tag:blogger.com,1999:blog-8208648933841016969Fri, 01 Nov 2024 10:37:47 +0000Lexias - para domiciliar rememóriasum terremoto de palavras para domiciliar registros de relembranças de fatos, idéias, coisas ditas ou escritas e revisões de antigos pensamentos.noreply@blogger.com (aldo barreto)Blogger37125tag:blogger.com,1999:blog-8208648933841016969.post-261697401574305109Sat, 15 Oct 2016 12:36:00 +00002016-10-15T09:36:24.481-03:00<h3 class="post-title entry-title" itemprop="name" style="color: #993333; font-family: "lucida grande", "trebuchet ms"; font-size: 16.9px; font-stretch: normal; letter-spacing: -1px; line-height: normal; margin-top: 0px;">
Esquecer é preciso</h3>
<div class="post-body entry-content" id="post-body-1342112483986865969" itemprop="description articleBody">
<div class="separator" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; clear: both; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; margin: 0px; orphans: 2; text-align: center; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<a href="; style="color: #666699; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" src="; style="border-color: rgb(221, 221, 221) rgb(192, 192, 192) rgb(192, 192, 192) rgb(221, 221, 221); border-style: solid; border-width: 1px; cursor: move; padding: 6px;" /></a></div>
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<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
</div>
<div style="-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: "Times New Roman"; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; margin: 0px; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<br style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px;" /></div>
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<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
</div>
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<div style="margin: 0px;">
Três são os grandes discursos de poder com influência e força social: o discurso político, o discurso dos meios de comunicação e o discurso da ciência e da tecnologia.</div>
<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
<div style="margin: 0px;">
O discurso político se referencia às embromações do poder politico estabelecido que se fanfarrona, em uma oratória de intenção, para a construção ou modificação dos fatos sociais e econômicos para uma determinada ambiência. O discurso da ciência e tecnologia e inovação é só uma peça de informação que ganha poder por conta da esperança que coloca para melhor destino do homem. Reveste-se da proteção do segredo e do sagrado por ter uma tradição de credibilidade e de corporativismo ideológico no ramo das grandes esperanças.</div>
</div>
<div class="MsoNormal" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
<div style="margin: 0px;">
O discurso dos meios de comunicação lida com a formação ou deformação da opinião pública na sociedade e quer formatar um maior público comum através da sua visão dos fatos e ideias. O discurso dos meios obedece a fatores e interferências externas imponderáveis e perdeu, em algum lugar do passado, a possibilidade de intermediar os anseios sociais de mediação junto aos demais poderes. Definiu para si uma preferência por um atuar voltado para seus fins, mostrando ao público, sua versão dos fatos cotidianos como um grande espetáculo; optou por um palavreado oco que quer moldar opiniões em assuntos cada vez mais miúdos e quando fala de coisas importantes geralmente descontextualiza e distorce.</div>
</div>
<div class="MsoNormal" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
</div>
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<div style="margin: 0px;">
Inspira e ilustra esta apreciação a publicação do jornal de maior tiragem no Rio de Janeiro neste, janeiro de 2014 titulado “Tsunami do conhecimento” onde aquela mídia repercute uma pesquisa mal referenciada e de abonação errônea. Faz uma indicação científica de que o cérebro dos indivíduos vai se enchendo como um saco ou um disco rígido de computador e ficando por isso cada vez mais lento e imprestável. Este noticiário absurdo vai contra todo que se conhece no momento sobre a capacidade da memoria e seu poder de esquecimento.</div>
</div>
<div class="MsoNormal" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
</div>
<div class="MsoNormal" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<div style="margin: 0px;">
