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Macaulay wittily denounces a tyrannical priest as being an intermediate grub between sycophant and oppressor (1837)

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Macaulay wittily denounces a tyrannical priest as being an intermediate grub between sycophant and oppressor (1837)


          

Macaulay argues that "the main end" of government is the protection of persons and property (1839)

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Macaulay argues that “the main end” of government is the protection of persons and property (1839)


          

Macaulay and Bunyan on the evils of swearing and playing hockey on Sunday (1830)

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Macaulay and Bunyan on the evils of swearing and playing hockey on Sunday (1830)


          

Macaulay argues that politicians are less interested in the economic value of public works to the citizens than they are in their own reputation, embezzlement and "jobs for the boys" (1830)

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Macaulay argues that politicians are less interested in the economic value of public works to the citizens than they are in their own reputation, embezzlement and “jobs for the boys” (1830)


          

Lord Macaulay writes a devastating review of Southey's Colloquies in which the Poet Laureate's ignorance of the real condition of the working class in England is exposed (1830)

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Lord Macaulay writes a devastating review of Southey’s Colloquies in which the Poet Laureate’s ignorance of the real condition of the working class in England is exposed (1830)


          

Catharine Macaulay supported the French Revolution because there were sound "public choice" reasons for not vesting supreme power in the hands of one’s social or economic "betters" (1790)

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Catharine Macaulay supported the French Revolution because there were sound "public choice" reasons for not vesting supreme power in the hands of one’s social or economic "betters" (1790)


          

158º Homicidio em Mossoró 2019: Mulher morre vítima de disparo de arma de fogo no Conjunto Maria Odete Rosado

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Uma mulher, identificada apenas como Ana Mariana Oliveira da Silva, 20 anos de idade, morreu na noite deste sábado 05 de outubro de 2019, vítima de disparos de arma de fogo em Mossoró na região Oeste do Rio Grande do Norte.
De acordo com a Polícia Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 22h30min, na rua Maria da Costa Dantas, no Conjunto Maria Odete Rosado, onde várias pessoas estavam no local, quando dois homens em uma moto chegaram atirando em direção às pessoas.
Mariana foi atingida no rosto e socorrida por populares para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto São Manoel e diante da gravidade do ferimento, ela acabou não resistindo e indo a óbito  naquela unidade de saúde.
Segundo a polícia, Ana Mariana era ex-presidiária. Ela foi presa por tráfico de drogas, mas já não devia mais nada a justiça. Ainda não há informações, sobre ocorrido, quem seria o alvo dos atiradores e qual teria sido a motivação do crime.
A polícia recebeu informações de testemunhas, que os criminosos, já chegaram no local atirando. O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A Mossoró chega aos 158 homicídios em 2019.
Fim da Linha 






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Jair Bolsonaro: Presidente determina investigação sobre óleo que há um mês atinge praias do Nordeste

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Imagem: João Arthur/Tamar
O presidente Jair Bolsonaro determinou neste sábado (05) uma investigação sobre as causas e as responsabilidades pelas manchas de óleo que vêm aparecendo em praias da região Nordeste.
A determinação, cita informação do portal G1 RN, que consta de despacho publicado em edição extra do Diário Oficial da União, ocorre cerca de um mês depois de os resíduos de óleo começarem a aparecer em praias da região.
De acordo com o despacho, as investigações serão conduzidas pela Polícia Federal (PF), Ministério da Defesa (MD), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Ainda no texto, o presidente fixa prazo de 48 horas para que sejam apresentados "os dados coletados e as providências adotadas até o momento".
Segundo o mais recente balanço do Ibama, da última quinta (03), 124 praias já foram atingidas pelas manchas de óleo.
Oficialmente, 59 municípios foram afetados em oito estados nordestinos: AL, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE.
 
 

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Macau: Distribuidora define interrupções de energia para serviços técnicos durante dois dias

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Imagem: Ilustração
A Companhia Energética do RN (Cosern) comunica que, para realizar serviços de melhoria na rede elétrica, será necessário interromper temporariamente o fornecimento nesta segunda-feira (07) das 10h às 15h, no bairro Ilha de Santana, Rua da Estrada e adjacências, no município de Macau.
Na quarta-feira (09), ainda em Macau, das 8h às 13h, no bairro Ilha de Santana, Rua Ilha de Santana e imediações; e, das 13h às 17h, no bairro Ilha de Santana, Rua Ilha dos Coqueiros e redondezas.
Caso os serviços sejam realizados antes do horário previsto, a rede será energizada sem aviso prévio, esclarece informação da assessoria de imprensa da distribuidora, em Natal, acrescentando que “a Cosern sempre avisa antecipadamente quando precisa realizar desligamento programado na rede elétrica”.


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Macau/RN: Tulio acompanha o início dos trabalhos de recuperação do Walter Bichão e conversa com atletas

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Na manhã deste sábado (05) o prefeito de Macau, Tulio Lemos esteve no Walter Bichão para acompanhar o início dos trabalhos de recuperação do Estádio, que sediará os jogos da Seleção do Macau Futebol Clube na primeira edição do “Super Matutão – O Futebol do Interior mais Forte”, organizado pela FNF – Federação Norte-rio-grandense de Futebol, com início no dia 03 de novembro. O Secretário de Esportes e Juventude, Breno Silva acompanhava o prefeito durante a visita ao Estádio.
Atendendo as exigências da FNF, serão realizados os serviços de recuperação dos vestiários, pintura das arquibancadas, iluminação completa de Led, cabine de transmissão de rádio, parte hidráulica e elétrica, gramado e a cobertura dos bancos de reservas.

Na oportunidade, o Técnico do MFC, o ex-jogador João Oliveira, e o apoiador técnico Rildo Teodósio, estavam no campo realizando preparação física e um treino com os atletas que estão passando por uma peneira. Até o próximo sábado a Seleção do Macau será apresentada oficialmente.

Tulio levou sua palavra de otimismo e apoio aos atletas, ressaltando que os trabalhos não vão parar no "Matutão" visando a participação da Seleção na 2ª divisão do Estadual ano que vem. "O Matutão será uma vitrine para todo o Estado, e daqui poderão sair os novos craques para grandes times".

Na próxima segunda-feira (07), sairá a tabela dos jogos do "Super Matutão".
          

Funcionário do Banco do Brasil de Ipanguaçu é indiciado por tirar dinheiro das contas de clientes

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Um funcionário da Agência do Banco do Brasil da cidade de Ipanguaçu, no Vale do Açu, foi denunciado à polícia civil por tirar dinheiro das contas dos correntistas. Isso teria acontecido com pelo menos quatro vítimas, que já efetivaram a denúncia ao delegado Dr. Luiz Antônio, da cidade de Ipanguaçu.

Um procedimento foi instaurado parai investigar a ação criminosa do funcionário, tendo em vista que o delegado, já o indiciou por vários crimes, são eles; Furto duplamente qualificado, prevaricação, inserção de dados falsos e outros.

O delegado afirma que os prejuízos as quatro vítimas, somam mais de R$ 80 mil reais. "Já conclui um inquérito policial e encaminhei a justiça da comarca de Ipanguaçu por vários crimes, tendo quatro vítimas e mais de R$ 80 mil reais em prejuízo para elas." Afirmou o delegado.

O procedimento investigativo foi concluído, e que o suspeito foi indiciado pelo delegado Dr. Luiz Antônio em pelo menos quatro crimes, e a denúncia deve ser oferecida pelo Ministério Público da comarca de Ipanguaçu.

Dr. Luiz Antônio acredita que ainda exista mais vítimas do funcionário do Banco do Brasil, e que durante o decorrer dos procedimentos, outras vítimas devem aparecer na delegacia para oferecer denúncias ao suspeito. "Ele era caixa e tinha a senha, tinha acesso as contas e desviava". Comentou Dr. Luiz Antônio sobre o suspeito.

Com as circunstâncias dos procedimentos, o investigado que não teve o nome divulgado pela polícia civil, deve responder por outros crimes, como, abuso de confiança e mediante a fraude.

"O prejuízo pelo menos é de R$ 80 mil reais só de quatro vítimas, deve ter outras vítimas que nem sabe das movimentações indevidas ou sabem, e ainda não o denunciaram". Concluiu o delegado.

Jalisson Ferreira




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Homem morto a tiros em Assú

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Por volta das 09;40hs, policiais do 10º BPM foram acionados com a informação de que uma pessoa teria sido vitima de disparos de arma de fogo em um sitio entre a rua do Córrego e Bernardo Vieira em Assu.

Segundo informações, o crime teria ocorrido as 4hs da madrugada deste domingo, a vitima que participava de uma farra de bebedeira foi identificada como sendo, João Maria, já o acusado seria o elemento conhecido apenas por “Pelado”, ambos do sitio Baldum, zona rural da cidade de Ipanguaçu/RN.

