tag:blogger.com,1999:blog-585225950989449275Tue, 16 Jun 2026 12:49:30 +0000APOIADORESlutavídeosindígenasCarta do A.I.RREIVINDICAÇÕESACAMPAMENTO REVOLUCIONÁRIO INDÍGENA.noreply@blogger.com (Acampamento Indigena)Blogger168125tag:blogger.com,1999:blog-585225950989449275.post-3051253196604421215Fri, 16 Nov 2012 18:58:00 +00002012-11-16T10:58:14.281-08:00Aldeia da Reexistência<table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"><tbody>
<tr><td style="text-align: center;"><a href="; imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"><img border="0" height="225" src="; width="400" /></a></td></tr>
<tr><td class="tr-caption" style="text-align: center;">Aldeia Maracanã luta contra a destruição da cultura indígena</td></tr>
</tbody></table>
<br />
Como podemos viver em um país aonde gastam 3 bilhões de dólares para um evento de 20 dias? Enquanto há anos nossa saúde e educação sofrem com esse descaso. De quem é a competência de vender, dar, retalhar, doar um patrimônio da União. É um crime que lesa a pátria o que eles vem fazendo, destruindo laboratórios de primeira linha.<br />
Os indígenas da Aldeia Maracanã em alerta, estão dispostos a resistir até a morte. A presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), desembargadora federal Maria Helena Cisne, cassou duas liminares que impediam a demolição do prédio onde funcionou o Museu do Índio de 1910 até 1978, bem como proibiam a retirada dos ocupantes do imóvel.<br />
<br />
"Na última sexta-feira, e no sábado, começaram a quebrar os muros do terreno. Afastado aqui da Aldeia. Mas já no terreno. O clima está tenso. Estamos dispostos a qualquer coisa, inclusive a não sair daqui vivos", disse Afonso Aporinã, um dos líderes da Aldeia Maracanã, onde está tendo uma oca da resistência contra o crime cometido contra o imóvel da União.<br />
<br />
Com medo de que a partir da decisão do TRF-2 o governo do Estado tente retirá-los da área neste feriado prolongado, os índios prometem reagir e ficar em estado de sentinela.<br />
<br />
<br />
Antes mesmo de serem suspensas as liminares, na segunda-feira (12/11), a Empresa de Obras Públicas do Rio de Janeiro (Emop) notificou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para que esvazie, em sete dias, o imóvel que ocupa no mesmo terreno onde está o prédio do antigo Museu do Índio. Ali funciona o Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro).<br />
<br />
Calamidade pública<br />
<br />
A exigência do Governo Estadual motivou uma nova Ação Civil Pública (ACP) pedida pelo 1° Ofício de Direitos Humanos e Tutela Coletiva da Defensoria Pública da União (DPU). No documento, registrado nesta quarta-feira (14/11) na Justiça Federal, o defensor Andre Ordacgy pede que seja garantido o funcionamento do Lanagro.<br />
<br />
"Desde 2009 discute-se o que será feito com o laboratório, mas até agora não foi decidido onde e nem como o Lanagro ocupará outro imóvel", argumentou Ordacgy. "É calamidade pública o não funcionamento desta instituição e afeta diretamente a população fluminense, capixaba e mineira. Ali operam os serviços de classificação vegetal e animal e de análise laboratorial de bebidas e alimentos. Todos produtos alimentícios que entram e saem do país pelos portos e aeroportos são analisados ali".<br />
<br />
De acordo com trecho do documento onde o MAPA se manifesta, o Lanagro tem por função observar a "questão alimentar confirmando adulterações, fraudes econômicas e alterações físicas, químicas e microbiológicas em alimentos que podem causar morte e surtos epidemiológicos de grandes proporções". O documento prossegue que na proteção do "Território Nacional atuamos auxiliando na identificação de pragas e doenças exóticas que podem comprometer sobremaneiramente o agronegócio brasileiro". Ainda segundo o MAPA, seriam necessários, ao invés dos sete dias impostos pela EMOP, pelo menos três meses para concluir a mudança do órgão par outra localidade.<br />
<br />
Sarney Filho defende Museu do Índio<br />
<br />
Presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) da Câmara dos Deputados, Sarney Filho (PV-MA) encaminhou ofício à Presidência da Casa, à presidente Dilma Rousseff e ao governador Sérgio Cabral chamando a atenção para o 'processo de demolição' do antigo Museu do Índio. Nos documentos, o líder do Partido Verde destaca a importância histórica do prédio, e solicita seu tombamento.<br />
<br />
"O imóvel tem um valor simbólico excepcional para os índios e, por extensão, para toda a sociedade brasileira. Para essas pessoas não é somente o 'imóvel onde funcionou o Museu do Índio', mas a antiga casa de marechal Rondon, um marco histórico para os índios brasileiros e para a nossa história. Ele se tornou uma espécie de lugar sagrado para eles. Tanto que, mesmo requerendo reparos nas suas instalações, abriga um pequeno grupo de índios de várias etnias", disse a Cabral, para quem pediu que a demolição fosse revista.<br />
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<br /></div>
<div>
<br /></div>
2012/11/aldeia-da-reexistencia.htmlnoreply@blogger.com (Acampamento Indigena)0tag:blogger.com,1999:blog-585225950989449275.post-184021278064096862Wed, 14 Nov 2012 15:27:00 +00002012-11-14T07:27:49.347-08:00<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="; imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="240" src="; width="320" /></a></div>
Festa do moqueado na Aldeia Maracanã<br />
<br />
