ABRAFRUTAS
Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados.
Tue, 06 Oct 2026 18:10:30 +0000
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Frutas brasileiras buscam novos mercados durante Fruit Attraction Madrid
2026/10/frutas-brasileiras-buscam-novos-mercados-durante-fruit-attraction-madrid/
Tue, 06 Oct 2026 18:10:30 +0000
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Produtores participam da principal feira internacional do setor e negociam oportunidades para ampliar as exportações Enquanto o Brasil se prepara para um novo ciclo eleitoral, produtores brasileiros de frutas estão […]
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Produtores participam da principal feira internacional do setor e negociam oportunidades para ampliar as exportações
Enquanto o Brasil se prepara para um novo ciclo eleitoral, produtores brasileiros de frutas estão de olho em outro tipo de disputa: a conquista de espaço nos mercados internacionais. Em Madrid, empresários e representantes da fruticultura participam da Fruit Attraction Madrid, uma das principais feiras do setor no mundo, em busca de compradores, novos mercados e oportunidades para ampliar as exportações.
A feira que começou hoje, dia 6, e vai até quinta-feira, dia 8, reúne produtores, exportadores, distribuidores e compradores de diferentes países e funciona como uma importante vitrine para apresentar a diversidade e a qualidade das frutas brasileiras. Para quem está no campo, a feira representa uma oportunidade concreta de negociar diretamente com potenciais clientes, acompanhar as tendências de consumo e conhecer as exigências dos mercados internacionais.
A participação brasileira ocorre em um momento positivo para as exportações de frutas. Em 2025, o país registrou novo recorde, com US$ 1,45 bilhão em exportações, crescimento de 12% em valor e 19,6% em volume na comparação com o ano anterior.
“Estar em uma feira como a Fruit Attraction é estar próximo de quem compra, de quem distribui e de quem define as tendências do mercado. É uma oportunidade para mostrar o que o Brasil produz e, principalmente, entender o que os consumidores de outros países estão procurando”, destaca o presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Waldyr Promicia.
São Paulo ganha espaço no calendário internacional
Durante o primeiro dia da Fruit Attraction Madrid, a Abrafrutas também participou do lançamento da 4ª edição da Fruit Attraction São Paulo, que será realizada em 2027. A feira brasileira vem ampliando sua relevância no calendário internacional da fruticultura e, na última edição, reuniu segundo dados divulgados pelos organizadores da Feira, mais de 18,4 mil visitantes de 60 países e 450 marcas expositoras, além de promover mais de mil reuniões de negócios, com uma estimativa de 270 milhões de euros em negócios gerados.
O crescimento da feira em São Paulo reforça a estratégia de aproximar produtores, exportadores e compradores e de transformar o Brasil em um ponto de encontro para negócios internacionais no setor de frutas. A realização de mais uma edição também amplia a conexão entre os mercados brasileiro e europeu, criando novas oportunidades para empresas interessadas em expandir sua atuação.
Exportação movimenta toda a cadeia
Além da geração de negócios para as empresas, o avanço das exportações de frutas tem impacto direto na economia brasileira. A cadeia envolve produtores, trabalhadores rurais, transportadores, empresas de embalagem, logística e serviços, movimentando empregos e renda em diferentes regiões do país.
Para Waldyr Promicia, a presença brasileira em eventos internacionais é estratégica para aproximar o setor dos principais mercados consumidores e ampliar a participação do país no comércio mundial de frutas.
A Fruit Attraction Madrid segue como um dos principais pontos de encontro do setor internacional. Ao longo do evento, os produtores brasileiros apresentam seus produtos, acompanham as negociações e avaliam as demandas de mercados que podem representar novos destinos para as frutas nacionais.