Ainda de acordo com as informações, um desentendimento entre vitima e acusado teria ocasionado este crime de homicídio.
Policiais estão em patrulhamento no intuito de localizar e prender o autor desde crime.
Focoelho 
 
 
 
 
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TRE/RN: Tribunal se prepara para eleições suplementares de Ceará-Mirim e Alto do Rodrigues

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Imagem: Reprodução
Os preparativos para as eleições suplementares de Ceará-Mirim e Alto do Rodrigues, que acontecem no dia 1º de dezembro, já estão em andamento.
A informação é veiculada por intermédio da página eletrônica do Tribunal Regional Eleitoral do RN (TRE/RN).
Na tarde de quarta-feira (02), o presidente do TRE/RN, desembargador Gláuber Rêgo, e a diretora geral da instituição, Simone Mello, se reuniram com secretários e assessores da Justiça Eleitoral, bem como com os chefes de cartório dos municípios em que ocorrerão as suplementares, para tratar das etapas necessárias para a realização dos pleitos.
O diferencial é que essa será a primeira eleição do Brasil em que os processos que tramitarão no 1º grau de jurisdição serão 100% eletrônicos graças à eficiente implantação do Processo Judicial eletrônico (Pje) nas zonas eleitorais.
Durante a reunião, as demandas foram expostas por todas as áreas que atuam nos preparativos das eleições, a fim de garantir que todos os esforços sejam empenhados no sentido de garantir um pleito tranquilo.
Os chefes de cartório Luís Cláudio Bezerra (47ª Zona Eleitoral, Alto do Rodrigues) e José Wilson de Oliveira (6ª Zona Eleitoral, Ceará-Mirim) também estiveram presentes na reunião e reforçaram o compromisso em assegurar o sucesso das suplementares.
As novas eleições, que seguem as mesmas condições de um pleito convencional, ocorrem em virtude da cassação e perda de mandato dos prefeitos e vice-prefeitos de ambas as cidades.
No caso de Ceará-Mirim, o motivo que levou à cassação foi abuso de poder econômico.
Já em Alto do Rodrigues, a decisão foi proferida com base na Lei da Ficha Limpa.
 
 
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ANA: Agência realiza esta semana campanha de regularização em municípios do Vale do Açu

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Imagem: Ilustração
A Agência Nacional de Água (ANA) vai iniciar a campanha de regularização nos municípios da região do Vale do Açu que integram o Comitê da Bacia Hidrográfica dos rios Piancó-Piranhas-Açu (CBH-PPA).
De acordo com informação do portal virtual do CBH-PPA, a  ação consta do pedido de outorga para usuários que planejam utilizar as águas do rio Açu para irrigação ou aquicultura e já receberam a visita dos técnicos da ANA em suas respectivas propriedades rurais.
A campanha está sendo feita de forma itinerante e contemplar os municípios de Assú, Carnaubais, Ipanguaçu e Alto do Rodrigues, de acordo com calendário já estabelecido.
Os documentos são emitidos com algumas restrições, em virtude do período de estiagem vivida no Nordeste.
Confira abaixo o calendário:

Assú/RN – Data 08/10 a 11/10
Horário de atendimento: 8h às 11h e 13h as 17h (Sexta-feira até as 11h)
Local: Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares de Assú/RN – SINTRAF Rua 24 de Julho, nº 1057 – Centro

Carnaubais/RN – Data 15/10 a 18/10
Horário de atendimento: 8h às 11h e 13h as 17h (Sexta-feira até as 11h)
Local: Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares de Carnaubais/RN – SINTRAF Praça Santa Luzia, nº 84 – Centro

Ipanguaçu/RN – Data 22/10 a 25/10
Horário de atendimento: 8h às 11h e 13h as 17h (Sexta-feira até as 11h)
Local: Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares de Ipanguaçu/RN – SINTRAF Rua 23 de Dezembro, nº 48 – Centro

Alto do Rodrigues/RN – Data 29/10 a 01/11
Horário de atendimento: 8h às 11h e 13h as 17h (Sexta-feira até as 11h)
Local: Secretaria de Agricultura de Alto do Rodrigues, Avenida Ângelo Varella, nº 193 – Centro
 
 



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Mega-Sena: Ninguém acercou sorteio do sábado e prêmio acumula em R$ 25 milhões

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Imagem: Ilustração
Ninguém acertou o prêmio principal da Mega-Sena e o prêmio estimado pela Caixa Econômica Federal para o próximo concurso é R$ 25 milhões.
As dezenas do concurso nº 2.195, sorteadas nesse sábado (06), a partir das 20h (horário de Brasília) no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo, foram as seguintes: 14 - 24 - 32 - 38 - 46 - 53.
A quina saiu para 107 apostas e cada uma vai pagar R$ 24.440,78.
A quadra teve 6.144 ganhadores e eles vão receber, cada um, R$ 608,06.
O concurso nº 2.196 será realizado na próxima quarta-feira (09), salienta informação do portal da Agência Brasil.
As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa Econômica Federal, em todo o país.
O bilhete simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 3,50.
 
 



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Agressão a prefeito de Macau foi motivada por descoberta de ‘gato’ em barraca de agressor

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‘GATO’ FOI DESLIGADO PELOS FISCAIS DA PREFEITURA E TERIA ABORRECIDO O COMERCIANTE. FOTO: CEDIDA
O prefeito de Macau, Túlio Lemos, nesta quinta-feira (3), foi agredido por um proprietário de uma barraca e o motivo pode ter sido um trabalho de fiscalização da Prefeitura, que encontrou ligações clandestinas de energia no local.
Segundo informações repassadas pelo Chefe do Setor de Elétrica da Prefeitura, Jarian Ferreira, mais conhecido como “Macarrão”, há cerca de um ano, fiscais da prefeitura encontraram uma ligação clandestina de energia da barraca do agressor roubando energia do Clube da Praia Camapum. O famoso “gato”. Os fiscais realizaram o desligamento, o que teria irritado o proprietário da barraca.
“Ano passado, a gente foi lá e cortou. Ele achou ruim e desde então vinha falando de Túlio. Esse ano já encontramos novamente o gato e vamos ter que cortar novamente”, disse.
O trabalho de fiscalização foi realizado em decorrência das altas contas de energia que vinham sendo emitidas do Clube Praia Camapum, porém o local é utilizado poucas vezes ao ano.
Macarrão avisou que o Setor irá fazer novas fiscalizações e que irá desligar qualquer instalação elétrica ilegal que esteja roubando a energia do clube.


 

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Agressor de Andrea Lemos poderá ser preso após depoimentos das testemunhas

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A imagem pode conter: 2 pessoas, incluindo Andrea Lemos, pessoas sorrindo, pessoas em pé

Enquanto se reunia com a familia e amigos numa das barracas da Praia de Camapum, o prefeito Tulio Lemos foi desacatado pelo barraqueiro conhecido como Berg (que tem uma barraca na praia). Desrespeitosamente, Berg sentou na mesma mesa e passou a agredir verbalmente a Tulio, que por várias vezes pediu que o mesmo se retirasse do ambiente, sem que fosse atendido. No momento em que Andrea Lemos passou a registrar as ofensas ao seu marido, Berg passou a agredi-la para tirar-lhe o celular-filmadora de suas mãos.
Ao ver sua esposa ser agredida, Tulio partiu em sua defesa contra Berg que se mostrava enfurecido, segundo testemunhas. Para Tulio,; “todos conhecem a minha passividade, sabe que sou da paz, mas alí não estava o prefeito; estava o homem, o marido, o pai de família que em qualquer circunstância defenderá a sua esposa sem destemor”. Declarou o cidadão Tulio Lemos. Pessoas próximas do ambiente onde se encontrava Tulio com sua família se propuseram a servir de testemunha para afirmar o quanto o marido de Andréa Lemos fora desrespeitado e desacatado antes do incidente.
Como era de se esperar, alguns meios de comunicação têm procurado deturpar os fatos, mas a verdade será contada por testemunhas que ficaram revoltadas com a agressividade que tomou conta do agressor de Andréa Lemos.




