por un capricho del destino, el City enfrentó aquel día también al Palace.

Esta vez, no hubo tropiezos del Liverpool, aunque Chelsea tuvo algunas oportunidades cuando perdía ya por 2-0. Eden Hazard estrelló un balón en un poste y luego erró de corta distancia, entregando el balón directo a las manos del arquero brasileño Alisson.

El Liverpool llegó a 85 puntos, dos más que el City.

Pep Guardiola, el técnico del City, no se había guardado la frustración en los albores del cotejo, cuando Sterling falló una clara oportunidad de anotar. El estratega español se inclinó hacia atrás y dio un puñetazo en el costado del banquillo tras el yerro.

Luego, Sterling apaciguó los ánimos del entrenador. El extremo de la selección inglesa puso a los Citizens adelante cinco minutos después y logró en el complemento su segunda diana de la jornada y la 21ra de la campaña en todas las competiciones.

“Cuando yo era más joven, siempre quería anotar en mi primera oportunidad. A veces, las cosas no ocurren así”, comentó Sterling. “Pero uno no puede recriminarse. Faltaban 80 minutos, había que estar listo para la siguiente oportunidad. Ésa es la mentalidad, seguir adelante”.


Todo el City debería recitar ese mantra, en momentos en que busca revalidar su título de la Premier, algo que no ha conseguido jamás. No hay mucho más que el club pueda haber hecho en la campaña _fue su novena victoria consecutiva en la liga desde el 3 de febrero.

Los campeones saben que retendrán el trofeo si ganan sus últimos cinco partidos.

“Esto no se resolverá sino hasta el final”, dijo Sterling. “No veo que vayamos a aflojar el ritmo. Liverpool tiene un gran plantel, mucha confianza, pero también nosotros”.


Luka Milivojevic marcó mediante un tiro libre combado a los 81 minutos, para dar algo de esperanza al Palace _y al Liverpool. Pero el brasileño Gabriel Jesús, quien ingresó como suplente por el argentino “Kun” Agüero, aseguró los tres puntos con un gol que coronó una contra a los 90.

El Palace suele plantarle cara al City. El club dirigido por Roy Hodgson es uno de cuatro que han derrotado a los campeones vigentes en la liga durante esta temporada.

Asimismo, el Palace cortó una racha de 18 triunfos del City en la liga la campaña anterior, al arrancarle un 0-0 en el Selhurst Park, cancha considerada por Guardiola como una de las más difíciles que ha visitado.





Pero esta vez, el City dominó el partido. Milivojevic puso algo de suspenso al final, pero Gabriel Jesús amarró el triunfo.
          Ameaçada, Paula desiste de reencontrar ex-BBBs em evento      Comment   Translate Page      

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