Por: Telma Martes, comunicação Abrafutas
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Quer economizar em outubro? Veja oito frutas da estação para comprar
2026/10/quer-economizar-em-outubro-veja-oito-frutas-da-estacao-para-comprar/
Mon, 05 Oct 2026 15:26:48 +0000
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Abacate, mamão, manga e maracujá estão na lista da Globo Rural Abacate é uma das frutas da estação em outubro — Foto: Getty Images/Canva Você sabia que a sazonalidade influencia […]
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Abacate, mamão, manga e maracujá estão na lista da Globo Rural
Abacate é uma das frutas da estação em outubro — Foto: Getty Images/Canva
Você sabia que a sazonalidade influencia a oferta e, consequentemente, os preços das frutas comercializadas nas feiras e nos setores de hortifrútis dos supermercados no Brasil? Por isso, quem busca economia na hora das compras deve ficar atento ao calendário da safra.
A partir de dados da Seção de Economia e Desenvolvimento da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), a Globo Rural selecionou oito opções que se destacam em outubro (confira a lista no fim da méria).
A Ceagesp, no entanto, ressalta que a tendência depende das condições climáticas de cada região e pode ser afetada por eventos extremos, como seca, chuvas em excesso, ventos fortes e granizo, que provocam prejuízos à atividade agrícola e interferem na oferta e nos preços pagos pelo consumidor.
O cenário exige atenção redobrada em 2026 devido à atuação do fenômeno El Niño. Para o mês de outubro, os modelos meteorológicos indicam que o Sul e o Sudeste vão registrar mais volumes de chuva, enquanto o déficit hídrico domina o Norte e o Nordeste.
Confira oito frutas da estação para comprar e economizar:
Abacate (variedades breda e margarida);
Acerola;
Jabuticaba;
Limão-siciliano;
Banana-maçã;
Mamão-formosa;
Manga tommy;
Maracujá.
Fonte: Globo Rural
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Mapa lança página com informações e orientações sobre os impactos do El Niño no agro
2026/10/mapa-lanca-pagina-com-informacoes-e-orientacoes-sobre-os-impactos-do-el-nino-no-agro/
Mon, 05 Oct 2026 15:22:47 +0000
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Iniciativa reúne informações sobre clima, crédito rural, seguro rural, Zarc, assistência técnica e ferramentas para prevenção e gestão de riscos no campo O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lançou, […]
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Iniciativa reúne informações sobre clima, crédito rural, seguro rural, Zarc, assistência técnica e ferramentas para prevenção e gestão de riscos no campo
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lançou, nesta sexta-feira (2/10), uma página oficial com informações e orientações sobre o El Niño e seus possíveis impactos na agricultura e na pecuária brasileira. Desenvolvida em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a iniciativa reúne dados, ferramentas e orientações para apoiar ações de prevenção, preparação e mitigação de riscos climáticos no campo.
A página reúne conteúdos sobre clima, crédito rural, seguro rural, Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), assistência técnica, Plano Safra e Caminho Verde. Também estão disponíveis avisos meteorológicos de eventos severos, previsão do tempo para as capitais brasileiras, notas técnicas, o Painel El Niño e informações técnicas voltadas à agricultura, incluindo tecnologias desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
O conteúdo apresenta ainda as ações do Grupo de Trabalho criado pelo Mapa para acompanhar a evolução do fenômeno e propor medidas de prevenção, preparação e mitigação dos possíveis impactos sobre a produção agropecuária. A iniciativa integra uma ação federal coordenada para o enfrentamento dos riscos associados ao El Niño.
“Recebi o relatório final do Grupo de Trabalho que criamos aqui no Mapa sobre os impactos do El Niño no agro. E a conclusão aponta uma direção muito clara: não vamos esperar para agir. Por isso, atendendo a uma proposta do GT, vamos criar um núcleo permanente de gestão de riscos climáticos no Mapa. Não estamos criando uma estrutura apenas para atravessar o próximo El Niño. Estamos construindo uma capacidade permanente do Estado brasileiro para antecipar cenários e reduzir riscos”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula.
O trabalho desenvolvido pelo Mapa integra a iniciativa coordenada pela Casa Civil, que reúne diferentes ministérios em uma força-tarefa para acompanhar os efeitos do fenômeno, planejar respostas e antecipar medidas destinadas a reduzir seus impactos sobre a população e os setores produtivos.
No âmbito do Mapa, as ações têm como foco fortalecer a gestão integrada dos riscos climáticos, combinando prevenção, boas práticas de manejo, assistência técnica e instrumentos de proteção ao produtor, como o seguro rural.