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Um homem de Macau e outro de Angicos fazem parte da quadrilha interestadual especializada em falsificação de pulseiras de shows

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Sete homens naturais de diferentes estados brasileiros, foram presos durante uma operação da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Civil, na madrugada desta quinta-feira 03 de outubro de 2019, em Mossoró, no Oeste do Rio Grande do Norte. Segundo a polícia eles fazem parte de uma quadrilha interestadual, especializada em falsificação de ingressos e pulseiras para shows artísticos e estava atuando na festa de Gustavo Lima e Xande Avião realizada no Partage Shopping.
A quadrilha foi desarticulada a partir da prisão de dois homens, durante uma fiscalização da PRF, na BR 304, próximo ao viaduto de acesso ao Partage Shopping. Os dois haviam deixado a festa e seguiam viagem em um carro Gol Branco com placas OUN- 5398 de Serrinha no estado Bahia. Na abordagem os policiais rodoviários federais encontraram uma grande quantidade de espelhos de pulseiras para acesso a festas, principalmente em área Vip, o que chamou a atenção da PRF, poe eles terem saído de um local onde se realizava um show.
Os dois homens foram conduzidos a Delegacia de Plantão, e durante depoimento ao delegado Luiz Fernando, acabaram confessando que estavam vendendo pulseiras na festa do Partage Shopping. A partir da confissão, o delegado e sua equipe saíram em diligência no sentido de localizar e prender o resto da quadrilha. Em uma pousada localizada as margens da BR 304 no Bairro Ouro Negro, os policiais localizaram vários equipamentos utilizados na falsificação do material e prenderam mais um membro da organização criminosa e no Terminal Rodoviário de passageiros, foram presos os outros integrantes da quadrilha, que se preparavam para deixar a cidade.

Os presos:

José Raimundo Bento da Cruz, 41 anos de idade, natural do estado de São Paulo e Edivan de Azevedo Estrela, 40 anos, natural de Serrinha no estado da Bahia, os dois foram presos pela PRF,  por volta de 01h30min, próximo ao viaduto e ocupavam o Gol branco. Claudemir dos Santos, 47 anos, Natural de São Luiz no estado do Maranhão, Valdinez Antônio Vieira Santos, 45 anos, natural de Salvador no estado da Bahia, Francisco de Assis Silva dos Santos, 58 anos, Natural de Macau no Rio Grande do Norte, Francisco Jonathan Martins Rodrigues, 33 anos, Natural de Fortaleza no Ceará e Elias Paulo Dantas, 41 anos. natural de Angicos no Rio Grande do Norte.

Além do material para falsificação de ingressos e pulseiras, para acesso a shows artísticas, espelhos para área vip, impressora, máquina de prensar, maquinetas para cartão de crédito, a polícia apreendeu também uma quantia de aproximadamente 10 mil reais em espécie e o veículo Gol. Os sete suspeitos foram autuados em flagrante por crime de estelionato (.Art.171) e Associação criminosa (Art. 288), sendo todos encaminhados ao sistema prisional de Mossoró, onde ficarão a disposição da justiça.

De acordo com o delegado Luiz Fernando, a quadrilha, já tinha outra festa programada para atuar na venda de pulseiras falsificada. Seria a cidade de Canindé no Ceará, onde está programa para esta quinta-feira, um show com os cantores Xande Avião e Gustavo Lima.

          

Homem de 55 anos foi morto com seis tiros em frente a sua residência em Mossoró

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A Polícia Militar registrou mais um crime de homicídio no final da tarde desta quinta-feira 03 de outubro de 2019, em Mossoró no Rio Grande do Norte.

A ação criminosa aconteceu na rua Maria José Falcão, na Alameda dos Cajueiros área do Planalto Treze de Maio, por trás da CLC.
A vítima identificada como o preso de justiça com tornozeleira eletrônica, Humberto Freitas de Souza, 55 anos, conhecido como grandão foi alvejado com seis tiros, na calçada de uma residência em frente a sua casa e morreu no local.
Segundo informações da polícia militar, que atendeu a ocorrência, uma dupla em uma moto, chegou no local  e começaram a efetuar os disparos em direção a vítima, que estando em frente a sua casa, não teve tempo para fugir.

Os atiradores fugiram após o crime e não foram identificados. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), foi acionada e constatou o óbito.

De acordo com a polícia, Humberto Freitas cumpria pena na Penitenciária Agrícola Dr Mário Negócio pelo crime de estupro (artigo 217), mas recebeu progressão de pena, passando para o regime semiaberto com uso de tornozeleira eletrônica.

A polícia ainda não tem informações se o assassinato do preso de justiça está relacionado com o crime que o mesmo cometeu.



 

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Macau/RN: Tulio Lemos sai em defesa da sua esposa como qualquer um

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Após confusão ocorrida na praia de camapum que envolveu o prefeito Tulio Lemos, sua esposa, irmão do prefeito e comerciante da praia de camapum, conhecido por Berg, prefeito se pronuncia nas redes sociais e destaca que Defendi a minha mulher e vou defender o tempo todo” Disse Tulio Lemos.

O prefeito relata todo o ocorrido com riqueza de detalhes, dizendo que “o comerciante chegou de uma forma agressiva, tentando lhe intimidar quando o mesmo estava na barraca camapum Pub e quando Berg chegou para desacatar, desrespeitar, agredir e ofender, mas pedi para ele ir a outro lugar pois não aceitava esse tipo de coisa”.

O prefeito ainda disse que “o comerciante Berg continuou lhe agredindo verbalmente quando sua esposa Andreia se levantou e começou a filmar, mas Berg deu um tapa no braço de Andreia, não aceitei e reagi como homem, não como prefeito, reagi como marido da minha esposa”.

O ódio que meia dúzia (essa meia dúzia corrupta e COVARDE) ampliou em Macau criou verdadeiros guetos de ódio e incitação a violência.

Isso é inadmissível! Blogs, portais do facebook e grupos de zap de fomento ao ódio precisam ser criminalizados PQ QUALQUER UM PODE SER ALVO DESSES COVARDES CRIMINOSOS. Inclusive as, mulheres!
 
 
 

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Policial que fraudou DPVAT no RN pode ser expulso da PM

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Foto: Reprodução
O Comando Geral da Polícia Militar abriu um inquérito contra o blogueiro e cabo PM, Leandro de Souza, e pode expulsá-lo da corporação pela prática de diversos crimes para fraudar o seguro DPVAT.
Leandro já foi denunciado pelo Ministério Público e condenado pela Justiça por comandar um esquema fraudulento envolvendo o seguro DPVAT na cidade de Macau, região salineira potiguar. Segundo a denúncia, ele e outras três pessoas cometeram os crimes de estelionato, associação criminosa e falsificação de documentos para conseguir o viabilizar o benefício para supostas vítimas de acidentes.
Tal conduta, por se tratar de cometimento de crime, mancha a credibilidade e a seriedade da instituição da Polícia Militar. Por isso, o Comando instalou um conselho disciplinar, editado no Boletim Geral (BG) nº 179, composto pelo: capitão Marcos Swami de Souza Pereira, presidente; capitão João Batista dos Santos, interrogante e relator; e pelo capitão Josenildo Vilela de Oliveira, escrivão. Caberá aos oficiais expulsar definitivamente ou não o cabo e blogueiro Leandro de Souza por infringir vários pontos do Estatuto da Polícia Militar.
No mesmo BG, o Comando Geral da PM ainda determinou o afastamento imediato do policial das atividades de rua e ainda a suspensão do porte de arma dele.
A decisão do Conselho é considerada importante por ser uma forma de evitar que práticas criminosas contaminem a corporação e por ser uma ferramenta de manutenção da imagem de uma instituição de combate ao crime.
Todas as informações que balizaram o BG estão contidas no Processo 01510091.000143/2018-07 e no Ofício 092/18 da Vara Criminal.
Blog do BG 



 


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Preso de justiça é morto com 13 tiros dentro de casa no Loteamento Três Vinténs em Mossoró

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Na madrugada desta terça feira, por volta de 01h00min, a cidade de Mossoró registra mais um homicídio a bala, desta vez no Loteamento Três Vinténs, foi vítima um preso de justiça em liberdade monitorado por tornozeleira eletrônica.

Thaismar Sidney da Silva Andrade, 30 anos, foi executado com cerca de 13 tiros de pistolas calibres .380 e 9 milímetros, dentro de casa, em um residencial localizado na Rua Alfredo Evaristo dos Reis, bem próximo a um bar onde recentemente ocorreu um triplo homicídio nos Três Vinténs. De acordo com informações da Polícia Militar, que foi acionada para o local, homens armados arrombaram a tiros, o portão de entrada do residencial, foram até a casa onde estava o apenado com a família e depois de violar a porta da residência, executaram a vítima.

Ainda de acordo com a PM, na casa estavam também, a esposa, a mãe dele e uma irmã, que tiveram suas vidas poupadas pelos criminosos. A família informou à Polícia Civil, que Thaismar Sidney, respondia na justiça a crimes  de roubo e que há poucos dias havia deixado a prisão e passou a usar tornozeleira eletrônica.