O neurocientista Iván Izquierdo em seu trabalho "Somos também aquilo que decidimos esquecer" indica que para lembrar, é importante esquecer, diz o professor, que estuda a persistência da memória e é um dos maiores especialistas nas funções do cérebro. Ele nos fala das várias modalidades de memória e da importância de apagar lembranças. Algumas dessas memórias duram segundos diz ele; outras ficam por toda a vida. Mas para guardar novas informações é preciso apagar antigas.</div>
<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
<div style="margin: 0px;">
Portanto, esquecer memórias nos faz bem e é um processamento funcional do cérebro humano. Existem várias memórias: a de trabalho dura poucos segundos ou minutos. Por exemplo, uma palavra da minha frase anterior permaneceu apenas o suficiente para você entender o que veio antes e depois diz. Há ainda a memória de poucas horas ou curta duração; elas duram cerca de seis horas e são armazenadas provisoriamente. As memórias de forte conteúdo emocional são gravadas com uma atuação de vias nervosas que controlam as emoções. Portanto, memória é um assunto complexo e com estudos em andamento.</div>
</div>
<div class="MsoNormal" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
</div>
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<div style="margin: 0px;">
Entendemos por nosso longo trato com a informação em ciência e tecnologia, que a densidade cognitiva corresponde à qualidade do saber acumulado na memória, por nossas percepções prévias. Esta densidade representa um conjunto de atos contínuos, que se acrescentam no tempo; obras pelo qual o indivíduo reelabora seu mundo em uma criação que faz em convivência no passar do tempo. Uma relação constante de adaptação entre a massa e o volume.</div>
</div>
<div class="MsoNormal" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
</div>
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<div style="margin: 0px;">
Santo Agostinho, também, nos fala sobre a densidade da memória: "Lá estão guardados todos os nossos pensamentos, as aquisições de nossos sentidos se ainda não foi sepultado ou absorvido pelo esquecimento." A interatuação de um sujeito com os seus depósitos de memória potencializa o espectro temporal de seu destino indicando, que existem tempos marcados, para reconfigurar moradas da memória e sua permanência definitiva nestes domicílios.</div>
</div>
<div class="MsoNormal" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
</div>
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<div style="margin: 0px;">
Com o computador pessoal dizemos: vou entrar em um arquivo indicando a ideia de viagem e permanência no local de memória física que se acumula; mas o disco rígido pode e é limpo ou apagado quando a informação não interessa mais. A analogia destes conceitos ao do crescimento dos estoques de memória leva a crer que estas estruturas de armazenagem tendem a crescer em volume de maneira periódica e cumulativa, como nossa memória, mas tendo em determinado momento enfrenta o problema de adaptação do volume à forma. Para isso existem estratégias de ajustamento pelo esquecer, pois os estoques ultrapassados tenderão a quebrar por seu próprio peso irrelevante e serão deslembrados.</div>
</div>
<div class="MsoNormal" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
</div>
<div class="MsoNormal" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<div style="margin: 0px;">
Mas a mídia em sua vontade espetaculosa tem a irracionalidade evanescente dos fantasmas e sem pestanejar discursa sobre o que não conhece apoiada na dualidade de outro discurso de poder que assume sem referência adequada saber não estabelecido.</div>
<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
<div style="margin: 0px;">
Aldo de A Barreto</div>
<div style="margin: 0px;">
2014</div>
</div>
<div class="MsoNormal" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
</div>
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<div style="margin: 0px;">
Notas:</div>
</div>
<div class="MsoNormal" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
</div>
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<div style="margin: 0px;">
1- “A Mente Humana”, Iván Izquierdo</div>
</div>
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<div style="margin: 0px;">
<a href="; style="color: #666699;">;
</div>
<div class="MsoNormal" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<div style="margin: 0px;">
<br /></div>
</div>
<div class="MsoNormal" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<div style="margin: 0px;">
REPUBLICAÇÃO</div>
</div>
<div style="-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: "Times New Roman"; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;">