<table cellpadding="0" cellspacing="0" class="uiGrid mvm" style="background-color: white; border-collapse: collapse; border-spacing: 0px; border: 0px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px; margin-bottom: 10px; margin-top: 10px; text-align: left; word-wrap: normal;"><tbody>
<tr><td class="vTop" style="vertical-align: top;"><span itemprop="description"><span class="fsl" style="font-size: 13px;">O momento é crítico e pede-se a atenção de todos ao chamado das lideranças indígenas da Aldeia Maracanã. Podem comparecer na aldeia preparados com: Barracas, pertences, alimentos não perecíveis, instrumentos musicais, água, cal, tintas, materiais de higiene pessoal, etc. Estamos fazendo uma vivência e intercâmbio cultural.<br /><br />Foi derrubada inconstitucionalmente uma liminar que impedia a demolição do prédio histórico com mais de 150 anos de construção.<br /><br />Estamos nos preparando internamente e estruturalmente par<div class="text_exposed_show" style="display: inline;">
a receber um grande número de pessoas que estão dispostas a defender esta causa e se juntar a nós num corredor humano.<br /><br />Fiquem ligados a nossa página Centro Cultura Indígena e essa página do evento.<br /><br />PROIBIDO USO DE DROGAS LICITAS E ILÍCITAS NO LOCAL.</div>
</span></span></td></tr>
</tbody></table>
2012/11/festa-do-moqueado-na-aldeia-maracana-o.htmlnoreply@blogger.com (Acampamento Indigena)0tag:blogger.com,1999:blog-585225950989449275.post-5935659544864871129Mon, 22 Oct 2012 13:16:00 +00002012-10-22T06:16:28.590-07:00(Video) Belo Monte em Alta Tensão<div style="text-align: justify;">
<span style="background-color: #ebebeb; color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.727272033691406px; line-height: 16.363636016845703px;">Belo Monte em ALTA TENSÃO Parte 2....O Ministério Público Federal alerta sobre os RISCOS do empreendimento Belo Monte. Além dos problemas ambientais causados pela obra, se encontra um questionamento maior, a rentabilidade e o custo final das obras do Belo Monte no rio Xingu... o Procurador alerta dos altos riscos de um projeto se baseando nos estudos e análises de riscos realizados de forma monocrática, apenas para cumprir uma simples formalidade administrativa.. fala da relevância dos riscos financeiros e de seus impactos sobre a economia local e nacional... Belém, Pará, setembro 2012<b>.</b></span><br />
<span style="background-color: #ebebeb; color: #333333; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.727272033691406px; line-height: 16.363636016845703px;"><b>Assista o video:</b></span><br />
<a href=";
2012/10/video-belo-monte-em-alta-tensao.htmlnoreply@blogger.com (Acampamento Indigena)2tag:blogger.com,1999:blog-585225950989449275.post-7199594979206517119Mon, 15 Oct 2012 19:52:00 +00002012-10-18T12:54:35.387-07:00(Video) Entrevista com o Procurador do Ministério Público do Pará sobre a Hidrelétrica Belo Monte<div id="eow-description">
Setembro 2012, entrevista exclusiva no Ministério Público Federal de Belém/PA sobre os impactos ocultados do projeto da barragem Belo Monte. O Procurador alerta sobre os altos riscos de caos sociais e ambientais na bacia do Xingu. O procurador descreve o histórico do processo de licenciamento, suas dúvidas em relação a eficiência e responsabilidade da obra do Belo Monte... parte 1 de uma entrevista de informação e esclarecimentos... a seguir !!!</div>
Assista o video:<br />
<a href=";2012/10/video-entrevista-com-o-procurador-do.htmlnoreply@blogger.com (Acampamento Indigena)0tag:blogger.com,1999:blog-585225950989449275.post-956674183153900411Thu, 11 Oct 2012 16:38:00 +00002012-10-11T09:59:12.790-07:00(Video) Pescadores do Rio Xingu Vivo<div style="text-align: justify;">
Belo Monte, 22 de setembro de 2012...<br />
Os pescadores do rio Xingu, moradores da cidade de Altamira no Pará, cercam as obras da usina hidrelétrica Belo Monte e fazem um apelo para a mobilização contra as práticas ilegais da empresa Norte Energia. Os pescadores reclamam do não cumprimento das condicionantes, bem como o desprezo que o governo e a empresa Norte Energia estão demonstrando no processo de implementação da obra. Os ribeirinhos, como os indígenas, afirmam ter perdido a confiança no futuro e na sua sobrevivência com o rio Xingu. A luta contra a Belo Monte já dura décadas e foi aprovada pela Fundação Nacional do Índio em 2011, na gestão genocida de Márcio Meira (responsável também pelo Decreto de desestruturação da FUNAI, 7056/09) Há quinze ações do Ministério Público Federal contra a construção da barragem Belo Monte. A usina Belo Monte ainda está no seu início e há possibilidade de se impedir a sua construção.</div>
Assista o video:<br />
<br />
<a href=";2012/10/video-pescadores-do-rio-xingu-vivo.htmlnoreply@blogger.com (Acampamento Indigena)0tag:blogger.com,1999:blog-585225950989449275.post-5616644381240328328Fri, 14 Sep 2012 15:55:00 +00002012-09-19T13:44:44.417-07:00Muita terra para pouco branco: quando se fala da Cosmologia da Floresta e seus originários<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="; imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" hea="true" height="240" src="; width="320" /></a></div>
Guerreiros Krahô na tradicional Corrida de Toras......<br />
<div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;">
<div style="text-align: justify;">