A polícia informou também que o apenado já havia sofrido uma tentativa de homicídio, cujo atentado se deu em junho de 2013 em Mossoró.




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Prefeitura de Macau esclarece fatos e oposição acaba desacreditada

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Imagem: Alex Silva 
Aos poucos a diferença entre as posturas adotadas pelos grupos políticos existentes na cidade de Macau fica mais evidente; enquanto o bloco de oposição se contorce em movimentos acrobáticos para esconder os casos de corrupção em que são investigados, a gestão atual expõem dados, números e esclarece fatos.

Um exemplo claro de tal diferença de comportamento se tornou evidente durante a sessão da Câmara Municipal em que o vereador Jairton Medeiros (Pintinho) alardeou uma suposta irregularidade na folha de pagamento do Município.

De pronto, o executivo municipal informou, através de nota oficial, que “Todos os dados estão disponíveis publicamente” e ainda colocou à disposição o secretário titular da pasta para prestar qualquer esclarecimento não só aos vereadores, mas, a população em geral.

O curioso nesse fato é que a postura de toda a oposição muda bruscamente quando o se trata de crimes onde os vereadores de seu bloco são acusados, neste caso, reina a lei do silencio e da conivência.

Exemplo disso é o descaso que a presidência da casa trata a denuncia do ministério público contra o vereador e primeiro secretario da Câmara, Ítalo Mendonça de Carvalho (PRB) que é acusado de desviar mais de 128 mil da MacauPrev. Neste caso, até agora não há nenhuma movimentação da oposição prevalecendo o silencio.

A diferença clara de postura entre os blocos políticos acabou se tornando alvo de deliberação entre os cidadãos e entre as afirmações um popular exclamou: "para que ficou muito tempo na escuridão, a luz dos esclarecimentos assusta".
 
 

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Jovem de 18 anos é morto a tiros no bairro Belo Horizonte em Mossoró

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Jovem de 18 anos é morto a tiros no bairro Belo Horizonte em Mossoró


No Início de tarde de segunda feira 30 de setembro de 2019, a cidade de Mossoró, registra mais um homicídio provocado por disparos de arma de fogo.
O crime aconteceu por volta das 12h50min, na Rua Manoel Hermelino dos Santos no bairro Belo Horizonte.

A vítima identificada como Pedro Henrique Padre da Silva, 18 anos, de idade foi alvejado com mais de 15 tiros de pistola calibre 380 e morreu em via pública na frente da casa dos pais.

As informações que a polícia colheu no local, são de que a vítima caminhava pela rua, quando foi surpreendida pelos atiradores. O jovem ainda correu, mas acabou sendo assassinado.
Fim da Linha 
 
 
 

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Macau: Divulgado Edital com vagas para Curso de FIC do Programa Mulheres Mil 2019

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Imagem: Ilustração
A direção geral do Campus Macau do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN (IFRN), anuncia, através de publicação feita em seu portal virtual na internet, que estarão abertas as inscrições de candidatas que pleiteiam vagas para participarem do Curso de Formação Inicial e Continuada (FIC) do Programa Mulheres Mil 2019, com realização no segundo semestre letivo deste ano.
As inscrições serão efetuadas desta segunda-feira (30) até a próxima quarta-feira (02), na recepção do Campus Macau, no horário das 8h às 11h30, das 13h às 17h e de 19h às 22h.
Para mais informações acesse o edital disponível neste LINK.
 
 
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Assú: Desfile cívico dos 174 anos de emancipação contará com 18 bandas de música

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Imagens: Marcos Costa/Assessoria
A programação que se observará no dia 16 de outubro, uma quarta-feira, em comemoração ao 174º aniversário de emancipação política, social e administrativa do município do Assú vai incluir o tradicional desfile cívico, contando com a participação de estabelecimentos escolares, grupos de escoteiros, lojas maçônicas, dentre outras entidades e instituições locais e da região.
Também está confirmada a integração da Banda Filarmônica Maestro Cristóvam Dantas e outras 17 agremiações musicais do gênero, procedentes de diversas  cidades do estado do RN.
A informação é prestada pela secretária municipal de Educação e Cultura, Shirley Pinto, adiantando que toda a programação oficial está no estágio de preparativos finais.
A trajetória da parada cívica ocupará toda a extensão da Avenida Senador João Câmara.
O palanque oficial será montado defronte ao Instituto Municipal Padre Ibiapina (IMPI).
Shirley Pinto disse que, além da pasta de Educação e Cultura, o trabalho de organização do instante maior de celebração dos 174 anos de emancipação do Assú conta com o engajamento dos demais órgãos da administração municipal.

 

 
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Detran/RN: Servidores públicos do órgão autárquico decidem por continuidade da greve

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Imagem: Reprodução
Os trabalhadores do Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran/RN) decidiram continuam em greve diante da resposta insatisfatória do Governo do Estado à contraproposta apresentada pela categoria.
A deliberação foi definida em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) na última quinta-feira (26) na sede estadual do Departamento, em Natal,
De acordo com o diretor de imprensa do Sindicato dos Servidores da Administração Indireta do RN (Sinai/RN), Alexandre Guedes, os profissionais da autarquia avaliaram como insuficiente o que foi apresentado pelo Executivo em audiência com o Sindicato na quarta (25).
Alexandre disse ainda que os profissionais decidiram que vão se manter na luta e buscar a Governadora para dar sequência as negociações.
A categoria está em greve desde 09 de setembro por tempo indeterminado.
Nesse período, já aconteceram diversos piquetes e três AGEs, adianta informação do portal eletrônico do Sinai/RN.
Os profissionais reivindicam: reposição das perdas salariais; realização de concurso público para a autarquia; pagamento dos salários que estão atrasados há quase um ano; recuperação física do órgão; e revogação do Decreto nº 29.007/2019, que retira a autonomia dos órgãos, autarquias, fundações e empresas estatais ao tempo em que centraliza poder e recursos na Secretaria Estadual de Planejamento e Finanças (Seplan).
 
 
 
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Bread with an Unanticipated Crumb: 50% Einkorn SD

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Bread with an Unanticipated Crumb: 50% Einkorn SD

This is my second einkorn loaf. The first was baked roughly half a year ago when my friend kindly offered me some einkorn berries to try out. It left me with the impression that einkorn makes a slack and sticky dough that weakens with time. For some reason, the experience isn’t quite the same this time. 

 

 

50% Einkorn Sourdough

 

 

Dough flour

Final Dough

Levain

Total Dough

 

g

%

g

%

g

%

g

%

Flour (All Freshly Milled)

300

100

272

100

28

100

303

100

Sprouted Einkorn Flour

90

30

 

 

 

 

90

29.70

Einkorn Flour

60

20

 

 

 

 

60

19.80

Whole White Wheat Flour

150

50

 

 

 

 

150

49.50

White Whole Wheat Flour (Starter)

 

 

 

 

 

 

1.5

0.50

Whole Rye Flour (Starter)

 

 

 

 

 

 

1.5

0.50

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hydration

 

 

 

 

31

100

264

87.13

Water

 

 

186

68.38

28

100

217

71.62

Whey

 

 

50

18.38

 

 

50

16.50

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Salt

4

1.33

4

1.47

 

 

4

1.32

Vital Wheat Gluten

9

3

9

3.31

 

 

9

2.97

Starter (100% hydration)

 

 

 

 

6

21.43

 

 

Levain

 

 

62

22.79

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Total

 

 

584

214.71

62

221.43

584

192.74


Sift out the bran from dough flour, reserve 28 g for the leaven. Soak the rest, if any, in equal amount of whey taken from dough ingredients. 

Combine all leaven ingredients and let sit until ready, about 4 hours (28.5°C). Roughly combine all dough ingredients. Ferment for a total of 4 hours. Construct a set of 3 minute Rubaud mixing at the 30 and 40 minute mark respectively. Do a set of lamination at the 50 minute mark. 30 minutes before shaping, do a set of coil fold. Shape the dough then put in into a banneton directly. Retard for 10 hours.

Preheat the oven at 250°C/482°F. Score and spritz the dough then bake straight from the fridge at 250°C/482°F with steam for 20 minutes then without steam for 25 minutes more or until the internal temperature reaches a minimum of 208°F. Let it cool for a minimum of 2 hours before slicing.

 

 

My hand shook while I was pouring the water into the flour… Oops... The dough was thus a bit too wet than I’d like. After the first round of mixing, it was still quite slack with little gluten development. However, it gained strength on its own as time went by. There was little, if any, stickiness too.

 

 

The oven spring wasn’t massive so my expectation wasn’t high. Miraculously, the crumb is rather open compared with my other whole grain bakes. It’s even more confounding when you consider that it’s 50% einkorn (of which more than half is sprouted!) and 50% white wheat. Both are grains that tend to produce weak dough.