<br class="Apple-interchange-newline" /></div>
</div>
2016/10/e-preciso-tres-sao-os-grandes-discursos.htmlnoreply@blogger.com (aldo barreto)0tag:blogger.com,1999:blog-8208648933841016969.post-4713387729331785239Sat, 15 Oct 2016 12:30:00 +00002016-10-15T09:32:49.041-03:00<h3 class="post-title entry-title" itemprop="name" style="color: #993333; font-family: "Lucida Grande", "Trebuchet MS"; font-size: 16.9px; font-stretch: normal; letter-spacing: -1px; line-height: normal; margin-top: 0px;">
Esquecer é preciso</h3>
<div class="post-header">
<div class="post-header-line-1">
</div>
</div>
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<div class="separator" style="background-color: #e0e0e0; clear: both; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;">
<a href="; imageanchor="1" style="color: #666699; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" src="; style="border-color: rgb(221, 221, 221) rgb(192, 192, 192) rgb(192, 192, 192) rgb(221, 221, 221); border-image: initial; border-style: solid; border-width: 1px; padding: 6px;" /></a></div>
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<br /></div>
<br style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;" />
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<br /></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
Três são os grandes discursos de poder com influência e força social: o discurso político, o discurso dos meios de comunicação e o discurso da ciência e da tecnologia.<br />
<br />
O discurso político se referencia às embromações do poder politico estabelecido que se fanfarrona, em uma oratória de intenção, para a construção ou modificação dos fatos sociais e econômicos para uma determinada ambiência. O discurso da ciência e tecnologia e inovação é só uma peça de informação que ganha poder por conta da esperança que coloca para melhor destino do homem. Reveste-se da proteção do segredo e do sagrado por ter uma tradição de credibilidade e de corporativismo ideológico no ramo das grandes esperanças.<o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
<br />
O discurso dos meios de comunicação lida com a formação ou deformação da opinião pública na sociedade e quer formatar um maior público comum através da sua visão dos fatos e ideias. O discurso dos meios obedece a fatores e interferências externas imponderáveis e perdeu, em algum lugar do passado, a possibilidade de intermediar os anseios sociais de mediação junto aos demais poderes. Definiu para si uma preferência por um atuar voltado para seus fins, mostrando ao público, sua versão dos fatos cotidianos como um grande espetáculo; optou por um palavreado oco que quer moldar opiniões em assuntos cada vez mais miúdos e quando fala de coisas importantes geralmente descontextualiza e distorce.<o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
<br /></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
Inspira e ilustra esta apreciação a publicação do jornal de maior tiragem no Rio de Janeiro neste, janeiro de 2014 titulado “Tsunami do conhecimento” onde aquela mídia repercute uma pesquisa mal referenciada e de abonação errônea. Faz uma indicação científica de que o cérebro dos indivíduos vai se enchendo como um saco ou um disco rígido de computador e ficando por isso cada vez mais lento e imprestável. Este noticiário absurdo vai contra todo que se conhece no momento sobre a capacidade da memoria e seu poder de esquecimento.<o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
<br /></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
O neurocientista Iván Izquierdo em seu trabalho "Somos também aquilo que decidimos esquecer" indica que para lembrar, é importante esquecer, diz o professor, que estuda a persistência da memória e é um dos maiores especialistas nas funções do cérebro. Ele nos fala das várias modalidades de memória e da importância de apagar lembranças. Algumas dessas memórias duram segundos diz ele; outras ficam por toda a vida. Mas para guardar novas informações é preciso apagar antigas.<br />
<br />
Portanto, esquecer memórias nos faz bem e é um processamento funcional do cérebro humano. Existem várias memórias: a de trabalho dura poucos segundos ou minutos. Por exemplo, uma palavra da minha frase anterior permaneceu apenas o suficiente para você entender o que veio antes e depois diz. Há ainda a memória de poucas horas ou curta duração; elas duram cerca de seis horas e são armazenadas provisoriamente. As memórias de forte conteúdo emocional são gravadas com uma atuação de vias nervosas que controlam as emoções. Portanto, memória é um assunto complexo e com estudos em andamento.<o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