<span style="font-family: Broadway; font-size: 16pt; line-height: 115%;"></span><b><u>Muita terra para pouco branco: quando se fala da Cosmologia da Floresta e seus originários</u></b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b><u></u></b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b><br /></b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b>No dia 11 de setembro se comemora o Dia do Cerrado. E aconteceu em Brasília o VII Encontro e Feira dos Povos do Cerrado. Dia 13 de setembro realizou-se o Grito do Cerrado e a ancestral Corrida de Toras com as etnias Xavante e Krahô, sendo que os krahôs chegaram primeiro na corrida <a href=" pouco mais tarde teve uma audiência pública sobre o cerrado e os Povos que em seu bioma habitam (nações originárias indígenas, quilombolas, famílias rurais e extrativistas).</b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b><br /></b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b>O Movimento Indígena Revolucionário compareceu à audiência pública no Senado Federal e constatou o descaso da parte dos órgãos (in)competentes. A FUNAI, seguindo a sua tradição, mais uma vez NÃO apareceu para a defesa dos Territórios Indígenas do Cerrado.</b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b><br /></b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b>Como na audiência do Senado, a reunião realizada na Câmara Legislativa do DF, ocorrida no dia 12 de setembro, onde se pensava a Lei para o Marco Regulatório do Cerrado no DF, foi totalmente ignorada pela FUNAI, deixando a deriva os direitos do Território Indígena no DF (Santuário dos Pajés, Aldeia Tekohaw e outras). Houve total descaso da FUNAI em relação à demarcação desta Terra Indígena, localizada no Setor Noroeste, fazendo com que os parentes indígenas tivessem que recorrer ao Ministério Público para buscarem proteção territorial ( <a href="; ).</b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b><br /></b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b>A expansão imobiliária em Brasília não tem freios e é patrocinada pelo próprio GDF. Em vez de apoiarem um Encontro para inglês ver (como foi o VII Encontro dos Povos do Cerrado), o GDF poderia ter barrado a construção imobiliária do Setor Noroeste e assim ter realmente preservado o cerrado nativo e o seu bioma (como os indígenas e sua ancestralidade estão fazendo naquele local).</b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b><br /></b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b>Nesse Encontro houve uma oficina sobre a Convenção 169 da OIT, organizada pela Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT), e ministrada pela Secretaria Geral da República, junto com o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), FUNAI e Ministério do Meio Ambiente. </b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b><br /></b></div>
<div style="text-align: justify;">
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"><tbody>
<tr><td style="text-align: center;"><a href="; imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img border="0" height="240" src="; width="320" /></a></td></tr>
<tr align="left"><td class="tr-caption"> Ministro Sílvio e a secretária da República tentam explicar o descaso do Governo Federal </td></tr>
</tbody></table>
<br />
<b>A oficina foi coordenada por Juliana Miranda, secretária adjunta da Secretaria Nacional de Articulação Social (Secretaria-Geral) e pelo ministro Sílvio Albuquerque (Relações Exteriores). Além de informar o que é a Convenção 169 e a regulamentação do direito da consulta, a oficina também delineou estratégias de difusão das informações da Convenção 169 sobre o processo de diálogo com as comunidades, as quais faltavam muitos representantes.</b><br />
<br />
<b></b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b><br /></b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b>A Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre os povos indígenas e tribais foi ratificada pelo Brasil em 2002 e entrou em vigor em julho de 2003. Os países signatários da convenção se comprometem a consultar os povos interessados quando forem previstas medidas legislativas ou administrativas que os afetem diretamente, garantindo a efetiva participação dos povos indígenas e tribais na tomada de decisões. Nós, do Movimento Indígena Revolucionário, denunciamos, na ocasião, que a Convenção 169 da OIT está sendo completamente desrespeitada pelo Governo Federal e pelas empresas privadas. Nós denunciamos que a Convenção não foi aplicada devidamente desde sua ratificação até os dias de hoje, mantendo impunes todas as violações cometidas contra as nações indígenas. Temos como exemplos desses crimes: as construções de hidrelétricas; explorações do subsolo, com mineração em Terras Indígenas, sem consulta prévia aos indígenas; assassinatos de lideranças e guerreiros indígenas; prisões arbitrárias de indígenas; Decreto 7056/09 – que tirou a estabilidade da FUNAI; Portaria 303 da AGU; genocídio dos Guarani Kaiowá; etc. Carlos Pankararu explica ao Ministro Sílvio como a Convenção 169 está sendo totalmente rasgada no Brasil: <a href="; Se realmente o Governo se interessasse em preservar o cerrado, não teria cortado as árvores onde os indígenas do Acampamento Indígena Revolucionário estavam acampados durante os nove primeiros meses do ano de 2010.<a href="; ;
<div style="text-align: justify;">