 

 

Some people don't like einkorn but I personally find it quite tasty. It's got a very distinctive coconut taste that there's no way to mix it up with another grain. This bread is moderately sweet and sour.

___

 

Rolled oat & moong dal khichdi with baked capelin and caramelized carrots

 

Porcini mushroom, Jinhua ham & tomato rice pilaf with melted Reblochon

 

Tomato cream tuna rigatoni with king oyster mushrooms & shaved Gruyère

 

Pressure-cooked lamb shank Pho

 

Spicy black beans & rice with garlic ghee grouper

 

Squid biryani with garlicky cabbage & potatoes

 

Honey glazed pork chop 

 

Macau Portuguese chicken with egg fried rice, HK-style Bolognese with mushrooms, honey roasted sweet potatoes, and soy sauce braised veggies 

 

50% blue emmer SD ciabatta

 

30% durum scallion SD bagels

 


          

What? No way. Apple? Censoring iOS 13 to appease China? Gosh. How shocking. Who'd have thought it?

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iGiant declines to Taiwan on for Hong Kong and Macau

Apple is under fire for kowtowing to Beijing and removing references to Taiwan in the localized versions of iOS 13 for Hong Kong and Macau in China.…


          

Macau diocese angered by government light show on church ruins

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A diocese in southern China expressed disappointment Wednesday regarding a patriotic light-show that had been projected on the remains of a famous ...
          

MACAULAY SEARCH: Blue Cross, Trustees

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Expenses Reimbursed: MACAULAY SEARCH: Use your expertise to guide the work of one of the UK’s most highly regarded animal welfare charities. London/Burford
          

Galaxy Also Pursues Thailand Casino Improvement Despite Boracay’s Closure

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Galaxy Also Pursues Thailand Casino Improvement Despite Boracay’s Closure Macau playing games and hospitality operator Universe Entertainment Set is still focused on building the eco-friendly $300-million to $500-million casino vacation resort on the Filipino island for Boracay, the provider itself talked about in its budgetary report to the first three months of 2018. Galaxy earned group profits of HK$18. 5 billion dollars during the analyzed period, right up 32% in the same ninety days of 2017. The huge growth ended up being attributed to ‘record mass, formidable VIP, and operational execution’. In its most current financial state, the company declared...

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Sulu Sou questiona legalidade dos contratos de concessão nos transportes públicos

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O deputado e vice-presidente da Novo Macau levanta questões legais sobre o actual modelo de contrato entre Governo e empresas de autocarros de transporte público. Contratos em vigor expiram a 31 de Outubro e Sulu Sou critica silêncio do Executivo sobre esta matéria.  pontofinalmacau@gmail.com#utm_source=googlier.com/page/2019_10_08/100857&utm_campaign=link&utm_term=googlier&utm_content=googlier.com Sulu Sou está preocupado com a eventualidade de um fracasso nas […]
          

Voto por correspondência para as Legislativas com vários problemas no primeiro teste global 

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  Ana Soares, advogada em Macau e candidata do PS pelo círculo eleitoral Fora da Europa, fala de situações em que os boletins de voto não foram entregues em vários pontos do mundo. A candidata diz que isso torna os resultados mais difíceis de prever, mas acredita num bom resultado dos socialistas. José Cesário, nº1 […]
          

Mais de 300 casos de falhas na protecção de dados pessoais investigados em 2018

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Relatório Anual de 2018 do Gabinete para a Protecção de Dados Pessoais indica que houve um aumento do número de processos instaurados após a apresentação de queixas dos cidadãos. Comparativamente a 2017, houve menos 78 casos de falha na protecção de dados pessoais. pontofinalmacau@gmail.com#utm_source=googlier.com/page/2019_10_08/100862&utm_campaign=link&utm_term=googlier&utm_content=googlier.com O Gabinete para a Protecção de Dados Pessoais (GPDP) anunciou ter […]
          

“A Flauta Mágica” de Mozart abre Festival de Música Internacional embalada pelo “vento do Norte” 

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Uma interpretação original de “A Flauta Mágica” de Mozart e um trio de vozes escandinavas são os principais destaques no arranque da 33.ª edição do Festival Internacional de Música de Macau, que este ano tem como tema a relação de cumplicidade entre os músicos e os seus instrumentos. pontofinalmacau@gmail.com#utm_source=googlier.com/page/2019_10_08/100863&utm_campaign=link&utm_term=googlier&utm_content=googlier.com A 33.ª edição do Festival Internacional […]
          

“Terei sempre a placa de titânio como ‘souvenir’ de Macau”

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Sophia Flörsch, a piloto que na edição do ano passado do Grande Prémio de Macau sofreu um aparatoso acidente na curva do Hotel Lisboa, assumiu que “adoraria” voltar a correr na região já este ano. “Ainda estou apaixonada por Macau”. Contudo, em entrevista ao PONTO FINAL, a alemã confessa que ainda não sabe se volta […]
          

Constitucionalista diz que decisão do TUI acolheu a “doutrina do secretário Wong Sio Chak”

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António Katchi defende que a proibição das três manifestações propostas por um colectivo, que tem Jason Chao como rosto, coloca o Tribunal de Última Instância no clube das entidades de Macau que estão “enfeudadas pelo regime chinês e pela casta dirigente do PCC”. Oriana Pun, vogal da direcção da Associação de Advogados de Macau, defende […]
          

Jason Chao: “O sistema judiciário de Macau está a distanciar-se da ordem legal herdada da administração portuguesa”

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João Carlos Malta Joaomalta.pontofinal@gmail.com#utm_source=googlier.com/page/2019_10_08/100867&utm_campaign=link&utm_term=googlier&utm_content=googlier.com O ex-presidente da Associação Novo Macau, Jason Chao, diz em entrevista ao PONTO FINAL que a decisão do Tribunal de Última Instância (TUI) “mostra que o sistema judicial em Macau está a viver um momento muito sensível em termos de pressão política”. E que esta é uma ilustração prática da razão […]
          

Albano Martins aponta à saída em Março: “É bom que as pessoas metam na cabeça que tem mesmo de ser”

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A ANIMA vai receber a Medalha de Mérito Altruística de Macau na segunda metade do mês de Novembro, mas poderá perder o seu líder no próximo ano. O actual presidente da associação está orgulhoso com o reconhecimento do Governo depois de vários anos de luta pela defesa dos animais, mas considera que é “altura de […]
          

Partido Socialista pede abertura de inquérito sobre actuação da ATFPM  

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O PS apresentou uma participação contra a Associação dos Trabalhadores da Função Pública de Macau (ATFPM) por alegadas “situações anómalas” relacionadas com o envio dos votos por correspondência para as Eleições  Legislativas do próximo domingo. A participação, assinada pelo mandatário pelo círculo eleitoral Fora da Europa, Paulo Pisco, foi enviada na segunda-feira à Comissão Nacional […]
          

Zhuhai announces tender for plot near Hong Kong-Zhuhai-Macau Bridge

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Zhuhai has announced a tender process for what will be one of the largest hotel and exhibition centres near the Hong Kong-Zhuhai-Macau Bridge.
          

The NBA is in hot water after Houston Rockets GM Daryl Morey supported the Hong Kong protests. Here are other times Western brands caved to China after offending the Communist Party.

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xi jinping rub hands

  • China's Communist Party is very sensitive to any content seen to jeopardize its grip on power, and regularly censors social media posts and movie scenes.
  • Many foreign companies have incurred its wrath for reasons including — according to the government — misconstruing Chinese politics and insulting Chinese citizens.
  • The Chinese market is very valuable as people there are spending more and more on international goods and travel.
  • Here's a list of eight foreign companies — from Versace to Marriott Internationals to the NBA — who have groveled to China after offending it.
  • Visit Business Insider's homepage for more stories.

The NBA is at the centre of a storm in China after Daryl Morey, the general manager of the Houston Rocketstweeted his support for the Hong Kong protests, offending Chinese NBA fans, companies, and the country's government, and leading to a days long dispute.

The league this week has found out what many other Western brands have discovered in recent years: China is a tricky country to do business in.

The ruling Communist Party is extremely sensitive to any content seen to jeopardize its grip on power, and regularly censors social media posts, movie scenes, and news coverage that may be used to criticize the government.

It has also attacked multiple foreign brands and companies for — in its opinion — getting involved in Chinese politics, misconstruing the country's borders, and aggravating Chinese citizens.

Many brands have kowtowed to the Chinese government over these issues, which isn't surprising given the clout of Chinese consumers in global retail.