<br /></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
Entendemos por nosso longo trato com a informação em ciência e tecnologia, que a densidade cognitiva corresponde à qualidade do saber acumulado na memória, por nossas percepções prévias. Esta densidade representa um conjunto de atos contínuos, que se acrescentam no tempo; obras pelo qual o indivíduo reelabora seu mundo em uma criação que faz em convivência no passar do tempo. Uma relação constante de adaptação entre a massa e o volume.<o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
<br /></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
Santo Agostinho, também, nos fala sobre a densidade da memória: "Lá estão guardados todos os nossos pensamentos, as aquisições de nossos sentidos se ainda não foi sepultado ou absorvido pelo esquecimento." A interatuação de um sujeito com os seus depósitos de memória potencializa o espectro temporal de seu destino indicando, que existem tempos marcados, para reconfigurar moradas da memória e sua permanência definitiva nestes domicílios.<o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
<br /></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
Com o computador pessoal dizemos: vou entrar em um arquivo indicando a ideia de viagem e permanência no local de memória física que se acumula; mas o disco rígido pode e é limpo ou apagado quando a informação não interessa mais. A analogia destes conceitos ao do crescimento dos estoques de memória leva a crer que estas estruturas de armazenagem tendem a crescer em volume de maneira periódica e cumulativa, como nossa memória, mas tendo em determinado momento enfrenta o problema de adaptação do volume à forma. Para isso existem estratégias de ajustamento pelo esquecer, pois os estoques ultrapassados tenderão a quebrar por seu próprio peso irrelevante e serão deslembrados.<o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
<br /></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
Mas a mídia em sua vontade espetaculosa tem a irracionalidade evanescente dos fantasmas e sem pestanejar discursa sobre o que não conhece apoiada na dualidade de outro discurso de poder que assume sem referência adequada saber não estabelecido.<o:p></o:p><br />
<br />
Aldo de A Barreto<br />
2014</div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
<br /></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
Notas:<o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
<br /></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
1- “A Mente Humana”, Iván Izquierdo<o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
<a href="; style="color: #666699;">;
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
<br /></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: #e0e0e0; color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px;">
REPUBLICAÇÃO</div>
<div>
<br /></div>
</div>
2016/10/esquecer-e-preciso-tres-sao-os-grandes_15.htmlnoreply@blogger.com (aldo barreto)0tag:blogger.com,1999:blog-8208648933841016969.post-3902818380407100151Sun, 20 Dec 2015 13:09:00 +00002015-12-20T11:31:03.172-02:00Sob o olhar da Capes<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="; imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="218" src="; width="320" /></a></div>
<br />
<br />
<br />
<div style="text-align: center;">
<b><span style="font-size: large;">Sob o olhar da Capes</span></b></div>
<br />
A utopia das liberdades civis e dos direitos humanos fragmentou-se com a ideologia das zonas fortes necessária para a defesa da sua segurança de troca de indicações. contra o terror. qualquer sociedade igualitária e justa teria vergonha do que acontece hoje em área da Capes com as articulações de alguns para manter o poder, assaltando uma vontade incipiente de uma maioria silenciosa, afastada inoperante<br />
<br />
Assim, as utopias coletivas perderam sua inocência e existe , hoje, um novo maquinismo humano em que somos obrigados a mostrar que, nossas máquinas giram engranzadas com as dos pequeninos poderes ou não realizamos mais nada que para nos da área a felicidade profissional há que ser negociada.<br />
<br />
A grande utopia coletiva de pertencimento a uma área de conhecimento está longe dos resultados finais se medida pelo boa pesquisa hoje.As utopias coletivas foram trocadas por utopias individuais, facções insignificantes que conduzem toda a uma nova configuração privilegiada organizacional com acesso ao fomento da Capes e no CNPQ. A utopia da sociedade de área solidária mostra que, na desagregação de seus membros, há uma des-solidariedade que a transforma em<b> utopia envergonhada</b>. Laços e valores de uma camarilha definem um coletivo inerte de tendência a estabilidade crescente. E tudo sob o nosso olhar.<br />