<b><br /></b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b>Nós, do Movimento Indígena Revolucionário, estamos lutando para a preservação do cerrado e seu bioma, sem hipocrisias! Nós não somos contra os projetos de lei de exploração de minérios e sua biodiversidade extrativista em terras indígenas, desde que essa exploração seja feita pelos povos indígenas, através das nossas próprias organizações - já que somos capacitados e não mais tutelados. Queremos a imediata titulação das terras indígenas que fazem parte do cerrado e de toda a cosmologia da floresta deste país. Queremos a imediata demarcação da Terra Indígena Santuário dos Pajés, Aldeia Tekohaw no DF e aldeias de todo o Brasil. Queremos um presidente indígena na FUNAI e indígenas em todos os órgãos que falam sobre os nossos direitos. </b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b><br /></b></div>
<div style="text-align: justify;">
<b>A Cosmologia da Floresta e Wiracocha Cósmica por um cerrado e seu bioma para todos. Ayaya\\\..///</b></div>
<br />
<br />
<br /></div>
<div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;">
</div>
2012/09/muita-terra-para-pouco-branco-quando-se.htmlnoreply@blogger.com (Acampamento Indigena)0tag:blogger.com,1999:blog-585225950989449275.post-1875911845066242381Thu, 21 Jun 2012 01:59:00 +00002012-06-20T18:59:26.572-07:00Manifesto na Aldeia Maracanã<li class="pls uiListItem uiListLight uiListHorizontalItemBorder uiListHorizontalItem"><div class="clearfix pvm">
<div class="fbInfoIcon lfloat">
<i class="img sp_8hj8ii sx_6aab5f" title="Horário"></i></div>
<div class="lfloat">
17:30</div>
</div>
</li>
<li class="uiListItem uiListLight uiListVerticalItemBorder"><table cellpadding="0" cellspacing="0" class="uiGrid mvm"><tbody>
<tr><td class="vTop"><div class="fbInfoIcon">
<i class="img sp_cddb32 sx_ebc211" title="Local"></i></div>
</td><td class="vTop"><div class="uiCollapsedList uiCollapsedListHidden" id="u60qqk_3">
<span class="visible"><span>Concentraç</span><wbr></wbr><span class="word_break"></span>ão na Aldeia Maracanã</span></div>
</td></tr>
</tbody></table>
</li>
<li class="uiListItem uiListLight uiListVerticalItemBorder"><table cellpadding="0" cellspacing="0" class="uiGrid mvm"><tbody>
<tr><td class="vTop"><div class="fbInfoIcon fbDescriptionIcon">
<i class="img sp_cddb32 sx_20addd" title="Descrição"></i></div>
</td><td class="vTop"><div class="text_exposed_root text_exposed" id="id_4fe27bd762e500b20000869">
MANIFESTO ALDEIA MARACA-NÃ<br /> <br /> Se você recebeu esta carta, certamente é um indígena legítimo ou um verdadeiro apoiador das causas indígenas.É com muita insatisfação com o descaso público que trazemos a você mais uma de muitas lutas dos nossos irmãos indígenas, luta esta que<span class="text_exposed_hide">...</span><span class="text_exposed_show"> estou envolvida de corpo e alma.<br /> Há aproximadamente seis anos o antigo museu do índio foi ocupado por uma frente de resistência envolvendo diversas etnias do nosso extenso pais. Esse grupo de parentes, do qual faço parte, tem entre seus propósito resistir contra os intentos do governo de construir, no prédio fundado por Darcy Ribeiro, um shopping ou estacionamento para o estádio do Maracanã, que fica ao lado.O prédio, que já se encontra em condições deploráveis, foi berço do antigo SPI, Serviço de Proteção ao Índio, que deu origem a atual e ineficiente FUNAI, alem de ter abrigado as primeiras instalações do Museu do Índio, que agora está localizado na Rua das Palmeiras, 55, no bairro de Botafogo.<br /> Parentes, é com muita dor que pedimos o seu apoio, pois aquele chão que outrora foi motivo de algum orgulho, hoje encontra-se na iminência de ser deserdado de todas as nossas futuras gerações. A terra indígena da mata é invadida e desrespeitada todos os dias e agora esse governo corrupto, sem raízes e vazio quer tomar alguns poucos metros de terra indígena no coração urbano da cidade do Rio de Janeiro. Não vamos permitir que roubem de nós um chão conquistado com tanta luta! Nós, os integrantes deste movimento de ocupação e resistência, pedimos o apoio de todos os parentes para criarmos o Centro Cultural Indígena Aldeia Maracanã, que abrigará todas as etnias, línguas e culturas e será um ponto de encontro entre todas as lideranças indígenas do nosso pais. Para que a cada dia as culturas e a população indígena seja valorizada, respeitada e inserida na sociedade civil e política.<br /> Queremos convidar aos parentes para uma manifestação pacifica ao redor do estádio do Maracanã, nesta quinta-feira (21/06/2012) às 17:30h. Uma luta sem violência, uma guerra sem morte e uma vitória que possa ser assistida pelas lentes da imprensa nacional e internacional. Os olhos do mundo estão voltados para a cidade do Rio de Janeiro. Não vamos esconder nossas culturas e sonhos ficando somente sentando em cadeiras de plástico debaixo de tendas, ouvindo apenas palavras. Vamos transformar as palavras em atitudes e os sonhos em realidade. O estádio mais famoso do Brasil e do mundo tem um nome indígena, Maracanã. Parentes, podem ter certeza que a maior parte dos cariocas nem sabe disso. O nome Maracanã vem do tupi-guarani, da palavra MARACÁ. Queremos formar uma corrente em volta de todo o estádio com todos os parente tocando maracá e cantando e dançando seus rituais.Vamos fazer o maior círculo indígena do mundo, chamando a atenção da sociedade civil para os descasos das autoridades para com a memória histórica da trajetória indígena na cidade que abriga este mega evento chamado Rio+20.<br /> <br /> Zahy Guajajara;<br /> Integrante da ocupação indígena Aldeia Maracanã.</span></div>
</td></tr>
</tbody></table>
</li>2012/06/manifesto-na-aldeia-maracana.htmlnoreply@blogger.com (Acampamento Indigena)4tag:blogger.com,1999:blog-585225950989449275.post-7234043640961004770Tue, 12 Jun 2012 15:22:00 +00002012-06-12T08:22:18.765-07:00Carta do Rio + 20<br />