Despite a slowing economy, mainland Chinese consumers spent 170 billion yuan ($23 billion) 0n luxury goods in 2018, according to Bain & Company, with the number set to grow.

Scroll down to see how eight companies incurred China's wrath — and how they kowtowed to the Communist Party.

The NBA and Houston Rockets — which scrambled to distance themselves from a tweet from the Rockets' general manager supporting the Hong Kong protests.

Rockets General Manager Daryl Morey sparked controversy in the US and China after he tweeted a graphic supporting the Hong Kong protesters in early October.

The Chinese Communist Party has repeatedly criticized the Hong Kong demonstrations, and have prevented its social media platforms and news outlets to report on them extensively.

Though Morey quickly deleted his tweet and said his political views did not represent those of the Rockets or the NBA, the Chinese Consulate in Houston criticized the tweet, and China's state broadcaster said it will stop showing NBA games.

Rockets owner Tilman Fertitta immediately distanced the team and its shareholders from Morey's statement, insisting that the team has "no political position."

Basketball is immensely popular in China, with nearly 500 million people watching NBA games on livestreaming platform Tencent Video last season.

The NBA also issued a statement saying Morey's tweet "deeply offended many of our friends and fans in China, which is regrettable."

NBA Commissioner Adam Silver has since defended Morey's freedom to express his political views, but noted that the league will not regulate or adjudicate players, employees and team owners' political opinions.

Read more: China says it will stop broadcasting NBA games after Commissioner Adam Silver defended Daryl Morey's freedom to support Hong Kong protests



Swarovski — for describing Hong Kong as a country on its website amid anti-China protests.

Jewelry company Swarovski apologized in August for describing Hong Kong as a country on its website amid anti-China protests in Hong Kong.

Hong Kong is a Chinese city, but operates under a separate constitution and independent judiciary. Hong Kongers have been protesting over Chinese encroachment into the semi-autonomous city.

In a statement on Facebook, the company apologized for its "misleading communication on China's National Sovereignty."

"Swarovski has always firmly respected China's National Sovereignty and territorial integrity, providing the Chinese market with unified worldwide services and products," it said.



Versace — for making a T-shirt that listed Hong Kong as its own country.

In August 2018, photos of a Versace T-shirt that described Hong Kong as its own country went viral on Chinese social media, prompting fury from patriotic citizens.

The shirt featured a list of cities and the countries they belong to, as such: "Paris — FRANCE," "New York — USA," and "Beijing — CHINA." But Hong Kong's entry said: "Hong Kong — HONG KONG."

Yang Mi, a Chinese actress and singer, stepped down as a brand ambassador amid the controversy, saying: "Disclaimer: At any time, China's territorial integrity and sovereignty are sacred and inviolable, and even more inseparable!"

Versace later tweeted an impassioned apology from chief creative officer Donatella Versace, published in both English and Chinese.

"I am deeply sorry for the unfortunate recent error that was made by our company," Versace said.

"Never have I wanted to disrespect China's national sovereignty and this is why I wanted to personally apologize for such inaccuracy and for any distress that it might have caused."



Coach — for listing Hong Kong and Taiwan as individual countries.

In August, Coach also apologized for selling a shirt in May 2018 that identified Hong Kong and Taiwan as countries separate from China.

Taiwan has been self-governing since it split with mainland China in 1949. However, Beijing has repeatedly insisted that the island is part of China, and has in recent months increased pressure on foreign countries and companies to do the same.

In an August statement, Coach described the T-shirt design as a "serious inaccuracy," and said it "immediately pulled those products from all channels globally."

"We are fully aware of the severity of this error and deeply regret it," it added. "Coach is dedicated to long-term development in China, and we respect the feelings of the Chinese people."

Chinese model Liu Wen terminated her contract with Coach at the same time, saying in a statement on Weibo: "I am sorry for the damage caused to the public for my poor choice of brand. I love my motherland and I resolutely safeguard national sovereignty."



Dolce & Gabbana — for running an ad campaign that seemed to mock Chinese people, and for a series of apparently leaked text messages showing its founder being racist against China.

The Italian fashion house angered Chinese people in November 2018 after it published ads depicting a Chinese model struggling to eat Italian food with chopsticks, and after a woman published screenshots allegedly of co-founder Stefano Gabbana making racist comments about Asians after she criticized the campaign.

Dolce & Gabbana canceled a highly-anticipated Shanghai fashion show in response, telling Insider at the time: "What happened today was very unfortunate not only for us, but also for all the people who worked day and night to bring this event to life."

Read more: Dolce & Gabbana cancels Shanghai show after ad campaign and founder's Instagram DMs mocked Chinese culture

The company also claimed that Gabbana's Instagram account was hacked, but didn't explicitly say whether he sent the messages.

It apologized for "impact and harm these untrue remarks have had on China and the Chinese people," referring to the alleged messages from the account associated with Gabbana.

The apologies didn't seem to work though. Online stores pulled Dolce & Gabbana products from their sites last year, and the company is still suffering from weak sales in China, Bloomberg reported in March.



Calvin Klein — for apparently identifying Hong Kong, Macau, and Taiwan as individual countries on its US website.

In an August statement on Weibo, the American clothing brand apologized "deeply" for "causing misunderstanding with the language/country classification options" on its website.

"We also reiterate that Calvin Klein completely respects and honors the integrity of China's sovereignty and territory," it added.

Macau, like Hong Kong, is a semi-autonomous city that belongs to China.



Audi — for using a map of China that left off Taiwan, South Tibet, and a part of Xinjiang.

At its annual press conference in March 2017, the German car company showed a map of China that excluded Taiwan, South Tibet, and Xinjiang.

You can see a photo of the presentation here.

Tibet and Xinjiang are Chinese-administered regions, but have distinctly different cultures from the rest of mainland China. The Tibetan and Uighur ethnic minorities are ruled with an iron fist as Beijing suspects them of being separatists and national-security threats.

Audi apologized the next day, saying that it used "an incorrect geographical map" that "hurt the feelings of Chinese people," according to the state-run Global Times tabloid.

"This was a serious mistake for which Audi wants to sincerely apologize," the statement continued. "This is also a profound lesson that Audi will learn from."



Marriott hotels — for listing Hong Kong and Macau — specially-administered Chinese territories — and Taiwan as separate countries in a questionnaire emailed to customers.

In January 2018, the hotel chain listed Hong Kong, Macau, Taiwan, and Tibet as countries in a questionnaire emailed to customers.

Shanghai's Cyberspace Administration responded by investigating Marriott International over a potential breach of cybersecurity and advertising laws, and ordering it to take down its website and app for a week.

In response, Marriott International's CEO issued a public apology saying the company "respects and supports the sovereignty and territorial integrity of China ... We recognize the severity of the situation and sincerely apologize."

Read more: Every company that's given into China's 'Orwellian' demands over Taiwan



Qantas, Air France, Air Canada, British Airways, and many other airlines — for listing Taiwan as its own country.

Last April, China's Civil Aviation Administration wrote to at least 36 foreign airlines demanding they change their references to Taiwan to a Chinese territory.

Dozens of airlines adhered to this demand for fear of being punished in the country and losing access to the booming travel market.

They include QantasAir FranceAir CanadaBritish Airways, and Malaysia Airlines.

Some didn't, though: United Airlines listed Taiwan as a location that uses the Taiwanese currency, rather than a Chinese company; and Japan Airlines and ANA only introduced the "Taiwan, China" descriptor on Chinese-language sites.



China's punishments have extended into the video gaming world, too. In October Blizzard Entertainment banned a professional eSports player from a tournament and his job for a year after he voiced support for the Hong Kong protests.

US video game company Blizzard Entertainment fined professional eSports player Blitzchung his prize money and banned him for a year after he appeared in a gas mask — an ubiquitous sight in Hong Kong's tear gas-heavy — and shouted: "Liberate Hong Kong, revolution of our age!"

Blizzard has since deleted footage of the interview from its official channels.

Read more: California-based game company Blizzard bans pro esports player and confiscates his prize money after he voices support for Hong Kong protester



A big reason why these brands have been so quick to apologize to China is because of citizens' patriotism and sensitivity to geopolitical issues.

As Marie Tulloch, a senior client services manager at Emerging Communications UK — a company focused on marketing to the Chinese market — told The Daily Beast:

"The Western view has always been the prominent view, and designers and marketing people aren't used to having to culture check their content."

"In other countries, especially China, there is so much national sentiment and pride, anything that threatens or demeans that becomes a big issue for consumers.

"The current internet generation is more vocal than their predecessors and are more willing to voice opinions if they don't like something."