<br />
É um fatalismo do valor colocado no valor-amizade, quando o centro do cálculo, exclui do mundo toda a esperança de que não esta no grupo politico dominante. Sua racionalidade está em que todo o valor advém do entrelaçamento pessoal que por sua vez querem mostrar "eqüidade"e condições de equilíbrio, justiça e paz em seu proceder.<br />
E tudo sob o nosso olhar.<br />
Tudo sob o olhar da Capes.<br />
<br />
<br />
Aldo de Albuquerque Barreto<br />
Pesquisador Sênior<br />
<br />
<br />2015/12/sob-o-olhar-da-capes.htmlnoreply@blogger.com (aldo barreto)0tag:blogger.com,1999:blog-8208648933841016969.post-3426153237986406017Thu, 15 Oct 2015 15:44:00 +00002015-10-15T12:44:46.898-03:00O professor e suas ferramentas<br />
<br />
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="; imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="255" src="; width="320" /></a></div>
<br />
<br />
O professor e suas ferramentas<br />
<br />
Para a população em geral de nada adianta um computador sem um propósito para seu uso. Ou uma condição de acesso que permita conhecer os dados, saber do que se trata e como usá-los para melhorar a condição de existência nos lugares que ocupa na sociedade.<br />
<br />
Há meses li em um jornal local a reclamação de um professor de uma escola pública no interior do nosso país: “eu precisava tanto de uma caixa de ferramentas e me mandaram um computador”. A utilização do computador precisa de um letramento educacional e digital para que transforme os dados e o canal de disseminação em informação útil. Grandes e suntuosos prédios de bibliotecas públicas é um impeditivo para a entrada de pessoas, principalmente as mais desprovidas.<br />
<br />
Quando da inauguração do “palácio” francês, O Centro Nacional de Educação e Cultura Georges Pompidou em Paris os resultados de uma pesquisar revelou,uma espécie de estranhamento do povo e o Centro si: o Centro de Cultura foi visto como um labirinto, onde as pessoas se sentiam pouco à vontade de acordo com seu habitus de convivência.<br />
<br />
Principalmente aqueles menos privilegiados. As pessoas que não têm condições cognitivas adequadas para lidar com as referências colocadas ali e experimentavam uma sensação de desconforto. Isto foi chamado de “l’effet Beaubourg”. O efeito Beaubourg, bairro de localização do Centro mostra que o tratamento espetacular para projetos de ensino é uma total contradição com o conteúdo instrutivo e formativo que justificam aqueles espaços como sendo para o povo.<br />
<br />
Todos estes serviços só têm valor se os dados na web estiverem linkados entre si e com a aprendizagem para o povo. Nunca contra o povo que deveriam beneficiar.<br />
<br />
Veja o sistema de dados do governo inglês; dados centralizados e interligados, um sistema feito por Sir Tim Berners-Lee com a preocupação primeira de prestar contas e instruir os governados de todos os níveis de letramento. 2015/10/o-professor-e-suas-ferramentas.htmlnoreply@blogger.com (aldo barreto)0tag:blogger.com,1999:blog-8208648933841016969.post-4270083935036723486Sun, 21 Jun 2015 13:55:00 +00002015-06-21T12:35:53.467-03:00solistício<span style="background-color: white; color: #141823; font-family: helvetica, arial, sans-serif; line-height: 18px;"><br /></span>
<span style="background-color: white; color: #141823; font-family: helvetica, arial, sans-serif; line-height: 18px;"><br /></span>
<span style="background-color: white; color: #141823; font-family: helvetica, arial, sans-serif; line-height: 18px;"><br /></span>
<span style="background-color: white; color: #141823; font-family: helvetica, arial, sans-serif; line-height: 18px;"><br /></span>
<br />
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="; imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="283" src="; width="400" /></a></div>
<span style="background-color: white; color: #141823; font-family: helvetica, arial, sans-serif; line-height: 18px;"><br /></span>
<span style="background-color: white; color: #141823; font-family: helvetica, arial, sans-serif; line-height: 18px;">Hoje as 16,30 no tempo universal haverá o solstício de verão associado a luz e a momentos de afastamento e aproximação. O que me levou a pensar em grupos de pessoas de diferentes densidade vivencial e seus problemas de sua convivência devido a uma escala de desejos e preferências diferenciados. E como muda esta escala se pensarmos uma pessoa de 20 outra de 70 anos</span><br />