<div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.4pt;">
<br /></div>
<br />
<div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.4pt;">
<br /></div>
<br />
<div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.4pt;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">CARTA DO RIO + 20
REIVINDICAÇÕES <o:p></o:p></span></div>
<br />
<div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; text-indent: 35.4pt;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">INDÍGENAS<o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">Após 10 anos de
governo do Partido dos Trabalhadores e, em que pese às inúmeras manifestações,
acampamentos, ocupações de órgãos públicos denunciando o serviço público da
assistência indígena (saúde, educação e da gestão patrimonial pública indígena),
flagrada diuturnamente no crime de violação dos direitos humanos jamais visto
na história recente do país contra a população indígena desta parte da América,
tendo sido, inclusive, o Brasil, condenado pela Corte Interamericana de
Direitos Humanos da OEA – Organização dos Estados Americanos, A PARALISAR A
OBRA DA HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE por desrespeitar o princípio constitucional
nacional e internacional da consulta aos povos indígenas antes da pratica de intervenções
empresariais ou atos executivos e legislativos que afetem os direitos; interesses;
bens materiais e imateriais, não demonstra nenhum sinal de alteração dessa
política de aliança do Estado com o capital contra o segmento mais vulnerável e
exposto da população, muito pelo contrário, até hoje não implementou a ordem
judicial daquela egrégia Corte Internacional; desrespeitou e desrespeita as
principais lideranças indígenas do país e nomeou, para presidência da FUNAI uma
representante das ONGs que dominam a verba pública relacionada à gestão da
assistência indígena e que são as responsáveis pela atual política de
assistência. <o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;">
<br /></div>
<br />
<div style="text-align: justify; text-indent: 18pt;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">Nós, cidadãos da cultura indígena, exigimos
que o Estado Brasileiro respeite aos direitos relacionados à<b style="mso-bidi-font-weight: normal;"> dignidade da pessoa humana</b>; que atue
de forma efetiva para que não haja qualquer intervenção empresarial,
legislativa e executiva que impactem nossos direitos, interesses, bens
materiais e imateriais e que se houver, que seja antecedida de consulta livre, informada,
bilingue e <b style="mso-bidi-font-weight: normal;">direta</b> sem a intervenção
maléfica e maldosa dos gestores da área para aprovação dos interesses
econômicos e empresariais em desfavor dos direitos ambientais e étnicos; que a
gestão administrativa da assistência indígena seja <b style="mso-bidi-font-weight: normal;">justa e solidária</b> e que haja <b style="mso-bidi-font-weight: normal;">prevalência
dos direitos humanos</b> nos atos relacionados à esta assistência. <o:p></o:p></span></div>
<br />
<div style="text-align: justify; text-indent: 18pt;">
<a href="" name="cfart225"></a><a href="" name="art225"></a><span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">As
nossas reivindicações são direitos elementares e estão relacionadas a um meio
ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à
sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever
de defendê-las e preservá-las para as presentes e futuras gerações. Nós somos
Defensores Públicos de Direitos Humanos ambientais, sociais, religiosos,
culturais e de territórios do patrimônio nacional e as nossas práticas e atos
estão relacionados às condições que asseguram a preservação do meio ambiente e
do seu uso sustentável e isso só será possível através de práticas e atos
estatais respeitosos à diferenciação cultural; ao bilingüismo; <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>à etnocidade; à diversidade; aos saberes,
conhecimentos locais, regionais, étnicos; cosmológicos; à imprescritibilidade;
à impenhorabilidade e a inalienabilidade.<o:p></o:p></span></div>
<br />
<div style="text-align: justify; text-indent: 18pt;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">Por tudo isso pedimos:<o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">1) – Que o Estado Brasileiro reconheça que
viola os Direitos dos seus cidadãos indígenas à educação por não ter sido capaz
de implementar, até o momento, a escolarização básica de 1ª a 4ª série,
bilíngüe; diferenciada e multiétnica;<o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">2 – Que o Estado Brasileiro reconheça a
inexistência da assistência da saúde indígena diferenciada e multiétnica;<o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">3 – Que o Estado Brasileiro reconheça que os
Gestores da Assistência Indígena realizada pela FUNAI violam os direitos e
interesses indígenas de serem consultados sobre todos os projetos que impactam
direta ou indiretamente os seus territórios, bens materiais e imateriais; <o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">4 – Que o Estado Brasileiro reconheça que
precariza, terceiriza e contrata cidadãos indígenas na condição análoga a de
escravos nas áreas da assistência à saúde e educação através de ONGs que não
possuem condições para arcar com os encargos trabalhistas, previdenciários e
sociais; <o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">5 – Que o Estado Brasileiro reconheça que
inseriu os seus cidadãos indígenas num dos IDHs piores do mundo;<o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">6 – Que o Estado Brasileiro reconheça que
legisla sobre direitos e interesses ambientais, culturais, sociais, materiais e
imateriais em desfavor dos seus cidadãos indígenas sem lhes consultar;<o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">7 – Que o Estado Brasileiro e o do Vaticano
reconheçam e a Excelentíssima Senhora presidenta da República Federativa do
Brasil, juntamente com o Pontífice Papa peçam seus devidos perdões e desculpas
e assumam a responsabilidade de reparar e indenizar pelas atuais, anteriores
(guerra justa e escravidão) e graves violações dos direitos relacionados à
dignidade da pessoa humana dos cidadãos brasileiros indígenas e que se
comprometam a repará-los e indeniza-los nas mesmas proporções dos danos atuais
e pretéritos experimentados e que a CNBB/Igreja Católica retire de seus templos
religiosos, prédios, monumentos, livros e demais utensílios as imagens ou
referências mostrando o genocídio indígena como algo positivo como no caso da
igreja matriz de Porto Alegre onde encontra-se a representação de 4 etnias
indígenas cujas cabeças são mostradas na base externa dos fundos da matriz em
posição de tortura, com cabeça, mãos atadas e expressões de horror, mostrando
os povos nativos como seres inferiores, escravizados e dominados.</span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">8 – Que a Excelentíssima Senhora Presidenta
da República determine que seja implementada à decisão da Corte Interamericana
de Direitos Humanos da OEA – Organização dos Estados Americanos que condenou o
Estado Brasileiro a paralisar as obras da Hidrelétrica de Belo Monte por não consultar
aos seus cidadãos indígenas sobre as medidas econômicas/empresariais que
impactem, seus territórios, bens materiais, imateriais, direitos e interesses,
bem como para adequar todos os atos administrativos praticados pelas três
funções do Estado Nacional Brasileiro e todos os entes federativos que violaram
e violam direitos e interesses indígenas, bem como a suspensão de todas as
intervenções em curso, criando um eixo temático específico na COMISSÃO NACIONAL
DA VERDADE cujo foco de estudo seja: As Nações Indígenas e a Ditadura Militar -
subsídios para a Comissão da Verdade 1946-1988, bem como a indicação de uma
liderança indígena para preencher um dos cargos de assessores que ainda estão
em aberto;</span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">9 – Que a Excelentíssima Senhora presidenta
da República adote as medidas necessárias para a demarcação e homologação de
todas as TIs já levantadas e estudadas e subscreva o Projeto de Lei de
Iniciativa Popular, SUG. 02/2010 que cria o CNDDI – Conselho Nacional de Defesa
dos Direitos Indígenas e o Fundo Social Indígena financiado exclusivamente pelo
patrimônio indígena e pensado, administrado, dirigido e gerido por este;<o:p></o:p></span></div>
<br />
<h3 style="margin: 1em 0cm; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold;">10 – Que o colendo Congresso
Nacional suspenda a Tramitação do Projeto de Emenda constitucional de nº PEC
215/2000 que altera as demarcações das TIs (Terras Indígenas) e do Projeto de
Lei n <span class="nomeproposicao">PL 3571/2008 que d</span><span class="textojustificado">ispõe sobre a criação do CNPI.</span><o:p></o:p></span></h3>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">11 – Que a AGU – Advocacia Geral da União
crie estrutura específica para a Defesa dos Direitos Indígenas em todos os
Estados e DF, objetivando, inclusive, a revogação de possíveis decisões
judiciais em seu desfavor; <o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">12 – Que a Excelentíssima Senhora presidenta
da República adote as medidas necessárias à entrega de todos os bens, direitos
e patrimônios materiais e imateriais reivindicados pelos indígenas junto ao
SPU; Ministérios; Empresas Públicas; Economias Mistas; Fundações da União
Federal, Estados e Municípios;<o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">13 – Que a colenda Câmara dos Deputados vote
e aprove o <span class="nomeproposicao">PL 2057/1991 que cria o Estatuto do Índio
e que garanta as cotas eletivas;<o:p></o:p></span></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span class="nomeproposicao"><span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">14 - </span></span><span style="display: none; font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt; mso-hide: all;">Criação, Estatuto das Sociedades Indígenas, definição, direitos,
indio, brasileiro nato, isonomia salarial, organização, natureza social, ação
de reivindicação, terras índígenas, costumes, crença religiosa, linguagem,
tradição, garantia, bens, administração, patrimônio, concessão, isenção fiscal,
tributação, tributos, rendimento. _Garantia, direitos, obtenção, patente de
invenção, modelo industrial, utilização, produção intelectual, modelo, criação,
índio, nulidade, transferência, carta de patente, proteção, farmacopéia,
essencia florestal, exigência, pagamento, obrigatoriedade, vantagens
pecuniárias, direito autoral, obra intelectual, música. _ Competência, Justiça
Federal, julgamento, processo judicial, causa judicial, índio, colaboração,
Polícia Federal, Forças Armadas, Forças Auxiliares. _ Proteção, terras
indígenas, reserva indígena, garantia, produção, atividade agrícola, produtividade,
preservação, recursos ambientais, ecossistema, meio ambiente, levantamento
geológico, direito de lavra, usufruto, recursos naturais, riquezas, estudo de
impacto ambiental, pagamento, royalties, compensação financeira, licitação,
exploração, lavra de minério, mineração, recursos hídricos, proibição, pesquisa
de minério, recursos minerais, local, ausência, demarcação, invasão, conflito
fundiário, terras indígenas, isolamento, índio. _ Direitos, exclusividade,
indio, garimpagem, faiscação, terras índígenas, declaração, utilidade publica,
desapropriação, terras. _ Proibição, remoção, índio, comunidade indígena,
ressalva, risco de vida, epidemia, calamidade pública, ad referendum, Congresso
Nacional. _ Garantia, reconhecimento, terras índigenas, previsão, processo
administrativo, demarcação, caracterização, crime de responsabilidade. _
Garantia, índio, assistência médica, prevenção, epidemia, criação, comissão de
coordenação, definição, política, saúde, composição, competência, membros,
(Funasa), representante, Conselho Indigenista, Ministério Público Federal,
Congresso Nacional, comunidade indígena, sociedade civil, apoio. _ Normas,
educação, índio, garantia, utilização, língua, previsão, ensino, língua
portuguesa, fixação, currículo escolar, criação, comissão de coordenação,
composição, membros, competência. _ Fixação, pena de reclusão, dolo, culpa,
crime, genocídio, homicídio, morte, agressão, violência, controle de
natalidade, índio, remoção, depredação, meio ambiente, incentivo, conflito
fundiário, discriminação racial. _ Revogação, Estatuto do Índio. <o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">Que a egrégia Comissão de Direitos Humanos da
Câmara dos Deputados aprove o PDL 2393/10 que revoga o Decreto Presidencial de
n 7.056/09 que extinguiu os Postos Indígenas, Administrações Regionais; colocou
os servidores indígenas em situações constrangedoras e não precedeu da devida
consulta, bem como que a Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal aprove
o Projeto de Lei de Iniciativa Popular, SUG. 02/2010 que cria o CNDDI –
Conselho Nacional de Defesa dos Direitos Indígenas e o Fundo Social Indígena
financiado exclusivamente pelo patrimônio indígena e pensado, administrado,
dirigido e gerido por este;<o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">15 – Que as egrégias Comissões de Direitos
Humanos das Colendas Câmaras dos Deputados; Senado Federal e a CGU –
Corregedoria Geral da União instaurem procedimentos para apurar a prática de
crimes, ilícitos <span style="mso-spacerun: yes;"> </span>administrativos e
éticos contra os gestores públicos da assistência indígena: os representantes
do CIMI (Conselho Indígena Missionário) lotados no Gabinete da Presidência da
República: Srs. Paulo Maldus e o Excelentíssimo Sr. Ministro Gilberto Carvalho;
o<br />
Excelentíssimo Sr. Ministro de Estado da Justiça, Eduardo Cardoso e do seu
antecessor; do ex-presidente da FUNAI, atualmente responsável pela Educação
Indígena no Ministério da Educação, Sr. Marcio Meira; da Presidenta e demais
diretores da FUNAI, por serem os responsáveis pela política e execução da atual
e criminosa gestão de assistência indígena do Governo Federal, bem como os atos
cometidos contra os indígenas que protestaram pacificamente em frente ao
Congresso Nacional e Ministério da Justiça, na Esplanada dos Ministérios,<br />
Brasília, DF, no ano de 2010 e a destinação imoral da verba destinada à
proteção dos territórios indígenas, ou seja, do fundo PPTAL (Projeto Integrado
da Proteção às Populações Indígenas da Amazônia Legal) às ONGs cuja
inexistência da proteção leva ao assassinato de diversas lideranças indígenas;<o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<br /></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">
<span style="display: none; mso-hide: all;">Criação, Estatuto
das Sociedades Indígenas, definição, direitos, indio, brasileiro nato, isonomia
salarial, organização, natureza social, ação de reivindicação, terras
índígenas, costumes, crença religiosa, linguagem, tradição, garantia, bens,
administração, patrimônio, concessão, isenção fiscal, tributação, tributos,
rendimento. _Garantia, direitos, obtenção, patente de invenção, modelo
industrial, utilização, produção intelectual, modelo, criação, índio, nulidade,
transferência, carta de patente, proteção, farmacopéia, essencia florestal,
exigência, pagamento, obrigatoriedade, vantagens pecuniárias, direito autoral,
obra intelectual, música. _ Competência, Justiça Federal, julgamento, processo
judicial, causa judicial, índio, colaboração, Polícia Federal, Forças Armadas,
Forças Auxiliares. _ Proteção, terras indígenas, reserva indígena, garantia,
produção, atividade agrícola, produtividade, preservação, recursos ambientais,
ecossistema, meio ambiente, levantamento geológico, direito de lavra, usufruto,
recursos naturais, riquezas, estudo de impacto ambiental, pagamento, royalties,
compensação financeira, licitação, exploração, lavra de minério, mineração,
recursos hídricos, proibição, pesquisa de minério, recursos minerais, local,
ausência, demarcação, invasão, conflito fundiário, terras indígenas,
isolamento, índio. _ Direitos, exclusividade, indio, garimpagem, faiscação,
terras índígenas, declaração, utilidade publica, desapropriação, terras. _
Proibição, remoção, índio, comunidade indígena, ressalva, risco de vida,
epidemia, calamidade pública, ad referendum, Congresso Nacional. _ Garantia,
reconhecimento, terras índigenas, previsão, processo administrativo,
demarcação, caracterização, crime de responsabilidade. _ Garantia, índio,
assistência médica, prevenção, epidemia, criação, comissão de coordenação,
definição, política, saúde, composição, competência, membros, (Funasa),
representante, Conselho Indigenista, Ministério Público Federal, Congresso
Nacional, comunidade indígena, sociedade civil, apoio. _ Normas, educação,
índio, garantia, utilização, língua, previsão, ensino, língua portuguesa,
fixação, currículo escolar, criação, comissão de coordenação, composição,
membros, competência. _ Fixação, pena de reclusão, dolo, culpa, crime,
genocídio, homicídio, morte, agressão, violência, controle de natalidade,
índio, remoção, depredação, meio ambiente, incentivo, conflito fundiário,
discriminação racial. _ Revogação, Estatuto do Índio. <o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;">16 – Que a Excelentíssima Senhora presidenta
da Republica adote as medidas cabíveis para que os Concursos Públicos respeitem
o Bilingüismo; a Diferenciação Cultural; saberes e conhecimentos regionais,
locais e étnicos para regularizar a situação funcional dos Agentes de Saúde;
dos Professores Indígenas e nas demais áreas de assistência indígena,
garantindo cotas específicas;<o:p></o:p></span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;"><br />
<br />
17) – Que a Excelentíssima Senhora presidenta da República reconheça aos
indígenas a condição de consultores ambientais e Defensores Públicos de Direitos
Humanos Culturais, Ambientais e Religiosos para efeito de gestão sustentável e prioridade
na participação nos projetos destinados a essa finalidade;<br />
<br />
18) - Implementação imediata das Resoluções das Conferências de Saúde,
Educação, Meio Ambiente e Direitos Humanos relacionadas ao seguimento social
indígena e da Lei nº 11.645; <br />
<br />
19) – Que a Excelentíssima Senhora presidenta da República determine à FUNAI
que extinga imediatamente o Projeto DOBES, que privatiza o acesso às Línguas
Indígenas Brasileiras, com o Estado Nacional criando obstáculos para a ampla
divulgação e estudo da língua e do conhecimento dos Povos Originários,
entregando à iniciativa privada estrangeira o mais precioso Patrimônio
Imaterial dos Povos Indígenas Brasileiros, o Idioma; devolução imediata da
propriedade intelectual das Línguas Nativas Brasileiras (matrizes) àqueles que
detêm a sua posse, os falantes (pelo Concurso Público Diferenciado e Bilíngue
como forma efetiva de fortalecimento das Línguas Indígenas Brasileiras); </span></div>
<br />
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;">
<span style="font-family: "Arial","sans-serif"; font-size: 14pt;"><br />
20) – Que a e. Comissão Especial da Mineração <st1:personname productid="em Terras Ind■genas Regulamente" w:st="on"><st1:personname productid="em Terras Ind■genas" w:st="on">em Terras Indígenas</st1:personname>
Regulamente</st1:personname> e Regularize a mineração para os indígenas e sob
seus domínios e controles e que se posicione CONTRA o PL nº 1610/96 em
tramitação na Câmara dos Deputados que regulamenta a mineração para as
empreiteiras e mineradoras em desfavor dos indígenas. <o:p></o:p></span></div>2012/06/carta-do-rio-20.htmlnoreply@blogger.com (Acampamento Indigena)3tag:blogger.com,1999:blog-585225950989449275.post-145697557311582013Wed, 16 May 2012 02:59:00 +00002012-05-15T19:59:02.561-07:00SOLIDARIEDADE AO LÍDER TUKANO PEDRO MACHADO<br />
<div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; mso-outline-level: 1;">
<span style="font-family: "Times New Roman","serif"; font-size: 24pt; mso-fareast-font-family: "Times New Roman"; mso-fareast-language: PT-BR; mso-font-kerning: 18.0pt;"><span style="font-size: small;">
</span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;">
<span style="font-size: 16pt; line-height: 115%;"><span style="font-family: Calibri;">SOLIDARIEDADE
AO LÍDER TUKANO PEDRO MACHADO, IRMÃO DO CACIQUE CARLOS TUKANO DA ALDEIA DO MARACANÃ<o:p></o:p></span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; mso-outline-level: 1;">
<span style="font-size: small;">
</span></div>
<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;">
<span style="font-size: 16pt; line-height: 115%;"><span style="font-family: Calibri;">Os Tukano são um povo do noroeste do Amazonas (conhecida como
Cabeça de Cachorro), de cerca de 10 mil indígenas espalhados no Triângulo
Tukano. Os Tukano da Reserva Indígena de Pari Cachoeira tiveram contato com a
sociedade não-indígena por volta de 1940, com o ingresso do antigo Serviço de
Proteção ao Índio (SPI) naquela região. Começou uma longa, duradoura e profunda
dor por terem sido prisioneiros, com inúmeras vítimas, exterminação de aldeias,
proibidos de falarem a sua língua, de morar juntos nas suas malocas (separaram
em cada casa todo o povo indígena), proibidos de realizar seus próprios rituais
xamânicos (desrespeito aos pajés, cânticos, mitos, sendo assim condenados por
45 anos) com sessões de torturas, espancamentos, genocídio, etnocídio até que os
revolucionários Carlos Tukano junto aos seus irmãos Pedro Machado (hoje no
hospital, em estado grave de saúde) e Álvaro Tukano e todo o seu povo dispuseram
as suas próprias vidas em grito de liberdade, libertando seu povo de 45 anos
dos miseráveis capuchinhos, salesianos e da Ação Católica. Na década de 80
participaram ativamente da Constituinte e fundaram a Federação das Organizações
Indígenas do Rio Negro, e várias lideranças do povo Tukano se destacaram como
Álvaro Tukano (irmão de Pedro e Carlos) e Carlos Tukano, cacique e
representante da Aldeia Maracanã na cidade do Rio de Janeiro. <o:p></o:p></span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0c