          

Prediksi Togel Macau Rabu 09 Oktober 2019

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William Barr and Winnie the Pooh

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Right now, Chinese users of WeChat, an app that includes text, video, and picture messaging plus a Facebook-style news feed (among many other features), can't message each other a meme of Winnie the Pooh. Why not? Because, being short and rotund, he supposedly evokes an unflattering comparison to President Xi Jinping. So, at the behest of the Chinese government, WeChat censors pictures of a beloved children's character in order to crack down on government criticism. Here in the U.S., if the Attorney General gets his way, Facebook and other U.S. services will be able to do the same to your private chats.

 

Late last week, Attorney General William Barr and the acting secretary of Homeland Security joined British and Australian officials in a letter to Facebook head Mark Zuckerberg that asked Facebook not to go forward with its plan to implement end-to-end encryption across its messaging services. The October 4 letter coincided with an event held by the Department of Justice (DOJ) that day, which featured Barr, the letter’s British and Australian co-authors, and FBI Director Christopher Wray, among others. Both the letter and the event focused on the use of online communications platforms for the transmission of child sexual abuse material (CSAM), warning that the roll-out of end-to-end encryption for messaging would risk stymying law enforcement efforts to detect, investigate, and prosecute that activity. The letter and event came hot on the heels of a New York Times article about the problem of CSAM on online platforms like Facebook. Barr’s demand may be the precursor to rumored anti-encryption legislation that might come out of the Senate Judiciary Committee soon, more than three years after the embarrassing debacle over a bill proposed by Senators Richard Burr and Dianne Feinstein (who is on that committee).

 

This is a significant escalation in the current Crypto Wars. The U.S. government has not gone so directly head-to-head over encryption with a specific company since its showdown with Apple in early 2016, when the government blinked first. (Well, it hasn’t done so in public, anyway.) The suddenness of this new push is alarming. Also noteworthy is that suddenly the main reason to demonize encryption is CSAM, with terrorism and other ills playing second fiddle. Even as recently as late July 2019, when Barr revived his predecessors’ habit of castigating encrypted service providers, it was drug cartels he invoked. But CSAM is the dominant focus now, suddenly and thoroughly. 

 

It is beyond question that CSAM is a real and serious problem for Facebook (and every tech company that has ever given users the ability to upload, store, send, share, post, or otherwise communicate files). It is radioactive, it is illegal everywhere, and no legitimate company wants it on their servers. Nevertheless, this new single-minded focus on CSAM in the revived anti-encryption push feels like an exceedingly cynical move on the part of the U.S. government. Out of the Four Horsemen of the Infocalypse (terrorism, drug trafficking, CSAM, and organized crime), terrorism didn’t work to turn public opinion against encryption, so the government has switched horse(men) midstream. 

 

It also feels like cynical exploitation of the “techlash,” as I’ve observed (a year ago, and a year before that). The techlash has made it more politically palatable to pick on tech companies -- particularly Facebook. Never mind that people distrust Facebook because of its privacy screw-ups, and so they should be glad that Facebook is adding end-to-end encryption to more of its services, because that will make Facebook less able to invade users’ privacy. It’s not important, for Barr’s purposes, that average people (or congressmembers) actually understand what Facebook’s end-to-end encryption plan will do; only that they create a mental link between encryption and crime, and another link between the problem of criminal activity on Facebook’s platform with the problem of Facebook’s own repeated privacy misdeeds, such that the privacy-related distrust commutes into distrust of the end-to-end encryption plan.

 

Who is the antagonist to be bested in this fight against Facebook’s effort to enhance the security and privacy of over a billion people? Not pedophiles -- or at least, not just pedophiles. The “problem” that Barr, Wray, and their counterparts are trying to solve is that of people being able to talk to each other privately without government ability to snoop on them. This was made plain in the October 4 letter. It stated, “Companies should not deliberately design their systems to preclude any form of access to content, even for preventing or investigating the most serious crimes.” All well and good so long as there’s the focus on crimes, right? But later, the letter called on Facebook “and other companies” to “[e]nable law enforcement to obtain lawful access to content in a readable and usable format.” All content should be accessible by law enforcement. To get at evidence of crime, law enforcement must be able to get access to everything. Every text, every private message, every call. Every communication you make with another person through an electronic medium like Facebook.

 

Of course, as is the norm in government exhortations to the tech industry, the letter doesn’t say how Facebook should go about doing that. Governments have been wary of making concrete suggestions ever since the failure of the Clipper Chip in the ‘90s. But in recent times, when they do, there’s been some change. As I wrote in a whitepaper last year, Wray and former Deputy AG Rod Rosenstein both advocated around late 2017 and early 2018 for some kind of key escrow scheme. More recently, in November of last year, GCHQ (the UK’s NSA) made what’s called the “ghost proposal” for silently adding the government as a party to encrypted conversations. This reflects an evolution: by and large, government officials now understand that if they are going to make some sort of actual suggestion (rather than stating their goal of access to plaintext and leaving it to the tech companies to figure out how to get there, as the Oct. 4 letter does), rule #1 is now “don’t touch the crypto.” If you can say “this proposal isn’t a ‘backdoor,’ it doesn’t require breaking the encryption,” then that changes the proposal’s security impact -- and most law enforcement officials presumably do sincerely want to minimize adverse impact on user security. (Most of them.) So it changes the response by information security professionals. It also changes the optics of the proposal in terms of public relations, since the public learned from the Apple vs. FBI showdown that “breaking encryption” and “backdoors” are bad news. 

 

Enter “content moderation.” One proposal for enabling law enforcement access is to build a system where the provider (Facebook) would check content, such as a photo attached to a message, before it’s encrypted and transmitted to another user -- i.e. while the content is on the sender’s device, not traveling through the provider’s server -- to try to figure out whether that content is or might be abusive content such as CSAM. Jonathan Mayer has just published a very good short first-draft discussion paper about what content moderation for end-to-end encrypted messaging might look like. This is a technical paper. It is not a policy paper. Mayer expressly says that he is not claiming that the concepts he describes “adequately address information security risks or public policy values, such as free speech, international human rights, or economic competitiveness.”

 

So, allow me to state the obvious: There is no way in hell that Facebook or anyone else could introduce content moderation for end-to-end encrypted messaging without it inevitably sliding into abuse. It would start with CSAM, but it would not stop there. The predictable result is surveillance and censorship, a chill on privacy and free speech. No, client-side pre-encryption content moderation “doesn’t touch the encryption,” in keeping with snooping governments’ new rule #1 for proposals to “solve” the encryption “problem.” But that doesn’t put it in the clear (and, again, Mayer is emphatically not suggesting it does). As Jon Callas of the ACLU said in response to the GCHQ ghost proposal: this “proposal would not ‘break’ encryption, but it would nonetheless have the same effect by creating a situation in which people are no longer confident they are securely talking to their partners.”

 

A variant of this content moderation is already done in various contexts. Facebook already scans for attempts to upload and share CSAM on the parts of its service that are not (yet) end-to-end encrypted -- that’s the visibility that government officials are worried would go away if Facebook proceeds with its plan. Email service providers scan your email attachments against a hash database of known CSAM, as the Times article describes. Upload filters are also already in use for other purposes besides interdicting CSAM: for example, upload filters that are intended to prevent copyright-infringing material from being posted to YouTube. Upload filters have also been proposed for preventing the posting and sharing of “violent extremist” content such as the Christchurch shooting video. Indeed, as my colleague Daphne Keller explains, it appears that filtering requirements of some sort will now be the law of the land in the European Union thanks to a defamation case, though nobody knows what that filter is supposed to look like, exactly. So already, we are seeing CSAM, plus defamation, copyright infringement, and violent extremism (all concepts that are much harder to accurately spot on sight than child sex abuse), as the driving forces behind existing and government-demanded filters on people’s ability to engage in “one-to-many” speech online, through such mediums as YouTube or Facebook.

 

And already, “upload filters are inherently inconsistent with fundamental freedoms.” It’s a problem as-is from a fundamental-rights standpoint when filters are applied to interdict attempts to share content broadly to many people, through a channel that is not end-to-end encrypted. But it is even more troubling when the same idea is applied to flag blacklisted content (be it words or images) in a one-on-one or small-group conversation -- something we reasonably consider private. Particularly where the interlocutors are using end-to-end encryption to try to assure that their conversation is private (rather than broadcast it to the world à la YouTube). And it is especially troubling if the provider designs its messaging service so that this scanning for blacklisted content happens automatically, for every single user’s conversations, not just those users who are reasonably suspected of crime and for whom a wiretap order has been issued for their electronic communications.