<br style="background-color: white; color: #141823; font-family: helvetica, arial, sans-serif; line-height: 18px;" />
<span style="background-color: white; color: #141823; font-family: helvetica, arial, sans-serif; line-height: 18px;">A aproximação e o a</span><span class="text_exposed_show" style="background-color: white; color: #141823; display: inline; font-family: helvetica, arial, sans-serif; line-height: 18px;">fastamento entre pessoas está, ainda, ligado a condições do imponderável e do evanescente. É preciso saber conviver com a adversidade das falsas questões e estar preparado para vivenciar o efêmero - aquilo que existe mais esta desaparecendo, que embora presente, vai no entanto morrer.<br /><br />Confrontar o imponderável, a circunstância indefinível e inesperada que chegará poderosa e superveniente em nossa vida. Nesses momentos, dado a complexidade emocional destas configurações passamos a viver no pequeníssimo e indeterminado espaço de um vazio temporal; é como viver uma indeterminação entre dois estados. O silencio e o o repouso do afastamento.<br /><br /><span style="font-size: 13px;">imagem tom duffin</span></span>2015/06/solisticio.htmlnoreply@blogger.com (aldo barreto)0tag:blogger.com,1999:blog-8208648933841016969.post-2485584322225067001Sun, 15 Feb 2015 13:22:00 +00002015-02-15T11:25:04.123-02:00tenso, inesperado, raro e surpreendente<br />
<br />
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
</div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="; imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" src="; height="640" width="409" /></a></div>
<br />
<span style="font-size: xx-small;">imagem Bill Gekas</span><br />
<br />
Quando falamos dos estoques de informação, o acervo, o quantum de informação armazenada poderíamos dizer que, este é um dos artefatos com que operam os agregados de informação: a posse e a distribuição dos estoques de informação. Estes estoques estáticos de informação não geram conhecimento. Existem como possibilidade, como potência da condição de gerar conhecimento.<br />
<br />
Para que o conhecimento opere é necessário uma transferência desta informação para a realidade dos receptores e uma conjuntura favorável de apropriação desta informação pelo individuo. Nesse momento nada é menos globalizado que a informação, pois nada é mais subjetivo, privado e individual que, a assimilação do conteúdo de uma informação pelo receptor. Na solidão da assimilação o receptor é uno e a apropriação da informação é dele, de mais ninguém.<br />
É este então o lugar do conhecimento.<br />
<br />
A assimilação da informação é a finalização de um processo de aceitação da informação que transcende o seu uso, um ato de apropriação. Este é o destino final do surpreendente e muitas vezes raro fenômeno da informação: criar conhecimento modificador e inovador do indivíduo e do seu contexto. Entendemos o conhecimento como sendo uma passagem, um fluxo de sensações que são apropriados pela consciência do receptor e este é um processo que se realiza no mais oculto espaço de sua subjetividade. É um caminho pessoal e diferenciado para cada individuo.<br />
<br />
Os modos de observar o mundo têm variado ao longo do tempo. Com a Internet foi prestigiada a idéia de que, na busca do conhecimento, o pensamento e o espaço coletivo predominam sobre a individualidade. Contudo, há sempre o espaço do agregar político e o momento da solidão intensa. Um movimento único em uma só direção trará o declínio das grandes esperanças coletivas, a fragmentação dos projetos em uma pluralidade de histórias individuais.<br />
<br />
O espaço público tomado pelo "festival de besteira que assola" seus limites perde força política cotidianamente; o espaço do conhecimento público se refugia em agregados individuais de inteligência privada fugindo dos prestidigitadores ágeis em artimanhas como a de administrar, em cartolas, o conteúdo de consciências individuais.<br />
<br />
A grande celebração da solidão individual deve ser mantida; e entendida que se processa em dois mundos, e co duas linguagens, a do criador da informação e a daquele que a aceita como conhecimento. Tal como Orfeu, que habitou o espaço dos vivos e o espaço dos mortos, a informação é cidadã de dois mundos nesta passagem e assume a plenitude de seu intento que é: tenso, inesperado, raro e surpreendente.<br />
<br />
<br />