SEGURO RURAL
Entre os instrumentos apresentados na página está o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), uma das ferramentas disponíveis para a gestão e transferência de riscos no campo. A legislação publicada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União estabelece que o seguro rural passe a integrar o conjunto de garantias das operações de crédito rural.
De acordo com o ministro, a integração entre diferentes instrumentos de política agrícola é importante para ampliar a capacidade de gestão dos riscos climáticos.
“Não podemos enfrentar os riscos climáticos do futuro com instrumentos do passado. Zoneamento agrícola, seguro, crédito, pesquisa, inovação e informação climática vão trabalhar juntos. A emergência climática passa, mas a capacidade de prevenir fica”, afirmou André de Paula.
Com a medida, operações de crédito amparadas por seguro poderão contar com condições favoráveis de juros, prazos e limites, além de prioridade de acesso ao crédito e possibilidade de financiamento do prêmio do seguro. A prioridade será obrigatória nos casos de prorrogação e renegociação de operações, conforme as regras estabelecidas pelo Poder Executivo.
FENÔMENO
O El Niño é um fenômeno climático natural caracterizado pelo aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico Tropical, provocando alterações na circulação atmosférica e mudanças nos padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do país.
Os efeitos do fenômeno variam de acordo com cada região e podem afetar de maneira distinta culturas, pastagens e áreas agrícolas. No Sul, uma das principais regiões produtoras de grãos do país, há previsão de excesso de chuvas. No Centro-Sul, o cenário indica possibilidade de seca moderada e temperaturas elevadas. No norte do Sudeste, há risco de seca, enquanto no Nordeste e no Norte, incluindo a Amazônia, aumenta o risco de períodos de estiagem.
SAIBA MAIS
O acesso à informação climática é fundamental para apoiar a tomada de decisão no campo. A nova página reúne orientações técnicas e informações sobre gestão de riscos e tecnologias que podem contribuir para reduzir os impactos do fenômeno climático sobre a produção agropecuária e ampliar a proteção ao produtor rural.
> Acesse a página sobre o El Niño e confira as informações, orientações técnicas e ferramentas disponíveis para o setor agropecuário.
Fonte: Mapa
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Competitividade internacional coloca frutas no centro do debate do GAFFFF 2026
2026/10/competitividade-internacional-coloca-frutas-no-centro-do-debate-do-gaffff-2026/
Thu, 01 Oct 2026 18:22:51 +0000
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ABRAFRUTAS leva ao Global Agribusiness Festival discussão sobre os diferenciais que sustentam a presença brasileira nos mercados globais e o papel estratégico da agricultura tropical Produção em larga escala, diversidade […]
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ABRAFRUTAS leva ao Global Agribusiness Festival discussão sobre os diferenciais que sustentam a presença brasileira nos mercados globais e o papel estratégico da agricultura tropical
Produção em larga escala, diversidade de condições climáticas, oferta ao longo do ano, tecnologia, conhecimento técnico e capacidade de adaptação aos diferentes mercados são alguns dos fatores que contribuem para a posição brasileira no comércio global de produtos agrícolas. Na fruticultura, esse potencial vem sendo acompanhado por uma trajetória de crescimento das exportações e pela abertura de novos mercados para frutas brasileiras.
No primeiro semestre deste ano, as exportações brasileiras de frutas atingiram US$ 707,9 milhões, sinalizando a possibilidade de um novo recorde pelo quarto ano consecutivo, segundo dados do setor. O resultado reforça a relevância da fruticultura na estratégia de inserção internacional do agronegócio brasileiro e evidencia um mercado ainda com espaço para expansão, especialmente com a conquista de novos destinos, agregação de valor, certificação, rastreabilidade e atendimento às crescentes exigências dos consumidores e compradores internacionais.
É a partir dessa perspectiva que a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS) participa do Global Agribusiness Festival (GAFFFF) 2026, colocando a competitividade internacional da produção brasileira no centro das discussões. A entidade participa de debates que conectam desempenho exportador, inovação, sustentabilidade e as características que diferenciam o agronegócio produzido nos trópicos.