 

I understand that the approaches Mayer describes include technical measures intended to respect the privacy of conversations as much as possible and winnow down the amount of unencrypted content that is ever actually reviewed by a human (though the potential false positive rates are very troubling given the criminal consequences). Designing privacy-enhancing technologies to deal with the trash fire that is the Internet is certainly an interesting, if depressing, research area. And I understand that ostensibly we are talking about systems that are only for CSAM, at present. But when you’re checking content against a blacklist (or fuzzily trying to predict whether content your system hasn’t seen before should be blacklisted), ultimately you are talking about a system that keeps a list of things that must not be said or shared, and that monitors and reports people if they do so. 

 

Interdicting and reporting unencrypted content pre-transmission surely sounds like a good idea when applied to CSAM (content the recipient is unlikely to report as abusive, if the content is being sent from one pedophile to another). Or malicious attachments that could do harm if you opened them — content you the recipient might think you wanted to look at and wouldn’t report as abusive because you didn’t realize it to be abusive (until it was too late).

 

But we do not live in a world where that system always stays tightly confined to CSAM, or malware scanning, and doesn’t end up enabling censorship of individuals’ private personal conversations with other people over content that is not illegal or harmful. That already happens in China (which is increasingly an object of envy by U.S. law enforcement). China uses its online censorship capabilities to keep its citizens from using WeChat to talk about Winnie the Pooh or “Tiananmen Square. An end-to-end encrypted messaging system that would do client-side scanning of content against a blacklist before it’s encrypted and report the positive hits? China would rush to fund that work, and likely already has.

 

The affinity for censorship is not limited to China. Here in the U.S., Hollywood, whose copyright supramaximalist views have long found favor in Congress, would be all too glad to have your private conversations filtered. Other Western democracies such as the European Union countries and New Zealand would want your end-to-end encrypted messages to be pre-scanned for “violent extremist content” and defamation. Never mind how hard it is to define “violent extremist content,” much less accurately identify it without false positives, and the fact that as a concept it covers speech that is not illegal in many countries. And the censorship demands won’t be just for images, but also for text. The recent EU court decision that Daphne discusses imposes a requirement to filter for defamatory textual phrases. 

 

And from CSAM, copyright claims, “violent extremist content,” and defamation, the blacklist will keep expanding. Tired of getting unwanted dick pics? Fine, the nudity filters Facebook would be called upon to implement in its end-to-end encrypted messaging apps might help you in some circumstances. But don’t be surprised when they deploy their Nipple Detection Systems, which have long come under fire for censoring Facebook and Instagram posts, to intervene to keep you from sending a nude to your romantic partner over Messenger or WhatsApp.

 

And on and on. “Hate speech” is impossible to define, but that won’t stop the calls to censor it, so that even willing recipients can’t get it, in addition to the people who would otherwise be abused by receiving such speech. There will be demands to stop and report any user who tries to send a picture of a swastika, followed by demands to do similar for the Confederate flag. Again, China is instructive: in the latest version of iOS, the soft keyboard no longer includes the Taiwan flag for users in Hong Kong and Macau. That’s a more extreme version of not allowing the user to transmit a message containing the flag—which seems so reasonable by comparison, doesn’t it?

 

When a government prevents you from speaking certain things or depicting certain pictures, it’s called prior restraint and, with narrow exceptions, it is almost invariably unconstitutional. When a platform does it at the behest of government, as Facebook might do if Barr had his way, we call it “content moderation.” That anodyne phrase obscures the evil at work here: of government ordering a private third party to censor speech that is, or under any human rights-respecting regime should be, legal. Yes, CSAM is and should be illegal everywhere. No one disputes that. But it is staggeringly naive to believe that, even in the United States of America, client-side pre-encryption “content moderation” would stop at CSAM.

 

And lest we forget, those measures won’t catch all content they’re intended to interdict. As Mayer notes, users could still encrypt their content separately and then send it. That means pedophiles can encrypt CSAM before transmitting it — just as they can now on services that are not end-to-end encrypted. So, getting Facebook to implement client-side pre-encryption content moderation would catch the pedophiles who are bad at opsec, but as Mayer notes, the rest would adjust, evolve their techniques for evasion, and teach those strategies to each other (which, again, they do already). 

 

Meanwhile, Hollywood would make damn sure you can’t just send someone a meme over WhatsApp unless you go to the extra effort of separately encrypting it first. Everyone’s perfectly legal speech would be burdened and chilled — because who wants to spend time separately encrypting everything? It’s easier just to not say the thing you wanted to say, to not send the picture that would be worth 1000 words, to express yourself in some other way. Some way that won’t trip up the censorship filter. Sure, you’ll find new ways, as the Chinese did by coming up with Winnie the Pooh as a stand-in for Xi. And then, as with Pooh, the filter will be updated, and you can’t say that either. So you stop saying the forbidden words or sharing the forbidden images. And then, eventually, you stop thinking them too.

 

If you are willing to accept Facebook (or Google, or Apple, or any other encrypted messaging service provider Bill Barr bullies into compliance) censoring all your private text conversations — and everyone else’s — because it might make it a little easier for the government to catch the most inept pedophiles, then I’m not sure I’ve got a lot else to say to you. But if this idea bothers you — if you don’t like the thought that before very long from now, you won’t be able to say what you please in private discussions over text, while pedophiles learn how to continue operating without detection — then I hope you’ll see Barr’s demand to Facebook for the grave danger it is. If so, let Facebook know. More importantly, let your congressional representatives know.

 

Now, this post isn’t a careful position paper like Jonathan Mayer wrote. All of the above is what is known as a “slippery slope” argument, and it’s easy to dismiss as hysterical. “Of course we would never do Y just because we are doing X,” platforms and the government would assure you. Then, once mission creep inevitably happens — which it always, always does — the official line would switch to: “Of course we would never do Z just because we are doing Y.” Slippery slope arguments might sound hysterical at the top of the slope; from the bottom, they sound premonitory.

 

Let’s look to China again. The highly intrusive surveillance of Uighurs in China used to be “just” for Uighurs in Xinjiang at first. Then it was “just” for them and people who visited Xinjiang, regardless of the visitors’ own religion or ethnicity. Then it was “just” for them and, oh, also Tibetans too, a totally different ethnic and religious group that China is fond of persecuting.

 

The ratchet of surveillance has a pronounced tendency to only go one way. End-to-end encryption is one of the best measures we have for pushing it back and maintaining our security and privacy. But while end-to-end encryption may be necessary to protect those rights, it is not sufficient, as proposals for measures like client-side pre-encryption moderation of private conversations demonstrate.

 

The rationale may change — national security and terrorism one day, and if that doesn’t work, child abuse the next — but the goal is the same: for governments to have the ability to eavesdrop on your every conversation, the legal power to require that all your conversations be recorded, and the authority to make private-sector providers do their bidding in the process. To have total control. And, if they really succeed, they will reach the ultimate goal: to not even need to exert that control to restrict what you say and do and hear and think — because you’ll do that yourself. You will save them, and Facebook, a lot of time.

 

It starts with something nobody could possibly oppose: reducing the scourge of child sex abuse. It will not end there. That is the slippery slope.

 

I don’t pretend to have the answer for how to fight CSAM without simultaneously opening the door to mass surveillance and censorship. I’m not sure there is one, but I appreciate the efforts of the technologists who are trying to find one, or at least to elucidate different technical approaches to different aspects of the encryption debate (such as Jonathan Mayer, who is hardly pro-surveillance). And I know that as long as I don’t have affirmative proposals of my own, just objections to others’, it makes me easy to dismiss as just another hysterical absolutist zealot. That is unfortunate, because, as some of my academic colleagues have privately observed, there is far more nuance to information security experts’ and civil libertarians’ positions in the debate than it might often appear from the outside, or than Bill Barr wants you to think there is. 

 

That said, this is not the most nuanced of blog posts. I find everything I’ve said above to be painfully obvious. And yet I feel it will still keep needing to be said as long as the Attorney General keeps pretending this debate is only about universally-reviled conduct such as terrorism and child sex abuse. After all, he is also the same Attorney General who was chosen to be, basically, the capo to a mob boss, one who wants Barr to investigate his political opponents. The sitting Attorney General of the United States is the last person we should trust with the ability to read everyone’s messages. We cannot afford the polite fiction that the nation’s law enforcement officials, even those at the very top, are all “the good guys.” 

Those who work for providers, in academia, or in civil society may be tempted to start down the slippery slope we can all see ahead of us, partially out of the commendable desire to help children, partially to show the U.S. government how “reasonable” and “adult” and “mature” we are when it comes to the encryption debate. Let me be clear: It is not reasonable for any government to demand that platforms build the ability to surveil and censor everyone’s private communications. You do not have to help brainstorm, design, build, rationalize, or excuse a system for pervasive surveillance and censorship. Technologists must design and build systems that acknowledge the uncomfortable truth: that China is much closer than we think.

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