Aldo Barreto - revisto 20152015/02/tenso-inesperado-raro-e-surpreendente.htmlnoreply@blogger.com (aldo barreto)0tag:blogger.com,1999:blog-8208648933841016969.post-2773835127046844337Tue, 09 Dec 2014 13:31:00 +00002014-12-10T08:48:08.686-02:00Um avatar do que sonhamos ser<br />
<br />
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="; imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" src="; height="640" width="553" /></a></div>
<br />
<br />
<br />
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
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<br /></div>
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<br /></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align: center;">
<span style="font-size: large;">Um avatar do que sonhamos ser</span></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<div class="MsoNormal">
Tem sido muito pensado neste século do espaço cibernético a
questão do valor da tecnologia da informação, quando ponderado contra a
possibilidade de uma existência mais simples e com mais felicidade. <o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<div class="MsoNormal">
Qual é o papel da informação eletrônica neste grande dilema
do ser humano atual. Quanto da
informação se orienta para uma inteligência coletiva e quanto para uma inteligência de competição
individual e organizacional. E quanto se
orienta para a felicidade do ser humano na simplicidade dos seus espaços reais
de convivência. Espaços do simples e doce sentimento da existência.<o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<div class="MsoNormal">
Domina o agir atual um fatalismo de agregação de valor
individual, que quer determinar o curso dos acontecimentos como fixado e
impossível de ser alterado. Esta imobilidade silente transforma o pensar em
público em algo escondido, subversivo,
sem esperança e infeliz. <o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<div class="MsoNormal">
A convivência atual acontece virtualmente em uma realidade
paralela de salas de discussão e mensagens eletrônicas; os jovens preferem a
comunicação instantânea de
"torpedos" do “WhatsApp” para conviver e relatar no momento da vivência
sua vida aos companheiros. A troca de sentimentos e informação vem sendo reprimida, pois necessita de uma presença fisica de cercania. Cada vez mais a opção de uma vivência escondida se mostra nesta
nova tecnologia da informação como a dos "Chats", o
"Facebook", o "Twitter", os "Podcasts" e os RSS.
Uma secunda vida se tornou possível em uma outra realidade. <o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<div class="MsoNormal">
Qual o limite dos em ambientes virtuais de convivência
ou do pensar colaborativo. Sempre me
preocupou refletir sobre qual é o limite da tecnologia, ou a partir de que
ponto este conjunto de conhecimentos e princípios deixa de ter interesse social. <o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal">
Penso que é quando a tecnologia deixa
de trabalhar em benefício do indivíduo e volta para lhe causar
problemas. As novas tecnologias de informação de tão intensas produzem,
também, medo, pois ao aumentar os
poderes do homem o transformam no objeto da ação destes poderes, principalmente
quando: O doce sentimento da existência é vivido por nosso outro; um
avatar do que sonhamos ser. Uma vivência sem presença.<o:p></o:p></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<div class="MsoNormal">
Aldo Barreto </div>
<div class="MsoNormal">
dez 2014</div>
2014/12/um-avatar-do-que-sonhamos-ser.htmlnoreply@blogger.com (aldo barreto)0tag:blogger.com,1999:blog-8208648933841016969.post-6962228003928251787Fri, 25 Jul 2014 14:45:00 +00002014-07-25T11:45:23.855-03:00A visibilidade do radical cor de rosa<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="; imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" src="; height="260" width="400" /></a></div>
<br />
<br />
<br />
<div class="MsoNormal">
<span style="font-size: 14.0pt;">Todo profissional se projeta
pelas escolhas que vai fazendo durante sua vida. Nada é alcançado sem alguma luta,
sem algum conflito com os outros. A natureza humana é contraditória e precisa de
certezas concedidas pelo grupo de convivência. Mas, a visibilidade é relativa à
densidade de valor que se agregou a uma coisa ou uma pessoa em relação às suas atitudes
ao passar do tempo. <o:p></o:p></span></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<div class="MsoNormal">
<span style="font-size: 14.0pt;">A visibilidade se liga às suas
narrativas escritas e publicadas, pois
escrever reforça a forma de mostrar e dar-se a ver para a apreciação do outro.