No Painel “Frutas, Café e Algodão: Nichos de Alta Competitividade no Mercado Internacional”, o presidente da ABRAFRUTAS, Waldyr Promícia, participa da discussão sobre os fatores que permitem a essas cadeias ocupar posições estratégicas no comércio internacional. O debate aborda como qualidade, produtividade, escala, tecnologia, sustentabilidade e capacidade de atender mercados cada vez mais exigentes contribuem para fortalecer a presença brasileira no exterior.
“A competitividade internacional brasileira é construída a partir de uma combinação de fatores: capacidade produtiva, tecnologia, qualidade, profissionalização e adaptação às exigências de cada mercado. A fruticultura tem demonstrado que existe espaço para avançarmos ainda mais, especialmente com a abertura de novos destinos e a agregação de valor aos nossos produtos”, afirma Waldyr Promicia.
Essa competitividade, entretanto, está diretamente relacionada a uma característica que diferencia o país de grande parte dos concorrentes: sua agricultura tropical. Produzir de forma competitiva em ambientes de altas temperaturas, diferentes regimes de chuvas, pressão de pragas e doenças e grande diversidade de solos e biomas exigiu décadas de investimentos em pesquisa, ciência e inovação.
Essa trajetória permitiu ao Brasil desenvolver soluções específicas para as condições tropicais e transformar limitações naturais em vantagens produtivas. Entre os exemplos está a possibilidade de, em determinados sistemas e regiões, alcançar até três safras na mesma área ao longo do ano, resultado da combinação entre condições climáticas, manejo, tecnologia e conhecimento desenvolvido para os trópicos.
É esse debate que a diretora de ESG da ABRAFRUTAS, Priscilla Nasrallah, levará ao painel “Do Desafio à Liderança: O que só o Brasil tem?”. A discussão aborda os atributos que sustentam a agricultura tropical brasileira e como inovação e sustentabilidade podem fortalecer ainda mais a posição do país diante de um mercado internacional cada vez mais competitivo.
O GAFFF 2026 que começou hoje, dia 1, vai até o dia 2, no Nubank Parque, em São Paulo (SP). O evento tem como público-alvo líderes do agronegócio, produtores rurais, autoridades governamentais, investidores, pesquisadores e executivos de empresas do setor nacional e internacional.
Por: Telma Martes, comunicação Abrafrutas
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Faeb e Abrafrutas dialogam para impulsionar exportação e fortalecer a fruticultura baiana
2026/10/faeb-e-abrafrutas-dialogam-para-impulsionar-exportacao-e-fortalecer-a-fruticultura-baiana/
Thu, 01 Oct 2026 18:05:32 +0000
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A Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb) recebeu a visita institucional do presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Waldyr Promicia, e […]
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A Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb) recebeu a visita institucional do presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Waldyr Promicia, e do diretor executivo da instituição, Eduardo Brandão. O encontro teve como pauta central o alinhamento estratégico entre as duas entidades para ampliar a presença da fruticultura baiana no mercado internacional e abrir novas alternativas comerciais para cadeias sensíveis, como a citricultura.
A aproximação marca uma frente conjunta de diálogo com os governos estadual e federal. O foco é garantir que as exigências legais e os protocolos fitossanitários sejam viáveis tanto para grandes grupos quanto para médios e pequenos produtores rurais.
“A Abrafrutas procura trazer novas possibilidades de mercado para o exportador. Juntando as forças com a Faeb, queremos defender cada vez mais a nossa fruticultura e divulgar a cultura exportadora no estado da Bahia como um todo”, destacou Waldyr Promicia.
Exportação como ‘terceira via’ para a citricultura baiana
Um dos pontos discutidos durante a reunião foi a situação crítica vivida pelos citricultores no estado. Pressionados pelo aumento expressivo nos custos de produção e pela remuneração desfavorável da indústria e do mercado interno, os produtores enfrentam gargalos severos de escoamento.
Para o presidente da Abrafrutas, a abertura do mercado externo para a laranja in natura é o caminho para restabelecer a rentabilidade do setor.
“Hoje o produtor de laranja na Bahia tem basicamente dois caminhos: o mercado interno e a indústria, ambos limitados. Se a gente consegue uma brecha para exportar essa fruta in natura para outros países, criamos um terceiro canal de saída. Mesmo que seja um percentual menor do volume total, o simples fato de gerar disputa e concorrência pelo produto já puxa o preço para cima”, avaliou Promicia.
Bahia tem vantagem fitossanitária no comércio global
Outro grande trunfo da Bahia apontado pelo dirigente são as condições fitossanitárias favoráveis. Ao contrário de outros polos produtores tradicionais do país, o território baiano não tem incidência de cancro cítrico. Essa condição pode representar uma vantagem competitiva nas negociações para acesso a mercados mais exigentes, embora a exportação dependa da definição e do cumprimento dos protocolos fitossanitários estabelecidos por cada país importador, como acontece nos Estados Unidos e nos países da União Europeia.
Além da citricultura, o encontro abordou a consolidação de polos como o Vale do São Francisco no cultivo de manga e uva, e o desafio de expandir a fruticultura tecnificada para outras regiões baianas. Promicia ressaltou ainda que, embora o Brasil figure como o 3º maior produtor mundial de frutas, o país ocupa apenas o 23º lugar no ranking de exportação. Enquanto o vizinho Chile alcança quase US$ 10 bilhões no comércio externo do setor, o Brasil atingiu recentemente o patamar de US$ 1,5 bilhão.
Fonte: FAEB
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Seguro rural tem novas regras após sanção com vetos; veja as mudanças
2026/09/seguro-rural-tem-novas-regras-apos-sancao-com-vetos-veja-as-mudancas/
Wed, 30 Sep 2026 19:41:59 +0000
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Lei estabelece prazos para indenizações e amplia benefícios no crédito rural Imagem gerada por IA para o Canal Rural A nova lei que estabelece regras para o seguro rural […]
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Lei estabelece prazos para indenizações e amplia benefícios no crédito rural
Imagem gerada por IA para o Canal Rural
A nova lei que estabelece regras para o seguro rural no Brasil foi sancionada com vetos. Publicada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União (DOU), a Lei nº 15.526, de 29 de setembro de 2026, amplia mecanismos de proteção aos produtores rurais e estabelece mudanças na contratação, regulação e pagamento de indenizações.
Entre os principais pontos mantidos estão a definição de prazos para o pagamento de indenizações, a integração do seguro às garantias do crédito rural e a obrigatoriedade das despesas da União destinadas à subvenção econômica ao prêmio do seguro rural, observados os limites orçamentários.
O texto, no entanto, recebeu vetos do Executivo antes da sanção. Entre os dispositivos barrados estão pontos relacionados à isenção de tributos federais nas operações de seguro rural e à possibilidade de aquisição de Letras de Risco de Seguro (LRS) pelo fundo destinado à cobertura suplementar dos riscos do setor.
Os vetos foram encaminhados ao Congresso Nacional, que poderá mantê-los ou derrubá-los.
O que foi vetado?
Um dos vetos atingiu dispositivo que tratava do alcance da isenção de tributos federais relacionada às operações de seguro rural.
Na justificativa encaminhada ao Congresso, o governo argumentou que a medida poderia resultar em renúncia de receita sem a apresentação da estimativa do impacto orçamentário e financeiro e das medidas de compensação exigidas pela legislação fiscal.
Também foi vetada a possibilidade de o fundo de cobertura suplementar do seguro rural adquirir Letras de Risco de Seguro (LRS).
Segundo a justificativa do Executivo, a medida poderia expor o patrimônio do fundo a riscos de terceiros sem relação com as obrigações e coberturas para as quais o mecanismo foi criado.
O que muda nas indenizações?
A nova legislação determina que os contratos de seguro rural informem de forma clara quais documentos serão exigidos para a análise dos sinistros e estabelece prazos para a conclusão dos processos.
Nos casos em que não houver necessidade de vistoria presencial após a colheita, o corte ou a liberação da área, a regulação do sinistro deverá ser concluída em até 15 dias após a comunicação feita pelo produtor.
Já o pagamento das indenizações deverá ocorrer em até 30 dias após a entrega dos documentos exigidos ou a realização da vistoria técnica, quando necessária, considerando-se o evento que ocorrer por último.
Seguro rural poderá ser usado como garantia do crédito
Outra mudança é a integração do seguro rural ao conjunto de garantias das operações de crédito rural.
A legislação permite que instituições financeiras estabeleçam cláusulas para a cessão dos direitos da apólice como garantia da operação. Em caso de sinistro, as indenizações poderão ser destinadas prioritariamente ao agente financeiro, conforme as condições estabelecidas.
O governo federal também deverá definir condições para estimular a contratação do seguro rural pelos produtores.
Produtor com seguro poderá ter benefícios no crédito
A lei amplia os incentivos para operações de crédito rural protegidas por seguro.
Entre os benefícios previstos estão condições mais favoráveis de financiamento, prioridade na obtenção de crédito e acesso preferencial à prorrogação ou renegociação de dívidas rurais.
A legislação também permite que sejam estabelecidas condições favorecidas relacionadas a taxas de juros, prazos e limites para operações protegidas pelo seguro.
Subvenção ao seguro rural passa a ter despesa obrigatória
Outro ponto mantido na sanção determina que as despesas da União destinadas à subvenção econômica ao prêmio do seguro rural sejam obrigatórias, respeitados os limites estabelecidos no Orçamento Federal.
A subvenção permite que o governo arque com parte do custo da apólice contratada pelo produtor rural.
Para acessar o benefício federal, os produtores deverão fornecer informações sobre suas atividades agropecuárias, em formato que ainda será definido pelo Poder Executivo.
Lei prevê mais transparência
A nova legislação também prevê medidas para ampliar a transparência das operações de seguro rural.
Entre elas está a disponibilização, na internet, de bancos de dados públicos com informações sobre as operações realizadas no país.
Também deverá ser disponibilizado um manual com as regras e os procedimentos relacionados à subvenção econômica ao prêmio do seguro rural. As novas regras já passam a valer a partir desta quarta-feira (30).
Fonte: Canal Rural
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Dia Internacional da Conscientização sobre Perda e Desperdício de Alimentos
2026/09/dia-internacional-da-conscientizacao-sobre-perda-e-desperdicio-de-alimentos/
Tue, 29 Sep 2026 15:08:43 +0000
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Abrafrutas reforça o compromisso do setor frutícola no combate ao desperdício Neste dia 29 de setembro, data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) celebra o Dia Internacional […]
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Abrafrutas reforça o compromisso do setor frutícola no combate ao desperdício
Neste dia 29 de setembro, data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) celebra o Dia Internacional da Conscientização sobre Perda e Desperdício de Alimentos, a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) faz um apelo para a conscientização de toda a cadeia de suprimentos e dos consumidores no combate ao desperdício de frutas no Brasil e no mundo.
O problema das perdas pós-colheita e do desperdício de alimentos é um dos maiores desafios para a segurança alimentar global e a sustentabilidade ambiental. De acordo com os relatórios mais recentes das Nações Unidas (FAO e PNUMA, com dados consolidados a partir de 2024), 13,2% dos alimentos produzidos no mundo são perdidos nas etapas pré-varejo (colheita, transporte e processamento), enquanto 19% do total disponível ao consumidor é desperdiçado no varejo, serviços de alimentação e nos domicílios, sendo as frutas, legumes e verduras (FLV) o grupo mais vulnerável a esses descartes devido à sua perecibilidade.
O Brasil é um dos 5 maiores produtores mundiais de alimentos e, ao mesmo tempo, figura entre os 10 países que mais os desperdiçam. Embora o país produza cerca de 161,3 milhões de toneladas de alimentos por ano, estimativas da plataforma Pacto Contra a Fome apontam que aproximadamente 55,4 milhões de toneladas são perdidas ou desperdiçadas anualmente ao longo de toda a cadeia de suprimentos.
O mapeamento detalhado da cadeia revela que o descarte ocorre do campo até o consumo final:
Produtores e colheita: Representam a maior fatia das perdas no país, com 17,3 milhões de toneladas registradas diretamente na fase de produção agrícola, o que corresponde a 31,2% de todo o volume desperdiçado.
Manufatura e abastecimento: As etapas de processamento industrial, transformação e distribuição representam 11,9 milhões de toneladas (21,5% do total).
Pós-colheita, armazenamento e transporte: Os gargalos de infraestrutura, armazenamento e logística de transporte respondem por 10,8 milhões de toneladas de alimentos perdidos (19,5%).
Varejo e serviço de alimentos: O segmento de supermercados, feiras, restaurantes e serviços de alimentação é responsável por 7,9 milhões de toneladas de comida descartada (14,3%).
Consumo e residências (Domicílios): No elo final da cadeia, o desperdício dentro das casas dos consumidores atinge 7,5 milhões de toneladas por ano (13,5%).
No caso das frutas, o desperdício representa não apenas a perda de alimentos ricos em nutrientes essenciais para a saúde, mas também o esbanjamento de recursos naturais finitos, como água, solo e energia, empregados no seu cultivo.
Para o presidente da Abrafrutas, Waldyr Promicia, o avanço tecnológico e a eficiência logística têm sido aliados fundamentais dos produtores para mitigar essas perdas no campo e no transporte, mas o engajamento da sociedade é indispensável para fechar essa conta.
“O setor frutícola brasileiro é referência internacional em tecnologia de pós-colheita, rastreabilidade e cadeias de frio. No entanto, o combate ao desperdício exige um esforço conjunto. Desde o produtor, que aperfeiçoa as técnicas de colheita e armazenamento, até o consumidor final, que precisa aprender a planejar suas compras e valorizar frutas que, embora fujam dos padrões estéticos tradicionais, mantêm intactos todo o seu sabor e valor nutricional”, afirma o presidente da Abrafrutas.
Para ampliar o conhecimento sobre os hábitos de consumo dos brasileiros, a Aliança Fresh Brasil, formada pela Abrafrutas, Ibrahort e Ibraflor, lançará em breve um estudo inédito sobre o consumo de frutas, legumes e verduras (FLV). O levantamento oferecerá um panorama atualizado do comportamento do consumidor brasileiro e servirá de base para o desenvolvimento de estratégias voltadas ao aumento do consumo, à redução do desperdício e ao fortalecimento de toda a cadeia de FLV.
Ações e Soluções no Setor Frutícola
A Abrafrutas destaca que o setor tem investido continuamente em:
Inovação Logística: Uso de embalagens inteligentes e controle rigoroso da cadeia de frio para estender a vida útil das frutas.
Aproveitamento Integral: Destinação de frutas fora dos padrões estéticos para o processamento industrial de polpas, sucos, doces e óleos essenciais.
Sustentabilidade e Economia Circular: Transformação de resíduos de manejo em compostagem orgânica e bioinsumos nas fazendas.
Inovação tecnológica: Melhoria e modernização dos equipamentos utilizados nos processos de colheita e pós-colheita de frutas.
No Dia Internacional da Conscientização sobre Perda e Desperdício de Alimentos, a Abrafrutas incentiva produção sustentável, promoção da alimentação saudável e busca por soluções inovadoras que garantam que as frutas brasileiras cheguem com qualidade e frescor às mesas de milhões de famílias no Brasil e no exterior.
Por: Telma Martes, comunicação Abrafrutas
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Bahia segue como segundo maior produtor de frutas do País
2026/09/bahia-segue-como-segundo-maior-produtor-de-frutas-do-pais/
Mon, 28 Sep 2026 17:41:40 +0000
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A Bahia ratifica a posição de segundo maior produtor de frutas do País. Segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados – Abrafrutas, com base […]
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Melancia_Foto Wenderson Araujo CNA 02
A Bahia ratifica a posição de segundo maior produtor de frutas do País. Segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados – Abrafrutas, com base na pesquisa Produção Agrícola Municipal – PAM, do IBGE, o estado somou 3,65 milhões de toneladas em 2025, representando 8,91% da produção nacional. Ficou atrás apenas de São Paulo, líder com quase 16 milhões/t (39%). O valor estimado foi de R$ 6,3 bilhões.
Além de destaque no ranking geral, a Bahia segue líder nacional na produção de manga, e melancia; o segundo maior produtor de banana, mamão e coco, e o terceiro maior de melão e limão. O volume de manga produzido no estado chegou a 646 mil toneladas, enquanto o de melancia totalizou 338 mil/t.
Em relação ao valor obtido com a produção, a Bahia aparece na quarta posição, atrás de São Paulo (R$26,4 bi), Pará (R$11,9 bi) e Minas Gerais (R$6,4 bi).
Os dados da Abrafrutas não apresentam números da produção de maracujá, graviola, morango, açaí, acerola e cupuaçu. A Bahia, inclusive, é líder nacional na produção dos dois primeiros
BRASIL
O valor da produção de frutas no Brasil alcançou R$ 95,6 bilhões em 2025, mais que o dobro do registrado em 2020. Nesta edição, a pesquisa passou a incluir morango, acerola, cupuaçu e graviola, totalizando 24 culturas. Com a inclusão, o valor da produção das frutas pesquisadas cresceu 4,2% em relação a 2024.
Fonte: NegociosBA
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Cursos gratuitos oferecem 34 vagas para capacitação na área rural
2026/09/cursos-gratuitos-oferecem-34-vagas-para-capacitacao-na-area-rural/
Mon, 28 Sep 2026 17:02:16 +0000
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Inscrições serão realizadas presencialmente no dia 30 de setembro, com vagas para três cursos Foto: Freepik A Secretaria Municipal de Pesca e Agropecuária está com inscrições abertas para novas vagas […]
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Inscrições serão realizadas presencialmente no dia 30 de setembro, com vagas para três cursos
Foto: Freepik
A Secretaria Municipal de Pesca e Agropecuária está com inscrições abertas para novas vagas nos cursos gratuitos de capacitação profissional que serão realizados durante o mês de outubro, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Projeto de Educação Ambiental Rede Observação. As formações acontecerão no Centro de Apoio ao Produtor Rural, em Cantagalo.
Ao todo, estão disponíveis 34 vagas, distribuídas em três cursos: Equideocultura: ferrageamento e casqueamento, Mulheres em Campo e Avicultura: estrutura de legalização. As capacitações são voltadas a pessoas interessadas em ampliar conhecimentos e desenvolver atividades relacionadas ao meio rural.
Para participar, é necessário ter idade mínima de 16 anos e Ensino Fundamental incompleto. As vagas serão preenchidas por ordem de chegada.
Inscrições
As inscrições serão realizadas exclusivamente de forma presencial, no dia 30 de setembro, das 8h às 17h, no Centro de Apoio ao Produtor Rural, em Cantagalo, Rio de Janeiro. No momento da inscrição, os interessados deverão apresentar RG, CPF e comprovante de residência.
Fonte: Canal Rural
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Capital lidera produção de abacaxi, uva e manga em Mato Grosso do Sul
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Thu, 24 Sep 2026 19:19:17 +0000
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Fruticultura ganha espaço na agricultura que gerou mais de R$ 1 bilhão em Campo Grande Valor de produção do abacaxi chegou a R$ 6,5 milhões (Foto: Reprodução/Embrapa) Campo Grande […]
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Fruticultura ganha espaço na agricultura que gerou mais de R$ 1 bilhão em Campo Grande
Valor de produção do abacaxi chegou a R$ 6,5 milhões (Foto: Reprodução/Embrapa)
Campo Grande ocupou a liderança estadual em três segmentos da fruticultura em 2025. A Capital teve o maior valor de produção de abacaxi de Mato Grosso do Sul, com R$ 6,5 milhões, e também ficou em primeiro lugar na produção de uva e manga.
Os dados fazem parte da PAM (Produção Agrícola Municipal), elaborada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No caso da uva, o valor da produção chegou a R$ 1,08 milhão.Milho bate recorde, algodão avança e mandioca coloca MS entre maiores do pa