A escrita cria um lugar no passado ao qual podemos sempre recorrer e regressar
para uma acolhida de coerência ou quando um confronto estiver inserido em nossa
vida. <o:p></o:p></span></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<div class="MsoNormal">
<span style="font-size: 14.0pt;">O reconhecimento do outro de nossa
qualidade dá densidade e confere a visibilidade, pois nos separa com destaque
entre pares, como líder e paradigma; é uma
atuação que representa o reconhecimento de
muitos para uma vida dedicada a tratar com
sucesso as metas conseguidas. Assim, mesmo a invídia de pessoas ou artefatos excludentes pode retirar
uma visibilidade que já acontecida.<o:p></o:p></span></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<div class="MsoNormal">
<span style="font-size: 14.0pt;">Todos querem participação, mas muitos não querem a exposição e o
julgamento público que isso resulta. Ou não têm qualidade para expor ideias ou
ações a seus convenentes. No mundo da visibilidade nossa atuação se relaciona a
esta condição de convencer e não decepcionar o outro, que confirma o nosso atuar com marcos que vão
colocando no caminho desta nossa aventura existencial. <o:p></o:p></span></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<div class="MsoNormal">
<span style="font-size: 14.0pt;">Existem profissionais
radicais verdadeiros em todas as áreas: na arquitetura temos Brasília, na
sociologia os direitos das minorias, na física a singularidade, na biologia a
clonagem e assim seguindo acharemos os
em todos os campos uma visibilidade conquistada por ações. Estes são os
radicas que se destacam trabalhando para objeto de seu amor. <i>Estão voltados
para o fundamental e o essencial em desenvolver sua arte ou ofício. </i><o:p></o:p></span></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<div class="MsoNormal">
<span style="font-size: 14.0pt;">Contudo existe profissionais,
tipo radical cor de rosa, que pregam a
discórdia, a confusão a briga entre conhecimentos e com pessoas com conhecimento.
Nada produzem nada escrevem e com o silêncio dos insensatos lutam por uma presença
sem possuir qualquer qualidade de arte ou ofício. Eles têm o silencio do
conhecimento e da incomunicação pela sua solidão solenemente improdutiva. Quando se pronunciam é para
semear a discórdia na inverdade de suas pequenas narrativas, seus dados mal
arranjados ou recolhidos e inferências que privilegiam seus interesses de obscurecer
coisas já estabelecidas.<o:p></o:p></span></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<div class="MsoNormal">
<span style="font-size: 14.0pt;">Sua opção intelectual é a do linkador, que <i>por não
produz nada de seu próprio eu</i> <i>consciente</i> vai incitando a desordem intelectual
por <i>indicações mal formada</i>s vivendo na dominância do cultivo intelectual do <i>eu
vizinho</i> e refugiado em seu próprio casulo de onde vai dando indícios
inadequados.<o:p></o:p></span></div>
<div class="MsoNormal">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal">
<span style="font-size: 14.0pt;">É nesse ambiente de
convivência profissional que habita o radical cor de rosa, que pelo anseio de uma de visibilidade não conseguida
vive da palavra do outro como uma esmola que lhe deixaram as horas e os séculos.<o:p></o:p></span></div>
2014/07/a-visibilidade-do-radical-cor-de-rosa.htmlnoreply@blogger.com (aldo barreto)0tag:blogger.com,1999:blog-8208648933841016969.post-243016065373638486Mon, 07 Jul 2014 20:58:00 +00002014-07-07T17:58:50.340-03:00A visibilidade é relativa<br />
<br />
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="; imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: